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ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CDLXI

O Brasil sem futuro. Investidores fogem do país ou congelam investimentos a espera de indicadores de mudanças nas eleições. Bolsa tem fuga de estrangeiros. O governo Central, Congresso Nacional e Judiciário incrivelmente, mesmo assim, ampliam mecanismos de despesas para mascarar e burlar à fantasia petista e do governo de Luiz Inácio Lula da Silva chamada de Arcabouço Fiscal.

Analistas e economistas apontam para um furo de R$200 bilhões em bondades e sacanagens contra o presente e o futuro do Brasil. Hoje, o Tesouro não consegue vender papéis para 2032 que não seja IPCA e correção estratosféricas de mais de 8%. A carga tributária aumentando on line por decreto ou apoio dos deputados e senadores e chega a mais de 32% do PIB e mesmo assim este absurdo montante não dá conta das despesas cada vez maiores.

O crime organizado dentro do sistema econômico e financeiro formal sonegando bilhões, impondo regras, corrompendo o estado, incluindo o judiciário, e coordenando negócios e infiltrado como nunca se viu na política. Territórios ocupados subjugando e explorando pobres sem reação do Estado formal. A dívida pública está em R$10 trilhões. O rombo previdenciário em R$321 bilhões. As contas públicas calcula-se em R$55 bilhões de dívidas. O prejuízo das estatais já chegou R$5,9 bilhões na metade do ano.

Quem vai pagar tudo isto? Nós: com mais impostos, mais inflação, mais recessão, menos empregos e circulação de riqueza na economia. Resumo: tudo dominado e contra os brasileiros e brasileiras (by Herculano)

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7 comentários em “ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CDLXI”

  1. Miguel José Teixeira

    Uma estatal que dá certo porque não há
    interferência da “blaaargh” classe política!

    “Embraer apresenta 1º dos 24 aviões encomendados pela Latam em acordo de US$ 2,1 bi”
    – Marca também está estampada nos motores do E195-E2 para aparecer nas fotos de passageiros.
    – Aviões começam a operar na frota da empresa a partir de outubro.
    (Fábio Pescarini e Paulo Ricardo Martins, FSP, 09/06/26)

    São José dos Campos (SP) e São Paulo

    A Embraer apresentou nesta terça-feira (9) o primeiro avião da fabricante encomendado pelo Grupo Latam. Ao todo, a companhia tem pedidos de 24 aeronaves, além de 50 opções de compra, em um negócio de US$ 2,1 bilhões ao preço de tabela.

    Os primeiros aviões serão usados pela Latam Brasil em voos domésticos. Segundo a empresa, as rotas que receberão as aeronaves serão divulgadas em julho.

    A companhia aérea estima que as entregas comecem a ser feitas no último trimestre de 2026.

    O anúncio da aquisição das aeronaves foi feito em setembro de 2025. Esse foi um dos raros acordos da fabricante brasileira nos últimos anos com uma companhia aérea no Brasil e aconteceu em meio à crise na entrega de aviões pela Boeing e pela Airbus.

    Antes do pedido da Latam, o último acordo de aeronaves E2 no Brasil havia sido feito pela Azul, em 2018.

    Com pintura inédita, o nome da empresa está estampado entre as janelas de um avião pela primeira vez.

    De acordo com a Latam, por causa das características da fuselagem do modelo da Embraer, a companhia optou por ampliar a área de exposição de sua identidade visual, aumentando, assim, a visibilidade.

    Segundo Paulo Miranda, vice-presidente de experiência e clientes da empresa, no E2 é limitado o espaço acima das janelas, onde o nome Latam é estampado nos aviões Boeing e Airbus da companhia.

    “Seguindo o padrão atual, o logo teria cerca de 50 centímetros, pequeno demais para ser percebido a distância”, escreveu recentemente em sua conta na rede social LinkedIn. “Pela primeira vez cruzamos a linha das janelas.”

    A identidade visual foi para o capô dos motores para a marca da companhia aparecer em fotografias compartilhadas por passageiros. “A foto da asa com o pôr do sol não é acaso. É ritual”, diz Miranda.

    “O uso predominante do branco segue o padrão por contribuir para menor absorção térmica, redução de peso e maior eficiência operacional durante toda a vida útil da aeronave”, afirma a companhia.

    O E195-E2 é a maior aeronave comercial da Embraer. Modelo narrow-body (fuselagem estreita, com apenas um corredor), a aeronave tem capacidade para até 146 assentos 2-2, ou seja, dois bancos por fileira.

    Os aviões da Embraer começam a integrar a frota da Latam a partir de outubro, mas os destinos para onde devem voar ainda não foram informados, mas será para mercados de média densidade.

    A Latam não informou quantos E195-E2 serão entregues ainda em 2026.

    A companhia espera que a encomenda de jatos da Embraer sirva para adicionar 25 a 30 destinos em sua malha aérea no Brasil.

    A Latam fechou o ano passado com 371 aviões em sua frota, sendo 20 de carga. A projeção para 2026 é chegar a 410 aeronaves, já contando com modelos da Embraer.

    Segundo a Embraer, há mais de 200 unidades do E2 em operação, em 24 empresas aéreas. A empresa brasileira, entetanto, diz que existem pedidos de mais 500 aeronaves.

    Os jornalistas viajaram a convite da Embraer e da Latam

    (Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/06/embraer-apresenta-1o-dos-24-avioes-encomendados-pela-latam-em-acordo-de-us-21-bi.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsfolha)

    Foto: https://f.i.uol.com.br/fotografia/2026/06/09/17810187596a2830872e2cc_1781018759_3x2_md.jpg

    Porque é tão seguro viajar de avião?
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/webstories/cotidiano/2022/05/por-que-e-tao-seguro-viajar-de-aviao/

  2. Miguel José Teixeira

    “Tudo a Ler” (I)
    (Por Isadora Laviola, FSP, 10/06/26)

    Olá, leitor, leitora,
    O processo de escrita de “Noitada” (Todavia, R$ 119,90, 464 págs.), de Reinaldo Moraes, daria um livro quase tão recheado quanto o que foi escrito.

    Tudo começou numa mesa de bar em 2013, quando o amigo cineasta Beto Marquez pediu ao autor um livro no mesmo estilo de seu já celebrado “Pornopopeia”. De uma ida ao banheiro nasceu um personagem.

    Moraes primeiro fez de Kabeto o protagonista de “Maior que o Mundo” —livro que virou filme dirigido pelo amigo— e depois expandiu sua história para uma “trilogia de dois volumes”. O terceiro volume, no entanto, foi inevitável, fruto de um manuscrito de mil páginas que teve de ser dividido.

    Toda a confusão acabou gerando alívio para a Companhia das Letras quando Moraes resolveu mudar para a editora Todavia, como ele afirma em entrevista a Carolina Azevedo (*).

    “Grafomaníaco patológico”, Moraes ainda se impôs mais desafios. Transformou uma viagem de carro de dez minutos em uma narrativa de cem páginas, seguida por mais 40 em uma única subida de elevador. “Porque literatura é que nem sexo: você faz o que quer e o que pode.”

    Até a próxima semana,
    Isadora Laviola
    Jornalista da editoria de Livros

    (*) +em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/06/reinaldo-moraes-faz-playground-maluco-de-sexo-e-drogas-no-novo-noitada.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    (TRPCE)

  3. Miguel José Teixeira

    “Tudo a Ler” (II)
    (Por Isadora Laviola, FSP, 10/06/26)

    acabou de chegar

    > “Cláudia Vera Feliz Natal” (Todavia, R$ 84,90, 232 págs.), novo romance de Mariana Salomão Carrara, põe em questão a Justiça e sua habilidade de dar respostas. A obra é narrada por um juiz que adia a decisão sobre um caso sensível, “um personagem ao mesmo tempo ridículo e capaz de despertar empatia”, como descreve a crítica Francesca Angiolillo.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/06/romance-de-mariana-salomao-carrara-explora-os-limites-da-justica.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    > “Bom Dia, Inverno” (Companhia das Letras, R$ 69,90, 256 págs.) é o registro de Tamara Klink sobre sua invernagem. A navegadora passou oito meses na Groenlândia —seis deles encalhada intencionalmente no gelo. Em entrevista a Jéssica Maes, ela conta que o maior desafio foi descobrir qual é o mínimo necessário para viver: “As melhores coisas da vida não estão nos objetos, estão nas sensações”.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2026/06/nao-e-abundancia-que-traz-felicidade-diz-tamara-klink-apos-inverno-presa-no-gelo-do-artico.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    > “1929: Por Dentro da Maior Crise da História de Wall Street – E Como Ela Abalou o Mundo” (Portfolio Penguin, R$ 99,90, 488 págs.), do jornalista americano Andrew Ross Sorkin, discute como a quebra da Bolsa de Nova York preparou os economistas para a crise que veio 80 anos depois, em 2008. “A lição de 1929 é que você precisa jogar dinheiro sobre o problema”, diz o autor em entrevista a Rafael Cariello, citando a pandemia como um caso em que a estratégia deu certo.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/06/salvar-a-economia-na-proxima-crise-pode-ser-mais-dificil-diz-autor-de-livro-sobre-1929.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    (TRPCE)

  4. Miguel José Teixeira

    “Tudo a Ler” (IV)
    (Por Isadora Laviola, FSP, 10/06/26)

    e mais

    > A Feira do Livro seguiu na praça Charles Miller ao longo da última semana. Com outros dez eventos acontecendo nos entornos do estádio do Pacaembu no mesmo período, o festival teve ocorrências curiosas como o som de lutas de MMA e a formatura de um pelotão da Polícia Militar.

    > Essas são algumas consequências de um evento feito em espaço público. Do outro lado da moeda está a reunião de públicos diversos, com a chegada de livros a novos leitores e a possibilidade de encontro com grandes nomes da literatura.

    > Gregorio Duvivier foi um dos que mais atraíram pessoas (*) à praça pública. O ator apresentou um monólogo sobre palavras e “despalavras” —tese que aprofunda em seu livro “Aos Pés da Letra” (**). Já Norman Finkelstein, autor conhecido por verbalizar suas discordâncias com o Estado de Israel, movimentou a segurança do evento (***) e brincou que estava “esperando o tiro” por suas opiniões polêmicas.
    +em:
    (*) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/06/gregorio-duvivier-lota-feira-do-livro-com-sua-obsessao-pelo-idioma-de-passarinhos.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (**) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/06/gregorio-duvivier-renova-votos-de-amor-por-palavras-e-despalavras-em-novo-livro.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (***) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/06/na-feira-do-livro-norman-finkelstein-tem-mesa-lotada-e-com-seguranca-reforcada.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    > Outros escritores tiveram passagens mais tranquilas pelo evento. Silviano Santiago se declarou (*) cobaia de seu biógrafo e comentou suas ressalvas em ser biografado. Já Fernando Morais trouxe a outra perspectiva —biógrafo de Lula, contou como equilibrou a amizade com o trabalho (**).
    +em:
    (*) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/06/silviano-santiago-se-diz-cobaia-de-seu-biografo-em-encontro-na-feira-do-livro.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (**) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/06/fernando-morais-diz-na-feira-do-livro-que-biografou-um-lula-de-carne-e-osso.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    > Luiz Mott, que biografou Xica Manicongo recorrendo à língua pajubá (*), fez um percurso pela história (**) da população LGBTQIA+ no Brasil. Aos 80 anos, o autor contou como passou a conhecer o letramento desse movimento só mais velho. Outra conversa sobre gênero se deu no último dia de feira. Vera Iaconelli e Carol Pires reuniram os “aliados” (***) Renan Quinalha e Thomás Aquino para refletir sobre masculinidade.
    +em:
    (*) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/06/quem-foi-xica-manicongo-primeira-travesti-do-brasil-biografada-com-pajuba.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (**) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/06/na-feira-do-livro-luiz-mott-celebra-representacao-da-diversidade-sexual-na-midia.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (***) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/06/feira-do-livro-no-ultimo-dia-debate-genero-com-carol-pires-e-thomas-aquino.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    (TRPCE)

  5. Miguel José Teixeira

    “Tudo a Ler” (IV)
    (Por Isadora Laviola, FSP, 10/06/26)

    além dos livros

    > Morreu a iraniana Marjane Satrapi, autora de “Persépolis”, aos 56 anos. A quadrinista, cineasta e ativista alcançou reconhecimento mundial ao narrar sua infância sob a teocracia de seu país. Defensora dos direitos das mulheres, ela estava exilada na França desde 1994. A morte foi informada por familiares, que disseram que Satrapi morreu de tristeza após o falecimento de Mattias Ripa, “seu marido e o amor de sua vida”.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/06/morre-marjane-satrapi-autora-de-persepolis-saga-sobre-o-ira.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    > Segundo José Castilho Marques Neto, ex-coordenador do Plano Nacional do Livro e Leitura, o menosprezo à leitura é algo intrínseco à cultura brasileira. Em entrevista a Ivan Finotti, Castilho afirmou que o Brasil tem uma dívida histórica na formação de leitores e, mesmo distante de resolvê-la, encontra esperança nas bibliotecas.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/05/menosprezo-a-leitura-e-algo-intrinseco-ao-brasil-mas-pais-tem-mudado-diz-especialista.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    > O selo “Escola Amiga do Livro” surge de um projeto que busca aproximar bibliotecas escolares, livrarias de rua e editoras independentes. A iniciativa, como conta o Painel das Letras, organizará visitas de escolas à Feira do Livro a partir de 2027.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/walter-porto/2026/06/novo-projeto-quer-aproximar-escolas-a-livrarias-de-rua-e-feiras-literarias-em-sao-paulo.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    > “Livro ‘Cidade Rachada’ mapeia 40 anos de descaso com a mineração em Maceió”
    – Obra de Cristina Serra relata afundamento de bairros na capital alagoana.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/05/livro-cidade-rachada-mapeia-40-anos-de-descaso-com-a-mineracao-em-maceio.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    “Stan Lee terá voz e imagem recriadas por inteligência artificial para plataformas”
    – Iniciativa é parceria com empresa que gere legado do artista.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/05/stan-lee-tera-voz-e-imagem-recriadas-por-inteligencia-artificial-para-plataformas.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    > Claudio Tozzi, que fez da arte pop arma contra a ditadura, tem a obra revista em livro.
    – Publicação mostra artista que dialoga com fatos históricos.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/06/claudio-tozzi-que-fez-da-arte-pop-arma-contra-a-ditadura-tem-a-obra-revista-em-livro.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    (TRPCE)

  6. Miguel José Teixeira

    💻 A ‘terceira via’
    (Beatriz Pecinato, Mercado, FSP, 10/06/26)

    Não, não vou falar sobre as eleições presidenciais.
    A “terceira via” a que me refiro é um país que cresce na disputa pelo domínio da inteligência artificial, mas está relativamente longe dos holofotes — pelo menos por enquanto.

    🇰🇷 Se pensou na Coreia do Sul…
    Acertou.
    Entre os líderes do setor, o país tenta construir um caminho próprio (1).

    Seus grandes trunfos são a Samsung e a SK Hynix, principais fabricantes mundiais de chips de memória de alta largura de banda, usados em data centers e no treinamento e na operação dos sistemas de IA avançados.

    O setor se beneficia com a explosão de investimentos (2).
    As ações das companhias tiveram uma valorização de 140% e 200%, respectivamente, neste ano.

    ↳ Os preços dos chips de memória dobraram no primeiro trimestre de 2026 em relação ao período anterior e devem aumentar em até 63% no trimestre atual.

    Clube do trilhão.
    No mês passado, as empresas alcançaram a marca de US$ 1 trilhão (3) em valor de mercado.
    São as únicas coreanas a registrar o feito, e o país é o segundo a ter mais de uma empresa nesse patamar.

    🥊 Apesar da relevância…
    A disputa ainda é concentrada entre os EUA e a China (4).
    Um estudo publicado pela Universidade Stanford avalia que as duas nações estão tecnicamente empatadas na corrida da IA.

    Dia a dia.
    Ao contrário das duas maiores potências, a Coreia do Sul parece mais preocupado em responder a uma dúvida prática: como tornar a tecnologia relevante para a economia e para as pessoas comuns.

    🔥 Atualmente, o país usa IA para agilizar o trabalho médico, monitorar cidades e até apagar incêndios (5).

    (TRPCE)

    (1) “Entre EUA e China, Coreia do Sul aposta em ‘terceira via’ para inteligência artificial”
    – País tenta transformar liderança em semicondutores em aplicações práticas na economia e nos serviços.
    – Ideia é que tecnologia se espalhe pelos setores para aumentar a eficiência em meio a incertezas econômicas.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/06/entre-eua-e-china-coreia-do-sul-aposta-em-terceira-via-para-inteligencia-artificial.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    (2) “Nvidia anuncia acordos com gigantes da Coreia do Sul para impulsionar boom da IA”
    – Fabricante de chips firma parceria com SK Hynix e se aproxima de acordo com Hyundai.
    – Nvidia busca impulsionar inteligência artificial e aumentar número de clientes.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/06/nvidia-anuncia-acordos-com-gigantes-da-coreia-do-sul-para-impulsionar-boom-da-ia.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    (3) “SK Hynix entra para clube do US$ 1 trilhão com chips de IA e se junta a rivais Samsung e Micron”
    – Coreia do Sul é segundo país a ter mais de uma empresa com valor de mercado acima de US$ 1 trilhão.
    – Ações de fabricante de chips chegou a subir mais de 14% nesta quarta-feira (27).
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/05/sk-hynix-entra-para-clube-do-us-1-trilhao-com-chips-de-ia-e-se-junta-a-rivais-samsung-e-micron.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado;utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    (4) “EUA e China vivem empate técnico na corrida pela IA, mostra relatório”
    – Diferença de desempenho entre modelos de duas potências caiu para 2,7%, diz levantamento.
    – Americanos lideram em investimento privado, mas chineses estão à frente em produção científica, patentes e robôs.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/04/eua-e-china-vivem-empate-tecnico-na-corrida-pela-ia-mostra-relatorio.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    (5) “Coreia do Sul já usa IA para agilizar trabalho médico, monitorar cidades e até apagar incêndios”
    – Hospital de Seul adota plataforma que acompanha pacientes desde a consulta até a transferência entre unidades.
    – Cidade de Anyang acompanha trânsito, segurança e emergências com câmeras equipadas com inteligência artificial.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/06/coreia-do-sul-ja-usa-ia-para-agilizar-trabalho-medico-monitorar-cidades-e-ate-apagar-incendios.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    > Perguntei à Claude (*):

    E o Brasil no Clube do Trilhão?
    – “Não, nenhuma empresa brasileira faz parte do “clube do trilhão”.
    As empresas brasileiras operam numa escala bem diferente. Para se ter ideia, a mais valiosa da bolsa brasileira é a Petrobras, com cerca de R$ 657 bilhões — algo em torno de US$ 120 bilhões, dependendo do câmbio. Em seguida vêm Itaú Unibanco (≈ R$ 466 bi), Vale (≈ R$ 335 bi), BTG Pactual (≈ R$ 262 bi), Ambev (≈ R$ 198 bi) e Bradesco (≈ R$ 189 bi).”

    E a nossa gloriosa WEG?
    – “A WEG também está bem longe do clube do trilhão. Ela vale cerca de R$ 182,6 bilhões — o que dá algo em torno de US$ 33 bilhões, dependendo do câmbio. É uma fração mínima do US$ 1 trilhão de dólares necessário para entrar nesse grupo.

    Dito isso, a WEG é uma história curiosa e admirável dentro do mercado brasileiro. A fabricante catarinense de motores e equipamentos elétricos tem um perfil bem diferente das outras gigantes nacionais: enquanto Petrobras, Vale e os bancos dominam por commodities, energia e setor financeiro, a WEG se destaca como uma empresa industrial e exportadora, vendendo para o mundo todo em setores como petróleo, celulose, siderurgia e energia. Por anos foi uma das ações mais valorizadas da bolsa, justamente por esse caráter de empresa de tecnologia industrial com crescimento consistente.

    Mas, em termos de valor de mercado, ela continua jogando na escala brasileira — bilhões de reais, não trilhões de dólares.

    Para se ter ideia da diferença de patamar:
    a WEG inteira vale menos do que a Nvidia ganha ou perde em valor de mercado em alguns pregões de maior volatilidade.”

    > Lembrem-se que Claude é uma IA e como tal, pode falhar!

  7. Miguel José Teixeira

    Matutando sobre. . .

    É o “Braziu rumu au équiça”
    lulampião rumu au tetra &
    a corja bolsonaro rumu au bi”

    . . .E o que fazer com a metade da peças que sobraram?
    – Ora, repartí-la com os amigos do rei “eleito”!

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