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ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CCCLXXII

Lula e o advogado-geral da União Jorge Messias, na impagável charge de Cláudio de Oliveira, na edição de de primeiro de julho do jornal Folha de S. Paulo. A derrama para sustentar a farra da elite política e do funcionalismo, que estão excluído propositadamente de ricos por Lula, PT e a esquerda do atraso

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62 comentários em “ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CCCLXXII”

  1. Miguel José Teixeira

    Sei não. . .

    . . .mas o tal de luis roberto da gloBBBo é um tremendo pé frio!

    Narrou, torceu e despachou o Flamengo.

    Tentando se recuperar. . .

    . . .narrou, torceu e despachou o Palmeiras!

    “Se-aprecate-se, tricolor fluminense!

  2. Miguel José Teixeira

    Já vai tarde!

    “Presidente dos Correios renuncia em meio a crise financeira e pressão política”
    – Fabiano Silva dos Santos estava na presidência desde 2023.
    (Redação Terra, 04/07/25)

    O presidente da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), Fabiano Silva dos Santos, entregou sua carta de renúncia ao Palácio do Planalto nesta sexta-feira, dia 4, pressionado por uma crise financeira que se agrava desde o ano passado. À frente da estatal desde o início de 2023, Fabiano deixa o cargo em meio a um cenário de prejuízos bilionários e cobranças por medidas mais eficazes de gestão.

    Em 2024, os Correios registraram um prejuízo de R$ 2,6 bilhões, quatro vezes maior do que o registrado no ano anterior.. A situação financeira da empresa piorou em 2025: só nos três primeiros meses do ano, o prejuízo já foi de R$ 1,6 bilhão.

    O desempenho tem sido atribuído à combinação de queda nas receitas e aumento contínuo das despesas, além de críticas à lentidão da atual administração em implementar ajustes. Fabiano Silva, advogado especializado em previdência complementar e integrante do grupo jurídico Prerrogativas, vinha sendo alvo de pressão crescente dentro e fora do governo.

    Recentemente, a gestão anunciou um plano para venda de imóveis e um programa de demissão voluntária, além de lançar um marketplace em parceria com a Infracommerce, como tentativa de diversificar receitas. No entanto, fontes no Palácio do Planalto avaliam que as medidas foram implementadas tarde demais e já não seriam suficientes para reverter o quadro, conforme a CNN.

    A saída de Fabiano também abre espaço para disputas políticas. O comando da estatal é alvo de interesse do União Brasil, partido que já controla o Ministério das Comunicações, pasta à qual os Correios são subordinados. As indicações do partido ao governo são coordenadas pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que deve influenciar diretamente na escolha do próximo dirigente da estatal.

    O Terra buscou os Correios para um posicionamento, mas não obteve resposta.

    (Fonte: https://www.terra.com.br/economia/presidente-dos-correios-renuncia-em-meio-a-crise-financeira-e-pressao-politica,080e6454375e464f82945b56e9f00e55yxsbycfi.html)

    Enfim, uma das prováveis “Soluções que Aproximam”!

  3. Miguel José Teixeira

    “Moraes x Haddad”
    (Camila Mattoso, Brasília Hoje, FSP, 04/07/25)

    Alexandre de Moraes, do STF, deu indícios de um entendimento contrário ao decreto do governo Lula (PT) sobre os aumentos no IOF usando declarações de Fernando Haddad (Fazenda) sobre expectativas de aumento de arrecadação.

    Haddad tem afirmado que o governo precisa da revisão do IOF para fechar as contas em 2026. À Folha ele disse que, sem isso, precisaria “fazer cortes para todo mundo” ou buscar nova receita.

    Na decisão que suspendeu os decretos do governo e do Congresso, Moraes dedicou oito páginas a esse tema, e apenas duas à disputa de competências dos Poderes.

    Segundo o relator, pode haver desvio de finalidade no ato assinado pelo presidente, o que levaria à derrubada da medida, como fez o Congresso. No caso do IOF, a motivação não deveria ser puramente arrecadatória, mas regulatória.

    Convocados pelo ministro, as presidências da República, do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, além da PGR, AGU sentam à mesa de negociação em 15 de julho. Enquanto não houver uma definição na conciliação, os aumentos do IOF propostos pelo governo seguem suspensos.

    Saiba mais sobre esse tema em três links:
    A suspensão completa
    “Moraes determina suspensão de decretos do IOF de Lula e do Congresso”
    – Ministro também designou uma audiência de conciliação no próximo dia 15, com envolvidos no caso.
    (+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/07/moraes-determina-suspensao-de-decretos-do-iof-de-lula-e-do-congresso.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)

    A contraprova da Fazenda
    “Número 2 da Fazenda diz que governo tem como provar ao STF que IOF não tem viés arrecadatório”
    – Para Dario Durigan, Corte reconheceu que não cabe decreto legislativo para ‘desafiar’ ato regular do Executivo.
    (+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/07/numero-2-da-fazenda-diz-que-governo-tem-como-provar-ao-stf-que-iof-nao-tem-vies-arrecadatorio.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)

    A avaliação de riscos do STF
    “Ministros do STF temem que imbróglio do IOF impulsione projetos contra o Judiciário”
    – Governistas esperam que decisão do tribunal saia antes de relatório de despesas; Moraes chama mesa de negociação.
    (+em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/07/ministros-do-stf-temem-que-imbroglio-do-iof-impulsione-projetos-contra-o-judiciario.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)

    📍 Mapa do poder
    O que acontece nos poderes em Brasília e você precisa saber

    1 – O Congresso Nacional segue aprovando projetos que fixam mais gastos ao mesmo tempo em que cobra cortes do governo Lula (PT). Nesta semana, deputados e senadores ampliaram, por exemplo, o acesso ao BPC e têm na pauta um projeto que pode gerar uma fatura de mais de R$ 40 bilhões ao ano para o governo federal.
    (+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/07/congresso-segue-aprovando-projetos-que-elevam-gastos-enquanto-cobra-cortes-do-governo.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)

    2 – O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, afirmou a que o inquérito das milícias digitais, que mira o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados, seguirá aberto porque “os fatos se multiplicaram” (*). A fala foi dada ao C-Level Entrevista, videocast semanal da Folha, quando ele também disse apoiar lei contra supersalários, mas que vê extras justificáveis e que excesso de proteção ao trabalhador pode ter efeito oposto (**).
    (+em:
    (*) https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/07/inquerito-no-stf-que-mira-bolsonaristas-sera-mantido-porque-fatos-se-multiplicaram-diz-barroso.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)
    (**) https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/07/excesso-de-protecao-desprotege-trabalhador-diz-barroso.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb

    3 – O presidente Lula (PT) disse que medidas de austeridade não deram certo em nenhum lugar do mundo. Durante reunião do banco do Brics, o petista também voltou a defender “uma nova moeda de comércio” internacional, acenando a uma agenda de desdolarização que sofre forte resistência no grupo e já foi alvo de ameaças de Donald Trump (EUA).
    (+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/07/lula-critica-austeridade-e-volta-a-defender-nova-moeda-em-reuniao-do-banco-do-brics.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)

    Na Esplanada…
    O ministro Wolney Queiroz (Previdência) tirou do presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, poderes para fazer nomeações em postos de comando no órgão e definiu que a escolha de diretores precisará da autorização do chefe da pasta. O ministério disse que as mudanças “são ajustes comuns para a melhor condução da gestão”. A portaria foi vista dentro do INSS como uma interferência no instituto.
    (+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/07/ministro-da-previdencia-tira-poderes-de-presidente-do-inss-para-fazer-nomeacoes-no-orgao.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)

    (Texto recebido pelo correio eletrônico)

  4. Miguel José Teixeira

    Seguramente, ler faz a cabeça!

    “Os efeitos da leitura (e de sua falta) no cérebro”
    – Nossa atenção tem sido capturada por estímulos digitais, e o hábito de ler está se transformando – ou se perdendo.
    (Gustavo Nogy, O Antagonista, 03/0725)

    A leitura, uma habilidade complexa e fundamental para o desenvolvimento humano, não é inata, mas sim uma conquista civilizacional que transformou a mente e a sociedade. Por isso mesmo, por ser, digamos um “hábito adquirido” e não uma predisposição natural, pode ser uma capacidade perdida.

    A cientista cognitiva Maryanne Wolf, autora de O Cérebro Leitor, alerta que os hábitos digitais modernos estão colocando em xeque nossa capacidade de leitura profunda, essencial para a compreensão complexa e o pensamento crítico.

    Em um cenário onde a distração é constante, o futuro dessa habilidade cumulativa, que molda o cérebro, depende de um esforço conjunto e persistente para reavivar o apreço pelos textos.

    A engenharia cerebral da leitura
    O cérebro humano, embora nasça com circuitos para a visão e a fala, não possui um circuito preexistente para a leitura. A capacidade de decifrar símbolos visuais e associá-los a conceitos, emoções e sons surgiu há cerca de 6 mil anos, exigindo uma notável adaptação cerebral.

    Pesquisadores acreditam que nossos ancestrais “reciclaram” circuitos antigos, originalmente usados para o reconhecimento de objetos, para desenvolver essa nova habilidade. Os sumérios, na Mesopotâmia, são apontados como precursores da escrita cuneiforme por volta de 3300 a.C., em um período semelhante ao desenvolvimento dos hieróglifos egípcios.

    A leitura ativa simultaneamente múltiplas áreas em ambos os hemisférios cerebrais, conectando letras e palavras a seus sons e significados. Experimentos, como o conduzido por David Swinney, revelam que ler uma palavra simples pode evocar todo um acervo de conceitos relacionados, demonstrando a vasta rede neural acionada. Adicionalmente, o idioma que aprendemos influencia distintamente o cérebro.

    De acordo com a autora de O Cérebro Leitor, sistemas logográficos como o chinês, onde símbolos representam ideias, ativam regiões cerebrais específicas, como as de memória e associação visual, de forma diferente de idiomas alfabéticos como o português ou o inglês.

    Mergulhar em uma história, seja qual for o idioma, provoca mudanças cerebrais contínuas, formando novas conexões entre áreas visuais e de linguagem, e estimulando a imaginação e a empatia. Esse processo sofisticado, que Wolf denomina “leitura profunda”, começa na infância, com bebês ouvindo histórias e interagindo com livros ilustrados, mesmo antes da alfabetização formal.

    A crise da leitura e a urgência do cultivo literário
    Apesar da intrínseca capacidade de adaptação do cérebro à leitura, Wolf identifica uma “crise de leitura” impulsionada por hábitos digitais. Em uma palestra alguns anos atrás, o teórico da comunicação e da mídia Clay Shirky, autor de Lá vem todo mundo e Cultura da participação, inquiriu sua audiência com a pergunta, misto de provocação e curiosidade: “Quem ainda seria capaz de ler Guerra e Paz (extenso livro do russo Liev Tolstói) por inteiro?”.

    A predominância da leitura superficial – o “passar os olhos” em textos online, frequentemente interrompida por notificações – compromete a imersão, a compreensão de argumentos complexos e a capacidade de análise crítica. No Brasil, uma pesquisa de 2024 revelou que apenas 27% dos participantes leram um livro inteiro (e não era Guerra e Paz…) nos três meses anteriores. Isso se os participantes disseram mesmo a verdade.

    O excesso de exposição digital, especialmente em crianças pequenas, tem sido associado a um desempenho escolar inferior e à diminuição da capacidade de atenção. Um cérebro hiperestimulado tende a buscar novos estímulos em intervalos cada vez menores, levando ao tédio quando offline. Para adolescentes, que chegam a dedicar quase 40% do dia a atividades em telas, o tempo para a leitura de lazer é drasticamente reduzido, impedindo o desenvolvimento da leitura profunda.

    Além disso, a dislexia, uma dificuldade de aprendizado que afeta entre 4% e 10% da população global, representa um desafio adicional. Crianças com dislexia, que muitas vezes enfrentam dificuldades em distinguir sons ou recordar informações, podem ser erroneamente rotuladas como incapazes. Contudo, muitos disléxicos demonstram inteligência e criatividade excepcionais, com figuras históricas como Leonardo da Vinci e Albert Einstein sendo cogitados como exemplos.

    (Fonte: https://oantagonista.com.br/tag/leitura/)

  5. Miguel José Teixeira

    Que não tem nada o que fazer. . .

    “Deputados do PT pedem investigação sobre governador de SC por fala separatista”
    – Segundo os deputados, com uma declaração no mês passado, Mello teria cometido o crime de improbidade administrativa.
    (Redação O Antagonista, 04/07/25)

    O líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias (RJ), e os deputados Pedro Uczai (PT-SC) e Ana Paula Lima (PT-SC) pediram à Procuradoria-Geral da República (PGR), nesta sexta-feira, 4, a instauração de inquéritos cível e penal sobre o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL).

    O motivo é uma declaração dada pelo político durante um evento da indústria da construção civil, em Curitiba, em junho.

    “Vamos fazer o país do Sul aqui. Daqui a pouco nós chegamos lá, né? Tem dois candidatos à Presidência da República aqui. Pode ser que daqui a pouco, daqui a pouco vire… Daqui a pouco, se o negócio não funcionar muito bem lá pra cima, nós passamos uma trena por lá de cá. E fazemos o Sul é o nosso país“, disse, em tom de brincadeira, ao lado dos governadores do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD).

    No pedido à PGR, os deputados petistas ressaltam que a frase “O Sul é o meu País” é usada por um movimento que defende a separação dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul do restante do território brasileiro.

    Os parlamentares afirmam que a manifestação do governador faz referência direta à cisão de uma unidade federativa e “à criação de um novo país na região Sul, o que afronta frontalmente os princípios constitucionais da unidade da Federação, da soberania nacional e da lealdade institucional, que vinculam todos os agentes públicos”.

    Segundo os deputados, com a declaração, Mello teria cometido o crime de improbidade administrativa.

    “A violação ao princípio da lealdade às instituições é evidente. A Constituição da República consagra, no artigo 1º, a forma federativa de Estado como cláusula pétrea, e impõe a todos os agentes públicos o dever de respeito aos fundamentos da República e do Estado Democrático de Direito. A fala em análise subverte essa obrigação, ao flertar com a desintegração da ordem federativa”, pontuam.

    Ainda de acordo com os petistas, há possível cometimento do delito de incitação à prática de crime, no caso.

    “Ainda que o governador não tenha diretamente conclamado à violência, a sua fala tem evidente efeito legitimador de movimentos que buscam esse mesmo resultado por vias eventualmente ilícitas. O discurso de uma autoridade pública nesse contexto é especialmente perigoso, pois reduz a percepção de ilicitude da conduta separatista e confere validade simbólica e incentivo político a ações que atentam contra a unidade nacional”, dizem.

    Por enquanto, não há decisão da Procuradoria-Geral da República.

    (Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/deputados-do-pt-pedem-investigacao-sobre-governador-de-sc-por-fala-separatista/)

    . . .arruma abacaxi para os outros descascarem!

    1. Não me diga, que estes deputados catarinenses do PT diante da falta de discurso e palanque resolveram ser cabos eleitorais do Jorginho agoniza?

      Credo

  6. Miguel José Teixeira

    O frasista do dia, ataca novamente!

    “Se tudo tiver como estou pensando’, País terá 1º presidente eleito 4 vezes”

    . . .e o único que puxou 580 dias de cadeia!

  7. Miguel José Teixeira

    “A “jararaca” Lula em modo Mortal Kombat”
    – A reação tem sido extremamente negativa e forte contra o governo, e tende a piorar ainda mais o ambiente político.
    (Ricardo Kertzman, O Antagonista, 04/07/25)

    Particularmente, jamais, em tempo algum, e quem me acompanha nestes pouco mais de 20 anos escrevendo publicamente sabe disso, acreditei, nem por meio segundo, no espírito democrático e republicano de Luiz Inácio Lula da Silva, ou somente Lula, seja como sindicalista – e há livros detalhando o quão aguerrido “em defesa dos pobres e oprimidos” ele era – e “dono” do Partido dos Trabalhadores, seja ainda como político profissional (presidente de partido, deputado federal e presidente da República).

    Não é à toa que, hoje, o PT padece de absoluta falta de líderes nacionais. Lula jamais permitiu a verdadeira ascensão de qualquer militante petista. Sempre foi – e sempre será, até que a finitude lhe colha – a única estrela a brilhar (?) na legenda. E pouco importa, ou importou, sua trajetória desnudada pelos escândalos do mensalão e petrolão, e pela prisão na Lava Jato, posteriormente revertida por parte da Suprema Corte. O Rei Sol petista, “o cara”, de Barack Obama, a “ideia”, segundo ele mesmo, continua triunfante.

    O precursor tupiniquim do odiento “nós x eles”, ovo da serpente – olha a jararaca aí, gente! – do bolsonarismo radical, tão ou mais virulento e antidemocrático que a extrema esquerda sempre às ordens do chefão do PT, que se elegeu, em 2002, sob a bandeira da luta de classes, e que, desde então, jamais desceu do palanque divisionista, atirando pobres contra ricos (exceto os bilionários amigos, que bancavam suas palestras e outras mordomias), trabalhadores contra empresários e até pretos contra a elite loira de olhos azuis.

    Ele faz tudo sempre igual
    Já antes de sua terceira eleição, Lula carregava no olhar o ódio e o revanchismo. Nas entrelinhas, enquanto prometia unificar o país, jurava vingança. Até hoje, bem a seu modo político cínico de ser, prega “união nacional” enquanto chama o ex-presidente Jair Bolsonaro (não sem razão, é verdade), de golpista e covarde: “Você viu que ele é um covardão? Você viu o depoimento dele? Ele estava com os lábios secos e estava quase se borrando. É muito fácil ser corajoso dentro de casa, no celular falando mal dos outros.”

    Sob suas ordens e bênçãos, o governo federal iniciou uma campanha mentirosa em favor do aumento de impostos, atacando os BBB: bilionários, banqueiros e Bet’s (plataformas de apostas). O governo perdulário, fiscalmente irresponsável, incompetente e leniente com a corrupção – outra vez! -, haja vista o roubo bilionário dos aposentados e pensionistas do INSS, tenta fazer a população acreditar em justiça tributária através do aumento do IOF, derrubado pelo Congresso e sub judice no STF.

    Ocorre que, no caso, o Imposto sobre Operações Financeiras, ainda que atinja grandes bancos e instituições financeiras em geral, acerta em cheio no bolso do trabalhador pobre, uma vez que incide sobre operações de crédito (crediário, cartões de crédito, apólices de seguro etc.). Além disso, todo e qualquer aumento de impostos sempre acaba repassado aos preços de bens e serviços, alimentando a inflação e corroendo ainda mais o poder aquisitivo. Mas, ironizando o bordão bolsonarista, “Isso o Lula não mostra”.

    Baixeza e baixaria
    Já há alguns dias, a ordem unida no PT é, mais uma vez, investir na falsa luta de classes. Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias, Fernando Haddad e, claro, o próprio Lula, passaram a investir na falácia separatista de que os ricos não pagam – e não querem pagar – impostos, e que os pobres são os penalizados pela avareza dos “bilionários capitalistas malvados”. Enquanto isso, Janja esbanja, e uma penca de amiguinhos do governo torra nossa grana no Gilmarpalooza em Lisboa.

    O último ataque, ainda que apócrifo – quem é covardão mesmo, Lula? -, contra os “bilionários malvados”, e especialmente contra o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos) – neste caso, mais que merecido, pois fez picadinho do discurso fajuto de “luta pela sociedade”, já que ele e seus pares vêm aprovando leis extremamente danosas ao país, e muitas em benefício próprio e de setores amigos -, chegou através de vídeos distribuídos em redes sociais. Aliás, pode isso, STF?

    A reação tem sido extremamente negativa e forte contra o governo, e tende a piorar ainda mais o ambiente político. Hugo Motta declarou que não irá aceitar estes ataques e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), fez duras críticas ao presidente, “Lula prega agressividade, ódio e divisão do país”. Lula e o PT, novamente, mostraram quem são e o que jamais deixarão de ser. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que o diga – ainda que, provisoriamente, pareça ter se esquecido.

    (Fonte: https://oantagonista.com.br/analise/a-jararaca-lula-em-modo-mortal-kombat/)

  8. Miguel José Teixeira

    Novo ataque. . .

    “O nosso problema não é nem econômico, o nosso problema é político porque, há muito tempo, eu não via o mundo carente de lideranças políticas como nós temos hoje. Há muito tempo eu não via a nossa ONU tão insignificante como ela se apresenta hoje”.
    (mesmo autor da pérola abaixo)

    Com relação à PeTezuela, ele tem razão:
    há muito não temos lideranças políticas!
    Temos é execesso de oportunistas. . .

  9. Miguel José Teixeira

    Para casos assim, a justa é cega, surda e muda!

    “Fundação vai garantir suporte jurídico ao ‘gabinete do ódio’ petista”
    – Ação da Fundação Perseu Abramo chamada “Pode Espalhar” será bancada com o dinheiro do fundo partidário.
    (Wilson Lima, O Antagonista, 04/07/25)

    O PT e a Fundação Perseu Abramo – braço político da sigla – vão dar suporte jurídico a influenciadores digitais que participarem da campanha digital contra o Congresso Nacional deflagrada após a derrubada do decreto presidencial do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

    A ação, chamada “Pode Espalhar”, será bancada com dinheiro público, já que a entidade é financiada com recursos do Fundo Partidário. Um detalhe: a ação vai se estender até às eleições de 2026, segundo o PT.

    Levantamento feito pela consultoria BITES a pedido do jornal O Globo apontou pelo menos 1,7 milhão de interações nas redes sociais durante a campanha deflagrada contra o Congresso. Os vídeos, feitos por meio de inteligência artificial, satirizam a atuação do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

    A proposta foi apresentada durante uma transmissão ao vivo com a participação de dirigentes partidários e da fundação, entre eles o deputado federal Jilmar Tatto (PT-SP), secretário nacional de Comunicação do partido; o senador Humberto Costa (PT-PE), presidente nacional da legenda; e Paulo Okamotto, presidente da FPA.

    A ideia é reunir comunicadores que já atuam espontaneamente nas redes sociais, oferecendo a eles estrutura de apoio, formação e estratégias de conteúdo.

    O Pode Espalhar prevê a criação de um “Clube de Influência do Time Lula”, que contará com curadoria de conteúdos, canais diretos com a estrutura partidária e suporte jurídico. A proposta, segundo seus organizadores, é “enfrentar a disputa de narrativas” nas plataformas digitais e ampliar o alcance das ações do governo federal em meio ao que classificam como um cenário de desinformação e embates políticos acirrados.

    “Vocês podem dizer: o governo do Lula é um governo que eu gosto. Isso não é campanha antecipada. Se precisarem de advogado, podem acionar nossa rede, e vamos tentar providenciar orientação ou defesa”, disse Okamotto em live nas redes sociais.

    O senador Humberto Costa, presidente do partido, reforçou a importância da atuação coordenada nas redes sociais. “Retomamos o Bolsa Família turbinado, voltamos com programas na saúde, educação, moradia e assistência social. O Brasil está crescendo mais do que previam, o desemprego caiu, a renda aumentou”, afirmou.

    Nesta semana, porém, a ministra de Relações Institucionais do governo Lula, Gleisi Hoffmann, tentou distanciar o partido do ataque feito pela militância petista ao Congresso nas redes sociais.

    (Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/fundacao-vai-garantir-suporte-juridico-ao-gabinete-do-odio-petista/)

  10. Miguel José Teixeira

    Encontrou a pedra filosofal!

    “Vocês podem e devem mostrar ao mundo que é possível criar um novo modelo de financiamento. O modelo da austeridade não deu certo em país lugar do mundo. A chamada austeridade exigida pelas instituições financeiras levaram os países a ficarem mais pobres porque toda vez que se fala em austeridade o pobre fica mais pobre e o rico fica mais rico.”

    Adivinhem quem pronunciou essa pérola?
    Ela foi coaxada na abertura do encontro anual do banco do Brics, no Rio.

  11. Miguel José Teixeira

    Fake do bem. . .

    “Usina de fake news”
    Milhares de contas falsas, robôs, “estrategistas” e “influenciadores” digitais, replicaram nas redes sociais, nesta quinta (3), a campanha do gabinete de ódio difundindo a mentira de que “rico não paga impostos”. A fake news certamente não corre o risco de parar no inquérito do STF.
    (Coluna CH, DP, 04/07/25)

  12. Miguel José Teixeira

    Tóim, óim, óim. . .

    “Bom para quem rouba”
    O gabinete do ódio petista, que Lula chama “clube de influência”, criou a mentira de que mais impostos é “bom para a população”. Só é bom para quem rouba: mais impostos é mais dinheiro em mãos bobas.
    (Coluna CH, DP, 04/07/25)

  13. Miguel José Teixeira

    É que ela só pensa naquilo. . .

    “Esquerda não se atualizou, avalia cientista político”

    Para o cientista político Juan Carlos Arruda, diretor-geral da ONG Ranking dos Políticos, a má avaliação daqueles que se definem como “progressistas” pode ser explicada: a esquerda não soube se atualizar. “O presidente Lula, hoje, governa com os olhos do passado, como se estivesse no início do século”, critica Juan Carlos. “Já a direita brasileira soube [se atualizar]. E soube vocacionar e dialogar com as massas”, aponta o cientista político, explicando o declínio esquerdista.

    Governo sem caminho
    “Qual a grande conquista do governo Lula até agora?”, desafia Juan Carlos Arruda, ressaltando a falta de entregas do governo do PT.

    Direita no topo
    A deputada Carolina de Toni (PL-SC) ocupa a primeira colocação no Ranking dos Políticos, seguida por Arnaldo Jardim (Cidadania-SP).

    Zona de rebaixamento
    Os deputados Renildo Calheiros (PCdoB-PE) e Florentino Neto (PT-PI) são os mais mal avaliados entre os 594 deputados e senadores.

    (Coluna CH, DP, 04/07/25)

    E ainda vão aumentar o número dos dePUTAdos. . .
    Imaginem os Senhores, a inutilidade do renildo e do florentino?

  14. Miguel José Teixeira

    Certos parasitas são irrelevantemente, irrelevantes!

    . . .”Ladra condenada, a ex-presidente argentina Cristina Kirchner teve mais tempo privado com Lula este ano do que os congressistas brasileiros.”. . .

    “Alheio, Lula já não recebe deputados e senadores, e ainda se queixa de derrotas”
    (Cláudio Humberto, Coluna CH, DP, 04/07/25)

    Desde o início do ano, Lula (PT) não recebeu um único deputado federal ou senador para despacho privado, como é próprio na relação institucional. Parlamentares, inclusive petistas, reclamam que o Lula alheio do terceiro mandato, com sinais de desinteresse ou cansaço, nem de longe lembra aquele dos governos anteriores. A agenda de audiências de 2025 piorou em relação a 2024, indicando sinais de inapetência: recebeu 4 deputados e 5 senadores durante o ano todo.

    Moro vê senilidade
    A conduta de Lula, que para o senador Sergio Moro (União-PR) indica “senilidade”, coincide com a perda de relevância dentro e fora do País.

    Só recebe petistas
    Os deputados que Lula recebeu em 2024 são todos do PT, à exceção de Arthur Lira (PP-AL), que era o presidente da Câmara.

    Governadores ignorados
    Lula não está nem aí até para os governadores aliados. Só recebeu Helder Barbalho (MDB-PA), em abril, talvez em razão da COP30.

    Tempo reservado
    Ladra condenada, a ex-presidente argentina Cristina Kirchner teve mais tempo privado com Lula este ano do que os congressistas brasileiros.

    (Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/alheio-lula-ja-nao-recebe-deputados-e-senadores-e-se-queixa-de-derrotas)

  15. Miguel José Teixeira

    Li, não resisti e “repliqui”!

    “As urgências da memória”
    – Do fundo da memória, ouço os gritos da minha mãe. Tenho saudade dela, daquela urgência, daquelas louças.
    (Gustavo Nogy, Crusoé, 04/07/25)

    Sou o mais novo entre cinco irmãos. Para ser exato: sou o mais novo e, além de mim, há quatro irmãs. Nessa constatação há dois senões. Primeiro: a essa altura, ser o mais “novo” é eufemismo para ser o menos velho. Segundo: a soma de quatro irmãs e um irmão não resulta em cinco irmãos, mas em quatro irmãs e um estrangeiro que veio desestabilizar o império.

    Entre nós, nunca houve hierarquia para os serviços domésticos. Em vão eu sonhava com machismos e opressões de toda ordem, suspirava por milenares patriarcados, resmungava impropérios de Átila amador, mas o que me sobrava mesmo, a depender dos humores do matriarcado, eram os pratos, as panelas, os talheres e a resignação.

    Seja como for, acostumamo-nos à rotina. Ajudar em casa, desde pequenos, era tão natural quanto sujar a casa. Mas havia uma circunstância em que eu cogitava revoltas cruentas contra tal regime opressor: quando a urgência higienista desafiava meu fanatismo. Explico.

    Comíamos, e eu corria à tevê para assistir ao futebol. Para assistir à reprise dos gols dos jogos ocorridos ontem ou anteontem, em uma época em que éramos escravos da programação regular. Prioridades, prioridades. Pois era chegar à sala e ouvir o comando: “– Gustavo, a louça!”

    E eu pedia que esperasse. Eu implorava que esperasse. Eu ameaçava que esperasse. Como um improvisado Sócrates, argumentava que louças não têm pernas nem asas e continuariam ali, quietinhas, esperando o banho diário.

    Mas não havia meio, nem argumento, nem sedução. A louça precisava ser lavada e precisava ser lavada agora. Depois seria tarde. Depois as visitas (que nunca chegaram) chegariam. Depois a sujeira ficaria ressecada. Depois é depois.

    Então, eu deixava os gols para o programa das 18h e corria a cumprir a obrigação – sem compreender, sem aceitar, sem admitir as urgências sanitárias da minha mãe. Aquela fúria nazi a favor da pureza das louças. Aquela vontade de poder diante dos pratos e talheres. Aquela obsessão por uma cozinha que fosse imaculada como raça superior.

    Em silêncio, muitas vezes jurei a mim mesmo que, quando tivesse minha própria casa, lavaria a louça quando bem entendesse. Se não agora, depois. Se não depois, amanhã ou depois de amanhã. Quem sabe no mês que vem. Quem sabe eu não jogaria fora as louças sujas e compressa outras, novas e, sobretudo, limpas. Que as louças se lavassem a si mesmas.

    Pois os anos passaram.

    Hoje tenho a minha casa. Acabo de almoçar e preparo o café. Saio da cozinha. Ando de um lado a outro. Finjo ignorar o que não ignoro. Ensaio conversas com minha mulher, com meus cachorros, com meu superego. Simulo distração, indiferença, crise de fé.

    Tudo para enfim dispensar a mulher, dispersar os cachorros, esconjurar o superego e voltar à cozinha com a disciplina de um soldado. Lá está a louça que precisa ser lavada. E lá estou eu a repetir as urgências maternas, as preocupações com as visitas que não virão, os gestos bruscos e desnecessários, o comando imperativo, a obsessão com a limpeza.

    Começo a lavar a louça sem pressa, sem urgência, numa espécie de concentração zen, como uma coisa que precisa ser feita e muito bem-feita para que a vida fique em ordem. Louças precisam ser lavadas e o tempo das louças não é o tempo dos homens, já dizia o rei Salomão, ou não disse, mas devia ter dito. Faço o que prometi não fazer, e faço muito bem, obrigado.

    Do fundo da memória, ouço os gritos da minha mãe. Tenho saudade dela, daquela urgência, daquelas louças.

    (Fonte: https://crusoe.com.br/noticias/as-urgencias-da-memoria/)

    Mãe. . .
    Quem já não a tem, sente saudade!
    Quem ainda a tem, “se-apoquenta-se”!

  16. Miguel José Teixeira

    “Crusoé: Pendurado no STF” (1)
    – Sem base no Congresso Nacional, governo Lula entrega comando do país ao Supremo. E mais: Poderes trocados e a persistência do patrimonialismo.
    (Redação O Antagonista, 04/07/25)

    A oposição se acostumou a travar suas batalhas no Supremo Tribunal Federal (STF) no período pós-redemocratização no Brasil. O STF era a única arena em que havia alguma possibilidade de vitória, diante de governos musculosos que controlavam o Congresso Nacional ao dividir poder e verbas.

    Essa lógica de relativa harmonia entre Executivo e Legislativo foi desafiada em alguns momentos, como nos processos de impeachment de Fernando Collor de Mello e Dilma Rousseff, e no escândalo do mensalão, mas nada se compara ao que ocorre no terceiro mandato de Lula.

    O Congresso vem adquirindo vontade própria desde o governo Dilma, e se emancipou no governo Jair Bolsonaro, com a criação do orçamento secreto, que deu autonomia aos parlamentares. O governo Lula resolveu que não iria se submeter a essa lógica.

    Com a costumeira resistência a dividir poder e enfrentando uma oposição numerosa e barulhenta, os petistas optaram por desafiar o espaço conquistado pelo Congresso, e o fazem se pendurando no STF. Agora, são os governistas que precisam recorrer ao Supremo em busca de vitórias, diz Rodolfo Borges em “Pendurado no STF” (1), a reportagem de capa da edição desta semana de Crusoé.

    Outros destaques de Crusoé
    Em “Poderes trocados” (2), Wilson Lima revela que enquanto o STF atua politicamente, o Congresso Nacional tenta definir o Orçamento, e o Executivo assiste impotente.

    Também nesta edição, Guilherme Resck mostra em “A persistência do patrimonialismo” (3)como casos de uso de recurso público para benefício pessoal não param de surgir no Brasil e se disseminam pelos Três Poderes.

    Colunistas
    Privilegiando o assinante de O Antagonista+Crusoé, que apoia o jornalismo independente, também reunimos nosso timaço de colunistas.

    Nesta edição, escrevem Leonardo Barreto (O Lula velho e o velho Lula) (4), Dennys Xavier (O silêncio como projeto) (5), Jerônimo Teixeira (O paradoxo do turista) (6), Josias Teófilo (A tentação do realismo) (7), Gustavo Nogy (As urgências da memória) (8) e Rodolfo Borges (O bandeirinha cordial) (9).

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    (+em: https://crusoe.com.br/)

    (1) – Sem base no Congresso Nacional e encurralado pela própria gastança, governo Lula entrega comando do país ao Supremo.
    (+em: https://crusoe.com.br/noticias/pendurado-no-stf/)

    (2) – Enquanto o STF atua politicamente, o Congresso Nacional tenta definir o Orçamento e o Executivo assiste impotente.
    (+em: https://crusoe.com.br/noticias/poderes-trocados/)

    (3) – Casos de uso de recurso público para benefício pessoal não param de surgir no Brasil e se disseminam pelos Três Poderes.
    (+em: https://crusoe.com.br/noticias/a-persistencia-do-patrimonialismo/)

    (4) – Presidente tenta animar seu eleitorado, mas ao preço de voltar a ser a figura política sectária que perdeu as disputas de 1989, 1994 e 1998.
    (+em: https://crusoe.com.br/noticias/o-lula-velho-e-o-velho-lula/)

    (5) – Estamos diante de um STF que não aponta para avanço civilizacional, mas um retrocesso obscuro que nos aproxima perigosamente do autoritarismo.
    (+em: https://crusoe.com.br/noticias/o-silencio-como-projeto/)

    (6) – A viagem de lazer pode ser enriquecedora para o indivíduo, mas o turismo, como fenômeno coletivo, é culturalmente vazio.
    (+em: https://crusoe.com.br/noticias/o-paradoxo-do-turista/)

    (7) – Fórmula 1 fracassou ao apostar num realismo documental.
    (+em: https://crusoe.com.br/noticias/a-tentacao-do-realismo/)

    (8) – Do fundo da memória, ouço os gritos da minha mãe. Tenho saudade dela, daquela urgência, daquelas louças.
    (+em: https://crusoe.com.br/noticias/as-urgencias-da-memoria/)

    (9) – E se os árbitros brasileiros não foram mal na Copa do Mundo de Clubes porque não apitaram jogos entre seus compatriotas?
    (+em: https://crusoe.com.br/noticias/o-bandeirinha-cordial/)

    (Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/crusoe-pendurado-no-stf/)

  17. Miguel José Teixeira

    Será o início do fim? (2)

    “O que os olhos não veem, o coração não sente (?) 💔”
    (Luana Franzão, Mercado, FSP, 04/07/25)

    É melhor ser atacado pela frente ou pelas costas? Os chineses tentam responder a essa pergunta.

    A China criticou ontem acordos comerciais que “prejudiquem terceiros” depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um pacto tarifário com o Vietnã.

    Como assim?
    Os dois países selaram um acordo na quarta-feira (2), o primeiro entre a gestão do republicano e um país asiático. Analistas afirmam que ele pode servir de base para Washington discutir pactos comerciais semelhantes com outras nações.

    Ele estabelece uma tarifa de pelo menos 20% sobre as exportações vietnamitas;

    É alta, mas é menor do que a prevista inicialmente, de 46%.

    Calçados e roupas são os setores mais atingidos.

    ↳ Os países têm até 9 de julho para chegar a um acordo com os americanos e não sofrer todos os efeitos do tarifaço –aquele anunciado em 2 de abril, com direito a uma tabela gigante nas mãos e tudo.

    Decepcionante?
    O mercado não se empolgou tanto com a decisão, ao julgar que a alíquota anunciada é mais alta do que o esperado.

    Em um primeiro momento, quando o tratado foi noticiado, os papéis de marcas de roupas, itens esportivos e calçados fabricados no Vietnã subiram, mas a escalada desacelerou com o detalhamento dele.

    O assessor comercial de Trump, Peter Navarro, chamou o país asiático de “colônia da China” e afirmou que um terço dos produtos vietnamitas vem do rival.
    Soltando indiretas. Os chineses não gostaram do aperto de mãos entre o vizinho e os americanos. Pequim se posicionou contra acordos comerciais que “prejudiquem terceiros”.

    O Vietnã virou peça-chave na logística de importação de produtos da China, numa estratégia conhecida como transbordo.

    Algumas empresas chinesas redirecionam suas mercadorias para o vizinho como forma de driblar tarifas.

    Isso significa que a aproximação entre o Vietnã e os EUA não agrada Pequim e pode atrapalhar os seus planos.

    (Texto recebido pelo correio eletrônico)

  18. Miguel José Teixeira

    Será o início do fim?

    “Mais US$ 3,3 trilhões em dívidas” 💰
    (Luana Franzão, Mercado, FSP, 04/07/25)

    Antes de discutirmos o noticiário, vamos pensar em unidades de medida. Um milhão, um bilhão e um trilhão podem até rimar, mas são muito diferentes. Para entender as diferenças entre eles, vamos usar unidades de tempo.

    Somando um milhão de segundos, temos cerca de 11 dias.
    Um bilhão de segundos equivale a 31 anos.
    Já um trilhão de segundos, a 31.688 anos.
    Sentiu?

    Tá na mão. Donald Trump conseguiu aprovar a “grande e bela lei”, como apelidou uma medida que muda impostos e subsídios no país.

    A estimativa de economistas é que ela possa aumentar a dívida pública americana em até US$ 3,3 trilhões (R$ 17,8 trilhões) em dez anos. É muito e o mercado está preocupado.

    Ontem, o Congresso aprovou o projeto de lei, segue para sanção presidencial;

    A votação no Senado foi totalmente favorável, mas na Câmara dos Representantes, houve resistência – passou por 218 votos contra 214.

    O que a lei prevê?
    Muita coisa, são mais de mil páginas. Nós detalhamos propostas menos óbvias presentes nela na edição do dia 5 de junho, que você encontra aqui. Aí vão as principais medidas:

    Suspende impostos, incrementa recursos para a política de imigração como parte do esforço de Trump para deportar estrangeiros e amplia o gasto com defesa.

    Com ela, o presidente cumpre propostas de campanha, como acabar com a cobrança de impostos sobre gorjetas e pagamentos de horas extras.

    A medida libera a contratação de 10 mil agentes do ICE (órgão de imigração americano), para atingir a meta de 1 milhão de deportações por ano.

    Ela reduz drasticamente os recursos disponíveis para o Medicaid, programa de saúde usado pelos americanos.

    ↳ O projeto foi o principal motivo do rompimento entre Trump e o bilionário Elon Musk, que estava à frente de um dos departamentos governamentais. Desde que saiu da pasta, o magnata critica publicamente o PL, sobretudo pelo excesso de despesas.

    (Texto recebido pelo correio eletrônico)

  19. Miguel José Teixeira

    Realmente, vivemos a era do “morde & assopra”, do “uma no cravo & outra na ferradura”! Enfim. . .a Nação está à deriva. . .

    ‘Nós contra eles’ é tiro no alvo ou no pé?”
    – Ao partir para o contra-ataque, governo e PT ao menos deram um argumento a seus militantes, que andavam meio desnorteados.
    (Vera Magalhães, O Globo, 04/07/25)

    O limiar que separa um tiro em direção ao alvo e um que acerta o próprio pé na política é bem mais tênue que noutros momentos da vida, literais ou metafóricos. No caso da efetividade da nova versão do discurso do “nós contra eles” adotada pelo governo Lula, o sucesso ou o fracasso da estratégia mora em detalhes que não são descartáveis nem parecem fáceis de calibrar diante da profunda cizânia entre o Executivo e o Congresso.

    O primeiro fator essencial que poderia levar a que se desse um tiro n’água foi notado pelos responsáveis por colocar a campanha na rua: não adiantava o “nós” serem apenas os pobres beneficiários de políticas sociais, e “eles” serem todo o resto da sociedade. Por uma questão de matemática básica, Lula perderia o embate ao dividir a sociedade assim.

    Daí por que a classe média, fatia maior e mais heterogênea do bolo demográfico (e eleitoral), foi rapidamente colocada do lado de Lula no cabo de guerra, tradução escolhida por uma das muitas peças publicitárias lançadas para martelar a ideia.

    Projetos como o que amplia a isenção do pagamento de Imposto de Renda da Pessoa Física para quem ganha até R$ 5 mil têm a capacidade de demonstrar que Lula governa também para essa classe média, da qual a cada rodada de pesquisa parece estar mais afastado.

    Se conseguir trazer para puxar sua corda os profissionais liberais, os tais empreendedores que trabalham por aplicativos, os profissionais da saúde e outros incluídos no novo esforço de comunicação, o presidente pode, sim, lograr algum êxito em sair das cordas na disputa com um Congresso que foi com muita sede ao pote na ânsia de tentar vencer o governo por nocaute. O combate dá toda a pinta de que será decidido por pontos, com cada um dos lados encaixando golpes mais ou menos efetivos ao longo dos próximos 15 meses.

    Que alguma coisa se moveu, é nítido. Nas palavras de especialistas em marketing político e pesquisas que ouvi a respeito da eficácia da nova estratégia, ao partir para o contra-ataque, o governo e o PT ao menos deram um argumento a seus militantes, que andavam meio desnorteados e acuados pela sucessão de derrotas e de falta de rumo do presidente e de seus ministros.

    Contribuiu para isso que, pela primeira vez desde a posse, os vários feudos dentro do governo falam a mesma língua. Pelo menos por um tempo, o alvo do PT deixou de ser a política econômica de Fernando Haddad, e o ministro também fez um ajuste em seu discurso para soar “mais petista”, na definição de um observador.

    Ter gente disposta a defender seu ponto é um pressuposto da era em que a política se faz na arena digital, mais que na praça pública literal. Mas aqui está um dos limiares tênues de que falei na abertura do texto: se o discurso do “nós contra eles” descambar para atos de invasão de bancos e outros espaços dos “ricos”, como se viu em São Paulo ontem, o que poderia ser um argumento capaz de sensibilizar uma fatia ampla da sociedade — que as últimas ações do Congresso foram todas em causa própria ou em benefício de lobbies poderosos — virará prova de que está de volta o PT radical. E o que poderia ser uma virada de jogo virará do dia para a noite nova queda de avaliação.

    Da mesma forma, num momento de tantos embates no front interno, parece desprovida de sentido a decisão do presidente de visitar Cristina Kirchner. Aliados dizem que o gesto tem motivações pessoais, por Lula ter enfrentado uma prisão que também classifica como injusta. Só que a política cada vez menos tem espaço para arroubos voluntaristas, e a associação do PT à esquerda de países como Argentina e Venezuela é um dos pratos favoritos da extrema direita. Dar de bandeja um tema para a oposição num momento desses é, aí sim, meter uma bala no próprio pé.

    (Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/vera-magalhaes/coluna/2025/07/nos-contra-eles-e-tiro-no-alvo-ou-no-pe.ghtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsdiaria)

    . . .se pelo menos o vice tivesse escrúpulos!

  20. Miguel José Teixeira

    “Invertebrados e acoelhados”
    – Em vez de lutar por suas ideias, golpistas estão descobrindo que não vale a pena pagar por Bolsonaro.
    (Ruy Castro, FSP, 03/07/25)

    Na invasão do STF em Brasília no 8/1, o mecânico Fábio de Oliveira foi filmado aboletando-se na poltrona do ministro Alexandre de Moraes. “Cadeira do Xandão, aqui, ó! Aqui, ó, vagabundo! Aqui é o povo que manda!”, zurrou. Ouve-se a voz de seu irmão Erlon, que gravava o vídeo: “Cadeira do Xandão agora é do meu irmão Fábio! Nós tomou a cadeira do Xandão, aí, ó!”. Diante da pena de 17 anos de prisão a que o voto de Moraes há dias o condenou, Fábio balbuciou: “Era uma brincadeira. A gente não sabia que seria transmitido ao vivo”.

    Também de 17 anos de grade foi a pena proposta por Moraes para o empresário Pedro Kurunczi, acusado de “viabilizar materialmente a participação de dezenas de pessoas nos atos de violência” ao fretar quatro ônibus que levaram 153 fanáticos a Brasília naquele dia. Há um áudio em que Kurunczi anuncia à filha sua ação para que “essas eleições sejam anuladas” e afirma que está “esperando a hora de invadir o Congresso”. Confrontado com esses fatos, a versão do réu é a de que “fez apenas uma tomada de preços para fretar quatro ônibus”.

    Todos os julgados até agora pelo STF, inclusive os do primeiro escalão bolsonarista —ministros, assessores próximos, comandantes militares—, negaram sua participação nos atos e maquinações golpistas, apesar da farta documentação produzida até por eles próprios em celulares, computadores e papel. Tentando salvar a pele, acusam-se uns aos outros de mentirosos e pedem desculpas a Moraes por tê-lo ofendido. Um deles, olha só, o próprio Bolsonaro: “Desculpa aí, é o meu jeito, me excedi” —e ainda chamou seus seguidores de “malucos”.

    Que corja de invertebrados, não? Quem acredita em ideias e se dispõe a lutar por elas precisa ser responsável por suas ações. Os que chamaram os militares para a luta armada em 1969 perderam a parada e pagaram por isso nos porões da ditadura —muitos com a tortura, outros com a vida. Não se acoelharam.

    Talvez os bolsonaristas estejam descobrindo que não vale a pena pagar por Bolsonaro.

    (Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2025/07/invertebrados-e-acoelhados.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newscolunista)

    Realmente. . .
    . . .muitos incautos caíram no conto do capitão zero zero!
    Já outros incautos, caíram no conto da picanha e cervejinha grátis!

  21. Miguel José Teixeira

    “Guerra de extermínio antes da hora”
    – Governo e Congresso não têm nada a ganhar com uma ruptura em tempo ainda de indefinição eleitoral.
    (Dora kramer, FSP, 03/07/25)

    A fotografia do momento é de confronto sem solução boa à vista. Ocorre, porém, que há muito filme a ser rodado e por isso os personagens desse enredo eleitoral não devem ir agora ao tudo ou nada. Ainda não é hora.

    Não interessa à direita nem à esquerda partir para um embate cujo desfecho depende de muitas variáveis. Luiz Inácio lula da Silva (PT) não tem certeza se vale a pena tentar a reeleição e Jair Bolsonaro (PL) precisa decidir o que fará quando e se vier a provável condenação por tentativa de golpe de Estado.

    A base parlamentar desalinhada também não tem essa urgência toda em se definir pelo abandono de ministérios e demais cargos que bem ou mal lhe dão acesso a uma parte considerável da máquina pública.

    Ao presidente tampouco convém fazer demissão em massa dos amigos da onça. Ainda precisa deles para aprovar as bondades eleitoreiras que aguardam votação no Congresso, das quais os adversários querem ser parceiros. Da mesma forma como a então oposição ao governo anterior aprovou a gastança de Bolsonaro em 2022, por impossibilidade de dizer não a medidas populares.

    O mais provável é que daqui até o início da fase de definições, no início de 2026, sigam governo e oposição, direita e esquerda, em ritmo de morde e assopra. Atualmente a batalha se dá no Congresso, mais adiante a luta ocorrerá fora dele.

    Quando se desenharem com mais nitidez as candidaturas, aí sim a luta começa de verdade. As posições, no entanto, estão marcadas. Na boca de cena, atacam-se, mas no bastidor considera-se mais razoável que prevaleça a prudência política em prol de um entendimento provisório.

    Nenhum dos lados está pronto para uma guerra de extermínio em que passos em falso podem dar vantagem ao campo adversário. Embora difícil, a recuperação da popularidade de Lula não é uma hipótese a ser descartada.

    De outro lado, haverá a instalação da CPMI do INSS, cujo potencial de estrago em clima de conflagração será tanto maior para o governo quanto menor for o apoio que tiver no Congresso.

    (Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/dora-kramer/2025/07/guerra-de-exterminio-antes-da-hora.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newscolunista)

    O PiNçador Matutildo, piNçou:
    “Ao presidente tampouco convém fazer demissão em massa dos amigos da onça. Ainda precisa deles para aprovar as bondades eleitoreiras que aguardam votação no Congresso, das quais os adversários querem ser parceiros.”
    O Revisitildo, reforçou:
    Uma mão lava a outra e a toga enxuga as duas!
    E o Chatildo. . .
    Bons tempos aqueles em que, quando uma mão lavava a outra, a toga algemava as duas!

  22. Miguel José Teixeira

    . . .”Num campo onde a responsabilidade pela terra foi trocada por planos mirabolantes de fertilização ideológica, o que se planta hoje são ilusões e o que se colhe amanhã são déficits. A abundância nas mãos do espantalho não reflete, infelizmente, a fartura no prato do povo. E quando a balança pesa para um lado só, a própria terra geme.”. . .

    “Crônica de um espantalho bem alimentado”
    (Circe Cunha e Mamfil – Manoel de Andrade, Coluna Visto, lido e ouvido, Blog do Ari Cunha, CB, 03/07/25)

    Diz-se que certas plantações prosperam mesmo em solos áridos, desde que bem irrigadas — mas há de se observar quem recebe a água. Em tempos de escassez, enquanto lavouras inteiras secam sob o sol impiedoso, há sempre um espantalho no meio do campo, robusto e muito bem alimentado. Dizem que ele serve para proteger, mas há quem suspeite que sua fome é insaciável.

    Setembro passou e, com ele, veio a notícia de mais um recorde de “colheita”. Os celeiros estatais encheram como nunca, e houve quem comemorasse o feito como uma epopeia fiscal. Foi dito que jamais se viu tanto grão arrecadado em tão curto tempo. Mas o agricultor comum, aquele que planta no braço e colhe no suor, não parece ter participado da festa.

    Num campo onde a responsabilidade pela terra foi trocada por planos mirabolantes de fertilização ideológica, o que se planta hoje são ilusões e o que se colhe amanhã são déficits. A abundância nas mãos do espantalho não reflete, infelizmente, a fartura no prato do povo. E quando a balança pesa para um lado só, a própria terra geme.

    O curioso é que, mesmo com as cestas cheias de tributos, os armazéns nacionais continuam no vermelho. A explicação, segundo os que tudo sabem e nada explicam, seria o custo inevitável de manter o campo em “progresso”. O detalhe incômodo é que o progresso insiste em não chegar. Pelo contrário: o vento sopra mais frio, os insumos encarecem, e o povo recorre a velhas técnicas de sobrevivência — como plantar em silêncio, negociar sem recibo, e manter distância dos fiscais do espantalho. Números bem projetados nunca mentem. Mas podem ser ignorados, distorcidos, ou simplesmente ridicularizados. Afinal, já se tornou moda ajustar a lógica às crenças, e não o contrário. Por isso, quando o relógio econômico atrasa, dizem que é o tempo que está errado.

    Enquanto isso, milhões de pequenos lavradores estão em dívida com o mercado, com o banco, com o vizinho — e até com o próprio guarda-roupa. A inadimplência atinge patamares tão vastos que, se fosse terra, seria um país. Sem crédito e sem chão firme, o consumo mingua, a produção trava, e o país parece girar num moinho vazio.

    Há rumores de que o próximo ciclo será ainda mais severo. Mas os homens da enxada, que há muito deixaram de acreditar em promessas de safra farta, já tratam de construir abrigo com o que têm. E cada vez mais gente prefere plantar fora do campo oficial, longe dos olhos sempre atentos e da mão sempre estendida do espantalho.

    É verdade que todo sistema de cultivo precisa de regras. Mas quando o imposto sobre a semente é maior do que o valor da colheita, não é difícil entender por que tanta gente larga a terra. A competitividade evapora como orvalho ao meio-dia, e os frutos que sobram não encontram mercado que os valorize. O Brasil, um pomar de riquezas naturais, torna-se pálido diante da concorrência estrangeira — sufocado, não por pragas, mas por sua própria condução.

    No fim dessa estrada poeirenta, a desigualdade brota como erva daninha. E onde há fome e desesperança, a violência cresce como mato entre os paralelepípedos. Não é magia, nem surpresa: é só a velha e previsível consequência do descuido com a terra, da ganância do espantalho e da crença cega de que números são ideológicos. A colheita foi farta — para alguns. Para os demais, restam as migalhas e o silêncio.

    A frase que foi pronunciada:
    “A política é a arte de procurar problemas, encontrá-los em todo lugar, diagnosticá-los incorretamente e aplicar os remédios errados.”
    (Groucho Marx)

    (Fonte: https://blogs.correiobraziliense.com.br/aricunha/cronica-de-um-espantalho-bem-alimentado/)

  23. Miguel José Teixeira

    “Semipresidencialismo ganha força como saída para crises”
    – É um sistema de governo que combina o presidencialismo e o parlamentarismo. Os dois modelos clássicos são os da França e de Portugal. Duas PECs tramitam no Congresso.
    (Luiz Carlos Azedo, Nas Entrelinhas em seu blog no CB, 03/07/25)

    Enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assume a presidência do Mercosul, em Buenos Aires, na Argentina, a elite política e a alta magistratura brasileira se reúnem no Fórum Jurídico de Lisboa, criado pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), um dos autores da proposta de implantação do semipresidencialismo no Brasil. Ao saudar os presentes, entre eles o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), destacou o caráter transdisciplinar e internacional do evento, que conta com 57 painéis, quase 500 palestrantes de várias nacionalidades e estimativa de 2,5 mil participantes. “O Fórum se consolidou como um ponto de encontro fundamental para o diálogo entre o Brasil e a Europa”, afirmou.

    Apelidado de “Gilmarpalooza”, o evento se realiza desde 2013, no recesso parlamentar e do Judiciário, com a participação de magistrados, advogados, políticos e empresários. Longe dos holofotes de Brasília, o encontro mistura glamour, muita articulação política e lobbies poderosos junto ao Congresso e aos tribunais federais. Inteligência artificial, democracia e sustentabilidade são os temas deste ano, mas o prato principal é a crise entre o Lula e o Centrão, cujo escalada reanima as conversas de bastidor sobre a adoção do semipresidencialismo, uma velha proposta de Nelson Jobim que ressurge nas crises.

    O evento reúne os ministros do STF, Luís Roberto Barroso, presidente da Corte, André Mendonça, Flávio Dino e Alexandre de Moraes, além do anfitrião, Gilmar Mendes. Do governo federal, participam os ministros Alexandre Silveira (Minas e Energia), Camilo Santana (Educação), Jader Filho (Cidades), Jorge Messias (AGU) e Ricardo Lewandowski (Justiça). Todos tentam jogar água na fogueira da crise, depois de Lula ter decidido recorrer ao Supremo para manter o decreto que aumenta as alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), derrubado pelo Congresso por meio de um decreto legislativo.

    Entre os políticos, além de Motta, participam do encontro os caciques do Centrão Arthur Lira (PP-AL), Ciro Nogueira (PP-PI) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), entre outros parlamentares, como os paulistas Tabata Amaral (PSB), Orlando Silva (PCdoB) e Alex Manente (Cidadania). E os governadores Cláudio Castro (PL-RJ), Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Mauro Mendes (União-MT), Helder Barbalho (MDB-PA), Ronaldo Caiado (União-GO), Eduardo Leite (PSD-RS) e Rafael Fonteles (PT-PI). Promovido pelo IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), que tem Gilmar como sócio, em parceria com o Lisbon Public Law Research Centre e a FGV Justiça, da Fundação Getúlio Vargas, o evento termina sexta-feira.

    Projetos na Câmara
    Gilmar e Temer são autores de uma das três propostas de semipresidencialismo sugeridas ao Congresso, entre 2016 e 2018. Defendem uma transição para o semipresidencialismo como um modelo mais equilibrado, capaz de evitar crises como os impeachments de Fernando Collor e Dilma Rousseff. Temer chegou a sugerir uma “reforma de transição em 2030”, ou seja, que não prejudicaria o Lula caso seja reeleito.

    Dois projetos, porém, estão em tramitação. A PEC 9/1996, de Nelson Jobim (então PMDB-RS), que prevê um presidente com papel simbólico e o primeiro-ministro com apoio da maioria da Câmara, que teria poder de derrubar o governo por moção de censura. Em caso de impasse prolongado, o presidente poderia dissolver a Câmara e convocar eleições. Outro projeto (PEC 21/2021), de autoria do ex-deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), foi apresentado em meio à crise política do governo Bolsonaro. Nele, o presidente mantém papel relevante, inclusive pode dissolver a Câmara em caso de crise, após aprovação de voto de desconfiança do primeiro-ministro pelo Parlamento. O projeto é inspirado na Quinta República Francesa, mas adaptado à realidade brasileira.

    O semipresidencialismo é um sistema de governo que combina elementos do presidencialismo e do parlamentarismo. Os dois exemplos clássicos de semipresidencialismo são a França e Portugal, mas eles operam com lógicas institucionais distintas. No semipresidencialismo francês, o modelo é dualista e há coabitação entre o presidente da República e o primeiro-ministro. Funciona da seguinte maneira: o presidente da República é eleito por voto direto, exerce o papel de chefe de Estado com amplos poderes, especialmente em política externa, defesa e nomeação do primeiro-ministro, que é chefe de governo e cuida da administração interna e da condução cotidiana do Executivo. A Assembleia Nacional pode derrubar o governo por moção de censura, obrigando o presidente a nomear um novo premiê ou dissolver o Parlamento.

    É um modelo flexível. Quando o presidente tem maioria no Parlamento, ele domina o governo e atua quase como chefe de governo e de Estado ao mesmo tempo, caso do governo Sarkozy (2007-2012). Quando é de um partido diferente da maioria parlamentar, o presidente se restringe à política externa e de defesa, e o primeiro-ministro lidera as políticas internas, como ocorreu no governo Mitterrand/Chirac (1986-1988). É um sistema altamente personalizado no presidente, com forte liderança do Palácio do Eliseu.

    Em Portugal, o sistema tende à centralidade parlamentar, com o primeiro-ministro muito poderoso e o presidente como uma “última instância” de estabilidade institucional, com poder de dissolver o parlamento e convocar eleições em caso de impasses institucionais.

    (Fonte: https://blogs.correiobraziliense.com.br/azedo/semipresidencialismo-ganha-forca-como-saida-para-crises/)

  24. Miguel José Teixeira

    “Soluções que aproximam”

    “Correios lançam site de compras com mais de 500 mil itens; veja”
    – O “Mais Correios” entrega os produtos em todo o Brasil.
    (João Pedro Lima, Eonomia iG, 02/07/25)

    O site ” Mais Correios “, nova plataforma de compra e venda pela internet, foi lançada nesta terça-feira (1º) pelos Correios. Os consumidores já encontram mais de 500 mil produtos com entregas em todo o país. São itens variados que, segundo a estatal, apresentam preços competitivos no mercado.

    A ideia é facilitar o acesso de diferentes produtos a consumidores de todas as regiões, utilizando a logística de entrega dos Correios. O lançamento também se alinha ao planejamento da estatal de melhorar sua imagem no mercado de ações, para atrair novos investidores.

    Destaques
    A plataforma conta com mais de 10 categorias principais, que agrupam outras subcategorias. Entre elas se destacam eletrodomésticos, celulares e smartphones, automotivos, TV e Vídeo, Informática e Casa, móveis e decoração.

    O Mais Correios também oferece opções de compra em até dois cartões de créditos, com parcelamento em 10x sem juros.

    O presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos, chamou o lançamento de “uma virada de chave histórica”. Ele diz que a estatal está reafirmando sua capacidade de reinvenção de uma empresa pública reconhecida por superar desafios.

    “O Mais Correios demonstra o quanto estamos comprometidos com a inovação e com o e-commerce brasileiro, que agora conta com uma plataforma dotada de diferencial logístico e capilaridade única para expandir e crescer” , acrescentou.

    Diversificação
    Com objetivo de modernizar a estatal, a plataforma deseja atrair novos investidores com um plano focado em inovação, impacto social e entrada em novos mercados. Segundo a revista Fórum, o lançamento do marketplace integra a agenda “Correios do Futuro”, unindo serviços físicos e digitais.

    O Mais Correios deve focar em atrair grandes empresas nesta primeira fase de lançamento, com objetivo de expandir suas atuações em todas as cidades brasileiras.

    Depois, a plataforma pretende abrir espaço para pequenos e médios empreendedores de todas as regiões, além de introduzir seu próprio meio de pagamento. As próximas etapas ainda não têm datas previstas.

    (Fonte: https://economia.ig.com.br/2025-07-02/correios-lacam-site-de-compras-com-mais-de-500-mil-itens.html)

    À conferir. . .

  25. Miguel José Teixeira

    Na Argentina:
    ¡La pregunta del día!
    ¿Cuál es el carácter de una persona que muestra solidaridad con un ladrón convicto?

    No Brasil:
    A pergunta do dia!
    Qual o caráter de uma pessoa que presta solidariedade a uma ladra condenada?

  26. Miguel José Teixeira

    Mais uma peça para o PorTfólio do são sidônio das causas perdidas!

    “Programa de fragatas do PAC pode parar depois de gastar R$ 9,5 bilhões”
    – Responsáveis afirmam que haverá perda de conhecimento e de milhares de empregos caso projeto seja interrompido.
    (Mônica Bergamo, FSP, 02/07/25)

    A penúria do governo e especialmente das Forças Armadas ameaça um dos principais programas do PAC: o Fragatas Classe Tamandaré, que prevê a construção de quatro navios de defesa para cuidar da segurança nos mares brasileiros.

    MAR REVOLTO
    Aprovado no governo Michel Temer, o projeto tem investimento previsto de R$ 12,5 bilhões até 2028.

    MAR REVOLTO 2
    Do total, R$ 9,5 bilhões já foram liberados. Quase tudo foi gasto e uma fragata já foi ao mar.

    PRANCHETA
    As outras três, no entanto, podem ficar apenas nos planos. Motivo: ninguém sabe dizer de onde sairão os outros R$ 3,5 bilhões que faltam para que elas sejam finalizadas. A crise gerada entre governo e o Congresso, que derrubou o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) piorou o problema, na visão dos coordenadores do programa.

    PRANCHETA 2
    Das fragatas que faltam, duas já estão em construção e uma ainda não saiu do papel.

    NO TIJOLO
    De acordo com um dos responsáveis pelo programa, seria como uma pessoa comprar tijolos, cimento, tinta, esquadrias, arcando com a maior parte dos gastos de um projeto. E não ter recursos para pagar os pedreiros, abandonando o que seria a casa nova pela metade.

    PORTA EM PORTA
    A incerteza levou coordenadores do programa a um périplo nos ministérios da Defesa, do Desenvolvimento e Indústria, na Marinha e na Casa Civil. Até agora, em vão: autoridades reconhecem que o programa das fragatas é prioritário, mas não garantem os recursos.

    PELA METADE
    Os responsáveis tentam convencer o governo a liberar o dinheiro argumentando que haverá perda de conhecimento e de milhares de empregos caso o projeto seja interrompido.

    PORTA FECHADA
    Se até o fim deste ano o governo não der uma resposta, as empresas que tocam o programa —ThyssenKrupp, Embraer e Atech— vão começar a preparar a desmobilização de trabalhadores do estaleiro de Itajaí.

    (Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2025/07/programa-de-fragatas-pode-parar-depois-de-gastar-r-95-bilhoes-de-recursos-publicos.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsm%C3%B4nica)

    Huuummm. . .
    Itajaí!
    Algo me diz que há alguma maracutaia do lula na nossa querida Itajaí!

    1. Miguel José Teixeira

      Atentem!!!
      Dos 12,5 BI previstos para o projeto, já torraram 9,5 BI e apenas uma fragata, das quatro previstas, ficou pronta!!!!
      Vai sobrar dinheiro pra campanha de alguém. . .

  27. Miguel José Teixeira

    Travão,
    gabão,
    batedor de bumbão,
    líder do governo no SuTriFão e
    é do Maranhão!

    “Virei espécie de juiz travão. É um papel chato”, diz Flávio Dino
    – O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino falou sobre as emendas impositivas durante palestra no XIII Fórum de Lisboa.
    (Isadora Teixeira, Metrópoles, 03/07/25)

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino disse que virou, “por esses caprichos do destino, uma espécie de juiz travão”. O magistrado fez a declaração ao abordar o tema das emendas impositivas, durante palestra no XIII Fórum de Lisboa, nesta quinta-feira (3/7).

    “Nós temos as ideias das chamadas emendas impositivas. No nosso país não existe lei travão. E eu acabei virando por esses caprichos do destino uma espécie de juiz travão. É um papel chato. Tem muita gente que me odeia, inclusive. Mas tem muita gente que gosta”, declarou, nesta quinta-feira (3/7).

    “Quando eu assumi a relatoria das ações constitucionais relativas a essa temática das emendas impositivas nós tínhamos uma desorganização absoluta quanto ao funcionamento do devido processo legal orçamentário”, disse Flávio Dino.

    Assista: https://www.youtube.com/watch?v=MImRmFmD154

    O ministro é o relator das ações que questionam o modelo das emendas parlamentares impositivas (de execução obrigatória pelo Poder Executivo) e pedem mais transparência nesse tipo de investimento. As emendas impositivas incluem as individuais de transferência especial, chamadas de emendas Pix; as individuais de transferência com finalidade definida e as emendas de bancada.

    Flávio Dino chegou a suspender a execução das emendas no ano passado e liberou após a criação de limite para aumento do valor ao longo dos anos.

    Durante a apresentação no XIII Fórum de Lisboa, que ocorre até esta sexta-feira (4/7), Flávio Dino disse que o Supremo, “quando trata desses tremas orçamentários e financeiros, sempre vai dar uma resposta casuística, no sentido essencial da palavra”. “Isso é, evidentemente, insuficiente. Você só caminha até a esquina seguinte”, pontuou.

    Flávio Dino foi um dos palestrantes do painel Governança Orçamentária e Democracia em Regimes Presidencialistas.

    (Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/grande-angular/virei-especie-de-juiz-travao-e-um-papel-chato-diz-flavio-dino)

  28. Miguel José Teixeira

    “Lula pode fazer desaforo a Milei, mas o argentino é um sucesso”
    – Ao visitar Cristina Kirchner, Lula faz desfeita a Javier Milei. Mas o argentino é um sucesso e o brasileiro, um fracasso.
    (Mario Sabino, Metrópoles, 03/07/25)

    É óbvio que, ao visitar Cristina Kirchner, que está em prisão domiciliar, Lula é movido também pelo sentimento de revanche contra Javier Milei, principal adversário da senhora condenada por administração fraudulenta em detrimento do Estado.

    A revanche é porque o presidente argentino deixou de comparecer à cúpula do Mercosul, no ano passado, no Paraguai, para reunir-se com Jair Bolsonaro, em Santa Catarina.

    A desfeita de Lula, no entanto, tem como palco Buenos Aires. Ou seja, a casa de Javier Milei, anfitrião da cúpula deste ano, na qual a presidência do bloco será transmitida ao Brasil.

    Precisava? Não precisava. Consta que o Itamaraty, sempre tão capacho, tentou demover Lula da ideia de fazer o desaforo. Não teve êxito. Venceram os maus conselheiros do PT.

    A visita de Lula tem também outro movente. Dar um tapa na cara na Justiça argentina. Julga que Cristina Kirchner, coitada, foi perseguida injustamente, assim como ele próprio.

    O teatro faz parte da contínua tessitura da narrativa fantasiosa de que a esquerda sul-americana é vítima de golpes judiciais e políticos. De lawfare e rasteiras constitucionais.

    Ao que parece, Javier Milei não vai acusar publicamente o golpe, mas as redes sociais estão aí para fustigar o presidente brasileiro.

    Lula diminui de tamanho com o desaforo a Javier Milei, o seu antípoda ideológico que virou sensação internacional ao conduzir com muito êxito a recuperação da Argentina, do qual a esquerda peronista fez terra arrasada.

    Eu não acreditava que o presidente argentino pudesse ter sucesso, mas ele renunciou a ideias malucas propostas durante a campanha, enquanto dava um choque de liberalismo na economia do seu país. O resultado, até o momento, é espetacular, e estou pagando a minha língua com mucho gosto. Torço pelos argentinos.

    A Argentina está crescendo ao ritmo de quase 6% ao ano, e a inflação mensal, que era de quase 26% ao em dezembro de 2023, caiu para 1,5% em maio deste ano. Ainda está alta, mas a chance de que a normalidade volte a reinar no país, que era inexistente, agora está bem clara no horizonte.

    Javier Milei é um sucesso; Lula é um fracasso. A economia brasileira é resiliente apesar do governo, não por causa dele, o contrário do que ocorre na Argentina.

    O petista pode fazer o desaforo que quiser, mas a realidade se impõe.

    (Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/mario-sabino/lula-pode-fazer-desaforo-a-milei-mas-o-argentino-e-um-sucesso)

  29. Miguel José Teixeira

    BBB – Banco do Brasil à Bancarrota?

    “Selic a 15% e impostos mais altos provocam calote e crise no Banco do Brasil”
    (Cláudio Humberto, Coluna CH, DP, 03/07/25)

    O governo Lula (PT) conseguiu desestruturar o Banco do Brasil, valiosa “jóia da coroa”, que enfrenta uma das mais graves crises dos seus 216 anos de existência. Após decepcionante primeiro trimestre, derrubando suas ações em 26%, as expectativas são ainda piores para o resultado ainda não divulgado do segundo trimestre, de abril a junho. Asfixiados por aumento de impostos e Selic do governo Lula a 15%, aumentou bastante o número de devedores de crédito agrícola que simplesmente não conseguem honrar a dívidas.

    Gestão lacradora
    Presidido por Tarciana Medeiros, focada em “promover diversidade”, o BB amarga a constatação de que, nos negócios, quem lacra não lucra.

    É grave a crise
    Gestoras de ativos têm recomendado que seus clientes vendam ações BBAS3, o ticket do BB na bolsa, antes que desvalorizem ainda mais.

    Posição vendida
    Nesta quarta (2), foi a vez de a importante gestora Legacy revelar que tem “posição vendida” em ações do BB, aumentando a apreensão.

    Apreensão geral
    O BB é campeão de investidores pessoa física. Milhões de brasileiros compram ações, mês a mês em busca de garantir sua aposentadoria.

    (Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/selic-a-15-e-impostos-mais-altos-provocam-calote-e-crise-no-banco-do-brasil)

  30. Miguel José Teixeira

    Drops duplo da Coluna CH, no Diário do Poder, hoje!

    1) “A fake news petista”
    Não há chance de espaço no inquérito das fake news para a campanha de Lula e PT de que só “bilionários, bancos e bets” serão taxados com aumento do IOF. Eles mentem: serão afetados sobretudo os pobres.

    2) “Pobre é que se ferra”
    Com taxa Selic de Lula a 15% e aumento pornográfico de impostos, o rico se vira, mas, os pobres, não. Ficarão caras e até impagáveis as prestações do Minha Casa Minha Vida, geladeira, supermercado etc.

    Só pra PenTelhar. . .
    Será que lula decaído está pagando royalties à gloBBBo pela utilização da sigla BBB – bilionários, bancos e bets?
    Nunca se sabe. . .em tempos de popularidade decadente. . .tudo é possível!

  31. Miguel José Teixeira

    Desta feita, não replicarei o “Tudo a Ler”, pois. . .

    “. . .Em relatos sem data, uma vez que os indígenas não contam o tempo como os brancos, Raoni faz um registro etnográfico e cosmológico da história de seu povo.”. . .

    Assim sendo. . .

  32. Miguel José Teixeira

    Será parte do valor pela sentença
    que livrou lula da cadeia,
    que todos nós pagamos?

    “O trem da alegria do Gilmarpalooza”
    – Pelo menos 19 ministérios e autarquias enviaram representantes com ônus ao estado Brasileiro ao evento capitaneado por Gilmar Mendes.
    (Wilson Lima, O Antagonista, 02/07/25)

    Pelo menos 19 ministérios, autarquias e empresas públicas federais enviaram representantes, com despesas custeadas pelo Estado, para participar da edição deste ano do Fórum Jurídico de Lisboa – o ‘Gilmarpalooza’. O evento é organizado pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), do qual o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes (foto) é sócio.

    Levantamento feito por O Antagonista, com base em publicações do Diário Oficial da União, identificou a concessão de 43 licenças com ônus — total ou parcial — a servidores federais para irem ao Gilmarpalooza. A relação inclui integrantes de diferentes escalões da administração pública.

    Entre os órgãos que enviaram representantes estão os ministérios da Educação, do Empreendedorismo, da Justiça, do Desenvolvimento Social e da Saúde, além da Vice-Presidência da República e da Advocacia-Geral da União (AGU).

    Também foram autorizadas viagens com recursos públicos de representantes do Banco da Amazônia, Banco do Nordeste, Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Agência Nacional das Águas (ANA), Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Porto de Santos, da empresa Infra S.A. e das universidades federais do Rio Grande do Sul (UFRGS) e de Mato Grosso (UFMT).

    Entre os integrantes do primeiro escalão que participarão do evento estão, por exemplo, Luiz Claudio Moreira Lessa, presidente do Banco da Amazônia; Carlos Manuel Baigorri, presidente da Anatel; Veronica Sánchez da Cruz Rios, diretora-presidente da ANA; e Carlos Higino Ribeiro de Alencar, presidente do Carf.

    As justificativas apresentadas para a liberação das diárias e despesas com translado, em geral, foram a realização de palestras, exposições, acompanhamento de autoridades ou representação institucional de ministros de Estado.

    A farra do Senado no Gilmarpalooza
    Como mostramos nesta terça-feira, o Senado vai bancar a viagem de seis parlamentares.

    Os senadores Irajá (PSD-TO), Eduardo Gomes (PL-TO), Daniela Ribeiro (PP-PB), Márcio Bittar (União-AC), Angelo Coronel (PSD-BA) e Laércio Oliveira (PP-SE) informaram à Mesa Diretora do Senado que participarão do evento com ônus à Casa. Assim, eles terão direito ao reembolso das despesas. As notas podem ser apresentadas em até 90 dias.

    (Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/o-trem-da-alegria-do-gilmarpalooza/?utm_campaign=mkt_-_resumo_da_manha_207&utm_medium=email&utm_source=RD+Station)

    Confesso que. . .
    . . .ao longo desses 69,9 anos de existência, nunca tinha “visto, lido e ouvido” tanta PuTaria!

  33. Miguel José Teixeira

    É a versão oficializada do mensalão, PeTrolão e outros “ão” que nunca à tona virão, agora ofcializados:

    “Governo paga R$ 1 bilhão em emendas”
    – Montante representa apenas 2,13% do reservado; valor empenhado chega aos R$ 4,5 bilhões”.
    (Júlia Amoêdo, Poder360, 02/07/25)

    A atualização desta 4ª feira (2.jul.2025) do Siop (Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento) mostra que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pagou, pela 1ª vez em 2025, R$ 1,06 bilhão em emendas a congressistas. Apesar disso, o montante equivale a só 2,13% do total reservado para as emendas.

    Já em relação ao valor empenhado, houve um aumento de R$ 684 milhões em 1 dia: de R$ 3,8 bilhões para R$ 4,5 bilhões.
    . . .
    (+em: https://www.poder360.com.br/poder-congresso/governo-paga-r-1-bilhao-em-emendas/)

    E cadê o “ju$ticeiro $ocial”?
    – Turistando em algum calabouço argentino, em busca de forças com sua “corruPTa cumpanhêra” cristina kirchner!

  34. Miguel José Teixeira

    Será que a suprema toga do”lulu baba” foi tecida com fibras da Cannabis sativa? Ou. . .

    “Barroso tenta justificar decisão do STF sobre redes sociais”
    “É impossível alguém discordar desses consensos a que nós chegamos”, disse o presidente do STF, omitindo que três de seus colegas discordaram. . .
    (Redação O Antagonista 02/07/25)

    O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso (foto), fez uma longa defesa nesta quarta-feira, 2 de julho, da decisão do STF de derrubar parcialmente o artigo 19 do Marco Civil da Internet, que previa a mediação da Justiça para responsabilização das plataformas digitais por conteúdos publicados por seus usuários.

    Barroso falava em um painel do Fórum de Lisboa, mais conhecido como Gilmarpalooza, sobre inteligência artificial, mas anunciou que faria um “ligeiro desvio para discutir um pouco o tema das plataformas digitais e explicar a decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal na semana passada a propósito desse tema”, “com boa vontade e boa fé”.

    Segundo ele, “o Brasil e mundo, de maneira geral, têm vivido três ondas que não são muito boas, nem para o espírito, nem para a causa da humanidade”. Haveria, de acordo com o presidente do STF, uma “onda de negatividade”, que impede que as pessoas enxerguem algo de bom.

    “Aumentou o PIB? Temos uma crise fiscal. Subimos 15 casas no IDH? Temos uma crise fiscal. Estamos na menor taxa de desemprego da história? Temos uma crise fiscal. Temos a população hoje, mais da metade em classe média? Temos uma crise fiscal”, discursou, admitindo, sem seguida, que “temos uma crise fiscal”, mas ponderando que “é preciso não fechar os olhos para as coisas boas que acontecem”.

    A segunda onda, disse Barroso, é uma “polarização radical”. “Ideias divergentes sempre existiram, e sempre existirão, e é bom que seja assim. Bastar a si mesmo é a melhor solidão, escreveu Vinícius de Moraes. Porém, o que existe de grave é a perda do senso comum. A radicalização impede que as pessoas concordem até naquilo que é natural e óbvio”, comentou, seguindo:

    “A terceira onda negativa que existe no mundo é a da perda da civilidade, essa ideia de que quem pensa diferente de mim só pode ser um cretino completo a serviço de alguma causa obscura. A vida não é assim.”

    A explicação
    “O que o Supremo Tribunal Federal decidiu em matéria de plataformas digitais? Falando paras as pessoas que têm boa vontade e de boa fé. Há pessoas que não leram e, por isso, não entenderam. Há pessoas que leram e não entenderam e há pessoas que não leram e não gostaram. Portanto, essa é uma rápida explicação sobre o que nós fizemos”, começou a explicar o ministro.

    “Primeira pergunta: por que que o Supremo está metido nisso? Eu me lembrei de uma passagem [em] que perguntaram ao John Kennedy, que depois viria ser presidente dos Estados Unidos, por que ele tinha se transformado num herói de guerra e ele disse: ‘Porque afundaram o meu navio’. Bom, aqui é a mesma coisa. O Supremo só está se metendo nisso porque há duas ações que foram propostas perante o Supremo Tribunal Federal. Num regime de separação de poderes, o Legislativo legisla, o Executivo aplica leis de ofício e presta serviços públicos e o Judiciário julga os casos, contenciosamente, que lhe são apresentados”, seguiu Barroso.

    “Portanto, foram apresentadas duas ações pelo Supremo. A gente não tem alternativa para dizer ‘isso aqui é muito complicado, isso aqui é muito difícil, isso aqui não tem lei’. E, portanto, nós decidimos porque é o papel do Supremo Tribunal Federal decidir”, continuou o ministro, mencionando os dois casos que levaram à decisão anunciada na semana passada.

    “No primeiro caso, uma senhora tinha um perfil falso no Facebook. Ela comunicou formalmente ao Facebook que o perfil era falso, estava ofendendo as pessoas. E, mesmo depois da comunicação, a plataforma não removeu o perfil, pela crença de que dependia de uma ordem judicial. E o outro caso era de uma página, uma comunidade no Orkut, antiga, que enxovalhava uma professora. Ela pediu a retirada dessa comunidade e a plataforma também disse que tiraria depois da ordem judicial”, resumiu.

    “Ouvir todo mundo”
    Barroso disse que, para resolver a questão, “o Supremo convocou uma audiência pública para ouvir todo mundo que tinha que ouvir e depois realizou as sessões de julgamento”, 13 sessões, com “amicus curiae representando todos os setores”.

    O presidente do STF comparou os modelos americano, europeu e brasileiro de responsabilidade das plataformas digitais. O primeiro dá imunidade absoluta às plataformas pelos conteúdos de terceiros; o segundo “estabelece como regra geral que a remoção de conteúdo que causa dano a terceiro deve ser retirada por notificação privada”. No caso do Brasil, até a intervenção do STF no Marco Civil da Internet, a retirada só era obrigatória após notificação judicial.

    Segundo Barroso, o Supremo estabeleceu “um meio de caminho” entre o modelo americano e o europeu.

    “Os três pilares foram: nós estabelecemos os casos em que deve haver remoção de conteúdo por notificação privada, estabelecemos como critério residual a remoção de conteúdo por ordem judicial e instituímos uma categoria que chamamos de ‘dever de cuidado’, que é o tipo de conteúdo que o algoritmo da plataforma deve ser programado para [nem] sequer deixar chegar ao espaço público”, explicou.

    Barroso destacou que os crimes contra a honra ficaram de fora da previsão de remoção por notificação privada, o que de fato foi elogiado pelos especialistas em redes sociais, pois era o maior risco desse julgamento para a liberdade de expressão. Mas reconheceu que entre os crimes previstos pelo STF para responsabilização das plataformas está o de “condutas e atos antidemocráticos”.

    Segundo o presidente do STF, contudo, “não como um critério aberto e subjetivo”. “A legislação aprovada, aliás, no governo passado define o que é crime contra o Estado democrático de direito, que é golpe de Estado, abolição violenta do Estado democrático de direito, tipos penais definidos na legislação”, comentou.

    “É impossível alguém discordar”
    “Portanto, foi exatamente isso que o Supremo fez. Previu: crime deve ser removido por notificação privada, salvo crime contra a honra. Todas as demais condutas que alguém considere inaceitável tem que ir ao juiz para pedir para o juiz tirar. E a plataforma tem que ter o dever de cuidado de programar o algoritmo para impedir que conteúdos como pornografia infantil, terrorismo, instigação ao suicídio cheguem ao espaço público. É impossível alguém discordar desses consensos a que nós chegamos”, disse Barroso ao defender uma “decisão extremamente equilibrada e extremamente moderada”, que foi “um movimento exemplar para o mundo”.

    Segundo o presidente do STF, a decisão do tribunal sobre o artigo 19 do Marco Civil da Internet “não tem nada de censura” e “apenas enfrenta a má vontade de quem celebra o crime, de quem celebra o extremismo político como modelo de negócio que se alimenta do ódio”.

    Ao dizer isso, Barroso parece ter esquecido que seus colegas Edson Fachin, Nunes Marques e André Mendonça, que assistia ao seu discurso, votaram contra a maioria do tribunal, exatamente por temer pela perda de liberdade de expressão.

    As discordâncias
    “O artigo 19 é constitucional, porque a necessidade de ordem judicial para se remover conteúdo gerado por terceiros parece-me ser a única forma constitucionalmente adequada de compatibilizar a liberdade de expressão com o regime de responsabilidade ulterior”, disse Fachin em seu voto, que mencionou a importância de uma “regulação”, mas “não via Poder Judiciário”:

    Mendonça, que participa do mesmo evento que Barroso, disse na terça-feira, 1º, durante passagem por outro evento jurídico, em Coimbra, que o “Supremo está invadindo o espaço de outros poderes”, ao comentar a decisão sobre as redes sociais.

    Para além disso, referências no debate sobre regulação de redes, como Ronaldo Lemos, constaram que o STF bagunçou um ordenamento que poderia até não ser o ideal, mas que era bem mais simples de aplicar do que aquilo que foi imposto pelos ministros — e irá vigorar até o Congresso Nacional aceitar o convite feito pelo STF para tratar do assunto.

    Defesa do STF
    O presidente do STF aproveitou a intervenção no Gilmarpalooza para dizer que “o Supremo Tribunal Federal do Brasil decide quase todas as questões divisivas da sociedade brasileira”, porque assim determinaria a Constituição.

    “O tipo de arranjo institucional que há no Brasil leva para o Supremo todas as questões, de interrupção de gestação a demarcação de terras indígenas, de pesquisas com células-tronco embrionárias a desmatamento da Amazônia, temas em que as pessoas têm visões diferentes e, portanto, a gente está sempre desagradando alguém”, comentou, dirigindo-se ao decano do Supremo, Gilmar Mendes, ao tratar o ofício de ministro do STF como um fardo.

    “Faz parte da vida que a gente escolheu, ou pelo menos aceitou viver, de ter que decidir essas questões, estar sempre desagradando alguém. E, portanto, se há uma forma nessa vida de não agradar ninguém, é querer agradar todo mundo. A gente cumpre a Constituição da melhor maneira que pode”, disse, acrescentando que seus colegas não devem se incomodar com pesquisas de opinião.

    “Prestígio e importância de um tribunal não pode ser aferido em pesquisa de opinião pública. Essa é uma bobagem, porque, quando a gente determina a desintrusão de 5.000 pessoas de uma terra indígena onde tinham 1000 indígenas, [se] fizer a pesquisa na região, a gente vai perder de 5 a 1. E ainda assim aquela foi a decisão correta. Portanto, é muito importante ter em linha de conta que o Supremo não escolheu esse papel. A Constituição é que reservou esse papel para o Supremo e a gente o desempenha da melhor maneira que pode”, defendeu.

    (Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/barroso-tenta-justificar-decisao-do-stf-sobre-redes-sociais/)

    . . .será que ele cheirou asas de borboletas?

    Imaginem o “lulu baba” no “gilmarpalooaza”,travestido de Roberto Leal, interpretando Arrebita:
    https://www.youtube.com/watch?v=1_v2FnDfdlw

  35. Miguel José Teixeira

    Alô, Renato Gaúcho!

    “Esqueçam o Flamengo: o Fluminense é a melhor história dessa Copa do Mundo”
    (+em: https://www.uol.com.br/esporte/colunas/milly-lacombe/2025/07/02/esquecam-o-flamengo-o-fluminense-e-a-melhor-historia-dessa-copa-do-mundo.htm)

    Não se deixe levar pelo “canto das sereias”!

    O Al-Hilal Saudi Football Club não está alí por acaso.
    E essa alcateia de hienas que agora está do se lado, até há pouco, sonhavam com sua carcaça!

  36. Miguel José Teixeira

    O ju$ticeiro $ocial contra ataca!

    “Meu agro, minha vida”
    (Luana Franzão, na FSP em Mercado, 02/07/25)

    Chegou o momento do ano pelo qual boa parte dos agricultores brasileiros espera: o governo divulgou o Plano Safra de 2025/26.

    O anúncio veio em um clima diferente do normal neste ano –as relações entre governo e Congresso estão tensionadas, a Selic está nas alturas e o financiamento veio menor do que alguns setores queriam. Vamos aos detalhes.

    O Plano Safra existe para financiar a produção agropecuária no país. Ele disponibiliza anualmente recursos e linhas de crédito para pequenos, médios e grandes produtores do setor.

    Em números:
    R$ 605 bilhões é a estimativa de custeio, comercialização e investimentos nos próximos 12 meses;

    R$ 78,2 bilhões são para o Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), um recorde.

    Novidades.
    Entre elas, está o lançamento de novos programas:
    – Pronara (Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos), voltado à segurança nas práticas agrícolas.
    – SocioBio Mais, que substitui o PGPM-Bio, para garantia de pagamento fixo para três produtos da sociobiodiversidade.
    – Programa Nacional de Irrigação Sustentável.
    – Programa de Transferência de Embriões, iniciativa inédita voltada à pecuária.

    Houve destaque para iniciativas que promovem a agricultura sustentável, um aceno para a COP30 que vem aí. Quem relacionou os dois eventos foi o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira.

    E a ajuda ó 🤏.

    Entidades e parlamentares criticaram os juros para as linhas de crédito, que estão mais altos do que no ano passado. O motivo é simples: você viu a taxa Selic? A taxa básica de juros –chamada assim por servir de referência para todas as outras– está em 15%.

    Em 2024, quando o Plano Safra 2024/25 foi divulgado, ela estava em 10,5%.

    “Plano possível em um ano com pouco dinheiro”… é como o colunista da Folha especialista no agronegócio, Mauro Zafalon, descreveu a edição do programa.

    “Para o governo, é um plano robusto e recorde. Para políticos e parte do setor, nem tanto, uma vez que os custos são crescentes e o valor a ser liberado não cobre a inflação do período”, escreveu (Zafalon).

    (Texto recebido pelo correio eletrônico)

    Matutando bem. . .
    Isso se os parasitas não consumirem todos os recursos, antes dêles chegarem ao campo!

  37. Miguel José Teixeira

    + uma ode pelo fim da reeleição!

    “Políticos vivem em 2026, mas o povo não”
    – Faltam pragmatismo, sentido de urgência e responsabilidade institucional na guerra de narrativas entre o governo e o Congresso.
    (Vera Magalhães, O Globo, 02/07/25)

    Os políticos decidiram se transportar direto para 2026. O problema: o povo que paga contas, vai ao supermercado e até vota não tem à disposição na Shopee uma máquina do tempo que lhe permita fazer a viagem temporal com as autoridades que têm de decidir sobre sua vida. Aí fica bem disfuncional.

    Enquanto egos transitam entre Brasília e Lisboa — numa competição que lembra as mais toscas exibições de masculinidade frágil para saber quem fala mais grosso e por último —, questões bastante concretas para o bolso da população, como o preço da conta de luz, o valor a pagar em transações financeiras (não só pelos ricos, como querem fazer crer os aliados do governo) e a alíquota do Imposto de Renda (IR) ficam em suspenso.

    Num regime de tripartição de Poderes, discutir qual tem razão pode ser tão inócuo quanto debater o que veio antes, o ovo ou a galinha. Se a relação entre eles for conflituosa, o ovo encarece, e a galinha some da panela — simples assim.

    Faltam pragmatismo, sentido de urgência e responsabilidade institucional na guerra de narrativas que, se durar um ano e meio, poderá paralisar o país e tornar ainda mais imprevisível e irracional a escolha que parece ocupar a mente de todos os contendores: a Presidência em 2026.

    É sintomático que, enquanto Lula, Haddad, Motta e Alcolumbre se engalfinham e batem à porta do STF, Jair Bolsonaro, à beira do cadafalso, comece a ler o jogo e a entender que precisa tirar o time de campo e indicar seu candidato à sucessão — em troca, desde sempre, da promessa firmada com sangue de lhe conceder graça ou indulto caso vença a eleição, claro.

    No auge do julgamento da trama golpista, ganha força nos bastidores onde circulam siglas do Centrão, entre empresários e os estigmatizados expoentes do mercado, a aposta de que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, está com o cavalo encilhado para montar tão logo Bolsonaro desencarne.

    Por isso o movimento de Lula no sentido de segmentar ainda mais o eleitorado e escolher ficar com uma fatia menor que a obtida em 2022 para vencer por pouco não parece ter a lógica matemática mais simples.

    Pelo óbvio: Lula não perderá sua base à esquerda, que não tem alternativas no grid de candidatos, em sua maioria de centro-direita, quando não de extrema direita. Mais: ele já tem o que apresentar a essa fatia menos favorecida da população — do aumento definitivo do Bolsa Família à retomada da correção real do salário mínimo, passando pela apresentação do projeto que amplia a isenção do IR e que, pelo impacto em ampla fatia da classe média, nem o Congresso conflagrado terá como derrubar.

    O presidente precisa, portanto, reconquistar uma fatia dos territórios azuis que ocupou em 2022, representados no palanque pela presença de figuras como Simone Tebet, Arminio Fraga, João Amoêdo e outros tantos a quem seria (mais um) tiro no pé demonizar e repelir.

    A ideia de um Congresso que governa para o “BBB” — bancos, bets e bilionários — pode soar genial como briefing de publicidade e lacração nas redes sociais, mas significa empurrar todos eles, além de quase todo o abecedário das siglas partidárias, para o colo do candidato que Bolsonaro parece cada vez mais propenso, pela falta de opções e pela condenação iminente, a indicar.

    Esse acelerador do tempo para o fuso horário eleitoral não é de interesse de nenhum governo, quanto mais de um em franca decadência de popularidade e governabilidade. E sobrecarregar o STF, já marcado por amplo espectro da sociedade civil como “partidário” ou “enviesado”, também não é nada estratégico. Ficar 16 meses, tempo que falta para a eleição, batendo na tecla já meio desafinada do “nós contra eles” pode ajudar não Lula, mas “eles”, justamente no momento que deveria ser de oblívio de Bolsonaro.

    (Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/vera-magalhaes/coluna/2025/07/politicos-vivem-em-2026-mas-o-povo-nao.ghtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsdiaria)

    Matutando bem. . .
    Se os políticos já estão “vivendo” em 2026, será que seus polpudos salários correspondentes a 2025 poderiam ser sustados?

  38. Miguel José Teixeira

    Depois de esvaziar o BRICS. . .

    “Brasil assume presidência do Mercosul com agenda antagônica a de Milei”
    – Divergências sobre como abordar a situação na Venezuela refletem diferenças profundas dentro de um bloco no qual Argentina e Paraguai têm posições ideológicas e políticas antagônicas em relação a Brasil, Uruguai e Bolívia.
    (+em: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/07/02/brasil-assume-presidencia-do-mercosul-com-agenda-antagonica-a-de-milei.ghtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsdiaria)

    Então. . .
    . . .o Mercosul está com os dias contados!

  39. Miguel José Teixeira

    “Pressionado pela crise, governo vê Centrão longe, sofre críticas e muda slogan em teste para 2026”
    – Troca contempla a linha do que Lula e ministros têm vocalizado nas últimas semanas e também busca já testar o discurso que será usado na busca por um quarto mandato do petista.
    (Luísa Marzullo com a colaboração de Sérgio Roxo e Victoria Abel, O Globo, 02/07/25)
    . . .
    Sob pressão política, o governo Lula enfrenta distanciamento do Centrão e críticas crescentes, especialmente após a polêmica sobre o IOF no Congresso. Em resposta, o Planalto troca seu slogan para “justiça social”, visando reposicionar seu discurso para as eleições de 2026. A mudança reflete um foco em pautas populares, como redução da desigualdade e aumento da tributação dos mais ricos. Isso ocorre em meio a tensões com partidos aliados e o agronegócio.
    (Irineu)
    . . .
    (+em: https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2025/07/02/pressionado-pela-crise-governo-ve-centrao-longe-sofre-criticas-e-muda-slogan-em-teste-para-2026.ghtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsdiaria)

    Já que,
    lula decaído está antecipando a campanha eleitoral com a “justiça social”,
    cabe a pergunta: cadê a Justiça eleitoral?

  40. Miguel José Teixeira

    Faz sentido. . .

    “A gestão da COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas) divulgou na 3ª feira (1º.jul.2025) a imagem do personagem escolhido como símbolo do evento: o curupira, lenda do folclore brasileiro que atua como guardião das florestas. O menino com cabelo de fogo e pés virados para trás compõe a identidade visual do evento, que será realizado em Belém, no Pará, de 10 a 21 de novembro.”
    . . .
    (+em: https://www.poder360.com.br/poder-sustentavel/governo-divulga-imagem-do-curupira-como-mascote-da-cop30/)

    . . .depois do mapa mundi de cabeça para baixo, o mascote com os pés virados para trás!

  41. Miguel José Teixeira

    Eis um bom tema para o esvaziado BRICS do lula decaído:

    “Inflação boa?”
    Entre as 25 maiores economias, o Brasil tem a quarta maior inflação, segundo site especializado Trading Economics. Perde para Argentina, Turquia e Rússia, este em guerra há mais de três anos.
    (Coluna CH, DP, 025/07/25)

  42. Miguel José Teixeira

    Conforme já teclei no “Matutando sobre a charge”. . .

    “Ação no STF reitera tentativa de anular o Congresso”

    A “judicialização” de outra decisão do Congresso, agora para empurrar goela abaixo dos brasileiros o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), Lula apenas reitera o plano petista governar com os parceiraços de toga, ignorando e até anulando o Poder Legislativo. Lula percebeu que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) quase todos aliados, podem viabilizar sonhos autoritários de compensar a falta de votos no Congresso com o apetite legislador do STF.

    Sem Legislativo, é ditadura
    Não se vê em Brasília muitos conhecedores de História lembrando que todas as ditaduras começam pela neutralização do Poder Legislativo.

    Nem sombra do que foi
    Lula III é a pior versão do político que encantava interlocutores e os convencia, até fazer opção pela idéia de jerico do Mensalão.

    Um líder ultrapassado
    Como observou o jornalista Guilherme Macalossi no Diário do Poder, o astuto Lula virou um líder ultrapassado e até desinteressado no cargo.

    (Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/lula-evita-milei-na-argentina-mas-quer-visitar-ladra-em-prisao-domiciliar)

    . . .quem não tem influência, nem mensalão e nem petrolão, governa com a toga!

    O piNçador Matutildo, piNçou:
    “Lula III é a pior versão do político que encantava interlocutores e os convencia, até fazer opção pela idéia de jerico do Mensalão.”
    E o Bedelhildo tascou:
    Ou seja, já morreu e ainda não foi enterrado!

  43. Miguel José Teixeira

    Sim, são verdades, verdadeiras! Mas. . .incondizentes com a estatura do cargo!

    “Lula evita Milei na Argentina, mas quer visitar ladra em prisão domiciliar”
    (Cláudio Humberto, Coluna CH, DP, 02/07/25)

    Entre um compromisso e outro na 66ª Cúpula de governantes de países do Mercosul, Lula (PT) tenta encaixar visita a Cristina Kirchner, que cumpre seis anos de prisão por ladroagem. A ex-presidente foi condenada por roubar dinheiro público em 51 contratos de obras. A menos que ocorra algo imprevisto, Lula não terá reunião bilateral com Javier Milei, presidente da Argentina, país de relações históricas e 3º maior parceiro comercial do Brasil, atrás só da China e Estados Unidos.

    A verdade dói
    O clima azedou quando Milei chamou Lula de ladrão e “dinossauro idiota”. O líder argentino não se desculpou: “são verdades”, disse.

    Primarismo lulista
    Lula não entende que países têm interesses. Desde que assumiu, em cerimônia com Jair Bolsonaro presente, Milei e Lula não se reuniram.

    Fascínio ou fetiche?
    Lula autorizou em abril o “resgate” da ex-primeira-dama do Peru Nadine Heredia, condenada a 15 anos por corrupção, em um jatinho da FAB.

    Sem explicação
    Mesmo sem ter relação com o novo vexame de Lula, a Secom do Planalto foi procurada para se posicionar. O espaço segue aberto.

    (Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/lula-evita-milei-na-argentina-mas-quer-visitar-ladra-em-prisao-domiciliar)

    E. . .
    . . .corroborando com o inapropriado dito pelo Milei, lula decaído quer visitar a “cumpanhêra” presidiária!

  44. Miguel José Teixeira

    Com a ausência dos seus titeriteiros o títere mor ficará inanimado!

    “Não vem ninguém para a reunião do Brics de Lula?”
    – Presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sissi, é a terceira ausência confirmada no evento sediado pelo Brasil.
    (Crusoé, 02/07/25)

    O presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sissi, é a nova ausência confirmada para a próxima reunião de cúpula do Brics, marcada para os dias 6 e 7 de julho, no Rio de Janeiro.
    Al-Sissi justificou o cancelamento em razão da “situação regional”, após a guerra entre Israel e Irã.
    Os dois países, no entanto, já firmaram um acordo de cessar-fogo.
    Segundo O Globo, o Itamaraty planejava um encontro bilateral entre o egípcio e o presidente Lula (PT).
    O presidente egípcio será substituído pelo primeiro-ministro Mostafa Madbouly.

    Além dele, Xi Jinping, da China, e o ditador da Rússia, Vladimir Putin, não virão ao Brasil.

    Ausência de Putin
    A ausência de Putin, segundo o assessor de política externa do Kremlin, Yuri Ushakov, se deve ao mandado de prisão emitido pelo Tribunal Penal Internacional (TPI), em março de 2022.
    O ditador russo deve participar da da conferência de forma remota.
    Putin é acusado de ser responsável pela “deportação ilegal” e “transferência ilegal” de crianças de áreas ocupadas da Ucrânia para a Rússia.
    Em seu lugar, virá ao Brasil o ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov.
    Ele também ficou de fora da reunião do bloco na África do Sul.
    Mais recentemente, Putin se ausentou do funeral do papa Francisco.

    Além do Brasil e da Rússia, o bloco é composto por Índia, China, África do Sul, Irã, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.

    Lula vai garantir?
    Antes de retornar ao Planalto, o presidente Lula (PT) chegou a afirmar que Putin não seria preso no Brasil.
    “O que eu posso dizer é que, se eu for presidente do Brasil e se ele for para o Brasil, não há porque ele ser preso”, afirmou o petista, em setembro de 2023.
    “Antes do G20 no Brasil, teremos o Brics na Rússia, e eu vou no Brics na Rússia no próximo ano (…) Todo mundo vai para a reunião do Brics, e espero que também venham para o G20 no Brasil. Eu acredito que o Putin pode facilmente ir para o Brasil”, acrescentou.
    No entanto, dias depois, o petista recuou das declarações e afirmou que a prisão de Putin dependeria do Judiciário, e não do Executivo.
    Caso o Brasil se recusasse a cumprir o mandado de prisão em território nacional, estaria violando o Estatuto de Roma, tratado que criou o TPI e do qual o país é signatário.

    (Fonte: https://crusoe.com.br/diario/nao-vem-ninguem-para-a-reuniao-do-brics-de-lula/)

  45. Miguel José Teixeira

    Drops triplo da Crusoé:

    1) “Pesquisa indica católicos à frente de evangélicos na Câmara”
    – Segundo o levantamento Genial/Quaest, 53% dos deputados disseram ser católicos, ante 27% de protestantes.
    +em: https://crusoe.com.br/diario/pesquisa-indica-catolicos-a-frente-de-evangelicos-na-camara/

    2) “Quase metade dos deputados federais se dizem de direita”
    – A notícia ruim para Bolsonaro é que 65% dos deputados ouvidos pela Genial/Quaest não acreditam em impeachment de ministro do STF no futuro.
    +em: https://crusoe.com.br/diario/quase-metade-dos-deputados-federais-se-dizem-de-direita/

    3) “Deputados federais apostam em Tarcísio para 2026”
    – Governador de São Paulo será o principal adversário de Lula na opinião dos deputados federais, indica Genial/Quaest.
    +em: https://crusoe.com.br/diario/deputados-federais-apostam-em-tarcisio-para-2026/

  46. Bom dia.
    Assistindo uma reportagem sobre o AUMENTO no IOF, mostraram um gráfico sobre os “impactados”.
    Primeiro: o aumento é irrisório e só vai atingir quem faz transferência de recursos para o exterior, hoje com tarifa ZERO;
    Cartões de crédito utilizado no exterior acho que não atingiu 0,5%, e por aí vai.
    A taxa Selic para transações financeiras no mercado interno tá perto de 15%.
    Posso estar redondamente errada, mas no meu raciocínio tosco, vejo PRIVILÉGIOS e DISTORÇÕES.

    1. Leitora assídua

      O seu raciocínio não é tosco

      Tosco, é a ideologia e a propaganda de supostamente para taxar os ricos para dar aos pobres. Ricos, são a eleite do governo, seridores e políticos que vivem de penduricalhos altísssimos pagos com os nossos pesados impostos e os deles, sem Imposto de Renda. Ricos, são os que geram empregos, mesmo os pequenos empreendedores. Pobres, são os que nesta roda, particiupam e vivem desta geração de riquezas que 40 por cento vão para o ralo do governo para a ineficácia, descontrole e corrupção, sem que a sociedade seja a verdade beneficiária desse retorno.

      1. Miguel José Teixeira

        Lenha na fogueira. . .

        “Os supersalários de juízes, que ultrapassam o teto constitucional, chegam a R$ 10,5 bilhões anuais, aumentando 49,3% em 2022, conforme pesquisa do “Movimento Pessoas à Frente” e Bruno Carazza. Esses valores excedem a inflação de 4,83% e são impulsionados por auxílios isentos de impostos. Apesar de representarem 0,06% dos servidores, 93% dos magistrados ultrapassam o teto. A reforma administrativa pode legitimar esses benefícios.”
        (+em: https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2025/07/01/supersalarios-de-juizes-acima-do-teto-custam-r-105-bilhoes-por-ano-aponta-pesquisa.ghtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsdiaria)

        E cadê o “ju$ticeiro $ocial”?
        – No presídio argentino visitando a “cumpanhêra” corruPTa!

  47. Miguel José Teixeira

    Tudo indica que o “faveco didi”, líder do governico do lula decaído no SuTriFão, terá muito trabalho pela frente!

    “Pesquisa revela rejeição de 46% dos deputados ao governo Lula”
    – Estudo da Genial/Quaest entrevistou 203 parlamentares e indica que 57% veem baixas chances de aprovação das agendas governamentais…
    (Poder360, 02/07/25)

    Pesquisa divulgada nesta 4ª feira (02.jul.2025) pela Genial/Quaest mostra que 46% dos deputados federais avaliam negativamente o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento, que entrevistou presencialmente 203 congressistas (40% do total da Câmara), indica também que 57% dos deputados consideram baixas as chances de aprovação das agendas governamentais no Congresso.

    A avaliação negativa de 46% representa o pior índice desde o início do atual mandato presidencial. Apenas 27% dos deputados têm visão positiva da administração federal, o menor percentual registrado até o momento.
    . . .
    Íntegra da pesquisa em: https://static.poder360.com.br/2025/07/quaest-pesquisa-deputados-julho2025.pdf
    . . .
    (+ do texto em: https://www.poder360.com.br/poder-congresso/quaest-deputados-avaliacao-negativa-governo-lula-2025/)

  48. Miguel José Teixeira

    O mote da charge na PráTica:

    “Se eu não entrar com um recurso no Poder Judiciário, não for à Suprema Corte, não governo mais”, reclamou o presidente. “Esse é o problema. Cada macaco no seu galho. Ele [Congresso] legisla, e eu governo”, disse Lula em entrevista à TV Bahia, afiliada da Globo no estado, nesta manhã.”

    (Leia + no texto intitulado “Lula chama ação de Motta de absurda: ‘Se não for ao STF, não governo mais’, de Lucas Borges Teixeira, em:
    https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2025/07/02/lula-iof-motta-congresso-crise-decisao-stf.htm)

    Vai que é tua, didi faveco!

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