Putin coloca a coleira em Trump que volta da fria Alasca com a cola no meio das pernas. TACO – Trump Always Chickens Out, ou seja, um acrônimo que traduzido, diz que o boçal, arrogante e chantagista Trump sempre amarela
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ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CCCLXXXIII
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Um espaço plural para debater as obscuridades e incoerências dos políticos, bem como à incompetência combinada com sacanagens dos gestores públicos com os nossos pesados impostos.
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23 comentários em “ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CCCLXXXIII”
“38% avaliam positivamente os 100 dias do papa Leão 14, diz Ipsos-Ipec”
– Avaliação positiva é maior entre católicos (54%) e menor entre evangélicos (22%); levantamento foi feito de 3 a 8 de julho…
(Poder360, 17/08/25)
Pesquisa Ipsos-Ipec mostra que 38% dos brasileiros avaliam positivamente os primeiros 100 dias do papado de Leão 14. A taxa é a soma dos que dizem que o comando de Leão está sendo “bom” (24%) ou “ótimo” (14%). Na outra ponta, só 1% diz ser “ruim” e 4% “péssimo”. Outros 28% avaliam como “regular”.
O levantamento foi realizado de 3 a 8 de julho, ouviu 2.000 pessoas de 16 anos ou mais em 131 cidades. O nível de confiança é de 95%. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
. . .
(+em: https://www.poder360.com.br/poder-pesquisas/38-avaliam-positivamente-os-100-dias-do-papa-leao-14-diz-ipsos-ipec/)
Força, Veríssimo!
“Escritor Luis Fernando Verissimo é internado em UTI em Porto Alegre”
(+em: https://www.poder360.com.br/poder-gente/escritor-luis-fernando-verissimo-e-internado-em-uti-em-porto-alegre/)
É esse “tchipinho” que os catarinenses terão como opção para o senado?
“Carlos Bolsonaro chama governadores de ‘ratos’, ‘oportunistas’ e ‘canalhas’”
(Redação O Antagonista, 17/08/25)
O vereador Carlos Bolsonaro (PL) usou as redes sociais neste domingo, 17, para criticar governadores da oposição que tentam ocupar o espaço deixado pelo pai, inelegível e atualmente em prisão domiciliar.
Em publicação no X, Carlos acusou os aliados de agirem como oportunistas em busca do espólio político do ex-presidente.
A mensagem foi endossada pelo deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que compartilhou a postagem.
“Tentei, até agora, ser a pessoa mais paciente possível diante desses chamados ‘governadores democráticos’. Mas os fatos, todos os dias, me provam que não há como levar nenhum desses sujeitos a sério”, escreveu.
Em seguida, disse que, enquanto Jair Bolsonaro enfrenta prisão domiciliar e outros aliados políticos passam por dificuldades, alguns governadores se preocupam apenas com seus projetos pessoais. Ele descreveu essas ações como “desumanas, sujas, oportunistas e canalhas” e criticou a falta de liderança efetiva:
“A verdade é dura: todos vocês se comportam como ratos, sacrificam o povo pelo poder e não são em nada diferentes dos petistas que dizem combater. Querem apenas herdar o espólio de Bolsonaro, se encostando nele de forma vergonhosa e patética.
Isso é pueril, desumano e de uma falta de caráter indescritível. Não há como não sentir indignação diante desses sujeitos.
Este é o desabafo de um brasileiro que sente vergonha daquilo que vocês tentam representar.”
Zema lança candidatura sem citar Bolsonaro
As declarações do vereador foram feitas um dia após o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), lançar sua pré-candidatura à Presidência da República em 2026, durante o Encontro Nacional do Novo, em São Paulo.
No evento, Zema endureceu o discurso contra o PT e contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mas não citou o nome de Jair Bolsonaro, de quem foi aliado nas eleições de 2022.
“Vamos chegar a Brasília para varrer o PT do mapa”, disse o governador, que também acusou o lulismo de “destruir o Brasil” e prometeu combater supostos “abusos e perseguições” atribuídos ao magistrado.
Além de Zema, outros governadores são cogitados para disputar a liderança da oposição no vácuo deixado por Bolsonaro. Estão entre os nomes mais cotados estão Tarcísio de Freitas (Republicanos), de São Paulo; Ronaldo Caiado (União Brasil), de Goiás; e Ratinho Jr. (PSD), do Paraná.
(Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/carlos-bolsonaro-chama-governadores-de-ratos-oportunistas-e-canalhas/)
Matutando bem. . .
Penso que a situação dos bolsonaros já é caso de psiquiatria.
Se julgam os donos da oposição!
Colhe-se apenas o que se planta!
“Você faria um acordo com Hugo Motta?”
– No momento mais tenso da história recente, o presidente da Câmara vê seu prestígio minguar.
(Nuno Vasconcellos, empresário luso-brasileiro, portal iG, 17/08/25)
Quem acompanha os humores de Brasília afirma que há muito tempo a capital da República não vive um momento tenso como o atual. Todo dia surge um fato novo que, ao invés de ajudar a desanuviar o ambiente, torna ainda mais carregado o clima seco do Planalto Central. A semana passada, por exemplo, terminou com a notícia de que a tensão com os Estados Unidos ganhou novos ingredientes ideológicos, que sequer apareciam no radar no início desse contencioso.
Isso mesmo. Até a semana passada, os pontos de tensão entre os Estados Unidos e o Brasil se apoiavam no tratamento que a Justiça brasileira tem dado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, usado como justificativa para as tarifas de 50% impostas aos produtos nacionais. Na semana passada, um novo ingrediente veio à cena e resultou no cancelamento dos vistos de entrada nos Estados Unidos da mulher e da filha do ministro da Saúde Alexandre Padilha (o visto do ministro não foi cancelado porque estava vencido desde o ano passado).
A explicação, desta vez, foi o papel de Padilha, que comandava a Saúde no governo Dilma Rousseff e ajudou a implementar o programa Mais Médicos. No programa, profissionais de saúde da ilha da família Castro eram mandados para trabalhar no Brasil e recebiam como salário uma pequena fração do dinheiro que Brasília mandava para a ditadura cubana. Na visão do secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, o Mais Médicos faz parte do “esquema de exploração de trabalho forçado do governo cubano”.
A rigor, a decisão do governo americano a respeito deste tema que interessa de perto a Rubio — ele próprio, um descendente de cubanos que abandonaram o país natal no início da ditadura de Fidel Castro — é apenas um ingrediente a mais numa briga que está em seus momentos iniciais. Ninguém deve se espantar se novas medidas surpreendentes forem anunciadas nos próximos dias.
O zum-zum-zum que chega de Washington dá conta de que a Casa Branca deve se manifestar brevemente contra o apoio do Brasil ao Irã e as medidas hostis a Israel — consideradas antissemitas pela Casa Branca. Outro ponto crítico o perdão aos condenados pela operação Lava-Jato, cujos processos vêm sendo anulados um atrás do outro pela mesma Justiça que, aos olhos dos Estados Unidos, persegue Bolsonaro e seus apoiadores.
São, como se vê, ingredientes que ainda não vieram à tona nesta disputa que vem tratada pelo Palácio do Planalto apenas como uma intromissão dos Estados Unidos na soberania brasileira. E que tem sido o pano de fundo do clima de tensão que, neste momento, contagia os três poderes da República.
O julgamento pelo Supremo Tribunal Federal do processo que deve resultar numa pena exemplar a Bolsonaro foi marcado para setembro. Visto com simpatia pelo Executivo, a expectativa em torno do julgamento tem alimentado um clima de tensão que, até onde a memória alcança, só se compara ao ambiente carregado que tomou conta de Brasília na semana da votação pelo Congresso da Emenda Dante de Oliveira, em abril de 1984.
Líderes maiúsculos
A Dante de Oliveira, como a história registra, marcou o momento em que o Legislativo assumiu o protagonismo do processo de redemocratização do país. A emenda propunha o restabelecimento das eleições diretas para presidente da República e foi precedida por uma campanha de rua que, nos estertores do regime militar, mobilizou milhões de pessoas.
No calor da campanha, o clima era de festa cívica e o povo queria participar. Às vésperas da votação, e para evitar aglomerações populares na Esplanada dos Ministérios, o governo do general João Figueiredo decretou Medidas de Emergência que suspenderam o direito de reunião no Distrito Federal. A execução das medidas foi entregue ao comandante militar do Planalto, general Newton Cruz, que passou a ser visto pela cidade montado em um cavalo branco e comandando as tropas que passaram a ameaçar quem ousasse furar o cerco imposto a Brasília.
Muitos àquela altura temeram que a ditadura, que já caminhava para o fim, ganhasse um novo fôlego. Pois bem, acontece que, naquele momento, o Congresso Nacional contava com líderes maiúsculos, que não se intimidaram com a pressão. Menos de um ano depois da derrota da Dante de Oliveira, o Congresso deu forma à redemocratização com a eleição de Tancredo Neves pelo Colégio Eleitoral.
Independentemente das posições que cada um ocupava no espectro político, os líderes do Legislativo naquele momento agiram como representantes da sociedade. Desafiaram o poder do Executivo e chamaram para si a responsabilidade de conduzir o processo. Ao agir assim, não apenas impediram o recrudescimento da ditadura como desenharam o modelo institucional que, para o bem ou para o mal, é o que temos nos dias de hoje.
Para infelicidade do país, porém, a crise atual encontra no Congresso parlamentares que, com honrosas exceções, parecem preocupados apenas com a execução das emendas parlamentares e ignoram o papel institucional reservado para eles pela Constituição. Liderado por políticos que, na melhor das hipóteses, não passam de representantes de si, o Legislativo dos dias de hoje tem se mostrado incapaz de tomar uma decisão que não esteja a reboque do que desejam o Executivo e o Judiciário.
Ações e omissões
Calma! Ninguém está sugerindo, aqui, que o Congresso se insurja e abra um confronto com os outros dois poderes, com os quais deve conviver em harmonia. Isso, sinceramente, resultaria num caos que ninguém em sã consciência pode desejar. Tudo o que se espera é que o Legislativo, cuja finalidade é representar os interesses da sociedade, adote em sua atuação o outro requisito que, além da harmonia, é apontado pela Constituição como essencial para o equilíbrio democrático. Esse requisito, que anda faltando na atual legislatura, é a independência.
É lamentável, para falar apenas da Câmara, que o deputado Hugo Motta (Rep./PB) tenha levado tão pouco tempo para contrariar as expectativas positivas criadas em torno de sua eleição para a presidência da Casa. Com apenas 35 anos — idade mínima que a Constituição exige para os ocupantes do cargo —, Motta é um político jovem e, ao mesmo tempo, veterano. Chegou à Câmara pela primeira vez com 21 anos e cumpre o quarto mandato. Em fevereiro passado, foi eleito para a presidência, com os votos de 444 dos 513 deputados. O posto o coloca em segundo lugar na linha de sucessão do presidente da República.
Com tais credenciais, Motta parecia pronto para pavimentar uma estrada que poderia colocá-lo diante de desafios ainda mais elevados na carreira. No entanto, por suas ações e omissões, por suas próprias escolhas e circunstâncias, a estrada que meses atrás parecia promissora parece ter se transformando num atoleiro do qual, na melhor das hipóteses, ele terá muitas dificuldades de se livrar.
Zagueiro do judiciário
A bem da verdade, o Brasil vive um momento infeliz no que diz respeito ao comando de suas duas casas legislativas. Tanto a Câmara quando o Senado — a cargo de Davi Alcolumbre (União/AP) — parecem ter sido assumidos, na atual legislatura, por políticos incapazes de entender a delicadeza do momento. Alcolumbre, por sinal, já desabafou com mais de um interlocutor que não tem conseguido, nesta segunda passagem pelo posto, pôr a Casa para funcionar na direção que gostaria.
O problema não está no Senado, mas no próprio Alcolumbre. Pressionado por senadores de oposição, que insistem em colocar em xeque a autoridade do presidente da Casa, ele parece mais interessado em atender as demandas do Executivo e do Judiciário do que em defender as prerrogativas do Legislativo.
Recentemente, ele afirmou que não pautará o projeto que pede o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), endossado pela maioria de seus pares. Isso não acontecerá, segundo ele, nem se todos os outros 80 senadores vierem a assinar o pedido. Atenção! A ideia, aqui, não é falar da abertura do processo de impeachment de Moraes nem discutir os interesses por trás dessa proposta! O que está em debate é a posição do presidente da Casa diante dos senadores.
Ao atuar como o zagueiro encarregado de afastar da área qualquer questionamento ao Judiciário, Alcolumbre acabou chutando as canelas de todos os seus colegas. E, na opinião de muita gente, demonstrou não estar à altura da cadeira que ocupa. E quanto a Motta? Qual é o papel dele nessa história?
Bem… a diferença entre o presidente do Senado e o da Câmara é que, enquanto Alcolumbre já havia sido testado no posto, Motta chegou a ser apontado como uma grata esperança de renovação da política brasileira. Jovem, bem articulado e aparentemente disposto a dialogar com todas as forças que compõem o plenário da Casa, não demorou muito para que o prestígio que o levou à presidência começar a minguar.
Ingredientes dramáticos
A pedra de toque do prestígio de Motta e de seu desempenho na presidência da Câmara é sua postura diante dos compromissos que, para ser eleito, assumiu com uma parte expressiva dos parlamentares que o elegeram. Que compromissos eram esses? Bem… Não é segredo para ninguém que, na campanha que o conduziu à presidência da Casa, Motta se comprometeu com a maior bancada da Casa, a do Partido Liberal, a pôr para tramitar o projeto que previa a anistia para os condenados pelas manifestações do dia 8 de janeiro de 2023.
Boa parte dos dissabores que ele vem enfrentando no comando da Casa, e que minam cada vez mais o seu prestígio, se deve à falta de uma resposta convincente ao fato de não ter atendido a essa demanda. Em função disso, a relação dos deputados da oposição com o presidente da Câmara, a cada dia, ganha ingredientes mais dramáticos.
O exemplo mais recente disso foi a ocupação da Mesa Diretora por deputados da oposição na semana retrasada. A desculpa para a ocupação, como se sabe, foi a ordem de prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, expedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. O episódio — já discutido por esta coluna no domingo passado — continua rendendo frutos. A crise, como se sabe, foi resolvida não por Motta, mas pela intervenção de seu antecessor, o deputado Arthur Lira (PP/AL).
Foi Lira quem negociou a saída dos sediciosos em troca da promessa de votação da anistia. Além disso, também seria debatido o projeto que tira do STF o foro para o julgamento das ações que envolvam parlamentares. Diante do rigor que a Suprema Corte tem demonstrado nas causas que envolvem os partidários de Bolsonaro, eles preferem ter seus casos analisados pelas instâncias inferiores da Justiça.
Não se trata (é bom deixar isso claro) de discutir se os parlamentares da oposição estão certos ou errados em se considerar perseguidos pelo STF. O que interessa é discutir o comportamento de Hugo Motta diante das reivindicações endereçadas a ele. E a reação que ele teve após a desocupação da mesa tem sido a pior possível.
Deixando transparecer melindre diante da atuação de Lira diante do problema que ele não teve autoridade para resolver, Motta quis mostrar que é ele quem manda na Câmara e desautorizou as negociações feitas por seu antecessor. Mandou dizer que não trataria da anistia nem de qualquer projeto de interesse da oposição. E mais: elaborou uma denúncia com os nomes dos 17 principais envolvidos na ocupação da mesa e ordenou que o Conselho de Ética punisse cada um deles com suspensões que podem chegar a seis meses.
Em tempo: da lista de Motta ao Conselho de Ética não consta a deputada Camila Jara (PT/MS). Ela foi flagrada agredindo o deputado Nikolas Ferreira (PL/MG) com um soco nas partes baixas. Já pensou o fuzuê que aconteceria se tivesse sido o contrário?
Moraes, Chávez e Bukelle
Os deputados da situação, claro, aplaudiram o rigor anunciado por Motta e acham a suspensão até suave. Teve gente que chegou a falar em cassação. Seja como for, o pedido de punição, da forma com que foi anunciado, não passou de mais uma demonstração da inabilidade e da falta de autoridade do presidente da Casa. Tanto assim que, as 48 horas exigidas pelo presidente para punir os que ousaram por sua autoridade em xeque foram estendidas para 45 dias para análise dos processos…
Será que Motta e os deputados governistas que pedem as cabeças dos adversários pararam para pensar nas consequências de uma punição em massa aos 17 deputados mais atuantes da oposição? Será que eles não se deram conta das repercussões que uma medida como essa pode ter no exterior neste momento em que o Brasil vem sendo apontado por jornais do mundo como um país autoritário, a caminho de uma ditadura?
O ex-primeiro-ministro de Portugal, José Sócrates criticou a prisão preventiva de Jair Bolsonaro, que considerou “inquisitorial”. E advertiu que, ao aplaudir a medida, a esquerda está criando um ícone. Atenção: a crítica à prisão não vem da extrema-direita! Sócrates é socialista e sempre se mostrou simpático aos governos petistas. É bom, portanto, parar para analisar o que ele tem a dizer.
Não é só! Será que nenhum deles tomou conhecimento do artigo assinado pela colunista Mary Anastasia O’Grady, do influente diário Wall Street Journal? O texto compara Alexandre de Moraes a caudilhos que, segundo o jornal, colocam a Justiça a serviço de projetos políticos autoritários. Como o venezuelano Hugo Chávez e o salvadorenho Nayib Bukele. Será que, ao tirar os oposicionistas de cena, o Legislativo brasileiro não se tornaria alvo das mesmas críticas feitas ao Judiciário em vários países do mundo?
Ainda tem mais! Será que Motta, num Congresso esvaziado pela ausência desses 17 deputados, se acha capaz de lidar com a reação popular que certamente se seguirá à condenação de Bolsonaro? Ou será que, assim como Figueiredo confiou que a energia de Newton Cruz seria capaz de conter as reivindicações da sociedade durante as medidas de emergência, Motta e os deputados governistas acham que as ameaças do STF aos atos “antidemocráticos” e as penas rigorosas aplicadas a quem participou dos atos de 8 de janeiro serão suficientes para conter as reações da sociedade?
Só o tempo dirá. Mas, seja como for, já passou da hora de surgir alguém disposto a distensionar o ambiente. Mesmo porque, o caminho atual não está sendo tão bom para ninguém. Nem mesmo para o governo, como pareceu no primeiro momento.
Pesquisas de opinião que começaram a circular nos bastidores na semana passada mostram que a popularidade do presidente Lula, que ganhou impulso nos momentos iniciais do contencioso com os Estados Unidos, já está perdendo o fôlego. Pesquisas de tracking mostram que a reação inflamada ao tarifaço de Trump já deu a Lula os ganhos que poderia ter dado — e esses ganhos não foram suficientes para garantir o salto de popularidade que ele buscava com a retórica antiamericana.
Alheio aos fatos, Motta parece disposto a varrer a crise para debaixo do tapete. Na semana passada, elegeu as prioridades legislativas para o segundo semestre. A lista traz apenas temas de interesse do Executivo — o que apenas reforça a falta de independência do Legislativo. Um dos temas são as medidas contrárias à “adultização” das crianças nas redes sociais — vista pela oposição como apenas mais um passo no esforço do governo de “regulamentar” (ou seja, “censurar”) a internet.
Outra prioridade é o projeto que prevê ajuda financeira às empresas exportadoras atingidas pelo tarifaço americano. Se esses temas serão suficientes ou não para reduzir as tensões é algo que dependerá dos próximos movimentos sobre o tabuleiro. E de decisões que serão tomadas não só em Brasília, mas, principalmente, em Washington.
(Fonte: https://ultimosegundo.ig.com.br/colunas/nuno-vasconcellos/2025-08-17/voce-faria-um-acordo-com-hugo-motta-.html)
Teclando sobre plantar. . .
“Lula planta uva no Palácio da Alvorada e afirma “semeamos comida, não ódio””
(Na mídia)
Só pra PenTelhar. . .
Se, quem semeia vento colhe tempestade, então, quem semeia comida colhe o quê?
“A verdadeira direita do Brasil”?
– É preciso fugir dos extremos e tomar cuidado com a retórica belicosa e simplista que apaga as nuances dos espectros políticos.
O partido Novo oficializou no sábado, 16 de agosto, o lançamento do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, como pré-candidato à eleição presidencial de 2026. O convite, postado no WhatsApp pelo Instituto Libertas, ressaltava a seguinte mensagem: “Vamos unir a verdadeira direita do Brasil”.
A frase é ambígua. Pode significar uma avaliação crítica ao bolsonarismo, que há alguns anos se impôs no Brasil como principal referência da direita, mas pode também ser um apelo para unir essa direita bolsonarista em torno da candidatura do Novo, ambas sendo tomadas pela “verdadeira direita” em contraposição a uma “falsa direita” e a toda a esquerda, tomada aqui por um bloco homogêneo excluído de antemão.
De uma forma ou de outra, há na referida frase uma irrefletida valoração positiva da “direita”, além de perigoso purismo, ausência de distinção, eliminação de nuance e reivindicação de hegemonia.
Parece-me problemático que um partido dito liberal tome a ideologia ou categoria política “direita” por um valor positivo absoluto em torno do qual se busca uma união em detrimento do restante do espectro político.
O liberalismo, no decurso dos eventos históricos que protagonizou enquanto ideologia moderna, aproximou-se tanto da esquerda quanto da direita. Liberais e socialistas já se uniram contra estruturas conservadoras; liberais e conservadores já se uniram contra abruptas rupturas revolucionárias.
Se o malfamado “neoliberalismo” da segunda metade do século XX identifica-se mais com o espectro da direita, o liberalismo social do século XIX e início do século XX encontra mais pontos de contato com a esquerda social-democrata.
Parece-me, pois, contraproducente – até do ponto de vista eleitoral – que o partido Novo, por ocasião do lançamento de uma candidatura presidencial, opte por um chamado de união à “verdadeira direita” excluindo de antemão o eleitorado do centro ou da esquerda moderada com a qual poderia vir a compor.
A refutação clara do radicalismo de direita e o aceno aos moderados de ambos os espectros políticos parece-me um caminho mais correto, mais saudável e mais coerente para um partido em cujos princípios estão citados o império da lei e a democracia.
O partido Novo, na figura de Romeu Zema, se apresenta para a disputa em um momento muito difícil para a política brasileira e de descaminho do próprio partido.
Tal descaminho tem sido a excessiva proximidade com o bolsonarismo que, com sua ignorância boçal e seu autoritarismo escancarado, já se tornou um espantalho. Um espantalho que espanta votos, embora não tenha esgotado todo seu capital político.
Entendo que haja um pragmatismo que visa herdar o espólio do bolsonarismo agonizante, mas contra esse pensamento utilitário reclamo uma ética mais kantiana que afirma ser necessário defender o certo e condenar o errado, a despeito das consequências.
Não é certo fazer de conta que as ações de Jair Bolsonaro, de seus filhos e de seu entorno não foram erradas.
Se o Novo for capaz de se descolar da direita radical, do populismo reacionário que o bolsonarismo representa, o partido pode vir a ser um representante legítimo não da “verdadeira direita” – expressão infeliz, de tom autoritário – mas de uma direita plural, de boa inspiração liberal-conservadora, democrática e humanista.
É preciso fugir dos extremos e tomar cuidado com a retórica belicosa e simplista que apaga as nuances dos espectros políticos.
No livro intitulado “Direita e Esquerda: razões e significados de uma distinção política“, Norberto Bobbio reconhece que direita e esquerda não são blocos monolíticos e que existem nuances dentro de cada campo, podendo as posições inclusive serem deslocadas.
Contra aqueles que insistem em afirmar que ou se é de esquerda ou se é de direita, ele reivindica a importância de uma zona cinza que se nutre de elementos de ambos os espectros.
Embora a igualdade seja o critério primário para a distinção entre as duas vertentes políticas, Bobbio também discute a liberdade e a autoridade como critérios secundários que, em certas circunstâncias, podem se sobrepor ou complementar a questão da igualdade.
A posição de direita ou esquerda em relação à liberdade e autoridade não é fixa, podendo variar. A partir dos critérios de igualdade e liberdade, ele sugere então o seguinte espectro das doutrinas e movimentos políticos:
1) Extrema esquerda: movimentos simultaneamente igualitários e autoritários
2) Centro esquerda: movimentos simultaneamente igualitários e libertários
3) Centro direita: movimentos simultaneamente libertários e inigualitários
4) Extrema direita: movimentos simultaneamente antiliberais e anti-igualitários.
Enquanto o moderantismo (à esquerda ou à direita) tende a ser gradualista, evolucionista e a considerar como guia para ação a noção de desenvolvimento, o extremismo (à esquerda ou à direita) tende a ser catastrófico e a interpretar a história como se ela desse saltos.
Outro ponto importante destacado por Bobbio é que extremistas de esquerda e extremistas de direita têm em comum, do ponto de vista político, a aversão pela democracia como conjunto de valores e como método e, do ponto de vista histórico-filosófico, o anti-iluminismo.
Se trago para um artigo jornalístico essas sutilizas conceituais – mesmo sem ter espaço para explicá-las pormenorizadamente – é apenas para alertar o perigo que há na propagação de um discurso no qual um partido se apresenta como “a verdadeira direita” ou como “o único partido 100% de direita.”
Um partido 100% à direita é um partido de extrema direita. Um regime de extrema direita é um regime sem liberdade, sem igualdade, onde Estado subjuga e esmaga o indivíduo. É um Estado totalitário. Certamente não é isso que o partido Novo defende, mas a ausência de cultura política pode levar a exortações irrefletidas.
Sendo assim, seria bom para o partido rever seus slogans, revisitar seus fundamentos e reajustar sua retórica a fim de se apresentar como uma opção viável não apenas para a “verdadeira direita”, mas para a maioria dos brasileiros que almeja um país livre não apenas do PT, mas dos Bolsonaro também.
(Fonte: https://oantagonista.com.br/analise/a-verdadeira-direita-do-brasil/)
Matutando bem. . .
Portanto, temos chances sim de defenestrarmos lula decaído, janja calamidade & a$$ociado$!
Mas, não com amadorismo!
Acredite, se quiser!
“O Supremo Tribunal Federal (STF) lançou em 13 de agosto “um pack de figurinhas perfeito para compartilhar nos seus grupos!”.
Os stickers: https://x.com/STF_oficial/status/1955615841342615882
MeuBomJe! O gênio engoliu a lâmpada!
“Figurinhas pela democracia”
– Ao comprar a batalha narrativa das redes sociais, STF abre mão de seu maior trunfo e degrada a República.
(Rodolfo Borges, O Antagonista, 17/08/25)
O Supremo Tribunal Federal (STF) lançou em 13 de agosto “um pack de figurinhas perfeito para compartilhar nos seus grupos!”. Os stickers (foto), feitos para usar em conversas de WhatsApp, estão no clima descontraído das redes e usam memes clássicos de animais para dizer “alerta de fake news”, “tô com o STF”, “achei democrático” e “sou democracilover”, entre outros.
É uma iniciativa óbvia em um país no qual boa parte da população se comunica por meio de figurinhas, desde que você seja um ator político, e o STF não é, ou não deveria ser um ator político — ou, pelo menos, em última instância, se não for pedir demais, não deveria se comportar como um.
Esse cálculo de como se comunicar é difícil para um tribunal, mas a meta do STF deveria ser informar apenas o necessário para assegurar a compreensão de suas decisões, sem uma palavra a mais ou a menos. Ao comprar a batalha narrativa das redes sociais, inclusive convidando influenciadores (1) para tentar espalhar a sua versão dos fatos, o tribunal abre mão de seu maior trunfo, que é a própria institucionalidade, e degrada ainda mais a República que alega defender.
Comunicação
É possível argumentar que a Operação Lava Jato só avançou tanto — antes de ser desmontada pelo próprio STF — graças a uma estratégia de comunicação, mas isso foi feito pelo Ministério Público, e não pelo então juiz Sergio Moro, que mal deu entrevistas ao longo da operação. Já o STF atua como o protagonista de um monólogo, acumulando o papel do Ministério Público, desde 2019.
Pior ainda: os ministros do STF não têm condição de vencer essa batalha narrativa, exatamente porque o debate público não é sua seara de atuação, mas a dos políticos. Quanto mais falam fora dos autos, mais os juízes enfraquecem a força de suas decisões, ainda mais quando suas declaraçães e posicionamentos passam a ser identificados com os de um grupo político específico.
Pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada em 14 de agosto indicou um salto de 20,9% para 43,3% desde fevereiro de 2024 na avaliação de que “o Judiciário está cumprindo o seu papel corretamente”. Já o grupo de brasileiros que acredita que o “Brasil vive sob uma ditadura do Judiciário” permaneceu estável, oscilando de 47,3% para 45,4%.
CEO da AtlasIntel, Andrei Roman disse, em entrevista à CNN Brasil, que o grupo que hoje apoia o STF se assemelha à base de apoio ao governo Lula. “Quando a confiança no STF é completamente idêntica com a aprovação do governo, isso diz algo bastante problemático sobre a situação da nossa democracia”, comentou.
“Perdeu, mané”
Pode ser que essas impressões tivessem chegado a esse ponto sem a ajuda extra dos ministros do STF, por declarações como “perdeu, mané” e “nós derrotamos o bolsonarismo” (2), já que, enquanto julga o grupo de Jair Bolsonaro por tentativa de golpe, o tribunal beneficia aliados de Lula (3) ao anular as condenações de Lava Jato, mas a exposição dos ministros é obviamente ruim.
O STF derrubou a Lava Jato sob a alegação de que havia um conluio entre juiz e procuradores para condenar, mas seus ministros confraternizam às claras, com direito a vídeo promocional e tudo, com aqueles que foram beneficiados pelo tribunal superior, como mostra e até celebra a festa de Guiomar Mendes (4), mulher do decano da Corte, Gilmar Mendes.
É por condutas como essa que os juízes do STF se colocam na posição de ter de dar explicações e defender suas decisões, que já são problemáticas o bastante por si só.
Fator Fachin
O tribunal empossa como presidente, em setembro, Edson Fachin, o discreto ministro que tem defendido menos protagonismo político do Supremo (5). Talvez não houvesse nenhum ministro melhor para assumir a presidência da Corte neste momento.
Caso aplique, no comando do tribunal, o que vem dizendo nos últimos anos, Fachin pode contribuir para recuperar algo da institucionalidade perdida desde 2019.
E sua conduta poderá indicar, também, se — e em quanto tempo — é possível reverter a degradação institucional sofrida (e a desconfiança acumulada) desde que o STF passou a se comportar de forma escancarada como ator político.
(Fonte: https://oantagonista.com.br/analise/figurinhas-pela-democracia/)
(1) ““Leis e likes”: o encontro de Moraes com influenciadores digitais”
– “Nós precisamos aprender a nos comunicar melhor, e precisamos aprender a nos comunicar melhor via redes sociais”, declarou o ministro Alexandre de Moraes.
(+em: https://oantagonista.com.br/brasil/leis-e-likes-o-encontro-de-moraes-com-influenciadores-digitais/#google_vignette)
(2) “Barroso celebra ‘derrota’ do bolsonarismo”
– O ministro Luís Roberto Barroso (foto), do STF, celebrou nesta quarta-feira (12) a derrota do bolsonarismo…
(+em: https://oantagonista.com.br/brasil/barroso-celebra-derrota-do-bolsonarismo/)
(3) “Toffoli anula atos da Lava Jato contra Vaccari Neto”
– Ministro se baseia em entendimento anterior para declarar nulidade dos processos da Operação Lava Jato contra o ex-Tesoureiro do PT.
(+em: https://oantagonista.com.br/brasil/toffoli-anula-atos-da-lava-jato-contra-vaccari-neto/)
(4) “As relações entre Gilmar Mendes e convidados da festa de sua esposa Guiomar”
– Políticos blindados pelo ministro do STF, executivo de banco que fez empréstimos a seu instituto e autoridades envolvidas em processos julgados por ele confraternizaram no dia 13.
(+em: https://oantagonista.com.br/analise/as-relacoes-entre-gilmar-mendes-e-convidados-da-festa-de-sua-esposa-guiomar/#google_vignette)
(5) “O discreto recado de Fachin ao STF no 8 de janeiro de Lula”
– “O juiz não pode deixar de responsabilizar quem violou as regras do jogo, mas não lhe cabe dizer quem vai ganhar”, disse o ministro do Supremo em cerimônia no Palácio do Planalto.
(+em: https://oantagonista.com.br/analise/o-discreto-recado-de-fachin-ao-stf-no-8-de-janeiro-de-lula/)
“Trump, que ruge para o mundo, mia para Xi e Putin; Freud explica”
– Não à toa, Brasil, Ucrânia, México e outros estarem sendo punidos. O laranjão, que apanha dos fortes, bate nos fracos.
(Ricardo Kertzman, O Antagonista, 17/08/25)
O valentão de cristal alaranjado, Donald Trump, engoliu novamente suas bravatas messiânicas e viu o insano desejo de ser agraciado com o Prêmio Nobel da Paz ir por água abaixo, ou melhor, geleiras do Alaska abaixo. Aliás, só mesmo sua mente doentia e seus sabujos mudos são capazes de imaginar algo tão surreal assim.
O “mafioso” transnacional já pretendeu anexar o Canadá, invadir a Groenlândia e tomar à força o Canal do Panamá. Seu imperialismo “redneck” foi suficiente, porém, até o momento, apenas para obrigar a Google a rebatizar o Golfo do México, como Golfo da América, e sancionar, através da Lei Magnitsky, meia dúzia de pessoas ao redor do mundo (1).
Trump pode muito, mas, definitivamente, não pode tudo. Receber o Prêmio Nobel da Paz equivaleria ao Vaticano canonizar seu amigão sanguinário, Vladimir Putin – recebido por ele com tapete vermelho, abraços e sorrisos (2) – ou, sei lá, a Lula ser realmente inocentado por um tribunal penal isento. Ou, quem sabe ainda, Bolsonaro ser considerado um democrata?
Choque de realidade
O bufão americano, em campanha, prometeu acabar com a guerra na Ucrânia em 24 horas. Recebeu o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na Casa Branca e o humilhou de forma infame (3). Boicotou a OTAN e suspendeu o envio de armas para o país invadido até que recebesse pagamento (terras raras) em troca, tal qual um miliciano qualquer.
Anunciou triunfante, semana passada, que não aceitaria nada de Putin, no Alaska, senão a assinatura de um cessar-fogo. Puxou o saco do russo, teve o saco puxado em reciprocidade, mas ouviu um sonoro “het” (não, em russo). Mas, arrogante e alienado, como de costume, comemorou: “Fizemos um grande progresso hoje”.
Além de ser triturado por Putin, Trump levou na fuça um inequívoco recado da União Europeia: “Estamos prontos para manter a pressão sobre a Rússia. A Ucrânia pode contar com nossa solidariedade inabalável enquanto trabalhamos por uma paz que salvaguarde os interesses vitais de segurança da Ucrânia e da Europa.“
Freud explica
No campo da guerra comercial que resolveu travar com o planeta, sobretudo Índia e Brasil – por questões políticas e ideológicas pessoais (4), ainda que extremamente prejudiciais ao próprio país que deveria governar -, igualmente baixou a bola e desconsiderou uma série de tarifas que levariam seu mandato à breca. Mas, ainda assim, fala grosso.
Lado oposto, com a China de Xi Jinping, enfiou o rabicho entre as longas pernas outra vez e prorrogou por mais 90 dias (5) as negociações comerciais. Assim como com Putin, Trump mia e ronrona suave com os chineses. Macheza mesmo, que é bom, só com países e governos econômica e militarmente frágeis, governados por “não tão doidos assim”.
Do alto de seus quase dois metros e sei lá quantos quilos – provavelmente mais que 100 -, Trump, com seus gestos e caretas de “cabra-macho”, parece respeitar bem o ditado popular brasuca: “Assombração sabe pra quem aparece”. Não à toa Brasil, Ucrânia, México e outros estarem sendo punidos. O laranjão, que apanha dos fortes, bate nos fracos. Nada mais freudiano que isso.
(Fonte: https://oantagonista.com.br/analise/trump-que-ruge-para-o-mundo-mia-para-xi-e-putin-freud-explica/)
(1) “Swift pode ignorar Lei Magnitsky contra Moraes”
– O secretário executivo do Ministério da Fazenda dá a entender que o organismo não deverá ser influenciado pelas pressões do governo dos EUA.
(+em: https://oantagonista.com.br/economia/swift-pode-ignorar-lei-magnitsky-contra-moraes/#google_vignette)
(2) “A primeira foto oficial de Trump e Putin no Alaska”
– Reunião prevista para durar seis horas terá como foco principal a guerra da Ucrânia.
(+em: https://oantagonista.com.br/mundo/a-primeira-foto-oficial-de-trump-e-putin-no-alaska/#goog_rewarded)
(3) “Os Estados Unidos “de verdade” precisam reagir a Trump”
– Após a pandemia do coronavírus, em 2020, houve quem acreditasse que o mundo mudaria radicalmente para melhor. Eu acreditei. Quebrei a cara.
(+em: https://oantagonista.com.br/analise/os-estados-unidos-de-verdade-precisam-reagir-a-trump/#google_vignette)
(4) “Brasil está ainda mais vulnerável a Trump”
– Trump aperta o cerco com tarifas, enquanto Lula enfrenta riscos no agronegócio e dependência da Rússia.
(+em: https://oantagonista.com.br/analise/brasil-esta-ainda-mais-vulneravel-a-trump/)
(5) “Trump prorroga trégua tarifária com a China por mais 90 dias”
– Segundo emissora CNBC, novo acordo possibilitará aos dois países a discussão de temas ainda sensíveis.
(+em: https://oantagonista.com.br/mundo/trump-prorroga-tregua-tarifaria-com-a-china-por-mais-90-dias/)
Esperar o que dos parasitas que infestam as 2 casas legislativas federais?
“Lacuna na Lei das Bets represa mais de R$ 150 mi que deveriam ter sido destinados ao esporte”
– Texto determina que fatia das apostas vá para clubes e atletas, mas não estabelece mecanismos para o pagamento.
. . .
“O texto da lei ficou omisso com relação a esses 7,3%. Fala que é para pagar, mas não fala para quem”, afirmou Giovanni Rocco, secretário de apostas do Ministério do Esporte.
. . .
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2025/08/lacuna-na-lei-das-bets-represa-mais-de-r-150-mi-que-deveriam-ter-sido-destinados-ao-esporte.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsfolha)
Ms bah, tchê! Veríssimo!
Em meio às homenagens aos 120 anos de nascimento e 50 de morte de Erico Verissimo, e às vésperas dos 90 anos de Luis Fernando, reportagem conta a história e as conexões de pai e filho, dois dos mais importantes e populares escritores brasileiros, e relata como a casa da família em Porto Alegre tornou-se um ponto turístico de formação e troca intelectual, mais um elemento da obra artística de ambos que os herdeios buscam preservar.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/08/saga-dos-verissimos-une-erico-e-luis-fernando-na-casa-historica-da-familia-em-porto-alegre.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsfolha
Força, Tchê!
“Perto dos 90, Luis Fernando Verissimo parou de escrever e só fala breves palavras em inglês”
– ‘Temos traquejo de entendê-lo mesmo sem frases completas’, diz filho do escritor, com saúde debilitada após AVC.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/08/perto-dos-90-luis-fernando-verissimo-parou-de-escrever-e-so-fala-breves-palavras-em-ingles.shtml)
Enquanto desfrutamos. . .
Dados do Conference Board (*) nos dão conta que:
“um brasileiro leva uma hora para fazer o mesmo produto ou serviço que um americano realiza em 15 minutos”.
. . .as delícias do Domingo. . .
(*) https://www.conference-board.org/north-america/
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/protecionismo-no-brasil-estrangula-produtividade-e-renda-da-populacao.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsfolha)
Sem produtividade, ainda se quer a redução de jornada
Então, Caetanear é o mesmo que sambar?
– Segundo o cronista, em flamenguês, sim!
“O time favorito dos sambistas”
– Grandes nomes do samba torcem pelo Vasco. Mas outros, em muito maior número, são Flamengo.
(Ruy Castro, FSP, 16/08/25)
É conversa de botequim, mesmo. Um dos esportes favoritos do carioca é fazer de qualquer pé sujo uma assembleia permanente em defesa da cidade e de sua cultura —no caso, samba e futebol. O historiador Marcelo Dunlop, uma autoridade em Flamengo, lembrou-me o mito, sempre brandido pelos vascaínos, de que o Vasco, e não o Flamengo, é o clube favorito dos sambistas. Com o que desfilam seu respeitável plantel: Jamelão, Zé Kéti, Nelson Cavaquinho, Aracy de Almeida, Paulinho da Viola, Clementina de Jesus, Nei Lopes, Martinho da Vila, Aldir Blanc. Todos, Vasco.
Dunlop contestou esse mito e escalou o seu Flamengo do samba. É um timaço: Ary Barroso; Dorival Caymmi, Ataulpho Alves, Carmen Miranda e Almir Guineto; Silas de Oliveira, Bezerra da Silva e Candeia; Wilson Baptista, Geraldo Pereira e, com o 10 às costas, Noel Rosa —para ele, o Galinho da Vila.
Eu contribuiria com um segundo time, à altura do primeiro: Cyro Monteiro; Moreira da Silva, Orlando Silva, Cauby Peixoto e Blecaute; João Nogueira, João Bosco e Moraes Moreira; Jorge Ben Jor, Djavan e Caetano Veloso. E seria possível até um time feminino: Elizeth Cardoso; Angela Maria, Dolores Duran, Elza Soares e Alcione; Nana Caymmi, Fafá de Belém e Sandra de Sá; Baby Consuelo, Leila Pinheiro e Zezé Motta.
São nomes incontestáveis, exceto talvez o principal: Noel Rosa. Corre a praça há décadas que Noel não torcia por ninguém nem gostava de futebol. Dunlop, implacável, convoca o VAR: Noel falou de futebol em quatro sambas —”Conversa de Botequim”, “Quem Dá Mais?”, “Mulher Indigesta” e “Tarzan, o Filho do Alfaiate”. E quanto a Noel ser Flamengo?
Em reportagem de 1936, a revista Carioca afirma que Noel assistia a jogos noturnos e que seu craque preferido era Fausto, a “Maravilha Negra”, volante do Flamengo. E o primo e biógrafo de Noel, Jacy Pacheco, autor de “Noel Rosa e Sua Época” (1955), conta que ele tentou convertê-lo ao Flamengo. Como acreditar nisso? Simples —Jacy estava acima de qualquer suspeita. Era botafoguense.
(Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2025/08/o-time-favorito-dos-sambistas.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newscolunista)
E o Revisiltildo. . .
É. . .mas o compositor dos hinos do Vasco e do Flamento & de outros times cariocas, foi o Lamartine Babo, torcedor do América Football Club.
E só pra imortalizar. . .
O hino do Grêmio foi composto pelo imortal Lupicínio Rodrigues, que entre outras canções arrepiantes, tem a “Felicidade” cantada em vários brasileirês.
Neste link, curiosamente, o imortal LR estava com camisa vermelha: https://youtu.be/Ny6JYUj8-E8
Geringonça dispendiosa. . .
“Custo para governo funcionar atinge R$ 32,4 bi no 1º semestre de 2025”
– A despesa com a administração pública federal registrou alta real de 15,6% ante os 6 primeiros meses de 2024; é o maior valor para o período em 9 anos…
(Houldine Nascimento, Poder360, 16/08/25)
As despesas com a administração pública federal atingiram R$ 32,4 bilhões no 1º semestre de 2025. A alta real (descontada a inflação) é de 15,6% em relação aos 6 primeiros meses de 2024, quando o custo foi de R$ 28,1 bilhões.
Trata-se do maior valor para o período desde o 1º semestre de 2016 (R$ 33,3 bilhões). Os dados são do Tesouro Nacional e estão disponíveis no relatório do resultado primário de junho de 2025.
– custeio administrativo – são as despesas para manter a estrutura básica de uma organização em funcionamento. Não inclui investimentos. No caso da União, é o gasto necessário para que siga funcionando. A quantia custeia contratações temporárias, manutenção, contas de luz e água, serviços prestados por terceirizados, despesas com gasolina, diárias, passagens e aluguéis, entre outros.
. . .
(+em: https://www.poder360.com.br/poder-economia/custo-para-governo-funcionar-atinge-r-324-bi-no-1o-semestre-de-2025/)
. . .obsoleta e com resultados pífios para o abastecedores dos seus cofres!
Dinehiro. . .a escapar: https://www.youtube.com/watch?v=FWrNdvUlWlQ
Suprema festa de arromba!
“As relações entre Gilmar Mendes e convidados da festa de sua esposa Guiomar”
Políticos blindados pelo ministro do STF, executivo de banco que fez empréstimos a seu instituto e autoridades envolvidas em processos julgados por ele confraternizaram no dia 13.
(Felipe Moura Brasil, O Antagonista, 16/08/25)
Imagens da festa de 73 anos da advogada Guiomar Mendes, esposa de Gilmar Mendes e sócia do escritório de advocacia de Sérgio Bermudes, realizada em mansão do Lago Sul, em Brasília, na quarta-feira, 13, mostram a intimidade do casal com:
– o deputado federal Aécio Neves, blindado pelo ministro do STF em uma série de casos na Corte dos quais era relator, mesmo tendo participado, durante dois meses de 2017, de 43 ligações (1) com o tucano então investigado pela Polícia Federal;
– o senador Renan Calheiros, blindado por 3 votos a 2 na Segunda Turma do STF, com voto decisivo de Gilmar (2) contra denúncia de corrupção e lavagem de dinheiro feita pela Lava Jato; e que blindou o ministro do Supremo contra pedidos de impeachment (3) enquanto era presidente do Senado;
– o ex-senador Edison Lobão, cujo processo na Lava Jato o ministro tirou do âmbito da força-tarefa para enviar à Justiça Eleitoral;
– o ex-senador e atual presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo Filho, blindado por 3 votos a 2 na Segunda Turma do STF, com voto decisivo de Gilmar (4) pelo arquivamento de ação penal sobre alegado pedido de R$ 5 milhões a empresários para que estes não fossem convocados à CPMI da Petrobras;
– o PGR Paulo Gonet, ex-sócio que envia denúncias e pedidos de condenação julgados pelo ministro do STF, incluindo os do ex-presidente Jair Bolsonaro;
– o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que indicia pessoas igualmente julgadas por Gilmar;
– o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco, seu “candidato” à próxima vaga na Corte (como revelou uma aliada do anfitrião na imprensa, omitindo (5) a natureza do evento onde ocorreu o diálogo);
– o presidente da Câmara, Hugo Motta, que se recusa a avançar pautas contrárias aos interesses do STF, enquanto segue envolto em escândalo de funcionalismo fantasma em gabinete;
– os atuais ministros Alexandre Padilha (Saúde), José Múcio (Defesa), Camilo Santana (Educação) e Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública), além do secretário-executivo deste último, Manoel Carlos de Almeida Neto, todos membros do governo Lula, que tem uma série de causas de interesse no Supremo;
– o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Humberto Martins (6), um dos quatro participantes do Gilmarpalooza que votaram na Corte a favor de Gilmar em ação movida por ele contra jornalistas da revista IstoÉ, ajudando a condenar os repórteres a pagar indenização de R$ 340 mil, que, graças à repercussão negativa do caso (inclusive neste portal) (7), acabou sendo abatida em acordo fechado entre as partes, resultando em pagamento de R$ 10 mil; e, além disso, Humberto é pai do advogado Eduardo Martins (8), alvo da Operação E$quema S, depois suspensa por Gilmar (9);
– o ministro do STJ Benedito Gonçalves, que foi alvo de delação de Léo Pinheiro (10), da OAS, na Lava Jato, e depois fez piruetas argumentativas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para cassar (11) o mandato de deputado federal do ex-procurador Deltan Dallagnol, também desafeto de Gilmar;
– o ex-presidente da OAB Marcus Vinícius Furtado Coelho, em cuja gestão a Ordem dos Advogados do Brasil atuou para legitimar as articulações e narrativas (12) contra a Lava Jato, também alvo do ministro;
– o presidente do Conselho de Administração do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, sendo que o Bradesco, conforme revelado em 2017 (13), concedeu uma série de empréstimos ao Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), de Gilmar, totalizando mais de R$ 36 milhões, um deles, em setembro de 2011, cerca de um mês depois de um pedido de vista do ministro beneficiando o próprio banco (14), que ainda continuou com diversos processos no STF: um deles no qual André Mendonça, também presente na festa de Guiomar, suspendeu decisão que o obrigava a transferir R$ 34 milhões;
Ainda estiveram presentes na festa de Guiomar Mendes, entre outras pessoas, os ministros do STF Luis Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin; o advogado-geral da União, Jorge Messias; o governador de Goiás, Ronaldo Caiado; o ministro do STJ Teodoro Silva Santos; a ministra do TST Cristina Peduzzi; o ministro do TCU Weder de Oliveira; os desembargadores do TRF-1 Eduardo Morais, Roberto Carvalho Veloso e Maria do Carmo Cardoso; a procuradora de Justiça do MPDFT, Eunice Carvalhido; a procuradora da Fazenda Nacional, Liana Motta Veloso.
Fotografias do evento foram divulgadas pela colunista social Claudia Meireles, do Metrópoles, na noite de quinta-feira, 14, e analisadas, entre outras informações, pelo portal O Antagonista, que já havia revelado naquele dia a festa realizada na véspera e que esmiuçou aqui as relações históricas entre autoridades e políticos participantes.
(Fonte: https://oantagonista.com.br/analise/as-relacoes-entre-gilmar-mendes-e-convidados-da-festa-de-sua-esposa-guiomar/)
(1) “PF aponta 43 ligações entre Aécio e Gilmar Mendes em dois meses”
– Uma delas ocorreu no dia em que ministro suspendeu depoimento do senador em investigação; magistrado é relator de quatro inquéritos contra o tucano no STF.
(+em: https://veja.abril.com.br/politica/pf-aponta-43-ligacoes-entre-aecio-e-gilmar-mendes-em-dois-meses/)
(2) https://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=505138&ori=1 (acesso bloqueado)
(3) “Renan arquiva pedidos de impeachment contra Gilmar Mendes”
(+em: https://www12.senado.leg.br/institucional/presidencia/noticia/renan-calheiros/renan-arquiva-pedidos-de-impeachment-contra-gilmar-mendes)
(4) https://noticias.stf.jus.br/postsnoticias/stf-arquiva-investigacao-contra-ex-parlamentares-por-ausencia-de-indicios-de-autoria/ (acesso truncado)
(5) ““Pacheco é o nosso candidato”, diz Gilmar Mendes sobre vaga no STF”
– Pacheco é cotado para ocupar uma vaga na Corte com a possível saída de Luis Roberto Barroso.
(+em: https://oantagonista.com.br/brasil/pacheco-e-o-nosso-candidato-diz-gilmar-mendes-sobre-vaga-no-stf/#google_vignette)
(6) https://noticias.uol.com.br/colunas/felipe-moura-brasil/2022/02/17/linha-do-tempo-lava-jato-x-vaza-jato.htm
(7) https://x.com/fmourabrasil/status/1931737943133053209?s=46&t=VIbGXmyYpNnedWPEe5YcXw
(8) “Um fenômeno no filhotismo”
– Quem é e como atua o jovem advogado Eduardo Martins, filho do atual presidente do Superior Tribunal de Justiça, cuja banca fatura milhões.
(+em: https://crusoe.com.br/edicoes/134/um-fenomeno-no-filhotismo/)
(9) “Cai o tráfico, fica a influência”
– Apontados pela Lava Jato, os elos familiares entre escritórios de advocacia e tribunais agora são reforçados à luz do dia, com ajuda do presidente.
(+em: https://crusoe.com.br/edicoes/306/cai-o-trafico-fica-a-influencia/)
(10) “Ministro do TSE algoz de Deltan foi alvo de delação na Lava Jato”
– Relator de cassação do deputado, Benedito Gonçalves não se manifesta sobre menção em depoimentos de Léo Pinheiro.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/amp/poder/2023/05/ministro-do-tse-algoz-de-deltan-foi-alvo-de-delacao-na-lava-jato.shtml)
(11) “A pirueta do TSE contra Deltan Dallagnol”
– Decisão de cassar mandato de deputado federal contrariou lei, submetida e separação dos Poderes.
(+em: https://orelo.cc/article/64655cb6c125280bda7987fb)
(12) “Função da OAB: produzir manchetes a favor do PT”
(+em: https://veja.abril.com.br/coluna/felipe-moura-brasil/funcao-da-oab-produzir-manchetes-a-favor-do-pt/#google_vignette)
(13) “Bradesco dá desconto em empréstimo a instituto de Gilmar, diz site”
(+em: https://m.folha.uol.com.br/poder/2017/09/1922266-bradesco-da-desconto-milionario-em-emprestimo-a-instituto-de-gilmar.shtml)
(14) “Pedido de vista mais antigo de Gilmar Mendes tem banco como interessado”
(+em: https://oantagonista.com.br/brasil/pedido-de-vista-mais-antigo-de-gilmar-mendes-tem-banco-como-interessado/#google_vignette)
E o saudoso Temendão:
“Vejam só que festa de arromba
Noutro dia eu fui parar
Presentes no local o rádio e a televisão
Cinema, mil jornais, muita gente e confusão
. . .
https://youtu.be/K_z6im3rOm4
Levantando a suprema toga só para conferir. . .
“Palestra de Barroso na USP é marcada por protestos”
– Protestantes entoavam gritos de: ‘STF não rasgue a Constituição”.
(Mael Vale, Diário do Poder, 16/08/25)
Lideranças sindicais e do movimento pró-trabalhadores protestaram nesta sexta-feira (15), durante palestra do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso.
O magistrado discursava na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), quando manifestantes ocuparam o salão da universidade com faixas e cartazes escritos: “STF não rasgue a Constituição”; “somos trabalhadores e não parasitas”.
Os participantes dos protestos gritavam ainda: “não a pejotização”.
Desde 2017, com a reforma trabalhista, o STF analisa a legalidade da pejotização em diversos processos que questionam a validade de contratos de trabalho que, na prática, são relações empregatícias disfarçadas.
A pejotização é uma prática em que empresas contratam trabalhadores como pessoas jurídicas (PJs), em vez de empregados com carteira assinada (CLT), para realizar tarefas que seriam tipicamente de um emprego formal.
(Fonte: https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/e01-brasil/palestra-de-barroso-na-usp-e-marcada-por-protestos)
. . .o estoque de vinhos tetrapremiados internacionalmente!
Mas. . . calado, é susPeiTo! Coaxando, é réu confesso!
“A culpa que Lula não tem”
– A China foi ofendida por Bolsonaro, mas nem por isso investiu contra os brasileiros como faz Trump.
(Dora Kramer, FSP, 16/08/25)
Governadores que pretendem representar a direita na disputa presidencial de 2026 insistem em responsabilizar o presidente Luiz Inácio da Silva (PT) pela crise com os Estados Unidos.
É a maneira confortável que acharam para se distanciar das ações bolsonaristas. A desonestidade mental na construção de versões não deixa de ser um direito inalienável de seus autores, embora o truque encontre na realidade um poderoso obstáculo.
Verdade que Lula não precisaria ter contaminado a relação entre os dois países com a doença infantil do antiamericanismo. Mais condizente com a tradição diplomática do Brasil teria sido manter a tradição de neutralidade, mas está feito e, pelo jeito, não vai mudar.
Ademais, a ofensiva de Donald Trump não atingiu apenas adversários ideológicos. Alcançou governos politicamente amigáveis como a Índia, também sancionada com tarifas de 50%. Portanto, as posições de Lula podem até compor a cena, mas não servem como justificativa nem explicam o todo até agora sem explicação razoável.
Os governadores de São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Goiás certamente não estão acometidos por um surto de amnésia. Devem se lembrar muito bem do tratamento que o então governo de Jair Bolsonaro (PL), apoiado por eles, reservava à China, da mesma forma por razões ideológicas.
O maior parceiro comercial do Brasil, à época visto como ameaça comunista, foi alvo de declarações ofensivas, de retórica agressiva e até culpado pela
Em protesto, a embaixada chinesa reagiu com energia, mas nem por isso prejudicou a pauta de exportações nem tentou intervir em nossas questões internas ou aplicar sanções a pessoas cujos atos desagradassem a Pequim.
Pretensões eleitorais não autorizam ninguém a distorcer os fatos de modo para moldá-los às suas conveniências. No caso, o que temos é a figura de um agressor que decidiu acionar sua usina de punições para dar asas à própria violência. Uma doença que um telefonema de Lula não cura.
(Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/dora-kramer/2025/08/a-culpa-que-lula-nao-tem.shtml)
Parafraseando o Tião Marmita
. . .
“Venho lhe dizer se algo andou errado
Eu fui o culpado, rogo o seu perdão
Venho lhe seguir, lhe pedir desculpas
Foi por minha culpa a “tarifação”
. . .
. . . que “se-tranformou-se” no imortal Síndico: https://www.youtube.com/watch?v=p7RCHfW2OOY
Assim Ricardo Noblat viu o gélido encontro “trumPuTin”!
“Não me leve a mal, Trump, mas Putin foi quem deu um show de bola”
O aconselhável seria não comentar o que o perfil oficial da Casa Branca no X classificou de “histórico”: o encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder russo Vladimir Putin, realizado na base militar americana de Anchorage, no Alasca. E se Trump não gostar do que for dito aqui? E se, em resposta, taxar outra vez o Brasil e cassar o visto do comentarista?
A reunião foi para discutir um possível cessar-fogo na Ucrânia, país invadido há três anos pela Rússia, além de outros temas sensíveis das relações entre as duas maiores potências nucleares do mundo. Interessada em aumentar seu próprio território, a Rússia já domina um quinto da Ucrânia. Trump e Putin ficariam face a face por 7 horas – ficaram menos de três. No que deu?
Trump ameaçou a Rússia com sanções “severas” caso não houvesse cessar-fogo. Putin foi recebido por ele com todas as honras dispensadas a um chefe de Estado. Ao entrar no espaço aéreo dos Estados Unidos, o avião de Putin foi escoltado por quatro caças americanos. Em terra, Putin caminhou sobre um tapete vermelho em direção a Trump que o cumprimentou com toda cordialidade.
De Bolsonaro, Trump nunca disse que era seu amigo. Passou a tratá-lo como tal só a partir do anúncio do tarifaço sobre produtos brasileiros importados pelos Estados Unidos. Putin sempre foi tratado por Trump como um amigo, a quem estima e admira. No início de julho último, Trump disse: “Ele é muito gentil conosco o tempo todo, mas isso acaba não tendo importância”.
À saída do encontro em Anchorage, observou: “Sempre tive um relacionamento fantástico com o presidente Putin, com Vladimir”. Sobre os resultados do encontro, pouco falou. Embora Putin tenha dito que eles chegaram a um acordo que “abrirá caminho para a paz na Ucrânia”, Trump deixou claro que há pontos de desacordo: “Não há acordo até que haja um acordo”.
Putin garantiu vitórias antes e depois da cúpula, segundo o The New York Times. A primeira: após anos de ostracismo no Ocidente, ele retornou ao solo americano pela primeira vez em uma década. A segunda: retornou a Moscou aparentemente sem ter feito grandes concessões. De resto, aproveitou a ocasião para apresentar a sua própria visão do conflito na Ucrânia.
As afirmações de Putin não foram contestadas por um Trump sorridente que há muito tempo faz questão de cortejar líderes autoritários — “os fortes”, como ele mesmo diz. Determinado a ganhar o Prêmio Nobel da Paz, Trump não mencionou sua insistência anterior de que deveria haver um cessar-fogo imediato como resultado da reunião. Putin fez um agrado final a Trump.
Disse que poderia “confirmar” algo que Trump repetidamente apregoa: que a incursão da Rússia na Ucrânia no início de 2022 não teria acontecido se Trump fosse à época o presidente dos Estados Unidos. O presidente era o democrata Joe Biden.
(Fonte: https://www.metropoles.com/blog-do-noblat/ricardo-noblat/nao-me-leve-a-mal-trump-mas-putin-foi-quem-deu-um-show-de-bola)
O piNçador Matutildo, piNçou:
“Determinado a ganhar o Prêmio Nobel da Paz, Trump não mencionou sua insistência anterior de que deveria haver um cessar-fogo imediato como resultado da reunião.”
O Bedelhildo, relacionou:
Então, trump é um sério concorrente do PreTensioso lula decaído ao Nobel da Paz?
E o Chatildo. . .
À julgar pelo mútua (ou seria recíproca) aversão, sim!
O texto é de ontem.
O tema é de hoje, amanhã e
se bobearmos, nunca mais!
“Lula quer ter o poder de suspender redes sociais por até 2 meses”
– A punição, sem necessidade de ordem judicial, está no projeto de “regulação” das redes que Lula enviará ao Congresso.
(Mario Sabino, Metrópoles, 15/08/25)
Depois da decisão do STF de legislar sobre as redes sociais, temos agora o governo Lula tentando sacramentar no Congresso o cala boca geral.
O presidente desta infausta República enviará ao Congresso um projeto que “regula” as plataformas digitais.
De acordo com as jornalistas Catia Seabra e Thaísa Oliveira (1), que tiveram acesso à minuta, a estrovenga escalona as sanções que as plataformas poderão sofrer da parte do governo, se não removerem conteúdo considerado ilícito — e que, como o STF ensinou (2), mistura convenientemente desde pedofilia até “ataques à democracia”.
“Também fazem parte desse rol (de conteúdos ilícitos) os chamados crimes contra o Estado democrático de direito, que incluem atentado à soberania ou à integridade nacional, espionagem, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de estado, interrupção do processo eleitoral e violência política”, diz a reportagem.
O ápice das punições previstas no projeto é a suspensão provisória de plataformas, por até dois meses, sem necessidade de decisão judicial. Basta a ordem de um órgão federal a ser criado para vigiar as redes — um departamento de censura, vamos dar nome ao boi.
Se isso é Estado Democrático de Direito, eu sou cabeludo (*).
Francamente, não existe partido brasileiro mais liberticida do que o PT, e sempre vale a pena recordar esse ponto no país que a cada 15 anos esquece o que aconteceu nos últimos 15, como dizia Ivan Lessa.
No primeiro mandato de Lula, os petistas quiseram criar um Conselho Federal de Jornalismo para “fiscalizar” (3) a imprensa, corolário da vigarice chamada “controle social da mídia”.
O tal conselho seria aparelhado pelos companheiros, que se encarregariam de punir jornalistas e veículos incômodos ao governo, passo importante para o PT dar continuidade ao seu projeto de poder autoritário.
Como o Conselho Federal de Jornalismo não vingou, porque há vinte anos ainda havia imprensa que prezava a liberdade de expressão e tudo aquilo que ela embute, o governo do PT passou a assediar jornais, revistas e emissoras independentes editorialmente com o cancelamento de propaganda estatal.
A revista em que eu trabalhava foi especialmente atingida, bem como as outras publicações do grupo que a editava, por causa da cobertura do mensalão.
Por essa ocasião, o governo do PT também começou a financiar blogs sujos para emporcalhar a reputação de adversários políticos e de jornalistas que não se dobravam a Lula e aos seus asseclas. O propósito era intimidar quem denunciava os crimes da companheirada..
Hoje, o foco do governo do PT são as redes sociais, território onde a direita lhe dá um baile. Sob o eufemismo “regulação”, entenda-se censura. Ao contrário do que ocorria no passado, quando o Supremo Tribunal Federal era defensor intransigente das liberdade constitucionais, o partido conta com a inestimável colaboração da cúpula do Judiciário.
O governo procura embrulhar o seu projeto com o discurso de defesa da soberania contra os ataques de Donald Trump, uma vez que as plataformas são americanas, e com o oportunismo em cima da recente denúncia sobre “adultização” de crianças nas redes sociais.
A verdade, contudo, é que o governo Lula quer mesmo é calar a boca dos opositores, usando daqueles bons propósitos dos quais o círculo do inferno está cheio. É uma tradição do seu partido, que vem desde muito antes do nascimento do bolsonarismo.
(Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/mario-sabino/lula-quer-ter-o-poder-de-suspender-redes-sociais-por-ate-2-meses)
(1) “Projeto de Lula prevê suspensão por 2 meses, sem decisão judicial, de rede que não remover conteúdo ilícito”
– Com mais de 60 artigos, proposta impõe regras para funcionamento de big techs no país.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/08/projeto-de-lula-preve-suspensao-por-2-meses-sem-decisao-judicial-de-rede-que-nao-remover-conteudo-ilicito.shtml)
(2) “Os democratas sabem o que fazem: vem aí a censura prévia no Brasil”
– O presidente do Google no Brasil deu uma entrevista esclarecedora. O STF está prestes a instaurar a censura prévia no país.
(+em: https://www.metropoles.com/colunas/mario-sabino/os-democratas-sabem-o-que-fazem-vem-ai-a-censura-previa-no-brasil)
(3) “Alexandre de Moraes calou a boca de Bolsonaro e também a da imprensa”
– Não sei se a imprensa já percebeu, mas ela teve a sua liberdade cerceada pelo ministro Alexandre de Moraes. Outra vez.
(+em: https://www.metropoles.com/colunas/mario-sabino/alexandre-de-moraes-calou-a-boca-de-bolsonaro-e-tambem-a-da-imprensa)
Extraindo o cômico do trágico:
(*) O dão, o xandão & os “carecas que elas gostam mais”, também!
“Nós, nós os carecas
Com as mulheres somos maiorais
Pois na hora do aperto
É dos carecas que elas gostam mais”
. . .
https://youtu.be/mEaxxCiPL4U
Quem fatura alto com as guerras são as indústrias armamentistas, aqui, lá ou acolá.
Pior: os mesmos que vendem as ARMAS pra destruição das nações invadidas, depois negociam a paz e a reconstrução da terra arrasada.
O mundo seria um lugar muito melhor sem essa gente…
Para acabar a refrega,
aCriméia e + 3 territórim
então voce entrega
para o PuTin
e o resto pra mim!
“Trump e Zelensky vão se reunir na Casa Branca na 2ª feira”
– Presidentes disseram nas redes sociais que próximo passo será uma reunião trilateral com o presidente russo Vladimir Putin…
(Poder360, 16/08/25)
Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), e da Ucrânia, Volodymyr Zelensky (Servo do Povo, centro), vão se encontrar na próxima 2ª feira (18.ago.2025) no Salão Oval, em Washington. O encontro será o 1º entre os 2 desde o início do novo ciclo de negociações para encerrar a guerra na Ucrânia.
O norte-americano confirmou o convite na rede social Truth Social, enquanto o ucraniano afirmou no X (antigo Twitter) que estará na Casa Branca. Ambos publicaram que o próximo passo deverá ser um encontro trilateral envolvendo também o presidente da Rússia, Vladimir Putin (independente), com quem Trump já esteve reunido no Alasca.
. . .
(+em: https://www.poder360.com.br/poder-internacional/trump-e-zelensky-vao-se-reunir-na-casa-branca-na-2a-feira/)
Matutando bem. . .
A reunião foi no Alasca. Mas a Ucrânia é que se lasca!
Qualquer semelhança com as reuniões de “otoridades” brasileiras e certos empresários é mera coincidência!
Replicando. . .dada a sua relevância!
O sonho PeTralha “se-esvaindo-se”?
“10 Estados têm mais Bolsa Família que emprego com carteira assinada”
– Dependência do programa caiu em 1 ano, quando eram 12 unidades da Federação nessa situação; pior situação é registrada no Maranhão…
(Rafael Barbosa, Poder360, 16/08/25)
Em 10 Estados brasileiros há mais beneficiários do Bolsa Família que empregados com Carteira de Trabalho assinada, segundo dados de julho de 2025.
A pior situação é registrada no Maranhão (*), onde há 521,6 mil pessoas a mais recebendo dinheiro do programa social que em empregos formais. O Piauí (294,7 mil) e a Bahia (185,4 mil) vêm na sequência desse ranking de dependência.
São Paulo (**) fica no fim da lista. O Estado tem 12,3 milhões de trabalhadores formais a mais que famílias no Bolsa Família. Esses dados não incluem o setor público (***).
. . .
(+em: https://www.poder360.com.br/poder-economia/10-estados-tem-mais-bolsa-familia-que-empregocom-carteira-assinada/)
(*) Um dos principais responsáveis por esse flagelo é o hiperinflacionista zésarney, podre de rico! O outro é o
tocador de bumbo do lula no SuTriFe, que, parafraseando Chico Buarque, “de muito gordo o porco já não anda (cálice. . .de vinho tetrapremiado internacionalmente)”!
(**) A nossa bela e santa Catarina ocupa a 23ª posição, atrás de RJ (24ª), PR (25º), MG (26ª) e SP (27ª)
(***) Isso explica e justifica a 20ª posição do DF.
Só pra intisicar. . .
“Cale-se”: https://youtu.be/bFvjR4bYj7Y
Matutando sobre a charge!
Pobre Zelensky!
Lutou, lutou, sacrificou seu povo e, num piscar de olhos, os dois sacripantas decidem o destino de sua Nação!