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ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CCCCVII

Cláudio de Oliveira, no jornal Folha de S. Paulo, mais uma vez, com o traço simples e claro foi no alvo. Sobra grana para populismo eleitoral. Mas, falta verba para as obrigações do governo, como aquisição do livro didático

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51 comentários em “ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CCCCVII”

  1. Miguel José Teixeira

    Li, gostei & repliquei!

    “A beleza é a soma das partes atuando juntas,
    de tal forma que,
    nada precisa ser acrescentado, tirado ou alterado!”

  2. Miguel José Teixeira

    “China pede para atracar navio no Brasil e causa impasse diplomático”
    – Embarcação faz parte da missão humanitária internacional Harmony 2025, que deve visitar 12 países ao longo de 220 dias…
    (Thayz Guimarães, Poder360, 01/11/25)

    A Embaixada da China no Brasil pediu autorização para que o navio hospitalar Ark Silk Road, da Marinha do EPL (Exército Popular de Libertação), atraque no Porto do Rio de Janeiro (RJ) de 6 a 13 de janeiro de 2026. O pedido, encaminhado ao Ministério das Relações Exteriores por meio de nota verbal (*), datada de 15 de setembro de 2025, provocou mal-estar interno no Itamaraty e na Marinha, segundo fontes ouvidas pelo Poder360.

    O navio viaja desde setembro em uma missão humanitária internacional lançada pela China, a Harmony Mission 2025 (Missão Harmonia 2025, em tradução literal). Contudo, o documento diplomático, obtido pela reportagem, não menciona o motivo da ancoragem. O texto limita-se a informar que “não está prevista a realização de atividades de pesquisa em águas jurisdicionais brasileiras ou a utilização de equipamentos rádio transmissores”.

    EXPANSÃO GLOBAL CHINESA
    A Harmony Mission 2025 é a primeira desse tipo conduzida pela China fora de sua área regional, com duração prevista de 220 dias e visitas a 12 países.

    Segundo informações oficiais, o Ark Silk Road (Arca da Rota da Seda) já passou por Nauru, Fiji e Tonga e deve visitar ainda México, Jamaica, Barbados, Brasil, Peru, Chile e Papua-Nova Guiné.
    . . .
    +em: https://www.poder360.com.br/poder-internacional/china-pede-para-atracar-navio-no-brasil-e-causa-impasse-diplomatico/

    (*) é um documento escrito formal na terceira pessoa, usado por diplomatas para se comunicarem oficialmente com outras missões diplomáticas ou com o Ministério das Relações Exteriores do país anfitrião.

  3. Miguel José Teixeira

    . . .e. . .quem não?

    “Espero que Brasil tenha presidente reformista em breve, diz Campos Neto”
    – Ex-presidente do BC fez a declaração ao elogiar o governo de Michel Temer; economista também voltou a afirmar que fintechs pagam mais impostos que os bancos tradicionais.
    (Rafael Barbosa, Poder360, 31/10/25)

    O ex-presidente do Banco Central e chefe global de Políticas Públicas do Nubank, Roberto Campos Neto, disse esperar que “em breve” o Brasil tenha um presidente reformista como foi o ex-chefe do Executivo Michel Temer (MDB).

    Campos Neto não citou nominalmente a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas defendeu um governo que “tenha coragem de fazer” as mudanças necessárias.
    . . .
    +em: https://www.poder360.com.br/poder-economia/espero-que-brasil-tenha-presidente-reformista-em-breve-diz-campos-neto/

  4. Miguel José Teixeira

    “Grokipedia de Musk e Wikipedia são criticadas sobre viés político”
    – Nova plataforma de Musk rivaliza com a Wikipedia, mas enfrenta críticas de favorecer direita e usar de textos da concorrente.
    (Poder360, 01/11/25)

    A nova enciclopédia on-line Grokipedia, lançada na 2ª feira (27.out.2025) e desenvolvida pela empresa xAI, sob liderança de Elon Musk, surgiu com a proposta de oferecer aquilo que seu idealizador chamou de “a verdade, toda a verdade e nada além da verdade”, como alternativa à tradicional Wikipedia. No entanto, diversos veículos apontaram que a Grokipedia estaria reproduzindo narrativas consideradas conservadoras ou de direita.

    Musk anunciou publicamente que a nova plataforma é “uma melhoria massiva em relação à Wikipedia”. Segundo ele, o site tradicional é “controlado por ativistas de extrema-esquerda” e adota uma agenda “woke”. E que a Grokipedia, por sua vez, opera com artigos produzidos e verificados por um modelo de IA (“Grok”), e não permite edição aberta por voluntários, como acontece na Wikipedia.
    . . .
    +em: https://www.poder360.com.br/poder-internacional/grokipedia-de-musk-e-wikipedia-sao-criticadas-sobre-vies-politico/

    (*) https://grokipedia.com/
    (**) https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal

  5. Miguel José Teixeira

    Não deu “química”!

    “3 a cada 4 menções a Lula sobre operação no Rio são negativas”
    – Levantamento mostra predomínio de críticas ao presidente em publicações nas redes sobre ação policial no Estado; direita no Congresso pretende manter o tema em evidência…
    (Guilherme Waltenberg, Poder360, 01/11/25)

    A reação digital à operação policial realizada no Rio nos complexos da Penha e do Alemão foi amplamente negativa ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo levantamento feito pelo software Brandwatch, 69% das menções ao petista sobre o episódio tiveram tom desfavorável e só 23% foram positivas. Outras 8% foram neutras. A amostra analisou 306.370 menções, com potencial de alcance de 510,97 milhões de visualizações.

    O levantamento feito pela Brandwatch analisou publicações em redes sociais e sites de notícias de 28 a 30 de outubro de 2025. O filtro de busca incluiu menções a “Lula” ou “@lulaoficial” associadas a termos como: “Rio de Janeiro”, “megaoperação”, “Castro”, “Lewandowski”, “governadores”, “emergencial” e “guerra civil”.
    . . .
    +em: https://www.poder360.com.br/poder-governo/3-a-cada-4-mencoes-a-lula-sobre-operacao-no-rio-sao-negativas/

  6. Miguel José Teixeira

    “Discriminação”

    Quando soube que foram sacados R$20 mil (o menor valor de todos) para o deputado Professor Luizinho (PT-SP), na boca do caixa do mensalão, escândalo de corrupção do primeiro governo Lula cujas cifras atingiam facilmente dezenas e centenas de milhões, o senador José Jorge (PFL-PE) ironizou:
    – “⁠Professor é discriminado até nisso…”

    (Poder sem pudor, coluna CH, DP, 01/11/25)

  7. Miguel José Teixeira

    “O povo aprova”
    Pesquisa AtlasIntel sepulta falácias lacradoras sobre a operação contra criminosos da pior espécie, no Rio: quase 88% dos moradores das favelas cariocas aplaudiram a ação da polícia militar.
    (Coluna CH, DP, 01/11/25)

    1. Nas redações da maioria dos grandes veículos de comunicação, no mundo acadêmico, nas instituições e ONGs dos Direitos Humanos, ete tipo de pesquisa é falsa, arranjada e produzida em redutos da direita radical. A voz do povo, sufocado, expoliado e martirizado pelos crueis bandidos, mesmo que em silenciosa pesquisas é desqualificada por gente sabida, que sabe que há um munjdo real, mas que precisa de corretivos para aceitear a dominação ideológica. Quem respondeu as pesquisas só querem sossego, um emprego, renda e até aceita pagar impostos para ser feliz, e não a taxa do medo e restrições de falar ou do ir e vir

  8. Miguel José Teixeira

    “. . .Agora lacrando na favela, Benedita da Silva (PT) fez um governo em que a letalidade policial no Rio disparou de 592 (2001) para 900 em 2002.”. . .

    “Polícias de Estados governados pela esquerda são as mais letais do Brasil”
    (Cláudio Humberto, Coluna CH, DP, 01/11/25)

    Não é no Rio de Janeiro, mas na Bahia, que há 18 anos tem o PT no comando do governo, onde está a polícia mais letal do País, considerando números absolutos da recente edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2025). Foram 1.556 mortes em 2024, uma taxa de 10,5 a cada 100 mil habitantes. São mais do que o dobro dos 703 registrados pela polícia fluminense no mesmo período, com taxa de 4,1.

    Números vergonhosos
    A Bahia de Jerônimo Rodrigues (PT) teve número ainda pior na edição anterior do anuário: foram 1.700 mortes, 11,5 em cada 100 mil.

    DNA vermelho
    O Amapá de Clécio Luís, hoje no Solidariedade, ex-Rede, ex-Psol e ex-PT, lidera a letalidade 17,1 ou 137 em números absolutos.

    Acima da média
    Os dois Estados têm índices bem piores do que o registrado na média nacional, com taxa em 2,9 para cada 100 mil habitantes.

    Dados oficiais
    Agora lacrando na favela, Benedita da Silva (PT) fez um governo em que a letalidade policial no Rio disparou de 592 (2001) para 900 em 2002.

    (Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/policias-de-estados-governados-pela-esquerda-sao-as-mais-letais-do-brasil)

  9. Miguel José Teixeira

    Suprema dúvida!

    “O supremo Gilmar Mendes está intrigado e quer saber o que de errado temos feito. Não a Tixa, darling. Nós, no caso, são eles. E o momento filosófico é por conta da megaoperação da semana no Rio, com 120 mortos. Gilmar é destemido. Já pensou se alguém responde?”
    (TixaNews/UOL)

    1. A pergunta, onde erramos é boa, partindo de quem partiu. Basta olhar para o que se faz nas audiências de custódias, mas principalmente, para as decisões monocráticas dos plantões tribunais de segundo e terceiro graus, libertando, sob os mais infaustos argumentos jurídicos e alguns deles expressos contra a lei, bandidos crueis, reincidentes ou chefes do crime organizado e endinheirados. O CNJ pode compilar e ele mesmo divulgar à sociedade.

  10. Miguel José Teixeira

    E. . .quem financia o crime organizado, taxadd?

    “Se não chegar na gerência, na diretoria, nos CEOs, o dinheiro vai voltar a abastecer o crime organizado […] A gente tem falado muito para os governadores que, além da questão territorial, além de cumprir o mandado de prisão, tudo isso é importante, mas se não asfixiar o financiamento do crime organizado, não vai dar certo. Nós temos que entrar por cima, combatendo e asfixiando o financiamento do crime organizado”,
    (Fernando Haddad, ninistrim da Fazenda, setgundo O Antagonisa, hoje)

  11. Miguel José Teixeira

    “Purgatório da beleza e do caos”
    – Dominação de territórios se espalha e ameaça a soberania do país sob olhar atordoado do Estado.
    – Matanças como a de 28 de outubro, dia de São Judas, um dos mais cultuados no Rio, retratam a falência do método.
    (Dora Kramer, FSP, 31/10/25)

    Com toda certeza o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, um homem de alto saber jurídico, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, não sabe o que é o dia a dia das pessoas numa favela do Rio de Janeiro ou comunidades desassistidas país afora.

    Pobre de origem, o presidente Luiz Inácio da Silva, cujas agruras da infância pertencem a outro tempo, também não. A quase totalidade de deputados e senadores tampouco sabe o que é viver refém do crime na porta de casa.

    Governadores e prefeitos convivem mais de perto com a tragédia da criminalidade que se espalha pelo Brasil, mas talvez não tenham tempo nem disposição para vivenciar o cotidiano dos cidadãos sitiados em territórios dominados. Ainda que tivessem a atenção necessária, não poderiam sozinhos dar conta do problema com suas polícias.

    Uma vez fui ao complexo da Maré, zona norte do Rio, para conversar com estudantes de segundo grau sobre os anseios profissionais deles. Saindo, pedi para conhecer a comunidade, subir um pouco o morro. Não pude ir porque ouvi, chocada com a naturalidade do aviso, que depois das 18h era proibida a circulação de “estranhos”.

    Não preciso dizer quem eram os donos do pedaço que ditavam a regra. Um pequeno e até suave exemplo da dominação frente à ameaça permanente de violência em que vivem famílias obrigadas a pagar ao crime os serviços que na zona sul pagamos ao Estado, substituído naquelas áreas pela força do fuzil. Ela é a lei que ainda impõe aos dominados a regra do silêncio.

    A matança que se viu nesta semana no Alemão e na Penha é evidência trágica da falência dos métodos de combate a uma situação que não surgiu da noite para o dia nem nasceu por geração espontânea.

    Há 42 anos o Rio vem se tornando, no verso preciso de Fernanda Abreu, o “purgatório da beleza e do caos”. Cartão postal de maravilhas, de inovações culturais, mas também da desgraça que se espalha até a Amazônia num país cuja soberania é solapada pelas facções criminosas, sob o olhar atordoado do Estado.

    (Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/dora-kramer/2025/10/purgatorio-da-beleza-e-do-caos.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newscolunista&utm_source=sfmc&utm_term=&utm_content=212194&utm_id=4a259e17-c650-436e-8dac-b150e43b654b&sfmc_id=9973049&sfmc_activityid=e7993fce-bdff-4858-9102-56c80291c1e4&utm_medium=email)

  12. Miguel José Teixeira

    “Crusoé: Soberania relativa” (1)
    – Como a guerra no Rio escancara domínio territorial do crime organizado. E mais: Lula à deriva e Caminho livre para o libertário
    (Redação O Antagonista, 31/10/25)

    A megaoperação Contenção, realizada na terça, 28, pelas polícias civil e militar do Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho (CV) nos complexos da Penha e Alemão, na Zona Norte, revelou algumas verdades sobre o crime.

    Somente no Rio de Janeiro, cerca de 4 milhões de pessoas vivem atrás de barricadas erguidas pelo crime organizado, que dita a elas quais serviços de internet podem comprar e que horas podem sair de casa.

    Nessas áreas, a prática da tortura é comum. Provas usadas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro para embasar a operação incluíam um vídeo em que um homem é arrasado por um carro, amordaçado e algemado, para confessar uma delação a um grupo rival do Comando Vermelho.

    A população vive sob um terror constante.

    Esses moradores não gostam quando a polícia faz operações, mas eles são ainda mais desgostosos com os criminosos que mandam em suas vidas e transformam seus bairros em campos de batalha.

    Uma derrota definitiva das facções permitiria que os moradores dessas regiões recuperassem o status de cidadãos, voltando a gozar dos direitos imprescindíveis para viver em uma democracia.

    Em vez de o presidente Lula (PT) pregar a defesa da “soberania nacional” diante de países estrangeiros, ganharia mais se ajudasse os governos estaduais a conquistar os territórios dominados pelos criminosos, que implantaram vários Estados paralelos pelo país, dizem Alexandre Borges e João Pedro Farah em “Soberania relativa”, (1) a reportagem de capa da edição desta semana de Crusoé.

    Outros destaques de Crusoé
    Na matéria “Lula à deriva”, (2) Guilherme Resck conta que o presidente Lula (PT) tenta se esquivar da crise no Rio de Janeiro, aparentando não saber o que fazer sobre segurança pública.

    No Congresso, há resistência tanto para a PEC da Segurança Pública, quanto para o chamado “projeto de lei antifacção”, as apostas do petista para o tema.

    Em “Caminho livre para o libertário”, (3) João Pedro Farah e José Inácio Pilar falam sobre a vitória da coalizão La Libertad Avanza, do presidente Javier Milei, nas eleições legislativas argentinas.

    O resultado fortalece o presidente, facilita a continuação de suas reformas e ainda pode catapultá-lo para uma reeleição presidencial, em 2027.

    Colunistas
    Privilegiando o assinante de O Antagonista+Crusoé, que apoia o jornalismo independente, também reunimos nosso timaço de colunistas.

    Nesta edição, escrevem Leonardo Barreto (Um presidente inseguro) (4), Dennys Xavier (A cidade sitiada) (5), Gustavo Nogy (Se eu tivesse certezas, eu as venderia) (6) e Rodolfo Borges (Por que pessoas boas defendem juiz ruim?) (7).

    Assine Crusoé e apoie o jornalismo independente (8).

    (Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/crusoe-soberania-relativa/

    (1) +em: https://crusoe.com.br/noticias/soberania-relativa/

    (2) +em: https://crusoe.com.br/noticias/lula-a-deriva/

    (3) +em: https://crusoe.com.br/noticias/caminho-livre-para-o-libertario/

    (4) +em: https://crusoe.com.br/noticias/um-presidente-inseguro/

    (5) +em: https://crusoe.com.br/noticias/a-cidade-sitiada/

    (6) +em: https://crusoe.com.br/noticias/se-eu-tivesse-certezas-eu-as-venderia/

    (7) +em: https://crusoe.com.br/noticias/por-que-pessoas-boas-defendem-juiz-ruim/

    (8) +em: https://crusoe.com.br/

  13. Miguel José Teixeira

    “Para ler”
    (Luana Franzão, Mercado, FSP, 31/10/25)

    “A máquina que pensa”
    Stephen Witt. Intrínseca. 272 páginas.

    “Esta é a história de como uma empresa de nicho que vendia hardware para games e se tornou a companhia mais valiosa do mundo.”

    É assim que começa o livro onde o jornalista Stephen Witt relata a trajetória de Jensen Huang (1), CEO da Nvidia. A companhia se tornou a primeira empresa a bater os US$ 5 trilhões em valor de mercado (2) na quarta-feira.

    Huang definiu o futuro da companhia ao apostar tudo na inteligência artificial, na opinião do autor. Ele o fez quando a tecnologia ainda não era o assunto do Vale do Silício, na década de 2010. Hoje, a empresa é referência em semicondutores para IA (3).

    O biógrafo, Stephen Witt, toca em um ponto da história de Jensen Huang. Ele nasceu em Taiwan, imigrou para os Estados Unidos aos 10 anos e construiu sua fortuna no país ocidental (4).

    O desejo do empresário de levar a empresa para o mercado chinês (5) mexeu com as relações comerciais entre China e Estados Unidos. De um lado, os chineses gostariam de consumir os produtos da Nvidia, mas desenvolvem itens concorrentes (6). Do outro, os americanos não querem oferecer insumos que facilitem o caminho dos oponentes (7).

    Na perspectiva de Witt, Huang é uma figura que espelha os conflitos de seu tempo: enquanto é usado símbolo do progresso dos EUA, não esconde a identificação com a cultura natal.

    “Nunca se deixa de ser imigrante. Sempre serei chinês”, disse o CEO a seu biógrafo.

    [+] O editor do Painel das Letras, da Folha, Walter Porto (8) leu e comentou o livro. Clique no vídeo abaixo para ver a resenha (9).

    (TRPCE)

    (1) +em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/10/medo-da-falencia-assombra-fundador-da-nvidia-e-ajuda-a-explicar-sucesso-da-empresa-mais-valiosa-do-mundo.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    (2) +em: https://www1.folha.uol.com.br/amp/mercado/2025/10/nvidia-se-torna-primeira-empresa-a-ultrapassar-us-5-trilhoes-em-valor-de-mercado.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    (3) +em: https://www1.folha.uol.com.br/tec/2025/08/ceo-da-nvidia-diz-que-boom-da-ia-esta-longe-de-terminar.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    (4) +em: https://www1.folha.uol.com.br/amp/mercado/2025/10/nvidia-vai-construir-supercomputadores-de-ia-para-o-departamento-de-energia-dos-eua.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    (5) +em: https://www1.folha.uol.com.br/tec/2025/09/china-proibe-empresas-de-tecnologia-de-comprar-chips-de-ia-da-nvidia.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    (6) +em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/10/empresa-movimenta-bilhoes-e-levanta-suspeitas-de-contrabando-de-chips-da-nvidia-para-a-china.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado%5D

    (7) +em: https://www1.folha.uol.com.br/tec/2025/04/camara-dos-eua-investiga-se-deepseek-usou-chips-restritos-da-nvidia.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    (8) +em: https://www1.folha.uol.com.br/tv/2025/10/livro-conta-a-historia-da-nvidia-e-como-surgiu-a-inteligencia-artificial.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    (9) +em: https://youtu.be/xQBRMaP6oyA

  14. Miguel José Teixeira

    “Pacabá di arrematá!”

    “Os seis governadores de direita (note que eles nem falam mais em Bolsonaro) aproveitaram a operação mata-mata no Rio para lançar o bonde do “bandido bom é bandido morto”, com nome fantasia de Consórcio da Paz. Paz se faz usando armas, segundo esses governadores. Se ontem foi o Boulos que lançou a campanha da favela x Faria Lima, hoje foram os governadores de direita (sem Bolsonaro) que usaram a guerra trágica da violência no Rio para lançar seu próprio consórcio eleitoral. Se você não se ligou ainda, se liga, que as eleições de 2026 já estão na rua.”
    (TixaNews/UOL)

  15. Miguel José Teixeira

    A verdade nua e crua:
    nesse tardio combate ao CriOrg,
    ninguem está preocupado com
    o bem estar dos burros de cargas/eleitores! (4)

    “Lula adota retranca na segurança”
    – Temor do entorno do presidente com o tema pauta resposta contraditória e, para alguns, omissa à operação que resultou em 121 mortes no Rio.
    (Por Vera Magalhães, O Globo, 31/10/25)
    . . .
    “O governo Lula adota cautela na segurança pública após a operação policial no Rio que resultou em 121 mortes, refletindo a sensibilidade do tema para a campanha de 2024. A violência é a maior preocupação dos brasileiros, e a avaliação negativa do governo no tema se destaca. Lula evita declarações contundentes, buscando evitar crises políticas. A operação no Rio fortaleceu a direita e desafia a estratégia de recuperação de Lula.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/blogs/vera-magalhaes/coluna/2025/10/lula-adota-retranca-na-seguranca.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

    1. Realmente, e bem observado por você em “a verdade nua e crua neste tardio combate ao CriOrg, ninguém está preocupado com o bem estar dos burros de cargas/eleitores!”…

  16. Miguel José Teixeira

    A verdade nua e crua:
    nesse tardio combate ao CriOrg,
    ninguem está preocupado com
    o bem estar dos burros de cargas/eleitores! (3)

    “Direita aplaude Castro e aposta em marketing da matança para 2026”
    – Depois de elogiar ação com 121 mortos, governadores bolsonaristas anunciam “Consórcio da Paz”.
    (Por Bernardo Mello Franco, O Globo, 31/10/25)
    . . .
    “Governadores de direita, incluindo Romeu Zema e Ronaldo Caiado, elogiam ação policial no Rio que resultou em 121 mortes, classificada como “sucesso” e “divisor de águas”. Cláudio Castro, governador do Rio, anunciou o “Consórcio da Paz”, com apoio de opositores. Zema e Caiado, pré-candidatos ao Planalto, utilizam o discurso linha-dura para ganhar apoio, apostando na preocupação dos brasileiros com a violência.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/blogs/bernardo-mello-franco/coluna/2025/10/direita-aplaude-castro-e-aposta-em-marketing-da-matanca-para-2026.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  17. Miguel José Teixeira

    “Brasil vive momento Bukele”
    – Direitos humanos também são violados pela ação violenta e cotidiana dos bandidos.
    (Pablo Ortellado, O Globo, 31/10/25)
    . . .
    “O Brasil enfrenta um dilema de segurança pública similar ao de El Salvador sob Bukele, que adotou medidas duras contra gangues. No Rio, a ação policial violenta e o apoio popular levantam a questão: é necessário flexibilizar o Estado de Direito para conter o crime? Com a segurança pública em colapso, o desafio é equilibrar direitos humanos e o uso de força letal, evitando o caminho de regimes autoritários.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/opiniao/pablo-ortellado/coluna/2025/10/brasil-vive-momento-bukele.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  18. Miguel José Teixeira

    Estou à espera de cotas para filhos de Gasparenses & Ilhotenses!

    “Entenda como funcionará a cota para pessoas trans na UFRJ, maior universidade federal do Brasil”
    – Maior universidade federal do país vai reservar 2% das vagas para esse público já em 2026.
    (Por Bruno Alfano e Thayná Rodrigues — Rio de Janeiro, O Globo, 31/10/25)
    . . .
    “A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) implementará, a partir de 2026, cotas de 2% para pessoas trans e travestis. Aprovada pelo Conselho Universitário, a medida visa inclusão, mas enfrenta desafios pela vulnerabilidade socioeconômica do grupo. A iniciativa, apoiada por movimentos sociais, representa um marco de responsabilidade e compromisso com a educação pública.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/brasil/educacao/noticia/2025/10/31/entenda-como-funcionara-a-cota-para-pessoas-trans-na-ufrj-maior-universidade-federal-do-brasil.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  19. Miguel José Teixeira

    Tentando reverter o resultado da COP do 7 a 1!

    “Nova queda no desmatamento da Amazônia vira carta na manga do governo às vésperas da COP30”
    – Possibilidade de focar na preservação da floresta é vista como um trunfo para o Planalto.
    (Por Rafael Garcia — São Paulo, O Globo, 31/10/25)
    . . .
    “Às vésperas da COP30, o governo brasileiro recebeu a notícia de uma redução de 11% no desmatamento da Amazônia entre 2024 e 2025. Essa queda é vista como um trunfo para o Planalto, apesar das críticas por exploração de petróleo na região. Os dados foram divulgados pelo Inpe e destacam a menor taxa em 11 anos. A ministra Marina Silva celebra o feito, que se deve a ações de fiscalização intensificadas e parcerias locais. A COP30, em Belém, será uma oportunidade para reforçar compromissos climáticos.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/brasil/cop-30-amazonia/noticia/2025/10/31/nova-queda-no-desmatamento-da-amazonia-vira-carta-na-manga-do-governo-as-vesperas-da-cop30.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  20. Miguel José Teixeira

    A verdade nua e crua:
    nesse tardio combate ao CriOrg,
    ninguem está preocupado com
    o bem estar dos burros de cargas/eleitores! (2)

    “Do papel da PF aos ajustes do relator: oito pontos para entender a PEC da Segurança”
    – Proposta defendida pela gestão Lula propõe ampliar atuação federal na área.
    (Por Eduardo Gonçalves — Brasília, O Globo, 31/10/25)
    . . .
    “A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, defendida pelo governo Lula, visa ampliar o papel federal na segurança pública, coordenando políticas com estados. Após uma operação policial letal no Rio, a PEC tornou-se foco de discussões. O relator Mendonça Filho sugere mudanças, como descentralização e novas prerrogativas para a Receita Federal. A PEC ainda enfrenta resistências e deve ser votada em dezembro.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2025/10/31/do-papel-da-pf-aos-ajustes-do-relator-oito-pontos-para-entender-a-pec-da-seguranca.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

    Na gloBBBo, o comentarista Gerson Camarotti acabou de pronunciar a frase mágica:
    “Não adianta combater o crime organizado de forma desorganizada”!

  21. Miguel José Teixeira

    A verdade nua e crua:
    nesse tardio combate ao CriOrg,
    ninguem está preocupado com
    o bem estar dos burros de cargas/eleitores!

    “Oposição mira em CPI e equiparação de facções a terroristas, e Planalto teme desgaste”
    – Gestão petista aposta na PEC da Segurança Pública, cuja votação deve ocorrer em comissão em dezembro.
    (Por Lauriberto Pompeu, Luísa Marzullo, Jeniffer Gularte, Lucas Altino e Gabriel Sabóia — Brasília e Rio, O Globo, 31/10/25)
    . . .
    “A crise de segurança no Rio impulsiona ações no Congresso, preocupando o governo Lula. No Senado, a CPI do Crime Organizado, com maioria oposicionista, será instalada. Na Câmara, um projeto que equipara facções a terroristas avança. O Planalto aposta na PEC da Segurança e no pacote “antifacção”. Especialistas alertam para riscos de militarização e soberania. A tensão política se intensifica.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2025/10/31/oposicao-mira-em-cpi-e-equiparacao-de-faccoes-a-terroristas-e-planalto-teme-desgaste.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  22. Miguel José Teixeira

    Milagre de San Gennaro?

    Parabéns à equipe do Palmeiras e sua torcida!
    Fazia dezenas de centenas de 90 minutos que não via um time brasileiro em campo, com a garra alvi verde de ontem, contra a LDU!
    No clássico brasileiro em Lima, que vença o melhor!
    Dizem as más línguas que. . .
    o técnico brasileiro que dirige a LDU disse após o jogo:
    “Yo no creo em brujas, pero que las hay, las hay”

  23. Miguel José Teixeira

    “Respostas”
    (Camila Mattoso, Brasília Hoje, FSP, 30/10/25)

    A crise de segurança do Rio de Janeiro tomou conta da agenda do presidente Lula (PT) e mobilizou o Palácio do Planalto para construção de respostas (*) na tentativa de evitar desgastes ao governo. A principal aposta é dar celeridade para o envio ao Congresso do projeto de lei chamado de antifacção, para atualizar a Lei das Organizações Criminosas e outras normas.

    Há expectativa de que isso seja feito já nesta sexta (31). A proposta foi enviada pelo Ministério da Justiça à Casa Civil há dez dias.

    Apesar de a segurança pública ser de competência dos estados, há uma avaliação de que essa crise pode afetar a imagem da gestão petista, que vinha em uma maré positiva nas últimas semanas. A oposição tem acusado o governo federal de não apresentar ações robustas para a área.

    Uma das estratégias do Executivo tem sido pressionar o Congresso a dar andamento às matérias do tema, a exemplo da PEC de Segurança Pública, em análise em comissão especial. Em outra frente, a Comunicação da Presidência divulgou peça publicitária criticando a operação, com queixas indiretas ao governo estadual e defendendo a aprovação da PEC.

    (*) +em: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2025/10/crise-de-seguranca-no-rj-mobiliza-planalto-e-lula-pressiona-por-projeto-antifaccao.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb

    Saiba mais sobre o tema em três links:

    A crítica de Castro
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/10/governo-lula-evita-embate-politico-com-castro-e-cobra-congresso-apos-mortes-no-rj.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb

    A mudança de tom de Lula
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2025/10/lula-quebra-silencio-sobre-rio-e-fala-em-trabalho-coordenado-para-atingir-a-espinha-dorsal-do-trafico.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb

    O anúncio conjunto
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2025/10/governos-do-rio-e-federal-anunciam-escritorio-conjunto-de-combate-ao-crime.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb

    “Mapa do poder”
    – O que acontece nos poderes em Brasília e você precisa saber

    1 – A Câmara deve votar na próxima semana o aumento da licença-paternidade, com gastos custeados pelo Tesouro Nacional. A proposta é elevar o benefício após o nascimento do filho para dez dias a partir de 2027. A cada ano serão acrescidos cinco dias de licença, até chegar a 30 dias a partir de 2031.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/10/camara-deve-votar-na-proxima-semana-aumento-gradual-da-licenca-paternidade.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb

    2 – Alexandre de Moraes, do STF, determinou o início da pena do tenente-coronel Mauro Cid, condenado a dois anos de reclusão, em regime aberto, pela participação na trama golpista de 2022. O militar deve participar de uma audiência na corte na segunda-feira (3). Logo depois, será autorizado a retirar a tornozeleira eletrônica —usada pelo militar desde setembro de 2023.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/10/moraes-determina-cumprimento-de-pena-de-cid-e-retirada-de-tornozeleira.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb

    3 – O governador do Pará, Helder Barbalho, disse à Folha ter enviado um pedido ao governo federal para um decreto de GLO (Garantia da Lei e da Ordem) em áreas de Belém, no Pará, durante a COP30. A medida deverá ser oficializada por Lula nos próximos dias. O evento ocorre de 10 a 21 de novembro, e será precedido por um encontro de líderes mundiais, nos dias 6 e 7.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2025/10/governo-lula-deve-decretar-glo-em-belem-durante-cop30.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb

    Na Esplanada… A taxa de desmatamento na Amazônia Legal atingiu o terceiro menor patamar da série histórica (desde 1988), uma redução de 11% com relação ao ciclo anterior. A sequência de quedas na destruição da floresta representa trunfo do governo Lula para a COP30.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2025/10/amazonia-registra-3o-menor-desmatamento-da-historia.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb

    (TRPCE)

  24. Miguel José Teixeira

    O arqui-inimigo (*) do casal 13, “lindinho da dilmaracutaia” & “lambisgóia das araucárias”:

    “Um petista a favor do enfrentamento ao Comando Vermelho?”
    – Prefeito de Maricá e vice-presidente do PT, Washington Quaquá diz que “ninguém enfrenta fuzil com beijinhos”.

    Prefeito de Maricá (RJ) e vice-presidente nacional do PT, Washington Quaquá publicou um vídeo com críticas à Operação Contenção, que resultou na morte de mais de 120 pessoas no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Mas suas ressalvas à megaoperação são diferentes das dos colegas de partido.

    “Ninguém enfrenta fuzil com beijinhos. O senhor enfrenta fuzil dando tiro em quem está com fuzil. Então, quem morreu no meio da mata portando fuzil morreu numa guerra”, diz o petista no vídeo postado em seu perfil no Instagram (**).

    “Infelizmente, a guerra podia ter sido mais bem planejada, podia ter sido feita uma ação com muito mais planejamento, fechando o morro, indo sufocando aos poucos o morro até conquistar, dominar o território. Agora, o mais importante, o território não pode ser um território de guerra. Território que tem que tem que ter urbanização, tem que ter cultura”, segue o prefeito.

    O vídeo foi acompanhado pelo seguinte comentário no Instagram:

    “Minha opinião sobre a operação de ontem no Rio. Precisamos unir Estado, Governo Federal, Municípios, STF, Legislativo e todos nesse combate, ou vamos continuar enxugando gelo. O território tem que ser retomado, as pessoas têm que ser libertadas dos fuzis, mas não adianta operação dia sim, dia também, sozinha, sem mais nada.

    Quero também prestar minha solidariedade às famílias dos policiais mortos na operação. verdadeiros herois que tombaram em combate contra o crime organizado, e a toda população decente e trabalhadora do Complexo da Penha, as maiores vítimas dessa violência que precisa ter um fim.”

    Governo Lula
    A abordagem de Quaquá é bem distinta da do governo Lula e de seus colegas de PT. O presidente se limitou a postar um texto milimetricamente calculado para interromper seu constrangedor silêncio sem causar mais estragos, enquanto seus ministros semeiam dúvidas sobre a qualidade e legitimidade da operação.

    Guilherme Boulos pediu um minuto de silêncio “por todas as vítimas dessa operação do Rio de Janeiro” durante a cerimônia de sua posse como ministro da Secretaria_Geral da Presidência.

    O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, falou em “operação extremamente cruenta” e atuou como porta-voz de Lula ao dizer que o presidente ficou “estarrecido” e “surpreso” com a operação.

    Já a ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, classificou a operação como “um fracasso” e prometeu uma “perícia independente e autônoma” para averiguar a conduta dos policiais no confrontos com os membros do Comando Vermelho.

    (Fonte: https://crusoe.com.br/diario/um-petista-a-favor-do-enfrentamento-ao-comando-vermelho/)

    (*) “Lindbergh rebate dirigente do PT que reclamou de Gleisi: “Desprezível””
    +em: https://www.metropoles.com/colunas/paulo-cappelli/lindbergh-rebate-dirigente-do-pt-que-reclamou-de-gleisi-desprezivel

    (**) https://www.instagram.com/p/DQaA7tkCTK4/

  25. Miguel José Teixeira

    +1 com belo discurso!

    “Ricardo Galvão deixa presidência do CNPq para assumir vaga de Boulos na Câmara”
    – Parlamentar celebrou a nova posição e afirmou que “a ciência é o caminho, a democracia é o alicerce e a sustentabilidade é o destino”.
    (Por Luis Felipe Azevedo — Rio de Janeiro, O Globo, 30/10/25)
    . . .
    “Ricardo Galvão deixou a presidência do CNPq para assumir o cargo de deputado federal, substituindo Guilherme Boulos, que passou a ser ministro da Secretaria-Geral da Presidência. Galvão, conhecido por sua defesa da ciência e do meio ambiente, busca fortalecer o diálogo entre o PSOL e a comunidade científica. Aos 77 anos, assume sua primeira posição eletiva, com foco em ciência, educação e sustentabilidade.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2025/10/30/ricardo-galvao-deixa-presidencia-do-cnpq-para-assumir-vaga-de-boulos-na-camara.ghtml

    Fiz a seguinte pergunta ao Google, Modo IA:
    “Como está a situação do CNPq?”

    Eis a resposta:

    A situação do CNPq em outubro de 2025 apresenta um cenário de desafios orçamentários, com alertas de entidades científicas sobre a redução de bolsas e um possível “apagão científico”, embora também haja investimentos pontuais em programas específicos e iniciativas de cooperação internacional. 

    Principais pontos: 

    Orçamento e Bolsas:
    O orçamento do CNPq para 2025 sofreu um corte de R$ 76 milhões em comparação com o ano anterior, apesar do orçamento geral do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) ter crescido. A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) alertaram para a redução no número de bolsas concedidas, o que pode agravar a situação da pesquisa no país.

    Cota de Importação: A cota anual de importação do CNPq para 2025, essencial para a aquisição de equipamentos e insumos de pesquisa, foi esgotada antes do segundo semestre, indicando a insuficiência de recursos para as necessidades da comunidade científica.

    Investimentos Pontuais:
    Apesar dos cortes gerais, o CNPq anunciou investimentos específicos em algumas áreas. Exemplos incluem R\(45milhõesparaoprogramaCentelha(apoioaideiasinovadoras)eR\) 215 milhões para bolsas de pesquisa no exterior, como parte de ações de cooperação internacional.

    Mudança na Presidência:
    Em 30 de outubro de 2025, Ricardo Galvão deixou a presidência do CNPq para assumir uma vaga como deputado federal. A mudança na liderança pode impactar os rumos da instituição nos próximos meses.

    Flexibilização para Bolsistas:
    Recentemente, o CNPq flexibilizou as regras, permitindo que bolsistas tenham outras fontes de renda, desde que a atividade seja compatível com o projeto de pesquisa e não interfira na dedicação necessária.

    Cooperação Internacional:
    O CNPq tem buscado fortalecer a cooperação internacional, firmando novos acordos e planejando chamadas públicas conjuntas com instituições de outros países, como Japão e Coreia, e em parceria com a Capes. 

    Em suma, o CNPq enfrenta um cenário de restrições financeiras severas que comprometem a capacidade de fomento à pesquisa nacional, embora o órgão tente manter a operação e buscar alternativas através de parcerias e investimentos direcionados. 

  26. Miguel José Teixeira

    (*) Por aclamação?

    “Hugo Motta diz que PEC da Segurança deve ser votada no início de dezembro pela comissão”
    – Presidente da Câmara ainda declarou que o plenário analisará a proposta de maneira rápida (*).
    (Por Lauriberto Pompeu — Brasilia, O Globo, 30/10/25)
    . . .
    “Hugo Motta, presidente da Câmara, anunciou que a PEC da Segurança deve ser votada no início de dezembro pela comissão especial. A proposta, que redefine o papel da União na segurança pública, será relatada por Mendonça Filho. A PEC visa combater o crime organizado e enfrenta resistência de governadores e oposição. Após aprovação na comissão, a votação no plenário será rápida, conforme prometido por Motta.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2025/10/30/hugo-motta-diz-que-pec-da-seguranca-deve-ser-votada-no-inicio-de-dezembro-pela-comissao.ghtml

  27. Miguel José Teixeira

    Gato escaldado. . .

    “Fora da comitiva de governadores de direita ao Rio, Tarcísio busca evitar temas nacionais ou protagonismo na crise de segurança”
    – Governador de São Paulo alega conflito de agenda e participará de reunião de forma virtual.
    (Por Samuel Lima e Sérgio Quintella — São Paulo, O Globo, 30/10/25)
    . . .
    “O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, optou por não integrar a comitiva de governadores ao Rio para discutir a operação policial que resultou em 121 mortes. Alegando conflito de agenda, participou virtualmente, evitando protagonismo na crise de segurança. Tarcísio busca manter foco em SP e evitar temas nacionais, evitando especulações sobre uma possível candidatura presidencial em 2026.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2025/10/30/fora-da-comitiva-de-governadores-de-direita-ao-rio-tarcisio-busca-evitar-temas-nacionais-ou-protagonismo-na-crise-de-seguranca.ghtml

  28. Miguel José Teixeira

    Mas bah, tchê!
    E porque, no passado, não ajudaram a VARIG?

    “Governo define as condições da linha de financiamento para ajudar companhias aéreas e prevê até R$ 10 bilhões”
    – BNDES deve fazer as primeiras operações no começo de 2026.
    (Por Geralda Doca — Brasília, O Globo, 30/10/25)
    . . .
    “O governo aprovou uma linha de financiamento de até R$ 10 bilhões para ajudar companhias aéreas, com operações do BNDES previstas para 2026. A taxa de juros varia entre 6% e 7,5% ao ano e o pagamento pode ser feito em até 20 anos. Os recursos serão usados para compra de aviões, manutenção e combustíveis sustentáveis, com fundos do Fnac (*). As empresas devem oferecer garantias próprias, já que a proposta de usar o FGCE (**) não avançou no Congresso.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/10/30/governo-define-as-condicoes-da-linha-de-financiamento-para-ajudar-companhias-aereas-e-preve-ate-r-10-bilhoes.ghtml

    (*) Fundo Nacional da Aviação Civil
    (**) Fundo Garantidor do Comércio Exterior

  29. Miguel José Teixeira

    “Dólar fecha em alta: cautela do Fed, trégua EUA-China e dados do Caged no radar”
    (Por Ana Carolina Diniz, O Globo, 30/10/25)
    . . .
    “O dólar encerrou em alta de 0,42%, cotado a R$ 5,3804, impulsionado pela cautela do Federal Reserve e otimismo na trégua EUA-China. O Ibovespa atingiu recorde nominal, fechando em 148.780 pontos. A decisão do Fed de não garantir novo corte de juros em dezembro e o acordo EUA-China, que impacta negativamente as exportações de soja do Brasil, foram destaques. Além disso, o Caged surpreendeu com a criação de vagas formais acima do esperado.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/blogs/miriam-leitao/post/2025/10/dolar-fecha-em-alta-cautela-do-fed-tregua-eua-china-e-dados-do-caged-no-radar.ghtml

  30. Miguel José Teixeira

    Na PeTezuela, enquanto as cortinas de fumaças não “se-dissipam-se”. . .

    “Contas públicas têm déficit de R$ 14,5 bilhões em setembro”
    – Resultado negativo é o pior para o mês desde 2020, quando déficit chegou a R$ 76,1 bilhões.
    – No acumulado do ano, houve leve melhora em comparação com o mesmo período de 2024.
    (Luany Galdeano, FSP, 30/10/25)

    As contas do governo central registraram déficit primário de R$ 14,5 bilhões em setembro de 2025, informou nesta quinta-feira (30) o Tesouro Nacional. O resultado é o pior para o mês de setembro desde 2020, quando o déficit havia sido de R$ 76,1 bilhões.

    No acumulado de janeiro a setembro deste ano, o governo central registra um déficit de R$ 100,4 bilhões, uma melhora na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o resultado negativo foi de R$ 103,6 bilhões.

    As contas do governo central incluem Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social.

    O resultado deficitário entre janeiro e setembro se refere sobretudo a um aumento das despesas com benefícios previdenciários e com o BPC (benefício de prestação continuada), que cresceram em R$ 31 bilhões e R$ 8,9 bilhões, respectivamente. A expansão desses gastos tem sido foco de atenção da equipe econômica.

    Além das despesas com beneficiários, os reajustes concedidos aos servidores públicos também tiveram impacto nas contas públicas, segundo o Tesouro, com aumento de R$ 10,9 bilhões nas despesas

    De acordo com a Fazenda, houve aumento de 5,7%, ou R$ 10,2 bilhões, nas despesas totais do governo central em setembro deste ano na comparação com o ano passado. O impacto veio sobretudo pelo aumento das despesas discricionárias do Executivo, que aumentaram R$ 10,6 bilhões, principalmente para gastos em saúde.

    Do resultado do mês, o Tesouro e o Banco Central registraram superávit de R$ 6,4 bilhões, enquanto a Previdência Social teve déficit de R$ 20,9 bilhões.

    Já o crescimento da receita líquida em setembro foi de 0,6%, ou R$ 1,1 bilhão. O avanço foi puxado pelo aumento de 11,9% na arrecadação líquida para o RGPS. Segundo o tesouro, o resultado foi influenciado pela dinâmica positiva de mercado de trabalho, que registra recordes de menor nível de desemprego, e pelo aumento dos recolhimentos para o Simples Nacional previdenciário.

    Nesta quarta (29), a Câmara dos Deputados aprovou medidas de cortes de gastos com impacto de R$ 15 bilhões. O projeto contém algumas regras previstas na MP (medida provisória) do aumento de impostos, derrubada pela Casa no início de outubro.

    No projeto aprovado na quarta, a Câmara também derrubou parte das propostas de contenção de gastos, como o limite orçamentário do seguro-defeso.

    Segundo Rogério Ceron, secretário do Tesouro, o governo ainda avalia as perdas que essas mudanças devem representar, mas a expectativa é de que não seja uma monta elevada em termos gerais.

    Ceron comentou ainda sobre a possibilidade de o TCU exigir que o governo tenha como alvo o centro da meta fiscal. Neste mês, o ministro Benjamin Zymler, da corte de contas, autorizou que o governo seguisse perseguindo o piso da meta de resultado primário, em vez do centro, em 2025.

    No entanto, ele rejeitou o recurso da União para os anos seguintes e manteve o entendimento que vai exigir maior esforço fiscal. A decisão não é definitiva e ainda precisa ser submetida ao plenário da corte de contas.

    “A área técnica tem um entendimento jurídico de que só há contingenciamento quando excedo o piso da meta. A intenção é pacificar entendimento e resolver.”

    (Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/10/contas-publicas-tem-deficit-de-r-145-bilhoes-em-setembro.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsdicas)

  31. Miguel José Teixeira

    “Cortes na Amazon 👤❌”
    (Luana Franzão, Mercado, FSP, 30/10/25)

    O CEO da Amazon, Andy Jassy, avisou e cumpriu. Em junho, ele disse que a IA reduziria os empregos oferecidos pela companhia (1) — e 2025 tem sido um ano de cortes afiados na big tech. Aí vão alguns momentos marcantes da campanha de redução do efetivo até agora.

    Na segunda-feira (27), a gigante anunciou que planeja cortar até 30 mil empregos a partir desta semana (2).

    Por quê?
    São duas as principais justificativas dadas:

    [1] 📦 Equilíbrio das contas.
    Durante a pandemia, o e-commerce disparou, e a Amazon expandiu suas operações para atender (3) ao aumento das compras online. Com o fim do confinamento, porém, o ritmo desacelerou.

    As pessoas voltaram às lojas físicas e a empresa teve de ajustar sua estrutura (4).

    [2] 🧠 Cérebro eletrônico.
    A Amazon já demonstrou vontade de testar o quanto puder a eficiência de suas operações quando conduzidas pela inteligência artificial. É provável que mais e mais cortes aconteçam com justificativas do tipo na companhia (5).

    “Queremos administrar a Amazon como a maior startup do mundo”, escreveu Beth Galetti, executiva da empresa, em blog. A ideia é que a empresa fique mais enxuta (6) e, com isso, ganhe eficiência.

    ⏳ Acabando o tempo?
    A tendência entre os gestores exibe um futuro desafiador para a força de trabalho considerada “redundante” ou “ultrapassada” (7), segundo John Challenger, diretor-executivo da consultoria Challenger, Gray & Christmas.

    O número de desempregados de longo prazo vem subindo ao longo do ano, “o que geralmente indica que algumas pessoas estão ficando para trás”.

    Isso não significa, necessariamente, que a IA vai substituir um funcionário em uma vaga (8). O que pode acontecer é que ela aumente a eficiência em certas tarefas (9) — ou seja, permita que menos pessoas realizem o mesmo volume de trabalho (10).

    Sim, mas…
    a IA ainda não se provou como a funcionária do ano (do século?) (11) e apostar no seu potencial a despeito do bom desempenho da companhia quando era composta por mais cérebros humanos é um risco.

    Veremos.

    (TRPCE)

    (1) +em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/06/ceo-da-amazon-diz-que-ia-reduzira-forca-de-trabalho-da-empresa.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    (2) +em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/10/amazon-pretende-demitir-ate-30-mil-funcionarios-diz-agencia.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    (3) +em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2021/04/vida-online-na-pandemia-beneficia-negocios-da-amazon.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    (4) +em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2024/09/ceo-da-amazon-encerra-trabalho-remoto-e-promete-equipes-mais-enxutas.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    (5) +em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/10/o-que-as-14-mil-demissoes-da-amazon-revelam-sobre-a-nova-era-de-cortes.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    (6) +em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/05/amazon-demite-funcionarios-de-equipe-que-desenvolve-kindle-e-produtos-echo.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    (7) +em: https://www1.folha.uol.com.br/tec/2025/01/amazon-encerra-operacoes-em-quebec-e-demite-1700-apos-sindicalizacao-de-funcionarios.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    (8) +em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/05/por-que-a-ia-nao-roubou-seu-emprego.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    (9) +em: https://www.businessinsider.com/amazon-job-cuts-layoffs-cost-saving-measure-2025-10?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    (10) +em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/04/ia-acelera-carreiras-da-geracao-z-mas-nem-todos-conseguem-emprego.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

    (11) +em: https://www1.folha.uol.com.br/tec/2025/10/big-techs-anunciam-patamar-de-gasto-inedito-em-equipamentos-enquanto-mercado-discute-bolha-da-ia.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado

  32. Miguel José Teixeira

    Pensando bem…
    (Coluna CH, DP, 30/10/25)

    …para o governo Lula, maldita foi a operação policial do Rio, que tirou das manchetes engajadas o encontro de Lula com Trump.

    Matutando bem…
    (Matutildo, aqui e agora)

    Porém, as mesmas “manchetes engajadas” evitaram a ligação da operação com a sua máxima: “traficante são vítimas dos usuários”!

  33. Miguel José Teixeira

    “Por boquinha, ministros avaliam troca de partido”
    (Coluna CH, DP, 30/10/25)

    Ao menos três ministros de Lula cogitam trocar de partido para manter boquinhas na gestão petista ou por terem perdido espaço na atual sigla. Caso recente é o do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, do PSD. Além de não ter muita perspectiva de realizar o sonho de disputar o governo mineiro pelo partido, o PSD em Minas Gerais caminha a passos largos para romper de vez com Lula e lançar Mateus Simões, de oposição e ex-Novo, na disputa e não dar palanque ao petista no Estado.

    De saída
    Com remotas chances de se eleger senadora por Mato Grosso do Sul, Simone Tebet (Planejamento) pode trocar o MDB pelo PSB.

    Mais dois
    Outros dois ministros, Celso Sabino (Turismo), do União Brasil, e André Fufuca (Esporte), do PP, enfrentam críticas por se apegarem a Lula.

    Neolulista
    Fufuca corre menos chance de deixar o fisiológico PP. O convertido Sabino fala com Republicanos, PSD, PSB e até o já criticado PT.

    . . .
    “Ideologia
    Eu quero uma pra viver
    Ideologia
    Eu quero uma pra viver”
    . . .
    O saudoso Cazuza: https://www.youtube.com/watch?v=F12aTYUiu90

  34. Miguel José Teixeira

    . . .”Lula recusou ajuda dos Estados Unidos para combater narcoterroristas para não tachar dessa maneira aqueles traficantes que prefere vitimizar.”. . .

    “Lula ignora que há uma guerra por controle de territórios no Rio, alertam especialistas”
    (Cláudio Humberto, Coluna CH, DP, 30/10/25)

    Lula (PT) é tão desinformado sobre grupos criminosos no Rio de Janeiro que nem sequer percebe que está em curso uma autêntica “guerra civil” deflagrada por gangues como “Comando Vermelho” contra o Estado que ele chefia. Especialistas em segurança como o ex-capitão do Bope Rodrigo Pimentel, roteirista do filme “Tropa de Elite”, alertam que não é mais briga por pontos de venda de drogas, é guerra pelo controle de territórios. As facções dominam e passam a governar essas localidades.

    Onde se sentem em casa
    Pimentel advertiu que o controle territorial não se limita às favelas do Rio e chegou a cidades do Ceará e Bahia, curiosamente governados pelo PT.

    Narcoterrorismo, abestado
    Ao mobilizar 2,5 mil policiais contra o “CV”, forças de segurança do Rio representam a resistência do Estado ao avanço dos narcoterroristas.

    Nem vê quem é o inimigo
    Lula recusou ajuda dos Estados Unidos para combater narcoterroristas para não tachar dessa maneira aqueles traficantes que prefere vitimizar.

    Para Milei, são terroristas
    Se Lula não quer melindrar traficantes, o Javier Milei decidiu incluir PCC e CV no registro do Repet, lista de quem se dedica a atos de terrorismo.

    (Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/lula-ignora-que-ha-uma-guerra-por-controle-de-territorios-no-rio-alertam-especialistas)

  35. Miguel José Teixeira

    Seguiram ao pé da letra o conselho do “dotô onoris causis malaio”:
    “quanu um num qué, dois num brigam”!

    “Trump e Xi acertam trégua de um ano e anunciam acordo sobre terras-raras e tarifas”
    – EUA retiraram ameaça de taxar em 100% produtos chineses e reduziram a 10% a tarifa relacionada ao fentanil. China vai suspender controle sobre exportações sobre minerais e retomar compra de soja americana.
    (Por O Globo com agências — Busan, Coreia do Sul, 30/10/25)
    . . .
    “Os presidentes Donald Trump e Xi Jinping iniciaram uma reunião na Coreia do Sul visando uma trégua na guerra comercial entre EUA e China, crucial para a economia global. Trump elogiou Xi como “negociador duro” e expressou esperança de resolver “muitos problemas”. A cúpula ocorre durante o Fórum APEC, com temas como tarifas e exportações de terras-raras no foco das negociações.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/10/30/trump-e-xi-iniciam-reuniao-na-coreia-do-sul-com-uma-tregua-comercial-em-jogo.ghtml

  36. Miguel José Teixeira

    “‘Até minha roupa não escapou’: em 48 horas sem IA, homem em Nova York descobre que viver no analógico (*) é quase impossível”
    – Durante o experimento, ele tentou eliminar qualquer contato com sistemas inteligentes — e percebeu que até o café, as roupas e as ruas dependem de algoritmos invisíveis.
    (Por The New York Times — Washington, O Globo, 30/10/25)
    . . .
    “Um homem em Nova York tentou viver 48 horas sem inteligência artificial, mas descobriu que é quase impossível devido à onipresença da IA em tarefas cotidianas, desde o café até a locomoção. O experimento revelou a dependência invisível de algoritmos, destacando a dificuldade de evitar a tecnologia que molda escolhas e rotinas diárias.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/mundo/epoca/noticia/2025/10/30/ate-minha-roupa-nao-escapou-em-48-horas-sem-ia-homem-em-nova-york-descobre-que-viver-no-analogico-e-quase-impossivel.ghtml

    (*) Os Amish há muito sabem disso!
    “Amish é um grupo religioso cristão anabatista estabelecido nos Estados Unidos e Canadá. São conhecidos por seus costumes conservadores, como o uso restrito de equipamentos eletrônicos, inclusive telefones e automóveis. Quando se fala dos amish hoje, quase sempre se refere aos amish da antiga ordem (Inglês: “Old Order Amish”).”
    . . .
    +em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Amish

  37. Miguel José Teixeira

    “‘Não há meios de interceptá-lo’: Putin anuncia teste de drone submarino com capacidade nuclear”
    – Poseidon foi lançado de um submarino e é movido a energia atômica; armamento integra lista de seis ‘super armas’ do novo arsenal nuclear de Moscou.
    (Por O Globo e agências internacionais — Moscou, 29/10/25)
    . . .
    “O presidente russo Vladimir Putin anunciou o sucesso do teste com o drone submarino Poseidon, uma “superarma” nuclear movida a energia atômica, que, segundo ele, é impossível de interceptar. Este armamento integra um plano de atualização do arsenal nuclear russo, junto com outras armas como o Avangard e o Kinzhal. A Rússia continua apostando na retórica nuclear em meio a tensões com o Ocidente e sanções dos EUA.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/10/29/nao-ha-meios-de-intercepta-lo-putin-anuncia-teste-de-drone-submarino-com-capacidade-nuclear.ghtml

  38. Miguel José Teixeira

    (*) Será que o organizadíssimo esquema das “rachadjinhas” e a fantástica lavanderia nas lojas de chocolate virão `tona?

    (**) Mesmo triste fim que a lava jato?

    “CPI do Crime Organizado: com Flávio Bolsonaro (*) e Moro (**) indicados, oposição terá maioria entre titulares”
    – Ao determinar a criação do colegiado, Alcolumbre disse que ‘é hora de enfrentar grupos criminosos’.
    (Por Gabriel Sabóia — Brasília, O Globo, 30/10/25)
    . . .
    “A CPI do Crime Organizado, criada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, buscará investigar a estrutura e operações do crime organizado no Brasil, com foco em milícias e facções. A comissão, composta majoritariamente por membros da oposição, inclui Flávio Bolsonaro e Sérgio Moro. A expectativa é de intensos debates, especialmente após a aprovação de um projeto que altera regras processuais e endurece medidas contra organizações criminosas.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2025/10/30/cpi-do-crime-organizado-com-flavio-bolsonaro-e-moro-indicados-oposicao-tera-maioria-entre-titulares.ghtml

  39. Miguel José Teixeira

    (*) Óbvio uLULAnte

    “CPI do Crime Organizado é anunciada sem apoio de senadores do PT” (*)
    – Não houve adesão da bancada no Senado em requerimento de criação do colegiado.
    (Por Gabriel Sabóia e Camila Turtelli — Brasília, O Globo, 29/10/25)
    . . .
    “A CPI do Crime Organizado foi anunciada no Senado sem apoio dos senadores do PT. Apesar disso, a bancada governista pretende disputar a presidência ou relatoria. A comissão, liderada pela oposição e centro, investigará milícias e facções criminosas, com início previsto após operação policial letal no Rio. Espera-se embates políticos nas sessões. Alcolumbre, presidente do Senado, destacou que a liderança da CPI será decidida por votação.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2025/10/29/cpi-do-crime-organizado-e-anunciada-sem-apoio-de-senadores-do-pt.ghtml

  40. Miguel José Teixeira

    “Críticas a Lula e Castro marcam repercussão digital sobre operação no Rio, diz levantamento”
    – De acordo com os dados coletados pela consultoria Bites, foram publicadas 4,41 milhões de menções na terça e quarta-feira.
    (Por Luis Felipe Azevedo — Rio de Janeiro, O Globo, 30/10/25)
    . . .
    “A operação policial no Rio que deixou 119 mortos gerou 4,41 milhões de menções em redes sociais, segundo a Bites. A direita dominou a repercussão, criticando Lula por falhas no combate ao crime, enquanto a esquerda destacou o caos e criticou a ação policial. Lula e o governador Cláudio Castro foram os mais citados. No Congresso, o PL liderou interações, superando PT e PSOL.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/blogs/sonar-a-escuta-das-redes/post/2025/10/criticas-a-lula-e-castro-marcam-repercussao-digital-sobre-operacao-no-rio-diz-levantamento.ghtml

  41. Miguel José Teixeira

    “Sobe para 30 número de mortes pela passagem do Furacão Melissa, que deixa rastro de destruição no Caribe”
    – Ciclone de categoria 5 deixou casas arrasadas e infraestrutura colapsada na Jamaica, em Cuba e nas Bahamas.
    (Por O Globo — Kingston, 30/10/25)
    . . .
    “O furacão Melissa, de categoria 5, devastou o Caribe, com 30 mortes confirmadas. Com ventos de 300 km/h, atingiu Jamaica, Cuba e Bahamas, causando destruição em massa. Na Jamaica, casas e infraestruturas foram destruídas, e imagens de satélite mostram a devastação. Melissa, considerado o mais potente já registrado na região, segue para as Bahamas, gerando alertas de tempestade perigosa.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/mundo/epoca/noticia/2025/10/30/furacao-melissa-deixa-ao-menos-30-mortos-e-rastro-de-destruicao-no-caribe.ghtml

  42. Miguel José Teixeira

    (*). . .e show de inútil PoliTicalha!

    “Rio de sangue, dor e conflito” (*)
    – Combater as facções criminosas exige inteligência, planejamento e ação organizada. O que vimos, até aqui, foi a repetição de erros do passado.
    (Por Míriam Leitão, O Globo, 30/10/25)
    . . .
    “O Rio de Janeiro vive uma crise após operação policial letal, com 119 mortos, que contraria ordens do STF para reduzir a letalidade. O governador Cláudio Castro enfrenta críticas por ações e contradições, politizando a situação. A necessidade de cooperação entre governos é enfatizada, com sugestões de inteligência e planejamento na luta contra facções criminosas. O senador Randolfe Rodrigues defende a PEC da Segurança Pública para melhorar a coordenação.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/blogs/miriam-leitao/post/2025/10/rio-de-sangue-dor-e-conflito.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  43. Miguel José Teixeira

    Vermelhóides esquerdoPaTas em baixa!

    “María Corina confirma contatos com governo Trump sobre regime Maduro e rejeita mediação de Lula”
    – Escondida em algum lugar dentro do território venezuelano, opositora voltou a defender as ações militares dos EUA na região.
    (Por Janaína Figueiredo — Buenos Aires, O Globo, 30/10/25)
    . . .
    “María Corina Machado, opositora venezuelana, criticou a proposta de mediação do presidente Lula na crise venezuelana, preferindo o apoio militar dos EUA. Ela rejeitou a ideia de negociação com Maduro sem reconhecer a vitória da oposição nas eleições de 2024. María Corina destacou sua relação com Trump e defendeu a pressão americana, enquanto líderes como Henrique Capriles buscam diálogo com Maduro.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/10/30/maria-corina-confirma-contatos-com-governo-trump-sobre-regime-maduro-e-rejeita-mediacao-de-lula.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  44. Miguel José Teixeira

    Vermelhóides esquerdoPaTas em alta!

    “Lula sabe que cabeça do crime organizado ‘não está no barraco da favela’, diz Boulos em sua posse”
    – Novo ministro adotou tom crítico à operação policial do governo Cláudio Castro.
    (Por Ivan Martínez-Vargas — Brasília, O Globo, 29/10/25)
    . . .
    “Guilherme Boulos tomou posse como ministro da Secretaria-Geral da Presidência em cerimônia no Planalto, com a presença de Lula. O psolista, conhecido por sua militância no MTST, assume a pasta com a missão de aumentar a mobilização popular e “colocar o governo na rua”. Boulos deve viajar semanalmente pelos 26 estados para promover as ações do governo, visando a reeleição de Lula em 2026. A posse ocorre em meio à crise de segurança no Rio.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2025/10/29/boulos-posse.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  45. Miguel José Teixeira

    “Lula aposta no “nós contra eles”
    – A oposição abusou do direito de errar e animou Lula a fazer uma espécie de retorno às origens.
    (Hubert Alquéres, presidente da Academia Paulista de Educação)

    Lula prepara a reeleição com uma roupagem completamente diferente da usada há quatro anos quando adotou o discurso da Frente Ampla. O discurso da moderação e da defesa da democracia foi sua peça de resistência. Graças a ele, Lula se elegeu presidente com uma diferença estreitíssima de votos. O fiel da balança foram os votos do eleitorado de centro, refratário ao radicalismo de Bolsonaro.

    Agora, esse discurso virou uma roupa desbotada, em parte porque os partidos de centro-direita que ocupam ministérios sinalizam que não estarão no palanque de Lula no próximo ano. Mas também porque a recuperação da aprovação de seu governo — resultado do fato da oposição ter abusado do direito de errar — o animou a fazer uma espécie de retorno às origens.

    Passou a apostar no confronto, no discurso do nós contra eles. A rigor, é a reedição da estratégia de enfrentamento e radicalização, adotada no segundo turno na eleição de 2006 para derrotar Geraldo Alckmin. A estratégia de demonizar o então tucano como “privatista” e que poria fim ao Bolsa-família foi usada à exaustão para garantir um segundo mandato.

    Lula percebeu que a correlação de forças mudou, e fez uma guinada à esquerda. A direita subestimou o peso da caneta do presidente, ignorando a lição clássica de Bobbio: governos concentram poder. Ademais, ele ganhou novos e inusitados cabos eleitorais — Donald Trump e o clã Bolsonaro — e, de quebra, passou a fazer o discurso da defesa da “soberania nacional”.

    Se faltava um símbolo dessa opção preferencial pela esquerda, não falta mais. Ele está sintetizado no ingresso de Guilherme Boulos no “núcleo crucial” do governo, como ministro da Secretaria-Geral da Presidência. Boulos assume sua trincheira, chamado de ministro da reeleição, com dupla missão: “colocar o governo nas ruas” e travar a batalha nas redes sociais. Ou seja, vincular Lula à agenda identitária e aos movimentos sociais, tradicionalmente base do presidente, que estavam meio desprestigiados neste terceiro mandato.

    Se, de um lado, Boulos estreita os laços com a base histórica do lulismo, de outro, pelo seu perfil político, afasta partidos e políticos moderados, o que pode dificultar ainda mais a vida do governo no Congresso Nacional. De imediato, a nomeação repercutiu mal no MDB, peça essencial para a governabilidade. Essa é a primeira consequência negativa do giro à esquerda, mas não a única, já que a inflexão na estratégia de Lula vinha ocorrendo antes do ingresso de Boulos no governo. É possível situar um marco temporal quando Sidônio Palmeira assumiu a comunicação política do governo e Gleisi Hoffmann, a articulação institucional.

    Essa guinada aparece tanto na retórica quanto na prática política do presidente e de seu partido. Na propaganda televisiva recente do PT, são visíveis as mensagens que o apresentam como defensor dos pobres contra os ricos e, mais do que isso, como adversário de um Congresso que, segundo o discurso petista, estaria capturado pelos interesses do poder econômico. Ao insinuar que o Parlamento é o “inimigo do povo”, o partido procura tirar do Executivo a responsabilidade pelos impasses e limitações do governo, reforçando a imagem de um presidente injustiçado pelas forças conservadoras que o cercam.

    O próprio presidente afirmou, na presença de um dos presidentes do Parlamento, que “nunca o Congresso teve tão baixo nível como agora”. A nova estratégia combina-se com medidas de forte impacto eleitoreiro — como a proposta de tarifa zero nos transportes urbanos e a redução da jornada de trabalho — que, embora sedutoras, resvalam para o populismo quando não acompanhadas de reflexão sobre o equilíbrio das contas públicas. É o retorno da lógica do gasto como motor da popularidade, sem prudência fiscal. Não se trata apenas de política econômica: é uma escolha de narrativa, que busca colocar o governo ao lado dos trabalhadores e contra instituições percebidas como obstáculos à vontade popular.

    Quanto mais se aproxima a eleição, maiores as pressões para que o Banco Central inicie um ciclo de queda dos juros, hoje em patamar historicamente elevado, o mais alto em quase duas décadas. O próprio Lula liberou Gleisi e Haddad para criticar a política monetária do Banco Central. Tudo que Lula não quer é disputar a reeleição com os juros básicos estratosféricos. Boulos pode vir a ser a voz dos “movimentos
    sociais” clamando contra a política monetária “neoliberal” do Banco Central.

    Lula, experiente e intuitivo, percebeu o enfraquecimento dos partidos tradicionais e soube transformar essa fragilidade em oportunidade. Ser o porta-voz dos desvalidos e adversário das elites, retoma o discurso que o consagrou nas origens do PT. Mas de forma reciclada. Com Bolsonaro fora do jogo eleitoral, o demônio a ser combatido não é mais o perigo do “retorno do fascismo”.

    A nova estratégia embute riscos. Ao apostar em medidas de apelo imediato e em alianças com setores militantes, o governo tende a se fechar em um círculo de reafirmação ideológica, espantando o eleitorado moderado. Embora essa postura possa ser útil na construção de uma narrativa para 2026, traz custo para a governabilidade no presente. Colocar o governo nas ruas rende manchetes; colocar votos no painel do Congresso é o que decide a vida real do país.

    (Fonte: https://www.metropoles.com/blog-do-noblat/artigos/lula-aposta-no-nos-contra-eles-por-hubert-alqueres)

  46. Miguel José Teixeira

    “O crime organizado nas favelas nasceu do crime organizado na política”
    – Só os tolos não veem que o crime organizado nas favelas cresceu no vácuo das agremiações dedicadas a roubar dinheiro público.
    (Mario Sabino, Metrópoles, 29/10/25)

    Benjamin Franklin disse que nada é mais certo neste mundo do que a morte e os impostos. No Brasil, o crime organizado também se tornou inevitável.

    É o único aspecto da vida nacional que conta com organização, além dos órgãos oficiais encarregados de escorchar os cidadãos com taxas de todos os tipos.

    O crime organizado divide-se entre as agremiações e associações políticas dedicadas a vender ilusões, roubar dinheiro público e fazer tráfico de influência e os comandos que exploram o tráfico de drogas, mandam nos presídios e dominam os territórios das favelas.

    Ambos os crimes organizados, o revestido de legalidade e o despido dela, lavam o produto dos seus ilícitos no mercado financeiro, que posa de cego para a origem da bufunfa, desde que ela seja bem gorda.

    O primeiro engendrou o segundo: só os tolos não enxergam que os comandos nasceram, cresceram e multiplicaram-se no vácuo institucional criado pelas agremiações e associações políticas dedicadas a roubar dinheiro público.

    De alto a baixo, estamos nas mãos de gente desonesta e fria na perseguição de objetivos que se chocam contra qualquer interesse nacional. A ideia de nação ou lhe completamente estranha ou lhe serve apenas como pretexto demagógico.

    Na roda infernal brasileira, de tempos em tempos, quem está no alto se encarrega de fazer limpeza embaixo para dar a impressão de que está empenhado em cumprir promessas eleitorais e proteger os cidadãos escorchados com impostos.

    Como o corolário da corrupção é a incompetência e a brutalidade, a ação resume-se a incumbir que soldados com fardas, dos batalhões estatais, matem o maior número possível de soldados sem fardas, das favelas dominadas.

    Carnificinas são, assim, perpetradas, e também para satisfazer sentimentos vindicativos que ocupam o lugar da justiça omissa ou comprometida. Essas carnificinas, como a de ontem no Rio de Janeiro, não demoram muito a ser relegadas ao esquecimento, depois de feitas as catarses, para tudo permanecer como sempre foi.

    Antes de irem para o passado remoto, elas são exploradas eleitoralmente por agremiações e associações políticas que vendem o laxismo como defesa dos direitos humanos, mas cujo negócio principal é o mesmo da corrente rigorista.

    É pobre matando pobre de ambos os lados, mas carne de pobre é abundante, fácil de ser reposta. No Brasil dos crimes organizados, carne de pobre, com farda ou sem farda, tem tanto valor como refil de refrigerante. Só os tolos não enxergam no que este país se transformou.

    (Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/mario-sabino/o-crime-organizado-nas-favelas-nasceu-do-crime-organizado-na-politica)

    A dura realidade:
    “É pobre matando pobre de ambos os lados, mas carne de pobre é abundante, fácil de ser reposta.”
    Assim o foi, há milênios!

  47. Miguel José Teixeira

    “. . .O Brasil tem dado preferência visível a países como China, Rússia e Irã, numa guinada que a revista qualifica como “cada vez mais hostil ao Ocidente”. O alinhamento ou a aparência de alinhamento com regimes autoritários ou contestados internacionalmente compromete a credibilidade do país junto a mercados, investidores e parceiros tradicionais.”. . .

    “The Economist, o recado está dado.”
    (Circe Cunha e Mamfil – Manoel de Andrade, Coluna Visto, lido e ouvido, Blog do Ari Cunha, CB, 29/10/25)

    Nessa semana, a revista The Economist mostrou reportagem em que faz severas críticas à pessoa e à atuação política do presidente brasileiro. Tanta repercussão causou nos bastidores que o próprio Itamaraty teve que entrar em cena para em carta defender nosso comandante. Por mais que se pretenda defender o mandatário, as críticas, na sua grande maioria, são procedentes e mostram que o líder nacional está perdido no espaço, talvez pelo pesar dos anos de uma vida regada a álcool e a excessos de todo o tipo. O importante aqui é saber até que ponto o atual governo tem sido de fato o responsável pelo aprofundamento da crise econômica e política que, mais uma vez, vai empurrando o país para a periferia do mundo civilizado, transformando o Brasil numa espécie de pária internacional, ligado aos piores e mais falidos regimes do planeta.

    Neste momento, vivemos um grave risco estrutural: à medida que o mundo se realinha geopoliticamente e fortalece cadeias de valor modernas, a atuação do governo sinaliza um recuo em suas capacidades como ator internacional relevante e coloca em xeque o projeto de retomada econômica sustentada. A recente avaliação da The Economist de que Lula “perdeu influência no exterior e é impopular no Brasil” traz, em forma de alerta editorial, o que está em jogo para o país. O primeiro grande problema é a política externa. O Brasil tem dado preferência visível a países como China, Rússia e Irã, numa guinada que a revista qualifica como “cada vez mais hostil ao Ocidente”. O alinhamento ou a aparência de alinhamento com regimes autoritários ou contestados internacionalmente compromete a credibilidade do país junto a mercados, investidores e parceiros tradicionais.

    Em um mundo onde confiança, previsibilidade e integração global geram crescimento, o Brasil corre o risco de se tornar peripheral – menos interlocutor, mais espectador. Em segundo lugar, um perfil interno de fraqueza institucional parece crescer. The Economist destaca que a desaprovação popular atingiu níveis críticos, e que o Legislativo derrubou um decreto presidencial, algo inédito em décadas, mostrando que o Executivo perdeu fôlego político.

    Se a política econômica e institucional perde sustentação, a estabilidade requerida para investimentos, reformas e credibilidade se esvai rapidamente. A economia, claro, sofre o impacto. Apesar de alguns dados pontuais positivos, a tendência é de estagnação ou de crescimento fraco se nada for feito para modernizar a estrutura produtiva, logística, regulação e geração de valor agregado. Um presidente que se isola internacionalmente e que acumula desgaste interno dificilmente mobiliza energias para reformas profundas. Assim, o Brasil pode estar prestes a repetir ciclos de baixo crescimento, déficit estrutural e falta de dinamismo, exatamente o oposto da narrativa de “novo ciclo” que muitos pregam. Além disso, a identidade internacional do Brasil que, há poucos anos, era de “potência intermediária” em ascensão corre o risco de se converter em país alinhado majoritariamente a regimes falidos ou contestados. Isso não só fragiliza o soft-power brasileiro, mas cria vulnerabilidades: mercados multilateralizados podem preferir fornecedores, parceiros ou blocos que ofereçam menor risco reputacional ou político.

    Se o Brasil se torna aliado de regimes vistos como instáveis ou autoritários, ele se expõe e pode pagar o preço em barreiras comerciais, financiamento internacional e até insegurança geopolítica. No âmbito interno, a imagem de um presidente “perdido no espaço” fruto, segundo alguns críticos, de anos de vida pública marcada por excessos embora mereça cautela, simboliza para muitos a sensação de que não há uma liderança clara, renovadora e propositiva. A combinação de desgaste, rumor de alianças de conveniência e ausência de projeto claro de futuro configura um terreno fértil para que o país fique refém de “gestão do dia a dia” em vez de “dobradinha de rumo e execução”.

    Essa é a fórmula para que o país tenha muito a perder: a falta de influência externa, o declínio interno de legitimidade, a incapacidade de gerar crescimento robusto, o risco de isolamento diplomático e econômico, e a possível transformação de parceiro relevante em bem-menos-importante. A estagnação econômica pavimenta o caminho para o desemprego, a migração de cérebros, a fuga de capitais, e o retrocesso social. O prestígio perdido dificulta reformas estruturais porque reduz tanto o “capital político” quanto o “capital internacional”, que viabilizam grandes movimentos.

    Para reverter esse quadro, o país precisa urgentemente que o presidente e a coalizão que o apoia retornem à lógica de construção de confiança: confiança internacional (parcerias sólidas, não conjunturais), confiança doméstica (instituições funcionando, execução crível) e confiança econômica (produto crescente, investimento privado, funcionamentos de mercado). Sem isso, o Brasil não apenas deixará de decolar, ele corre o risco de retroceder. O cenário ideal em vez de “país pária” não é inevitável, mas exige que se pare de repetir erros do passado e venha a assumir com humildade que, sob a liderança atual, há mais interrogações do que certezas.

    A reportagem da The Economist não deve ser lida como simples provocação estrangeira, ela serve como espelho desconfortável de uma situação que parece melhor compreendida à distância, fora do alcance da censura e dos adesismos de ocasião.

    A frase que foi pronunciada:
    “O trabalho foi o primeiro preço, o dinheiro original que foi pago por todas as coisas. Não foi com ouro ou prata, mas com trabalho, que toda a riqueza do mundo foi originalmente comprada.” (Adam Smith)

    (Fonte: https://blogs.correiobraziliense.com.br/aricunha/the-economist-o-recado-esta-dado/)

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