Artigo revisado, acrescentada a introdução, bem como editada uma charge na seção TRAPICHE às 12h25min deste 12.03.2026
Esta introdução é necessária. É a segunda neste 2026. É um princípio. É a minha carta de alforria. Se você é leitor ou leitora habitual deste espaço, então você já leu esta observação abaixo, MUITAS outras vezes nos anos passados. Reproduzo-a refrescar à memória dos “esquecidos”, ou, tornar claro para os novos por aqui, os quais inventam e encontram nas entrelinhas, “interesses” outros naquilo que publico.
Este blog não é e nunca foi impulsionado, não montou nenhum grupo de WhatsApp – ou em outros aplicativos de mensagens – para dar volume de acessos – apesar de ousadas propostas neste sentido – , não é e nunca foi monetizado pelos acessos que recebe, não é e nunca foi patrocinado por particulares, empresas, dinheiro público ou de políticos, também nunca “pediu ajuda de custos” a políticos e empresários para se manter.
Acrescento: não monta premiações, não “cria” agências para disfarçadamente intermediar negócios de comunicação aos interesses dos poderosos “amigos” do poder de ou no plantão e também, não dá assessoria privada de qualquer tipo para os políticos locais.
Se você quer republicar os artigos, por favor, só na íntegra para não descontextualizar a análise, comentário ou à crítica. E ao final de cada artigo, há botões facilitadores para replicar estes artigos via aplicativos de mensagens, e-mails e redes sociais. Estes botões fazem isso automaticamente para você. Há também espaço para a sua opinião, correções e contraponto.
Os políticos – e amigos e patrocinadores desses políticos – querem que os artigos esclarecedores como o abaixo, em novo governo que veio para mudar, sejam banidos, estão se articulando, desacreditando e farão de tudo para isso. Até poucos dias, aplaudiam-me, porque eram os beneficiados diretos com a minha clareza. E no fundo, essa forma dessa gente agir: aplaudir quando na oposição e sufocar, desacreditar, perseguir e até processar quando no poder. No fundo, essa gente é contra você e a cidade.
Então, exatamente por causa dela, é que este espaço é de vigia e continuará “olhando a maré” para o descontentamento dos políticos sustentados por nossos pesados impostos, cada vez mais altos e on line – ou os que manipulam fatos e versões à sombra do poder de plantão. E falsamente, ainda pregam a transparência dos atos deles; dizem que vão desnudar os dos outros, mas tudo, de verdade, que querem, além do constrangimento e perseguição, por todos os meios, é que tudo se escorra mansamente para debaixo do tapete do esquecimento eterno.
Acima, a reprodução do despacho do Ministério Público para que não haja à menor dúvida.

Nesta semana, o atual presidente da Câmara (foto ao lado) marcado como campeão de diárias e se repete neste ano (até hoje eram R$2.455,00), autor monocrático neste ano do aumento exorbitantes das já altas diárias dos vereadores e servidores da Câmara, Ciro André Quintino, MDB, e ex-presidente no ano passado da CPI do Capim Seco, a qual apurou – o que já estava bem apurado pela polícia especializada de Blumenau no combate a corrupção – sobre as extraordinárias altas medições fictícias das roçadas feitas pela Ecosysten e Sanitary, ambas de Curitiba, em Gaspar no governo de Kleber Edson Wan Dall, MDB, Luiz Carlos Spengler Filho e Marcelo de Souza Brick, ambos do PP, sem convicção, pois sabia o que jogava para a plateia, foi à tribuna para dizer que estava de alma lavada.
Segundo Ciro, o Ministério Público o inocentou, assim como os membros da CPI, a Câmara e os que participaram do processo de licitação de contratação por quase R$50 mil desta empresa de consultoria especializada para auxiliar, tecnicamente, a CPI e com isso, comprovar o que a polícia já tinha bem apurado.
Não é bem assim.
E Ciro, escolado como poucos, é presidente pela quinta vez da Casa, e devido as articulações para romper acordos e fazer valer a sua vontade de poder e bastidores, acabou alimentando ´no passado recente um movimento de revolta dos vereadores e que terminou (ainda bem) com o voto secreto para a eleição da mesa diretora.
Além disso, Ciro viu como funcionou e se enterrou duas outras CPI. Uma delas, a da drenagem da Rua Frei Solano, que envolveu o mais longevo dos vereadores que estava naquela época, presidente do Samae, José Hilário Melato, PP.
Se procurar bem, e por isso foi comedido, esta denúncia, muito provavelmente, foi feita por gente do entorno do próprio Ciro e seu MDB (principalmente), PSD e PP envolvidos diretamente na trama. Tanto que ela foi anônima e ninguém apareceu no Ministério Público para dar cara, alimentá-la com documentos e provas. O objetivo era tumultuar, causar constrangimento e dar recados. Ninguém foi inocentado. Na verdade, há outro crime para atenuar outro cheio de provas.
O próprio vereador Alexsandro Burnier, PL, que agora deu para rechear seus discursos com palavrões ou termos chulos na falta de argumentos ou vocabulário, na mesma sessão, deu pistas disso. A CPI foi bandeira dele. Alexsandro pegou algo já pronto na polícia especializada e requentou ao preço de R$100 mil para criar uma cortina de fumaça e desviar a atenção da opinião pública para diminuir as críticas ao governo dele, o de Paulo Norberto Koerich, PL, ainda sem resultados para a cidade.
Alexsandro criticou os vereadores que alimentaram o assunto quanto a denúncia surgiu na Câmara e que agora estão quietos.
Mais: revelou de que sabe que mexeu num vespeiro; de que isso envolve gente grande e há interesses poderosos; de que sofreu pressões por levar este caso adiante; e que até, pasmem, foi “chamado para uma prosa”.
Como é que é? Então tudo começa errado por aí. Alexsandro está na obrigação de revelar quem o chamou para essa “prosa” e qual era a proposta. Também está obrigado a revelar a cidade quem ele diz saber que é que está por detrás de tudo isso. Se não disser, iguala-se à denúncia anônima. Bravata e molecagem. E aí, ambos se merecem pois estavam obrigados à transparência em ambiente público. Muda, Gaspar!
TRAPICHE
Perguntar não ofende: o governo de Paulo Norberto Koerich, PL – aniversariante do dia -, trocou de líder na Câmara? A defesa que o mais longevo dos vereadores, José Hilário Melato, PP, fez contra as denúncias de que a medição das roçadas continuam superlativas no atual governo ao que efetivamente foi roçado, colocou no bolso a líder do governo de ofício, Alyne Karla Serafim Nicoletti, PL.
Há duas sessões se fez um banzé na Câmara contra o “regime de urgência” ao primeiro Projeto de Lei do ano e que entrou só neste Março. Teve requerimento para retirar esta urgência e ele foi derrubado sob polêmica.
O PL foi votado vapt-vupt nesta semana criando um crédito de R$614 mil para a secretaria de Assistência Social. Ela na elaboração do orçamento não conseguiu enxergar as sobras de emendas de exercícios que vem desde 2022. É ou não uma contabilidade ficcional? E o PL recebeu os votos de quem queria quebrar o regime de urgência. Incoerência ambulante.
Agora, Gaspar está autorizado a fazer compras com o gaúcho Consórcio Intermunicipal dos Municípios do Alto Uruguai, como se em Santa Catarina não houvesse estrutura e escrutínio sobre este assunto. A Câmara aprovou tudo rapidinho sem qualquer discussão. As desconfianças ampliaram.
Vem aí, mais um capítulo do fedor do lixo em Gaspar. Finalmente, o Ministério Público colocou os olhos técnicos nesta esbórnia. É assustador. É a Gaspar acordada e que os políticos antigos não a queriam e os novos, vestais da transparência, querem-na encurralada, constrangida e desmoralizada.
A secretária Katiani Zimmermann, de Desenvolvimento Econômico, Renda e Turismo de Gaspar já pediu a licitação para o aluguel do transformador que dará suporte à lucrativa festança tradicionalista particular na Arena Multiuso para os seus realizadores, ou vai esperar o sistema de licitação e legal colocá-la numa fria, como aconteceu com o seu antecessor, o empresário Nelson Mário Küstner? Muda Gaspar!
Abaixo, reproduzo um artigo que foi postado na área de comentários do blog por uma daquelas leitoras que os poderosos de plantão de Gaspar juram que não tenho na área. Para reflexão. É da parte de Gaspar que pensa.

“Inacreditável.
Na Câmara, vereadores governistas resolveram inovar na lógica política: agora, fiscalizar o governo virou… desperdício de dinheiro público.
Segundo a nova tese governista, vereador que pede informação, analisa contratos ou questiona números estaria, na prática, “atrapalhando a cidade”. Curiosa interpretação do papel constitucional do Legislativo — especialmente para quem foi eleito justamente para isso.
Mas a criatividade não parou por aí. Diante da dificuldade de explicar a paralisia administrativa do presente, a tropa governista decidiu recorrer ao método preferido deste governo: olhar pelo retrovisor. Em vez de responder sobre o que acontece hoje, foram resgatar medições e decisões da época do PT, como se a cidade ainda estivesse em 2016
Até quem já percebeu que a atual gestão dirige Gaspar olhando mais para o passado do que para a frente deve ter ficado surpreso. Afinal, quando o governo começa a tratar fiscalização como problema, normalmente não é porque o fiscal está exagerando — é porque alguém não gosta muito do que pode aparecer quando as contas são abertas.
No fim das contas, fica a impressão de que, para alguns governistas, a cidade pode até ficar parada… desde que ninguém pergunte por quê”.
6 comentários em “POR FALTA DE ELEMENTOS MÍNIMOS PARA ALIMENTAR UMA INVESTIGAÇÃO, MINISTÉRIO PÚBLICO DE GASPAR DESCARTA DENÚNCIA ANÔNIMA SOBRE SUPOSTAS IRREGULARIDADES NA CONTRATAÇÃO DE EMPRESA DE AUDITORIA E PRERÍCIA DA CPI DO CAPIM SECO. CIRO DIZ QUE ISTO FOI UM ATESTADO DE IDONEIDADE. NÃO É BEM ASSIM.”
Até parece que a Câmara de Vereadores de Gaspar vota LOA e LDO pra “cumprir ritual” e manobrar com números da arrecadação superdimensionados exclusivamente pra AUMENTAR SALÁRIOS, VERBAS de GABINETE, DIÁRIAS, ETC,
pois sessão sim, sessão também, eles tiram dinheiro de uma pasta pra TAPAR BURACO DE OUTRA.
Sobre os R$ 300.000,00 em emendas parlamentares “trazidas” pelo vereador Ciro, junto com o secretário estadual Jerry Comper,
mais uma vez pra INVESTIR NA CANCHA DE BOCHA DO BELCHIOR,
PROPRIEDADE PRIVADA,
será que não vai dar NADA?
NÃO ESQUECENDO QUE O MESMO CLUBE PARTICULAR JÁ GANHOU UMA PONTE DE CONCRETO ENQUANTO A PREFEITURA REFORMAVA A PINGUELA QUE LIGA DOIS GRANDES BAIRROS NA REGIÃO CENTRAL DA CIDADE 👀
QUEM É O DONO DO CLUBE?
E depois os políticos – e os gestores públicos, bem como os donos da cidade há décadas e que agora passa de pai para filho – acham que os eleitores e eleitoras de Gaspar não sabem das coisas, ou que uma andorinha que dizem que não voa, faz verão. Se calam a boca na rara imprensa – por motivos óbvios -, se vivem atormentando, constrangendo e intimidando o pessoal das redes sociais, se até adversários passam perrengue naquilo que é obrigação de dar aos currais eleitorais, por outro lado, o whatsapp corre solto a cidade inteira, e com coisas cabeludas contadas, fotografadas e anexadas.
Estou de lama lavada? Não! Estou rindo com a desgraça dos outros? Não, a desgraça cai sobre a cidade e as pessoas delas que precisam de mudanças. Eu estou preocupado como essa gente não seu deu conta que está lidando com corda em casa de enforcado. Só papelinhuos. Só gente sem credibilidade. Só risinhos que mais parecem de deboche… Impressionante. Muda, Gaspar!
AS CORRENTES PROFUNDAS, por Willian Waack, no jornal O Estado de S. Paulo
Mesmo com o desempenho recente de Flávio Bolsonaro, no fundo o cenário da eleição presidencial é estável, demonstram seguidas pesquisas de vários institutos. É essa estabilidade e o uso de modelos estatísticos que levam respeitadas agências de análise de risco (como a Eurásia, por exemplo) a dizer que Lula tem 60% de chances de ganhar.
Mas modelos estatísticos têm célebre dificuldade em captar movimentos subterrâneos e correntes estruturais, ainda que pesquisas acusem tendências e sofram oscilações. E a grande corrente está trabalhando contra os planos de reeleição de Lula.
É o que explica o fato de o enorme esforço de marketing e de bondades colocados em prática pelo governo não trazerem até aqui os resultados pretendidos. A imagem é forte: quem nada contra a corrente se esforça em dobro e, se tiver muita sorte, fica no mesmo lugar.
Essa grande corrente se compõe de dois elementos principais. O primeiro é político em sentido bem amplo e vem sendo descrito (inclusive em sistemas políticos europeus e na vizinhança) como “sentimento antissistema”. Por óbvio, prejudica o incumbente, não importam o nome dele, o partido ou o país.
No Brasil, esse primeiro fator é reforçado pelo cansaço do material Lula. Muita coisa mudou, menos ele. O antigo encantador de serpentes virou um personagem enfadonho.
O segundo componente da grande corrente contrária é claramente de natureza sociológica. Tem a ver com modificações profundas no mercado de trabalho (resultado de inovações tecnológicas), com a religião na formação de voto (o PT nunca soube lidar com isso) e o deslocamento de regiões dinâmicas da economia para outras áreas (simplificando: o arco de produção da agroindústria).
Chegou-se ao ponto no qual deveria estar claro para os estrategistas de Lula (parece ser apenas seu homem de marketing) que não há bala de prata para enfrentar situações desse tipo. Ou que seja apenas “questão de tempo” até que bondades eleitoreiras se traduzam em melhoria significativa nas pesquisas.
A alta volatilidade política, trazida por dois grandes escândalos, tem sido fator negativo para a reeleição. Ela aprofundou a crise institucional na qual o Planalto está longe, muito longe, de surgir como qualquer fator de equilíbrio ou estabilidade. Ao contrário: o abraço com o STF tem no momento as feições de um abraço de afogados.
Lula está derrotado? Não. Falta muito tempo ainda para a eleição e seus adversários não têm exibido grande habilidade política. Mas os dados atuais sugerem que uma vitória seria uma surpresa.
A ESQUERDA QUE TEME O PT, editorial do jornal O Estado de S. Paulo
Após semanas de embates públicos entre alas favoráveis a se abraçar ao PT e correntes que, temerosas de serem engolidas pelos petistas, rejeitavam a ideia, o PSOL decidiu não aderir a uma federação com o partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O grupo liderado pelo hoje ministro Guilherme Boulos (PSOL-SP) defendia a união sob o argumento de fortalecer o campo progressista e ampliar a bancada de esquerda no Congresso. Do outro lado, dirigentes e militantes advertiam para o risco de perda de autonomia e de diluição do partido na estrutura petista. Ao final, prevaleceu com folga a posição contrária à federação. O episódio encerra formalmente a disputa, mas deixa o PSOL visivelmente fissurado – e expõe algo maior que suas próprias divisões. Há fraturas que hoje atravessam a esquerda brasileira.
A controvérsia revelou um debate que há muito percorre, ainda que em voz baixa, os partidos do chamado campo progressista: o receio de ser absorvido pelo peso político do PT. Está longe de ser uma suspeita repentina. Trata-se do reconhecimento – tardio, sublinhe-se – de uma dinâmica conhecida da política brasileira. Afinal, o PT nunca escondeu sua vocação hegemônica. Desde sua origem, organizou-se como força destinada não apenas a participar da esquerda, mas a liderá-la. Essa característica foi central para seu crescimento e permanência como principal partido do campo progressista, mas também produziu um efeito colateral evidente: a dificuldade de convivência equilibrada com aliados, entre os quais se inclui o próprio PSOL, que, convém lembrar, nasceu de uma costela do PT para encarnar a extrema esquerda que o partido de Lula se recusava a ser.
O PT não sabe dividir o poder. Esse apetite hegemônico não é propriamente novidade. Partidos organizados sob estruturas fortemente centralizadas tendem a operar com lógica de predominância. A cooperação com aliados existe, mas quase sempre subordinada a um projeto mais amplo de liderança política. Em tais circunstâncias, a convivência raramente se dá em pé de igualdade. Com o tempo, legendas menores passam a gravitar em torno da força dominante, muitas vezes perdendo visibilidade, quadros e identidade própria.
A experiência recente da esquerda oferece exemplos eloquentes. Na federação formada por PT, PV e PCdoB, os parceiros menores acabaram progressivamente ofuscados. O PV praticamente desapareceu do debate nacional. O PCdoB mantém presença institucional, mas perdeu o pouco que tinha de sua esquálida densidade política e viu parte de suas lideranças se dispersar. Mesmo partidos maiores convivem com tensões recorrentes na relação com o petismo. O PSB, por exemplo, oscila entre a cooperação governista e o esforço para preservar algum espaço político próprio, tensão visível tanto nas disputas regionais quanto nas negociações em torno do papel de suas lideranças no governo.
Foi à luz desse histórico que boa parte do PSOL recebeu a proposta de federação com compreensível desconfiança. Enquanto o PT enfrenta sinais de desgaste em sua base tradicional, o PSOL reúne quadros jovens e ativistas mobilizados. Entrar numa federação significaria compartilhar recursos, estratégia eleitoral e atuação parlamentar por quatro anos. Em termos práticos, seria uma convivência política permanente sob a sombra do maior partido da esquerda.
A decisão de rejeitar a federação pode ser interpretada, portanto, como uma tentativa de preservar autonomia. Mas isso não significa que o problema tenha desaparecido. O processo deixou cicatrizes evidentes dentro do PSOL. É plausível imaginar que parte de suas lideranças busque outro caminho político. Guilherme Boulos, cuja proximidade com Lula e com o próprio PT é cada vez mais explícita, poderá acabar formalizando uma migração que hoje já parece, em muitos aspectos, apenas uma questão de tempo.
No fundo, a questão ultrapassa o destino do PSOL. Diz respeito ao próprio funcionamento da esquerda brasileira nas últimas décadas. Enquanto o PT permanecer como força dominante, com vocação para dirigir todo esse campo político, alianças à esquerda tendem a oscilar entre dois riscos conhecidos: a fragmentação ou a absorção. O PSOL decidiu evitar a segunda hipótese. Resta saber se conseguirá escapar da primeira. E se a esquerda brasileira aprenderá, algum dia, a viver sem a inevitável batuta do PT.
300 mil pra bocha, 500 mil pra Ama, emendas do Jerry Comper. Mas afinal, ele não está secretario de estado? Então como que ele distribui emendas se se secretario não tem essa prerrogativa?
Tem lógica na política? eu acho que não. Se o Brasil é um caso perdido, imagino uma vila chamada Gaxpa.