Estou, desgraçadamente, de alma lavada mais uma vez, pois, no fundo, quem perde é a cidade, as pessoas e principalmente o governo que prometeu mudar o estado de dúvidas e de paralisação de Gaspar no tempo. Horas depois de Paulo Norberto Koerich, PL, numa bem armada trama dos seus porta-vozes bruxos de que o vice-prefeito, o engenheiro Rodrigo Boeing Althoff, Republicanos, era um malandro e boicotador do próprio governo, a estória não parou de pé.
Deram munição para mim, agora aguentem.
Foi Rodrigo quem saiu do conforto, do silêncio e resolveu botar a boca no trombone nas suas redes sociais. E ela ganhou as ruas e deixou mais uma vez Paulo Norberto Koerich, PL, o que fala em transparência e não a exerce e gastaria horas para listá-las -, bem como a sua turma de aduladores, com o pincel na mão e devendo explicações a Gaspar. Bastou uma tumultuada, interessante e esclarecedora sessão da Câmara nesta terça-feira para que nada mais parasse de pé. Pior é fato repetido. Inacreditável.
Quem fez a festa antes de mim, foi a conta no Facebook chamada de “jornal Pragas”, PRA GASpar.
Para não encompridar o meu textão em dia de início de Copa Mundial de Futebol, deixo o link do meu artigo de segunda-feira para melhor compreender o que arremato daqui em diante: “PRESTA ATENÇÃO”. O VICE-PREFEITO RODRIGO, DE GASPAR, ARRUMOU UM PÉ PARA SAIR DO SEU SILÊNCIO SEPULCRAL DIANTE DE TANTAS DÚVIDAS, FALTA DE ENTREGAS DO GOVERNO. NÃO FOI PARA ESCLARECÊ-LAS, MAS PARA FAZER MÉDIA E POLITICAGEM COM OS SERVIDORES EFETIVOS ATINGIDOS PELA INSENSATEZ DE QUEM NÃO TEM O QUE DIZER PARA SAIR DA ENRASCADA ONDE A ATUAL ADMINISTRAÇÃO SE METEU. E EXATAMENTE EM ANO DE ELEIÇÕES QUANDO O DESCONTENTAMENTO PODE SER EXPRESSO NO SILÊNCIO DA URNAS
RODRIGO FOI AO EMBATE. ELE SÓ É BOM SE A CIDADE GANHAR

Primeiro, Rodrigo se desfez da bengala de sindicalista. E fez bem. Foi direto ao ponto: ele se ofereceu sim, pelo menos uma vez, para ser secretário de Paulo: e no Obras e Serviços Urbanos, no lugar de quem deixava a prefeitura, Vanderlei Schmitz, um em quase uma dezena de trocas do primeiro escalão que aconteceu no governo. Um dos poucos que não precisava de GPS do primeiro escalão do governo que não precisa de GPS para chegar e andar em Gaspar.
Segundo. Antes, Rodrigo já tinha oferecido uma solução e uma indicação para a titularidade da secretaria de Planejamento Territorial, trazendo de Blumenau – mas sem vínculo com os saíram depois daqui corridos com tornozeleira eletrônica – Ana Paulo Lapolli Isensee. Paulo a demitiu e disse a cidade de que ela tinha pedido para sair. Ela não pediu nada. Registrei isto. Mostrei uma gravação dela surpreendida com a demissão. Há outros casos na mesma linha. E isto, perigosamente, já trabalha contra Paulo e os seus.
Ana, simplesmente, uma técnica, foi escalada – sem ela saber direito e contra a legislação geral vigente que preferia segui-la ao pé da letra – para servir aos donos da cidade de sempre e dos novos interesses que cercam Paulo. Ana Paula não fez isso com a “presteza” desejada por quem a indicou, nomeou e exigia resultados. Então, foi rifada. E logo. Antes que criasse musculatura.
E aí veio Michael Jackson Schoenfelder Maiochi, o “dono de Blumenau”, o articulador das reuniões do cartel na “pedreira” em Gaspar e começou a “resolver” os problemas antigos dos donos de Gaspar e dos donos do poder. O desfecho de tudo isso, a cidade já sabe pelas páginas policiais dos portais, jornais, televisões, rádios, redes sociais, blogueiros e aplicativos de mensagens. E se não se cuidar, o que estava restrito a Blumenau e ao ex-prefeito Mário Hildebrandt, PL, de Blumenau, poderá grudar nos do poder de plantão daqui.
Antes de prosseguir da série, perguntar, não ofende:, aonde mesmo estão os projetos de R$300 ou de R$370 milhões de investimentos que ele e Paulo anunciaram aos vereadores, empresários e à cidade?
E prosseguindo.
Impressionante. Paulo Norberto Koerich, PL, o que vai puxar votos para Jorginho Mello, PL, foi eleito, com fama de investigador de 30 anos de carreira passando por todas as funções relevantes na Polícia Civil até chegar a ser secretário de Segurança no governo do bolsonarista de Carlos Moisés da Silva, eleito no PSL, com passagem pelo Republicanos e hoje no União Brasil, para apurar, esclarecer e expor o governo de Kleber Edson Wan Dall, eleito no MDB e hoje no podemos, bem como de Luiz Carlos Spengler Filho e Marcelo de Souza Brick, ambos do PP.
O TITULAR E O VICE JOGAM EM TIMES DIFERENTES E GASPAR PERDE
Entretanto, ao contrário, além de não conseguir montar equipes voltadas para resultados para ele e a cidade, depois de dois anos, está acuado dando explicações a cidade. E se enrolando. Sendo desmentido com provas, fatos e gravações pelo seu vice e outros. Quem mesmo o orienta? Em que mundo ele está, se não o exposto, muito diferente das delegacias e gabinetes da polícia por onde passou onde podia controlar a narrativa do que queria que se compreendesse fora daquele ambiente onde estava. Comunicação, zero. In-crí-vel!
E para encerrar, a encenação patati-patatá.
E o que falar do novato Carlos Eduardo Schmidt Sobrinho, PL, o único vereador do PL pelo Distrito do Belchior e líder do partido na Câmara? Entrou na mesma pilha para desqualificar Rodrigo Boeing Althoff, Republicanos. Tudo, porque entre os dois, há um problema bem particular de última hora mal resolvido e que contaminou tudo. Um vídeo, não muito antigo e feito na mesma tribuna da Cãmara depois das eleições, Carlos Eduardo, chama Rorigo como um pai e professor na política e o agradece por isso. Agora, é traidor, um desqualificado e por aí vai. Meu Deus!
No fundo, esta gente está sem noção das suas responsabilidade e importância deles para a cidade, cidadãos e cidadãos que confiaram nela. Ela parece estar no tempos das trevas ou da ditadura. Acha que nada é gravado e disseminado no tempo da internet, do digital e da Inteligência Artificial.
Ela está sendo desmentida pelas próprias atitudes, falta de atitudes, falta de transparência e pelas sucessivas incoerências, como se não houvesse provas no passado. Há vinganças baratas e pessoais. A cidade está em segundo, terceiro, quarto planos. Credo. Esta gente não é estadista. Se Rodrigo, não é confiável para o grupo que está no poder de plantão e muito menos para velhos os donos da cidade ao menos essa gente deveria ser razoavelmente coerente e inteligente para descartá-lo
Entretanto, este mesmo pessoal, como já fez e faz reiteradamente comigo, tenta desqualifica-lo, usando baixarias e mentiras. E está se dando mal. Rodrigo vai virar herói. E por uma razão muito simples: falta ao outro lado resultados, porta-vozes qualificados, transparência, resultados como verdadeira cortina de fumaça e credibilidade para desqualificar os outros. Hoje Rodrigo estava na rádio se explicando. Saiu-se bem. Advinha que está perdendo mais uma vez, além de Paulo o que teve 52,98% dos votos válidos para dar um cavalo de pau numa cidade estagnada e cheia de dúvidas, nenhuma delas esclarecidas com os supostos autores punidos? Simples assim. Muda, Gaspar!
TRAPICHE
Pulga só em cachorro magro. O chefe de gabinete, Pedro Inácio Bornhausen, PP, assinou portaria designando Denise Prebianca Schramm, como a responsável pela publicação da agenda externa do prefeito Paulo Norberto Koerich, PL. É só para atender a legislação. E isto depois de quase dois anos de governo. Isto mostra a importância do governo de Gaspar em relação a transparência dele.
A legislação manda também o Portal da Transparência exibir os proventos dos funcionários públicos municipais, incluindo os comissionados e o do próprio prefeito que ganha mais de R$40 mil por mês (neste caso não é possível conferir). Paulo Norberto Koerich, PL, tirou a remuneração de todos do portal e que é paga por todos os gasparenses a quem deveria prestar contas. O Ministério Público de Gaspar continua em silêncio sepulcral. O inócuo Observatório Social, também.
Pondo ordem na casa. O Ministério Público Federal expediu recomendação aos prefeitos de Blumenau, Gaspar e Ilhota para que identifiquem e retirem os painéis de publicidades e outdoors instalados irregularmente às margens do Rio Itajaí Açú e dentro da Área de Preservação Permanente. Irregulares? Mas, eles não foram autorizados pelas próprias prefeituras? Esta é a prova de que elas não estão nem aí para a legislação em vigor.
Paulo Norberto Koerich, PL, fez mais um longo e tenebroso vídeo para as suas redes sociais para rebater o vereador da sua suposta base, Thimoti Thiago Deschamps, União Brasil e ligado ao vice-prefeito Rodrigo Boeing Althoff, Republicanos. É sobre o suportos desvio de uma emenda parlamentar ganha pelo o vereador e que foi parar em outra obra que não era do seu interesse.
O que o vídeo prova? De que é dispensável a superintendência de Comunicação, a terceira em menos de um ano. Paulo deveria estar anunciando grandes investimentos e transformações em Gaspar. Ele está se explicando com pulgas que estão lhe dando coceiras. Não possui porta-voz. E muito menos, porta-voz que o faz maior. Inclusive na Câmara.
Aliás, para encerrar. Ao Joel Reinert, dono da rádio e ao repórter Paulo Flores, da 89FM, Rodrigo Boeing Althoff, Republicanos, admitiu que Gaspar não precisa mais eleger vice, pois não tem papel nenhum. Isto já escrevi há tempos. E está na própria condição de vice. Esta gente que diz que ninguém me lê, vira e mexe, lava a minha alma. Muda, Gaspar!
Ah, então carroça vazia é que faz barulho, José Hilário Melato, PP, diz como “çábio” do ex-governo de Kleber Edson Wan Dall, MDB, hoje no Podemos, para defender o atual Paulo Norberto Koerich, PL? Então, agora, se entende bem a razão de tanto barulho. Há muitas carroças vazias. Faltam gente e material para enchê-las e transportá-las para os lugares certos da cidade que possui os mesmos donos de décadas.
Então. O funcionário público e ex-vereador, José Carlos de Carvalho Júnior é o “novo” presidente do MDB de Gaspar. Ele substitui ao vereador e presidente da Câmara, Ciro André Quintino. A escolha é de segurança e para não causar nenhum embaraço aos planos de Ciro.
3 comentários em ““PRESTA ATENÇÃO II”. COBRADO, RODRIGO FINALMENTE USA AS REDES SOCIAIS, VAI À RÁDIO E EXPÕE SEM FILTROS, AS MENTIRAS ARMADAS E INCOERÊNCIAS DE PAULO E DOS BRUXOS QUE ANIMAM A FRATURA EXPOSTA DO GOVERNO, ATÉ AQUI SEM RESULTADOS PARA A CIDADE, CIDADÃOS E CIDADÃS DEPOIS DE QUASE DOIS ANOS DE GESTÃO”
Herculano você que já observou muita coisa consegue explicar?
Por quê?
Incomodado com as críticas sobre a falta de transparência, o prefeito Paulo Koerich resolveu inovar: contratou, por inexigibilidade de licitação, uma consultoria “premium” para ensinar a Prefeitura de Gaspar a ser transparente.
O contrato é da Inexigibilidade nº 61/2026, Processo Administrativo nº 77/2026, no valor de R$ 99.140,00, firmado com a empresa CR2 Consultoria em Tecnologia da Informação Ltda., CNPJ nº 23.792.525/0001-02, sediada em Belém do Pará.
A empresa que atua justamente no mercado de assessoria em transparência pública e na preparação de municípios para melhorar desempenho em avaliações, rankings e selos, entre eles o cobiçado Selo Diamante.
A pergunta que fica é simples: está sobrando dinheiro ou faltando bom senso?
Porque, se a Prefeitura precisa gastar quase R$ 100 mil para provar que é transparente, talvez o problema não esteja na ausência de selo, mas na falta de transparência real.
E pelo visto, também está faltando alguém com coragem para dar um conselho ao comandante deste trem desgovernado.
FALTA DE RUMO, por Willian Waack, no jornal O Estado de S. Paulo
Não é nada confortável a situação neste instante dos grupos políticos que se articulam para impedir a reeleição de Lula. Ele é hoje um político em situação de rejeição altíssima, porém similar à do nome do seu principal adversário.
Em boa parte, isso se deve ao hábito de “fazer política” perseguindo o ponteiro das pesquisas de intenção de voto. Claro que elas são relevantes como ferramenta tática, mas trata-se aqui de problemas estratégicos.
A pré-candidatura de Flávio Bolsonaro consolidou-se em função de uma série de pesquisas, apesar de as vulnerabilidades dele serem bem conhecidas ainda antes dos áudios com Vorcaro. O que elas evidenciavam não era, necessariamente, um apoio ao nome, mas um desejo enorme de acabar com décadas de lulopetismo no poder.
Abraçou-se sofregamente a frase “só ele tira o Lula de lá”; portanto, tapam-se o nariz, os olhos e, principalmente, os ouvidos, e vamos cuidar do resto depois. Quando o que importa é exatamente “o resto”: tirar o Lula para quê?
Era bastante óbvio que, se pesquisas impulsionam, também esmagam – especialmente quando resultados negativos são provocados pelo próprio candidato. Deixando os grupos de centro-direita (menos os bolsonaristas) numa espécie de orfandade. Sentem que perdem o que seria um nome imbatível naquelas antigas pesquisas e não conseguiram criar bandeiras além do antipetismo.
A noite da votação do fim da escala 6×1 na Câmara foi bom exemplo desse fenômeno do curtoprazismo político. Votaram a favor até deputados que presidem frentes empresariais, todos munidos de “trackings”, indicando que 70% do eleitorado apoiava trabalhar menos e ganhar a mesma coisa. É o que acontece quando se deixa de fazer política.
Modelos estatísticos consagrados atribuem ao incumbente com as atuais taxas de aprovação/desaprovação de Lula um favoritismo de 55% (consultoria Eurasia), mas num quadro volátil no qual a parcela do eleitorado capaz de definir o resultado é pequena. O problema para as forças que querem derrotar Lula é o fato de estarem, no momento, na dependência de fatores que não controlam.
Dois chamam a atenção, e estão interligados. O primeiro é a situação geopolítica internacional e suas consequências econômicas. Elas sugerem mais inflação no Brasil, especialmente no setor de alimentos, e dificuldades de diminuir a sufocante taxa de juros. Nesse cenário, o incumbente perde vantagens, importando pouco o adversário.
Se o grande problema para Lula foi sua incapacidade de vender um sonho de futuro melhor, a oposição está se defrontando com isso também. Uma campanha política que dependa muito de revelações trazidas pela polícia, como ocorre agora, acaba nivelando tudo por baixo e, no caso de Flávio, diluindo diferenças. Não se vê um rumo.
Não tem jeito. O governo do PT, Lula e da esquerda do atraso é bom de demagogia e discurso, mas é ruim demais, burocrata, irresponsável, insaciável nos impostas e contra quem produz e exporta
COCHILO BILIONÁRIO, editorial do jornal O Estado de S. Paulo
Após pegar o governo brasileiro “de surpresa” no início de maio, a União Europeia (UE) acaba de oficializar o veto, válido a partir de setembro, à compra de carnes, aves, peixes e mel do Brasil, o que sugere mais um cochilo do lado brasileiro.
Inadmissível em qualquer época, a soneca do governo é especialmente injustificável nos tempos atuais, de escalada do protecionismo e maior disputa por mercados globais. A decisão pode representar uma perda gigantesca ao agronegócio brasileiro, que no ano passado exportou cerca de US$ 1,8 bilhão desses produtos ao bloco europeu.
De acordo com a UE, o Brasil não apresentou informações suficientes que garantam o cumprimento do regulamento de uso de antimicrobianos nas criações, tais como antibióticos.
Em nota, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) manifestou repúdio ao veto da UE e afirmou que a decisão vai na contramão do acordo entre o Brasil e a União Europeia, representando uma tentativa de “mudar as regras de forma casuística”.
A reação da Faesp é perfeitamente compreensível. O que chama a atenção é o Brasil, principal economia do Mercosul, dar-se ao luxo de ser surpreendido com medidas de potencial impacto bilionário a esta altura dos acontecimentos, depois de ter se empenhado tanto para que o acordo com a UE fosse aprovado. Para piorar, o regulamento da UE contra antimicrobianos era de conhecimento público desde 2018, mas o Brasil não tomou as providências necessárias a tempo.
Não é segredo para ninguém que a UE joga duro com o agronegócio sul-americano, mas mesmo assim países como Argentina e Colômbia seguem aptos a exportar carne para o mercado europeu. O México é outro produtor autorizado a exportar proteína animal para a UE.
De modo geral, entidades do agronegócio defendem a seriedade da inspeção sanitária do Brasil e avaliam que a decisão da UE não está ligada a nenhum problema com os rebanhos em si, mas com a questão da documentação. Ainda em maio, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes recordou que o Brasil exporta carne para mais de 170 países, “sustentado por um dos sistemas de inspeção e defesa agropecuária mais robustos do mundo”. Já a Sociedade Rural Brasileira destacou que o Brasil tem capacidade técnica para atender às exigências internacionais. A entidade defendeu ainda que o País promova uma investigação detalhada sobre quais etapas do cronograma de adequação não avançaram dentro do prazo previsto pela UE.
É o mínimo que se espera, não só para que o veto às exportações de carne brasileira seja revisto, mas principalmente para que o País use esse desafortunado caso como oportunidade para reforçar seus protocolos e não ser pego cochilando em outras situações.
Embora tenha sido atualizada recentemente, a regulamentação europeia sobre o uso de antimicrobianos é de 2019. Não era difícil prever que cedo ou tarde essa exigência seria cobrada com mais rigor dos países exportadores. Num mundo em que as regras comerciais são cada vez mais mutantes, é preciso estar preparado para todos os cenários, principalmente os previsíveis, como nesse caso.