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ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CCCLXIII

Ainda bem que não censuraram as charges. Não é retrato melhor de como Lula transforma o governo e os seus em bucha de canhão. Os traços são de Cláudio de Oliveira para a edição de12 de junho do jornal Folha de S. Paulo. O texto, também. Deputados vão bancar as bondades eleitorais de Lula? Mudanças a toque de caixa atropelam projeto de reforma do IR e criam atritos no Congresso. A charge mostra Lula segurando uma placa com a inscrição Lula 2026. Ele pergunta ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad: – Haddad, conversou com os deputados a aumentar imposto pra bancar minhas bondades eleitorais?” O ministro responde: – Acho melhor você tentar pessoalmente…” Haddad desce a rampa do Congresso, com um olho roxo, apoiando-se em uma muleta, com um braço na tipoia e um pé engessado.

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41 comentários em “ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CCCLXIII”

  1. Miguel José Teixeira

    E o cangaCiro, hein?

    “Ciro de volta ao PSDB?”
    – “Já autorizei o Tasso [Jereissati] a prosseguir nas conversas com ele”, disse o presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo, ao Globo.
    (+em: https://oantagonista.com.br/brasil/ciro-de-volta-ao-psdb/)

    O (blaaargh) finado delfim netto dizia:
    – Como os tucanos tem bico enorme, para equilibrarem-se precisam levar chumbo no rabo.
    O querido Professor Leo Arno Probst, dizia:
    – Macaco que muito de galho em galho pula, leva chumbo!
    E o Matutildo. . .
    – Mais vale um ninho definhando do que um infestado de corruPTos!

  2. Miguel José Teixeira

    “Crusoé: Referendo sobre o STF” (1)
    – Eleição no Senado vira foco do bolsonarismo para formar maioria pró-impeachment de Moraes. E mais: a guerra justa de Israel contra o Irã e a CPMI do INSS
    (Redação O Antagonista, 20/06/25)

    O inelegível Jair Bolsonaro e o desaprovado Lula se projetam para a eleição presidencial de 2026 como se fossem os protagonistas, mas há uma disputa de fundo que vai rivalizar em importância com a do Palácio do Planalto no próximo ano. E os dois já admitiram isso publicamente.

    “Peço a vocês, por ocasião das eleições do ano que vem: me deem 50% da Câmara e 50% do Senado, que eu mudo o destino do nosso Brasil”, discursou Bolsonaro em Copacabana, em 16 de março, durante manifestação pela anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023 — que tinha como pano de fundo a anistia ao próprio ex-presidente.

    O ex-presidente repetiu o pedido na quinta-feira, 19, durante passagem por Goiás, mencionando Nayib Bukele, presidente de El Salvador, ao discursar na Câmara Municipal de Aparecida de Goiânia. Bolsonaro destacou que Bukele foi convidado para a posse de Donald Trump nos Estados Unidos, para a qual o brasileiro não foi porque seu passaporte estava apreendido. “Vamos ver até onde vai essa perseguição”, comentou.

    A meta é conseguir maioria no Senado para fazer algo que nunca ocorreu: abrir um processo de impeachment de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), diz Rodolfo Borges em “Referendo sobre o STF” (1), a reportagem de capa da edição desta semana de Crusoé.

    Outros destaques de Crusoé
    Em “A guerra justa” (2), Alexandre Borges conta que Israel, a única democracia do Oriente Médio, está reagindo e se antecipando a um regime teocrático extremista que há mais de quatro décadas promete sua destruição, financia atentados, executa dissidentes no exterior e avança rapidamente rumo à obtenção de armas nucleares. Graças a uma série de ataques coordenados a instalações estratégicas desde 13 de junho, Israel conseguiu atrasar esse plano.

    Também nesta edição, Wilson Lima mostra em “Até onde irá a CPMI do INSS” (3) que a investigação tem potencial para minar ainda mais a imagem do governo Lula e deve servir para a base dar novos recados ao presidente.

    Colunistas
    Privilegiando o assinante de O Antagonista+Crusoé, que apoia o jornalismo independente, também reunimos nosso timaço de colunistas.

    Nesta edição, escrevem Leonardo Barreto (Brasília, a cidade onde ninguém diz não) (4), Dennys Xavier (Direita e esquerda contra o indivíduo) (5), Jerônimo Teixeira (Dom Quixote contra mísseis e drones) (6), Gustavo Nogy (O ensaísmo como modo de vida) (7), Josias Teófilo (O descontrole das massas) (8) e Rodolfo Borges (A insustentável leveza de ser tricampeão mundial) (9).

    Assine Crusoé e apoie o jornalismo independente.
    https://crusoe.com.br/

    (Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/crusoe-referendo-sobre-o-stf/)

    (1) https://crusoe.com.br/noticias/referendo-sobre-o-stf/
    (2) https://crusoe.com.br/noticias/a-guerra-justa/
    (3) https://crusoe.com.br/noticias/ate-onde-ira-a-cpmi-do-inss/
    (4) https://crusoe.com.br/noticias/brasilia-a-cidade-onde-ninguem-diz-nao/
    (5) https://crusoe.com.br/noticias/direita-e-esquerda-contra-o-individuo/
    (6) https://crusoe.com.br/noticias/dom-quixote-contra-misseis-e-drones/
    (7) https://crusoe.com.br/noticias/o-ensaismo-como-modo-de-vida/
    (8) https://crusoe.com.br/noticias/o-descontrole-das-massas/
    (9) https://crusoe.com.br/noticias/a-insustentavel-leveza-de-ser-tricampeao-mundial/

  3. Miguel José Teixeira

    “O legado profissional e humano”
    – Um gesto de Cicero Sandroni fez o temível Adolpho Bloch se assustar e fugir correndo, para pândega geral.
    (Ruy Castro, FSP, 19/06/25)

    Redação da revista Manchete, no Rio, fins de 1971. O jovem redator recebeu um artigo gigantesco de uma colaboradora, que ele tinha de resumir para fazê-lo caber no espaço. Pelo adiantado da hora, meteu-lhe a caneta vermelha, matando páginas inteiras com grandes xis em diagonal. Não havia tempo para cortes cirúrgicos. O diretor Justino Martins concordou, era aquilo mesmo. Mas o artigo era uma encomenda do poderoso patrão, Adolpho Bloch. Este se indignou diante das páginas xizadas. A autora era uma famosa escritora, mulher de um ainda mais famoso escritor. O jovem redator era eu.

    Adolpho cavalgou furioso até à Redação, fazendo tremer as ripas de cedro do piso, e, de pé, à nossa frente, passou-nos uma espinafração daquelas que só os veteranos jornalistas conheceram —hoje, ele seria preso por “assédio moral”. Com sua voz de baixo profundo, chamou-nos de burros, cretinos e incompetentes. Nós o ouvíamos de orelhas murchas. Mas o redator na primeira fila diante de Adolpho era Cicero Sandroni. Antes que eu pudesse me acusar pelo crime, Cicero se levantou —enorme, pausada e pesadamente—, com a intenção de deixar a sala em protesto.

    Adolpho não entendeu assim. Achou que Cicero estivesse se levantando para agredi-lo e, apavorado, saiu correndo. Foi pândego: o homem que provocava terror em seus empregados fugia para sua sala, aos resfôlegos, com medo de um agressor imaginário. O doce e amável Cicero sentou-se de novo e a paz voltou a reinar. Mas, dali a dias, haveria o almoço que, às vésperas do Natal, Adolpho oferecia aos funcionários mais graduados, como nós. Liderados por Cicero, não comparecemos ao almoço —para desgosto de Adolpho, que, contra todas as aparências, tinha um quê de sensível.

    Cicero Sandroni morreu nesta terça (17), aos 90 anos. Deixou um legado como jornalista, escritor e membro da Academia Brasileira de Letras, da qual foi grande presidente.

    Deixou também um legado humano. Era sincero amigo de seus amigos. Meu, inclusive, que tive esse privilégio por 58 anos.

    (Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2025/06/o-legado-profissional-e-humano.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newscolunista)

  4. Miguel José Teixeira

    “Vale tudo por um nocaute”
    – Lula perde a chance de reagir à irresponsabilidade do Congresso e é derrotado até quando tem razão.
    (Dora Kramer, FSP, 19/06/25)

    A situação anda tão disfuncional que o presidente Lula (PT) perde até quando tem razão. No caso dos vetos derrubados e outros postos em negociação pelo Congresso que em poucos dias impôs duas vezes prazos ao governo, a boa prática recomendava a manutenção dos atos presidenciais.

    Venceram, contudo, os lobbies ligados ao setor de energia aliados à sanha de infligir derrotas em série ao Planalto. Isso ao custo de prejuízos aos consumidores e a poder de completa irresponsabilidade social.

    As contas de luz ficarão mais caras, o fundo eleitoral cresce em milhões de reais, mas aos parlamentares só importou a ideia de que daquela demonstração de força poderiam extrair dividendos políticos decorrentes de mais uma evidência da fragilidade do Executivo frente ao Legislativo.

    O desequilíbrio, de fato, é patente, mas o mau passo do Congresso seria uma oportunidade de o governo tentar reequilibrar a balança expondo à sociedade a falsidade contida na cobrança por austeridade na condução de políticas públicas.

    A chance parece perdida por falta de reação imediata. O presidente da República estava em reunião do G7 onde sua presença era dispensável, o ministro da Fazenda em férias e os líderes no Parlamento desnorteados.

    Tivemos também os ministros da Casa Civil e das Relações Institucionais acorrendo a Davi Alcolumbre para, acuados, rezar mais uma vez no altar do presidente do Senado.

    Como resposta, o governo apresenta a possibilidade de correção em futura medida provisória, cujo destino, contudo, estará da mesma forma submetido à dinâmica do vale tudo por um nocaute.

    A incapacidade de agir para tentar conquistar o apoio da população decorre da seguinte realidade: Lula não tem força para se indispor com o Congresso nem cacife para enfrentar os grupos de interesse ali representados.

    Ademais, falta ao presidente disposição para corrigir o que anda errado no seu rumo e sobra-lhe a equivocada convicção de que está no caminho certo.

    (Fonte:https://www1.folha.uol.com.br/colunas/dora-kramer/2025/06/vale-tudo-por-um-nocaute.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newscolunista)

    O piNçador Matutildo, piNçou:
    “. . .falta ao presidente disposição para corrigir o que anda errado no seu rumo e sobra-lhe a equivocada convicção de que está no caminho certo.”
    E o Bedelhildo, bateu de prima:
    O que falta mesmo ao lula 0,3 é o que ele manipulava nas gestões anteriores: o mensalão, o PeTrolão & outros “ão” que nunca à tona virão!

  5. Miguel José Teixeira

    Uai, sô! E ele era gaúcho!

    Eu que já era fã do saudoso Getúlio Vargas, acabei de valorizar ainda mais sua passagem pela presidência da República.
    Entre as várias marcas que deixou para a História, está o espetacular Grande Hotel Termas de Araxá.
    Conheça-o em:
    https://grandehotelaraxa.com/

  6. Miguel José Teixeira

    “Tudo a ler”
    (Isadora Laviola, Jornalista da editoria de Livros, FSP, 18/06/25)

    O Brasil está falando sobre livros. As duas maiores cidades do país estão recebendo grandes eventos literários.

    Em São Paulo, acontece a Feira do Livro, no Pacaembu. Ela está em sua quarta edição e saltou de 164 para 250 eventos desde o ano passado. “A cada ano estamos acrescentando mais tijolinhos nessa construção institucional”, afirmou Paulo Werneck, diretor do evento, ao editor Walter Porto (1).

    Contando com o feriado, os organizadores esperam receber 110 mil visitantes ao longo dos nove dias de feira e passar a fazer parte do calendário oficial da capital paulista.

    Enquanto isso, o Rio de Janeiro recebe a Bienal do Livro. O evento que acontece há décadas no Riocentro é marcado por recordes de público e vendas que são superados a cada nova edição. Neste ano, a infraestrutura ainda maior é digna do título de Capital Mundial do Livro concedido à capital fluminense neste ano.

    Apesar do título só ter vindo em 2025, o Rio de Janeiro já é literário há séculos. É o que comprova um recente levantamento da Folha. Os repórteres Natália Santos e Vitor Antonio (2) mergulharam em livros brasileiros do século 19 ao início do 20 para desenhar o Rio da literatura.

    Esquinas e ruas cariocas integram tramas da literatura brasileira. Da Rua do Ouvidor ao Largo da Lapa, da praia de Botafogo à praça da República, os caminhos do Rio já foram percorridos por personagens de Machado de Assis, Júlia Lopes de Almeida e Lima Barreto.

    Bienal

    A Bienal do Livro começou no Rio de Janeiro na última sexta (13) com o que faz de melhor: promovendo encontros. Foi no momento de maior destaque do dia de abertura que a atriz Taís Araujo superou problemas com a tradução simultânea (3) para introduzir a nigeriana Chimamanda Adichie à plateia e à ocupante da primeira fila, Conceição Evaristo.

    O evento também foi bem avaliado na organização (4) pelo editor Walter Porto. Apesar do apertamento nos corredores entre os estandes, que parece inevitável em todas as edições, as atrações do “Book Park” tiveram filas rápidas e a venda de ingressos no sábado foi interrompida às 13h, algo que a Bienal nunca tinha feito.

    Já nos primeiros dias, grandes editoras registraram aumentos expressivos em suas vendas (5) em relação ao mesmo período em anos anteriores. Sextante, grupo Record, Intrínseca, Rocco e Globo Livros tiveram crescimentos de 42% a 70%. Entre os mais vendidos estão os livros de colorir (6), encabeçados pela série Bobbie Goods, que já vendeu dois milhões de exemplares no Brasil.

    Até agora, autores como Elayne Baeta, Aline Bei (7) e Ian Fraser (8) passaram pelos palcos da Bienal. Os próximos dias de programação, que vai até o domingo (22), terão G.T. Karber, Marcelo Rubens Paiva, Cara Hunter e muito mais.

    Feira

    Já a Feira do Livro, que ocupa a praça Charles Miller em São Paulo desde sábado (14), foi aberta com apresentação do Ensemble FTM, grupo de músicos do Theatro Municipal de São Paulo, que misturou música erudita e popular. A abertura também foi marcada por temperaturas baixas e por visitantes adiantados, como apontou a repórter Carolina Faria (9).

    Até esta quarta, passaram pela feira muitos autores na programação principal e paralela. No Palco Petrobras, a filósofa Marilena Chauí (10) discutiu ideologia em meio ao relançamento de clássico “O que É Ideologia?”, de 1980. O médico Drauzio Varella contou sobre suas mais de cem visitas à Amazônia, as quais resultaram em seu novo livro “O Sentido das Águas: Histórias do Rio Negro” (11) . Tati Bernardi falou de sua preferência por escrever histórias sobre si mesma e de sua opção por não se levar a sério (12).

    Já pelo Tablado Literário (13), onde a Folha marca presença, passaram nomes como Luiz Felipe Pondé e Bianca Santana, ambos colunistas do jornal. Pondé apresentou seu novo livro, “Da Alma aos Ossos” (14), e denunciou a imposição social de uma felicidade performática. E Santana falou de seu “Quem Limpa?” (15), uma obra infantil sobre o trabalho doméstico e as desigualdades em torno dele.

    A Feira continua até domingo (22) reunindo mais autores como Andrea Del Fuego, Pedro Bandeira, Paulo Henriques Britto e Mariana Salomão Carrara.

    Além dos livros

    Um grupo de 63 tradutoras do mercado brasileiro assinou um manifesto contra as condições precárias da profissão. Segundo o Painel das Letras (16), as signatárias afirmam que atrasos e até calotes no pagamento “não são incomuns” por parte das editoras brasileiras. De acordo com o documento, parte dessa desvalorização é consequência da invisibilidade do trabalho da tradução no país.

    Se estivesse vivo, Dalton Trevisan teria completado cem anos no último sábado. Documentos pessoais do misterioso contista brasileiro revelam um fã de Tchékhov, Machado de Assis e Manuel Bandeira. Era, como descreve o historiador Christian Schwartz (17), um leitor “de uma regularidade e voracidade impressionantes”. Trevisan recebe diversas homenagens (18) ao longo dos próximos meses enquanto suas obras são relançadas pela editora Todavia.

    O governo Lula não garantiu dinheiro suficiente para a compra dos livros didáticos e literários previstos pelo PNLD (Programa Nacional do Livro Didático) para este ano. A previsão para esse ano, segundo a repórter Isabela Palhares (19), era da aquisição de mais de 220 milhões de exemplares por um valor estimado em cerca de R$ 3,5 bilhões. Enquanto o orçamento do programa é de R$ 2,04 bilhões –R$ 1,5 bilhão menos do que o necessário.

    Morreu nesta semana o jornalista e acadêmico da ABL Cícero Sandroni (20), aos 90 anos. Nascido em São Paulo, se mudou aos 11 anos para o Rio de Janeiro, onde desenvolveu sua carreira jornalística. Trabalhou em veículos como Tribuna da Imprensa, Correio da Manhã, Jornal do Brasil, O Globo e Fatos e Fotos.

    “Com ajuda de IA, Folha mapeia como escritores retrataram o Rio; veja vídeo”
    – Levantamento indica os locais da capital fluminense, que sedia a Bienal, citados na literatura do século 19 ao início do 20.
    (+em: https://www1.folha.uol.com.br/tv/2025/06/com-ajuda-de-ia-folha-mapeia-como-escritores-retrataram-o-rio-veja-video.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler)ares por um valor estimado em cerca de R$ 3,5 bilhões. Enquanto o orçamento do programa é de R$ 2,04 bilhões –R$ 1,5 bilhão menos do que o necessário.

    “Eugênio Bucci publica novos livros sobre jornalismo e democracia no Brasil”
    – Professor tem momento literário intenso, com dois lançamentos e participação na Feira do Livro com o historiador Carlos Fico.
    (+em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/06/eugenio-bucci-publica-novos-livros-sobre-jornalismo-e-democracia-no-brasil.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler)

    “Nove melhores livros de negócios do semestre, segundo o Financial Times”
    – Jornal britânico faz seleção literária de lançamentos até metade do ano, com obras sobre Spotify e Nvidia.
    (+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/06/nove-melhores-livros-de-negocios-do-semestre-segundo-o-financial-times.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler)

    (1) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/06/feira-do-livro-escala-em-porte-e-ambicao-ao-se-firmar-no-calendario-de-sao-paulo.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (2) https://arte.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/livros-no-rj/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (3) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/06/chimamanda-abre-bienal-do-livro-em-mesa-com-tais-araujo-e-traducao-caotica.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (4) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/06/bienal-do-livro-lota-no-sabado-mas-fica-mais-confortavel-em-espaco-maior.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (5) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/06/editoras-relatam-recorde-de-vendas-em-bienal-do-livro-superlativa-no-rio.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (6) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/06/livros-de-colorir-viram-febre-na-bienal-apos-explosao-de-bobbie-goods-nas-redes.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (7) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/06/aline-bei-testa-novas-formas-de-narrar-em-uma-delicada-colecao-de-ausencias.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (8) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/06/ian-fraser-cria-universo-baiano-onde-personagem-se-perde-para-se-encontrar.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (9) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/06/feira-do-livro-comeca-com-musica-e-cronicas-em-manha-gelada-de-sao-paulo.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (10) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/06/marilena-chaui-retorna-a-seu-livro-abominado-sobre-ideologia-na-feira-do-livro.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (11) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/06/fiquei-encantado-pelo-rio-negro-e-pelas-pessoas-que-vivem-la-diz-drauzio-varella.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (12) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/06/estou-rindo-da-minha-propria-personagem-ha-25-anos-diz-tati-bernardi.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (13) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/06/folha-tera-programacao-com-colunistas-no-tablado-literario-da-feira-do-livro.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (14) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/06/academia-pode-ser-lugar-violento-com-vozes-dissonantes-diz-ponde.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (15) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/06/alexandra-lucas-coelho-diz-que-gaza-se-tornou-um-campo-de-exterminio.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (16) https://www1.folha.uol.com.br/colunas/walter-porto/2025/06/tradutoras-fazem-manifesto-contra-condicoes-precarias-da-profissao-no-brasil.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (17) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/06/dalton-trevisan-venerava-tchekhov-e-machado-e-era-obcecado-pela-biblia.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (18) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/06/confira-relancamentos-e-homenagens-ao-centenario-de-dalton-trevisan.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (19) https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2025/06/governo-lula-nao-garante-dinheiro-para-comprar-livros-didaticos-previstos-para-2025.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler
    (20) https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/06/morre-o-jornalista-cicero-sandroni-membro-da-academia-brasileira-de-letras-aos-90.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstudoaler

    (Texto recebido pelo correio eletrônico)

  7. Miguel José Teixeira

    Será?. . .”bondades eleitorais” que só o TriSuEl não vê?

    “Governo empenha mais R$ 108 mi em emendas; total chega a R$ 776 mi
    – Valor aumentou R$ 623,8 milhões em menos de uma semana; liberação busca apoio a decreto que eleva o IOF…
    (Poder360, 19/06/25)

    A atualização desta 5ª feira (19.jun.2025) do Siop (Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento) mostra que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empenhou mais R$ 108 milhões em emendas a congressistas. O valor total agora é de R$ 776 milhões.

    De 6ª feira (13.jun.2025) até 5ª feira (19.jun), o valor empenhado em emendas teve um aumento de R$ 623,8 milhões. Essa movimentação foi antecipada pelo Poder360. A estratégia tenta garantir apoio ao decreto de Fernando Haddad (Fazenda) que eleva o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).
    . . .
    (+em: https://www.poder360.com.br/poder-congresso/governo-empenha-mais-108-mi-em-emendas/)

    1. Miguel José Teixeira

      Coincidentemente, coincidente?

      “Comissão aprova criação de quase 800 cargos para o TSE ao custo de R$109 milhões”
      – Vagas serão preenchidas por técnicos, analistas e comissionados.
      (Rodrigo Vilela, Diário do Poder, 19/06/25)

      A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara aprovou nesta quarta-feira (18) a criação de 474 cargos efetivos e 320 funções comissionadas na Justiça Eleitoral. O projeto, de autoria do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ainda precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

      A proposta prevê 232 cargos de analista judiciário, 242 de técnico judiciário, além de 75 cargos em comissão e 245 funções comissionadas. O impacto orçamentário estimado é de R$ 109,4 milhões por ano.

      Segundo o TSE, o aumento do eleitorado, o crescimento no número de candidatos e o volume de processos justificam a medida. Também são citadas novas atribuições, como o combate à desinformação.

      O relator, deputado Rogério Correia (PT-MG), afirmou que a criação dos cargos fortalece a estrutura da Justiça Eleitoral e é essencial para o funcionamento da democracia. Se aprovado na CCJ, o texto segue para o Senado.

      (Fonte: https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/xwk-brasil/comissao-aprova-criacao-de-quase-800-cargos-para-o-tse-ao-custo-de-r109-milhoes)

      Na PeTezuela a banda assim toca:
      “uma mão lava a outra e a toga enxuga as duas”!

    1. Estagiário? Mas, quem assinou foi um magistrado. Ele possui alto vencimentos, férias mínimas de 60 dias e milionários penduricalhos sem imposto de rende a mais que o estagiário. Então…

  8. Miguel José Teixeira

    Então, só os ateus mentem?

    “Porteiro, só ateu”

    No primeiro dia de trabalho como prefeito do Recife, nos anos 1960, Augusto Lucena reuniu a assessoria.
    Tinha pressa.
    Mas a reunião era interrompida a todo instante por pessoas que queriam cumprimentar o novo prefeito.
    Ele pediu à secretária que mandasse o porteiro informar que ele não se encontrava.
    Momentos depois, ela voltou para dizer que não seria possível:
    – “⁠O porteiro é evangélico e disse que não pode mentir.”
    Segundo relatam jornalistas da época, Lucena não contou conversa: “⁠
    – Então a senhora me arranje um porteiro ateu!”

    (Poder sem pudor, Coluna CH, DP, 19/06/25)

    E o que fazem os vendilhões de palavras bíblicas?

  9. Miguel José Teixeira

    Pensando bem…
    (Coluna CH, DP, 19/06/25)

    …cadê as passagens aéreas a R$200?

    Matutando bem…
    (Matutildo, aqui e agora)

    Guardadas no banco de mentiras do lula, junto com a picanha e a cervejinha grátis!

  10. Miguel José Teixeira

    Se o capitão zero zero insistir com essa esquizofrenia política. . .

    “Choque até na esquerda”
    “Temos notícia de que Carlos Bolsonaro iria ser lançado candidato ao Senado por Santa Catarina e, basicamente, foi indiciado pela PF 48 horas depois”, espantou-seu o presidente do PCO, Rui Costa Pimenta.
    (Coluna CH, DP, 19/06/25)

    . . .periga ele eleger senador, o manquinho coveiro do PeTê catarinense.
    Lembrem-se que. . .
    . . .foi o capitão zero zero que tirou lula da cadeia e o colocou na presidência da República!

  11. Miguel José Teixeira

    “Ói, ói, ó. . .te-dou-te um pelu ôtru i nem queru trôcu”!

    “Crescem os ex-petistas”
    O Datafolha sobre a polarização política no Brasil revela um fenômeno curioso: cinco pontos percentuais de eleitores que se diziam petistas agora se declaram bolsonaristas, estabelecendo empate em 35%.
    (Coluna CH, DP, 19/06/25)

    O Matutildo, apavorado:
    – Já imaginaram se a hlaaargh maria do rosário virasse bolsonarista?
    E o Bedelhildo, saca o motivo do seu pavor:
    – Nesse caso, o bolsonarismo teria duas bias kici ou duas marias do rosário?

  12. Miguel José Teixeira

    Ampliando sua platéia: antes era apenas o bobo da corte francesa! Agora é o

    “Bobo do G7”
    Alvo de sorrisos de deboche até do “très amigo” francês Emmanuel Macron, após atrapalhar o início de reunião e até a foto com chefes de Estado e de governo, Lula (PT) virou o bobo da corte do G7.
    (Coluna CH, DP, 19/06/25)

  13. Miguel José Teixeira

    O problema é que no governico do lula decaído, janja calamidade & a$$ociado$ não tem economistas!

    “Não existe análise consequente no Brasil que não chegue a essa conclusão: cortar gastos”, apontou um dos economistas mais admirados do Pais, Marcos Köhler, em entrevista ao podcast Diário do Poder. Para Köhler, a carga tributária imposta aos brasileiros atesta a necessidade. “Estamos chegando na carga tributária de países desenvolvidos, não faz sentido”, diz ele. No Reino Unido super-desenvolvido, impostos somam 34,3%; no Brasil, em 2024, apropriam-se de 32,5% da riqueza nacional.”
    (Coluna CH, DP, 19/06/25)

    Só pra HADDADizar. . .
    No comando da Economia PeTezuela tem apenas um taxador que muito “se-esforçou-se” para apresentar sua famosa dissertação “”O Debate sobre o Caráter Socioeconômico do Sistema Soviético”, de extrema relevância para a Economia moderna. . .

  14. Miguel José Teixeira

    No parasitário baixo, a quadrilha farreia o ano inteiro!

    “Sob pretexto de “Missão Oficial”, deputados federais rodam o mundo às custas do pagador de impostos, que precisou desembolsar mais de R$2 milhões, desde o início do ano, com o vai-e-vem de suas excelências. Os destinos geralmente são os melhores que o dinheiro pode pagar: Suíça, Itália, França, Inglaterra, Japão, Portugal e etc. Desde janeiro, já foram realizadas 125 missões autorizadas. Alguns parlamentares deitam e rolam, já fizeram até três viagens este ano, tudo por conta da Viúva.”
    (Cláudio Humberto em sua coluna no Diário do Poder, hoje)

    Sempre é bom lembrar que, “os abastecedores dos cofres da viúa são mansos”!

  15. Miguel José Teixeira

    “O governo tenta o vale reeleição com minoria no Congresso”
    – Lula pleiteia um pacote de bondades, como seus antecessores, mas precisará de muita “habilidade política” para convencer o Congresso…
    (Mario Rosa, 60 anos, é jornalista, escritor, autor de 5 livros e consultor de comunicação, especializado em gerenciamento de crises, Poder360, 19/06/25)

    Noves fora as retóricas, todos os governos que não estão bombando em popularidade e na economia tentaram um vale reeleição para viabilizar o incumbente. Fernando Henrique congelou o dólar é só descongelou depois de reeleito. Jair Bolsonaro teve o que quis do Congresso na véspera do ano eleitoral. O presidente Lula tenta agora fazer o dever de casa da reeleição, com uma diferença: o Congresso atual é o avesso do avesso das posições mais radicais do presidente e do PT.

    E aí entramos nesse baile de máscaras em que o governo diz estar lutando pela “justiça tributária” e o parlamento repudiando a “criação de impostos”. O governo diz que está querendo governar para os “mais pobres” e quem é contra ele está a serviço do “andar de cima” e os parlamentares dizem que defender os mais pobres é justamente evitar que a gastança desenfreada do governo não seja contida e exigem um “gesto” de responsabilidade fiscal na coluna dos desperdícios.

    Na prática, o que o presidente está pleiteando –legitimamente, como outros antecessores já o fizeram- é um pacote de bondades para distribuir em sua eventual reeleição. A diferença é que desta vez o Congresso e o governo não compartilham da chamada “afinidade” ideológica mínima, como já aconteceu com outros governos e outros Congressos no passado. Nada que uma colossal injeção de “habilidade política” –emendas e recursos para as bases parlamentares – não pudesse curar.

    Mas ao que parece os fios desencapados acumulados pelo atual governo com os chamados “partidos de centro”, além da expectativa real que um projeto de poder possa surgir no campo oposicionista, antecipou o calendário reeleitoral para o meio deste ano. A azia do eleitorado com o incumbente deixa todos os gatos escaldados e o resultado é que a velha lógica do “quanto pior, melhor” –até um certo ponto– passa a fazer mais sentido do que a colaboração automática.

    O sistema continua sendo presidencialista, apesar do semiptesidencialismo (*). A caneta presidencial é um foguete de longo, longo alcance. Há ainda o alinhamento do governo com o Judiciário, que não é pouca coisa. Grande parte das benesses para 2026 o governo já conquistou. Falta a isenção do IR até 5 salários mínimos, que pode beneficiar 40 milhões de pessoas.

    O presidente terá de demonstrar perícia na condução da CPI já aprovada dos desvios do INSS. Terá de tentar ter controle. Difícil. Não impossível. Ao mesmo tempo, terá que cozinhar o galo e caprichar na “habilidade” com os parlamentares. E torcer para a onda de mau-humor geral com o governo passar. Tudo isso é difícil? Muito. Mas a questão é que a reeleição é um mecanismo diabólico. Qualquer mínimo vacilo dos opositores e a faixa continua onde está. Quase por gravidade.

    (Fonte: https://www.poder360.com.br/opiniao/o-governo-tenta-o-vale-reeleicao-com-minoria-no-congresso/)

    Sacaram o neologismo?
    – semiPTesidencialismo!
    Pelo que temos “visto, lido e ouvido” na prática, esse regime “se-resume-se” em: taxação, inflação & corrupção!

  16. Miguel José Teixeira

    As grandes navegações da toga PeTezuelana!

    “Gilmarpalooza” terá 6 ministros do STF, 8 do STJ e 5 do TCU”
    – Decano do Supremo é um dos anfitriões do Fórum de Lisboa; evento reúne ainda o PGR, Paulo Gonet, advogados e empresários…
    (Marina Ferraz, Jornalista formada pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e mestre em Cultura e Comunicação pela Universidade de Lisboa, Redatora, Poder360, 19/06/25)

    O 13º Fórum de Lisboa (*), promovido pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes em Portugal, confirmou a participação de pelo menos 6 ministros da Corte, 8 do STJ (Superior Tribunal de Justiça) e 5 do TCU (Tribunal de Contas da União). Do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), só uma ministra foi anunciada até o momento: Simone Tebet.

    Os nomes dos participantes estão sendo anunciados no perfil oficial do evento no Instagram. A última atualização é de 18 de junho de 2025. A edição de 2025 será realizada de 2 a 4 de julho na capital portuguesa. Outras autoridades serão confirmadas nos próximos dias.
    . . .
    (+em: https://www.poder360.com.br/poder-justica/gilmarpalooza-tera-6-ministros-do-stf-8-do-stj-e-5-do-tcu/)

    (*) https://www.forumdelisboa.com/2025/inicio

  17. Miguel José Teixeira

    “Leviatã precisa de dieta”
    (Circe Cunha e Mamfil – Manoel de Andrade, Coluna Visto, lido e ouvido, Blog do Ari Cunha, CB, 18/06/25)

    Em tempos de desconfiança nas instituições e de descrença nos sistemas de representação, volta à tona uma velha e incômoda pergunta: qual o tamanho ideal do Estado? A questão, embora repetida à exaustão em debates acadêmicos e palanques eleitorais, permanece viva porque diz respeito ao cotidiano mais imediato do cidadão — aquele que trabalha, paga impostos e assiste, impotente, ao inchaço de uma máquina pública que parece crescer às suas custas.

    A Física nos ensina que um objeto só pode ser compreendido em relação a outros — sua massa, velocidade, força. O mesmo raciocínio pode ser aplicado à relação entre o indivíduo e o Estado. Quanto maior e mais intrusivo for o aparato estatal, menor, proporcionalmente, será o espaço reservado ao cidadão comum. O crescimento desmedido do Estado tem o efeito colateral perverso de apequenar o indivíduo diante de uma engrenagem insaciável, que tudo absorve, consome e transforma em burocracia.

    Um Estado hipertrofiado tende a reduzir seus habitantes à condição de operários invisíveis — inicia-se a busca insana por tributos, exigências e normas que não cessam de se multiplicar. Trabalhadores que alimentam, dia após dia, um Leviatã insaciável, que promete proteção, mas entrega vigilância; que acena com igualdade, mas cultiva privilégios; que proclama o bem comum, mas serve a interesses muito particulares.

    A promessa do Estado provedor, muitas vezes embalada em retórica paternalista, costuma ser o primeiro passo rumo à servidão moderna. O cidadão é transformado em súdito. Seu papel se restringe a sustentar uma elite política que se arroga o direito de decidir o que é melhor para todos, ainda que esse “melhor” se revele, na prática, um sistema excludente, ineficiente e autorreferente.

    Não é preciso buscar exemplos em livros de história. Basta olhar ao redor. Países como China, Rússia e Coreia do Norte oferecem retratos contemporâneos de Estados colossais que mantêm suas populações sob controle rigoroso, enquanto investem somas bilionárias em armamentos, propaganda e repressão. Em tais regimes, faltam antibióticos, alimentos e saneamento básico. Mas sobram recursos para vigiar, punir e esmagar dissidências. É a lógica da metástase: quanto mais cresce o tumor, mais se alastra e consome os tecidos saudáveis em torno.

    No Brasil, embora a democracia formal esteja preservada, o peso do Estado também se faz sentir com força. A carga tributária escorchante, os serviços públicos ineficientes, a burocracia kafkiana e a concentração de poder nas mãos de castas tecnocráticas são sintomas de uma mesma doença: o culto ao gigantismo estatal. Um modelo que favorece os que estão no topo da pirâmide, enquanto empurra a maioria para a base, onde resta apenas sustentar, com esforço e resignação, os privilégios dos poucos.

    A ilusão de que mais Estado significa mais justiça social já levou nações inteiras ao colapso. A concentração de poder, por mais bem-intencionada que se apresente, inevitavelmente, degenera em abuso. E quando o formigueiro se torna inquieto, quando as vozes dissonantes ameaçam romper o conformismo, não faltam defensores da ordem prontos a aplicar “formicidas” — seja na forma de repressão direta, seja por meio da asfixia econômica e do silenciamento institucional.

    É preciso, portanto, recolocar o indivíduo no centro da equação política. Não se trata de demonizar o Estado ou propor sua extinção, mas de redimensioná-lo. Um Estado necessário, mas não onipresente. Protetor, mas não carcereiro. Servidor, e não senhor. A liberdade, essa palavra tão desgastada quanto vital, começa por aí: no equilíbrio entre o necessário amparo estatal e a imprescindível autonomia do cidadão.

    Toda vez que o Estado se agiganta além da medida, o cidadão mingua. E quando já não há espaço para a liberdade, as formigas assanhadas só têm dois caminhos: resignar-se à caverna… ou começar a cavar sua saída.

    A frase que foi pronunciada:
    “O indivíduo é apenas receptor de regras e modo de viver da sociedade da qual faz parte” e “Nosso egoísmo é, em grande parte, produto da sociedade”.
    (Emile Durkheim)

    (Fonte: https://blogs.correiobraziliense.com.br/aricunha/leviata-precisa-de-dieta/)

    Sobre a frase do Durkheim. . .
    Isso significa que tem indivíduos que são mais indivíduos do que os demais!

    1. Miguel José Teixeira

      “Ata de Gleisi classifica alta de juros como “incompreensível”
      – “O Brasil espera que este seja de fato o fim do ciclo dos juros estratosféricos”, protestou a ministra de Relações Institucionais do governo Lula.
      (Redação O Antagonista, 19/06/25)

      Ministra de Relações Institucionais do governo Lula, Gleisi Hoffmann (foto) voltou a publicar sua ata (1) após o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central elevar a taxa básica de juros para 15% ao ano (2), o maior patamar em 19 anos.

      “No momento em que o país combina desaceleração da inflação e déficit primário zero, crescimento da economia e investimentos internacionais que refletem confiança, é incompreensível que o Copom aumente ainda mais a taxa básica de juros”, disse a petista em seu perfil no X (3), acrescentando que “o Brasil espera que este seja de fato o fim do ciclo dos juros estratosféricos”.

      Ao contrário do que costumava fazer (4) na época em que o Banco Central era presidido por Roberto Campos Neto, contudo, Gleisi não mencionou o nome de Gabriel Galípolo, indicado por Lula para comandar a instituição desde 1º de janeiro.

      “Não dá pra aceitar como normal”
      Líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, que até outro dia também culpava Campos Neto, é outro que não mencionou o nome do indicado por Lula ao protestar contra mais uma alta na Selic.

      “Não dá pra aceitar como normal o novo aumento da Selic pelo Banco Central. A taxa de 15% é indecente, proibitiva e desestimula investimentos produtivos. É a transformação do Brasil no paraíso dos rentistas: quem vive de juros ganha, quem trabalha perde”, esperneou o petista.

      Apesar do incômodo com a alta na taxa básica de juros, nenhum dos dois se prestou a assumir a parcela de culpa do governo Lula na elevação da Selic. Ao elevar a taxa em mais 0,25 ponto percentual, o Copom destacou “uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado“.

      “A desancoragem das expectativas – que é reflexo da política fiscal expansionista e sem credibilidade – cobra um alto custo da política monetária”, explicou a economista-chefe do Banco Inter, Rafaela Vitória.

      (Fonte: https://oantagonista.com.br/economia/ata-de-gleisi-classifica-alta-de-juros-como-incompreensivel/)

      (1) “Faltou a ata de Gleisi”
      – Agora ministra das Relações Institucionais, a petista calou sobre o novo aumento na taxa básica de juros; coube a Lindbergh botar a culpa de novo em Campos Neto.
      (+em: https://oantagonista.com.br/economia/faltou-a-ata-de-gleisi/)

      (2) “BC sobe taxa de juros para 15%”
      – Comitê promoveu o sétimo aumento desde setembro de 2024; Selic chegou ao maior patamar desde julho de 2006.
      (+em: https://oantagonista.com.br/economia/bc-sobe-taxa-de-juros-para-15/)

      (3) https://x.com/gleisi/status/1935653946669851013

      (4) “Ata de Gleisi culpa Campos Neto por alta nos juros”
      – Presidente do PT diz que aumento de um ponto percentual na Selic estava “determinado desde dezembro pela direção anterior do Banco Central”. Não é bem assim.
      (+em: https://oantagonista.com.br/economia/ata-de-gleisi-culpa-campos-neto-por-alta-nos-juros/#goog_rewarded)

      (5) “Lindbergh esperneia após nova alta da Selic”
      – Líder petista na Câmara afirmou que a elevação na taxa de juros é “indecente, proibitiva e desestimula investimentos”.
      (+em: https://oantagonista.com.br/brasil/lindbergh-esperneia-apos-nova-alta-da-selic/)

      Matutando bem. . .
      Se, um substantivo coletivo indica um conjunto ou grupo de pessoas, animais, objetos ou coisas da mesma espécie,
      e, um corpor técnico é o substantivo coletivo de um grupo de pessoas competentes,
      então, diante desse desgoverno que aí está, pode-se afirmar que o substantivo coletivo de um grupo de pessoas incomPeTentes é corja vermelha!

      1. A ata da da Gleisi deveria começar assimn: no momento em que o défict público aumenta sem controle e o governo inventa e aumenta impostos on-line contra povo, comendo as riquezas do país para a ineficiência, incompetência e corrupção, para se manter na corda bamba do poder… O Banco Central resolveu ficar de olhos bem abertos e isto é um crime inominável – e traição porque vem do companheiro Galipolo – contra nós do PT, do governo Lula e da esquerda do atraso…

  18. Miguel José Teixeira

    Huuummm. . .”se-esqueceram-se” que ano que vem tem eleições ou…

    “Deputados petistas marcham em Buenos Aires em apoio a Cristina Kirchner”
    (+em: https://noticias.uol.com.br/colunas/amanda-cotrim/2025/06/18/na-argentina-deputados-da-base-de-lula-defendem-cristina-kirchner.htm)

    …confiam na amnésia do eleitor?

    Só pra PenTelhar. . .
    Será que viajaram com passagens e diárias pagas com o dinheiro público pelo parasitário baixo?

  19. Miguel José Teixeira

    E o genio atende mais um desejo da suprema toga!

    “O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para aprovar uma resolução que concede segurança pessoal vitalícia a ministros da Corte que se aposentarem. A medida, em análise no plenário virtual, altera as regras anteriores que limitavam a escolta a um período de 36 meses após a aposentadoria, prorrogável por igual período. Agora, os ministros aposentados poderão contar com o benefício enquanto solicitarem, sem limite de tempo.”
    (+em: https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/xwk-brasil/nova-regalia-stf-forma-maioria-para-ter-seguranca-vitalicia-para-ministros)

    E quem conseguirá empurrá-lo de volta ao fundo da garrafa?

  20. Miguel José Teixeira

    Aguardando o apagar das luzes!

    “Alcolumbre adia votação sobre aumento de deputados”
    – Presidente do Senado apoia projeto visto como prioritário para o presidente da Câmara, Hugo Motta; não há consenso entre líderes…
    (Luciana Saravia, Poder360, 17/06/25)

    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), adiou para a semana que vem a votação do projeto que aumenta o número de deputados de 513 para 531 a partir das próximas eleições. O texto será votado em cima do prazo, que é 30 de junho.

    De autoria da Câmara e endossado pelo presidente Hugo Motta (Republicanos-PB), o projeto é uma alternativa para evitar que 7 Estados percam representantes na redistribuição das cadeiras entre as bancadas estaduais, conforme o Censo de 2022– como havia sido determinado pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
    . . .
    (+em: https://www.poder360.com.br/poder-congresso/alcolumbre-adia-votacao-sobre-aumento-de-deputados/)

  21. Miguel José Teixeira

    À julgar pelas CPMIs anteriores, já podemos antever os resultados!

    “Alcolumbre cria CPMI do roubo das aposentadorias”
    – Comissão será composta por 15 deputados federais e 15 senadores e terá prazo de 180 dias para concluir seus trabalhos.
    (Guilherme Resck, O Antagonista, 17/06/25)

    O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), fez a leitura em sessão conjunta da Câmara e Senado, nesta terça-feira, 17, do requerimento de criação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o esquema nacional de descontos não autorizados em aposentadorias e pensões.

    Dessa forma, o colegiado foi criado. O requerimento havia sido protocolado pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e pela deputada Coronel Fernanda (PL-MT) em 12 de maio. Segundo o documento, a CPMI será constituída de 15 deputados federais e 15 senadores, com igual número de suplentes, obedecendo-se o princípio da proporcionalidade partidária, para, no prazo de 180 dias, “investigar o mecanismo bilionário de fraudes identificado no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), envolvendo descontos irregulares em benefícios de aposentados e pensionistas”.

    As despesas referentes aos trabalhos da comissão foram orçadas no valor de 200 mil.

    “A investigação das fraudes no INSS é necessária para proteger os direitos dos aposentados e pensionistas, recuperar recursos desviados, responsabilizar os envolvidos, corrigir falhas institucionais, restaurar a confiança pública e prevenir novos crimes contra o sistema previdenciário brasileiro”, dizem a deputada e a senadora.

    Uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito tem poderes de investigação equiparados aos das autoridades judiciais, como determinar diligências, ouvir indiciados e inquirir testemunhas.

    Na sessão conjunta do Congresso desta terça, antes da leitura do requerimento referente à CPMI do INSS, o deputado José Nelto (União-GO) foi um dos que defendeu a criação do colegiado.

    “Eu já coloquei a minha assinatura na CPMI do INSS. Essa CPMI hoje é reclamada, hoje a população brasileira cobra do Parlamento brasileiro, do Congresso Nacional, a abertura imediata da CPMI. É inaceitável que uma quadrilha tenha roubado o INSS no Brasil, roubado os nossos aposentados”, pontuou.

    “Esperamos que vossa excelência possa fazer a leitura, a instalação e possamos investigar. Não queremos só Polícia Federal, não. Queremos o Parlamento brasileiro investigando, indiciando aqueles que assaltaram o INSS do Brasil”.

    Com a criação do colegiado apenas no meio de junho, a instalação deve ficar para o segundo semestre. Isso porque, no final deste mês, o Congresso ficará esvaziado em decorrência das celebrações de São João, quando muitos congressistas voltam para suas bases.

    (Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/alcolumbre-cria-cpmi-do-roubo-das-aposentadorias/)

  22. Miguel José Teixeira

    “O velho patrimonialismo preside as decisões fiscais do Congresso”
    – Parlamentares têm poder para mexer no Orçamento e corrigir o que tanto criticam, mas precisam cortar na própria carne e ser mais responsáveis em relação a isenções e privilégios.
    (Luiz Carlos Azedo, em seu blog no Correio Braziliense, 17/06/25)

    Inicialmente, um corte linear de 2% em todas as despesas da União faria um bem danado ao equilíbrio fiscal e à harmonia entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Resolveria o problema do deficit fiscal de forma categórica e possibilitaria a redução acelerada da taxa de juros, bem como da expansão da dívida pública, e ainda permitiria algum investimento, graças ao entendimento de que os Três Poderes precisam cortar na própria carne.

    O Congresso reverteria toda a expectativa negativa em relação às contas públicas, que projetam um deficit primário de R$ 64,2 bilhões para este ano, segundo a Instituição Fiscal Independente (IFI), mantida pelo Senado. Para 2026, a instituição avalia que as contas públicas poderão ter um resultado ainda pior, com um deficit primário estimado em R$ 128 bilhões. O governo precisará de pelo menos R$ 72 bilhões para tentar fechar 2026 dentro da meta (superavit de 0,25% do PIB).

    Essa análise consta do Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF) de abril, que projeta crescimento do PIB de 2% em 2025, e de 1,6% em 2026, “em função da redução da renda real disponível e dos efeitos da política monetária restritiva”. Segundo o diretor-executivo da instituição, Marcos Pestana, a dívida pública federal pode ficar em 79,8% do PIB em 2025 e 84% em 2026.

    Com base nesse diagnóstico, existe ampla convergência entre a elite econômica do país e a maioria do Congresso de que o governo não deve aumentar impostos. Partidos do Centrão que fazem parte do governo, entre os quais União Brasil, Republicanos e PSD, promovem aberta oposição ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que jogou a toalha nessa negociação do IOF e tirou uma semana de licença pra cuidar da saúde.

    Essa maioria do Congresso tem a faca e o queijo na mão para fazer um ajuste estrutural do deficit público, como anunciou o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), na semana passada, depois de ser emparedado pelos lobbies contra o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) do agronegócio, da construção civil, das fintechs e das bets, principalmente. Nesta segunda-feira à noite, Motta reiterou que o Congresso tem sido uma âncora de responsabilidade fiscal, mas não aceitará que o ajuste das contas públicas recaia exclusivamente sobre aumento de impostos.

    A declaração foi dada momentos antes da aprovação do pedido de urgência do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) que pretende revogar o decreto do governo que elevou o IOF. Sendo assim, por que o Congresso não faz o ajuste estrutural nas contas públicas e zera o deficit? A resposta chama-se patrimonialismo. O conceito descreve uma forma de dominação em que não há separação clara entre o que é público e o que é privado. Nesse modelo, os recursos do Estado são tratados como propriedade pessoal dos governantes e/ou das elites dominantes.

    Populismo
    Nosso patrimonialismo é dissecado nas obras de Raymundo Faoro, Francisco Weffort, Simon Schwartzman e Luiz Werneck Vianna, entre outros. Mas sua interpretação precisa ser atualizada à luz da nova realidade política brasileira, tão bem descrita por Alberto Aggio no livro A construção da democracia no Brasil (Fundação Astrojildo Pereira/Annalume), que analisa os 40 anos de redemocratização. O nosso vetusto patrimonialismo também precisa ser revisitado. As emendas parlamentares e a sua composição majoritária aproximaram de forma visceral o atual Congresso da política municipal de baixa qualidade, para não ir mais longe.

    Estabeleceu-se uma linha direta entre a atividade parlamentar em nível congressual e a execução de recursos públicos federais nas bases eleitorais dos atuais mandatários, que dispensam a intermediação de outros atores no plano eleitoral e se autonomizaram em relação à sociedade civil e às instituições políticas. As políticas públicas federais, com exceção da transferência direta de renda para as famílias de baixa renda, foram aprisionadas pelos grandes interesses privados. Comissões parlamentares de inquérito, comissões permanentes, que têm poder deliberativo, e comissões especiais viraram balcões de negócios. Nunca houve tanta promiscuidade entre parlamentares e lobistas.

    Populismo? Pode-se chamar de populistas as propostas de transferência de renda para famílias de baixa renda do governo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está com um olho no gato e o outro no peixe, ou seja, no aquecimento da economia e na recuperação da própria popularidade. Por isso mesmo, são duramente atacadas pela oposição, que não se dispõe a aprovar aumento de impostos para facilitar a vida do governo. Entretanto, as propostas de Lula são promessas eleitorais de conhecimento da opinião pública.

    Sendo assim, é legítima a disputa política que se estabeleceu entre Lula e a oposição quanto a isso, inclusive o discurso do presidente de que seus adversários não querem que o governo gaste com os pobres e cobre mais impostos dos ricos, velho estratagema eleitoral do petista. Se vai colar outra vez, é outra história. Entretanto, o Congresso tem poder para mexer no Orçamento e corrigir o que tanto critica, mas precisa cortar na própria carne e ser mais responsável em relação às isenções e aos privilégios que sangram os cofres públicos, sem falar nos desvios de verbas das emendas parlamentares que estão sendo investigados em sigilo de Justiça.

    (Fonte: https://blogs.correiobraziliense.com.br/azedo/o-velho-patrimonialismo-preside-as-decisoes-fiscais-do-congresso/)

    O piNçador Matutildo, piNçou:
    “Comissões parlamentares de inquérito, comissões permanentes, que têm poder deliberativo, e comissões especiais viraram balcões de negócios. Nunca houve tanta promiscuidade entre parlamentares e lobistas.”

    O Revisildo relembrou:
    Nosso “Constituinte Nota 10”, o então Deputado Federal Vilson Souza – 1987/1991 (*), já havia alertado que a Câmara era um verdadeiro balcão de negócios.

    E o Bedelhildo. . .
    No meu entendimento, essa sinceridade custou-lhe sua carreira política.

    (*) https://www.camara.leg.br/deputados/139378/biografia

  23. Miguel José Teixeira

    Pelo menos a galinha só cacareja depois da postura do ovo!

    . . .”Outro ponto a ser explorado pela Palácio do Planalto com o objetivo de recuperar a popularidade do presidente é associar cada vez mais a imagem de Lula a programas do governo que serão lançados.”. . .

    “As 3 frentes traçadas pelo governo para recuperar a popularidade de Lula nas pesquisas”
    (Bela Megale, O Globo, 17/06/25)

    Com popularidade de Lula em queda consecutiva nas pesquisas, a área de comunicação do governo aposta em três frentes para a recuperação do presidente ainda neste ano.

    Uma delas é fazer chegar ao brasileiro o sentimento de que a economia está melhorando sob a atual gestão. A avaliação do ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom), Sidônio Palmeira, é que essa percepção ainda não chegou ao presidente e ao governo.

    A última pesquisa Datafolha trouxe boas notícias ao Palácio do Planalto, ao menos sobre esse tema. O levantamento mostrou que o número de brasileiros que viu uma piora na situação econômica do país caiu de 55% para 47% entre abril e junho.

    A segunda frente de trabalho do governo é intensificar as aparições de Lula e também diminuir as viagens internacionais do presidente. Existe a avaliação de que Lula precisa andar mais pelo país e reduzir o número de viagens.

    Depois de uma agenda intensa na França no início do mês, o chefe do Executivo embarcou, na segunda-feira (16), para o encontro de líderes de países do G7 no Canadá. Mesmo sabendo que as viagens internacionais têm prejudicado, em certa medida, a imagem do presidente, ministros defenderam a ida de Lula.

    O argumento é que, em meio a conflitos mundiais como o de Israel e Irã e a guerra entre Rússia e Ucrânia não seria positivo Lula recusar o convite. Além disso, afirmam que o presidente brasileiro ainda precisa trabalhar para reinserir o Brasil no cenário internacional, após a gestão de Jair Bolsonaro.

    Outro ponto a ser explorado pela Palácio do Planalto com o objetivo de recuperar a popularidade do presidente é associar cada vez mais a imagem de Lula a programas do governo que serão lançados. Estão no radar o projeto de financiamento de compra de motos para entregadores que trabalham por meio de aplicativos e o crédito para reformar casas que serão lançados pelo governo.

    (Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/bela-megale/post/2025/06/as-3-frentes-tracadas-pelo-governo-para-recuperar-da-popularidade-de-lula-nas-pesquisas.ghtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newstarde)

    . . .e, após o anúncio do feito, o “ladrão que tirou o direto do povo comer ovo”, vai lá e dela o toma!

  24. Miguel José Teixeira

    “Três em quatro brasileiros são contra aumento do número de deputados”
    – Pesquisa Datafolha indica reprovação da população sobre aumento de vagas na Câmara dos Deputados.

    Levantamento Datafolha divulgado nesta terça-feira, 17, mostra que 76% dos brasileiros são contra o aumento do número de deputados federais.

    Entre os entrevistados, apenas 20% se disseram favoráveis à alteração, enquanto 1% se declarou indiferente.

    Em 6 de maio, a Câmara aprovou o Projeto de Lei, elevando de 513 para 531 o total de cadeiras. Agora, falta o aval do Senado Federal, que pautou o projeto para esta terça.

    A proposta surgiu como reação à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que obrigou uma redistribuição das vagas existentes, após a divulgação do último Censo Demográfico, realizado em 2022 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Alguns estados, entre os quais a Paraíba, do presidente da Câmara, Hugo Motta, teriam menos cadeiras no Parlamento.

    Caso seja aprovado o projeto de lei, o impacto será de R$ 64,6 milhões.

    Os estados beneficiados serão: Santa Catarina, Pará, Amazonas, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso e Rio Grande do Norte.

    Alcolumbre e Motta
    Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Hugo Motta, lideram a lista dos políticos com a imagem mais negativa do país, segundo pesquisa da AtlasIntel divulgada em 30 de maio.

    Entre os entrevistados, 71% têm percepção negativa sobre Alcolumbre, enquanto 68% rejeitam a imagem de Motta.

    Junto a eles, aparece o influenciador Pablo Marçal – inelegível até 2032 – com os mesmos 71% de avaliação negativa.

    O desempenho dos líderes do Poder Legislativo segue uma tendência já identificada na pesquisa anterior do mesmo instituto.

    Em fevereiro, 82% das pessoas disseram não confiar na Câmara dos Deputados e Senado.

    Apenas 9% disseram confiar.

    Em uma lista de confiança sobre as instituições, o Congresso ficou em último lugar.

    O descrédito sobre o Congresso vem aumentando desde abril de 2023.

    (Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/tres-em-quatro-brasileiros-sao-contra-aumento-do-numero-de-deputados/)

    Mas. . .
    “Dez entre dez brasileiros preferem feijão”
    As Frenéticas: https://www.youtube.com/watch?v=bB_q5eqT2Uo
    . . .periga esses parasitas eliminarem o feijão de sua mesa!

    1. A prova de como os políticos e especialmente os representantes do povo, os caros deputados federais, estão cegos, surdos e bem distantes do que quer e pensa para o país próprio povo

  25. Miguel José Teixeira

    . . .e felizmente para a Nação,
    lula ficou com mico na mão
    livrando-nos de um vexamão!

    “Donald Trump deixou a reunião de cúpula do G7 no Canadá e fez Lula perder a oportunidade de abrir um diálogo que hoje não existe entre os dois países, avaliou a colunista Mariana Sanches no UOL News hoje.”
    . . .
    “Lula havia preparado uma série de recados para dar a Trump. Eles ficariam sentados em uma mesa bem pequena, de 14 lugares, em uma sala intimista para um almoço. Lula falaria duramente contra a situação de Gaza, que ele tem chamado de ‘genocídio’, mas também falaria da importância de os líderes assumirem suas responsabilidades diante do aquecimento global e das mudanças climáticas.”
    . . .
    (+em: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2025/06/17/sanches-trump-deixa-g7-e-lula-perde-chance-de-abrir-dialogo-que-nao-existe.htm)

  26. Miguel José Teixeira

    + 1 pelego comPeTente!

    “Roubo do INSS: Chefe do sindicato do irmão de Lula construiu mansão”
    – Propriedade tem 360m², piscina de 50m² e 15 estábulos.
    (Rodrigo Vilela, Diário do Poder, 17/06/25)

    O sindicalista Milton Baptista de Souza, conhecido pela alcunha de Milton Cavalo, construiu uma belíssima mansão de 360 metros quadrados enquanto o Sindicato Nacional dos Aposentados (Sindnapi) deu um salto na arrecadação via desconto de aposentados, entre maio de 2021 e maio de 2023.

    Além do farto espaço e grandiosa área construída para sediar o local, a residência conta ainda com uma piscina de 50 metros quadrados e 15 estábulos, que, de acordo com o sindicalista, seriam alugados a terceiros. O sítio está localizado em Ibiúna (SP), no bairro Votorantim.

    O Sindnapi tem como vice-presidente o sindicalista José Ferreira da Silva, conhecido como Frei Chico, irmão mais velho do presidente Lula (PT).

    Durante o período da construção da mansão, a arrecadação do Sindnapi disparou de R$ 23,2 milhões para R$ 149 milhões. A entidade é suspeita de participar do esquema que roubou aposentados e pensionistas com descontos não autorizados no salário das vítimas.

    As informações foram divulgadas pelo portal Metrópoles, que tentou contato com o sindicato, mas não obteve resposta. A propriedade não está no nome de Milton, mas aparece como sede de uma firma de criação de equinos, registrada com o nome de Milton em maio de 2011.

    Milton Cavalo informou à reportagem que o sítio foi adquirido em 2010 e que as melhorias foram “feitas com recursos próprios, fruto do trabalho pessoal de Milton Cavalo e de sua família, sem qualquer relação com a arrecadação do Sindnapi”.

    (Fonte: https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/xwk-brasil/roubo-do-inss-chefe-do-sindicato-do-irmao-de-lula-construiu-mansao)

    Só pra pelegar. . .
    Esses pelegos são tão comPeTentes, mas tão comPeTentes, que sem a maldita “contribuição sindical” eles não conseguem sobreviver!

  27. Miguel José Teixeira

    Enquanto isso no parasitário alto, os “representantes” das nossas UFs agem contra nossos anseios!

    “Novo Código Eleitoral: entidades alertam para retrocesso”
    – Entidades denunciam retrocessos graves em projeto que altera regras de inelegibilidade, compra de votos e repasse de recursos para candidaturas femininas, negras e indígenas.
    (Alícia Bernardes, Etstagiária sob supervisão de Cida Barbosa, Correio Braziliense, 17/06/25)

    A proposta de um novo Código Eleitoral que tramita no Senado acendeu o alerta de especialistas, organizações da sociedade civil e entidades de controle. Em nota técnica divulgada nesta segunda-feira, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e a Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) apontam uma série de dispositivos considerados ameaças diretas à integridade do sistema eleitoral brasileiro.

    Segundo os signatários, o texto em debate na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) fragiliza pilares da Lei da Ficha Limpa, dificulta a punição de práticas ilícitas, como a compra de votos, e esvazia mecanismos de inclusão política de mulheres, negros e indígenas.

    Entre os pontos mais criticados, está a proposta de mudança no marco temporal da inelegibilidade. Hoje, conforme a Lei da Ficha Limpa, um político condenado por órgão colegiado fica inelegível por oito anos a partir do cumprimento da pena. O novo texto, de relatoria do senador Marcelo Castro (MDB-PI), propõe que esse prazo passe a contar da data da condenação, o que, na prática, pode permitir que candidatos voltem a disputar eleições mesmo antes de cumprirem integralmente suas penas.

    “Esse novo marco temporal representa inequívoco retrocesso no regime de inelegibilidades instituído pela Lei da Ficha Limpa, enfraquecendo um dos instrumentos mais relevantes da sociedade brasileira no combate à corrupção eleitoral”, afirma a nota.

    A mudança não apenas reduz a eficácia da punição, mas também cria a possibilidade de retorno precoce de políticos condenados à vida pública, o que pode comprometer a confiança do eleitorado nas instituições democráticas.

    Compra de voto
    Outro dispositivo alarmante, segundo as entidades, é a alteração no tratamento jurídico da compra de votos. Atualmente, a legislação prevê a cassação de mandato e a aplicação de multa com base na simples promessa de vantagem em troca de votos, independentemente de seu impacto no resultado da eleição. A proposta em análise, no entanto, exige que a Justiça Eleitoral comprove que o ato de corrupção foi “grave o suficiente” para alterar o resultado do pleito, um critério que, segundo os especialistas, é subjetivo e dificulta a responsabilização de infratores.

    “Trata-se de um grave retrocesso, que poderá tornar praticamente inócuas as penalidades previstas para compra de votos, especialmente em regiões onde a fiscalização é limitada e a vulnerabilidade social do eleitorado é explorada de forma sistemática”, ressalta a nota técnica.

    A exigência de demonstração de gravidade pode funcionar como um escudo para práticas ilícitas, favorecendo candidatos que utilizam poder econômico de forma abusiva para influenciar eleitores.

    A proposta também fragiliza políticas de ação afirmativa que buscam ampliar a representatividade política de minorias historicamente excluídas. A legislação atual determina que pelo menos 30% do Fundo Eleitoral seja destinado a candidaturas femininas e que os recursos sejam distribuídos de forma proporcional entre candidatos negros e brancos. O novo Código, porém, permite que tais verbas sejam utilizadas em “despesas comuns”, a critério dos partidos, inclusive para beneficiar candidaturas masculinas, desde que “haja autorização prévia”.

    “A redação genérica e excessivamente aberta desse dispositivo fragiliza os critérios objetivos de destinação obrigatória das cotas de gênero e raça, abrindo espaço para práticas como candidaturas fictícias e desvio de finalidade de recursos públicos”, alerta o documento.

    Para MCCE e APCF, a mudança tende a dificultar o avanço da representatividade no Legislativo, perpetuando estruturas de poder dominadas por homens brancos e com alto poder econômico.

    O projeto ainda deve passar por votação na CCJ e, se aprovado, seguirá para o plenário do Senado. Caso sofra modificações, voltará para análise na Câmara. A proposta tem apoio de setores conservadores e enfrenta resistência de parlamentares da base governista, que tentam barrar pontos mais controversos. O relator afirma que busca consenso, mas ainda não sinalizou alterações significativas no texto.

    Em ano pré-eleitoral, a preocupação é que as mudanças entrem em vigor já para as eleições de 2026. “Tais modificações, se aprovadas, representarão grave retrocesso institucional e simbólico, enfraquecendo os instrumentos legais construídos ao longo de décadas de evolução democrática e desestimulando práticas republicanas no exercício do poder político”, conclui a nota. Para as entidades, o Código Eleitoral deveria ser fruto de ampla discussão pública, e não de um processo acelerado que pode desfigurar conquistas históricas da democracia brasileira.

    (Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2025/06/7175537-novo-codigo-eleitoral-entidades-alertam-para-retrocesso.html)

    “Senadores da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) decidiram nesta quarta-feira (11) adiar a votação do projeto de lei complementar que atualiza o Código Eleitoral. O PLP 112/2021 deverá ser votado no colegiado no dia 9 de julho. O dia 2 de julho foi estabelecido como prazo final para apresentação de emendas.”
    (Fonte: Agência Senado)

    Conheça o Projeto de Lei Complementar 112/2021 em:
    https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=9017431&ts=1750162194842&disposition=inline

  28. Miguel José Teixeira

    É o carlixo bolsonaro “se-cacifando-se” para ser senador por Santa Catarina!

    “Bolsonaro, Carlos e Ramagem são indiciados em caso da “Abin paralela””
    – Polícia Federal enviou o relatório final ao Supremo Tribunal Federal nesta 3ª feira (17.jun.2025)…
    (Poder360, 17/06/25)

    O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) e o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) foram indiciados pela PF (Polícia Federal) na investigação sobre a “Abin (Agência Brasileira de Inteligência) paralela”. O relatório final foi encaminhado ao STF (Supremo Tribunal Federal) nesta 3ª feira (17.jun.2025).

    A investigação apura o uso indevido da estrutura da Abin para o monitoramento ilegal de pessoas contrárias ao ex-presidente. Ramagem ocupava o cargo de diretor-geral da agência durante o governo Bolsonaro.
    . . .
    (+em: https://www.poder360.com.br/poder-justica/bolsonaro-carlos-e-ramagem-sao-indiciados-em-caso-da-abin-paralela/)

  29. Miguel José Teixeira

    É muito pinhão para a cestinha da lambisgóia das araucárias!

    “Gleisi contra 346 deputados”
    – Ministra das Relações Institucionais de Lula projeta tranquilidade após derrota acachapante na Câmara, mas só tem motivos para se preocupar.
    (Rodolfo Borges, Crusoé, 17/06/25)

    Gleisi Hoffmann (ao centro na foto) projetou tranquilidade após mais uma acachapante derrota do governo Lula na Câmara dos Deputados.

    Segundo a ministra de Relações Institucionais, “a votação da urgência para o PDL do IOF não cessa a eficácia do novo decreto sobre alíquotas do imposto nem abala a confiança do governo no diálogo com o Legislativo para aprovar as medidas necessárias ao fortalecimento das contas públicas”.

    “Quanto mais debate houver sobre taxação de bets, dos investimentos financeiros incentivados e outras distorções tributárias mais avançaremos no rumo da justiça fiscal e social e na construção conjunta de alternativas, no interesse do país”, completou a ministra em seu perfil no X.

    Gleisi disse isso após seu governo não conseguir impedir a aprovação, por expressivos 346 votos a 97, de urgência para deliberar sobre o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) que suspende a elevação de alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

    Aliados?
    A derrota dos governistas contou com votos de deputados de partidos que comandam 12 ministérios no governo Lula. Todos os 56 parlamentares do União Brasil que participaram da votação optaram pelo “sim”.

    O União toma conta de três ministérios do governo Lula, mas fez pressão pública por corte de gastos na semana passada junto com o PP, cujos deputados também não deram um único voto contra a urgência, apesar de o partido ocupar o Ministério do Esporte.

    Até o PDT, mais alinhado ideologicamente ao governo e no comando do Ministério da Previdência Social, votou majoritariamente pela urgência, e restou ao Palácio do Planalto o apoio empenhado de PT, PSB, PSOL e PCdoB, os partidos mais à esquerda.

    Justiça fiscal?
    Restou aos governistas remoer o discurso de que tentam fazer “justiça fiscal”.

    “No meu discurso no plenário da Câmara dos Deputados fiz questão de deixar claro que o Governo Lula não governa para o mercado financeiro, mas para a classe de menor renda, que é quem mais paga imposto no Brasil”, disse o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE).

    “O mercado ficou nervoso porque a proposta do Governo é fazer justiça fiscal. Cerca de R$ 1,7 trilhão em aplicações financeiras que não paga 1 centavo sequer de imposto. Só de isenção fiscal, que o governo deixa de recolher, tem cerca de R$ 800 bilhões”, reclamou Guimarães em seu perfil no X.

    E agora?
    Não há data para votar de fato a derrubada do aumento do IOF, o que sugere que a Câmara não está exatamente incomodada com a elevação das alíquotas, mas com a débil liberação de emendas pelo governo.

    Gleisi se justificou dizendo que o Orçamento deste ano foi aprovado tarde demais — mas isso também é culpa do governo.

    A votação da segunda-feira, 16, mostra, mais uma vez, que o governo Lula não tem base na Câmara e que não há qualquer motivo para a ministra de Relações Institucionais confiar no diálogo com o Legislativo — a não ser que os termos da conversa sejam financeiros.

    O discurso de tranquilidade Gleisi é compreensível, ela não precisa admitir a fraqueza do governo em público, mas isso só faz sentido se estiver sendo feito apenas da porta para fora.

    Negar que existe um problema de articulação com o Congresso Nacional pode servir para iludir os apoiadores, mas não vai resolver os problemas fiscais causados pelo governo, e deve dificultar até a tentativa de reeleição de Lula, que é a real prioridade do governo hoje.

    (Fonte: https://crusoe.com.br/diario/gleisi-contra-346-deputados/)

    Só pra lambisgoiar. . .
    E de repente. . .na PeTezuela, a corja vermelha “se-travestiu-se” de “justiceiros fiscais”.
    Mas atenção. . .
    Nada a ver com os “fiscais do sarney”, seu ídolo.

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