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ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CCCCXXXX

Esta ilustração montagem, só ela, pesquei nas redes do empresário Luciano Hang. Ela demonstra como os brasileiros comuns empobreceram no poder de compra – sem contar os cada vez mais novos e altos pesados impostos on line para sustentar a máquina do governo e da corrupção, além da farra das bets que comprometem o valor de compra e a circulação de riqueza nas economia produtiva – foram surrupiados e empobrecidos. Uns possuem penduricalhos à margem da lei. Outros, fome e raiva no mercado competitivo da sobrevivência diária. (By Herculano).

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4 comentários em “ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CCCCXXXX”

  1. Miguel José Teixeira

    (*) Não por acaso, tiraram o superidoso
    “zédir$$eu” do sarcófago e o
    colocaram-no a disputar vaga
    no parasitário baixo por São Paulo.

    “Depois de Lula, o destino traçado para o PT é o dilúvio”
    – Após Lula sair de cena, o partido diminuirá bastante de tamanho, e desconfio de que o chefão petista concorda com o prognóstico.
    (Mario Sabino, Metrópoles, 16/03/26)

    Ao tirar Lula (*) da prisão e abrir caminho para que ele voltasse à Presidência da República, o STF (**) deu sobrevida ao PT.

    Depois que o seu chefão sair de cena, seja em 2026 (***) ou em 2030, o partido deverá ter o mesmo destino de outros grandes partidos da esquerda ocidental, guardadas as especificidades tropicais: o segundo plano, talvez até o terceiro, o que seria certa guetização.

    Diminuirá bastante de tamanho porque já não terá Lula para puxar votos. Mesmo com ele na Presidência, o PT encolheu, apesar de ter hoje a segunda bancada na Câmara (****) e a quarta no Senado. Em 2002, o partido elegeu 91 deputados e 14 senadores; 24 anos depois, o PT conta com 67 deputados e 9 senadores. Aumentará expressivamente a bancada em outubro próximo? Difícil.

    Quatro estados são governados pelo PT, mas todos são do Nordeste, região onde o partido predomina por causa do assistencialismo, o que aponta para a progressiva regionalização do petismo, as eventuais exceções vindouras apenas confirmando a tendência inexorável. A maior frustração: São Paulo, berço do PT, continua a ser uma fortaleza inexpugnável para Lula e os seus acólitos, e quase certamente não será Fernando Haddad a conquistá-la.

    O definhamento do PT está espelhado nas sondagens sobre o desempenho do governo Lula: os jovens, grupo que era o principal manancial de votos, quadros e eleitores petistas, são os que mais o desaprovam.

    De acordo com a pesquisa Genial/Quaest divulgada na semana passada, a maior porcentagem de desaprovação está na faixa dos eleitores de 16 a 34 anos: 56%. De 35 a 59 anos, a desaprovação também é majoritária. A aprovação só é majoritária entre os eleitores de 60 anos ou mais: 53%.

    O PT é um partido de velhos para velhos (*), e esse é um dado que, a meu ver, ultrapassa a mera circunstância. Com uma ideologia carcomida, um discurso esclerosado e um presidente octagenário, o PT deixou de ter conexão com uma juventude que pensa muito mais como Nikolas Ferreira do que como José Dirceu — ou como os defensores de uma pauta de costumes que se choca com o conservadorismo da maioria dos brasileiros.

    Nikolas Ferreira é síntese: enquanto o PT e assemelhados doutrinam nas escolas e universidades, a direita faz a cabeça dos jovens nas redes sociais, ganhando em persuasão e escala.

    Dois outros revezes históricos: o partido perdeu a sua gigantesca base operária, porque os operários foram substituídos por robôs e remanescentes com mentalidade aburguesada; perdeu a sua imensa base bancária, porque os bancários foram substituídos por aplicativos.

    As estruturas sindicais não são, atualmente, nem sombra do que foram até a década de 1990. Reduziu-se a massa de manobra e, consequentemente, o dinheiro, que minguou ainda mais após a reforma trabalhista de 2017 ter extinto a contribuição sindical obrigatória (que o STF tentou ressuscitar, sem conseguir atingir integralmente o objetivo).

    Não menos importante, ao longo das décadas, por vaidade ou negligência, Lula solapou o surgimento de lideranças capazes de substituí-lo. Foi árvore frondosa demais; a sua sombra impediu que outras crescessem. No meio do bosque, havia apenas um tronco oco: Dilma Rousseff.

    O lulismo dificilmente terá continuador à altura, e o epitáfio político do chefão petista poderá ser, assim, a frase de Luís XV (também atribuída à sua amante, Madame de Pompadour): “Depois de mim, o dilúvio”. Desconfio de que Lula concorda com o prognóstico.

    (Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/mario-sabino/depois-de-lula-o-destino-tracado-para-o-pt-e-o-diluvio)

    (*) “Do alto do mulungu, a campanha antecipada e ilegal de Lula na Sapucaí”
    – Com a Acadêmicos de Niterói, temos o ápice da bajulação — e da ilegalidade. O seu desfile é campanha antecipada e descarada de Lula.
    +em: https://www.metropoles.com/colunas/mario-sabino/do-alto-do-mulungu-a-campanha-antecipada-e-ilegal-de-lula-na-sapucai

    (**) “Barbárie institucional é a promovida pelo STF”
    – A barbárie institucional promovida pelo STF é bem mais grave do que o vazamento das conversas íntimas de Vorcaro com a influencer.
    +em: https://www.metropoles.com/colunas/mario-sabino/barbarie-institucional-e-a-promovida-pelo-stf

    (***) “Lula no mano a mano com Flávio Bolsonaro já no 1º turno?”
    – Hoje, 4 de fevereiro, ainda acho que Lula será reeleito. A receita é a de sempre, e tenho uma suspeita sobre certos movimentos.
    +em: https://www.metropoles.com/colunas/mario-sabino/lula-no-mano-a-mano-com-flavio-bolsonaro-ja-no-1o-turno

    (****) https://www.camara.leg.br/Internet/Deputado/bancada.asp

  2. Falando em Luciano Hang, lá em 2018 ele tinha pouco mais de 80 lojas;
    Se o poder de compra CAIU, como em 2026 ele chega perto da loja de número 200?
    Qual foi a MÁGICA?

  3. Miguel José Teixeira

    Matutando sobre a charge. . .

    E adivinhem quem governou o país
    durante a maior parte deste período?

    Isso mesmo: os PeTralhas!

    “De 2005 até o início de 2026, o Partido dos Trabalhadores (PT) governou o Brasil por 15 anos completos e está no seu 16º ano de gestão.
    Aqui está a divisão detalhada:

    > 1º Ciclo (2005–2016): 11 anos e 8 meses.

    Lula (2005–2010): 6 anos (dentro do período de 2005-2026).

    Dilma Rousseff (2011–agosto 2016): 5 anos e 8 meses.

    > 2º Ciclo (2023–2026): 4 anos (2023, 2024, 2025 e o governo em curso em 2026).

    O PT deixou o poder em agosto de 2016, após o impeachment de Dilma Rousseff, retornando com Luiz Inácio Lula da Silva em 1º de janeiro de 2023.”

    (Fonte: https://share.google/aimode/QwTh2FIfWoWQMnvC0)

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