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ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CCCCXX

Alguma coisa esta fora da ordem nacional e do governo petista. Esta charge ilustra um texto “Quando produzir vira um mau negócio” de Circe Lima e Mafil, publicado na edição do dia três deste janeiro, no Correio Braziliense, Brasília (by Herculano)

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60 comentários em “ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CCCCXX”

  1. Miguel José Teixeira-

    ¿El pajarito ya empezó a cantar?

    “Resumão, O Globo” (I)
    (Por Gabriel Cariello, 08/01/26)

    GESTO PÓS-MADURO

    A Venezuela anunciou a libertação de presos políticos (*), incluindo cidadãos estrangeiros, como um gesto unilateral para a “convivência pacífica” — veja possíveis nomes (**). O presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, citou o presidente Lula e líderes da Espanha e do Catar ao agradecer intermediários que, segundo ele, atenderam a um pedido da presidente interina Delcy Rodríguez, empossada após a captura de Nicolás Maduro por forças militares dos EUA. A ONG Foro Penal estima que o país tenha 806 presos por razões políticas.

    (TRPCE)

    (*) https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2026/01/08/venezuela-anuncia-libertacao-de-presos-como-gesto-de-paz-unilateral.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde
    (**) https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2026/01/08/rocio-san-miguel-e-enrique-marquez-estao-na-lista-de-presos-politicos-libertados-pela-venezuela-segundo-midia-internacional.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde

  2. Miguel José Teixeira-

    “Resumão, O Globo” (II)
    (Por Gabriel Cariello, 08/01/26)

    DOSIMETRIA VETADA

    O presidente Lula vetou o projeto que reduzia a pena de condenados por tentativa de golpe de Estado, que poderia beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro. A assinatura do veto ocorreu em evento no Palácio do Planalto sobre os três anos dos atos golpistas que depredaram as sedes dos Três Poderes. O veto será analisado pelo Congresso. A oposição e parte do Centrão articulam a derrubada.

    (TRPCE)

    +em: https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/01/08/lula-participa-de-evento-no-planalto-para-marcar-tres-anos-dos-atos-de-8-de-janeiro.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde

  3. Miguel José Teixeira-

    “Resumão, O Globo” (III)
    (Por Gabriel Cariello, 08/01/26)

    ESTRATÉGIA MASTER

    Influenciadores de direita receberam ofertas de até R$ 2 milhões (*) para lançar suspeitas nas redes sociais sobre a liquidação do Banco Master, revela Malu Gaspar. Os contratos oferecidos, que são alvo de investigação da Polícia Federal (**), previam cláusulas de sigilo, para manter a aparência de um movimento orgânico. A PF apura quem financiou as ações e se houve uma estratégia coordenada.

    ► O ministro Jhonatan de Jesus, do Tribunal de Contas da União, suspendeu a inspeção (***) em documentos do Banco Central e submeteu o caso ao plenário.

    (TRPCE)

    (*) https://oglobo.globo.com/blogs/malu-gaspar/post/2026/01/master-contratos-de-influenciadores-para-defender-banco-de-vorcaro-chegavam-a-r-2-milhoes.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde
    (**) https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2026/01/08/pf-analisa-se-influenciadores-foram-contratados-para-atacar-bc-e-defender-banco-master.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde
    (***) https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2026/01/08/caso-master-ministro-do-tcu-suspende-inspecao-no-banco-central-e-leva-caso-para-o-plenario.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde

  4. Miguel José Teixeira-

    “Resumão, O Globo” (IV)
    (Por Gabriel Cariello, 08/01/26)

    TROCA À VISTA

    O ministro Ricardo Lewandowski entregou sua carta de demissão (*) ao presidente Lula e deve deixar o Ministério da Justiça (**) até sexta-feira. Lewandowski alegou motivos pessoais e familiar. Lula não tem um nome para substituí-lo. O chefe do departamento jurídico da Petrobras é apontado como cotado (***). Auxiliares do presidente cogitam um comando provisório na pasta até a definição do novo ministro.

    (TRPCE)

    (*) https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/01/08/em-carta-de-demissao-lewandowski-diz-que-deixa-o-governo-por-razoes-pessoal-e-familiar.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde
    (**) https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/01/08/lewandowski-se-reune-com-lula-e-bate-o-martelo-sobre-saida-do-governo.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde
    (***) https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/01/08/chefe-do-juridico-da-petrobras-e-cotado-para-assumir-o-ministerio-da-justica.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde

  5. Miguel José Teixeira-

    “Resumão, O Globo” (V)
    (Por Gabriel Cariello, 08/01/26)

    ACORDO PRÓXIMO

    A França votará contra a assinatura do acordo de livre-comércio entre União Europeia e Mercosul, anunciou o presidente da França, Emmanuel Macron. Irlanda, Hungria e Polônia também manifestam oposição. A objeção, no entanto, é tratada como insuficiente para barrar a aprovação na Comissão Europeia nesta sexta-feira, o que pode abrir caminho para a assinatura do pacto na próxima semana.

    (TRPCE)

    +em: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2026/01/08/macron-diz-que-franca-votara-contra-acordo-ue-mercosul-alegando-rejeicao-politica-unanime.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde

  6. Miguel José Teixeira-

    Lewandobailowski bailou,
    ou bailaram com ele?

    “Leia a carta de demissão de Lewandowski”
    – Ministro da Justiça deixa o cargo por razões pessoais; disse ter exercido suas funções com “zelo e dignidade”.
    (Poder360, 08/01/26)

    O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, pediu demissão do cargo nesta 5ª feira (8.jan.2026). Ele está à frente da pasta desde fevereiro de 2024, após de aposentar do STF (Supremo Tribunal Federal). Em carta enviada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), disse que deixa o cargo por “razões de caráter pessoal”.

    (Fonte: https://www.poder360.com.br/poder-flash/leia-a-carta-de-demissao-do-lewandowski/)

    Leia a íntegra: https://static.poder360.com.br/2026/01/Carta-MJSP.pdf

    Sei não. . .
    Isso significa que vem chumbo grosso por aí!

  7. Miguel José Teixeira-

    “Lula se abraça ao passado”
    – Petista passou os últimos três anos tentando emular seus dois primeiros mandatos, e agora se agarra ao 8 de janeiro em busca de futuro.
    (Rodolfo Borges, O Antagonista, 08/01/26)

    O terceiro mandato de Lula já nasceu velho.

    O petista passou os últimos três anos tentando emular seus dois primeiros mandatos, reciclando programas sociais, aos quais nem sequer se preocupou de dar um novo nome, como o Bolsa Família e o “Novo PAC”, na esperança de recuperar a popularidade de 80%, conquistada às custas do futuro do Brasil, como constatou o governo Dilma Rousseff.

    Ao olhar obsessivamente para o passado, o presidente não conseguiu dar qualquer perspectiva de futuro para o país, que segue amarrado por uma disputa entre petismo e bolsonarismo.

    A cerimônia para lembrar os atos de vandalismo do 8 de janeiro de 2023, realizada no Palácio do Planalto nesta quarta-feira, 8, é mais uma manifestação desse apego de Lula ao passado.

    Ato político-partidário
    Não é que o país deva esquecer sua história, mas o que foi feito em Brasília nesta quarta, sem a presença dos presidentes do Congresso Nacional ou do Supremo Tribunal Federal (STF), passou muito longe de um evento em defesa da institucionalidade.

    É o exato oposto: foi um evento político-partidário, que contou apenas com os ministros do governo, parlamentares da base e os três governadores do PT, além dos chefes militares, cujos nomes Lula fez questão de mencionar, um por um, para dar a impressão de que tinha muita gente.

    Nem Alexandre de Moraes, estrela dos últimos eventos de lembrança do 8 de janeiro, compareceu ao ato, que foi inflado por membros de movimentos sociais ligados ao petismo e turbinado pela assinatura do veto integral ao PL da Dosimetria.

    Bolsonaro e Maduro
    Jair Bolsonaro já está preso por tentativa de golpe de Estado, mas o petista precisa do adversário para poder dizer que pelo menos é melhor do que alguém e sustentar alguma perspectiva de poder.

    É a isso que se presta hoje o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), avatar eleitoral do pai, que tenta manter o protagonismo político da família, e entrega o mesmo a Lula do outro do polo ideológico.

    Durante o ato convocado para manter vivo seu adversário como a ameaça que lhe permitiria ganhar mais uma eleição, Lula chegou ao dizer que “nós não ficamos falando mal do outro governo”, logo depois de reclamar que o governo Bolsonaro deixou dívidas para serem pagas.

    É notável também o silêncio do petista sobre a captura de Nicolás Maduro pelas forças americanas.

    Mas seus apoiadores expuseram uma grande bandeira da Venezuela do lado de fora do Palácio do Planalto, para não deixar ninguém esquecer que esse mesmo presidente, que discursa agora pela democracia, recebeu o ditador venezuelano com pompas de chefe de Estado em 2023, e lhe deu dicas de como rebater “a narrativa que se construiu contra a Venezuela, da antidemocracia, do autoritarismo”.

    Hoje, a narrativa que não cola é a de Lula.

    (Fonte: https://oantagonista.com.br/analise/lula-se-abraca-ao-passado/)

  8. Miguel José Teixeira-

    Um tombo para cima!

    “Cachoeira de simpatia”

    Juscelino Kubitscheck era um craque na arte de agradar platéias.
    Certa vez, quando governador, visitou a cidade de Tombos (MG), na divisa com o Estado do Rio, cujo nome era uma referência à belíssima queda d’água no rio Carangola.
    E causou estupor ao se referir à cachoeira, no discurso:
    – Isso não é natural…
    A platéia ainda estava boquiaberta, perplexa, quando JK completou:
    – …é tão linda que só pode ser obra do povo de Tombos!
    Saiu do palanque carregado nos braços.

    (Poder sem pudor, Coluna CH, DP, 08/01/26)

  9. Miguel José Teixeira-

    “Vô batê pá tu” (*)

    “Vem aí!”
    Depende do presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União-AP), a instalação da CPMI para investigar denúncias cabulosas contra o Banco Master. Pedido para criar a CPMI tem mais de 230 assinaturas.

    “Alás…”
    … entre as mais de duas centenas de assinaturas de parlamentares para criar a CPMI do Banco Master, não tem petista entre os signatários. A turma do PCdoB e do Psol também ficou de fora.

    “Pergunta aos comunas”
    Por que quem sempre lacra contra banqueiros não assina a CPMI do Banco Master?

    (Coluna CH, DP, 08/01/26)

    (*) Baiano e os Novos Caetanos: https://www.youtube.com/watch?v=sheXZ-V4Lj8

  10. Miguel José Teixeira-

    Huuummm. . .
    Começaram as cortesias com o chapéu alheio!

    “1/2026”
    A Câmara tem seu primeiro projeto de lei do ano protocolado.
    É do Executivo e institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, para criar o Instituto Federal do Sertão Paraibano (**).
    (Coluna CH, DP, 08/01/26)

    (*) https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3073106&filename=PL%201/2026
    (**) https://pt.wikipedia.org/wiki/Sert%C3%A3o_Paraibano

  11. Miguel José Teixeira-

    Como já decretou o lewandobailowski:
    “o excesso beneficia os envolvidos”!

    “Não para”
    Já são quase 1500 os documentos recebidos pela CPMI que investiga a ladroagem no INSS.
    Protocolados são 2.854, o último pede a convocação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente.
    (Coluna CH, DP, 08/01/26)

  12. Miguel José Teixeira-

    Lula,
    nomeia a janja calamidade
    como ministra dos ministros!

    “Lula deve priorizar solução caseira em ministérios”
    (Coluna CH, DP, 08/01/25)

    Forçado por pedidos de demissão ou pela descompatibilização de cargos, em razão do ano eleitoral, o presidente Lula deve priorizar alçar ao posto de ministro quem já está na pasta que o titular vá se afastar este ano. Para não travar as “entregas”, os secretários-executivos, que atuam como braço-direito dos ministros, devem assumir temporariamente a titularidade das pastas. A escolha também pretende evitar ainda mais desgaste com o Congresso, que sempre tem quem quer uma boquinha.

    Taxxad ausente
    Na Fazenda, Dario Durigan deve substituir Fernando Haddad. Taxxad, por ora, deve coordenar campanha de reeleição de Lula.

    Velha conhecida
    Para a poderosa Casa Civil, Lula deve colocar a secretária Miriam Belchior no lugar de Rui Costa, que deve tentar o Senado pela Bahia.

    Vai indo
    Lewandowski deve pedir o boné nos próximos dias da pasta da Justiça, a mais enrolada. A vaga pode sobrar até para o petista Tarso Genro.

    (Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/volta-do-balcao-governo-lula-distribuiu-r32-bilhoes-em-emendas-parlamentares)

  13. Miguel José Teixeira-

    “Sem surpresas, Lula veta a Dosimetria de forma integral”
    – Veto agora segue para análise do Congresso.
    (Mael Vale, Diário do Poder, 08/01/25)

    O presidente Lula (PT), vetou de forma integral nesta quinta-feira (8), o Projeto de Lei da Dosimetria.

    De forma simbólica, a assinatura do veto ocorreu durante cerimônia realizada no Palácio do Planalto, em alusão ao marco de três anos das invasões às sedes dos Três Poderes, em Brasília.

    Agora, o veto do petista segue para análise do Congresso Nacional. Os parlamentares irão decidir se devem ou não derrubar o veto presidencial.

    O projeto havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal no fim do ano passado.

    A proposta abria margem para a revisão das penas impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a outros réus identificados como integrantes do chamado “núcleo crucial” do “golpe”, além de participantes diretos dos atos de 8 de janeiro.

    Apesar da tramitação avançada no Congresso, o veto presidencial não causou surpresa. Lula já havia declarado publicamente, em ocasiões anteriores, que não sancionaria a medida.

    No dia 18 de dezembro do ano passado, o petista afirmou em coletiva de imprensa:

    “Eu quero dizer para vocês que, com todo o respeito que eu tenho ao Congresso Nacional, na hora que chegar na minha mesa, eu vetarei. Tá? Isso não é segredo para ninguém”.

    (Fonte: https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/sem-surpresas-lula-veta-a-dosimetria-de-forma-integral)

    “Bem que eu me lembro. . .”
    (Gil)
    . . .pelo menos dessa vez cumpriu sua promessa!

    Não Chore Mais: https://www.youtube.com/watch?v=3HeBeD8RDm0&t=4s

  14. Miguel José Teixeira-

    E quem saqueou e estuprou
    a Nação brasileira,
    também foi preso
    e também está na presidência!

    “Um dia para não esquecer”
    – Quem atacou a democracia brasileira está preso. Quem fez o mesmo nos EUA voltou ao poder e ameaça a ordem global.
    (Por Míriam Leitão, O Globo, 08/01/26)
    . . .
    “Em janeiro de 2026, o ex-presidente brasileiro responsável pelo ataque à democracia está preso, enquanto nos EUA, o ex-presidente que incitou a invasão do Capitólio voltou ao poder, ileso. O Brasil reagiu com justiça, punindo culpados e fortalecendo suas instituições, enquanto os EUA enfrentam riscos crescentes sob uma liderança que ignora leis internacionais e ameaça a ordem global.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/blogs/miriam-leitao/coluna/2026/01/um-dia-para-nao-esquecer.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

    Só pra PenTelhar. . .
    No “dia dos incautos que caíram no conto do capitão zero zero”, novos incautos poderão cair no conto do ex presidiário!

  15. Miguel José Teixeira-

    “Trump, Obama e Bush pai”
    – Com Trump, a América do Sul passou a ser priorizada por Washington e perdeu sua imunidade a ataques dos EUA.
    (Por Guga Chacra — Nova York, O Globo, 08/01/26)
    . . .
    “Durante o governo Trump, a América do Sul ganhou destaque na política externa dos EUA, perdendo sua imunidade a ataques. Ações militares sem consulta ao Congresso, como as de Obama na Líbia, destacam um padrão de intervenções internacionais controversas por presidentes americanos. Com Trump, a atenção à América do Sul aumentou, refletindo uma mudança estratégica, em contraste com a atenção predominante ao Oriente Médio.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/blogs/guga-chacra/noticia/2026/01/08/trump-obama-e-bush-pai.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  16. Miguel José Teixeira-

    Antes lula, reflita sobre o lulinha &
    “se-relembre-se” dos seus
    580 dias de prisioneiro!

    “Lula decide vetar projeto de lei da dosimetria nesta quinta”
    – Auxiliares do presidente falam que tendência é que assinatura do veto seja durante ato do 8/1 no Planalto.
    (Por Sérgio Roxo e Victoria Azevedo — Brasília, O Globo, 08/01/26)
    . . .
    “O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu vetar o projeto de lei da dosimetria, com a assinatura prevista para ocorrer durante o ato de 8 de janeiro no Palácio do Planalto. A decisão visa usar a data como um marco político, apesar de preocupações sobre a relação com outros Poderes. A proposta de veto já era esperada por aliados e foi discutida com ministros. O projeto foi aprovado em 2025, mas o governo era contra.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/01/08/lula-decide-vetar-projeto-de-lei-da-dosimetria-nesta-quinta.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  17. Miguel José Teixeira-

    “Após três anos, prejuízo com 8/1 ainda não foi pago por condenados, e AGU bloqueou só 12% do valor”
    – Ao todo, a União cobra R$ 56 milhões dos condenados; além dos danos materiais, órgão incluiu na conta os R$ 30 milhões estabelecidos pelo Supremo como indenização por danos morais coletivos.
    (Por Daniel Gullino e Mariana Muniz — Brasília, O Globo, 08/01/26)
    . . .
    “Três anos após os atos golpistas de 8 de janeiro, a União ainda não recebeu o ressarcimento de R$ 56 milhões dos condenados, incluindo R$ 30 milhões por danos morais coletivos. A AGU bloqueou apenas 12% do valor total. Até agora, 810 pessoas foram condenadas, mas a repartição dos valores entre os réus aguarda o trânsito em julgado, enquanto acordos e ações penais seguem em andamento.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/01/08/apos-tres-anos-prejuizo-com-81-ainda-nao-foi-pago-por-condenados-e-agu-bloqueou-so-12percent-do-valor.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

    Matutando bem. . .
    8 de janeiro deveria ser considerado por lei o “Dia dos Incautos que Caíram no Conto do Capitão Zero Zero”!

  18. Miguel José Teixeira-

    “Diplomata dos EUA e petroleiras negociaram manutenção do chavismo no poder”
    – Como, segundo fontes em Caracas, conversas sobre futuro da indústria petroleira venezuelana ‘iam bem’, irmão de hoje líder interina ligou para contatos em Washington perguntando por que houve ataque.
    (Por Janaína Figueiredo — Buenos Aires, O Globo, 08/01/26)
    . . .
    “Negociações entre diplomatas dos EUA e petroleiras visavam manter o chavismo na Venezuela, mesmo após um ataque militar recente. Chevron e outras empresas discutiram com representantes chavistas e do governo Trump o futuro do setor petroleiro. O presidente Maduro caiu por não aceitar deixar o poder de imediato. Delcy Rodríguez, agora presidente interina, busca reestruturar a economia, enquanto EUA e Venezuela renegociam suas relações.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/blogs/janaina-figueiredo/post/2026/01/diplomata-dos-eua-e-petroleiras-negociaram-manutencao-do-chavismo-no-poder.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  19. Miguel José Teixeira-

    “Apropriação de barris, controle da venda e mercado para empresas americanas: como Trump quer usar o petróleo da Venezuela”
    – Presidente reúne amanhã petroleiras americanas para atrair seus investimentos para o plano que a Casa Branca traça para dominar indústria do petróleo venezuelana. Veja o que já se sabe.
    (Por Agências Internacionais — Washington e Caracas, O Globo, 08/01/26)
    . . .
    “Donald Trump busca atrair investimentos de petroleiras americanas para controlar a indústria de petróleo da Venezuela após a captura de Nicolás Maduro. Ele planeja gerenciar indefinidamente a venda do petróleo venezuelano, mantendo as receitas sob controle dos EUA, e quer que empresas americanas modernizem a infraestrutura do país. A estratégia inclui ressarcimento por ativos nacionalizados e abertura de mercado para produtos americanos. A administração interina de Delcy Rodríguez negocia a venda de petróleo, mas rejeita o controle indefinido.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2026/01/08/apropriacao-de-barris-controle-da-venda-e-mercado-para-empresas-americanas-como-trump-quer-usar-o-petroleo-da-venezuela.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  20. Miguel José Teixeira-

    “O agrado de Lula a Alcolumbre (que envolve o Master e o Joesley)”
    (TixaNews, jan 8)

    Eu arriscaria dizer que nove em dez brasileiros não sabem o que é a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que é conhecida como o xerife do mercado de ações. Mesmo que ninguém saiba direito o que é esse xerife aí, a notícia mais importante do dia é esta: Lula escolheu Otto Lobo para comandar a instituição.
    E por que isso importa? Porque Haddad, nosso Fernandinho cabelo, não queria o Lobo, mas Joesley, Vorcaro do Master e Davi Alcolumbre parecem que queriam. E queriam bem.

    Alcolumbre e Joesley, inclusive, apadrinharam sua indicação. Então é isso, BRASEW: eis que Lula optou por uma indicação política ao cargo de xerife do mercado acionário (nunca antes na história).

    Por que isso importa, afinal? Basicamente, o que estão dizendo por aí é que fazer esse agrado a Alcolumbre pode ser uma forma de ajudar a aprovar o nome do Messias. Não, darling, Messias não é Bolsonaro. Messias é Jorge Messias, indicado por Lula ao Supremo, mas que ainda depende de Davi Alcolumbre no Senado para ser aprovado.

    Vocês sabem que Alcolumbre sempre dá um jeitinho de deixar as coisas paradas ou aceleradas para conseguir alguma coisa de que ele é afim.

    Mas quem é o tal Otto Lobo? Ele já era diretor da CVM e, no seu currículo, tem decisões como a que livrou Joesley e Wesley dos processos de insider trading (aquele que levou até à prisão dos dois) e ainda o fato de ter postergado decisões que beneficiaram o Master – isso, o banco do Vorcaro, que está envolvido em todo tipo de confusão com todo tipo de político, ministro supremo e afins.

    Além disso, as más línguas dizem que Lobo é próximo de Ciro Nogueira (taí outro que está em todas).

    É muita química junta para Lula ignorar, né?

    8 de janeiro
    E eis que amanhã, quinta-feira, é 8 de janeiro. Sim, o famoso. Lula deve fazer um ato para apoiar a democracia (aquelas coisas) e aproveitar para vetar o projeto de lei da dosimetria, que reduz as penas do povo do 8 de janeiro.
    Davi Alcolumbre, a estrela-mor do Senado, e Huguito Motta, que não sabemos se manda em alguma coisa na Câmara frigorífica, não vão comparecer ao evento.

    E o Lulinha
    Lulinha está sendo investigado pela Polícia Federal no caso do INSS. Bom, Lula garantiu que todo mundo que estiver envolvido tem que ser investigado. Pois bem: hoje o Estadão revelou que a PF está apurando se Lulinha seria sócio oculto do careca do INSS (apontado como líder do esquema criminoso que desviou bilhões dos aposentados).

    Vai vendo, BRASEW. A polícia está olhando mensagens de zap, passagens aéreas e otras cositas más.

    Tenho que dizer que, pela reportagem, não há nada exatamente bombástico contra Lulinha. O advogado do filho do nosso atual presidente, inclusive, diz que é tudo ilação. Mas investigação é investigação – sabe Deus onde vai dar e o que mais vai aparecer.

    E sempre vai ficar aquela dúvida: por que o governo blindou o filho do presidente na CPI do INSS?

    Por falar em INSS e Master…
    Eis que veio à tona mais uma fraude no banco. E adivinha? Sim, com aposentados. Mais de 70% do consignado feito pelo banco não tem comprovação. Não para, não para, não para.

    Lá vem a Family
    Flavitcho Bolsonaro nem virou candidato ainda e já comunicou que Dudu Bolsonaro vai ser o homem das relações exteriores de seu governo.

    “Temos um craque em casa, nessa parte de relações internacionais.”

    Claro, claro. Todo mundo viu o sucesso que foi a empreitada dele nos States.
    O Centrão está de cabelo em pé com esse tipo de declaração. Por falar na family, Xandão deixou Bolsonaro ir ao hospital. Os médicos repetiram que ele não teve nada sério por conta da queda ao se levantar da cama – só uns galos na cabeça.
    Mas Michelle segue dizendo que ele está mal demais. Sobrevivendo. (Quem não está?)

    A propósito, a defesa de Bolsonaro trabalha tanto que fico até com dó. Outro dia pediram a Xandão que acabasse com o ruído do ar-condicionado na sala em que nosso ex está preso.

    Sabe como é, né, gente, barulho de ar-condicionado na prisão não dá.
    Mas a Polícia Federal disse que não tem como reduzir o ruído, porque isso significaria alterar todo o sistema de climatização do edifício inteiro.

    O Bolsonaro que lute. Ninguém merece. E durma com um barulho desses.

    Com ditadura hasta não sei quando
    Donald J. Trump (J de João, juro) fez e aconteceu e já está feliz com os barris de petróleo prometidos pela vice do Maduro (que parece estar super com as cartas na mão desde que capturaram seu líder, o Nicolás mais alto do mundo).

    E adivinha? A repressão na Venezuela só aumentou. Mais de 20 jornalistas foram presos tentando cobrir a posse de Delcy. Celulares bisbilhotados. Olha que beleza.
    Vários outros jornalistas estão sendo impedidos de entrar no país. O New York Times fala com jornalistas venezuelanos e não publica seus nomes por precaução.

    Hoje mesmo o jornal publicou uma reportagem contando como a repressão aumentou na Venezuela, com perseguição a opositores e controle rígido da sociedade.

    Prisões arbitrárias estão aumentando, além da censura à imprensa. Por que alguém achou que era sobre democracia mesmo?

    Mas Marco Rubio, secretário de Estado de Trump (o mesmo cargo que Flavitcho planeja para seu irmão aqui no Brasil), garante que faz parte dos planos uma transição política. Então, tá!

    Trump só quer saber do dinheiro e disse que agora a Venezuela só vai comprar produtos americanos com os dólares do petróleo que venderem.

    ICE mata
    A população americana passou a conviver com a polícia de imigração conhecida como ICE, que sai caçando imigrantes e cometendo todo tipo de barbaridade.
    Pois eis que hoje o ICE matou uma americana. Porque ela tentou fugir com o carro. Vai vendo!

    Jojo feliz com Trump
    Se tem alguém que certamente está feliz hoje com Donald J. Trump (além de estar feliz com Lula) é ele, Joesley Batista. Olha que maravilha.

    O ministro da Saúde americano lançou novas diretrizes nutricionais e adivinha o que o governo está dizendo para a população? Que agora bife, queijo e leite integral estão no topo da pirâmide alimentar. Sim, carne.

    Entendeu por que Jojo está feliz? Darling, não seja perdido: Joesley é dono da maior empresa de proteína animal do mundo, com grande atuação nos Estados Unidos. A propósito, não esqueçam que Joesley foi o principal doador da cerimônia de posse de Trump. Sucesso absoluto nessa química aí.

    E chega, BRASEW, que eu vou ali comer um churrasco para ajudar o Jojo.

    (TRPCE)

  21. Miguel José Teixeira-

    Folha 105 (061)

    “Gilberto Dimenstein viu em 2005 uma reação à cultura da impunidade”
    – ‘Estamos vendo que governos e governantes podem ser menores que as crises, mas o Brasil é maior’, escreveu jornalista.
    – Artigo faz parte de seção que republica colunas de grande repercussão da história da Folha.

    Em 2005, o jornalista Gilberto Dimenstein (1) escreveu e que o país vivia um movimento mais amplo do que a crise política (2) daquele momento. Para ele, havia sinais de uma rebelião contra a impunidade (3).

    O ponto de partida foi uma decisão do Senado (4) que buscava baratear eleições e reduzir a tentação do caixa dois. Entre as medidas, estava o fim da “pirotecnia” no horário eleitoral, com candidatos sem truques de imagem, sem showmícios e sem brindes.

    Dimenstein afirmou que o pacote “antipirotecnia” funcionava como filtro e estimulava “ideias e “programas de governo”, com mais espaço para debates e sabatinas. Ainda que não resolvesse tudo, viu ali um gesto que ia na contramão da demagogia.

    Ao puxar a memória de décadas cobrindo bastidores do poder (5), ele disse que se sentiu seguro ao chamar 2005 de “o ano da redescoberta do Brasil”. E lançou um desafio: “Desafio qualquer estudioso a provar” que, em outro período, tanta gente teria combatido “com tanta intensidade” diferentes formas de impunidade.

    Leia a seguir o texto completo, parte da seção 105 Colunas de Grande Repercussão (6), que relembra crônicas que fizeram história na Folha. A iniciativa integra as comemorações dos 105 anos do jornal, em fevereiro de 2026.

    O ano em que redescobri o Brasil (21/8/2005)

    Para baratear o custo das eleições e reduzir a tentação do caixa dois, senadores aprovaram, na quinta-feira, uma série de medidas capazes de elevar a educação do brasileiro. Entre outras propostas está a de pôr fim na pirotecnia que se vê no horário eleitoral. Os candidatos teriam de aparecer sem trucagens nas telas e estariam proibidos de fazer “showmícios” e de distribuir brindes. Força-se assim a discussão de idéias e de programas de governo; valorizam-se as sabatinas e os debates promovidos pelos meios de comunicação ou pelas entidades da sociedade civil. Ainda que não seja a cura da demagogia e da empulhação, já é um filtro.

    Embora ainda não tenham sido aprovadas, essas medidas são, até agora, o fato mais positivo de toda essa crise gerada pelas denúncias de corrupção. São, entretanto, um ínfimo detalhe de um movimento muito maior: a rebelião da sociedade brasileira contra as mais diversas modalidades de impunidade.

    O pacote antipirotecnia foi um dos fatos que me levaram à escolha do título desta coluna. Temi estar exagerando, forçando a barra. Puxei pela minha memória de 30 anos de jornalismo, boa parte dos quais acompanhando os bastidores do poder, consultei alguns livros sobre algumas crises nacionais. Fiquei então seguro em dizer que, para mim, 2005 é o ano da redescoberta do Brasil.

    Desafio qualquer estudioso a provar que, em qualquer período de nossa história, tanta gente tenha combatido, como agora, com tanta intensidade, os mais diversos tipos de impunidade.

    Desta vez, o alvo são não apenas governos mas diferentes setores da sociedade. Não é necessário ir longe. Basta ver o que ocorreu na semana passada.

    Na semana passada, 70 fiscais estavam investigando a Daslu para tentar descobrir sonegação de impostos. No Rio, jogadores de futebol tinham de dar explicações sobre relacionamento com um traficante de drogas; um famoso doleiro, dublê de socialite, foi preso, a pedido do Brasil, no exterior; outro doleiro revelava esquemas de transferências de recursos para os políticos; o principal marqueteiro do país não conseguiu preservar sua própria imagem e perdeu as contas que mantinha com o governo; um empresário (Rogério Buratti) deu ainda mais detalhes sobre esquemas de financiamento de campanha eleitoral e implicou o ministro da Fazenda, que negou as acusações; Delúbio Soares acabou confessando que recursos clandestinos iam para a campanha presidencial; Edinho, filho de um dos maiores ídolos brasileiros, prestava depoimento, acusado de tráfico de drogas.

    Repito: são fatos só da semana passada. Parece muito? Não exagero, mas esses são detalhes de um movimento que pretende enfrentar a impunidade nacional.

    Foi neste ano de 2005 que se conseguiu, graças à articulação da sociedade, evitar o aumento de impostos. Foi também quando se barrou, mais uma vez pela pressão popular, o aumento de salário dos deputados. Foi o ano em que, pela primeira vez, se informou ao governo o seguinte: se quiser dinheiro, reduza os gastos ou gaste melhor os recursos.

    Este é também o ano em que estamos vendo experiências de redução do número de assassinatos, resultado de mais empenho da polícia articulada com comunidades. É o que está ocorrendo na região metropolitana de São Paulo, algo que nem de longe é obra só de governo. Vimos, em todo o país, o que significaram algumas iniciativas, como abrir as escolas nos fins de semana, para a redução da violência.

    Com os ataques a Palocci na sexta-feira, disseminou-se o temor de que a crise política vazasse para a economia. Mesmo que isso venha a ocorrer, não será uma catástrofe. Faz parte do aprendizado nacional o receio de populismos, messianismos e salvacionismos.

    Neste ano de 2005, redescobrimos um país que se rebela não contra um governo, mas contra sua história de impunidade, a qual explica, pelo menos em parte, por que somos tão ricos e, ao mesmo tempo, tão pobres. Já não é tão fácil sonegar, sustentar caixinhas de políticos, manter contatos, mesmo que de amizade, com delinqüentes e traficantes de drogas. O que se persegue, em essência, é bem mais que o combate à ladroagem. Persegue-se um país mais responsável. Nossa paciência para o “jeitinho” -uma das faces da impunidade- está acabando.

    É em 2005 que estamos vendo que governos e governantes podem ser menores que as crises, mas o Brasil é maior.

    PS – Caros senhores do poder, preparem-se. A tendência natural é que essa rebelião evolua para atacar a grande mazela brasileira: o gigantesco peso do Estado nas costas do cidadão. A próxima fase é a descoberta, em detalhes, de como gastamos tanto para sustentar governos que devolvem tão pouco. Estamos entrando na era não mais da ojeriza pela corrupção, mas da denúncia da incompetência. Vamos descobrir, por exemplo, por que se gasta tanto na área social e ainda existe tanta miséria ou por que nossos estudantes não sabem ler nem escrever como deveriam saber. Essa, sim, será a grande redescoberta brasileira.

    (Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/folha-105-anos/2026/01/gilberto-dimenstein-viu-em-2005-uma-reacao-a-cultura-da-impunidade.shtml)

    (1) https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/05/morre-aos-63-anos-o-jornalista-gilberto-dimenstein.shtml
    (2) https://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u69455.shtml
    (3) https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/10/impunidade-nao-leva-a-pacificacao.shtml
    (4) https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/senado/
    (5) https://www1.folha.uol.com.br/poder/
    (6) https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/105-colunas-de-grande-repercussao/

  22. Miguel José Teixeira-

    Terrivelmente evangélico
    aprende rapidão o
    modus operandi dos
    terrivelmente supremos!

    “MEC ignora fila e libera pós-graduação para instituto de André Mendonça, do STF”
    – Iter, que tem ministro do Supremo como sócio, instrutor e garoto-propaganda, obteve autorização em tempo inusual.
    – OUTRO LADO: CNE diz que processos tramitam ‘de modo isonômico’; magistrado não se manifesta.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/01/mec-ignora-fila-e-libera-pos-graduacao-para-instituto-de-andre-mendonca-do-stf.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb

  23. Miguel José Teixeira

    “Mapa do poder”
    – O que acontece nos poderes em Brasília e você precisa saber.
    (Brasília Hoje, FSP, 07/01/26)

    1 – Na última semana de atividades legislativas de 2025, o Congresso liberou a contagem do intervalo de maio de 2020 a dezembro de 2021 como período aquisitivo para a concessão de adicionais por tempo de serviço e outras gratificações a servidores estaduais e municipais. A nova regra vai permitir que os governos gastem mais com pessoal durante o ano eleitoral.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/01/congresso-libera-pagamento-retroativo-de-beneficios-a-servidores-em-ano-eleitoral.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb

    2 – O ministro Alexandre de Moraes, do STF, deu 15 dias para que o pastor Silas Malafaia se explique após ter chamado os generais do Alto Comando do Exército de “frouxos” e “covardes” durante uma manifestação bolsonarista em abril do ano passado. Ele é acusado de calúnia e injúria contra o comandante da força, Tomás Paiva, em denúncia apresentada pela PGR (Procuradoria-Geral da República).
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/01/moraes-manda-malafaia-se-explicar-por-chamar-alto-comando-do-exercito-de-frouxo.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb

    3 – A decisão do ministro Ricardo Lewandowski de deixar a Justiça reacendeu a discussão sobre uma eventual divisão da pasta, com a criação de um Ministério da Segurança Pública. Ministros palacianos defendem a criação do novo órgão, algo que foi rechaçado por Lewandowski enquanto ele esteve no cargo. O tema é um dos que mais preocupa os brasileiros, segundo pesquisas.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2026/01/saida-de-lewandowski-abre-debate-no-governo-lula-sobre-criacao-de-ministerio-da-seguranca.shtml

    Na Esplanada… o Ministério da Saúde driblou as regras de controle do STF e distribuiu, em 2025, R$ 7,8 bilhões em verbas reivindicadas por parlamentares como emendas, embora enquadradas oficialmente com outro nome. Deputados e senadores reivindicam a autoria dos repasses na internet, mas a pasta nega que se trate de verba solicitada pelos congressistas.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/01/verba-extra-do-ministerio-da-saude-alcanca-r-784-bi-e-dribla-stf-sobre-controle-de-emendas.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb

    (TRPCE)

  24. Miguel José Teixeira

    “A tropa virtual de Vorcaro”
    (Bruno Boghossian, Brasília Hoje, FSP, 07/01/25)

    Uma tropa virtual foi mobilizada nas redes sociais em meio ao conturbado processo de liquidação do Banco Master. Ao menos 46 páginas fizeram ataques ao Banco Central (1), a seus diretores e à Febraban (Federação Brasileira de Bancos).

    Como mostraram os repórteres Adriana Fernandes (2) e Lucas Marchesini (3), as postagens têm origem em perfis de fofoca sobre celebridades. Parte das publicações cita diretamente o diretor do BC Renato Gomes, responsável por recomendar o veto à compra do Master pelo BRB (4), em setembro.

    O movimento reforça a ideia de que há uma ofensiva para proteger o Master e seu dono, Daniel Vorcaro (5), investigado por fraude. O jornal O Globo também publicou que influenciadores estariam sendo procurados com ofertas de recompensa financeira para defender o banco de Vorcaro nas redes.

    Desde a liquidação do Master, o Banco Central tem enfrentado resistências no STF e no Tribunal de Contas da União. No TCU, o ministro Jhonatan de Jesus determinou que técnicos do tribunal realizem uma inspeção presencial (6) nos arquivos do BC relacionados à empresa de Vorcaro.

    No mundo financeiro, há a impressão de que está em curso um contra-ataque do banqueiro, que ao longo dos últimos anos cultivou contatos no Judiciário e no mundo da política (7), especialmente no centrão.

    (1) https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/01/pelo-menos-46-perfis-da-internet-fazem-ataques-simultaneos-a-bc-e-investigadores-do-caso-master.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb
    (2) https://www1.folha.uol.com.br/autores/adriana-fernandes.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb
    (3) https://www1.folha.uol.com.br/autores/lucas-marchesini.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb
    (4) https://www1.folha.uol.com.br/blogs/hashtag/2025/09/internautas-questionam-insistencia-de-ibaneis-rocha-em-adquirir-ativos-do-banco-master-com-a-estatal-brb.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb
    (5) https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/11/defesa-de-daniel-vorcaro-alega-risco-de-vida-em-prisao-e-pede-liberdade.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb
    (6) https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/01/relator-do-master-no-tcu-diz-manter-no-radar-cautelar-em-decisao-sobre-inspecao-no-bc.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb
    (7) https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/04/compra-do-master-abre-guerra-de-banqueiros-e-causa-divisao-politica-em-brasilia.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb

    (TRPCE)

  25. Miguel José Teixeira

    “Se hay gobierno soy contra” (*)

    “Hóspede indigesto”

    Mocidade era figura folclórica na Paraíba dos anos 60. Não tinha emprego, mas andava bem-vestido graças à generosidade de pessoas como o governador João Agripino, que até permitiu que ele morasse no palácio.
    Mas Mocidade adorava atacar o governador e pregava a invasão do palácio para “derrubar o governo!”.
    Agripino soube e o chamou para almoçar:
    – “Mocidade, quem lhe dá quarto e comida?” perguntou.
    – “O senhor”, respondeu.
    – “Como, então, você convoca uma multidão para derrubar o governador?”, devolveu Agripino.
    Mocidade respondeu com o garfo suspenso na altura do queixo:
    – “Governo tem que se lascar, existe para ser derrubado…”

    (Poder sem pudor, Coluna CH, DP, 07/01/26)

    (*) “Se hay gobierno soy contra” (Se há governo, sou contra) é um lema anarquista e de protesto, popularizado no Brasil pela música “Caos” (**) dos Titãs, expressando uma desconfiança geral e oposição a qualquer autoridade governamental, vista como uma fonte de problemas e opressão, contrastando com a visão de que “se não há governo, sou contra” (defendendo a ordem, como o filósofo Thomas Hobbes) ou até adaptado para apoiar o governo, como o “Hay gobierno? Soy a favor” do centrão. (IA-Google)

    (**) https://www.youtube.com/watch?v=K-7_2hx_WwQ

  26. Miguel José Teixeira

    Pensando bem…
    (Coluna CH, DP, 07/01/26)

    …só defende narcoditador quem não vive na narco-ditadura.

    Matutando bem…
    (Matutildo, aqui e agora)

    Garantido pelos mais de 7,9 milhões de venezuelanos que já deixaram o país!

  27. Miguel José Teixeira

    “Padre de los pobres”
    A coleção de relógios de luxo do ex-narcoditador venezuelano Nicolás Maduro voltou a viralizar, após sua captura pelos EUA. Só um deles, o Hublot Classic Fusion Cruz-Diez (peça única) vale mais de R$600 mil.
    (Coluna CH, DP, 07/01/26)

    Bom. . .
    Pelo menos os relógios do carioca/baiano jaques wagner (PT-BA), líder da quadrilha no parasitário alto, eram apenas réplicas!

  28. Miguel José Teixeira

    “Verborragia de Lula é alvo de críticas e força Planalto a pegar leve em defesa do ditador”
    (Cláudio Humberto, Coluna CH, DP, 07/01/26)

    Pesquisas para consumo interno do Palácio do Planalto concluíram que Lula (PT) errou novamente e agora a sua equipe corre para consertar dizendo que o tirano venezuelano Nicolás Maduro era de fato ditador e que o governo petista não reconheceu sua suposta vitória na eleição fraudada. Lula foi fortemente aconselhado a se distanciar da pecha de grande avalista da ditadura no país vizinho. A ordem é que o primeiro escalão não fale da Venezuela. Defesa de Maduro, nem pensar.

    Acertou no alvo
    Calou fundo a fala do governador paulista Tarcísio de Freitas (Rep), criticando a omissão do petista Lula, que ajudou a prolongar a ditadura.

    Até o medo mudou
    O medo na Praça dos Três Poderes deixou de ser de notas ou falas críticas e passou a ser de marines desembarcando no pátio do Alvorada.

    Na bagagem
    O problema é que o recesso de Lula terminou e o petista voltou a Brasília. Com Lula e Janja, voltou o medo do “excesso” nas falas.

    Péssimo histórico
    Língua solta, Lula no improviso já aliviou para traficantes, ofendeu mulheres e judeus e passou pano para corintiano agressor de mulheres.

    (Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/verborragia-de-lula-e-alvo-de-criticas-e-forca-planalto-a-pegar-leve-em-defesa-do-ditador)

  29. Miguel José Teixeira

    “Escola de CEOs”
    (Beatriz Pecinato, Mercado, FSP, 07/01/26)

    Você tem R$ 1 milhão sobrando por aí? Com esse valor, é possível ingressar na Tetr College of Business, universidade que se autodenomina uma escola de CEOs (1).

    Segundo Tarun Gangwar, co-fundador e diretor-executivo da instituição, não existe outra faculdade além da sua que prepare os alunos para o mundo dos negócios.

    O diferencial…
    Está na metodologia. Esqueça a teoria acadêmica tradicional; a faculdade oferece disciplinas do tipo “Como trabalhar bem em equipes”, “Como fazer networking (2) sem esforço” ou “Como nunca perder um cliente”.

    Mão na massa.
    Para Gangwar, “você pode ler sobre liderança ou economia, mas nada substitui a experiência”. Ao longo da graduação, os alunos passam temporadas em diferentes países, a depender da escolha da área.

    A Tetr está presente hoje em sete países e tem cerca de 300 alunos matriculados.

    E o Brasil?
    Uma unidade da faculdade será inaugurada em São Paulo e deve começar a funcionar em fevereiro. A primeira turma terá 50 alunos, que pagarão de R$ 10 mil a R$ 12 mil por mês.

    Priorizar a experiência não é exclusividade da Tetr.
    A faculdade PIB Education em Itajaí (SC), por exemplo, tem uma metodologia chamada de “Educação 5.0”, que aproxima o aluno do ambiente corporativo (3) desde o início da formação.

    ↳ No módulo “Leadership Skills” (habilidades de liderança, em tradução livre), os alunos aprendem “competências comportamentais (4) como inteligência emocional, tomada de decisão e comunicação estratégica”.

    Sem vestibular, a PIB faz entrevistas com pré-selecionados e promete premiar o melhor aluno com um Rolex e um cargo de executivo em uma das empresas do grupo Kefraya, fundado pelo dono da faculdade, o empresário Mohamad Abou Wadi.

    (TRPCE)

    (1) https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2026/01/escola-de-ceos-cobra-r-12-milhao-para-ensinar-a-fazer-negocios.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado
    (2) https://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2022/11/como-fazer-networking-no-inicio-de-carreira.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado
    (3) https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2025/04/faculdade-de-negocio-oferece-rolex-e-cargo-de-ceo-a-melhor-aluno.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado
    (4) https://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2025/05/veja-as-dez-soft-skills-mais-requisitadas-pelas-empresas.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

  30. Miguel José Teixeira

    “A esperança dança
    Na corda bamba de sombrinha”
    (Aldir Blanc e João Bosco) (*)

    “Lula se equilibra em corda bamba entre Donald Trump e Delcy Rodríguez”
    – Desafio do presidente é defender a soberania da Venezuela sem prejudicar as boas relações com Washington.
    – Ambiguidade de posições não resistirá ao tempo nem aos acontecimentos que exigirão definições claras.
    (Dora Kramer, FSP, 06/01/26)

    Dias de contorcionismo político aguardam o governo brasileiro neste período que sucede à derrubada de Nicolás Maduro e a permanência do chavismo na Venezuela sob a pretendida — ainda não explicada— administração de Donald Trump.

    Ao presidente Luiz Inácio da Silva (PT) e sua equipe se impõe o delicado exercício de equilíbrio entre a defesa da soberania de Estados nacionais, a precaução a respeito do precedente intervencionista sobre a América Latina e a necessidade de preservar as relações entre Brasília e Washington.

    Num cenário de incertezas e inconsistências, reina a incoerência maior como traço de união entre os dois países: o reconhecimento da vice-presidente Delcy Rodríguez, companheira de chapa de Maduro na eleição fraudada e por isso não reconhecida por Brasil e Estados Unidos.

    Na emergência, pode-se argumentar que a legitimação de Delcy até então dada como ilegítima é o que se tem de mais próximo da encenação de normalidade conveniente ao momento. Rupturas seriam batatas quentes difíceis de segurar. Tanto lá como cá.

    Os americanos não teriam como sustentar a lenda da operação pontual para captura de um criminoso e os brasileiros precisariam substituir as análises teórico/abstratas sobre violação de normas internacionais por condenação concreta, com nome aos bois.

    As manifestações feitas até agora na ONU, no Planalto ou nas redes digitais não citaram Donald Trump, como se a tropa que entrou em Caracas para extrair o ditador atuasse sem comando, por geração espontânea.

    Essa ambiguidade não resistirá ao tempo nem aos acontecimentos, que exigirão definições. O que dirá nosso governo caso a Venezuela se transforme em colônia americana? Como vai se posicionar se as milícias chavistas instaurarem uma guerra civil? E se, fruto de acordo Donald-Delcy, perdurar uma ditadura consentida em troca de bons punhados de dólares?

    São temas que desafiam qualquer equilibrista a medir com cuidado a distância entre o tombo e a corda bamba.

    (Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/dora-kramer/2026/01/lula-se-equilibra-em-corda-bamba-entre-donald-trump-e-delcy-rodriguez.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newscolunista)

    (*) https://youtu.be/Eeyg-360NA0

  31. Miguel José Teixeira

    “Tudo a Ler”
    (Isadora Laviola, FSP, 07/01/26)

    Mais um ano literário começa e, enquanto leitores estabelecem metas de leitura, o mercado editorial põe seus planos em marcha.

    Entre as previsões certeiras (*) estão os centenários de Autran Dourado e Carlos Heitor Cony, novos lançamentos de Patti Smith, Thomas Pynchon e Mariana Enríquez, e a entrada de diversas obras em domínio público (**), que devem desencadear novas edições e traduções.

    Também já estão definidas as datas da Feira do Livro, da Flip e da Bienal do Livro de São Paulo, que prometem dar o que falar nos meses de junho, julho e setembro, respectivamente.

    O ano anuncia ainda mais um capítulo do embate entre o mercado editorial e as empresas de tecnologia (***), que tem sido acirrado. As big techs insistem que as máquinas fazem um uso justo dos livros, lendo e transformando textos como um leitor humano faria. Autores e editoras, por sua vez, veem apropriação e uma prática não consentida.

    Vale acompanhar também os movimentos da Academia Brasileira de Letras, que receberá Milton Hatoum em março. O Nobel de Literatura é outro ponto de atenção: se mantiver a lógica adotada desde 2017, alternando entre homens e mulheres, deve premiar uma escritora. E há ainda o Jabuti, prêmio que nunca deixa de surpreender.

    Já entre as expectativas mais desafiadoras —porém mais urgentes— está o aumento do leitorado, uma preocupação constante de um mercado editorial que vê índices de leitura em declínio no Brasil.

    (*) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/12/flerte-entre-netflix-e-warner-antecipa-ano-de-confusoes-entre-mundo-fisico-e-digital.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (**) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/01/betty-boop-e-pluto-caem-em-dominio-publico-nos-estados-unidos-veja-lista.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (***) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/12/livros-em-2025-se-debateram-com-o-futuro-da-ia-e-deram-adeus-a-canones-do-passado.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    acabou de chegar

    “Via Gemito” (trad. Maurício Santana Dias, Todavia, R$ 139,90, 464 págs.), romance que rendeu o Prêmio Strega ao italiano Domenico Starnone em 2001, é um acerto de contas literário com a figura paterna. Na Nápoles do pós-guerra, o autor constrói o retrato de um pai brilhante e destrutivo, cuja genialidade frustrada contamina a vida familiar. Como observa a crítica Fabiane Secches, Starnone transforma os destroços da família em grande literatura.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/01/domenico-starnone-faz-grande-literatura-com-destrocos-de-familia.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    “Tudo-Está-Ligado” (Kapulana, R$ 84,90, 364 págs.) marca o retorno de Pepetela, vencedor do Prêmio Camões, após seis anos sem produzir ficção. No romance, o angolano constrói uma narrativa polifônica ambientada em Benguela, sua cidade natal, em que personagens de origens e gerações distintas se entrelaçam aos poucos. Segundo o crítico Ronaldo Vitor da Silva, o que se narra não é um reflexo genérico do país, mas sim a vibração de pessoas que habitam a cidade, revelando um autor atento ao contemporâneo.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/01/literatura-de-pepetela-e-capaz-de-mirar-horizonte-que-vai-alem-da-historia.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    “Esquema” (Alfaguara, R$ 79,90, 168 págs.) “é um romance de formação —ou deformação— de um sujeito que cresce sob os apelos da sociedade de consumo e, às margens dela”, como escreve a crítica Luciana Araujo Marques. O protagonista do livro de Jessé Andarilho é Daniel, apelidado de Piloto, que começa com pequenos furtos na infância até uma ascensão meteórica à política.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/01/jesse-andarilho-tira-forca-de-seu-livro-esquema-ao-deixar-obra-esquematica.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    e mais

    Mais de 25 anos depois da estreia da série “Harry Potter”, o universo criado por J.K. Rowling continua se multiplicando, com ou sem o consentimento da autora. Em paralelo a adaptações autorizadas por J.K. Rowling, fãs da série tomam a liberdade de recontar a história do bruxo por novos ângulos e ganham seus próprios fãs. “Alchemised” (Intrínseca, R$ 89,90, 960 págs.), de SenLinYu, é o exemplo mais simbólico deste movimento —o livro que nasceu como fanfic chegou a mais de 25 países.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/12/livros-de-fas-de-harry-potter-se-afastam-de-jk-rowling-e-conquistam-publico.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    O livro “As Cartas do Boom” (trad. Mariana Carpinejar, Record, R$ 170,90, 590 págs.) reúne, pela primeira vez, a correspondência entre os autores que marcaram o momento literário conhecido como boom latino-americano. São mais de 200 mensagens trocadas entre Julio Cortázar, Gabriel García Márquez, Carlos Fuentes e Mario Vargas Llosa. A obra, como conta a reportagem de Sylvia Colombo, permite compor um mosaico histórico de uma geração que tentou compreender um período de turbulências através da literatura.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/12/cartas-de-garcia-marquez-llosa-cortazar-e-fuentes-fundem-arte-e-politica-de-um-mundo-em-convulsao.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    Em meio a grandes obras de ficção científica que fazem leitores pensarem sobre questões reais do mundo e do espaço, Tim Marshall lança “O Futuro da Geografia” (trad. José Roberto O’Shea, Zahar, R$ 99,90, 304 págs.), que celebra o gênero, mas também assume um tom mais pragmático e geopolítico para explicar a nova era espacial. Como escreve o jornalista Salvador Nogueira, depois de deprimir o leitor, a obra oferece uma fagulha de esperança por todas as maravilhas a serem desvendadas.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2026/01/nova-corrida-espacial-e-transformadora-e-pode-culminar-em-guerra-nas-estrelas.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    lugar de escrita

    O autor infantojuvenil Pedro Bandeira divide seu tempo entre de trabalho entre um sítio no interior paulista e um escritório na capital. Neste espaço, visitado pela Folha, se destaca uma edição antiga do “Dicionário de Rimas da Língua Portuguesa”, companheiro fiel de Bandeira. Como explica o autor, o verso é mais fácil para a criança pequena compreender, porque as pausas são melhor definidas.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/12/largar-um-livro-chato-e-direito-basico-do-ser-humano-diz-pedro-bandeira.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    A série Lugar de Escrita, produzida pelo editor Walter Porto em parceria com o fotojornalista Eduardo Knapp, visita autores e autoras consagradas em seu ambiente de trabalho para mostrar suas rotinas, métodos e ferramentas.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/lugar-de-escrita/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    além dos livros

    O livro “Coisa de Rico”, de Michel Alcoforado, foi o mais vendido da Todavia no ano passado, passando da marca de 100 mil exemplares. O número, segundo o Painel das Letras, impressiona por se tratar de uma obra de ciências sociais. O autor agora prepara uma versão em áudio do livro que deve ser lançada ainda neste semestre.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/walter-porto/2025/12/livro-coisa-de-rico-bate-100-mil-exemplares-e-vira-o-mais-vendido-do-ano-na-todavia.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    Uma pesquisa realizada pelo jornal The New York Times aponta que a leitura em escolas americanas alcançou mínimas históricas. De acordo com o estudo, além de lerem menos livros, estudantes do nível secundário também leem menos obras do início ao fim. Segundo depoimentos dos professores, o uso das redes sociais por parte dos alunos tem afetado seu desempenho na leitura de textos longos ou complexos.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/12/era-da-leitura-pode-estar-acabando-nas-escolas-aponta-pesquisa-nos-eua.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    Nesta terça (6), o corpo da escritora Nélida Piñon foi transferido do mausoléu da Academia Brasileira de Letras para um jazigo no cemitério São João Batista, no Rio, por decisão de Karla Vasconcelos, que cuida de seu patrimônio. A mudança reacende críticas ao estado do mausoléu que em 2023 mostrava infiltrações, paredes descascando e túmulos sem lápide. Em entrevista a Walter Porto , Vasconcelos afirmou que “as pessoas anseiam para ingressar na instituição com a promessa da ‘imortalidade’, mas na verdade estão condenadas à invisibilidade e indigência”. Do outro lado, a ABL afirma que atendeu a todos os pedidos de Vasconcelos. “O que precisava, foi restaurado”, diz a instituição.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/01/corpo-de-nelida-pinon-e-retirado-da-abl-apos-criticas-a-mau-estado-de-tumulos.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    “‘Cometerás adultério’ e outros erros de impressão infames em Bíblias do passado”
    – No século 17, herdeiro inglês cometeu série de desastres tipográficos.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/12/cometeras-adulterio-e-outros-erros-de-impressao-infames-em-biblias-do-passado.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    “Escritório ligado a Trump acusa editora Penguin de discriminação”
    – Empresa afirma adotar políticas de diversidade e ser a favor da igualdade.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/01/escritorio-ligado-a-trump-acusa-editora-penguin-de-discriminacao.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    “Gravidez teve ‘teste’ com cebola e sementes antes de revolução científica derrubar mitos”
    – Em livro, Rossana Soletti faz panorama da história da gestação para combater ‘fake news’.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2026/01/gravidez-teve-teste-com-cebola-e-sementes-antes-de-revolucao-cientifica-derrubar-mitos.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    (TRPCE)

  32. Miguel José Teixeira

    “Início melancólico de 2026”
    – Em meio a baixo crescimento e mau funcionamento de alguns freios e contrapesos democráticos, país demanda um bom debate eleitoral.
    (Por Zeina Latif, O Globo, 07/01/26)
    . . .
    “O início de 2026 no Brasil é marcado por baixo crescimento econômico e falhas nos freios e contrapesos democráticos. Após um 2025 sem avanços estruturais, o cenário para 2026 é desalentador, com crescimento previsto abaixo de 2% devido a incertezas eleitorais e aperto monetário. A desinflação perde força, e a dívida pública aumenta, demandando um debate eleitoral focado e responsável para reverter o quadro.”
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/economia/zeina-latif/coluna/2026/01/inicio-melancolico-de-2026.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  33. Miguel José Teixeira

    “Trump está de olho em Cuba para ganhar dinheiro e prestígio”
    – Ele teve dias de general latino-americano.
    (Por Elio Gaspari, O Globo, 07/01/26)
    . . .
    “Donald Trump está focado em Cuba, visando ganhos financeiros e prestígio político. Após a captura de Nicolás Maduro, Trump sugeriu que o regime comunista cubano está prestes a cair, mirando o potencial de negócios imobiliários na ilha. A estratégia cubana também interessa a Marco Rubio, secretário de Estado e filho de cubanos. Cuba, tema delicado para presidentes dos EUA, representa um tesouro para Trump.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/opiniao/elio-gaspari/coluna/2026/01/trump-esta-de-olho-em-cuba-para-ganhar-dinheiro-e-prestigio.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  34. Miguel José Teixeira

    Como ja disse o sábio:
    “Envelhecer é emoldurar-se no tempo”!

    “O segredo dos supercentenários brasileiros, de acordo com novo estudo”
    – Receita para viver 100 anos ou mais e com qualidade está na diversidade de genes.
    (Por Ana Lucia Azevedo, O Globo, 07/01/26)
    . . .
    “Um estudo publicado na Genomic Psychiatry, liderado por Mayana Zatz da USP, destaca a diversidade genética do Brasil como chave para a longevidade extrema. Com cerca de 37 mil centenários, o Brasil se destaca por sua miscigenação única. Os supercentenários brasileiros, apesar de diversas origens e estilos de vida, compartilham genes que reforçam seu sistema imunológico e capacidade cognitiva, revelando segredos genômicos para uma vida longa.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/01/07/o-segredo-dos-supercentenarios-brasileiros-de-acordo-com-novo-estudo.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  35. Miguel José Teixeira

    “Venezuelana María Elena Morán reflete sobre a ruína de seu país em livro premiado: ‘É a queda de um ditador. Só que do pior jeito'”
    – Ex-chavista e opositora de Maduro e de Trump, escritora se descreve como ‘de esquerda e democrata’ e afirma que ‘no Brasil, tem-se uma visão ou romantizada ou vilanizada da Venezuela, sendo que a situação é bem mais complexa’.
    (Por Ruan de Sousa Gabriel — São Paulo, O Globo, 07/01/26)
    . . .
    “A escritora venezuelana María Elena Morán, ex-chavista e crítica de Maduro, reflete sobre a complexidade da situação na Venezuela em seu livro premiado “Voltar a quando”. Morán, vivendo no Brasil, destaca a visão polarizada e simplificada do país pelos brasileiros. Ela exprime alívio e preocupação com a queda de Maduro, criticando a “indignação seletiva” e a intervenção dos EUA, enquanto explora a ruína e a resistência venezuelana em sua obra.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/cultura/livros/noticia/2026/01/07/venezuelana-maria-elena-moran-reflete-sobre-a-ruina-de-seu-pais-em-livro-premiado-e-a-queda-de-um-ditador-so-que-do-pior-jeito.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  36. Miguel José Teixeira

    “Pelado, pelado, nu com a mão no bolso”
    (Ultraje A Rigor)(*)

    “Veto ao naturismo em praia pioneira no país expõe ofensiva conservadora contra a prática”
    – Proibição do naturismo na Praia do Pinho, em Santa Catarina, gera debate sobre regulamentação do estilo de vida.
    (Por Júlia Cople — Rio de Janeiro, O Globo, 07/01/26)
    . . .
    “A proibição do naturismo na Praia do Pinho, em Santa Catarina, reacendeu o debate sobre a prática no Brasil. Considerada pioneira, a praia perdeu seu status devido a atos ilícitos, como sexo e uso de drogas. Defensores argumentam que a omissão das autoridades contribuiu para a degradação e que interesses econômicos poderiam estar por trás da decisão. Enquanto isso, iniciativas para regulamentação federal do naturismo estão paradas no Senado.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2026/01/07/veto-ao-naturismo-em-praia-pioneira-no-pais-expoe-ofensiva-conservadora-contra-a-pratica.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

    (*) https://www.youtube.com/watch?v=DBFen3yUPXc

  37. Miguel José Teixeira

    “Ideologia
    Eu quero uma pra viver”
    (Cazuza)(*)

    “Antes da janela partidária, mudanças de sigla esvaziam o PL e engordam o Centrão”
    – C âmara dos Deputados já registrou 46 mudanças ao longo da legislatura iniciada em fevereiro de 2023.
    (Por Caio Sartori — Rio de Janeiro, O Globo, 07/01/26)
    . . .
    “Antes mesmo da abertura da janela partidária em março de 2024, a Câmara dos Deputados registrou 46 trocas de sigla desde fevereiro de 2023. O Centrão se fortaleceu, enquanto o PL, de Jair Bolsonaro, perdeu membros, reduzindo de 99 para 86 deputados. O PSD foi o maior beneficiado, ganhando cinco membros, seguido por Republicanos e Podemos. A movimentação reflete um deslocamento da direita ideológica para a pragmática.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/01/07/antes-da-janela-partidaria-mudancas-de-sigla-esvaziam-o-pl-e-engordam-o-centrao.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

    (*) https://youtu.be/3DiLx-4etGM

  38. Miguel José Teixeira

    Ainda bem que
    “o amigo do amigo do meu pai”
    também é amigo do vorcaro!

    “Caixa insuficiente, compulsório, fraude e patrimônio: veja em 4 pontos as razões dadas pelo BC ao TCU para liquidar o Master”
    – Autoridade monetária disse que o banco de Vorcaro estava em ‘crise aguda de liquidez’.
    (Por Fabio Graner, Bernardo Lima e Manoel Ventura — Brasília, O Globo, 07/01/26)
    . . .
    “O Banco Central justificou ao TCU a liquidação do Banco Master devido a uma “crise aguda de liquidez”, incapacidade de honrar compromissos financeiros, atrasos significativos em depósitos compulsórios e indícios de fraude. As operações do Master com a Reag Investimentos e o Banco de Brasília (BRB) evidenciaram irregularidades e contribuíram para o colapso financeiro, levando à decisão como medida de proteção ao sistema financeiro.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/economia/negocios/noticia/2026/01/07/caixa-insuficiente-compulsorio-fraude-e-patrimonio-veja-em-4-pontos-as-razoes-dadas-pelo-bc-ao-tcu-para-liquidar-o-master.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  39. Miguel José Teixeira

    Porque será que os venezuelanos
    enfrentam todos esses dissabores
    para fugir do paraíso chavista?

    “Trilhas clandestinas: como venezuelanos entram no Brasil sem passar por fiscalização na fronteira”
    – O GLOBO percorreu trechos de entradas clandestinas utilizadas para a entrada irregular no país.
    (Por Patrik Camporez — Enviado a Pacaraima (RR), O Globo, 07/01/26)
    . . .
    “Venezuelanos entram clandestinamente no Brasil por trilhas em Pacaraima, Roraima, para evitar fiscalização reforçada na fronteira. Essas rotas, usadas por contrabandistas e migrantes, são mais ativas à noite devido ao clima ameno e menor vigilância. As autoridades intensificam o monitoramento, mas a vasta e diversificada extensão territorial dificulta o controle total das entradas ilegais.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2026/01/07/trilha-clandestinas-como-venezuelanos-entram-no-brasil-sem-passar-por-fiscalizacao-na-fronteira.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  40. Miguel José Teixeira

    Periga maduro retornar à Venezuela
    como San Nicolás Maduro,
    o “PaTrono dos Fraudadores de eleições”,
    para deleite da
    corja vermelha PeTezuelana!

    “Departamento de Justiça dos EUA retira alegação de que o Cartel de los Soles da Venezuela é um grupo real”
    – Antes de capturar Maduro, o governo Trump designou uma gíria venezuelana para corrupção relacionada a drogas nas forças armadas como uma organização terrorista e afirmou que o ditador a liderava.
    (Por Charlie Savage, Em The New York Times — Nova York, O Globo, 07/01/26)
    . . .
    “O Departamento de Justiça dos EUA recuou na alegação de que Nicolás Maduro liderava o Cartel de los Soles, um suposto cartel de drogas. A acusação original, impulsionada pelo governo Trump, foi revisada, reconhecendo que o termo era uma gíria para corrupção militar, e não um grupo real. Especialistas elogiavam a correção, mas criticavam outros aspectos da acusação revisada.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2026/01/06/departamento-de-justica-dos-eua-retira-alegacao-de-que-o-cartel-de-los-soles-da-venezuela-e-um-grupo-real.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  41. Miguel José Teixeira

    Folha 105 (060)

    “Jairo Bouer usou casos clínicos para alertar sobre incertezas da maconha”
    – ‘É impossível prever quem vai ter crise de pânico ou surto psicótico antes do contato com a droga’, escreveu médico.
    – Artigo faz parte de seção que republica colunas de grande repercussão da história da Folha.

    O psiquiatra Jairo Bouer (1) entrou na polêmica sobre a maconha (2) com casos clínicos. Em 2005, o médico e colunista da Folha relatou experiências de pacientes para questionar tanto defensores quanto críticos da droga (3): “Maconha pode sim causar dependência, é impossível prever quem vai ter uma crise de pânico ou um surto psicótico antes do contato com a droga”.

    O texto partia de uma carta angustiada de um jovem (4) de 20 anos que fumava havia três anos: “Trabalho, estudo, pago a faculdade, nunca dei problemas para minha mãe, cumpro minhas obrigações e não faço mal a ninguém”.

    Bouer usou esse dilema para expor casos dramáticos, como o de uma estudante de medicina que, em seu primeiro contato com a droga, “teve uma espécie de surto paranoico e saiu correndo, imaginando que um ser primitivo a perseguia. Quase se jogou no mar”.

    Leia a seguir o texto completo, parte da seção 105 Colunas de Grande Repercussão (5), que relembra crônicas que fizeram história na Folha. A iniciativa integra as comemorações dos 105 anos do jornal, em fevereiro de 2026.

    A polêmica sobre a maconha (8/8/2005)

    “Tenho 20 anos e fumo maconha há três. Minha família me pressiona. Trabalho, estudo, pago a faculdade, nunca dei problemas para minha mãe, cumpro minhas obrigações e não faço mal a ninguém. Sofro pressão, meu namoro está indo para o buraco. Todos me acusam de estar errado. Não tenho a menor vontade de parar. O que faço?”

    A maconha é uma dos temas que mais gera discussão no universo das drogas. Para os defensores, ela teria um perfil baixo de risco e deveria ser legalizada. Para muitos especialistas, ela traz riscos e não deveria ter seu status de droga ilícita modificado.

    Contarei experiências que tive com pacientes que entraram em contato com a maconha.

    Uma estudante de medicina, que nunca havia experimentado a droga, fumou em uma viagem com amigos. Teve uma espécie de surto paranoico e saiu correndo, imaginando que um ser primitivo a perseguia. Quase se jogou no mar.

    Em outra oportunidade, um usuário eventual que deve ter experimentado uma formulação mais forte (com maior concentração de THC, princípio ativo da maconha) teve uma crise de pânico, ataque de ansiedade e sensação de morte iminente. Passou a ter então síndrome do pânico, com ataques repetidos, mesmo sem usar a droga.

    Dois irmãos, estudantes de ensino médio, também usavam a droga com frequência quase diária, depois das aulas. O primeiro diminuiu o consumo quando começou a namorar. O segundo aumentou o uso até passar a fumar quase o dia todo. Seu desempenho caiu, foi reprovado e teve um quadro paranoico, em que se via perseguido pela polícia.

    O último exemplo vem de uma reunião a que assisti, para a elaboração de um programa de TV, com um grupo de dependentes de maconha. Mesmo tendo parado há mais de um ano, vários ainda se queixavam de dificuldade de concentração, lapsos de memória, lentidão de raciocínio, entre outras perdas.

    É lógico que se pode argumentar que problemas como os que foram citados acontecem apenas em uma minoria dos casos e que drogas lícitas como cigarro e álcool podem provocar danos sociais bem maiores do que a maconha.

    Mas, do ponto de vista médico, algumas questões são claras. Maconha pode sim causar dependência, é impossível prever quem vai ter uma crise de pânico ou um surto psicótico antes do contato com a droga e mesmo usuários eventuais podem mudar o padrão de consumo sem perceber o que está acontecendo. São aspectos importantes para a gente pensar antes de defender um lado ou outro.

    (Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/folha-105-anos/2026/01/jairo-bouer-usou-casos-clinicos-para-alertar-sobre-incertezas-da-maconha.shtml)

    (1) https://www1.folha.uol.com.br/colunas/jairobouer/?mobile
    (2) https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/maconha/
    (3) https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/01/o-bonde-da-maconha-no-brasil.shtml#erramos
    (4) https://www.google.com/search?client=safari&rls=en&q=folhateen&ie=UTF-8&oe=UTF-8
    (5) https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/105-colunas-de-grande-repercussao/

  42. Miguel José Teixeira

    Faz sentido. . .
    Lula alegou em discurso (*) que a ONU está esvaziada.
    Agora, ele está enchendo. . .
    seus cofres com o suor
    nosso de cada dia!

    “Lula injetou quase R$1 bilhão do Brasil na ONU”
    (Coluna CH, DP, 06/01/26)

    Funcionando basicamente como palco para lacração, a Organização das Nações Unidas (ONU) conseguiu colocar no bolso mais de US$170,3 milhões dos esfolados brasileiros apenas nos últimos três anos de Lula (PT) na presidência do Brasil. Em conversão direta, usando ferramenta disponibilizada pelo Banco Central (BC), o montante supera os R$925,6 milhões. O caminhão de dinheiro não é suficiente para garantir o sonho do petista de ser membro permanente do Conselho de Segurança.

    Quarto de bilhão
    Enquanto o governo Lula espreme para arrancar até a última gota do salário do brasileiro, doou, em 2025, US$48 milhões (R$260,9 milhões).

    Sem dó
    Em 2024, o brasileiro levou a maior estocada para bancar a ONU, mais de US$63,4 milhões, que convertidos ultrapassam os R$344,6 milhões.

    Nosso dinheiro
    Primeiro ano do Lula 3, o petista já mostrou (com o bolso alheio) que seria generoso e deu US$58,8 milhões; mais de R$320 milhões.

    (Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/negocios-de-joesley-com-maduro-que-lula-tornou-secretos-complicam-o-petista)

    (*) https://www.youtube.com/watch?v=VFr2li-2B1k

  43. Miguel José Teixeira

    Canta pajarito, canta. . .

    “Negócios de Joesley com Maduro, que Lula tornou ‘secretos’, complicam o petista”
    (Cláudio Humberto, Coluna CH, DP, 06/01/25)

    Após insinuar suposta proximidade com a Casa Branca, os irmãos Joesley e Wesley Batista agora devem enfrentar a ira norte-americana, em razão dos seus negócios na Venezuela que podem ter ajudado a prolongar a narcoditadura de Nicolás Maduro, criminoso finalmente atrás das grades. Também causou estupefação no governo de Donald Trump a notícia de que os negócios dessa dupla com Maduro, que contaram com a interveniência do governo petista, foi colocada sob sigilo por Lula (PT).

    Nervosismo explicado
    Na oposição há a certeza de que não foram razões ideológicas que deixaram Lula nervoso, com a prisão do amigo e parceiro Maduro.

    Dólares para o PT
    Além de negócios secretos de Joesley com o narcoditador, voltaram à tona os dólares de Maduro para a campanha presidencial do PT.

    Dinheiroduto sujo
    Em depoimento de 24 de fevereiro de 2016, Mônica Moura relatou em vídeo como recebia os milhões entregues a ela por Maduro.

    ‘Malas de dinheiro’
    Esposa e sócia de Santana, Mônica disse que recebia dinheiro das mãos do próprio Maduro “malas de dinheiro, várias” e “quase semanalmente”.

    (Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/negocios-de-joesley-com-maduro-que-lula-tornou-secretos-complicam-o-petista)

  44. Miguel José Teixeira

    A corja vermelha PeTezuelana apoiará Xi Jinping?

    “China ameaça guerra contra Taiwan após declaração de deputada”
    – Congressista sugeriu alterar nome da lei que regula as relações entre a China e a ilha para dar ênfase na independência taiwanesa.
    (Eric Napoli de Pequim, Poder360, 06/01/26)

    A China ameaçou declarar guerra contra Taiwan caso a proposta de uma congressista taiwanesa para mudar o nome da lei que regula as relações entre a parte continental chinesa e a ilha avance.

    A ideia é da congressista do DDP (Partido Democrático Progressista), Lin I-chin. No sábado (3.jan.2026), ela disse que a “Lei que Regula as Relações entre os Povos da Área de Taiwan e da Área Continental” deveria trocar de nome para “Lei que Regula as Relações entre Taiwan e a República Popular da China”. A política taiwanesa também sugeriu que o trecho da lei de 1992 que diz “antes da reunificação nacional” deveria ser removido do texto.

    O governo chinês declarou que a mudança constitui uma grave afronta por explicitar que Taiwan e a China seriam países diferentes. A China considera a ilha parte integral de seu território.
    . . .
    +em: https://www.poder360.com.br/poder-china/china-ameaca-guerra-contra-taiwan-apos-declaracao-de-deputada/

    Lembrando que trump atacou a Venezuela depois que maduro fez uma “dancinha” provocante!

  45. Miguel José Teixeira

    “Dica de carreira”
    (Beatriz Pecinato, Mercado, FSP, 06/01/26)

    Depois do descanso do fim de ano (1), é difícil voltar ao escritório e ter motivação para retomar as atividades.

    De onde ela vem?
    Pode vir de dentro para fora ou de fora para dentro. Por isso, é importante tentar manter o fluxo funcionando nos dois sentidos.

    ↳ Um levantamento da Gallup, consultoria americana de pesquisa e análise corporativa, mostra que 50% dos trabalhadores dos Estados Unidos que veem propósito nas atividades que realizam são considerados engajados pela empresa em que atuam.

    E como dar um gás no trabalho?
    Elenco aqui uma dica importante:

    Encontre sentido no que você realiza. Olhe com carinho para suas demandas (2) e os resultados que você e seu time já obtiveram e encontre o que te faz seguir nessa posição. Impacto social, evolução na carreira e repercussão no mercado são alguns tópicos sobre os quais você pode refletir.

    Pode parecer óbvio, mas há pequenas coisas na rotina de trabalho que podem trazer satisfação (3): a convivência com determinados colegas, entregas que deram certo e projetos dos quais você quer fazer parte são razões para se esforçar no cotidiano.

    E se não der certo?
    Nem tudo está perdido. Ayelet Fishbach, professora de ciência do comportamento na Universidade de Chicago, dá dicas para não perder o embalo —mesmo quando o coração não está engajado com o emprego.

    Objetivos, não tarefas.
    Ao longo da sua carreira (4), você já deve ter ouvido de alguém que fazer uma lista de tarefas é uma boa forma de organizar o seu dia. Ao final de cada período, riscar o que foi feito é um prazer que motiva alguns.

    Quer mais dicas de como se manter engajado e como encontrar motivação? Leia a edição da newsletter Folha Carreiras desta semana e inscreva-se para recebê-la no email:
    https://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2026/01/veja-dicas-para-comecar-o-ano-motivado-no-trabalho.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    (TRPCE)

    (1) https://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2025/06/vai-sair-de-ferias-veja-como-se-organizar-no-trabalho-para-evitar-estresse.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado
    (2) https://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2024/11/esta-perdido-nos-emails-veja-dicas-para-organizar-sua-caixa-de-entrada.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado
    (3) https://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2025/09/o-que-e-o-metodo-star-que-ajuda-a-estruturar-respostas-em-entrevistas.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado
    (4) https://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2025/10/como-estabelecer-metas-de-carreira-e-o-que-fazer-para-tira-las-do-papel.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

  46. Miguel José Teixeira

    “Se a China invadir Taiwan, geopolítica mundial mudará por completo”
    – Chineses assumiriam o controle do negócio da IA no mundo.
    (Por Pedro Doria, O Globo, 06/01/26)

    Se a China invadir Taiwan, terá nas mãos o controle quase absoluto da produção internacional de microprocessadores de ponta. Chips de computador. O cérebro digital por trás da inteligência artificial. A Nvidia, empresa americana que se alterna com Apple e Microsoft no posto de companhia mais valiosa do mundo, estaria de joelhos. Ela desenha os chips usados por OpenAI, Anthropic e outras. Mas são empresas de Taiwan que manufaturam esses chips. Para passar do projeto ao objeto, é preciso aquilo que apenas Taiwan tem. Mesmo o Google, que cria os próprios chips, depende da manufatura da ilha. A China assumiria o controle do negócio da IA no mundo. E não só da IA. Tudo depende de microchips. Carros modernos não abrem sequer a porta sem microchips. Geladeiras, micro-ondas. A geopolítica mundial seria redesenhada por completo. Mas por que a China invadiria Taiwan?

    Quando a Rússia invadiu a Ucrânia, em fevereiro de 2022, muitos na esquerda brasileira abraçaram as ideias do cientista político John Mearsheimer, da Universidade de Chicago. Mearsheimer é o principal nome da escola realista em ciências internacionais. É o sucessor intelectual de Henry Kissinger, secretário de Estado de Richard Nixon e um dos responsáveis pela estratégia de espalhar ditaduras militares de direita pela América Latina. É irônico. Mas um bom pedaço da esquerda latino-americana defendeu a ação russa contra a Ucrânia abraçando o argumento de que, ora, “a Ucrânia está na zona de influência russa”. Portanto é da natureza do comportamento das nações que a Rússia não tolerará a ideia de um país vizinho ter plena autonomia.

    Os realistas — eles próprios se autobatizaram assim — enxergam países como caixas-pretas que sempre reagem da mesma forma. Se um país é mais forte que o vizinho, imporá suas vontades. Nem que seja à força. Na essência, realistas não acreditam que democracias liberais realmente funcionem. Não acreditam que sociedades sejam capazes de se comprometer com regras comuns, arbítrio independente. Que um mundo multilateral seja viável.

    A ofensiva que levou ao sequestro do ex-presidente Nicolás Maduro, na Venezuela, parte do mesmo princípio. O governo americano, com Donald Trump, considera que o Hemisfério Ocidental é sua zona de influência. Certos comportamentos de líderes das Américas não serão tolerados. Alguns tentam comparar a ação ao sequestro seguido de prisão de Manuel Noriega, ditador panamenho, durante o governo de Ronald Reagan. É muito pior. Noriega havia sido agente da CIA, e o governo Reagan não assumiu o controle do Canal do Panamá depois da prisão. Empresas americanas não ganharam contratos melhores com o ataque. Desde a Guerra Hispano-Americana, nos primeiros anos do século XX, os Estados Unidos não faziam uma ação tão ostensivamente imperialista. Trump foi claro: o objetivo é garantir um governo venezuelano que entregue aos americanos o melhor contrato possível de petróleo.

    Um dos principais críticos de Mearsheimer é Michael McFaul, que serviu como embaixador em Moscou nos anos Obama. Para ele, cientista político da Universidade Stanford, os realistas partem do princípio segundo o qual o tipo de regime não faz diferença no comportamento de nações. Mas faz. Democracias não entram em guerra com democracias. Negociam. Quando potências econômicas incentivam a aceitação de regras comuns por todos, há mais comércio, mais crescimento, mais paz. Foi o que vivemos entre os anos 1990 e 2000. Quando regredimos à política do século XIX e à economia do século XVII, entramos no buraco.

    Colega de McFaul em Stanford, Francis Fukuyama segue correto na ideia que teve no momento em que se desmontava o Muro de Berlim. O encontro entre democracia liberal e economia de mercado é o melhor caminho que já descobrimos. E estamos nos afastando dele por divisões internas das sociedades. Porque nos recolhemos a bolhas e não toleramos mais diferenças. Gente como Putin e Trump cresce nessa regressão civilizatória. Se a China olhar torto para Taiwan, o mundo muda.

    (Fonte: https://oglobo.globo.com/opiniao/pedro-doria/coluna/2026/01/se-a-china-invadir-taiwan-geopolitica-mundial-mudara-por-completo.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha)

  47. Miguel José Teixeira

    “Nove maneiras de cuidar da sua saúde mental em 2026 (com pequenas mudanças de hábitos)”
    – Essas dicas ajudarão a renovar a mente e fortalecer o cérebro.
    (Por Christina Caron e Dana Smith, Em The New York Times, O Globo, 06/01/26)
    . . .
    “Com a chegada de 2026, cuidar da saúde mental é essencial. Especialistas sugerem pequenas mudanças de hábitos, como caminhar regularmente para reduzir o risco de demência, organizar pequenos espaços para aliviar a carga mental, praticar a autocompaixão, socializar para evitar o declínio cognitivo, aproveitar a natureza para melhorar a concentração, reduzir o uso do celular, proteger a audição e garantir um sono de qualidade.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/01/06/nove-maneiras-de-cuidar-da-sua-saude-mental-em-2026-com-pequenas-mudancas-de-habitos.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  48. Miguel José Teixeira

    “Com novo calendário brasileiro, clubes ‘atacam’ o mercado neste início de ano”
    – Quem ‘dormir’ na hora de trazer reforços e não aprimorar seu elenco pode comprometer o final da temporada.
    (Por Davi Ferreira, O Globo — Rio de Janeiro, O Globo, 06/01/26)
    . . .
    “Com o novo calendário brasileiro, clubes enfrentam desafios para reforçar seus elencos antes do início antecipado do Brasileirão, devido à Copa do Mundo. Fluminense e Botafogo já anunciaram reforços, enquanto Flamengo e Vasco têm negociações em andamento. Santos aposta em Neymar e Gabigol. A antecipação das competições exige planejamento ágil, com impacto no mercado de transferências e preparação dos jogadores.” (Irineu)
    . . .
    + em: https://oglobo.globo.com/esportes/noticia/2026/01/06/com-novo-calendario-brasileiro-clubes-atacam-o-mercado-neste-inicio-de-ano.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

    E o Grêmio?
    Continuará firme acreditando na “imortalidade” e contratará mais novos veteranos?

  49. Miguel José Teixeira

    “Com 5 milhões de unidades no país, minicelulares se espalham pelas cadeias e desafiam autoridades”
    – Aparelhos começaram a aparecer nos presídios locais há cerca de três anos, numa incidência que se acentuou recentemente.
    (Por Paulo Assad — Rio de Janeiro, O Globo, 06/01/26)
    . . .
    “Minicelulares, quase imperceptíveis devido ao tamanho e peso, desafiam autoridades ao se proliferarem em prisões brasileiras, com cerca de 5 milhões de unidades em circulação. Esses aparelhos entram de forma irregular, principalmente via Paraguai, e são usados por detentos para comunicação externa, burlando sistemas de segurança. A Anatel rejeita sua homologação, alegando usos ilícitos.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2026/01/06/com-5-milhoes-de-unidades-no-pais-minicelulares-se-espalham-pelas-cadeias-e-desafiam-autoridades.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  50. Miguel José Teixeira

    “Governo prepara cerimônia do 8/1, e aliados aconselham Lula a evitar veto a dosimetria e conflito com Congresso”
    – Rejeição ao texto em solenidade quinta-feira poderia causar atrito com representantes do Congresso, avaliam interlocutores.
    (Por Victoria Azevedo e Sérgio Roxo — Brasília, O Globo, 06/01/26)
    . . .
    “O governo Lula organiza uma cerimônia para lembrar três anos dos ataques de 8 de janeiro, visando reforçar a defesa da democracia. Contudo, aliados sugerem que Lula evite vetar o projeto de lei da dosimetria na presença dos líderes do Legislativo para evitar tensão. O projeto, que reduz penas de envolvidos nos ataques, foi aprovado recentemente. A cerimônia também abordará temas de soberania, especialmente após a captura de Nicolás Maduro pelos EUA.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/01/06/governo-prepara-cerimonia-do-81-e-aliados-aconselham-lula-a-evitar-veto-a-dosimetria-e-conflito-com-congresso.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

    Não faltará tolos com bonés e/ou camisetas com a estampa: “Maduro Libre!”

  51. Miguel José Teixeira

    “Apoio da Itália e nova pressão geopolítica podem finalmente viabilizar acordo UE-Mercosul? Especialistas respondem”
    – Confirmação do tratado comercial entre os dois blocos deve ganhar tração com nova posição do governo italiano, apontada por agência de notícias.
    (Por Carolina Nalin — Rio de Janeiro, O Globo, 06/01/26)
    . . .
    “O apoio da Itália ao acordo UE-Mercosul, conforme divulgado pela Bloomberg, pode acelerar a conclusão do tratado, em meio à instabilidade geopolítica. Especialistas sugerem que a pressão dos EUA na América do Sul, especialmente após ações de Trump, aproxima a UE do Mercosul. O tratado é visto como estratégico para a UE manter influência na região, onde a China é um grande ator. A mudança da Itália reflete pressões internas e benefícios potenciais para a Europa, fortalecendo laços com o Mercosul.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2026/01/06/apoio-da-italia-e-nova-pressao-geopolitica-pode-finalmente-viabilizar-acordo-ue-mercosul-especialistas-respondem.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  52. Miguel José Teixeira

    PeTezuela: a casa da mãe joana! (*)

    “TCU ameaça impedir BC de vender ativos do Banco Master: analistas apontam ação indevida e viés político”
    – Especialistas temem ainda dano ao Banco Central e demora no ressarcimento via FGC.
    (Por Fabio Graner, Sarah Teófilo e BernardoLima — Brasília, O Globo, 06/01/26)
    . . .
    “O Tribunal de Contas da União (TCU) ameaça suspender a venda de ativos do Banco Master pelo Banco Central (BC), alegando possíveis danos ao processo de liquidação e à rápida compensação via Fundo Garantidor de Créditos. Analistas consideram a ação do TCU politicamente motivada e sem precedentes, destacando riscos à reputação do BC e à confiança no sistema financeiro brasileiro.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/economia/negocios/noticia/2026/01/06/tcu-ameaca-impedir-bc-de-vender-ativos-do-banco-master-analistas-apontam-acao-indevida-e-vies-politico.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

    (*) “Casa da mãe Joana” significa um lugar de confusão, desordem e bagunça, onde vale tudo, não há regras e todos mandam ou fazem o que querem, sem controle. A expressão tem origem histórica na Rainha Joana I de Nápoles, do século XIV, que permitiu bordéis em Avinhão, os quais ficaram conhecidos como “Paços da Joana” por serem locais abertos e sem regras, popularizando-se como “Casa da Mãe Joana” no Brasil, onde “paço” foi substituído por “casa”.
    (IA Google)

  53. Miguel José Teixeira

    “‘Não é a mesma coisa chamar o diabo e vê-lo chegar’, diz jornalista venezuelano após ataque dos EUA”
    – Jornalista lembra traumas políticos do país e relata pouco tráfego de veículos e filas em supermercados e farmácias de Caracas.
    (Por Vladimir Villegas especial para O GLOBO — Caracas, 06/01/26)
    . . .
    “Após a operação militar dos EUA que destituiu Nicolás Maduro, a Venezuela vive um momento de busca por estabilidade sob a liderança interina de Delcy Rodríguez. O país enfrenta desafios políticos e econômicos enquanto tenta retornar à normalidade após anos de tensão sob o chavismo. A reabertura comercial e o retorno dos voos são sinais de recuperação, mas a incerteza persiste.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2026/01/06/nao-e-a-mesma-coisa-chamar-o-diabo-e-ve-lo-chegar-diz-jornalista-venezuelano-apos-ataque-dos-eua.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  54. Miguel José Teixeira

    “EUA prometem aumentar produção de petróleo na Venezuela: qual é o impacto no Brasil e na Petrobras?”
    – Analistas avaliam que a perspectiva de aumento de produção e investimentos em petróleo no país vizinho tende a forçar a estatal brasileira a antecipar o início da exploração na Bacia da Foz do Amazonas.
    (Por Bruno Rosa — Rio, O Globo, 06/01/25)
    . . .
    “Os EUA prometeram aumentar a produção de petróleo na Venezuela, o que pode impactar a Petrobras e o Brasil. Analistas preveem que a estatal brasileira precisará antecipar a exploração na Bacia da Foz do Amazonas devido à competição crescente por investimentos. Com a produção venezuelana potencialmente aumentando, a Petrobras enfrenta desafios de custo e atratividade em um cenário de possível queda de preços.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2026/01/06/eua-prometem-aumentar-producao-de-petroleo-na-venezuela-qual-e-o-impacto-no-brasil-e-na-petrobras.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  55. Miguel José Teixeira

    Folha 105 (059)

    “Boris Fausto rebateu papa e defendeu pluralismo contra fundamentalismos”
    – ‘Ter ou não ter fé são decisões igualmente respeitáveis’, escreveu historiador em 2005.
    – Artigo faz parte de seção que republica colunas de grande repercussão da história da Folha.

    O historiador Boris Fausto (1) contestou a tese da “ditadura do relativismo” defendida pelo cardeal Joseph Ratzinger, então recém-eleito papa Bento 16 (2). Em 2005, Fausto publicou na Folha uma defesa do pluralismo democrático: “Na verdade, dentre as ameaças que rondam o mundo atual não se encontra a chamada ‘ditadura do relativismo’. Encontram-se, sim, as visões fundamentalistas”.

    O texto rebatia a visão de Bento 16 (3), que afirmara estar o mundo “caminhando em direção a uma ditadura do relativismo que não reconhece nada como definitivo”. Fausto citou Leonardo Boff (4), que resumira o problema em uma frase: “Quem tem tanta certeza não pode ter misericórdia”.

    Fausto recorreu a Isaiah Berlin (5) para distinguir relativismo de pluralismo. Enquanto o relativismo encerraria cada juízo em si mesmo, o pluralismo reconhecia “muitos valores fundamentais, alguns incompatíveis entre si”. Defendeu que o pluralismo ocidental era “uma conquista preciosa que se encontra em risco”, baseada em valores como direito à vida, liberdade de expressão e representação política.

    A conclusão era pessoal e reflexiva. “Para quem já viveu muitas e tumultuadas décadas, para quem já teve fé em ideologias que tinham a chave da verdade”, escreveu o historiador, era preciso temperar opiniões sólidas “com uma margem de dúvida”. Parafraseando Boff: “Quem tem tanta certeza de suas convicções não pode entender e respeitar a convicção do outro — condição indispensável da vida democrática”.

    Leia a seguir o texto completo, parte da seção 105 Colunas de Grande Repercussão (6), que relembra crônicas que fizeram história na Folha. A iniciativa integra as comemorações dos 105 anos do jornal, em fevereiro de 2026.

    A ditadura do relativismo (12/5/2005)

    Nos muitos textos e falas do cardeal Joseph Ratzinger encontra-se a defesa de uma fé adulta que resista às ideologias e filosofias permissivas. Em suas palavras, “estamos caminhando em direção a uma ditadura do relativismo que não reconhece nada como definitivo e tem como seu maior valor o ego e os desejos de cada um (…) do marxismo ao liberalismo de livre mercado, até o libertarismo, do coletivismo ao individualismo radical, do ateísmo a uma religião vaga, do agnosticismo ao sincretismo e assim por diante”.

    Ter ou não ter fé são decisões igualmente respeitáveis, sem superioridade de uma em relação à outra.

    Bem sabemos que essa não é a visão de toda a Igreja Católica. As vozes divergentes e as consideradas heréticas conseguiram se expressar na imprensa, sem ter, entretanto, nem de longe a força da tendência conservadora dominante, responsável pela escolha dos dois últimos papas. Para ficar num só e breve exemplo de uma voz crítica vinda do universo religioso, lembro uma frase de Leonardo Boff, no final de uma entrevista, sobre o pensamento do cardeal Ratzinger, que cito de lembrança: “Quem tem tanta certeza não pode ter misericórdia”.

    A visão do mundo monolítica do cardeal tem um problema básico. Está subjacente a ela uma apreciação de que tudo na sociedade contemporânea do ocidente, dos comportamentos individuais às mais variadas formas de pensamento, vem nos conduzindo a uma espécie de caos comportamental e ideológico. O remédio capaz de salvar a sociedade estaria no triunfo das certezas religiosas, ou melhor, de uma determinada certeza religiosa.

    Na verdade, dentre as ameaças que rondam o mundo atual não se encontra a chamada “ditadura do relativismo”. Encontram-se, sim, as visões fundamentalistas, de métodos e matizes variados, mas com alguns traços essenciais comuns. Embora pretendesse distinguir entre o fundamentalismo e a “fé clara”, o cardeal Ratzinger representou uma das mais altas expressões dessa corrente, ainda que convenha, em nome da prudência, esperar pelas palavras e ações de seu pontificado. Seja como for, os riscos atuais estão bem presentes no fundamentalismo religioso americano, cuja mistura indigesta de religião e política tem feito estragos consideráveis. E, mais ainda, eles se encontram no fundamentalismo islâmico, combinado com métodos terroristas, cujo impacto é suficientemente conhecido.

    Convém esclarecer alguns conceitos. No livro “Limites da Utopia” (Companhia das Letras, 1991), Isaiah Berlin faz uma importante distinção entre relativismo e pluralismo. Berlin afirma que o relativismo corresponde a uma doutrina segundo a qual o juízo de um homem ou de um grupo é algo que se encerra em si mesmo, sem nenhum correlato objetivo determinante de sua validade ou exatidão. Já o pluralismo representa outra coisa: a concepção de que no edifício da história humana existem muitas moradas. Existem muitos valores fundamentais, alguns incompatíveis entre si, assumidos por diferentes sociedades em épocas distintas, ou no interior de uma mesma sociedade, por grupos, classes, igrejas, raças ou indivíduos.

    Pluralismo de valores não significa a impossibilidade de avaliar seus conteúdos que não estão, entretanto, estruturados hierática e hierarquicamente à margem da mutação histórica.

    Tendo em conta essa distinção podemos dizer que, se é justo criticar os aspectos relativistas da sociedade contemporânea ocidental, seu pluralismo é uma conquista preciosa que se encontra em risco. Esse pluralismo baseia-se não no abandono, mas na afirmação dos valores, direito à vida, à liberdade de expressão, à representação política, a condições decentes de existência etc. A partir dessa afirmação, abre-se o campo das opiniões não hierarquizadas acerca de regimes políticos, ideologias, comportamentos ou religiões.

    De resto, o mundo da diversidade tem uma riqueza que permite dispensar, para muitas pessoas, o conforto das certezas transcendentais; de tal modo que ter ou não ter fé são decisões igualmente respeitáveis, sem superioridade de uma em relação à outra.

    Vou mais longe, lembrando um ensaio de Albert O. Hirschman, “Opiniões peremptórias e democracia”, que se encontra no livro “Auto-Subversão” (Companhia das Letras, 1996). Hirschman põe em dúvida um postulado de nossa cultura, o de que é muito importante ter opiniões sólidas. Na contracorrente, ele se pergunta se não é o caso de nos abrirmos às opiniões alheias, de valorizar tanto o fato de ter opinião quanto o de ter mente aberta, de combinar o júbilo por ganhar uma discussão com os prazeres de ser bom ouvinte.

    Por último, permitam-me uma reflexão pessoal. Para quem já viveu muitas e tumultuadas décadas, para quem já teve fé em ideologias que tinham a chave da verdade, a observação de Hirschman faz bastante sentido. Não se trata de abandonar as opiniões sólidas, mas de temperá-las com uma margem de dúvida. Parafraseando Boff, quem tem tanta certeza de suas convicções não pode entender e respeitar a convicção do outro, condição indispensável da vida democrática.

    (Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/folha-105-anos/2026/01/boris-fausto-rebateu-papa-e-defendeu-pluralismo-contra-fundamentalismos.shtml)

    (1) https://www1.folha.uol.com.br/poder/2023/04/morre-aos-92-anos-boris-fausto-um-dos-principais-historiadores-do-brasil.shtml
    (2) https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2022/12/morre-o-papa-emerito-bento-16-aos-95-anos.shtml
    (3) https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/papa-bento-16/
    (4) https://m.folha.uol.com.br/mundo/2013/03/1244071-essencia-da-teologia-da-libertacao-foi-defendida-pelo-papa-diz-irmao-de-leonardo-boff.shtml
    (5) https://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq071112.htm
    (6) https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/105-colunas-de-grande-repercussao/

  56. O que é pior: o bolsa família, que distribui migalhas aos menos favorecidos,
    ou o fundo eleitoral, o fundo partidário e as emendas parlamentares, distribuídas sem rastreamento ou prestação de contas?

    Nesse caso, é como ser contra o MST e,
    ao mesmo tempo,
    apoiar o Trump.

  57. Miguel José Teixeira

    Matutando sobre a charge. . .

    A charge ilustra o texto da Circe Cunha e Mamfil – Manoel de Andrade, na imortal coluna Visto, lido e ouvido, criada pelo imortal Ari Cunha, no Correio Braziliense, o qual, transcrevo abaixo, com alguns destaques:

    Há um equívoco recorrente e perigosamente sedutor que atravessa a história econômica de países governados por projetos populistas:

    – a crença de que é possível sustentar o Estado punindo quem produz e

    – premiando, de forma permanente, quem não produz.

    No Brasil contemporâneo, esse erro não apenas se repete como se aprofunda, embalado por um discurso moralizante, que transforma empresários, empreendedores e geradores de emprego em vilões sociais, enquanto eleva a dependência do assistencialismo estatal à condição de virtude política.

    A lógica é simples, ainda que seus defensores insistam em negá-la:

    riqueza não nasce de decreto, nem do discurso, tampouco da redistribuição do que não foi produzido.

    Riqueza nasce do trabalho, do investimento, do risco, da inovação e da produtividade.

    Foge à coerência chamar um partido de trabalhador, quando quem não trabalha é enaltecido.

    Quando o Estado passa a tratar esses vetores como fontes inesgotáveis de arrecadação a serem drenadas, o resultado é previsível e invariavelmente desastroso.

    No Brasil, tributa-se excessivamente quem trabalha, empreende e produz.

    A carga tributária sobre empresas é complexa, cumulativa, instável e, em muitos setores, confiscatória.

    Além dos impostos diretos, há contribuições, taxas, obrigações acessórias e um ambiente regulatório hostil que consome tempo, capital e energia produtiva.

    O empresário brasileiro não compete apenas com seus pares de mercado; compete, sobretudo, com o próprio Estado, que se comporta como sócio voraz, mas ausente nos riscos e ineficiente nas contrapartidas.

    Ao mesmo tempo, assiste-se à expansão contínua de programas assistenciais, benefícios e auxílios que, embora necessários, em contextos emergenciais ou de extrema vulnerabilidade, tornaram-se política permanente, desprovida de portas de saída, contrapartidas, critérios rigorosos e exigências mínimas de reinserção produtiva.

    O resultado não poderia ser outro:

    a criação de economias locais dependentes quase exclusivamente de transferências estatais, onde o trabalho formal desaparece, a mão de obra escasseia e o empreendedorismo definha.

    Não são poucos os municípios brasileiros em que a maior parte da renda circulante provém de programas sociais.

    Nessas localidades, paradoxalmente, falta gente para trabalhar até mesmo em atividades básicas.

    O incentivo econômico é claro:

    – trabalhar significa perder benefícios;

    – ter carteira assinada passa a ser um risco quando não trabalhar garante renda estável, ainda que baixa e sem exigências ou responsabilidades.

    Quando o Estado estrutura esse tipo de escolha racional, não se trata mais de assistência social, mas de engenharia de desincentivo ao trabalho.

    Esse modelo gera uma distorção profunda no tecido social.

    O trabalhador produtivo passa a sustentar, por meio de impostos elevados, um sistema que o penaliza.

    O empresário vê seu esforço convertido em arrecadação crescente, sem retorno em infraestrutura, segurança jurídica ou serviços públicos de qualidade.

    O investidor, nacional ou estrangeiro, percebe rapidamente que o ambiente é hostil ao capital produtivo e procura alternativas em economias mais previsíveis e menos punitivas.

    Capital não tem ideologia; tem destino e ele foge de onde é maltratado.

    A retórica oficial costuma justificar essa política afirmando que empresas que produzem bens essenciais ou que obtêm “lucros extraordinários” devem pagar mais. Trata-se de uma visão simplista, quase infantil, da dinâmica econômica. Empresas que produzem em larga escala, que são eficientes e lucrativas, não são, em absoluto, um problema são um ativo estratégico da economia. São elas que sustentam cadeias produtivas inteiras, geram empregos diretos e indiretos, pagam salários, financiam inovação e ampliam a base arrecadatória no longo prazo.

    Punir essas empresas com tributação excessiva equivale a serrar o galho sobre o qual o próprio Estado está sentado.

    Lucro não é crime; é sinal de eficiência. Quando o lucro é demonizado, o investimento recua, a produção diminui, os preços sobem e o desemprego cresce.

    O efeito final é exatamente o oposto daquele prometido pelo discurso populista: menos arrecadação, mais pobreza e maior dependência do assistencialismo.

    Governos irresponsáveis costumam ignorar esse ciclo porque ele não se manifesta de imediato.

    No curto prazo, elevar impostos e ampliar benefícios gera popularidade, sensação de justiça social e alívio momentâneo para parcelas da população.

    No médio e longo prazo, porém, o custo aparece de forma inexorável: estagnação econômica, fuga de capitais, informalidade crescente, deterioração fiscal e colapso dos serviços públicos.

    A história econômica mundial está repleta de exemplos. Países que trilharam esse caminho da Venezuela à Argentina, passando por diversas experiências africanas e latino-americanas terminaram com economias fragilizadas, moedas desvalorizadas, inflação crônica e sociedades dependentes de um Estado falido.

    O Brasil ainda tem tempo de corrigir a rota. Isso exige coragem política para dizer o óbvio:

    – não há justiça social sem crescimento econômico;

    – não há crescimento sem investimento;

    – não há investimento sem respeito a quem produz.

    Tributar de forma racional, simplificar o sistema, incentivar o trabalho e transformar o assistencialismo em ponte e não em destino são medidas urgentes, não ideológicas.

    Ignorar essa realidade pode render aplausos no presente, mas custará caro no futuro.

    E o futuro, ao contrário do discurso, não perdoa populismos nem irresponsabilidades.

    A frase que foi pronunciada:
    “A única coisa que você não pode reciclar é o tempo perdido.”
    (Taiichi Ohno*)

    (Fonte: https://blogs.correiobraziliense.com.br/aricunha/quando-produzir-vira-um-mau-negocio/)

    (*) https://pt.wikipedia.org/wiki/Taiichi_Ohno
    (*) https://grokipedia.com/page/Taiichi_Ohno

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