Pesquisar
Close this search box.

O PRIMEIRO ATO DE CIRO COMO PRESIDENTE DA CÂMARA DE GASPAR ESTE ANO FOI AUMENTAR AS DIÁRIAS DOS VEREADORES ENTRE 34 E 61 POR CENTO. O  REAJUSTE AUTOMÁTICO SERIA PELO INPC DO PERÍODO. E DARIA EM TORNO DE 4 POR CENTO. COM SE VÊ EM BRASÍLIA E AQUI, OS POLÍTICOS ESTÃO DISSOCIADOS DA REALIDADE DOS SEUS ELEITORES E ELEITORAS. ZOMBAM E NEM DISFARÇAM ISTO!

Qual foi o primeiro ato do presidente da Câmara de Gaspar – esta é a quarta vez que ele assume a função – do já campeão de diárias por vários anos seguidos – Ciro André Quintino, MDB? Assinar a resolução 01/2026 para aumentar as diárias (lanches, jantares, almoços e hospedagens em Santa Catarina, outros estados e na Capital Federal) dos vereadores neste ano. O aumento real ficou entre 34 a 60 por cento. O reajuste automático seria pelo INPC, em torno de quatro por cento.

Na foto de abertura, Ciro (à esquerda) já estava em Florianópolis mantendo contatos com o presidente do partido, deputado federal licenciado por Jaraguá do Sul e secretário de Agricultura e Abastecimento, Carlos Chiodini, MDB. Ciro rasgou elogios “ao bem receber” do deputado secretário. Só falta ser diferente com o presidente do MDB de Gaspar, presidente da Câmara e seu cabo eleitoral.

Retomando o aumento das diárias.

Na resolução, Ciro diz que aumentar de forma discricionária é uma prerrogativa dele como presidente. E foi o que fez. Ciro peitou sozinho este aumento espantoso nas diárias. E vem mais. Livrou a mesa diretora da Câmara, onde está quem o articulou como presidente mais uma vez no acordo de governabilidade para Paulo Norberto Koerich, PL, o mais longevo dos vereadores, José Hilário Melato, PP. A resolução tem data do dia 12 e começa a valer a partir de fevereiro. 

Não posso deixar passar o tempo e precisava esticar o assunto tão sério. É que escrevi duas pequenas notas no TRAPICHE no artigo do dia 13 NADA MUDOU. TEMPESTADES – MESMO AS MODERADAS – MOSTRAM DUAS FACES DISTINTAS DAS AUTORIDADES DE UM ÚNICO PROBLEMA. AOS PEQUENOS O RIGOR DA LEI. AOS GRANDES, A CONTINUADA COMPLACÊNCIA INSTITUCIONAL DA PREFEITURA DE GASPAR. Logo em seguida a esta publicação, vendo o caso ganhar publicidade, Ciro passou no grupo de mensagens dos vereadores, a informação para que eles acessassem o documento cheio de regrinhas que apenas o enfeitam. No fundo, quase todos comemoraram. Só vão mudar de opinião se houver muita crítica nas redes sociais. Todos apostos que isso será uma “comoção” passageira, como sempre aconteceu em outros casos assemelhados, menos o do Vale Marmita.

Um lanchinho em qualquer cidade catarinense e de outros estados pulou de R$87 para R$120; já na capital federal foi para R$140 aumentando, respectivamente, 38 e 61 por cento. Uau! 

EXAGERO, AFRONTA OU DESPREZO A MAIORIA ELEITORES QUE VIVEM DE SALÁRIO MÍNIMO, INFORMALIDADE E BENEFÍCIOS SOCIAIS?

Agora, leitor e leitora, saia dessa ficção dos nossos políticos e compare com sua vida cotidiana e a sua realidade realidade, em alguns casos, de sobrevivência. O que justifica este aumento tão disparatado diante de uma inflação que medida pelo IBGE e está servindo para corrigir a maioria das coisas, não chegou, oficialmente, a 4,5% no período de 12 meses?

No fundo, guardada as proporções, Ciro e os vereadores de Gaspar – todos quietos , por enquanto – estão contribuindo para o aumento da inflação. 

Se todos pensarem como Ciro e os vereadores de Gaspar aumentarem os preços das coisas entre 34 a 61 por cento, ainda mais adquirindo-os com dinheiro público, vamos passar, facilmente, a Argentina, que está anunciando o controle das contas públicas, com sacrifícios e uma queda vertiginosa da inflação anual para 31,5 por cento, a menor dos últimos oito anos, um abuso originado por políticos populistas, sem noção, dados a descontrole e desperdícios.

Não vou me estender. Estou publicando as duas tabelas dos vereadores – há a dos servidores – para você leitora e leitor comparar: almoço aqui em Santa Catarina um aumento de 39% ( coincidentemente para onde mais se viaja, principalmente Florianópolis), para outros estados 37% e a Capital Federal, 35%. Acima a nova. Abaixo, a que ainda vigora ainda este mês.

Uma diária completa, sem pernoite em Santa Catarina, pode chegar a quase R$600, isto sem contar o motorista, a gasolina, as despesas de estacionamento, as diárias do motorista, bem como do assessor, que quase todos levam para montar espetáculos nas redes sociais, ainda mais em ano eleitoral como é este 2026. Impressionante. Será que eles não enxergam que estão sob o olhar fiscal dos eleitores e eleitoras?

Ciro é o campeão de diárias. Diz-se incomodado e gostaria de ver todos mudos neste assunto. Retruca e justifica que está trazendo nas suas viagens diárias a dois deputados – um estadual e outro federal – a quem é fiel cabo eleitoral por aqui, que está “trazendo recursos para a cidade”. Merrecas, mesmo assim, comparados a que recebe outros municípios do governo do estado e federal ou de vereadores que não tem os mesmos gastos em diárias por aqui.

E quem abriu a fila de diárias neste ano? Bingo. Ciro André Quintino, MDB, Roni Jean Muller, MDB, e a assessora Morgana Ferreira Brinzin.

O CAMPEÃO COMEÇOU COM GOL CONTRA E JÁ CORREU PARA O ABRAÇO

Só para lembrar. No ano passado, a Câmara renovou o seu sucessivo recorde em diárias – que que parece se tornou algo a mais da verba de representação política depois que o seu ex-presidente, Alexsandro Burnier, PL, tentou criar o Vale Marmita para os vereadores e não foi bem sucedido diante das críticas e desgastes de várias lideranças da cidade. Teve que voltar atrás. Jura que foi mal compreendido. Na verdade, deixaram-lhe com o pincel na mão. Com Ciro e Melato na boleia, este aumento espantoso das diárias o buraco é mais embaixo.

No ano passado foram pagas R$212.464 em diárias. E os vereadores campeões foram: Ciro com R$22.095, Alexsandro com R$21.281, Roni com R$18.685 e Mara Lúcia Xavier da Costa dos Santos, PP, com R$15.752.

A pergunta final e que não quer calar é: qual dos restaurantes regulares em Gaspar que em um ano aumentou o seu cardápio entre 34 e 60 por cento? Qual das empresas de Gaspar, pagadoras de cada vez mais altos pesados impostos on line, autorizou o reajuste de diárias para seus diretores e empregados entre 34 e 60 por cento? 

Se os vereadores – alguns se ensaiando candidatos no próximo outubro e outros comprometidos como cabos eleitorais – fazem isso, em pleno ano eleitoral, é porque sabem que os que votam neles nasceram para serem burros de cargas. E a imprensa local e regional muda.

E para disfarçar, criam sucessivas cortinas de fumaças como mudanças, direita, esquerda, Bolsonaro, Lula, Venezuela, Trump e tantas outras distrações ue não tem nada a ver como as nossas mal resolvidas roubadas para tudo ficar pior do que está e nada mudar ou pelo menos ficar mais transparente. Muda, Gaspar!

TRAPICHE

No dia cinco de dezembro, ou seja, mais de um mês, o vereador Dionísio Luiz Bertoldi, no seu requerimento 204/2025 requereu à Mesa Diretora da Cãmara, esclarecimentos acerca de denúncia de superfaturamento em contrato no âmbito da CPI da Roçada. Ele está esperando. O requerimento foi providencialmente arquivado no dia 17 de dezembro pelo ex-presidente da Casa, Alexsandro Burnier, PL.

Quem era o presidente da CPI da Roçada? O atual presidente da Câmara, Ciro André Quintino, MDB. Há quem diga que haverá desdobramentos. Qual mesmo é a razão para não matar a cobra e mostrar a cabeça dela para quem lançou dúvidas sobre a CPI que apurava fatos similares na secretaria de Obras e Serviços Urbanos do governo de Kleber Edson Wan Dall, MDB?

Qual a terceira resolução assinada ontem, dia 14 de janeiro, por Ciro André Quintino, MDB? Concede antecipação da gratificação anual a uma servidora da Câmara. Nada ilegal. Mas, quem na iniciativa privada ainda na primeira quinzena já recebe parte do 13º?

Pois é. Quem é leitor ou leitora daqui, sabia do perigo. Todos viam, menos os técnicos da prefeitura. Quando o pessoal do Samae e da prefeitura chegaram à ponte da Sociedade Alvorada viram o tamanho do problema (foto ao lado).

Ele não nasceu nas enxurradas deste ano.

O problema é tão grave, que de parcial, a pista no local foi interditada totalmente, não só para facilitar os trabalhos de recuperação, mas para a segurança de passantes e dos trabalhadores. Muda, Gaspar!

Compartilhe esse post:

Facebook
Twitter
WhatsApp
Telegram
LinkedIn
Email

20 comentários em “O PRIMEIRO ATO DE CIRO COMO PRESIDENTE DA CÂMARA DE GASPAR ESTE ANO FOI AUMENTAR AS DIÁRIAS DOS VEREADORES ENTRE 34 E 61 POR CENTO. O  REAJUSTE AUTOMÁTICO SERIA PELO INPC DO PERÍODO. E DARIA EM TORNO DE 4 POR CENTO. COM SE VÊ EM BRASÍLIA E AQUI, OS POLÍTICOS ESTÃO DISSOCIADOS DA REALIDADE DOS SEUS ELEITORES E ELEITORAS. ZOMBAM E NEM DISFARÇAM ISTO!”

  1. Pingback: SEM PAUTA CONHECIDA, CÂMARA SE REUNE PELA PRIMEIRA VEZ ESTE ANO NA TERÇA-FEIRA. A ÚNICA COISA QUE A CIDADE SABE DELA ATÉ AGORA, É O MAGISTRAL AUMENTO DAS DIÁRIAS E COMO OS VEREADORES - DEVIDO À MÁ REPERCUSSÃO - CULPAM OS QUE ESTÃO QUESTIONANDO E

  2. Pingback: QUEM ESTÁ FALTANDO NESTA FOTO "CORTADA" PARA MOSTRAR O ATUAL NÚCLEO DE PODER EM GASPAR NA ASSINATURA DE UM PAPELINHO E QUE ENVOLVE CONHECIMENTO DE ENGENHARIA? O VICE-PREFEITO RODRIGO BOEING ALTHOFF, REPUBLICANOS. ELE É ENGENHEIRO. MAS, SUAS A

  3. Transcrever uma posicão de um amigo:

    Resumindo o salário é R$ 7.000,00

    Mas quer um valor igual ou superior em diárias e demais penduricalhos

    Eles precisam ter em mente
    L egalidade
    I mpessoalidade
    M oralidade
    P ublicidade
    E ficiência
    Dinheiro é do contribuinte, não dos Vereadores.
    Vereador não é Profissão

  4. Pingback: "CIRO JÁ É NOSSO DEPUTADO 2026!" - Olhando a Maré

  5. Canrobert Marcolino

    O “olhar fiscal dos eleitores e eleitoras” é uma bazófia, um engodo.
    Basta reparar nos (re)eleitos.
    Infelizmente, a população merece os representantes que tem.

  6. Pra que serve o Observatório Social criado com tanta pompa em Gaspar?
    Se quiserem começar a prestar o serviço a qual se destina, poderiam investigar os agentes públicos de nossa cidade que se utilizam das diárias para engordar seus ganhos, fica a dica.

    1. Credo. Você acredita mesmo que este Observatório Social de Gaspar vá cumprir a missão dele, se poder, políticos e interesses se misturam com ele?

  7. ESCOLHAS DO PASSADO, por Willian Waack, no jornal O Estado de S. Paulo

    O Brasil tem pouco a dizer e por isso mesmo é pouco ouvido em duas crises atuais que envolvem o País, Venezuela e Irã. A voz sem eco de uma potência média com escassa capacidade de projeção do poder é um fenômeno acentuado por escolhas de um passado não tão distante.

    No caso da Venezuela foram escolhas ideológicas de Lula e sua assessoria internacional. Cuba e o “socialismo do século 21” chavista exerceram sobre o núcleo duro da política externa de Lula um fascínio traduzido em apoio político e econômico – que Maduro, curiosamente, retribuiu com pontapés.

    A perda de liderança brasileira no seu entorno imediato veio sobretudo do antiamericanismo infantil e do clássico erro grosseiro de política externa, que é apegar-se a “amigos” ideológicos. É o preço de se ignorar fundamentos das relações entre países, e a conta mais alta chama-se irrelevância relativa.

    O caso do Irã tem a ver com o mesmo tipo de aposta ideológica, que é apoiar qualquer regime simplesmente pelo fato de ele ser “anti-imperialista”. Condição hoje atendida vagamente pela sigla Brics, no qual a letra “i” é tanto de India quanto Indonésia e o Irã. Ou seja, países com pouco denominador em comum a não ser uma relação especial com a China, a principal potência dirigente do grupo.

    O Brasil não tem muito o que dizer e por isso é pouco ouvido nas crises do Irã e da Venezuela

    Especialmente no complexo conflito do Oriente Médio, no qual o Irã figurou até há pouco tempo como a pedra ancorando o “arco da resistência”, o Brasil exerceu um tipo de indignação seletiva que o levou a silêncios constrangedores diante do que o regime dos aiatolás fez para massacrar protestos populares. Em parte esse tipo de conduta foi mascarado por “necessidades de política comercial” – o Brasil tem exportação relevante de commodities agrícolas para o Irã.

    Em certa medida trocou-se qualquer estratégia consistente de horizonte amplo pela política externa altiva e ativa de mostrar a língua para os “estadunidenses”. E falar grosso em grêmios como a Unasul ou a Celac, organizações que carecem de dentes.

    Lula e sua assessoria internacional jamais tiveram um projeto “de país”, em termos de inserção internacional. Alimentaram sempre o que parecia adequado para um determinado nicho no espectro ideológico. Com a reintrodução da lei da selva, “cortesia” de Donald Trump, da noite para o dia viram-se diante do fato mais básico das relações internacionais: potências não têm amigos, só interesses. E geopolítica manda na economia.

    Fomos chutados de um berço esplêndido diretamente para dentro de um pesadelo.

  8. CRIAÇÃO DO ROLO DO MASTER PRECISOU DE MUITO CRIMINOSO QUE AINDA ESTÁ NO ARMÁRIO, por Vinicius Torre Freire, no jornal Folha de S. Paulo

    Certos negócios do Banco Master e suas ramificações são complicados até para quem trabalha no mercado financeiro. Não se trata aqui de estratégias geniais de investimento, mas de conhecimento técnico de como fazer mágicas e milagres para driblar a regulação, inflar dinheiros ou fazê-los desaparecer em uma cartola.

    Não é coisa de amador pequeno, Quem são? Talvez venhamos a ter algumas respostas, agora que o empresário Nelson Tanure entrou na rede da investigação.

    Algumas fraudes parecem muito grosseiras, pelo que indica a apuração inicial do Banco Central, encaminhada ao Ministério Público e à Polícia Federal. É o caso da invenção de créditos que estavam sendo vendidos ao BRB, o banco estatal do Distrito Federal.

    O Master dizia que tinha direitos a receber, empréstimos, que simplesmente inexistiriam —o banco era uma ficção, pois. Outras, como a engenharia dos fundos, eram complicadas. Exigia especialistas em direito e finança.

    Onde estão essas pessoas ou empresas? Prestam serviços, por assim dizer, para outras bandalheiras? O mercado financeiro está mancomunado até que ponto com essa gente? Por falar em gente esquecida nessa investigação, por que não se fala mais do BRB? Quem estava comprando terrenos na Lua, voluntariamente? A mando de quem? Para benefício de quem?

    Tanure e Daniel Vorcaro, ex-dono do Master, têm participações cruzadas em negócios. Quer dizer, um é ou era dono de parte dos negócios do outro, por vias tortuosas.

    Por exemplo, investindo em um fundo que só tem negócios com a empresa do sócio oculto, por meio de investimentos indiretos, que não caracterizam propriedade de fato, mas “potencial”. Dá algum trabalho inventar essa pirâmide montada em uma ponte móvel sobre o pântano.

    É preciso lembrar também e de novo que um dos três maiores rolos do Master eram empréstimos que o banco fazia a empresas, que colocavam dinheiro em fundos, que investiam em empresas de fantasia ou de ninharia, que por vezes compravam papeis podres superfaturados —a gestora de fundos Reag dirigia o trânsito desse dinheiro.

    Por vezes, o dinheiro pulava de fundo em fundo antes de chegar a uma empresinha dessas ou, por vezes, pagar a compra de CDBs do Master. Por vezes, o próprio banco investia centenas de milhões em empresinhas, como uma clínica médica em Contagem (MG), caso conhecido desde novembro de 2025, ou passava pela Reag antes de ser dirigido a uma loja de armarinhos.

    A ciranda dos fundos é conhecida faz alguns dias. Os detalhes da operação e os destinatários finais do dinheiro, não —podem ser Vorcaro, família, laranjas e poderosos amigos de Vorcaro. A ver o que sai daí, se não abafarem o caso, como estão tentando fazer. Mas há questões gritantes:

    Discutiu-se a atuação do Banco Central na supervisão e na liquidação do Master —enfim, supervisionou, achou fraude grossa e liquidou. Agora, onde estava a Comissão de Valores Mobiliários, a CVM? Ninguém via esse troca-troca de dinheiro nos fundos de Vorcaro?

    Isto posto, como foi possível que existisse algo como a Reag? O que mais tem na Reag, além de negócios de Vorcaro, do PCC, de empresas criminosas do combustível? Alguém está fazendo uma limpa? Quando se puxa uma pena da Reag, sai um avestruz;

    Existem outras Reags? Tem mais gestor administrando dinheiro, negócios e fazendo engenharias do crime? A CVM tem condições técnicas, operacionais e políticas de fazer essa limpa?

  9. Herculano

    Perguntar não ofende?

    Que fim levou a história da compra do terreno da escola?

    A Secretária de Educação já devolveu o dinheiro pago antecipadamente ao empresário amigo dos poderosos….

    Diz-se nos corredores da prefeitura que este negócio mau explicado pode fazer tremer mesas no segundo piso no paço municipal.

    Será?

    1. E a desapropriação do terreno da Olimalhas? Com o metro quadrado mais caro que o terreno da Furb, será que o Alex marmitex não mostrou para o dr. Paulo a avaliação feita pelo Pele Krauss do terreno da Furb?
      Se a prefeitura estava quebrada como se antecipa pagamento sem algum desconto e se fica comprando terras supervalorizadas, ou o prefeito é um Pinóquio ou mau “açeçorado”?

      1. Se o gestor Paulo é mal assessorado, o dia-a-dia não deixa dúvida. O que piora tudo? A sua fama de bom investigador. Ela não foi capaz de separar, até agora, bons assessores de “maus aceçores”. Outra, quem assinou a nomeação de todos eles e possui tinta na caneta para também, por incompetência, tirá-los, é só Paulo. Então, como já se foi um ano do governo, ele é parte do problema e da solução para a qual reluta

  10. MEU SENHOR, QUANTA MENTIRA!

    Sabe quem me escreveu isto, sem apontar a mentira, sem argumento algum, para contestar o artigo sobre o aumento pornográfico das diárias dos vereadores de Gaspar? O bolsonarista, o campeão de votos, o vice-campeão de diárias no ano passado, o vereador tiktoker e ex-presidente da Câmara de Gaspar, Alexsandro Burnier, PL, o inventor do Vale Marmita, que deu o que falar e teve o presidente autor teve que recuar na armação do jabuti que fez no ano passado e que dava reajuste da verba de representação das vossas excelências.

    Esta é a renovação política em Gaspar.

    Então para que não haja dúvida, reproduzo abaixo: a Resolução 001/2026, na íntegra (os quadros comparativos dos vereadores, extraídos de documentos oficiais da Câmara, já estão publicados no próprio artigo). O vereador Alex, como gosta de ser chamado, que já confessou não ter saco para ler documentos e textões, neste caso, sugiro pedir a alguém de confiança dele, para ler e desenhar para ele e assim encontrar as mentiras do artigo.

    Mais, expertos, os que armaram, estão caladinhos ou nem assinaram o documento, mesmo sendo um documento da “Mesa Diretora”.

    DISPÕE SOBRE A CONCESSÃO DE DIÁRIAS A VEREADORES E SERVIDORES E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

    O Presidente da Câmara Municipal de Gaspar, no uso de suas atribuições contidas no artigo 41, incisos V e VI da Lei Orgânica Municipal, bem como no Regimento Interno da Edilidade,

    CONSIDERANDO que a concessão de diárias está regida nesta Casa Legislativa pela Resolução nº 137/2024;
    CONSIDERANDO que se faz necessária a atualização do ato normativo em vigor sobre o tema, notadamente porque não houve nenhuma atualização/correção no ano de 2025;
    CONSIDERANDO que os preços praticados nas capitais estadual e federal para serviços de hotelaria e de alimentação apresentam valores mais elevados do que a maioria das localidades brasileiras, bem como que tais locais concentram a maioria dos deslocamentos funcionais, seja de vereadores, seja de servidores;
    CONSIDERANDO que os valores pagos a título de diária se prestam ainda a pagar despesas relativas a estacionamento, serviços de táxi, transporte público e outros que se fizerem necessários para o cumprimento do objetivo dos deslocamentos funcionais;
    CONSIDERANDO o teor da Instrução Normativa N. TC 33, de 21 de fevereiro de 2024, do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, que “Estabelece critérios para a concessão e para a comprovação da regular aplicação de recursos financeiros concedidos a qualquer título, da elaboração das prestações de contas e providências decorrentes”;
    CONSIDERANDO o teor da Instrução Normativa nº TC 28/2021 (com suas respectivas alterações), do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, que “Institui a versão on-line do Sistema de Fiscalização Integrada de Gestão (e-SFINGE on-line), e dispõe sobre a remessa de dados e informações por meio informatizado”, a qual determinou o envio de informações on-line e de forma diária da execução orçamentária contábil, a partir de 01/01/2022;

    Resolve:
    Art. 1º Os Vereadores e Servidores da Câmara de Vereadores de Gaspar terão direito à percepção de diária, observado o disposto nesta Resolução, sempre que se deslocarem do município a serviço e no cumprimento de determinada incumbência de interesse do Legislativo local, tais como, realização de cursos, participação em congressos, simpósios, seminários, fóruns, palestras, audiências, reuniões de caráter técnico e outras atividades do gênero.
    Art. 2º A solicitação de autorização para deslocamento e consequente direito à diária será formalizada previamente através do preenchimento de ofício contendo as informações do Anexo I – Roteiro de Viagem desta Resolução, e endereçado ao Presidente da Mesa Diretora, contendo os esclarecimentos quanto ao local do destino, data, horário de saída e de retorno, finalidades e demais justificativas que se acharem oportunas e convenientes,principalmente quando o deslocamento ou viagem ocorrer ou se prolongar por dias de final de semana ou feriado.
    § 1º O Presidente da Mesa Diretora deverá deferir ou indeferir o pedido, encaminhando a solicitação imediatamente ao setor contábil para empenhamento prévio, no caso de deferimento.
    § 2º Havendo inconsistência na solicitação de diárias, constatada pelo setor contábil, o solicitante será comunicado, pelo referido setor ou pela Presidência, a fazer novo pedido, devendo obedecer a todas as recomendações sugeridas e as regras previstas nesta Resolução, em especial o prazo estabelecido no artigo 8º desta Resolução.
    Art. 3º A diária, concedida por dia de afastamento, é composta por alimentação e/ou pernoite e destina-se à indenização com despesas relativas à alimentação, pernoite, estacionamento, pedágio, serviços de táxi e transporte público.
    Parágrafo único. Para fins do que dispõe esta Resolução, entende-se por alimentação o lanche, o almoço e o jantar.
    Art. 4º Fica limitada a despesa diária com alimentação a, no máximo, duas espécies, ou seja, lanche e almoço, ou almoço e jantar, ou, ainda, lanche e jantar.
    §1º As modalidades de refeições devem respeitar um intervalo mínimo de 4 (quatro) horas entre si.
    §2º Para que uma refeição seja considerada e/ou computada como jantar, deverá ocorrer após as 18h00min.
    Art. 5º As despesas com passagens, taxa de inscrição em eventos e outras do gênero não estão incluídas no valor da diária, devendo ser pagas pela Câmara de Vereadores de Gaspar de forma separada.
    Art. 6º O pagamento da diária ocorrerá conforme os valores constantes dos Quadros I e II dos Anexos II e III desta Resolução, sendo necessária a observância da distinção entre as diárias destinadas aos vereadores e a aquelas destinadas aos servidores.
    § 1º Os valores constantes dos Quadros I e II dos Anexos II e III desta Resolução serão reajustados, independentemente de novo ato da Presidência, em 1º de fevereiro de cada ano, observada, no mínimo, a variação acumulada do INPC/IBGE (Índice Nacional de Preços ao Consumidor/Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) entre os meses de janeiro a dezembro do ano anterior.
    § 2º Reajustados os valores constantes dos Quadros I e II dos Anexos II e III desta Resolução, serão desprezadas as casas decimais após a vírgula para efeito de pagamento.
    § 3º A Presidência, através de nova Resolução, poderá fixar outros valores para as despesas estabelecidas nos Quadros I e II dos Anexos II e III desta Resolução, ficando estes novos valores sujeitos a reajustes na forma dos §§ 1º e 2º deste artigo.
    Art. 7º Não será concedida diária quando as despesas com alimentação e pernoite estiverem compreendidas no custo da passagem.
    Art. 8º A diária, destinada também para o deslocamento do Vereador ou Servidor, deverá ser autorizada pela Presidência com antecedência de até 24 (vinte e quatro) horas da viagem, para possibilitar a realização tempestiva do empenhamento contábil.
    Parágrafo único. As diárias concedidas para deslocamentos e/ou viagens com duração igual ou superior a dois dias poderão ter seu valor pago com antecedência do início da viagem.
    Art. 9º O beneficiário da diária, quando retornar, deverá, em até 48 (quarenta e oito) horas, entregar no setor contábil da Câmara de Vereadores de Gaspar os documentos originais comprobatórios do uso da diária de forma específica para cada despesa indicada no artigo 3º desta Resolução.
    Art. 10. Ficam os Vereadores e Servidores da Câmara de Vereadores de Gaspar obrigados a comprovarem o deslocamento, a estada no local de destino e o cumprimento do objetivo da viagem através dos seguintes documentos:
    I – do deslocamento:
    a) ordem de tráfego e autorização para uso de veículo, em caso de viagem com veículo oficial;
    b) bilhete de passagem, se o meio de transporte utilizado for o coletivo;
    c) comprovante de embarque, em se tratando de transporte aéreo.
    II – da estada no local de destino, quaisquer dos documentos abaixo:
    a) nota fiscal de hospedagem;
    b) nota fiscal de alimentação;
    c) nota de abastecimento de veículo oficial, no caso de motorista;
    d) outros documentos idôneos capazes de comprovar a estada.
    III – do cumprimento do objetivo da viagem:
    a) fotocópia de ata de presença em reunião ou missão;
    b) ofício de apresentação com o ciente da autoridade competente, quando se tratar de inspeção, auditoria ou similares;
    c) declaração de agente público, quando se tratar de visita a entidades e órgãos públicos;
    d) lista de frequência ou certificado, quando se tratar de participação em evento ou atividade de capacitação ou formação profissional;
    e) outros documentos capazes de comprovar o cumprimento do objetivo da viagem.
    Parágrafo único. O comprovante da estada deverá conter discriminação de quantos dias o Vereador ou Servidor esteve em deslocamento ou viagem.
    Art. 11. O beneficiário é obrigado a restituir integralmente à Câmara de Vereadores de Gaspar as diárias consideradas indevidas, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas úteis da sua notificação, sem prejuízo da competente apuração de responsabilidades.
    Art. 12. No caso de retorno antecipado ou se, por qualquer circunstância, não tiver sido realizada a viagem, o beneficiário restituirá o saldo ou a totalidade das diárias no prazo de até 48 (quarenta e oito) horas úteis após o retorno ou da data em que deveria ter ocorrido a viagem não realizada.
    Parágrafo único. Nos casos em que a realização da diária não venha a ser concretizada, o solicitante deverá comunicar por escrito o setor contábil da Casa de Leis.
    Art. 13. Não será autorizado o deslocamento do Vereador ou Servidor quando não houver disponibilidade financeira e orçamentária para o pagamento das diárias.
    Art. 14. As despesas decorrentes da presente Resolução correrão por conta do orçamento vigente da Câmara de Vereadores de Gaspar.
    Art. 15. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
    Art. 16. Fica revogada a Resolução nº 137/2024, com todas as suas alterações.
    Câmara Municipal de Gaspar.
    CIRO ANDRE QUINTINO
    Presidente

  11. CIRO JÁ É NOSSO DEPUTADO 2026!!!

    Li a coluna Olhando a Maré e confesso que fiquei espantado com a implicância do Herculano com o nosso Vereador Ciro Quintino.

    TOTALMENTE INJUSTA! O homem mal sentou na cadeira de presidente da Câmara e já mostrou serviço.
    Aumentar as diárias dos vereadores é um gesto de sensibilidade rara.
    Pensar primeiro nos seus exige caráter.
    Ou, no mínimo, método.

    PARABÉNS, CIRO. Elogio sincero.
    Em tempos difíceis, proteger o próprio grupo é sinal de liderança.
    Um verdadeiro soldado em campo, garantindo moral alta da tropa.
    Sim, a guerra é paga com dinheiro público, imposto suado, mas não vamos estragar o elogio com detalhes contábeis.

    Quando digo no título, que ele já é nosso deputado, não é cargo, é postura.
    É a escola de Brasília aplicada em escala municipal.
    Alguém já viu deputado criando lei para facilitar a vida de quem produz, trabalha e paga imposto? Pois é.
    Ciro não inventou nada. Apenas seguiu o manual.
    Se o benefício ficar restrito aos vereadores, é porque alguém precisa ser prioridade. E nunca foi o cidadão comum.

    O exemplo de Brasília ajuda. Nunca se arrecadou tanto.
    Imposto subindo, Estado engordando, e ainda tem trabalhador defendendo isso com entusiasmo.
    E não para por aí. Tem empresário aplaudindo. Empresários no plural. Gente que vive de mercado, mas pensa como sindicato.
    O melhor exemplo é o vereador Dionísio, do PT. Empreendedor, articulado, discurso afiado.
    Só não larga as velhas narrativas da esquerda, nem os vícios de sempre.
    Vive do mercado, mas defende ideologia como se o lucro fosse pecado. Claro, só para os outros.

    Então está tudo em ordem. As pessoas certas, nos lugares certos, legislando para os interesses certos.
    Ciro cumpre com excelência o papel de vereador-presidente que entende o jogo e joga para vencer.
    Não é sobre cargo maior. É o mesmo comportamento pequeno, só bem treinado.

    Gaspar não vive uma crise política.
    Vive um plano de carreira.

    1. Caro Cornélius

      Esta sua observação, lembra-me de algo muito parecido que o então novato, aliás, a única vez que foi eleito, apesar da fama e das muitas tentativas, Marcelo de Souza Brick, então no PSD.

      Por acerto feito com o PT, em minoria, ele se tornou presidente da Câmara. E quem mandava nela – mesmo quando não presidente – já naquela época, era José Hilário Melato, PP, um dos autores daquele acerto com o PT.

      Quando Marcelo ensaiou questionar se uma decisão semelhante a de Ciro que botava mais dinheiro nos bolsos dos futuros vereadores e que isso, levado a público, como deve ser, poderia gerar alguma repercussão na cidade contra a popularidade dos vereadores e dele Marcelo, ouviu na lata de Melato: “você foi eleito por nós para ser o presidente da Câmara. Presidente da Câmara defende os vereadores e não o povo”. Dito e feito. Marcelo compreendeu, finalmente, a diferença. Ciro, é PHd neste assunto.

      Obrigado pela leitura, colaboração e compreensão.

  12. A imprensa é culpada. Deixou-se cooptar por ideologias e em alguns momentos se tornou ativista, coisa sem crédito das redes sociais e onde isto é permitido. Quando faz um trabalho de repercussão, como o do caso Master, a imprensa e seus jornalistas percebem que estão encurralados com as instituições fingidas de democracia e nela, a liberdade de expressão e investigações estão também comprometidas ou sequestradas por salvadores da pátria. Resumindo: não tem mais a quem recorrer – não por proteção, mas por Justiça na própria jurisdição. Resta então, queixar-se.

    2026 E O GRANDE TESTE PARA A IMPRENSA, por Vera Magalhães, no jornal O Globo

    Em 2026, enquanto o Brasil se prepara para mais uma eleição presidencial em ambiente de alta polarização e o mundo assiste perplexo ao embaralhamento da ordem multipolar por parte de Donald Trump, o jornalismo atravessa um dos momentos mais desafiadores de sua história recente. Não se trata apenas de uma revolução do modelo econômico ou tecnológica. É uma disputa aberta pela credibilidade da informação, com impacto direto na preservação da democracia.

    O mais recente relatório do Instituto Reuters para o Estudo do Jornalismo, elaborado com base em entrevistas com 280 executivos de mídia em 51 países, revela um dado eloquente: neste ano apenas 38% dizem estar confiantes no futuro do jornalismo, queda acentuada em relação a 2022. O pessimismo não surge do nada. Reflete um ambiente em que a confiança nas instituições jornalísticas continua em declínio, enquanto ataques políticos populistas de diferentes lados do espectro ideológico à imprensa se consolidam como estratégia deliberada.

    No Brasil, a tática é conhecida. A desqualificação sistemática do jornalismo profissional, tratado como inimigo, partido ou ator político ilegítimo, tornou-se parte do repertório eleitoral há décadas, com ênfase dramática a partir da ascensão do bolsonarismo, mas não restrita a ele, como mostra a recente onda de ataques a jornalistas vindos da esquerda em virtude das investigações das relações entre o Judiciário e o Banco Master.

    O objetivo não é rebater reportagens, mas minar a própria ideia de que fatos existem e são passíveis de apuração jornalística. Quando tudo vira “narrativa”, a verdade perde valor, e o consumidor de informação (eleitor) perde referência.

    Esse cenário se agrava com outro dado destacado pelo relatório: o afastamento cada vez maior dos jovens das notícias. Uma parcela crescente das novas gerações evita ativamente o noticiário tradicional e se informa por vídeos curtos, influenciadores e plataformas cujo critério principal é engajamento, não verificação. Não é desinteresse pela política, mas rejeição a formatos, linguagens e marcas que não dialogam com sua experiência digital. Em ano eleitoral, isso significa uma campanha disputada em ambiente opaco, pouco ou nada regulado e altamente suscetível à desinformação.

    A tudo isso soma-se a rápida mudança do modelo de negócios de mídia. O relatório aponta que ferramentas baseadas em inteligência artificial e sistemas de resposta automática já provocam queda média de 33% no tráfego vindo de mecanismos de busca, com projeção de até 43% nos próximos três anos.

    O mesmo estudo que descreve esse quadro pessimista aponta os caminhos para a reação do jornalismo. Diante do esgotamento da lógica do clique, cresce entre os veículos a aposta em conteúdo exclusivo, análise qualificada, jornalismo investigativo e reportagens de impacto, capazes de gerar valor para o leitor e reconstruir a confiança. A lógica deixa de ser volume e passa a ser relevância. Isso fez a diferença, aqui e no mundo, durante a pandemia de Covid-19, quando a imprensa foi fundamental ao enfrentar o negacionismo de líderes políticos e veicular as orientações da ciência.

    Essa resiliência será crucial no Brasil, às vésperas de uma eleição decisiva. Em meio a ruído, manipulação e ataques a profissionais, o jornalismo que apura, contextualiza e explica pode não dominar os algoritmos, mas ainda é o que faz a diferença no debate público.

    O relatório do Instituto Reuters mostra que cresce a percepção, entre editores, de que a melhor estratégia para o jornalismo é reafirmar sua função pública e usar a seu favor a ainda incipiente revolução tecnológica provocada pela IA generativa.

    Se, na cobertura eleitoral, a imprensa conseguir transformar desconfiança em credibilidade e dispersão em contexto, navegando em meio à polarização, terá cumprido um papel que nenhuma tecnologia é capaz de substituir. Um teste não só para nós, mas para a própria democracia.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Não é permitido essa ação.