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ANOTAÇÕES DER MIGUEL TEIXEIRA CCCCXXXIV

O DIABO NÃO É SÁBIO. É VELHO. Impressionante como os governo Central, dos estados e municípios – sim, porque em Gaspar é igual onde até pediram aos não inscritos em dívida ativa para assinarem papelinho reconhecendo dívidas, as quais, oficialmente, não foram ou não podem ser apuradas e lançadas contra gente humilde e simples, os produtores rurais – perderam o medo dos eleitores e eleitoras para se institucionalizarem à gastança desenfreada. Para saciá-los, cada vez mais, não disfarçam e conseguem parar de nos encher de pesados, cada vez mais altos e novos impostos. Somos burros de cargas. E só.

Não são impostos contra ricos e empresas, como falsamente alegam nos seus discursos espertos, populistas e baratos. É contra os nossos bolsos e sobrevivência. Os mais fortes repassam a cobrança e a conta para os mais fracos e pobres. É a clara diminuição de circulação de riqueza virtuosa e multiplicadora de oportunidades na economia da sociedade. É um circulo maléfico. Torturante. E com aval, do Senado, Câmara Federal, Assembleias e Câmara, fingidamente, ditas como “casas do povo”. Exploradores!

Esta derrama é coletada on line. Ela ainda é torturante, acima de tudo. Intencionalmente, ela possui poucos canais manhosos e os que existem são quase impossíveis no acesso para se contestar, ou reaver, ou compensar os impostos que pagamos de forma equivocada. É uma máquina à farta corrupção, o funcionamento e sustento da burocracia, feita de privilégios para uma minoria de eleitos, nomeados ou concursados dos quatro (eram três, mas não é mais) poderes. (by Herculano)

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56 comentários em “ANOTAÇÕES DER MIGUEL TEIXEIRA CCCCXXXIV”

  1. Miguel José Teixeira

    “Neurônios de molho”
    – Corrigi uma resposta burra da IA sobre certo assunto e ela assimilou minha correção.
    – Se a IA se compõe de redes neurais capazes de gerar textos humanos, não temos a menor chance.
    (Ruy Castro, FSP, 01/03/26)

    Você talvez se lembre. Há meses, escrevi que, ao não me ocorrer o nome de uma rua em que Tom Jobim (1) morara, resolvi consultar a IA (2). Digitei: “Em que ruas morou Tom Jobim no Rio?”. A IA não vacilou: “Tom Jobim nunca morou nas ruas do Rio. Morou em casas e apartamentos de Ipanema, do Jardim Botânico (3) etc.”. Estupefato por aquela perfeita idiotice da objetividade, comecei a duvidar da auto-apregoada inteligência da IA. Afinal, só uma caranguejola sem noção imaginaria que Tom Jobim, de sólida classe média carioca muito antes de “Garota de Ipanema”, um dia teria morado na rua.

    Não me contive e escrevi uma coluna a respeito (“Tom pelas ruas” (4), 29/11/2025), zombando daquela lógica burra diante de uma pergunta tão simples. E me lembrei do nome da rua que procurava: a Codajás, entre o Leblon e a Gávea.

    Mas quem sabe aquela não seria uma IA recém-saída dos juniores ou coisa assim? Daí perguntei-lhe: “Quem é você?”. Veio a resposta: “Eu sou um modelo de linguagem grande, treinado pelo Google. Sou uma inteligência artificial projetada para processar informações, responder perguntas, traduzir idiomas, escrever diversos tipos de conteúdo e ajudar com tarefas criativas”. E, modesta, concluiu: “Não sou uma pessoa real. Não tenho sentimentos, opiniões próprias ou consciência”.

    Algo na resposta me intrigou: o que seria “linguagem grande”? Fui lá e perguntei também. Ela: “Linguagem grande é um tipo avançado de inteligência artificial generativa baseado em redes neurais projetadas para entender, pesquisar e gerar textos humanos de forma fluida”. O quê??? Ali me rendi. Por mais que duvidasse da inteligência do artifício, ao ler “redes neurais projetadas para gerar textos humanos” botei meus neurônios de molho.

    Ontem, por acaso, surgiu-me de novo na tela a pergunta sobre em que ruas Tom morara. Fui reler a resposta. Surpresa: a informação de que ele nunca morara nas ruas desaparecera. E lá estava agora a resposta correta, com os endereços. Ou seja, a IA já se apropriara de parte dos meus neurônios.

    (Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2026/03/neuronios-de-molho.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newscolunista)

    (1) https://www1.folha.uol.com.br/folha-105-anos/2025/12/tom-jobim-disse-que-villa-lobos-era-ignorado-no-brasil.shtml
    (2) https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/inteligencia-artificial/
    (3) https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2024/12/jardim-botanico-do-rio-cria-memorial-em-homenagem-a-escravizados.shtml
    (4) https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2025/11/tom-pelas-ruas.shtml

  2. Miguel José Teixeira

    Para quem vive
    fazendo lambanças. . .

    “Vereador de MT toma um ‘banho de lama’ durante fiscalização de obra; veja”
    – O momento foi registrado pelo próprio vereador e viralizou nas redes sociais.
    (Redação Terra, 01/03/26)
    +em: https://www.terra.com.br/noticias/brasil/vereador-de-mt-toma-um-banho-de-lama-durante-fiscalizacao-de-obra-veja,7dff6043045a8181892f930043d6bbb42bo2ktmv.html

    Vídeo em: https://www.instagram.com/reel/DVPhVwJDExf/?utm_source=ig_embed&ig_rid=173bce50-5c84-423c-b7f6-8d674d7cf462

  3. Miguel José Teixeira

    “Metamorfoses ambulantes”
    – Para não perder eleitores, políticos não se acanham em dizer agora o oposto do que diziam antes.
    – Apostam no curto prazo em vez de olhar para o futuro.
    (Nuno Vasconcellos (*), Último Segundo, iG, 01/03/26)

    Quem acompanhou, na semana passada, o último capítulo da novela que terminou com a aprovação pela Câmara dos Deputados da lei que endurece o tratamento às facções do crime organizado, reparou um detalhe, no mínimo, intrigante. Parlamentares da situação, que normalmente rejeitam toda e qualquer medida minimamente rigorosa de combate à bandidagem, acabaram dizendo sim ao mesmo texto que cobriam de críticas em novembro do ano passado — quando o relatório apresentado pelo deputado Guilherme Derrite (PP/SP) foi aprovado por 370 votos a 110. No final das contas, o projeto foi aprovado por votação simbólica e seguiu para sanção do presidente da República.

    Merece atenção, especialmente, essa mudança de posição dos deputados da esquerda a respeito de uma posição que parecia um dogma sagrado em sua cartilha de princípios: o de que bandido bom é bandido solto e sem a obrigação de prestar contas à Justiça. O que terá acontecido nos últimos meses para justificar uma mudança de posição tão radical a respeito de um assunto tão sensível, como é o combate à criminalidade?

    Vamos aos fatos. Derrite ocupava a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo e se licenciou do cargo para relatar um projeto de lei destinado a punir as facções criminosas que espalham terror pelo país. O momento não poderia ser mais propício. No dia 28 de outubro, uma operação vigorosa conduzida pelas polícias Militar e Civil do Rio de Janeiro nas comunidades da Penha e do Alemão terminou com 121 mortes. Quatro das vítimas fatais eram policiais. Entre as outras 117, a grande maioria era de narcotraficantes ligados à facção Comando Vermelho.

    Três dias depois do confronto, e com o país em comoção apoiando a ação policial, o presidente Luiz Inácio Lula (**) da Silva havia assinado e encaminhado ao Congresso um texto elaborado pelo então ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski. A promessa era de rigor. Só que, no final, o texto expôs um vício de origem da lei brasileira e que costuma tratar os bandidos armados para a guerra como vítimas indefesas do “Estado opressor”. Em vez de endurecer, chegava a abrandar as punições aos integrantes das facções. Se fosse aprovado em sua forma original, como queria o então ministro da Justiça, tornaria os bandidos faccionados mais fortes do que já eram. Em resumo, o texto usava palavras demais para propor rigor de menos no combate ao crime.

    “Vícios constitucionais”

    No relatório de Derrite, as facções passaram a ser tipificadas como “toda organização ultraviolenta, milícia privada ou grupo paramilitar que visa o controle de territórios ou de atividades econômicas, mediante o uso da violência, coação, ameaça ou outro meio intimidatório”. As penas previstas para integrantes desses bandos foram ampliadas e as condições de execução das sentenças, endurecidas. A progressão do regime fechado para o semiaberto demoraria mais do que estava previsto na legislação ordinária.

    Aprovado na Câmara, o projeto seguiu para o Senado sob críticas pesadas dos parlamentares da situação. O relatório de Derrite foi desfigurado e reduzido em seu rigor. E ganhou uma novidade: a pretexto de se obter recursos financeiros para o combate à violência, o texto recebeu um jabuti tributário destinado a taxar as apostas esportivas eletrônicas, as chamadas bets. Com as alterações, retornou à Câmara para nova apreciação.

    Só que, agora, do final do ano passado para cá, a intransigência da população contra o crime ficou ainda maior e qualquer político que vier com essa conversinha de “vítimas da sociedade” corre o risco de sofrer uma rejeição fenomenal. Talvez esteja aí a explicação para a votação simbólica que, na terça-feira, excluiu as mudanças feitas pelo Senado e devolveu ao texto a forma proposta por Derrite.

    O imposto sobre as bets, criado pelo relator do projeto no Senado, Alessandro Vieira (MDB-SE), sob inspiração do ministro da Fazenda Fernando Haddad, foi excluído e encaminhado para uma votação específica. Em tempo: as bets devem ser, sim, fiscalizadas com rigor e tributadas. Mas já passou da hora de os legisladores abandonarem o recurso espertalhão de contrabandear questões fiscais para dentro de projetos que nada têm a ver com a arrecadação. Imposto é um tema sério demais para ficar camuflado no meio de um texto sobre um tema completamente diferente!

    A questão que está em foco, no entanto, não é o projeto em si, mas a postura do governo diante dele. O acordo para lá de abrangente que excluiu do projeto as mudanças feitas pelo Senado contou, inclusive, com o apoio do líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (PT/RJ). Em novembro, ele havia sido uma das vozes mais inflamadas contra as alterações ao texto de Lewandowski.

    Os deputados da situação, a começar pelo próprio Lindbergh, disseram na época que o texto continha “vícios constitucionais” insanáveis e que a única atitude possível era ignorar o relatório modificado e retornar ao projeto original. Agora, porém, o PT, por meio de seu líder de bancada, aderiu sem resistência ao acordo que aprovou o texto de Derrite.​

    Aritimética elementar

    O que explica essa mudança radical? O que houve não foi, até prova em contrário, algo parecido com o “estalo de Vieira”, o fenômeno paranormal que, de uma hora para outra, teria transformado o jovem e limitado jesuíta português Antônio Vieira em um dos pregadores mais cultos e iluminados da cristandade. O padre, que era, então, um seminarista meio tolinho, ficou inteligentíssimo após sentir, dentro da cabeça, o “estalo” que lhe revelou todos os mistérios Divinos.

    No caso de Lindbergh e de seus companheiros “da esquerda”, subitamente convertidos ao projeto rigoroso de Derrite, não consta que suas mentes tenham sido abertas por qualquer “estalo”. Mas, de qualquer forma e, provavelmente, motivados por um justificável senso de sobrevivência eleitoral, eles parecem ter se convencido, de uma hora para outra, do efeito positivo das propostas de rigor no combate ao crime sobre a decisão de voto do cidadão.

    A grande preocupação dos parlamentares que mudaram de ideia não parece ter sido com a definição de uma política de segurança de longo prazo ou com a definição de um marco regulatório duradouro que facilite o combate às facções. A preocupação é com o curtíssimo prazo, ou com os efeitos das medidas que forem tomadas agora nas próximas eleições. Pesquisas apontam que, em 2026, a segurança pública será um tema crucial no debate. Os defensores da linha dura no tratamento aos bandidos levarão vantagens sobre os que enxergam os criminosos como vítimas da sociedade. Sendo assim, o melhor é ser um “linha dura”.

    O receio de desagradar o eleitor tem orientado as principais decisões políticas neste início de ano. Em nome disso, políticos mandam às favas o compromisso com a coerência e passam a agir com os olhos voltados exclusivamente para a conquista da popularidade. E antes que alguém tome esse comentário como uma crítica aos políticos da base governista, é bom observar que essa postura é a mesma da oposição diante de outro tema rumoroso. O tema é a proposta da deputada Érica Hilton (PSOL/SP), que prevê a redução da jornada de trabalho de seis para quatro dias na semana.

    O projeto é um horror. Ele não se apoia em qualquer estudo minimamente sério sobre as consequências da redução da jornada. Apenas parte da constatação de que a medida já foi adotada por países ricos e altamente produtivos da Europa (o que está longe de ser o caso do Brasil). O texto traz um erro de aritmética elementar logo na definição de seu objeto, ao propor uma “duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e trinta e seis horas semanais, com jornada de trabalho de quatro dias por semana”. Qualquer aluno do ensino básico que já tenha se deparado com as tabuadas sabe que a multiplicação de oito (o tempo da jornada) por quatro (o número de dias trabalhados) não é 36, como citado no texto da psolista. É 32!

    Mesmo com a inépcia demonstrada diante de uma operação aritmética elementar, o projeto de redução da jornada seguiu em frente. O texto foi abraçado pelo Planalto, que o incluiu entre as prioridades e pretende utilizá-lo como uma demonstração de seu zelo com o bem-estar do trabalhador. Na semana passada, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, disse que o governo quer a matéria aprovada ainda este ano, de preferência no primeiro semestre.

    Na semana passada, o presidente da Câmara, Hugo Motta, indicou o deputado Paulo Azi (União/BA) como relator do projeto de Hilton e de um outro texto sobre o mesmo assunto, de autoria do deputad o Reginaldo Lopes (PT/MG). É aí que a situação fica mais intrigante: o União, partido de Azi, se posiciona formalmente contra projetos como o de Hilton e o de Lopes. É pouquíssimo provável, porém, que o relator proponha um texto contrário à redução da jornada. Outra situação difícil é encontrar na vasta bancada da direita, inclusive entre os políticos que se definem como “liberais”, alguém que se oponha a uma medida intervencionista e populista como essa.

    Pelo mesmíssimo motivo que motivou a mudança de ideia de Lindbergh e de seus amigos em relação ao projeto que endurece o jogo contra o crime organizado, Azi e seus correligionários não devem arriscar seu prestígio eleitoral se opondo à ideia da redução da jornada. O projeto, como se sabe, propõe que os assalariados tenham uma jornada menor, mas sofram uma redução de salários na mesma proporção. Ou seja: vende a ilusão de que as pessoas trabalharão menos e ganharão mais. Mais uma vez, a preocupação não é com o longo prazo, mas com os efeitos da medida nas eleições de outubro.

    Brasil X Argentina
    Enquanto a vizinha Argentina propõe a ampliação da jornada de trabalho como parte do esforço para remendar os estragos que as décadas de populismo peronista produziram em sua economia, o Brasil insiste em tomar decisões que o aproximam cada vez mais da beira do abismo. Ao contrário do que afirmam os defensores da medida, seu impacto econômico será imediato, e seu efeito será negativo por todos os aspectos. A Confederação Nacional da Indústria (CNI), por exemplo, vem alertando para o aumento expressivo dos custos com pessoal.

    O aumento da folha de pagamentos, segundo a CNI, será repassado para os preços das mercadorias até o limite da possibilidade. A partir daí, haverá um aumento das demissões ou, na melhor das hipóteses, dos contratos informais de trabalho. Este será o preço da medida populista.

    A discussão é interessante. Argentina e Brasil ocupam, neste momento, polos opostos nas discussões sobre o futuro do trabalho. Enquanto o país platino propõe um choque de liberdade, que flexibiliza as regras dos contratos de prestação de serviço como parte das medidas de estímulo à geração de empregos e incentivo à economia, o Brasil acredita que está apostando na qualidade de vida e no bem-estar do trabalhador. No final das contas, como acredita a CNI, isso pode significar um retrocesso na produtividade e, em consequência, a perda de competitividade da economia.

    Nesse ponto, é bom repetir: embora muito se comente sobre os efeitos desastrosos que a redução da jornada de trabalho pode ter sobre o custo da mão de obra e sobre o temor de que a aprovação da medida provoque não uma onda, mas um tsunami de desemprego, é difícil encontrar algum parlamentar da oposição que se oponha abertamente a essa medida. É justamente aí que está o perigo.

    O Brasil está num momento decisivo e, no contexto atual, as condições de organização do mercado de trabalho são essenciais para definir o rumo que a economia seguirá. O país vive um momento delicado, uma espécie de cabo de guerra em que os dados positivos puxam a corda na direção do crescimento enquanto dados negativos fazem força na direção oposta. Entre os dados positivos destaca-se, por exemplo, a possibilidade concreta de queda da inflação. A pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central na segunda-feira passada prevê uma inflação de 3,91% para 2026. Em 2025, a taxa foi de 4,26%.

    Outro ponto positivo, decorrente mais da conjuntura internacional do que dos acertos da política econômica nacional, é a taxa de câmbio favorável ao Brasil. No dia 8 de abril do ano passado, o dólar fechou a R$ 6,01. Desde então, teve início um movimento persistente de queda e, na sexta-feira da semana passada, ele custava R$ 5,14, uma queda de quase 15% em dez meses. Ou seja, visto por esses aspectos, tudo vai bem.

    O que explica, então, a permanência da taxa básica de juros, a Selic, em 15% ao ano, quando o mercado inteiro apostava que a queda que poderá levá-la para algo em torno de 12,5% no final de 2026 tivesse início na reunião do Comitê de Política Monetária de janeiro deste ano? Pior: o que explica a insistência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social em cobrar por seus financiamentos taxas de juros equivalentes às da banca privada — quando, por se tratar de uma instituição de fomento, o banco deveria, por obrigação, praticar taxas que estimulassem os investimentos, mantivessem a economia aquecida?

    São questões que intrigam qualquer um que procure entender as decisões de um governo que, preocupado com as eleições que poderão dar ao presidente Lula e a seu partido mais quatro anos no poder, se esquiva de tomar as medidas de efeito prolongado, que poderiam ser o alicerce de um país realmente desenvolvido. Este é o ponto: por que essa mania permanente de sugar a força vital do setor produtivo para alimentar as medidas populistas que dão aos trabalhadores uma falsa sensação de prosperidade quando, na verdade, funcionam como uma bomba-relógio que pode explodir a qualquer momento?

    Este é, no final das contas, o aspecto que une todas as questões debatidas ao longo deste texto. Em vez de se preocupar com os efeitos de longo prazo das políticas que propõem, os políticos brasileiros, sejam eles da direita, da esquerda, do centro, de baixo e de cima, sempre se mostram preocupados com os efeitos eleitorais imediatos das posições que assumem publicamente. E, em nome disso, como cantava Raul Seixas em sua “Metamorfose Ambulante” (***), parecem sempre dispostos a desdizer agora aquilo tudo que disseram antes.

    (Fonte: https://ultimosegundo.ig.com.br/colunas/nuno-vasconcellos/2026-03-01/metamorfoses-ambulantes.html)

    (*) Empresário luso-brasileiro.

    (**) “Lula critica mudanças no PL Antifacções aprovado na Câmara”
    – O presidente afirmou, em uma rede social, que o texto atual “favorece quem quer escapar da lei”.
    +em: https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2025-11-19/lula-diz-mudancas-na-pl-antifaccao–favorece-quem-quer-escapar-da-lei-.html

    (***) https://youtu.be/7VE6PNwmr9g

  4. Miguel José Teixeira

    Vale a pena replicar:
    “O que as “otoridades públicas” não fazem com suas esposas/esposos, fazem com o povo”!

    “Autoridades folgadas já voaram 141 vezes nos jatos da FAB”
    (Cláudio Humberto, Coluna CH, DP, 01/03/26)

    Somente nos dois primeiros meses do ano, autoridades brasileiras federais já desfrutaram 141 vezes de voos em jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB) custeados pelos brasileiros explorados por carga tributária brutal. A regalia é concedida a ministros de Estado, chefes das Forças Armadas e à cúpula dos Três Poderes. São viagens nacionais e internacionais, como os voos do presidente da Câmara, Hugo Motta, que em janeiro esteve em Cali (Colômbia) e San José (Costa Rica).

    Ele adora isso
    Motta é o passageiro mais frequente, com 22 voos; 15 em janeiro, mês de férias, e sete até 27 de fevereiro, último dia anotado na transparência.

    STF na sala vip
    As aeronaves ficaram 21 vezes “à disposição do ministro da Defesa”, que é o artifício usado pelo governo para autorizar voos de ministros do STF.

    Incansáveis
    Fechando o top 3, o ministro dos Transportes, Renan Filho, realizou 16 voos em aviões da FAB entre janeiro e fevereiro.

    Ama mordomia
    O ministro da Educação, Camilo Santana, usou a aeronave 17 vezes, 9 em janeiro e 8 em fevereiro. É o quarto que mais utiliza a mordomia.

    (Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/autoridades-folgadas-ja-voaram-141-vezes-nos-jatos-da-fab)

  5. Miguel José Teixeira

    “Mel Brooks, feroz e letal”
    – Aos 99 anos, ele está em grande forma, e a Broadway, com razão, lhe despeja confetes.
    – Brooks é dos últimos remanescentes da geração que reinventou o humor nos EUA e gerou os stand-ups.
    (Ruy Castro, FSP, 28/02/26)

    Mel Brooks (1), humorista, comediante, cineasta, dramaturgo, compositor e letrista, fez 99 anos (2). Está em grande forma e, com razão, a Broadway lhe despeja confetes (3). Exceto por Woody Allen (4), é o último remanescente (5) da geração que, na Nova York dos anos 1950 e 1960, revolucionou o humor nos EUA –os outros, Carl Reiner, Neil Simon, Joan Rivers, Larry Gelbart, Lenny Bruce, Elaine May. Tudo que se faz hoje de stand-up surgiu deles. Mas Brooks sempre levou uma vantagem: é tão feroz e letal na vida real quanto na página escrita. Eis amostras de suas respostas em entrevistas.

    “Adoro espaguete e sexo. Às vezes, ao mesmo tempo”. * “Se Deus quisesse que voássemos, teria nos mandado as passagens”. * “O que os presidentes não fazem com suas esposas fazem com o país” (#). * “Se Bernard Shaw (6) e Einstein (7) não escaparam da morte, que chance você tem? Praticamente nenhuma”. * Vim à luz na mesa da cozinha. Éramos tão pobres que minha mãe não tinha condições de me parir. Tive de nascer de uma senhora vizinha”.

    “Meus filmes estão um degrau abaixo da vulgaridade”. * “Se as pessoas soltam pum na vida real, por que não nos filmes? A boca pode dizer o que quiser, mas o outro lado tem de ficar calado. Quem sabe ele não tem algo a dizer?”. * Pessoas que soltam pum são uma minoria reprimida. Precisamos tirá-las do armário e trazê-las para a sala”. * “O mau gosto se resume em dizer a verdade antes que ela possa ser dita”.

    “Não sou um gigante da comédia. Tenho só 1,65m”. * “Ser baixinho só me incomodou por três segundos. O resto do tempo levei querendo me matar”. * “Não sou um gênio de verdade. Sou um quase gênio”. * “O humor é uma defesa contra o Universo”. * “Graças a ‘Primavera para Hitler’, sou o único judeu que ganhou dinheiro com Hitler” (8). * “A tragédia é quando eu corto o dedo. Comédia é quando você cai num bueiro e morre”.

    “Torça pelo melhor, mas espere pelo pior. A vida é uma peça de teatro mal ensaiada”. * “É fundamental fracassar. Enxugue as lágrimas e você será melhor como pessoa e como artista”.

    (Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2026/02/mel-brooks-feroz-e-letal.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newscolunista

    (1) “Aniversário de 99 anos de Mel Brooks é celebrado com documentário da HBO”
    – Adam Sandler e Dave Chappelle estão entre entrevistados.
    – A obra, dividida em duas partes, estreia neste mês.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/01/aniversario-de-99-anos-de-mel-brooks-e-celebrado-com-documentario-da-hbo.shtml

    (2) “Documentário sobre Mel Brooks mostra o cineasta como ícone do humor”
    – Filme traz relatos de colegas como David Lynch e Rob Reiner.
    – Diretor estreou no cinema com o longa ‘Primavera para Hitler’.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2026/01/documentario-sobre-mel-brooks-mostra-o-cineasta-como-icone-do-humor.shtml

    (3) “Mel Brooks anuncia que sequência de sátira de ‘Star Wars’ vai estrear em 2027″
    – Lançado em 1987, ‘S.O.S – Tem um Louco no Espaço’ tira sarro da famosa saga de ficção científica criada pelo diretor George Lucas.”
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/06/mel-brooks-anuncia-que-sequencia-de-satira-de-star-wars-chegara-em-2027.shtml

    (4) https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/woody-allen/

    (5) “Mel Brooks e Angela Bassett recebem Oscar honorário pelas suas carreiras”
    – Comediante ganhou nova estatueta aos 97, depois de um único troféu há mais de 50 anos, e atriz homenageou mulheres negras.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2024/01/mel-brooks-e-angela-bassett-recebem-oscar-honorario-pelas-suas-carreiras.shtml

    (6) “E aquela do Bernard Shaw?”
    – A vida é muito curta para ser levada a sério, disse ele. Discorde enquanto ainda dá tempo.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2023/02/e-aquela-do-bernard-shaw.shtml

    (7) https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/albert-einstein/

    (8) https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/adolf-hitler/

    (#) O piNçador Matutildo, piNçou:

    “O que os presidentes não fazem com suas esposas fazem com o país”

    E o Bedelhildo. . .
    Na PeTezuela amplia-se:
    “O que as “otoridades públicas” não fazem com suas esposas/esposos, fazem com o povo”!

  6. Miguel José Teixeira

    (*) Aguardemos pois, o dia 1º de Novembro!

    “Regra de transição cheira a embromação”
    – Pactos de aperfeiçoamento não se realizam porque há resistência para corrigir distorções nos três Poderes.
    – De adiamento em adiamento, o fim das regalias indevidas corre o risco de ficar para o dia de são nunca (*).
    (Dora Kramer, FSP, 28/02/26)

    A cada vez que os Poderes se reúnem para combinar pactos de aperfeiçoamento nos respectivos comportamentos criam-se expectativas que em geral não se realizam por completo. Acontece quando há distorções a serem corrigidas, mas há resistências quase impossíveis de serem vencidas.

    Aconteceu assim com o acordo sobre as emendas parlamentares (1), firmado num encontro entre representantes do Judiciário, Executivo e Legislativo, em agosto de 2024.

    Houve a imposição de entraves, mas o avanço sobre o Orçamento (2) continuou e os abusos se materializam nos casos que frequentam o noticiário e nas dezenas de inquéritos em curso no Supremo Tribunal Federal sobre desvio de recursos. O problema, portanto, segue em aberto.

    O caso dos penduricalhos salariais no serviço público sinaliza repetir a trilha da postergação. Ao surto de moralização provocado por um novo pacote de privilégios aprovado pelo Congresso, seguiu-se uma reunião de cúpula dos Poderes onde se decidiu por criar uma “regra de transição”.

    Guardadas as proporções que ao fim da malandragem conta com resistência bem maior, o espetáculo da leniência está de volta à cena. Isso é o que se depreende do ensaio geral chamado de transição, na qual caberia bem o codinome embromação.

    Argumenta-se que o prazo até abril dado pelos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes para se pôr um fim na farra é exíguo. Seria necessário dar um tempinho a mais aos afortunados ilegais, a fim de lhes minorar o sofrimento de cumprir a Constituição. Fala-se em dar seis meses, em adiar as providências para depois das eleições. Alega-se que o Legislativo tem outras prioridades e que é preciso primeiro o Executivo abraçar a causa.

    O falatório, contudo, não esconde as evidências de que as gambiarras salariais são tratadas como direitos adquiridos e que a intenção é deixar o assunto esfriar na comodidade de um conveniente grupo de trabalho. Quem sabe esse afã não arrefece até que se arrume um jeito de propor mudanças para manter tudo mais ou menos como está?

    (Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/dora-kramer/2026/02/regra-de-transicao-cheira-a-embromacao.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newscolunista)

    (1) https://www1.folha.uol.com.br/webstories/politica/2025/12/entenda-o-que-sao-e-como-funcionam-as-emendas-parlamentares/

    (2) “Entenda em 10 pontos como funciona o Orçamento da União”
    – Despesa obrigatória corresponde a cerca de 92% do gasto primário.
    – Emendas representam cerca de 20% do que o governo pode manejar livremente.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/11/entenda-em-10-pontos-como-funciona-o-orcamento-da-uniao.shtml

    (*) https://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_de_Todos_os_Santos

  7. Há sempre que separar fato de opinião. Fato é narrar o acontecimento, como ele foi ou aconteceu. Fato é história. Não há ideologia, mas hoje… Opinião, é uma interpretação dos fatos a partir de uma visão, crença e contaminação de valores multifacetadas inerentes á aceitação do interpretador. Hoje, as duas coisas, se confunde. Infelizmente. Inclusive na grande imprensa que tem um manual de redação de araque para balizá-la, como os juízes supremos possuem a Constituição para lhes dar o marco legal da aplicação da Lei

    SEM EDIÇÃO, NÃO, NÃO HÁ JORNALISMO, editorial do jornal Folha de S. Paulo

    A organização do tempo precede o jornalismo. A semana de sete dias remonta à antiga Babilônia, fruto da observação do ciclo lunar de 29,5 dias, dividido em quatro fases da Lua, de cerca de sete dias cada uma. Os babilônios também atribuíam importância aos sete astros visíveis a olho nu (Sol, Lua, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno).

    Cada um deles deu origem ao nome dos dias da semana. Já o dia sempre se impôs pela alternância inexorável entre a luz e a escuridão. Antes de serem convenções, esses intervalos de tempo forjaram tentativas humanas de compreender a existência e dar forma ao fluxo contínuo da experiência.

    O jornalismo apropriou-se desses períodos de tempo “naturais” para cumprir sua tarefa essencial: selecionar e sintetizar.

    A edição semanal consolidou-se no início do século 17, quando os primeiros periódicos impressos passaram a reunir acontecimentos dispersos sob um mesmo critério temporal. A edição diária ganhou centralidade no século 19 na Inglaterra, impulsionada pela industrialização e pela aceleração da circulação de notícias.

    Desde então, o fechamento diário tornou-se um ritual profissional: condensar, a cada 24 horas, o que realmente importa.

    Editar é hierarquizar. É distinguir o essencial do acessório, o estrutural do episódico, o duradouro do efêmero. É assumir que nem tudo tem o mesmo peso nem merece o mesmo destaque.

    Mais que um formato, a edição diária é, portanto, um método de organização da realidade que pode ser adquirido através de uma assinatura do jornalismo profissional. É essa capacidade de distinguir o que interessa que destaca o periódico de cada país e leva assinantes a pagar pelo serviço.

    A internet parecia destinada a fortalecer essa lógica. Diante da explosão de informações em tempo real, a necessidade de filtrar e contextualizar deveria ter se tornado ainda mais evidente. Quanto maior a avalanche de dados, maior a exigência de critério. A democratização da publicação —avanço inegável— ampliou vozes e perspectivas. Mas aumentou também o ruído.

    Na corrida para publicar primeiro, muitos passaram a privilegiar o mais recente em detrimento do mais relevante. A lógica do “agora” sobrepôs-se à do “importante”. A última atualização substituiu a síntese. A ideia de edição foi, em parte, esvaziada.

    É justamente nesse cenário que esta Folha reafirma a importância da edição pelo jornalismo profissional.

    O leitor que assina um jornal não busca apenas acesso; procura mediação. A confiança de quem examinou e descartou o excesso e selecionou o que merece atenção. Quer um recorte relevante e resumido do dia que passou. Neste jornal, o leitor encontra a Edição Folha digital (réplica online do impresso) a partir das 23h da véspera.

    Em um ambiente de difusão quase instantânea e em escala inédita, o trabalho de selecionar, contextualizar e explicar torna-se ainda mais indispensável.

    Nessa tempestade informativa, a inteligência artificial (IA) deve ser percebida como instrumento a serviço da clareza e da eficiência. A profissão do jornalista é premida pelo tempo, pois precisa continuar a oferecer, no intervalo mais humano e natural —o de 24 horas—, a melhor síntese possível dos acontecimentos.

    A IA pode auxiliar na revisão do texto, na correção gramatical, na padronização de dados, na organização preliminar de informações. Pode garantir um português sem erros, maior precisão formal e clareza no texto.

    Ao automatizar tarefas repetitivas e técnicas, a IA libera tempo para o que é propriamente humano: investigar, interpretar, julgar relevâncias, assumir responsabilidades públicas.

    Continuará a importar para o leitor que tudo siga girando em torno daquilo que seja o mais importante, segundo um juízo exclusivamente humano.

    Sem edição, a informação se fragmenta. Sem hierarquia, tudo parece urgente e nada é essencial. Na era da internet com IA, defender a edição é resgatar o próprio sentido do jornalismo. E utilizar a inteligência artificial para torná-lo mais claro, preciso e eficiente tornou-se obrigatório.

  8. Miguel José Teixeira

    “Magistrada debocha da população em julgamento no STF”
    – Ela reclamou que juiz não tem carro, apartamento funcional, plano de saúde, refeitório, água e café.
    – Para quem esperava um avanço para barrar os supersalários, a semana não terminou bem.
    (Adriana Fernandes, FSP, 28/02/26)

    A fala (*) da presidente da Associação Brasileira de Magistrados do Trabalho, Claudia Marcia de Carvalho Soares, no julgamento da liminar que limita os supersalários (**) no serviço público, do ministro do STF Flávio Dino, expôs na forma bruta o abismo (***) que existe entre o Judiciário e o resto da população brasileira.

    Claudia Soares reclamou que o juiz de primeiro grau não tem carro, paga o combustível do próprio bolso e não tem apartamento funcional, plano de saúde, refeitório, água e café.

    “Eu pagava o meu [café] junto com a minha equipe”, contou ela, na maior naturalidade. É de dar pena tanto sacríficio dos juízes. Se não foi deboche na cara dos assalariados, foi o que pareceu.

    A magistrada aposentada, que recebeu um salário de R$ 128 mil em dezembro passado (acima do teto salarial de R$ 46,3 mil) e integra a elite do serviço público no Brasil, não ficou em nenhum momento envergonhada do que disse.

    Ao contrário, despejou no julgamento o diagnóstico de que os juízes hoje não têm segurança jurídica de quanto vão receber. Também condenou o uso do termo penduricalhos, como ficou conhecida a proliferação de verbas adicionais e benefícios pagos aos servidores; como folgas extras, que elevam a remuneração acima do teto constitucional.

    Se não tem bom senso, o famoso semancol, a juíza contribuiu para mostrar como é urgente acabar com os privilégios porque os excessos foram normalizados. A pressão para manter os penduricalhos segue forte.

    Para quem esperava um avanço para barrar supersalários no julgamento, a semana não terminou bem. O presidente do STF, Edson Fachin, suspendeu o julgamento e a sessão só será retomada em 25 de março. Ele criou um grupo de trabalho para buscar uma saída negociada para o tema entre os Poderes. A deixa para um acordão, que pode não trazer mudanças efetivas.

    O Supremo também autorizou o pagamento dos retroativos por 45 dias. No Judiciario, os retroativos são conhecidos como os puxadinhos salariais. Os interesses dos juízes estão prevalecendo.

    (Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/adriana-fernandes/2026/02/magistrada-debocha-da-populacao-em-julgamento-no-stf.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newscolunista)

    (*) “Entidades defendem penduricalhos no STF, e advogada diz que desembargador ‘mal tem lanche'”
    – STF ouviu sustentações orais e retomará julgamento nesta quinta, com votos dos ministros.
    – Representante de associação disse que faltam candidatos bem preparados para a carreira de juiz porque remuneração não é atrativa.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/02/entidades-defendem-penduricalhos-no-stf-e-advogada-diz-que-desembargador-mal-tem-lanche.shtml

    (**) https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/supersalarios/

    (***) “Gilmar fala em balbúrdia, e Dino diz que ‘meia dúzia’ respeita teto, em julgamento sobre penduricalhos”
    – STF ouviu sustentações orais das partes e retomará julgamento nesta quinta, com votos dos ministros.
    – Fachin disse que verbas são questão ‘tormentosa’ e cita necessidade de ‘eliminar distorções’.
    +em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/02/dino-diz-que-julgamento-de-penduricalhos-nao-poe-em-xeque-prerrogativas-do-funcionalismo-publico.shtml

  9. Miguel José Teixeira

    PeTezuela:
    “rumu au équiça
    com TV maió!
    (e bota maior nisso!)

    “Supersalários e iniquidade”
    – Exceções desrespeitam o limite constitucional de R$ 46.366,19, ferem princípios republicanos e parte da elite dos funcionários se recusa a entender a realidade brasileira…
    (Poder360, 28/02/26)

    O Brasil é essencialmente um país pobre. Tem 213,4 milhões de habitantes (*). Desses, 48 milhões têm empregos com Carteira de Trabalho assinada. Nesse universo de trabalhadores formais, só 0,5% tem renda mensal igual ou acima de R$ 32.420 (maior faixa conhecida das estatísticas oficiais). Isso equivale a cerca de 250 mil pessoas.

    Em outras palavras, quem ganha R$ 32.420 por mês pode ser considerado muito rico para padrões brasileiros….

    É nesse contexto que deve ser analisado o valor dos salários dos funcionários públicos. Hoje, o teto constitucional das remunerações nos governos em todos os níveis é de R$ 46.366,19. Essa cifra é bem acima do que o brasileiro rico recebe mensalmente.
    . . .
    +em: https://www.poder360.com.br/editorial-do-poder360/supersalarios-e-iniquidade/

    (*) https://www.poder360.com.br/poder-brasil/brasil-tem-2134-milhoes-de-habitantes-em-2025-diz-ibge/

  10. Miguel José Teixeira

    Óh, meu rei!!!
    made in PRC (*) ou
    fabricado na RPC? (**)

    “Relatório dos EUA diz que China tem base militar secreta no Brasil”.
    – Documento foi elaborado por grupo do Congresso norte-americano; instalação estaria localizada na Bahia.
    (Eric Napoli de Pequim, Poder360, 28/02/26)

    Um relatório feito por um grupo do Congresso dos Estados Unidos dedicado a monitorar a China diz que o Brasil abriga uma base militar secreta chinesa. A instalação chamada Estação Terrestre de Tucano estaria localizada em Salvador, na Bahia, na sede da Ayla Space, uma empresa brasileira do setor aeroespacial que tem uma parceria com a empresa aeroespacial chinesa Beijing Tianlian Space Technology.

    A parceria entre as empresas é voltada para análise de dados de satélites dentro do Brasil. O relatório do Comitê Seleto sobre a China foi publicado na 5ª feira (26.fev.2026). Eis a íntegra (https://static.poder360.com.br/2026/02/pulling-latin-america-into-china-s-orbit-final-compressed-1.pdf, em inglês).

    O documento lista a instalação brasileira como “não oficial” e afirma que ela dá a capacidade para a China identificar ativos militares estrangeiros e rastrear objetos espaciais em tempo real no continente sul-americano.

    “[A base] fornece à RPC [República Popular da China] (**) um canal para observar e influenciar a doutrina espacial militar brasileira, ao mesmo tempo que estabelece uma presença permanente em uma região vital para a segurança nacional dos EUA”, diz o relatório.
    . . .
    +em: https://www.poder360.com.br/poder-china/relatorio-dos-eua-diz-que-china-tem-base-militar-secreta-no-brasil/

    (*) People’s Republic of China

  11. Miguel José Teixeira

    “A barriga de aluguel de Gilmar Mendes”
    – Decano do STF age como quer mais uma vez e protege colega de investigação, mas as suspeitas sobre o STF só aumentam.
    (Rodolfo Borges, O Antagonista, 28/02/26)

    O procurador da República em Goiás Hélio Telho definiu como “barriga de aluguel” a gambiarra de Gilmar Mendes (à direita na foto) para blindar o colega (1) de Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli (ao centro na foto) de investigação na CPI do Crime Organizado.

    “A Maridit (empresa dos irmãos Tóffoli) escolheu o relator do caso, direcionando seu pedido de liminar a Gilmar Mendes, sem passar por distribuição e contornando a prevenção do ministro André Mendonça para as ações que questionam atos da CPI do Crime Organizado”, traduziu Telho.

    Em vez de ajuizar uma ação em nome próprio, a empresa que tem Toffoli entre os sócios e teria seus sigilos quebrados por decisão da CPI, que decidiu investigar o caso do Banco Master, “atravessou uma petição num mandado de segurança que já estava até arquivado, que havia sido impetrado pelo Brasil Paralelo, contra a CPI da Covid, que nem existe mais”, explicou o procurador.

    Habeas corpus para empresa?
    “O processo foi então desarquivado e o ministro Gilmar, atropelando o Juiz Natural do caso, que é o ministro André Mendonça, concedeu Habeas Corpus de ofício para a empresa (!), anulando a quebra de sigilo, mandou desentranhar e autuar a petição dela como processo próprio e distribuí-lo por prevenção ao próprio Gilmar e arquivou de novo o Mandado de Segurança da Brasil Paralelo, que serviu apenas de Barriga de Aluguel para permitir a escolha do ministro relator”, segue Telho na análise, finalizando:

    “Esse tipo de manobra processual, que foi muito usado no passado para se escolher o julgador de sua preferência, é uma burla flagrantemente ilegal ao Juiz Natural, que não permite que a parte escolha o juiz que vai decidir sua causa.”

    Não é a primeira vez que André Mendonça (à esquerda na foto) é atropelado por um colega nos últimos dias. Também enrolado no caso Master, Alexandre de Moraes usou o inquérito das fake news para sancionar quatro servidores da Receita Federal (2) por suspeita de vazamento de dados, no contexto das investigações sobre o banco de Daniel Vorcaro, cujo inquérito é relatado por Mendonça desde que Toffoli decidiu deixar o caso sem nem sequer se declarar impedido.

    Fazem o que querem
    Gilmar também já tinha inovado na decisão que dificultou o impeachment de ministros do STF (3), quando alterou a lei para limitar ao procurador-geral da República a prerrogativa de pedir o impedimento ao presidente do Senado e aumentar o número de senadores necessários para derrubar um dos juízes do Supremo.

    No caso de Toffoli, Gilmar alegou que “desvio de finalidade e abuso de poder” na decisão da CPI do Crime Organizado de quebrar os sigilos da Maridit, porque a comissão foi instalada para investigar “a atuação, a expansão e o funcionamento de organizações criminosas no território brasileiro, em especial de facções e milícias”.

    Já faz muito tempo que o STF não está em posição de apontar desvio de finalidade e abuso de poder de quem quer que seja.

    Um dia antes de mais um despacho inexplicável, o decano do tribunal fez um longo discurso para iniciar as celebrações do aniversário de 135 anos do STF republicano, no qual aproveitou para mandar recados aos críticos.

    O fato é que o STF terá muito pouco a celebrar neste ano.

    (Fonte: https://oantagonista.com.br/analise/a-barriga-de-aluguel-de-gilmar-mendes/?utm_medium=email&utm_campaign=newsletter_-_resumo_da_manha_2802&utm_source=RD+Station)

    (1) “Gilmar, Toffoli e o Supremo que perdeu o pudor”
    – A defesa de Maridt S.A utilizou-se de um instrumento judicial maroto para levar o caso diretamente a Gilmar.
    +em: https://crusoe.com.br/diario/gilmar-toffoli-e-o-supremo-que-perdeu-o-pudor/

    (2) “Moraes passa a perna em Fachin e Mendonça”
    – Ao solicitar a investigação de suposto vazamento de dados pela Receita, Moraes mostra que não dá a mínima aos seus colegas de toga.
    +em: https://crusoe.com.br/diario/moraes-passa-a-perna-em-fachin-e-mendonca/

    (3) “O castelo do Supremo”
    – Blindagem de Gilmar contra impeachment endossa críticas de Bolsonaro ao tribunal e escancara que o STF sempre foi parte do problema, e não a solução.
    +em: https://oantagonista.com.br/analise/o-castelo-do-supremo/

    (4) “Gilmar defende “importância histórica” do inquérito das fake news”
    – Decano do STF abriu as celebrações dos 135 anos da versão republicana do tribunal, que não chega ao aniversário em clima de festa.
    +em: https://oantagonista.com.br/analise/gilmar-defende-importancia-historica-do-inquerito-das-fake-news/

      1. Miguel José Teixeira

        Perguntas ao léu. . .

        Um suplente de senador, sem votos, tem legitimidade?
        É ou não algo para ser revisto, urgentemente?
        Um suplente de senador não deveria ser o 2º ou o 3º colocado, conforme a eleição?
        E. . .para que serve mesmo o senado?

  12. Miguel José Teixeira

    “Visto, lido e ouvido”

    . . .”Outro elemento estrutural do debate é o peso dos encargos sobre a folha salarial. O custo total de um trabalhador formal no Brasil ultrapassa significativamente o valor líquido recebido por ele.” (*). . .

    “Promessas eleitorais afetam ciclos econômicos”
    (Circe Cunha e Mamfil – Manoel de Andrade, Blog do Ari Cunha, Correio Braziliense, 27/02/26)

    Com o debate sobre a adoção ampla de uma jornada de trabalho do tipo “cinco por dois”, apresentada por setores políticos como avanço civilizatório e promessa de campanha, um ponto importante é recolocado no centro da agenda nacional acompanhado de uma questão clássica: até que ponto políticas trabalhistas podem ser dissociadas da produtividade real de uma economia. Em um país com crescimento modesto, elevada informalidade e carga tributária complexa e alta como o Brasil, mudanças estruturais no regime de trabalho exigem análise rigorosa de seus efeitos econômicos concretos, a médio e longo prazo. A discussão não é, em si, ilegítima.

    Ao longo do século XX, a redução progressiva da jornada de trabalho acompanhou ganhos de produtividade, inovação tecnológica e expansão do capital humano. O problema surge quando a promessa de menos trabalho antecede, em vez de resultar, desses ganhos estruturais. Dados de organismos internacionais indicam que a produtividade do trabalho no Brasil permanece estagnada há décadas quando comparada a economias desenvolvidas e mesmo a países emergentes. Isso significa que o país produz menos valor por hora trabalhada do que a maioria de seus concorrentes globais. Quando a produtividade cresce, é possível trabalhar menos sem reduzir renda agregada. Quando não cresce, reduzir horas implica um dilema econômico inevitável, como manter salários com menos produção, elevando custos unitários; reduzir salários para preservar custos, afetando o poder de compra ou absorver o impacto via desemprego e informalidade.

    Em setores de alta tecnologia, ganhos de eficiência podem compensar reduções de jornada. Mas a estrutura produtiva brasileira é fortemente composta por serviços de baixa margem, comércio e pequenas empresas, cuja capacidade de absorver aumento de custos é limitada. Com isso pequenas empresas, o elo mais vulnerável serão as mais afetadas. Mais de 90% das empresas brasileiras são micro e pequenas. São elas que concentram grande parte do emprego formal e informal do país. Para esse segmento, a jornada de trabalho não é apenas uma variável social, é uma variável de sobrevivência financeira. Uma redução compulsória de horas, sem contrapartida de produtividade ou desoneração tributária significativa, pode gerar efeitos encadeados tais como a necessidade de contratar mais trabalhadores para manter a operação; o aumento do custo trabalhista total; a elevação de preços finais; a perda de competitividade e a redução de postos formais.

    Outro elemento estrutural do debate é o peso dos encargos sobre a folha salarial. O custo total de um trabalhador formal no Brasil ultrapassa significativamente o valor líquido recebido por ele. Qualquer alteração na organização da jornada que não enfrente essa distorção pode ampliar o descompasso entre custo empresarial e renda efetiva do trabalhador. Sem reforma tributária sobre o trabalho ou aumento relevante de produtividade, a redução generalizada de horas pode significar além de um custo maior para empregar, gerar incentivo à automação defensiva com redução de oportunidades para trabalhadores menos qualificados. O impacto distributivo é evidente. Políticas trabalhistas têm efeitos distributivos complexos.

    Trabalhadores qualificados, inseridos em setores produtivos, tendem a preservar renda e benefícios. Já os trabalhadores de menor renda, mais expostos à informalidade e ao desemprego, absorvem a maior parte dos ajustes econômicos. Assim, uma política concebida como ampliação de bem-estar pode, paradoxalmente, aprofundar desigualdades no mercado de trabalho, caso não esteja ancorada em bases produtivas sólidas.

    Em períodos eleitorais, propostas de impacto imediato sobre o cotidiano do trabalhador ganham apelo político. A redução da jornada é facilmente compreendida como melhoria direta da qualidade de vida. No entanto, políticas públicas estruturais não podem ser avaliadas apenas por sua atratividade simbólica, mas por sua sustentabilidade econômica. Experiências internacionais mostram que reduções bem-sucedidas de jornada ocorreram quando foram acompanhadas por um forte crescimento de produtividade; investimentos em tecnologia; reorganização produtiva e diálogo social amplo entre Estado, empresas e trabalhadores. Sem esses fatores, a política tende a gerar custos difusos e benefícios concentrados. O dilema é central. A pergunta fundamental não é se trabalhar menos é desejável, mas quando e sob quais condições isso se torna viável. Economias mais produtivas podem distribuir melhor o tempo de trabalho.

    O debate sobre a jornada 5×2 deveria ser precedido por uma discussão mais ampla sobre: produtividade nacional; custo do trabalho formal; estrutura tributária; competitividade empresarial além de qualificação da força de trabalho. Sem esse alicerce, a promessa de trabalhar menos pode converter-se em um ajuste econômico mais severo do que o previsto especialmente para os mais vulneráveis. O desafio do país não é escolher entre bem-estar e responsabilidade econômica, mas construir políticas que permitam ambos coexistirem de forma sustentável. Até agora nem uma coisa nem outra tem sido levado adiante com responsabilidade.

    A frase que foi pronunciada:
    “Uma nação desunida jamais vai prosperar.”
    (Senador Cleitinho)

    (Fonte: https://blogs.correiobraziliense.com.br/aricunha/promessas-eleitorais-afetam-ciclos-economicos/)

    (*) “Pepino Salário-Mínimo – pouco para quem recebe e muito para quem paga”!

    Certa ocasião, quando eu era proprietário do Bar São Miguel, no Garcia, defronte ao 23º BI, na esquina com a Rua Itapuí (onde segundo informações reside o Barão do Itapuí, nosso querido Gervásio Tessaleno Luz), fui premiado com um pepino que pesava 18 kg.
    Tal pepinão, foi cultivado pelo Seu Nelson Régis, cliente e vizinho do bar, em sua horta no terreno onde funcionava a Delegacia da Polícia Civil.
    O que fazer com aquela aberração?
    Bom. Ajeitei-o em uma cadeira e coloquei-os defronte ao bar, com um cartaz:
    “Pepino Salário-Mínimo – pouco para quem recebe e muito para quem paga”!
    Rendeu uma matéria no Jornal do Paulo Agra!

  13. Miguel José Teixeira

    Entreouvido em MG, onde
    lula & comitiva sobrevoam
    áreas afetadas pelas chuvas:

    “Cumpanhêrus, nóis já compremu o Juiz de Fora que expulsou São Bernardo do Campo”?

  14. Miguel José Teixeira

    “STF Futebol Clube escala Gilmar Mendes para a defesa”
    – Gilmarzão calçou chuteiras de travas altas, desenterrou um processo arquivado em 2023 e mandou a caneta na fuça de Vieira.
    (Ricardo Kertzman, O Antagonista, 28/02/26)

    Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou: “São 300 picaretas com anel de doutor” (1). Os mais jovens talvez não conheçam, mas esse é o refrão de uma música dos anos 1990, da banda Paralamas do Sucesso (2). Luiz Inácio é Lula e, à época, considerava que o Congresso Nacional era composto por “Uma maioria de 300 picaretas”. Como nada está tão ruim que não possa piorar, hoje são bem mais do que três centenas. E o outrora suposto adversário dos 300 picaretas tornou-se, ao longo das décadas seguintes, um de seus principais cúmplices.

    Não me perguntem por que iniciei com o parágrafo acima, afinal o tema não é o Congresso, mas o STF, sigla do pomposo Supremo Tribunal Federal, casa guardiã da Constituição, instância máxima do Poder Judiciário. Talvez Freud (3) explique. Livre Associação: ideias soltas. Lembranças. Imagens. Frases aparentemente sem sentido. Contradições. O pressuposto é que o pensamento “desorganizado” não é aleatório. Ele segue trilhas inconscientes. Espero, sinceramente, que Gilmar Mendes, o protagonista dessa coluna, não me entenda mal.

    O ministro Flávio Dino, dias atrás, em “defesa indefensável” de seu colega Dias Toffoli, que, dentre outras barbaridades jurídicas aceitou a relatoria de um inquérito do qual é parte interessada, portanto, suspeita, justificou: “Sou STF Futebol Clube”. Ou por outra: pouco importa o que esteja em questão, o amigão do amigo de meu pai – traduzindo: Dino e Lula – estará sempre, incondicionalmente, ao lado da sua corporação. Não só ele, claro. Em nota oficial assinada por todos os ministros (4), inclusive o “suspeito”, o recado foi cristalino: “Aqui é nóis!”

    Não tem cartão vermelho
    O sempre excelente – pelo menos até aqui – senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado (5), encontrou uma maneira legal, juridicamente falando, de investigar a empresa da qual Toffoli é sócio e que transacionou dezenas de milhões de reais com o Banco Master, de Daniel Vorcaro, o “comprador-geral da República”. O liame é o dinheiro sujo do PCC encontrado na Reag, investidora do Master. A CPI aprovou, dentre outras medidas, a quebra de sigilo da Maridt (iniciais de Marília Dias Toffoli) (6).

    O caminho seguinte seria apurar a contabilidade da empresa e entender quem ganhou e quanto dos R$ 35 milhões da negociação do tal resort Tayayá (7) foram distribuídos. Algum problema? Bem, para o zagueirão Gilmar Mendes, escalado para a defesa do STF Futebol Clube (8), sim. Gilmarzão calçou chuteiras de travas altas, desenterrou um processo arquivado em 2023 e num exuberante salto triplo carpado, digno de medalha de platina, mandou a caneta na fuça de Vieira, impedindo monocraticamente a quebra de sigilo da empresa do parça Toffolão.

    A canetada na canela da sociedade de Gilmar Mendes é de tal sorte despudorada – até para os padrões atuais do STF -, que, se alguém ainda tinha dúvidas sobre o tamanho da encrenca Master (9), definitivamente, não tem mais. O que o próprio Toffoli já fez de excêntrico neste caso não é nada perto da decisão daquele que o ex-ministro Luís Roberto Barroso chamou de “Pessoa horrível. Uma mistura do mal com atraso e pitadas de psicopatia”. Atenção, ministro Gilmar: não estou sendo excessivamente irônico, e quem lhe ofendeu foi seu ex-colega Barroso, talkey?

    (Fonte: https://oantagonista.com.br/analise/stf-futebol-clube-escala-gilmar-mendes-para-a-defesa/)

    (1) https://www.youtube.com/watch?v=Jrw6m4xejQY
    (2) https://pt.wikipedia.org/wiki/Os_Paralamas_do_Sucesso
    (3) https://pt.wikipedia.org/wiki/Sigmund_Freud

    (4) “Fachin e Master: de onde menos se espera, daí é que não sai nada”
    – Confesso que fui ingênuo e, ao pedir que o senhor e seus pares se manifestassem, esperava algo minimamente coerente e moralizador.
    +em: https://oantagonista.com.br/analise/fachin-e-master-de-onde-menos-se-espera-dai-e-que-nao-sai-nada/

    (5) “Escândalo é grande demais para ser empurrado para debaixo do tapete, diz Vieira”
    – Ministro do Supremo suspendeu investigação aprovada por unanimidade; senador anuncia recurso “em todas as instâncias possíveis”.
    +em: https://oantagonista.com.br/brasil/escandalo-e-grande-demais-para-ser-empurrado-para-debaixo-do-tapete-diz-vieira/#google_vignette

    (6) “PF apura repasses de empresa ligada a resort Tayayá a Toffoli”
    – A Maridt oficialmente pertence a dois irmãos do ministro, o padre José Carlos e o engenheiro José Eugênio.
    +em: https://oantagonista.com.br/brasil/pf-apura-repasses-de-empresa-ligada-a-resort-tayaya-a-toffoli/

    (7) “Mendonça desobriga ida de irmãos de Toffoli à CPI do Crime Organizado”
    – Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado havia aprovado a convocação dos dois; ministro atendeu pedido dos irmãos.
    +em: https://oantagonista.com.br/brasil/mendonca-desobriga-ida-de-irmaos-de-toffoli-a-cpi-do-crime-organizado/#google_vignette

    (8) “Ministro assume: “Sou STF Futebol Clube” (*)
    – Dino e seus pares estão simplesmente a nos dizer: “Que se danem vocês, duzentos milhões de pequenos tiranos soberanos. Porque aqui é nóis!
    +em: https://oantagonista.com.br/analise/ministro-assume-sou-stf-futebol-clube/

    (9) “Crusoé 361: Encrenca Master”
    – Crise do banco de Daniel Vorcaro mistura irresponsabilidade e jogo político pesado.
    +em: https://crusoe.com.br/diario/crusoe-361-encrenca-master/

    (*) O Matutildo, garante:
    – Se, o “STF Futebol Clube” for transformado em SAF (Sociedade Anônima do Futebol) não faltarão corruptos compradores!
    E o Bedelhildo, entoga:
    – E já não o compraram?

  15. Miguel José Teixeira

    Parafraseando o genial Guilherme Arantes (*):

    “Eu vivo sempre no mundo da lua
    Porque sou um PeTista
    O meu papo é dinheirista
    É lulático”
    . . .

    “‘Zoião’ misteriosos”

    Candidato a prefeito paulistano em 1992, Eduardo Suplicy fazia comício no distante bairro Cidade Kemel e foi desafiado por “Chicão”, líder comunitário:
    – “O sr. se diz candidato dos trabalhadores, mas não sabe o que é “zoião”!…”.
    Suplicy arriscou:
    – “…olhos grandes?”
    Foi humilhado:
    – “Zoião são dois ovos estalados que o trabalhador come todo dia. O sr. não sabe porque nunca comeu em marmita…”

    (Poder sem pudor, Coluna CH, DP, 28/02/26)

    (*) https://www.youtube.com/watch?v=mFVgFGfYevg

  16. Miguel José Teixeira

    “PT é contra as privatizações para manter as boquinhas” (*)

    E a Coluna CH, DP, 28/02/26, pergunta:

    “Não é privatização?” (**)
    “O governo Lula leiloou três portos na última quinta-feira (26): Porto de Santana, Porto de Natal e Porto Organizado de Porto Alegre. A previsão é de que os contratos atraiam cerca R$ 226 milhões.”

    (*) O grito contra as privatizações das empresas estatais sempre fez parte do arsenal de Lula e do Partido dos Trabalhadores para vencer as eleições. . .
    +em: https://www.estadao.com.br/politica/fabiano-lana/pt-e-contra-as-privatizacoes-para-manter-as-boquinhas-nas-estatais/?srsltid=AfmBOoqjyYdAKLD1kEG078hSbcVkB8KK-30OLs8PRhz-EAHDDKK58YVO

    (**) Não! Nesse caso é PrivaTização!

  17. Miguel José Teixeira

    (*) A JANJAda foi tão grande, que só restou recuar de mais essa PaTifaria!

    “Lula taxa mais os brasileiros que Trump e impõe carga tributária sem precedentes”
    (Cláudio Humberto, Coluna CH, DP, 28/02/26)

    Enquanto Donald Trump impõe tarifa adicional de 10% (15% em alguns casos) sobre parte dos produtos brasileiros, isenta 46% dos embarques (US$17,5 bilhões) e reduz a alíquota média sobre produtos brasileiros para cerca de 12,77%, tornando o País um dos mais beneficiados, o governo Lula (PT) transforma o pagador de impostos no maior alvo de uma escalada tributária sem precedentes. Desde sua posse, em 2023, Lula criou ou aumentou impostos em cerca de três dezenas de ocasiões.

    País assaltado
    Lula impôs nova taxação a cada 37 dias, em média: ressuscitou a Cide, aumentou PIS/Cofins, IOF, IPI, taxou investimentos e dividendos etc. etc.

    Mais patamar
    Ele fez a carga tributária bruta saltar para 32,32% em 2024 (dados do Tesouro e Receita), maior patamar em 22 anos, e segue aumentando.

    Calada da noite
    Na calada da noite, esta semana, por mera Resolução, Lula elevou o Imposto de Importação (*) em até 25% sobre 1.252 produtos, até celulares.

    Nem se acanham
    A alegação cara-de-pau: “proteger a indústria nacional”. Como se o Brasil fabricasse iPhones, celulares Android, laptop, jogos eletrônicos.

    (Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/lula-taxa-mais-os-brasileiros-que-trump-e-impoe-carga-tributaria-sem-precedentes)

  18. Miguel José Teixeira

    (*) Contei Quatorze. . .

    “O que te irrita na Folha? Veja vídeos”
    – Personalidades da política e da cultura indicam o que mais as incomoda no jornal, que completa 105 anos.
    – Eduardo Paes, Elisa Lucinda, Mika Lins e Nizan Guanaes estão entre os entrevistados.
    (Naief Haddad e Gabriel Araújo, FSP, 26/02/26)

    A convite da Folha, que completa 105 anos neste mês de fevereiro, 12 personalidades (*) do país apontaram a característica do jornal que mais as incomoda.

    Entre os convidados, estão líderes políticos, como Eduardo Paes (PSD), prefeito do Rio de Janeiro; intelectuais, caso de Renato Janine Ribeiro, professor sênior de filosofia da USP e ministro da Educação durante a gestão de Dilma Rousseff (PT); advogados, como Fabio Wajngarten, chefe da Secretaria de Comunicação Social do governo Jair Bolsonaro (PL); e diretores de teatro, como Mika Lins. Veja os vídeos.

    (+em: https://www1.folha.uol.com.br/folha-105-anos/2026/02/o-que-te-irrita-na-folha-veja-videos.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=breakingnews;utm_medium=email&utm_campaign=breakingnews)

    1) Antonio Lavareda, cientista político
    Minha relação com a Folha é muito satisfatória. A exceção é quando divulga as pesquisas de avaliação de governos e troca as bolas, chamando de aprovação o que for apenas as respostas “ótimo” e “bom”, e exclui do que denomina de avaliação positiva toda aquela classificação “regular. Aí, dá-se a confusão. Não raro, a notícia da suposta aprovação brinca com os números da aprovação real que a pesquisa levantou.

    2) Deltan Dallagnol, embaixador do partido Novo
    O que mais me irrita é ver a diferença de tratamento entre a Lava Jato e os ministros do STF. Quando publicou matérias atacando a Lava Jato, a Folha era direta. Dizia que procuradores e juízes cometiam ilegalidades e abusos, ainda que não existisse prova ou que fossem alegações baseadas em meras interpretações de leis sobre sigilo fiscal ou cooperação internacional, sobre as quais havia divergências legítimas de interpretação.

    Mas quando o assunto envolve ministros do Supremo, a atividade política, os acordos de bastidores e as negociatas são tratados como naturais, e não como ilegais. Além disso, quando os ministros do Supremo praticaram ilegalidades e abusos comprovados, que não dependem de interpretação, aí a Folha suavizou nas tintas e usou eufemismos como “excessos”, “preocupante”, “equivocado”, “exótica”, “inusitada”, “inédita”…. Por que ministros do Supremo não são cobrados com o mesmo rigor aplicado à Lava Jato?

    3) Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro
    Ô meu, o que que me irrita na Folha de S.Paulo? Nada como o jornal tentando contestar os números incríveis dos eventos do Rio de Janeiro.Toda vez que a gente divulga os números aqui, a Folha dá um jeito de dizer que não é bem isso. Mas não teve ainda a capacidade de contratar matemáticos, cientistas e estatísticos capazes de ter as fórmulas paramétricas que eu tenho pra mostrar que o Rio sempre coloca mais gente na rua do que São Paulo.

    4) Elisa Lucinda, poeta e atriz
    Para mim e grande parte da intelectualidade que conheço, a Folha tinha um lugar na imprensa progressista. De repente, foi migrando, de certa forma. Me irrita muito quando o jornal comete desonestidade intelectual. Há editoriais pró-extrema direita, uma traição com o povo que a Folha angariou durante tantos anos. O que vemos com a ultradireita no país não é razoável. E, para mim, o jornal não pode dar um sopro a favor da extrema direita.

    5) Fabio Wajngarten, advogado
    O que mais me deixa irritado com a Folha de São Paulo: vocês são imparáveis e incansáveis. Que vocês continuem por mais 105 anos trazendo notícias, trazendo, de preferência, a verdade, trazendo os bastidores da política. Que tenham vida longa porque a notícia e a mídia fazem parte da democracia.Só com a imprensa livre, com a democracia forte, nós temos um Brasil forte.

    6) Fernando Morais, jornalista e escritor
    Minhas irritações com a Folha de S.Paulo são sazonais. Minha birra atual é com o slogan: “um jornal a favor da energia limpa” [o enunciado exato é “um jornal em defesa da energia limpa”]. E a hora em que a energia estiver limpa? Acabou? Vai ser “um jornal a favor do méson pi”? “Jornal a favor da antimatéria?” Volta para o antigo, “um jornal a favor do Brasil”. Muito melhor!

    7) Gerald Thomas, diretor de teatro
    Os cadernos culturais –a Ilustrada, mas também Caderno 2 [O Estado de S. Paulo] ou Segundo Caderno [O Globo]– são como essa neve [no vídeo, ele aponta para o chão coberto de neve], derretem em pouco tempo. Os editores deveriam levar em consideração que os verdadeiros ícones, formados nos anos 1960, 1970, 1980 e 1990, que ainda estão produzindo, têm que ter prioridade. Falo de mim e de outros da minha geração. Falo de Caetano, Gil, Tom Zé.

    8) José Luis Oliveira Lima, advogado
    O que mais me irrita é quando a Folha toma furo do concorrente. Eu lembro que, na época do mensalão, o Otavio [Frias Filho, diretor de Redação do jornal por 34 anos] me convidou para tomar um café na Folha. No final, ele perguntou: “Se você trabalhasse aqui, qual sugestão daria para que o jornal ficasse melhor?” Falei: “Eu contrataria o Fausto Macedo, do Estadão”. Então, perguntou: “Por quê?”. Eu disse: “Porque ele dá, semanalmente, furos em temas ligados ao Judiciário e à polícia”.

    Lembro que a Folha tentou contratar o Fausto, mas, no final, a direção do Estadão cobriu a proposta da Folha. Gosto tanto deste jornal que o que me irrita é quando eu vejo um concorrente dando um furo em vocês.

    9) Kim Kataguiri, deputado federal (União Brasil-SP)
    Duas coisas me irritam mais na Folha. Uma é aquelas chamadas como “Tal pessoa é corrupta, diz leitor”. Quem é esse leitor? Por que ele merece uma chamada, e os outros leitores não?

    Outro ponto é a divulgação de colunas, editoriais e matérias nas suas redes sociais. Não dá para saber se aquilo é uma coluna, se é uma notícia ou se é opinião do jornal porque a chamada é sempre feita da mesma maneira. Muitas vezes isso confunde o leitor desavisado.

    10) Marilia Marton, secretária de Cultura, Economia e Indústria Criativas do estado de São Paulo
    Quer saber o que me irrita na Folha? Quando a cultura vira nota de rodapé. Cultura não é só agenda de fim de semana ou entretenimento, é política pública, economia, emprego, território e gente trabalhando todos os dias. Às vezes, isso se perde na cobertura.

    Como secretária, claro que me dá uma baita de uma irritada. Mas falo isso com bom humor porque também é convite. Quando a Folha olha para a cultura como essa dimensão maior, a conversa muda completamente.

    11) Mika Lins, diretora de teatro
    É óbvio que uma relação diária de tantos anos anos é sempre povoada de amor e ódio. E talvez o que me irrite na Folha seja uma das coisas que eu também mais gosto, que é essa tentativa, esse objetivo quase utópico de ser um jornal plural, que mostre diversas opiniões. Só que, às vezes, essas opiniões são tão diversas da minha e me irritam tanto que eu fico me perguntando: “Gente, o que essa criatura está escrevendo neste jornal?”

    12) Nizan Guanaes, publicitário
    Uma coisa que me irrita na Folha de S.Paulo é a tecnologia porque, às vezes, não sei por quê, minha assinatura sai do ar e depois é difícil retornar. Acho que os outros [convidados] vão falar de conteúdo, e eu vou falar de como esse conteúdo chega pra gente, algo tão importante e tão precioso.

    13) Renato Janine Ribeiro, professor sênior de filosofia da USP
    O que me incomoda na Folha –não diria me irrita, mas me incomoda– é o fato de que na pauta econômica, que tem importantíssimo efeito social, ela só dá voz a quem defende redução de despesas e superávit fiscal, sabendo-se que isso implica corte de investimentos sociais, que eticamente necessários para o país.

    Que a Folha defenda essa posição, tudo bem. Mas que ela, ao contrário do seu princípio de de ter pluralidade de vozes, não escute vozes diferentes e tenha colunistas praticamente unânimes na parte econômica, acho uma falha, que passa a ideia de que as políticas que o PT pratica são irracionais em vez de tentar entender a lógica delas, que, afinal de contas, têm dado resultados.

    14) Ricardo Kotscho, jornalista
    Ultimamente o que tem mais me irritado na Folha é o espaço desproporcional dedicado ao bolsonarismo e às suas sequelas. Acho que não cabe mais gastar tantas palavras com uma coisa que espero que seja enterrada logo na história brasileira.

    E tenho sentido dificuldade depois que houve a reforma gráfica porque eu acho que a letra diminuiu. Não sei se estou ficando mais velho, mas tenho dificuldade para ler o jornal.

  19. Miguel José Teixeira

    Em PanTanês, “djeitinho”!

    “Para hoje temos tigela com J, Gilmar com J, Sérgio Cabral com J e um esquema de venda de declarações do IR por 250 pilas. Sim, 250 pilinhas. Não é 250 mil, não. É o jeitinho, BRASEW.”

    “Gilmar com J de Jeitinho”
    TixaNews, fev 28
    (https://substack.com/@tixanews)

    O supremo Gilmar Mendes, com toda a calma e serenidade do mundo, do alto de sua cadeira suprema, explicou a quem quisesse ouvi-lo que os jornalistas que cobriram a Lava Jato eram ghostwriters de Sergio Moro e que talvez o ex-juiz precisasse mesmo de um ghostwriter por não saber se tigela se escreve com J ou com G. Um dia depois, uma coisa ficou evidente. Gilmar se escreve com J de Jeitinho. Se segura, que a treta é suprema.

    A treta é a seguinte. Lembra que a CPI do Crime Organizado mandou quebrar o sigilo da empresa dona do Resort Tayayá, a Maridt, que pertence ao supremo Dias Toffoli???? Hoje, os advogados da tal empresa entraram com uma ação no Supremo e, com aquele jeitinho básico, o caso caiu nas mãos do supremo Gilmar Mendes. Como se deu o jeitinho? Gilmar ressuscitou um caso que estava arquivado desde 2023, referente ao site conservador Brasil Paralelo, que tratava de uma quebra de sigilo da CPI da pandemia. Sim, darling, da pandemia.

    Na época, Gilmar considerou que não se podia mesmo quebrar o sigilo, e, por isso, agora o ministro supremo argumentou que a defesa da Maridt fez bem em se associar àquele processo paralelo, que tinha tudo a ver. Na prática, o jeitinho impediu que o caso fosse distribuído por sorteio e, assim, caísse, sabe-se lá, nas mãos de qual ministro. Mas qual foi a decisão do Gilmar? Que a CPI não pode quebrar o sigilo do Toffoli, digo, da Maridt, dona do Tayayá.

    Gracias, Gilmar com J.

    Para os perdidos. O argumento da CPI do Crime Organizado para ir atrás dos irmãos do Toffoli e do Tayayá era o fato de que, lá atrás, a empresa teve negócios com um fundo administrado pela Reag, ligada ao Master e que pode estar ligada ao PCC, segundo a Operação Carbono Oculto. Digamos que a CPI também anda toda trabalhada no jeitinho com G.

    Te amo
    E começaram a surgir notícias sobre o relatório da Polícia Federal sobre a investigação do Bacellar, o Rodrigo, que é ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio, que foi preso por conta de vazamentos de operações que iriam pegar o TH Joias, um deputado. Bacellar era ligado ao desembargador Macário Júdice, que era quem dava as autorizações da operação da polícia contra o CV. A PF diz que Bacellar era a liderança do núcleo político do CV. Não, darling, não é CV de currículo, é CV de Comando Vermelho.

    Mas tem mais. Também ficamos sabendo que o Sérgio Cabral, sim, o ex-governador dos cariocas, pediu ajuda ao Bacellar para que ele intercedesse junto ao Macário para que um processo por improbidade administrativa saísse da pauta de julgamentos. Adivinha??? Sim, o caso saiu da pauta. Aí o Cabral mandou mensagem para o Bacellar: te amo. (Não confunda com aquelas mensagens em que Bacellar também escreveu te amo, mas para o Macário.)

    Ah, e o tal Macário, quando foi pego pelo Xandão por vazar operações contra o deputado TH Joias (que era parça do Bacellar), procurou sabem quem? quem? quem? Michel Temer, para ver se nosso ex dava uma amaciada no supremo Xandão.

    Esse povo tem uns nomes que ajudam bem o roteirista do Brasil, né?

    Vende-se por 250 pilas
    Hoje, O Globo e o Metrópoles revelaram que o vazamento de dados de familiares dos supremos Xandão e Luiz Fux foi feito por dois funcionários terceirizados de uma agência da Receita Federal em Laranjeiras e que, há anos, vendiam dados da Receita para quem pagasse 250 pilas. À própria Receita, os sujeitos disseram que venderam a declaração do imposto de renda da Vivi Barci (a esposa do Xandão, que tem aquele contrato com o Master de 130 milhões de reais) e a de Rodrigo Fux (filho do Fux) por 250 pilas cada uma. Como eram dois os envolvidos, 150 ficavam com o servidor e 100 reais com um atendente. Mas eles garantem que o povo dava apenas o número do CPF, e eles acessavam os dados. Nem sabiam de quem se tratava. Aí, ó, mais uma facilitada para os roteiristas do Brasil.

    Freando a caga.., sorry pelo francês.
    A gente não falou aqui que o Haddad, nosso Fernandinho cabelo, estava, mais uma vez, cometendo o mesmo erro da taxa da blusinha, querendo taxar smartphone? Bem em ano eleitoral? Então, parece que o povo percebeu a cara da caga…, desculpe meu francês, e voltou atrás. Não vai ter mais taxa do smartphone.

    Enquanto isso, nas Minas Gerais…
    Parece que o Rodrigo mais alto do Senado cedeu aos desejos de Lula e vai mesmo ser candidato a governador em Minas. O mais curioso é a notícia de hoje de que ele já anda conversando até com o PSDB do Aécio Neves. Olha ele!!!!

    E é isso, BRASEW, bora pra esse fim de semana, porque não aguentamos mais notícias.

    (TRPCE)

  20. Miguel José Teixeira

    A corja vermelha
    já está “siborrando”!

    Piriri I:

    “Flávio Bolsonaro é a “ultradireita fascista no Brasil”, diz PT”
    – Edinho Silva, presidente nacional do PT, falou ao grupo do campo majoritário do partido e disse ser necessário ter uma ofensiva nas redes…
    (Houldine Nascimento, Poder360, 27/02/26)

    O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Edinho Silva, fez um forte discurso nesta 6ª feira (27.fev.2026) sobre a estratégia que a legenda deve adotar para conter o avanço do pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) nas pesquisas, que está empatado tecnicamente com Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Tem [um] esforço de construção de uma liderança política que é a essência da ultradireita fascista no Brasil. Existe um esforço para transformar essa liderança numa liderança palatável”, disse o petista em referência ao senador, durante a Conferência Nacional da CNB (Construindo um Novo Brasil), grupo do campo majoritário da sigla.
    . . .
    +em: https://www.poder360.com.br/poder-eleicoes/flavio-bolsonaro-e-a-ultradireita-fascista-no-brasil-diz-pt/

    Piriri II:

    “Vitória de Flávio significa Brasil subordinado aos EUA, diz PT”
    – O presidente da sigla, Edinho Silva, afirmou que o pré-candidato do PL à Presidência representa “o aprofundamento da perda dos direitos dos trabalhadores”.
    (Houldine Nascimento, Poder360, 27/02/26)

    O presidente do PT, Edinho Silva, disse nesta 6ª feira (27.fev.2026) que o pré-candidato do PL à Presidência, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), representa “o fim da soberania brasileira” e o país “submetido aos interesses da hegemonia americana”. A declaração foi dada durante a Conferência Nacional da CNB (Construindo um Novo Brasil), na sede do Partido dos Trabalhadores, em Brasília.
    . . .
    +em: https://www.poder360.com.br/poder-eleicoes/vitoria-de-flavio-significa-brasil-subordinado-aos-eua-diz-pt/

    Haja ProbióTicos para estes ParasiTas!!!

  21. Miguel José Teixeira

    Mas, para debaixo do
    supremo togão,
    “se-deu-se” um
    “djeitinho” Pantaneiro!

    “Escândalo é grande demais para ser empurrado para debaixo do tapete (*), diz Vieira”
    – Ministro do Supremo suspendeu investigação aprovada por unanimidade; senador anuncia recurso “em todas as instâncias possíveis”.
    (Redação O Antagonista, 27/02/26)

    O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI do Crime Organizado, anunciou que vai contestar a decisão do ministro do STF, Gilmar Mendes, que anulou a quebra de sigilo da Maridt, empresa cujos sócios formais são irmãos do ministro Dias Toffoli.

    Em nota divulgada à imprensa, Vieira diz que “o Brasil recebe com grande preocupação a decisão do ministro Gilmar Mendes que anulou a quebra de sigilo da Maridt, empresa dos irmãos Toffoli. Como relator da CPI do Crime Organizado, informo que vamos enfrentar esta decisão em todas as instâncias possíveis”.

    A medida tinha respaldo, segundo o senador, em investigação sólida: “A quebra de sigilo foi aprovada por unanimidade pela CPI, com fundamentação baseada em elementos que indicam possível vínculo da empresa com os casos Master e Reag, além de notícias consistentes sobre movimentações financeiras suspeitas, inclusive com indícios de lavagem de recursos associados ao Primeiro Comando da Capital”.

    Os irmãos de Toffoli – apontado pelo senador como “sócio oculto” – ingressaram com habeas corpus perante o ministro André Mendonça, relator do caso Master. Mendonça “reconheceu o direito de investigados não serem obrigados a comparecer para depoimento, em consonância com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal”, conforme descreve a nota.

    Processo reaberto, sigilo anulado
    O caminho percorrido pela Maridt chamou a atenção de Vieira. A empresa, segundo ele, “evitou o relator e/ou a livre distribuição, optando por peticionar diretamente ao ministro Gilmar Mendes nos autos de um mandado de segurança arquivado desde março de 2023”.

    O desfecho, na avaliação do senador, foi irregular: “O tal processo foi desarquivado, a petição foi recebida, e a quebra de sigilo determinada pela CPI foi declarada nula, com posterior novo arquivamento. Trata-se de flagrante absurdo”.

    Para Vieira, o conjunto do que descreve como decisões atípicas e movimentações milionárias suspeitas aponta para uma única direção. “Desse emaranhado de decisões judiciais consideradas atípicas e de movimentações financeiras milionárias e suspeitas, impõe-se uma conclusão: este escândalo é grande demais para ser empurrado para debaixo do tapete”.

    (Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/escandalo-e-grande-demais-para-ser-empurrado-para-debaixo-do-tapete-diz-vieira/)

  22. Miguel José Teixeira

    “Gilmar ‘ressuscita’ ação arquivada há 3 anos para blindar família Toffoli de investigação”
    – Maridt recorreu a atalho jurídico para ‘ressuscitar’ ação movida na época da CPI da Covid para cancelar quebra de sigilo
    (Por Rafael Moraes Moura e Johanns Eller, no Blog da Malu Gaspar, O Globo, 27/02/26)

    A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes de anular a decisão da CPI do Crime Organizado que determinou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático da empresa Maridt, ligada à família do ministro Dias Toffoli, foi tomada no âmbito de uma ação que o próprio Gilmar mandou arquivar há três anos. O processo chegou a ser enviado para o arquivo do STF, mas não foi declarado encerrado. Ficou moribundo nas gavetas do STF até ser ressuscitado nesta sexta-feira.

    Na prática, a Maridt “se intrometeu” uma ação movida pela Brasil Paralelo em 2021, buscando um atalho jurídico para ser atendida pelo ministro. Usou para isso argumentações parecidas com as da Brasil Paralelo para anular requerimentos da CPI da Covid que haviam determinado quebras de sigilo bancário, telefônico e telemático da empresa.

    A empresa alegou que a medida violava os direitos à liberdade de expressão, de imprensa, ao sigilo de fonte, à privacidade e à intimidade, além do princípio da legalidade.

    Em setembro de 2021, Gilmar atendeu o pedido da empresa, suspendendo o afastamento do sigilo telefônico e telemático da empresa. Mas determinou que as demais informações obtidas pela CPI fossem mantidas sob a guarda do presidente, Omar Aziz (PSD-AM), e compartilhadas com o colegiado “apenas em reunião secreta e quando pertinentes ao objeto da apuração”.

    Em setembro de 2021, Gilmar atendeu o pedido da empresa, suspendendo o afastamento do sigilo telefônico e telemático da empresa. Mas determinou que as demais informações obtidas pela CPI fossem mantidas sob a guarda do presidente, Omar Aziz (PSD-AM), e compartilhadas com o colegiado “apenas em reunião secreta e quando pertinentes ao objeto da apuração”.

    Em setembro de 2021, Gilmar atendeu o pedido da empresa, suspendendo o afastamento do sigilo telefônico e telemático da empresa. Mas determinou que as demais informações obtidas pela CPI fossem mantidas sob a guarda do presidente, Omar Aziz (PSD-AM), e compartilhadas com o colegiado “apenas em reunião secreta e quando pertinentes ao objeto da apuração”.

    A versão vai contra o que indicam as conversas entre Vorcaro e Zettel detalhadas pela PF no dossiê.

    Os diálogos ocorreram em dezembro de 2024, três anos após a venda das cotas para o Arleen. Nas conversas, Zettel pergunta ao banqueiro como deveria proceder em relação aos pagamentos para o ministro. O controlador do Master respondeu que preferia que os repasses se dessem por meio do fundo.

    ‘Complexa rede de lavagem’
    No pedido apresentado à CPI do Crime Organizado, Alessandro Vieira argumentou que a quebra de sigilo era uma medida de “extrema urgência” e tinha como objetivo “desmantelar a complexa rede de influência e lavagem de capitais que orbita em torno do Banco Master e de suas conexões com agentes públicos de cúpula”.

    O senador sergipano apontou ainda “suspeitas fundadas de que a Maridt tenha funcionado como um canal de recebimento de vantagens indevidas sob o manto de contratos de consultoria e prestação de serviços mensais pagos por grandes escritórios de advocacia que possuem interesses diretos em causas relatadas pelo próprio ministro Toffoli no STF”.

    (Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/malu-gaspar/post/2026/02/gilmar-blinda-empresa-da-familia-toffoli-dentro-de-acao-que-ja-tinha-mandado-arquivar.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde)

  23. Miguel José Teixeira

    Nesse caso,
    “faveco didi”
    para presidente!

    “Dino manda governo e Congresso explicarem sigilos ‘desproporcionais'”
    (Do UOL, em São Paulo, 27/02/26)
    . . .
    > Flávio Dino, do STF, deu 10 dias para governo federal e Congresso explicarem a imposição de sigilos em documentos e informações públicas.

    > A decisão, em ação do partido Novo, cobra respostas de Lula, Hugo Motta, Davi Alcolumbre, Vinicius de Carvalho e Rui Costa.

    > Dino citou sigilos “genéricos e desproporcionais”; estudo da Transparência Brasil aponta 25.955 classificações, com 23.980 registradas na CMRI (*).
    . . .
    +em: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2026/02/27/dino-manda-governo-e-congresso-explicarem-sigilos-desproporcionais.htm

    (*) Comissão Mista de Reavaliação de Informações, é um órgão colegiado brasileiro, criado pela Lei de Acesso à Informação (LAI – Lei nº 12.527/2011), responsável por monitorar, revisar e decidir em última instância sobre a classificação de documentos sigilosos no Poder Executivo Federal.

  24. Miguel José Teixeira

    No SuTriFe. . .
    impera a clássica
    uma mão lava a outra
    e a suprema toga
    enxuga as duas!

    “Gilmar Mendes suspende quebra de sigilo de empresa de Toffoli”
    – A Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado havia aprovado a quebra dos sigilos fiscal e telemático da Maridt.
    (Redação O Antagonista, 27/02/26)

    O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta sexta-feira, 27, a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da Maridt Participações S.A. A empresa tem como um de seus sócios o ministro Dias Toffoli.

    A quebra dos sigilos havia sido aprovada pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, do Senado, na quarta-feira, 25. O requerimento aprovado é de autoria do relator do colegiado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE).

    “Concedo, de ofício, habeas corpus, para declarar a nulidade do ato de aprovação e do Requerimento 177/2026 da CPI, determinando, em consequência, que os órgãos, as empresas e as entidades destinatárias de tais ordens abstenham-se, de forma imediata, de encaminhar quaisquer informações e dados com base no requerimento. Caso informações ou dados já tenham sido encaminhados, determino a imediata inutilização/destruição, sob pena de responsabilização penal e administrativa”, diz Gilmar Mendes.

    (Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/gilmar-mendes-suspende-quebra-de-sigilo-de-empresa-de-toffoli/)

  25. Miguel José Teixeira

    Mai um “maracanazo”!

    “O Flamengo conquistou duas taças em um intervalo de menos de uma semana no final de 2025.
    Agora, o clube empilha três vices consecutivos e que vieram em um intervalo de basicamente dois meses”
    +em: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2026/02/27/flamengo-titulos-vices.htm

    Só para inFLAcionar. . .
    Valor do plantel do Lanús: 43 milhões de euros.
    Valor de apenas um “craque” do FLA: 42 milhões de euros.

  26. Miguel José Teixeira

    A corja vermelha
    não brinca em
    $ervi$$o!

    “Deficit nominal anualizado acelera para R$ 1,086 trilhão, diz BC”
    – Saldo acumulado em 12 meses foi o maior desde novembro de 2024, quando totalizou R$ 1,111 trilhã…
    (Hamilton Ferrari, Poder4360, 27/02/26)

    O setor público consolidado – formado por União, Estados, municípios e estatais– registrou deficit nominal de R$ 1,086 trilhão no acumulado de 12 meses até janeiro. Esse é o maior saldo negativo anualizado desde novembro de 2024, quando totalizou R$ 1,111 trilhão no vermelho. O BC (Banco Central) divulgou o relatório “Estatísticas Fiscais” nesta 6ª feira (27.fev.2026). Eis a íntegra (https://static.poder360.com.br/2026/02/estatisticas-fiscais-bc-27fev2026.pdf).

    O Banco Central mostrou que o deficit nominal acelerou em relação a dezembro, quando havia sido de R$ 1,063 trilhão. O saldo negativo de janeiro corresponde a 8,49% do PIB (Produto Interno Bruto). Em dezembro de 2025, o saldo negativo era de 8,34% do PIB.
    . . .
    +em: https://www.poder360.com.br/poder-economia/deficit-nominal-anualizado-acelera-para-r-1086-trilhao-diz-bc/

    Em outubro. . .
    teremos a chance de apeá-los do poder!

  27. Miguel José Teixeira

    Os “cumpanhêrus”
    levam a sério os
    saques aos cofres
    da viúva!

    “Estatais federais tiveram maior deficit para janeiro da história”
    – Saldo negativo foi de R$ 3,3 bilhões, o maior desde o início da série histórica, em 2002…
    (Hamilton Ferrari, Poder360, 27/02/26)

    As estatais federais registraram deficit de R$ 3,3 bilhões em janeiro. Esse foi o maior saldo negativo para o mês da série histórica, iniciada em 2002. O BC (Banco Central) divulgou o relatório “Estatísticas Fiscais” nesta 6ª feira (27.fev.2026). Eis a íntegra (https://static.poder360.com.br/2026/02/estatisticas-fiscais-bc-27fev2026.pdf)

    O deficit aumentou 560% em janeiro ante o mesmo mês de 2025. As estatais estaduais registraram saldo negativo de R$ 1,56 bilhão, o maior para o mês desde 2023, quando totalizou R$ 1,61 bilhão. O deficit aumentou 386,2% em janeiro em relação ao ano anterior.
    . . .
    +em: https://www.poder360.com.br/poder-economia/estatais-federais-tiveram-maior-deficit-para-janeiro-da-historia/

    Só para lembrar. . .
    Ou nós estouramos este con$ór$$io em outubro, ou este con$ór$$io nos estourará!!!

  28. Miguel José Teixeira

    “Crusoé: O antilula”
    – Flávio Bolsonaro cresce contra o enfraquecido presidente e vira alternativa real do clã na eleição. E mais: Amizade por conveniência e Casal presidencial.
    (Redação O Antagonista, 27/02/26)

    Quase três meses após lançar sua candidatura à Presidência, e sem fazer muito esforço, Flávio Bolsonaro apareceu empatado com o presidente Lula na pesquisa da AtlasIntel divulgada na quarta, 25.

    Em um eventual segundo turno, Flávio aparece com 46,3% dos votos. Lula, com 46,2%. Os dois estão tecnicamente empatados. Em janeiro, a distância entre os dois era de doze pontos percentuais.

    Como o que importa no segundo turno é ter a menor rejeição, Flávio se sai melhor. O filho de Jair Bolsonaro é rejeitado por 46,4%. Lula, por 48,5%.

    Outro dado revelador é que 47% dizem temer a reeleição de Lula, um número maior que os 45% que se dizem preocupados com uma eleição de Flávio.

    Na sexta, 27, pesquisa da Paraná Pesquisa colocou Flávio também ligeiramente à frente (44,4%), mas ainda tecnicamente empatado com Lula (43,8%).

    Para conseguir a reeleição, o presidente Lula colocou em movimento várias ações para ganhar a simpatia dos eleitores: isenção de imposto de renda para quem ganha até 5 mil reais, carteira nacional de professor, ampliação do Farmácia Popular, financiamento para reformas de casa e compra de moto, botijões de graça, carteira de habilitação mais barata.

    Mas tudo isso não foi suficiente para melhorar sua popularidade, dizem Duda Teixeira e Wilson Lima em “O antilula” (1), a reportagem de capa de Crusoé.

    Outros destaques de Crusoé
    Em “Amizade por conveniência” (2), Guilherme Resck mostra como o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), prioriza pautas do governo Lula em 2026, para se aproveitar da força do petista nas urnas.

    Na reportagem “Casal presidencial” (3), Duda Teixeira e Wilson Lima falam sobre o matrimônio de João Campos e Tabata Amaral. Além de mostrar força política no casamento, eles se posicionam para substituir a esquerda lulista no futuro.

    Colunistas
    Privilegiando o assinante de O Antagonista+Crusoé, que apoia o jornalismo independente, também reunimos nosso timaço de colunistas.

    Nesta edição, escrevem Clarita Maia (O Judiciário e as razões que a razão jurídica desconhece) (4), Márcio Coimbra (Quatro anos de resistência) (5), Dennys Xavier (Entre salvadores e frustrações) (6), Josias Teófilo (O risco da informalidade permanente) (7), Maristela Basso (Entre a coroa e o confete) (8), Letícia Barros (A raiz psicológica das ideologias políticas) (9), Roberto Ellery (A mãe de todas as reformas) (10) e Rodolfo Borges (Mulherzinhas) (11).

    Assine Crusoé e apoie o jornalismo independente.
    (+em: https://crusoe.com.br/)

    (Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/crusoe-o-antilula/)

    (1) https://crusoe.com.br/noticias/o-antilula/
    (2) https://crusoe.com.br/noticias/amizade-por-conveniencia/
    (3) https://crusoe.com.br/noticias/casal-presidencial/
    (4) https://crusoe.com.br/noticias/o-judiciario-e-as-razoes-que-a-razao-juridica-desconhece/
    (5) https://crusoe.com.br/noticias/quatro-anos-de-resistencia/
    (6) https://crusoe.com.br/noticias/entre-salvadores-e-frustracoes/
    (7) https://crusoe.com.br/noticias/o-risco-da-informalidade-permanente/
    (8) https://crusoe.com.br/noticias/entre-a-coroa-e-o-confete/
    (9) https://crusoe.com.br/noticias/a-raiz-psicologica-das-ideologias-politicas/
    (10) https://crusoe.com.br/noticias/a-mae-de-todas-as-reformas/
    (11) https://crusoe.com.br/noticias/mulherzinhas/

  29. Miguel José Teixeira

    Fernando:
    bom para taxar,
    ruim para votar!

    “Histórico Haddad”
    Da última vez que foi candidato em São Paulo, Fernando Haddad tentava a reeleição para o cargo de prefeito da capital. Perdeu para João Dória (PSDB) no primeiro turno, feito inédito, e acabou com só 16,7% de votos.
    (coluna CH, DP, 27/02/26)

  30. Miguel José Teixeira

    Paridade de armas:
    Quem já está ocupando cargo eletivo: canhão.
    Quem pretende ocupar um cargo eletivo: a razão!

    “Lula torra R$3,7 milhões no Facebook em 1 mês”
    (Coluna CH, DP, 27/02/26)

    As despesas do governo Lula (PT) com anúncios no Facebook dispararam para R$3,7 milhões nos últimos 30 dias, segundo a ferramenta de transparência de anúncios da Meta, que revela quantias gastas em propaganda de cunho político e/ou social na plataforma. A página “Governo do Brasil” é, de longe, o maior anunciante da categoria na rede social no Brasil desde o primeiro dia de 2026.

    Conta corrente
    Apenas sete anúncios do governo para divulgar a isenção do Imposto de Renda custaram mais de R$1,1 milhão aos pagadores de impostos.

    Prata
    Antes ausente do Top10, a Prefeitura do Rio de Janeiro subiu para a segunda colocação: R$408 mil em anúncios entre janeiro e esta semana.

    Três meses
    Levantamento dos últimos três meses apontam que o total gasto por Lula e cia. no Facebook se aproxima dos R$9 milhões.

    (Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/pt-apela-a-alcolumbre-contra-quebra-de-sigilo-de-lulinha-para-evitar-mendonca-no-stf)

    . . .
    “Ainda fazem da flor
    Seu mais forte refrão
    E acreditam nas flores
    Vencendo o canhão”
    . . .
    Geraldo Vandré: https://www.youtube.com/watch?v=KdvsXn8oVPY

  31. Miguel José Teixeira

    “Uber apresenta ‘carro voador’, que estreia este ano como táxi aéreo elétrico em Dubai”
    – Com interior luxoso e espaço para 4 passageiros, aeronave da Joby terá de superar gargalos de infraestrutura e enfrentar rivais como Eve, da Embraer, para ser viável também no Brasil.
    (Por Filipe Vidon — São Paulo, O Globo, 27/02/26)
    . . .
    “A Uber, em parceria com a Joby Aviation, lança táxis aéreos elétricos (*) em Dubai, prometendo viagens mais rápidas e silenciosas, com interior luxuoso para quatro passageiros. A estreia marca um passo na corrida global de mobilidade aérea, com desafios de infraestrutura e concorrência, especialmente no Brasil. A eficiência e o custo são pontos críticos, enquanto a certificação pela FAA (**) é aguardada para a expansão.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2026/02/27/uber-apresenta-carro-voador-que-estreia-este-ano-como-taxi-aereo-eletrico-em-dubai.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

    (*) eVTOLs
    (**) agência de aviação civil dos EUA

  32. Miguel José Teixeira

    “Argumentos contra redução de jornada são os mesmos há cem anos”
    – Se o incômodo para os setores econômicos é pontual e momentâneo, o benefício para os trabalhadores é permanente e duradouro.
    (Por Pablo Ortellado, O Globo, 27/02/26)
    . . .
    “Os argumentos contra a redução da jornada de trabalho são repetidos há um século no Brasil, destacando-se a resistência de setores econômicos e políticos. Embora a redução possa causar desorganização temporária, seus benefícios são permanentes para os trabalhadores. Debates históricos, como na Constituinte de 1988, mostram que o equilíbrio entre trabalho e lazer continua em discussão, mas é essencial para o bem-estar dos trabalhadores.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/opiniao/pablo-ortellado/coluna/2026/02/argumentos-contra-reducao-de-jornada-sao-os-mesmos-ha-cem-anos.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  33. Miguel José Teixeira

    O toga no
    banco dos réus!

    “Juízes sem juízo mostram que STF precisa acabar com supersalários”
    – Ao defender penduricalhos, magistrados dão novos argumentos para banir pagamentos acima do teto.
    (Por Bernardo Mello Franco, O Globo, 27/02/26)
    . . .
    “Representantes de associações de juízes defenderam supersalários no STF, mas acabaram fortalecendo o argumento contra penduricalhos. A justificativa de que a carreira perderia atratividade com salários limitados foi questionada, visto o grande número de candidatos nos concursos. Enquanto isso, queixas sobre condições de trabalho pareceram descoladas da realidade, evidenciando privilégios mantidos por alguns magistrados.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/blogs/bernardo-mello-franco/coluna/2026/02/juizes-sem-juizo-mostram-que-stf-precisa-acabar-com-supersalarios.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  34. Miguel José Teixeira

    PeTezuela:
    O “nós” e o “elês”
    unidos pelo
    mesmo banco!

    “Caso Master embaralha as cartas na política”
    – Integrantes do Executivo imaginavam que Lula poderia sair incólume, mas percepção difusa de escândalo também atinge o governo e ajuda a explicar nova queda em pesquisas.
    – Por Vera Magalhães, O Globo, 27/02/26)
    . . .
    “O escândalo do Banco Master em Brasília afeta amplamente o governo Lula, o STF, o Congresso e partidos políticos, revelando uma complexa teia de responsabilidades. A percepção pública de que o governo está implicado, intensificada por investigações desordenadas e vazamentos, afeta a popularidade de Lula. O envolvimento de figuras como Lulinha e ministros do STF agrava a situação, refletindo a polarização política desde 2018. A crise, ainda em fase inicial de investigações, ameaça todos os envolvidos, com CPIs e comissões do Senado aprofundando a apuração.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/blogs/vera-magalhaes/coluna/2026/02/caso-master-embaralha-as-cartas-na-politica.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha

  35. Miguel José Teixeira

    “Lula estava todo trabalhado no discurso eleitoreiro de vamos pegar os “Magnatas da Corrupção” e, de repente, não mais que de repente, seu filho Lulinha vira investigado no Supremo e no Congresso por envolvimento com os nada magnatas que roubavam o dinheiro dos aposentados. A gente que lute, BRASEW.”

    “O fator Lulinha”
    TixaNews, fev 27
    (https://substack.com/@tixanews)

    A treta é a seguinte. O governo tem maioria na CPI do INSS e hoje levou um olé da oposição, que conseguiu aprovar a quebra do sigilo bancário do Lulinha. Coisa de quem não lê direito os tais regulamentos. Acho que nunca escrevi isso aqui, mas, para você ter poder no Congresso, você precisa conhecer os regulamentos de frente para trás e de trás para frente, e de todo jeito. Todos os grandes poderosos do Congresso sabem manejar os regulamentos como ninguém. Aí o povo do PT achou que estava tudo bem e levou o tal olé. Foi a maior confusão. Tipo vale-tudo. Teve socos e tudo.

    Correram para o Davi Alcolumbre, a estrela mor do Senado, pedindo anulação da votação e coisa e tal. (Alcolumbre, que está lá só pensando no Master, deve estar com uma boa vontade…)

    Mas, porém, todavia, entretanto, contudo, nada disso fez diferença, porque a notícia quente de hoje é que, com CPI ou sem CPI, o Supremo, André Mendonça, já tinha autorizado a quebra do sigilo do Lulinha em janeiro para investigar se ele teve, de fato, envolvimento com o caso do INSS. Existe uma desconfiança da Polícia Federal de que Lulinha possa, eventualmente, ser um sócio oculto do chamado “careca do INSS”. Tem mensagem de zap, tem passagem aérea em avião, tem de um tudo.

    E, para quem não lembra, Lula disse em entrevistas que, se Lulinha tiver culpa, terá que enfrentar isso. Ao UOL, Lula disse que disse para Lulinha bem assim: “Só você sabe a verdade. Se você tiver alguma coisa, você vai pagar o preço de ter alguma coisa. Se você não tiver, se defenda”. Em nenhum momento Lula disse que Lulinha disse que seria inocente.

    Enfim, tem um Lulinha aí no caminho do Lula.

    E, assim, a direita vai terminando uma semana cheia de notícias boas para eles mesmos, apesar de ter começado com o que parecia ser uma implosão dos bolsonaristas (era briga com Michelle, com Dudu, com todo mundo). No fim, Flávio conseguiu reverter, mostrando como está articulando os estados, subiu na pesquisa divulgada pela Atlas/Bloomberg e agora os bolsonaristas emplacaram a quebra do sigilo do Lulinha. E Lula ainda está lutando com a péssima imagem da história do desfile da Acadêmicos de Niterói. E agora o PT diz que fez um levantamento que mostra que 55 apoiadores de Flavitcho impulsionam publicações contra Lula nas redes sociais após o desfile. A revelação dessa história foi feita pelo Estadão.

    Haddad foi para o sacrifício
    E eis que Haddad, nosso Fernandinho Cabelo, vai ser de fato candidato ao governo de São Paulo. Isso significa que a vice-presidência deve estar garantida para Alckmin. O que acontece é que Lula precisa de um palanque forte em São Paulo. Quando a gente diz que precisa de palanque, significa que o candidato precisa de um candidato forte para governador e ao Senado. Então, não sobrou muita alternativa para Haddad. O que se encaminha é que Haddad deve ser candidato a governador e Marina Silva e Simone Tebet serão as candidatas ao Senado. Marina precisa mudar para o PT e Simone deve mudar para o PSB. E assim vamos para um Tarcísio x Haddad, de novo, em São Paulo. Acho que o Haddad vai precisar ir à padaria hoje comprar um pão doce.

    Supremo x Supremo
    E eis que o Supremo, André Mendonça, está todo trabalhado em derrubar várias decisões esquisitas do Supremo, Toffoli, no caso do Banco Master. Derrubou os peritos da Polícia Federal que eram de confiança do Toffoli e agora decidiu que o Coaf (aquele órgão que faz inteligência financeira sobre movimentações bancárias) pode voltar a fazer o trabalho dele. (Sim, parece que o Toffoli tinha decidido que qualquer coisa que o Coaf fizesse tinha que ir diretamente para ele). Enfim, o caso Master, como todos já sabemos, pega o Centrão em cheio, e a nossa estrela mor do Senado anda muito preocupada com essa questão.

    Mas, se de um lado Mendonça derruba as decisões do Toffoli, do outro dá uma aliviada na tensão familiar. O supremo ministro André Mendonça decidiu que os irmãos do Toffoli não precisam prestar depoimento na CPI do Crime Organizado. Como contamos aqui ontem, a CPI do Crime Organizado resolveu convocar a maior galera que tem a ver com o caso Master.

    E é isso, foi curto e grosso hoje, BRASEW.

    (TRPCE)

  36. Miguel José Teixeira

    “Dos 77 aos 78”
    – Segundo Groucho Marx, a velhice não é grande coisa. Basta viver para chegar até lá.
    – Até os 40 anos, vivi pela madrugada, pulando janelas e resistindo a tudo, menos às tentações.
    (Ruy Castro, FSP, 26/02/26)

    Em 2002, aos 77 anos, meu sogro, Delio Seixas, fã de futebol e torcedor do Fluminense, perguntou-se a quantas Copas do Mundo ainda assistiria depois daquela que estava para começar no Japão/Coreia do Sul. Afinal, já era um recordista no gênero. Pelo rádio ou pela TV, acompanhara todas de 1938 em diante (a de 1950, ao vivo, no Maracanã), o que significava, até então, 14 Copas no seu cartel. Modesto, calculou que, no tempo que lhe restava, seriam talvez mais duas. Mas Delio subestimou-se: viveria até os 97 anos, maravilhosamente saudável e lúcido, com o que torceu pelo Brasil em mais seis Copas, até a de 2022.

    Bem, despedindo-me nesta quinta-feira (26) dos meus próprios 77 anos, não tenho ideia de quantas Copas me restam nem isso me altera o sono —as de 1958 (*) e 1970 (**) já terão sido suficientes. Só sei que não atingirei a marca de Delio. Alto funcionário do Banco Central, ele nunca fumou ou bebeu e levou a vida fazendo esporte, dormindo cedo e comendo salada. Eu, ao contrário, até os 40 anos vivia pela madrugada, pulando janelas, cercado de más companhias e resistindo a tudo, menos às tentações. Depois regenerei-me e me tornei um cidadão exemplar, ou quase. Mas nunca se sabe quanto, um dia, nos custarão os prazeres.

    Como dizia Groucho Marx, a velhice não é uma grande coisa —basta viver para chegar até lá. Mas alguns parecem querer se antecipar a ela. Tom Jobim, que morreu tão cedo, aos 67 anos, já se sentia velho muito antes. Certa vez, na rua, alguém lhe perguntou: “Hei, Tom, o que você está compondo?”. E ele: “Não estou compondo. Estou decompondo!”. E Nelson Rodrigues, que também morreu com inacreditáveis 68, escreveu várias vezes: “Eu sou uma múmia, com todos os achaques das múmias”.

    Nelson e Tom eram de uma geração em que os 50 anos já pareciam levar à reta final. Hoje, com essa idade, o cidadão ainda não chegou nem à primeira curva. Segundo meu médico, os 78 anos de agora são os 55 de até outro dia.

    Ótimo. Outra grande vantagem dos 78 é que ainda falta um ano para os 79.

    (Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2026/02/dos-77-aos-78.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newscolunista)

    (*) https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil_na_Copa_do_Mundo_FIFA_de_1958
    (**) https://pt.wikipedia.org/wiki/Copa_do_Mundo_FIFA_de_1970

  37. Miguel José Teixeira

    “Eleição será decidida no triângulo das bermudas”
    – Favoritos lutam nos três maiores colégios eleitorais para tirar a diferença da disputa à Presidência.
    – Juntos, São Paulo, Minas e Rio de Janeiro representam mais de 40% de todo o eleitorado brasileiro.
    (Dora Kramer, FSP, 26/02/26)

    Flávio Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas (Republicanos) têm encontro marcado nesta sexta-feira (27) para mais um ato da dança da lealdade no baile da campanha eleitoral antecipada.

    O reforço do governador é crucial para o senador. Salvo o imponderável, o gesto põe Tarcísio em definitivo no palanque da reeleição, mas não o afasta da cena nacional, vez que será ativo de peso na corrida da direita pela conquista da Presidência.

    Flávio integra ao projeto o bem avaliado gestor do maior colégio eleitoral do país, toma emprestado um verniz de moderação ao bolsonarismo e, por mais que seja um falso brilhante, pode funcionar como atrativo ao centro.

    A disputa por esse eleitorado nem lulista nem bolsonarista pode, e deve, decidir o resultado conforme o desempenho no chamado triângulo das bermudas. São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro representam pouco mais de 40% do eleitorado nacional. Ali, candidaturas presidenciais emergem ou submergem.
    O mais experiente e bem-sucedido entre todos os pretendentes chama-se Luiz Inácio da Silva (PT) e está atento a isso. Daí decorre sua disposição de deixar de fora a legenda de seu partido nessas três eleições para os executivos estaduais.

    No que se depreende dos movimentos do presidente, em São Paulo investe no PSB de Geraldo Alckmin se Fernando Haddad insistir em não concorrer pelo PT; aposta em Minas na migração de Rodrigo Pacheco, do PSD, para o União ou MDB e se faz de indiferente à escolha da bolsonarista Jane Reis (MDB) como vice do favoritíssimo Eduardo Paes, do híbrido PSD.

    É no Sudeste que o presidente e seus adversários vão trabalhar para tirar a diferença que definirá o resultado. No plano ideal, o critério de desempate seria o plano de governo visto como o melhor para o país.

    No mundo real, o substantivo dá lugar ao adjetivo. O embate vai se dar no confronto de personalidades entre um líder de carisma um tanto gasto e um político que ainda é um enigma e cujo capital por ora se resume a um sobrenome.

    (Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/dora-kramer/2026/02/eleicao-sera-decidida-no-triangulo-das-bermudas.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newscolunista)

  38. Miguel José Teixeira

    “Cristiano Ronaldo compra 25% de time rival do Real Madrid e avança para realizar sonho de ser dono de clube”
    – Astro português investe por meio da CR7 Sports Investments e vê ‘grande potencial de crescimento’ na equipe da segunda divisão espanhola.
    (Por O Globo — Lisboa, 26/02/26)
    . . .
    “Cristiano Ronaldo adquiriu 25% do Unión Deportiva Almería, da segunda divisão espanhola, através da CR7 Sports Investments, avançando em seu sonho de ser dono de clube. O astro português vê grande potencial no time e busca expandir seu portfólio de investimentos no esporte. O presidente do Almería celebrou a parceria, destacando o conhecimento de Ronaldo sobre o futebol espanhol.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/esportes/noticia/2026/02/26/cristiano-ronaldo-compra-25percent-de-time-rival-do-real-madrid-e-avanca-para-realizar-sonho-de-ser-dono-de-clube.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde

  39. Miguel José Teixeira

    Pertinho, pertinho. . .
    Cada ano-luz corresponde a cerca de 9,5 trilhões de quilômetros, ou seja, 9.500.000.000.000 quilômetros!
    Como dizem os mineiros: é logo alí!

    “Astrônomos descobrem nova ‘superterra’ a 91 anos-luz da Terra; entenda”
    – Planeta HD 176986 d tem massa até sete vezes maior e orbita estrela anã laranja do tipo K.
    (Por O Globo — Ilhas Canárias, Espanha, 26/02/26)
    . . .
    “Astrônomos do Instituto de Astrofísica das Ilhas Canárias descobriram uma nova superterra, HD 176986 d, a 91 anos-luz da Terra, orbitando a estrela anã laranja HD 176986. Com massa até sete vezes maior que a Terra, o planeta se junta a outros dois no sistema já conhecido desde 2018. Este novo planeta completa sua órbita em 61,4 dias, destacando-se por seu período orbital mais longo e massa inferior.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/mundo/epoca/noticia/2026/02/26/astronomos-descobrem-nova-superterra-a-91-anos-luz-da-terra-entenda.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde

  40. Miguel José Teixeira

    “Após repercussão negativa, governo avalia revogar tarifa de importação sobre eletrônicos”
    – Reunião nesta sexta-feira deve criar regra de transição. Medida prevê arrecadar R$ 14 bilhões e teve reação negativa nas redes sociais alimentada pela oposição num momento delicado para Lula nas pesquisas.
    (Por Fabio Graner — Brasília, O Globo, 26/02/26)
    . . .
    “O governo brasileiro está considerando revogar a tarifa de importação sobre eletrônicos, como smartphones, devido à pressão política e repercussão negativa nas redes sociais. A medida, que visa proteger a produção nacional, prevê tarifas de 7,2% a 25% em mais de 1.200 produtos, mas enfrenta críticas da oposição e do público. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defende a iniciativa, mas admite a possibilidade de isenções para produtos sem similar nacional. Uma reunião do Gecex pode decidir sobre uma regra de transição que manteria tarifas zeradas por 120 dias para alguns itens. O cenário político e econômico é complicado, com outros temas fiscais em debate.” (Irineu)
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    +em: https://oglobo.globo.com/economia/fabio-graner/post/2026/02/governo-avalia-revogar-tarifa-de-importacao-sobre-eletronicos.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde

  41. Miguel José Teixeira

    PeTezuela, “rumu au équiça com ou sem TV maió”!

    “Com 1 milhão de matrículas a menos em um ano, Brasil tem queda de alunos em todas as etapas, indica Censo Escolar”
    – Dados divulgados nesta quinta-feira apontam que o ensino médio do país computou, em 2025, o menor número de estudantes do século.
    (Por O Globo — Rio de Janeiro, 26/02/26)
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    “O Censo Escolar 2025 revela queda de mais de 1 milhão de matrículas na educação básica no Brasil, atingindo o menor nível do século. A redução é observada em todas as etapas, com destaque no ensino médio, que perdeu 419 mil alunos em um ano. Especialistas apontam como causas a diminuição da população em idade escolar e a redução da repetência. Além disso, há desafios na Educação de Jovens e Adultos (EJA) e na oferta de creches.” (Irineu)
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    +em: https://oglobo.globo.com/brasil/educacao/noticia/2026/02/26/com-1-milhao-de-matriculas-a-menos-em-um-ano-brasil-tem-queda-de-alunos-em-todas-as-etapas-indica-censo-escolar.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde

  42. Miguel José Teixeira

    “Alcolumbre demonstra insatisfação e não atende governo”
    – Presidente do Senado deixa caducar MP dos datacenters e ignora ligações de Haddad diante de avanço de investigações do Master.
    (Por Vera Magalhães, O Globo, 26/02/26)
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    “O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, deixou expirar a MP dos datacenters como sinal de insatisfação com o governo Lula. A medida, que buscava incentivar a instalação de datacenters no Brasil, foi ignorada em meio a investigações da PF sobre o caso Master. Alcolumbre não atendeu ligações de Haddad, demonstrando descontentamento com a atuação do governo e as ações policiais sobre o Centrão.” (Irineu)
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    +em: https://oglobo.globo.com/blogs/vera-magalhaes/post/2026/02/alcolumbre-demonstra-insatisfacao-e-nao-atende-governo.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde

  43. Miguel José Teixeira

    “Exército promove primeira mulher à patente de general”
    (Por Pâmela Dias, no Blog do Lauro Jardim, O Globo, 26/02/26)

    O Exército Brasileiro vai, enfim, escrever um capítulo inédito em seus quase quatro séculos de história. O Alto-Comando aprovou, em votação secreta, a promoção da coronel médica Cláudia Lima Gusmão Cacho ao generalato.

    Ela será a primeira mulher promovida a oficial-general na história do Exército Brasileiro, após ter seu nome submetido, juntamente com os demais propostos à promoção, ao presidente Lula.

    Pernambucana do Recife, 57 anos e pediatra, Cláudia ingressou na carreira em 1996 e comandou dois hospitais estratégicos da Força: o de Guarnição de Natal e o Militar de Área de Campo Grande.

    A promoção rompe uma barreira histórica em uma instituição que só passou a admitir mulheres em seus quadros permanentes a partir dos anos 1990.

    (Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/lauro-jardim/post/2026/02/exercito-promove-primeira-mulher-a-patente-de-general.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde)

  44. Miguel José Teixeira

    Para que serve mesmo a ALESC?

    “Não foi apenas o fim das cotas: SC soma 271 projetos anti-direitos em 10 anos”
    (Por Ana Carolina Diniz, na Coluna da Miriam Leitão, O Globo, 26/02/26)
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    “Em Santa Catarina, um levantamento revelou 271 projetos considerados “anti-direitos humanos” nos últimos 10 anos, muitos deles inconstitucionais. Coordenado por Rodrigo Sartoti, o estudo destacou a predominância de propostas sobre gênero, censura a professores, vacinação opcional e doutrinação religiosa. Destes, 36% estão em vigor e 11% foram anulados judicialmente. O fim das cotas raciais nas universidades estaduais continua em discussão legal.” (Irineu)
    . . .
    +em: https://oglobo.globo.com/blogs/miriam-leitao/post/2026/02/nao-foi-apenas-o-fim-das-cotas-sc-soma-271-projetos-anti-direitos-em-10-anos.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde

  45. Miguel José Teixeira

    “Resumão, O Globo” (I)
    (Por Gabriel Cariello, 26/02/26)

    TUMULTO NA CPI

    A CPI do INSS aprovou a quebra do sigilo bancário e fiscal (1) de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula, inserido em um pacote de 87 requerimentos. A aprovação de forma simbólica gerou protestos e uma confusão generalizada. Rogério Correia (PT-MG) deu um tapa no rosto de Luiz Lima (Novo-RJ), que reagiu — assista ao vídeo (2). Governistas querem anular a sessão (3). A ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) acusou o presidente da Comissão, Carlos Vianna (PSD-MG), de aplicar um golpe (4) na votação.

    ► O ministro André Mendonça, do STF, autorizou em janeiro (5) a quebra do sigilo do filho de Lula, a pedido da Polícia Federal.

    ► Mendonça desobrigou os irmãos do ministro Dias Toffoli (6) de comparecerem à CPI do Crime Organizado

    (TRPCE)

    (1) https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2026/02/26/cpi-do-inss-aprova-serie-de-quebras-de-sigilo-incluindo-de-lulinha.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde
    (2) https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/02/26/deputado-do-pt-da-tapa-em-parlamentar-do-novo-durante-confusao-na-cpi-do-inss-e-depois-pede-desculpas-veja-o-video.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde
    (3) https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/02/26/randolfe-diz-que-pedir-a-alcolumbre-anulacao-da-sessao-da-cpi-do-inss-que-aprovou-quebra-de-sigilo-de-filho-de-lula.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde
    (4) https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/02/26/gleisi-hoffman-acusa-presidente-da-cpmi-do-inss-de-aplicar-golpe-em-votacao-que-aprovou-quebra-de-sigilo-de-lulinha.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde
    (5) https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/02/26/mendonca-autorizou-quebra-de-sigilo-de-filho-de-lula-antes-de-cpi-apos-pedido-da-pf.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde
    (6) https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2026/02/26/andre-mendonca-irmaos-de-toffoli.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde

  46. Miguel José Teixeira

    “Resumão, O Globo” (II)
    (Por Gabriel Cariello, 26/02/26)

    BICHEIRO PRESO

    O bicheiro Adilsinho (*), patrono do Salgueiro, foi preso (**) em uma mansão em Cabo Frio pelas polícias Federal e Civil do Rio. Após dois meses de monitoramento, ele foi flagrado por um drone no momento em que fazia exercícios — assista ao vídeo (***). Integrante da cúpula do jogo do bicho, Adilsinho é considerado o maior produtor e distribuidor de cigarros falsificados do Rio, com atuação em mais dez estados Ele tinha cinco mandados de prisão preventiva em aberto, quatro por homicídios. “O mais sanguinário do capos” (****), afirmou o superintendente da PF no Rio, delegado Fábio Galvão.

    (TRPCE)

    (*) https://oglobo.globo.com/rio/noticia/2026/02/26/quem-e-adilsinho-bicheiro-e-alvo-de-investigacoes-sobre-cigarro-ilegal-preso-pela-pf.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde
    (**) https://oglobo.globo.com/rio/noticia/2026/02/26/adilsinho-e-preso-pela-pf-e-policia-civil-do-rio.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde
    (***) https://oglobo.globo.com/rio/noticia/2026/02/26/video-imagem-de-drone-mostra-adilsinho-correndo-ao-redor-da-piscina-minutos-antes-de-ser-preso.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde
    (****) https://oglobo.globo.com/rio/noticia/2026/02/26/o-mais-sanguinario-dos-capos-do-jogo-do-bicho-diz-superintendente-da-pf-sobre-adilsinho-preso-em-cabo-frio.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde

  47. Miguel José Teixeira

    “Resumão, O Globo” (III)
    (Por Gabriel Cariello, 26/02/26)

    FOCO NOS ‘PENDURICALHOS’

    Ministros do STF criticaram (*) reservadamente os argumentos de representantes do Judiciário e do Ministério Público no julgamento sobre verbas acima do teto salarial do funcionalismo. Algumas declarações foram vistas como “descoladas”. Uma representante dos magistrados do Trabalho reclamou de gastos próprios “com lanche e café” (**). O STF adiou para 25 de março a sequência do julgamento.

    (TRPCE)

    (*) https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2026/02/26/ministros-do-stf-criticas-julgamento-sobre-teto-do-funcionalismo.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde
    (**) https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/02/26/em-audiencia-sobre-penduricalhos-juiza-critica-falta-de-reajuste-salarial-e-reclama-dos-gastos-proprios-com-lanche-e-cafe.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde
    (***) https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2026/02/26/stf-julgamento-dos-penduricalhos.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde

  48. Miguel José Teixeira

    “Resumão, O Globo” (IV)
    (Por Gabriel Cariello, 26/02/26)

    GOLPES DIGITAIS

    A Meta, dona do Instagram, Facebook e WhatsApp, anunciou que vai à Justiça contra influenciadores brasileiros (*) e de outros países por uso indevido de imagens e voz de celebridades em anúncios de produtos de saúde. Segundo a empresa, os golpistas usam “deepfakes” como isca para fraudes. O médico Drauzio Varella é uma das pessoas usadas nos golpes. “Uma gota d’água em um oceano de estelionato (**) contra a saúde”, afirmou o oncologista ao saber da ação.

    (TRPCE)

    (*) https://oglobo.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2026/02/26/meta-vai-a-justica-contra-brasileiros-por-deepfakes-em-anuncios-com-produtos-fraudulentos-em-saude.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde
    (**) https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/02/26/uma-gota-dagua-em-um-oceano-de-estelionato-contra-a-saude-diz-drauzio-sobre-meta-ir-a-justica-contra-anuncios-que-usam-sua-imagem.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde

  49. Miguel José Teixeira

    “Resumão, O Globo” (V)
    (Por Gabriel Cariello, 26/02/26)

    TRAGÉDIA CLIMÁTICA

    Juiz de Fora (MG) registrou mais oito desabamentos após nova chuva forte, que elevou o Rio Paraibuna à sua cota máxima. O número de mortos em Minas Gerais subiu para 59 (*), enquanto 15 pessoas seguem desaparecidas. O temporal também provocou estragos em municípios do Rio (**). Uma enxurrada destruiu uma ponte e bloqueou estradas no Sana, em Macaé. Três Rios decretou “alerta vermelho”.

    (TRPCE)

    (*) https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2026/02/26/chuvas-em-mg-mortes-sobem-para-59-15-pessoas-seguem-desaparecidas-apos-temporais.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde
    (**) https://oglobo.globo.com/rio/noticia/2026/02/26/chuva-provoca-alagamento-e-destruicao-em-municipios-do-rio-vias-sao-interditadas.ghtml

  50. Miguel José Teixeira

    Matutando sobre a charge. . .

    Portanto, preparemo-nos para o pior.
    A luz que avistamos no fim do túnel
    é uma locomotiva em alta velocidade,
    desgovernada e vindo em nossa direção!
    Se não a descarrilarmos em outubro. . .

  51. Estamos sendo estuprados sem vaselina ou constrangimento .
    E não tem ninguém bonzinho; todos se movem conforme as conveniências.
    Se o povo não se levantar enquanto é tempo, em breve, nãos obrará nem a carcaça.

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