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DEPOIS DA ANESTÉSICA VITÓRIA DA SELEÇÃO DE FUTEBOL BRASILEIRA DE FUTUBOL É PRECISO ACORDA E OLHAR COMO E PORQUÊ DOS POLÍTICOS, POR ESTA SIMPLES VITÓRIA, ESTAREM NOS DOPANDO, NÃO EM BRASÍLIA, MAS AQUI EM GASPAR, BLUMENAU, VALE E SANTA CATARINA PARA NOS EMBRULHAR MAIS UMA VEZ E NAS ELEIÇÕES DE OUTUBRO

Ontem, o governador Jorginho Mello, PL, com três anos de atraso, sem uma marca de governo, com uma habilidade de cego nas composições políticas para ficar no Centro Administrativo por mais quatro anos e acossado, diante disso tudo, pela candidatura surpresa no mesmo campo conservador de João Rodrigues, PSD, o qual não pode nas contas do próprio entorno tático de Jorginho chegar ao segundo turno, pois dessa forma se tornará um perigo para a reeleição Jorginho, criou um factoide de última hora e lançou apenas uma intenção de colocar na praça o edital de construção do lote quatro da Viamar – a via alternativa à colapsada BR-101 – entre Navegantes  e Itajaí, ou seja 22,5 dos 145 quilômetros, quando pronta.

Custo fictício desta iniciativa e farra? R$2,2 bilhões de R$20 bilhões projetados para tudo. E a partir daí vem os incontroláveis aditivos, atrasos, surpresas, inspeções, medições investigações, polêmicas…

Esta via é indiscutível, de fato, uma necessidade à mobilidade, competitividade e logística. Não contesto um milímetro. Está na cara de todos. É também a prova de que Jorginho está atrasado. Enxergou tarde. Ou foi atropelado pelo medo. A verdade, também, é que alguém precisa começar e neste projeto deveria estar uma ferrovia para ligar os portos.

Todavia, o ato de ontem foi para exibir um papelinho, para criar expectativas, e gravar imagens de campanha. É no fundo, um papelinho, marquetagem barata e manjada, repetida e antiga. É num ato de pré-campanha. É uma enganação. É um canal escancarado à enrolação, falta de transparência tão comum nesta área, bem como uma porta à corrupção.

É papelinho, porque se der tudo certo, e as propostas, se houverem, serão aceitas até o dia 21 de setembro. Coincidente, duas semanas antes das eleições, dia quatro de outubro. Se der certo, a papelada levará semanas para se ver se tudo está certo, se as empresas e consórcios pretendentes possuem condições técnicas e econômicas. E daí, outro rosário: as contestações e aí também terão passadas as eleições não só a de primeiro turno, mas a de segundo, se Jorginho for obrigado à ela.

Vão contratar a obra sem um estudo, aprofundado sério. Por onde está riscado no mapa, é cheio de problemas geológicos, ambientais e interesses de investidores. Alguns deles já fizeram afundaram o caminho em Florianópolis, acompanhados com padrinhos políticos para salvá-los ou levar vantagens? É tempo de troca de votos e apoios.

Esta obra, sem estes estudos e até projetos de execução sólidos, é uma porta aberta para atrasos, mas principalmente para aditivos bilionários. É uma rocha aqui que não estava prevista, uma terra de turfa ali, uma indenização conturbada lá, bichos e árvores raras acolá, se não encontrar uma terra indígena ou quilombola que surgirá por ONGs organizadas, partidos radicais de esquerda, no meio ou à beira do percurso para ser discutida interminavelmente na Justiça Federal.

Agora, para terminar e continuar nas dúvidas, todas criadas pelos mesmos políticos que estavam ontem no palanque.Os discursos lembraram que Santa Catarina neste aspecto está atrasada em pelo menos 20 anos de abandono de do governo Federal. E é verdade. Acho que muito mais pelo meu testemunho de vida. Mas, nestes 20 anos mencionados está o governo de Jair Messias Bolsonaro, PL. Ele foi padrasto de Santa Catarina. Aqui só passeios, e o uso dos votos dos estado para ele e os seus, inclusive o longevo inexpressivo vereador carioca Carlos Bolsonaro, PL.

Eu exagero, mais uma vez?

O ex-governador bolsonarista Carlos Moisés da Silva, União Brasil, que foi acusado pelos bolsonaristas como traidor, algo recorrente e doentio dentro do próprio campo ideológico, teve que botar dos bolsos dos catarinenses R$465 milhões em estradas federais

E só com esta iniciativa foi possível, entre outras rodovias federais, a duplicação da BR-470 aqui do nosso lado avançar. Jorginho foi um crítico desta iniciativa de Carlos Moisés. Agora, está recebendo este valor de volta de Brasília para engordar o seu próprio caixa. E se isto fosse pouco, Jorginho, ao tempo da cassada Dilma Vanna Rousseff, PT, era o dono do DNIT de Santa Catarina, por delegação de Valdemar da Costa Neto, PL. Naquele tempo, a BR-101, se enrolou contra os catarinenses. Jorginho mudou ou está fazendo o que sempre fez?

E de onde virá esta montanha de dinheiro para o que está calculado e principalmente, para o que vai aparecer como bilionários aditivos? Ah, mas você já está colocando defeitos antes da obra começar? Mas, perguntar, mais uma vez, não ofende: quando mesmo a Rodovia Viamar começar no ano que vem, se começar? Credo!

Escreve-me Maria Paula, nesta semana na área de comentários do artigo QUASE TODOS QUEREM O PODER. MAS, QUANDO NELE, NÃO SABEM O QUE FAZER COM ELE. FICAM SURDOS AOS QUE LHE DERAM ESTE PODER, CERCAM-SE DE BOBOS-DA-CORTE, EXIGEM UMA OPOSIÇÃO SUBMISSA E DESMORALIZADA. QUEREM ANULADOS OS CRÍTICOS. ESQUECEM ATÉ O PRÓPRIO DISCURSO QUE EMBRULHARAM QUASE TODOS PARA CHEGAREM AO PODER PELOS VOTOS LIVRES. Ela é parte do que pensa a maioria dos gasparenses que votaram nele. Ah, mas ele pode estar influenciada pelos meus escritos. Primeiro, é subjugar um eleitor. Segundo, é a de desmentir, convenientemente, o que o governo de hoje e os poderosos de sempre, de que ninguém me lê.

TRAPICHE

Gaspar, realmente está sem gestor. O Corpo Bombeiros Militar anunciou que vai disponibilizar um moderno caminhão equipado para Gaspar. Quem é o pai da criança nas redes sociais? Um vereador candidato a qualquer coisa. Foi ele que pediu, louvando e está agradecendo

Só para lembrar: Paulo Norberto Koerich, PL, policial civil de 30 anos de carreira que se orgulha transitar neste meio, já foi secretário de Segurança, não teve força para pedir e interferir nesta decisão? Meu Deus. Ou é mesmo ingratidão?

Caixa forrado. A prefeitura de Gaspar vai desembolsar R$4,099 milhões para desapropriar e comprar a Sociedade Carijós, na Margem Esquerda. No local do clube dos Zimmermann’s será uma unidade de educacional. Os minguados sócios que vão dividir a bolada, já aprovaram na assembleia de ontem, conforme publicação em veículo de comunicação local.

A sessão da Câmara desta terça-feira começou com duas ausências – Mara Lúcia Xavier da Costa dos Santos, PP, fez chegar um atestado médico – e terminou com menos da metade dos vereadores presentes, incluindo a líder do governo e integrantes da mesa diretora. Uma sessão por semana.

Todos na vibe técnica. O melhor da sessão da Câmara de Vereadores de Gaspar na terça-feira, foi a presença, a explanação técnica, clara, convincente da metrologista do Alerta Blu, de Blumenau, Emily Cláudia Pereira Ramos, que veio a convite do superintendente da Defesa Civil de Gaspar, o sargento do Corpo Bombeiros Militar, Rafael Araújo Freitas.

Os candidatos se contorceram todos para tirar uma casquinha. O “El Niño” está aí. Se fará o estrago que ele pode fazer, depende de várias condições incontroláveis da natureza. Então, é melhor não esperar pela sorte.

E por falar nisso, é cada vez mais preocupante como o governo de Jorginho Mello, PL, está atrasado e enrolado na recuperação das comportas e seus sistemas da barragem de José Boiteaux e que pode diminuir em até dois metros o nível do Rio Itajaí Açú em Indaial, Timbó, Blumenau e Gaspar. Vídeos que circulam feitos mostram uma distância abissal entre a propaganda e a realidade.

Em Gaspar, nada é diferente no que toca as comportas do Bela Vista e a do Sertão Verde. Falam em milhões, mas de projetos, obras e resultados de verdade, nada até agora.

Gente radical e sem noção. A deputada petista de Blumenau, Ana Paula Lima, jura que trouxe R$27 milhões para Gaspar no seu mandato. O cabo eleitoral dela por aqui, Dionísio Luiz Bertoldi, PT, fez uma moção de agradecimento. Quatro bolsonarista do PL presentes – uma estava ausente – na sessão votaram contra.

Gente sem noção. E essa gente ainda diz que não sabe a razão pela qual Gaspar anda para trás. Na outra ponta, impera hipocrisia. No discurso, se fala que estes recursos são dos pesados impostos do povo, e não do deputado, do vereador. Estão certos.  Mas, cada um desses discurseiros, vive gabando o quanto conseguem para a cidade, para justificar as suas cada vez mais altas diárias para viagens a Florianópolis e Brasília. Muda, Gaspar!

Perguntar não ofende. A mulher de Jair Messias Bolsonaro, PL, Michele, está fazendo campanha para o PT, ou apenas está mostrando aos brasileiros o quanto são perigosos os filhos de Jair para a política e o futuro do Brasil?

Então, para matutar sobre o “selo diamante de transparência e comunicação” da empresa especialista de Belém, do Pará e que está custando quase R$100 mil aos gasparenses.

A prefeitura de Blumenau virou mesmo uma sucursal da de Blumenau que tocada por outro delegado está sob ataque de parar a cidade na simples manutenção e de não expurgar o rolo compressor dos donos dela, que se reuniam na pedreira, aqui em Gaspar.

No press release “Gaspar atualiza regras para regularização fundiária“, ao final dele, podia-se de ler, Fonte: prefeitura de Blumenau”. Muda, Gaspar!

Definitivamente, Kleber Edson Wan Dall, Podemos, está de volta ao cenário político e sem medo de ser feliz. Estava em Florianópolis do encontro que discutia a modernização das cidades, o que ele não fez quando no poder de plantão, em Gaspar. Já Paulo Norberto Koerich, PL…

O lixo vai ser tornar um dos problemas a ser enfrentado pelo atual governo, e naquilo que foi aviusado que estava pecando…. Gente teimosa.

Registro. O dono e radialista Joel Reinert, da 89 FM, está temporariamente afastado das atividades profissionais. Se recupera de um acidente vascular, segundo ele, sem gravidade. Este blog, deseja pronto retorno.

Gaspar era conhecida como Coração do Vale e de forma esquisita como Capital Nacional da Moda Infantil. Quem tentou vender esta moda aos passantes daqui, faliu. Agora, Gaspar é a capital estadual de deputados (federais e estaduais) – possivelmente sem votos e chance de eleições – nas eleições de quatro de outubro. O que mostra isto. A incapacidade de diálogo, união e a reconstrução de Gaspar no ambiente políticos e administrativo. Revela à falta de liderança e o olho gordo de todos nos bilionários fundos eleitorais e partidários feitos com os nossos pesados impostos e que estão faltando ao povo pobre, eleitor dessa gente. Voltarei ao tema. Muda, Gaspar!

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2 comentários em “DEPOIS DA ANESTÉSICA VITÓRIA DA SELEÇÃO DE FUTEBOL BRASILEIRA DE FUTUBOL É PRECISO ACORDA E OLHAR COMO E PORQUÊ DOS POLÍTICOS, POR ESTA SIMPLES VITÓRIA, ESTAREM NOS DOPANDO, NÃO EM BRASÍLIA, MAS AQUI EM GASPAR, BLUMENAU, VALE E SANTA CATARINA PARA NOS EMBRULHAR MAIS UMA VEZ E NAS ELEIÇÕES DE OUTUBRO”

  1. Isso embrulha o estomago, política e seus aproveitadores de plantão, sou defensor da tese que a melhor saída do Brasil é qualquer aeroporto internacional mais perto. Não acredito em mudanças já vivi mais de meio século para ver que muitos poucos valores estão preocupados com futuro de Gaspar, Estado ou até do Brasil. Infelizmente minha posição é pessimista neste sentido, chegamos no limiar onde daqui a poucos dias vamos ter votar em dois corruptos, ou escolher melhor ou pior corrupto. AFF !!!!

  2. UM DESSERVIÇO AO SUPREMO, editorial do jornal O Estado de S. Paulo

    Durante quase 90 minutos de entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes criticou o colega André Mendonça pela relatoria do chamado caso Master, questionou a condução do STF por seu presidente, Edson Fachin, e, de quebra, afirmou que a decisão liminar de Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de suspender a divulgação de uma pesquisa de intenção de voto feita pelo instituto AtlasIntel não deveria ser mantida. Como se vê, o sr. Gilmar Mendes mirou em muitos alvos, mas alvejada foi a dignidade do próprio Supremo.

    A investida mais incisiva do decano, não há dúvida, foi contra Mendonça. Gilmar afirmou que o colega cometeu uma “impropriedade” ao receber do advogado de um dos implicados no caso Master uma “proposta de delação seletiva”. O ministro disse ainda que Mendonça teria cometido um “erro crasso” por estar “participando de conversas” na condução de um acordo de colaboração premiada – prerrogativa que a lei reserva ao Ministério Público e à Polícia Federal. “Se está participando de conversas ou se está expulsando advogados do processo”, disse Gilmar à banca de entrevistadores, “isso tem algo de errado”.

    O artigo 36, inciso III, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman) é cristalino ao proibir todos os magistrados de “manifestar, por qualquer meio de comunicação, opinião sobre processo pendente de julgamento, seu ou de outrem, ou juízo depreciativo sobre despachos, votos ou sentenças, de órgãos judiciais, ressalvada a crítica nos autos e em obras técnicas ou no exercício do magistério”. Pois foi exatamente isso o que o ministro decano do STF fez, ignorando olimpicamente um interdito legal que vale tanto para o juiz de primeiro grau da mais remota comarca brasileira quanto para os ministros da mais alta corte de Justiça do País.

    A experiência no cargo não coloca Gilmar em posição de superioridade moral ou funcional sobre os demais ministros do STF. Como bem disse ao Estadão o jurista Wálter Maierovitch, o decano “não é o juiz dos juízes”. A rigor, o decanato impõe uma sobriedade e um recato ainda maiores do que aos demais, pois espera-se que quem ocupe essa nobilíssima posição na República seja a personificação da discrição, da prudência e do comedimento que devem nortear a judicatura.

    Para piorar, a atitude de Gilmar Mendes ainda suscita questões inquietantes. Afinal, por quais motivos o ministro se lançou nessa campanha de admoestações públicas contra colegas, em particular André Mendonça e Edson Fachin? Por que Gilmar Mendes é tão recalcitrante à proposta de um código de conduta para ministros do STF? Em que medida a exposição pública de divergências internas serve ao Supremo justamente na quadra histórica em que a Corte passa por sua maior crise de credibilidade?

    Mendonça é o ministro responsável por presidir as investigações do maior crime financeiro de que o País já teve notícia, um escândalo com ramificações nos Três Poderes e com suspeitas que, pela primeira vez, recaem sobre ministros do próprio Supremo. É nesse contexto que aumentam as aflições dos brasileiros preocupados com a construção de um acordo em Brasília que leve à impunidade de todos os eventuais culpados pelos crimes de Daniel Vorcaro et caterva. Portanto, não se pode condenar quem interprete as palavras e as atitudes de Gilmar Mendes como parte de um arranjo voltado à nulidade das investigações do caso Master.

    Por fim, há uma contradição incontornável exposta pelo decano na entrevista. A presença e, sobretudo, o comportamento do ministro no centro do Roda Viva só reforçaram a premência da edição do código de conduta que ele tanto rejeita. Decerto sem a intenção de fazê-lo, o ministro expôs quão republicana é a iniciativa de seu colega Edson Fachin. As atitudes de Gilmar Mendes diante das câmeras, nas redes sociais e nas páginas dos jornais são o exato oposto do que se espera de um ministro do STF no que concerne à sua persona pública.

    Essa e outras distorções ajudam a explicar o processo de erosão da imagem do Supremo, que ora atravessa o momento mais desafiador em toda sua história republicana. Gilmar Mendes deveria ser o agente de uma inflexão virtuosa, não seu obstáculo.

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