O maluco e Republicano Donald Trump traiu, na cara dura, seus aliados na Europa pelo diesel. Ele está escasso no mundo – inclusive no Brasil onde temos petreólo bruto sendo exportado – devido aos bombardeios ucranianos nas refinarias russas. No fundo Trump sabe o que faz. Ele está salvando a pele dele. Ela está assando nas eleições intermediárias deste frio novembro. As pesquisas mostram um desastre contra os Republicanos.
É que a guerra, também à revelia da estratégia e erradamente para única demonstração equivocada de poder absoluto no Oriente Médio, fez explodir os preços do petróleo, trouxe escassez de diesel importado nos Estados Unidos e à perda da popularidade, traduzida em sumiço dos votos dos Republicanos.
No Brasil, a partir da abertura das urnas no domingo dia 25, saberemos o caro preço desta loucura e conta que Luiz Inácio Lula da Silva, o PT e a esquerda do atraso represaram para ganhar esta eleição a qualquer custo e narrativas irresponsáveis. Subsidiaram os combustíveis para manter a população calma e a inflação sob controle. Com isso aumentou-se ainda mais a dívida pública e se está repassando prejuízos para Petrobrás. Depois da eleições, parte desta irresponsabilidade fiscal e de gestão temerária para se reeleger irá direto para as bombas, a inflação e contra a recuperação da economia brasileira. Trump faz o diabo para continuar no poder. Lula também. E nenhum dos dois quer ambos no poder. (by Herculano).
5 comentários em “ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CDXCIV”
Então, lulampião está
eleito por um quarteirão!
> Ato de Flávio ocupa 6 quarteirões da Paulista, 1 a menos que Lula…
+em: https://www.poder360.com.br/poder-eleicoes-2026/ato-de-flavio-ocupa-6-quarteiroes-da-paulista-1-a-menos-que-lula/
Ué. . .
Desde quando quarteirões votam?
> A armadilha da covardia calculada de Flávio
– A economia brasileira precisa voltar aos trilhos, e a falta de convicção da alternativa ao irresponsável Lula é um péssimo sinal
(Por Rodolfo Borges, OA, 18/10/26)
O último suspiro da desesperada campanha de Lula (PT) para permanecer no poder impôs ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ, foto) um grande constrangimento. Após dizer, com razão, que o fim da escala de trabalho 6×1 era uma medida irresponsável e eleitoreira, o candidato à Presidência da República votou a favor da mudança na Constituição, para evitar perda eleitoral.
Flávio justificou a mudança de posição dizendo que rodou o Brasil nas últimas semanas e ouviu da população apoio à redução da jornada de trabalho. Mas ele e Lula sabem que a mudança muito dificilmente terá esse efeito, e, se tiver, será às custas de empregos e negócios que sumirão.
Na sabatina da TV Globo (*), o filho 01 de Jair Bolsonaro também negou que vá deixar de reajustar o salário mínimo acima da inflação e que pretenda desvincular o percentual de reajuste do mínimo do usado para corrigir o valor das aposentadorias ou eliminar os pisos dos gastos com saúde e educação.
As perguntas sobre esses assuntos foram feitas porque é consenso entre os economistas que essas medidas fazem parte do ajuste fiscal pelo qual o país terá de passar após mais um governo irresponsável de Lula, que acelerou os disparates econômicos ao longo da campanha.
“Tirar o Lula”
Flávio se limitou a dizer que “o maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer é tirar o Lula” do poder.
Isso não é de todo mentira, e o resultado do primeiro turno deixou isso claro, com sinalizações positivas dos índices e dos agentes econômicos após a alternativa ao petista terminar na frente.
Mas a economia brasileira precisa voltar aos trilhos, e a falta de convicção do provável futuro presidente é um péssimo sinal. No melhor dos cenários para o país, ensaia-se um estelionato eleitoral, que dificultaria o ajuste das contas do governo. No pior, não fará diferença tirar Lula do poder, e a irresponsabilidade fiscal se perpetuará por pelo menos mais quatro anos.
O melhor que Flávio poderia entregar ao Brasil é o que Lula negou: estabilidade econômica. Sem convicção sobre isso – ao contrário, por exemplo, do que fez Javier Milei na Argentina –, ele poderá até conseguir se eleger, mas não terá muito a oferecer ao país.
(Fonte: https://oantagonista.com.br/analise/a-armadilha-da-covardia-calculada-de-flavio/)
(*) Flávio diz que maior ajuste fiscal do Brasil é a derrota de Lula
– Em entrevista à Globo, candidato acusa presidente de “terrorismo”, rejeita medidas ventiladas por assessores e não detalha corte de R$ 200 bi
+em: https://oantagonista.com.br/brasil/flavio-diz-que-maior-ajuste-fiscal-do-brasil-e-a-derrota-de-lula/
e+:
> O mercado comprou Flávio. Qual Flávio?
– Perspectiva de vitória do opositor de Lula provocou reação forte e rara no câmbio, nos juros e na bolsa
+em: https://oantagonista.com.br/oraculo/o-mercado-comprou-flavio-qual-flavio/#
>> Flávio não será eleito para fazer um novo governo Bolsonaro
– Presidentes brasileiros têm lido errado o recado das urnas desde pelo menos 2010, e pagaram o preço por isso ao longo dos mandatos
+em: https://oantagonista.com.br/analise/flavio-nao-sera-eleito-para-fazer-um-novo-governo-bolsonaro/
>>> Vídeo: O debate ameaçado
em: https://www.youtube.com/watch?v=4v3C-VpMtUQ
> “Evangélico continua tratado como charlatão ou coitadinho pela esquerda intelectual”, diz Spyer
‘Bom dia, boa tarde, boa noite, a depender da hora em que você abriu esse e-mail.
Sou o editor de Política e Brasil do GLOBO e nessa newsletter você encontra análises, bastidores e conteúdos relevantes do noticiário político. ‘
(Thiago Prado)
A disputa entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) chega na última semana de campanha indefinida, mas já é possível ter uma certeza sobre o resultado do próximo domingo: mais uma vez, a direita terá o dobro de votos que a esquerda entre os evangélicos — resultado que se repetiu em 2018 e 2022, quando quem estava concorrendo era o ex-presidente Jair Bolsonaro. Na pesquisa Quaest da semana passada, Flávio chegou a 60% das intenções de voto no segmento contra apenas 28% do petista.
O antropólogo Juliano Spyer está lançando “O Brasil dos Evangélicos: o que o crescimento pentecostal significa para o país” (*), livro em que reflete sobre a dificuldade da esquerda e parte da elite intelectual de compreender e se comunicar com o público que frequenta as igrejas brasileiras. É a terceira obra de Spyer que se dedica a estudar o segmento. Em 2020, já havia lançado “Povo de Deus: quem são os evangélicos e por que eles importam” (**) e, no ano passado, “Crentes: pequeno manual sobre um grande fenômeno” (***). Abaixo, os principais trechos da conversa para a newsletter “Jogo Político”.
> Por que mais uma vez a direita vai ganhar de lavada da esquerda na corrida presidencial entre os evangélicos?
Aquele desfile da Acadêmicos de Niterói homenageando o Lula com a ala “Família em Conserva” do início do ano foi simbólico para revelar uma incompatibilidade de hábitos e costumes. Ali, ampliou-se a sensação de antagonismo entre identidade religiosa e posição política. A verdade é que para uma esquerda intelectual brasileira o evangélico ou é um charlatão ou um coitadinho. Ou alguém mal-intencionado ou uma pessoa que estudou pouco. Paralelo a isso, houve uma habilidade desenvolvida pela direita na última década para dialogar com esse público.
>> Vamos aprofundar mais os deméritos da esquerda para depois falar das virtudes da direita. Embora haja de fato preconceito, também não é verdade que agendas de defesa da mulher e do público LGBT não acabam muitas vezes se chocando com valores pregados em determinadas igrejas?
Sim, estamos diante de um quadro ambivalente. Não acho que tudo seja demérito ou incompetência da esquerda. Há limitações, reconheço. A igreja evangélica é muitas coisas ao mesmo tempo. A conversão melhora a vida dos brasileiros pobres, oferecendo um ambiente protegido para momentos de crise e privação. As igrejas ajudam no combate ao alcoolismo, melhoram a escolaridade das pessoas ao estimular a leitura e promover até cursos de alfabetização de adultos, entre inúmeras outras iniciativas. Mas igrejas também provocam sofrimento. Em muitos casos, aconselham-se as esposas a não romper o casamento com um homem abusivo. E há adolescentes sendo ensinados que Deus condena ao inferno quem não é heterossexual.
>>> Então seguirei na provocação. Os críticos que sugerem um diálogo maior com os evangélicos na verdade não estão querendo que a esquerda deixe de ser esquerda?
Não. É tudo sobre como se colocar no debate. Vou dar um exemplo de como dialogar em temas delicados dentro do segmento. Em maio, viralizou um vídeo da pastora Helena Raquel no Congresso dos Gideões, em Santa Catarina, um dos maiores do Brasil entre os evangélicos. Usando a linguagem dos fiéis, atenta a referências bíblicas, ela orientou mulheres a buscar a delegacia ao invés de orar pelos companheiros agressores. Tem gente na esquerda no Brasil e no mundo que já entendeu isso. A católica Tabata Amaral (PSB) e o evangélico Pastor Henrique Vieira (PSOL) falam de temas complexos não usando apenas o idioma progressista. Usam o idioma bíblico. O democrata James Talarico, no Texas (EUA), faz o mesmo. A saída está aí.
>>>> Então, partindo dessa premissa, há um erro de comunicação da esquerda. Mas as cartas aos evangélicos do presidente Lula que aparecem de quatro em quatro anos funcionam?
Soa oportunista e não vejo possibilidade de ter impacto. Um pastor usou uma boa expressão comigo outro dia: parece que querem usar uma aspirina para tratar de um tumor. Deixa eu te dar outro exemplo de algo de baixa compreensão: uma amiga minha evangélica é mãe de uma criança de seis anos e estávamos conversando sobre o que ela quer para a filha. Por incrível que pareça, estar no céu é mais prioridade do que ter uma roupa melhor. E eu acho que a esquerda não trata com seriedade esse tipo de aspiração de parte relevante da sociedade brasileira.
>>>>> No seu livro, o senhor pega emprestada a expressão ‘antipetismo pentecostal’ do cientista político Victor Araújo. Esse sentimento, contudo, nem sempre existiu nos governos Lula e Dilma Rousseff. O que aconteceu para haver a mudança?
Olha, no meu trabalho de campo, pude conviver com evangélicos na Bahia que, em 2013, eram petistas e marineiros (referência a simpatizantes da ex-ministra Marina Silva, candidata à Presidência em 2010 e 2014). Mesmo beneficiados por políticas públicas do governo federal em bolsões de pobreza, muitos deles acabaram virando bolsonaristas com o tempo e aí está a segunda parte da minha resposta no início. Nasceu a habilidade do bolsonarismo de lidar com o segmento, em especial algumas figuras como a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Ela, o deputado federal Nikolas Ferreira, o governador Tarcísio de Freitas e outros estão semanalmente nas igrejas. Discursam e sabem citar versículos de cabeça. Já o PT lembra do assunto a cada quatro anos nas eleições. Quem quer falar com evangélicos sem saber corre o risco de passar vergonha. Falar rezar ao invés de orar, enfim, não respeitar as sutilezas da linguagem. Acaba sendo ridículo.
>>>>>> Como o senhor vê igrejas tradicionais como Assembleia de Deus, Universal e Internacional da Graça não conseguindo eleger representantes, e o PL batendo recordes de votação?
Vejo duas razões. As lideranças mais antigas estão sendo vítimas das redes sociais. A concorrência aumentou e há mais maneiras de se conectar com o segmento. Além disso, há uma saturação do público das igrejas de fazer o que o pastor quer. A pesquisa Quaest que O GLOBO publicou durante a campanha mostrou isso (o levantamento apontou que oito em cada dez brasileiros rejeitam a política dentro da igreja). O fiel até ouve quem o pastor indica, mas vai lá, exerce o direito do voto secreto, e escolhe outro no dia da eleição.
>>>>>>> Será que esse cansaço com a politização dos cultos está por trás do crescimento abaixo do esperado dos evangélicos no Censo 2022 (O IBGE apontou que o segmento representa 26,9% da população; havia a estimativa de que o índice chegaria ao patamar de 30%)?
Há, sim, a hipótese colocada em cima desse excesso de exposição, mas também de uma resistência maior do catolicismo do que se esperava mesmo ainda tendo muitos não-praticantes.
>>>>>>>> Na série que estou fazendo com lideranças evangélicas na newsletter, os apóstolos Estevam Hernandes e César Augusto e o Bispo Robson Rodovalho admitiram que é difícil projetar o segmento evangélico nas próximas décadas devido à pulverização grande em curso, com novas igrejas e influenciadores. Como vê o fenômeno?
Existe um problema de sucessão nas grandes igrejas sim. A nova geração não se preparou para herdar as denominações de líderes do passado e as referências vão mudando. Agora, há também um aspecto natural do protestantismo. Ele é plástico por natureza. As pessoas vão sendo estimuladas a ler a Bíblia e interpretá-la de maneira diferente. Nos anos 90, um pastor que se separava não tinha mais lugar em uma igreja. Agora, já há vários que se mantêm mesmo depois do terceiro divórcio.
>>>>>>>>> Não acha que boa parte da responsabilidade pelo preconceito contra evangélicos vem da atuação de figuras polêmicas como Edir Macedo e Silas Malafaia?
De fato, os dois se expuseram muito. Macedo, por ter transformado o seu empreendimento em um grande negócio. Está em 100 países e ficou muito rico. Malafaia, por estar há décadas na TV aberta e ter migrado para a internet. Concorde com ele ou não, é o rosto mais reconhecido do segmento evangélico. Ao mesmo tempo, levou a política às últimas consequências. Nessa eleição, ambos mantiveram uma distância de Flávio assim que saiu o áudio dele com o banqueiro Daniel Vorcaro.
>>>>>>>>>> Foi um momento em que muitos evangélicos ensaiaram abandonar Flávio, mas com o tempo o apoio voltou. Por que o envolvimento com o caso Master deixou de incomodar quem frequenta igreja?
Havia o receio de vazamento de qualquer promiscuidade sexual. Viraram a chave quando o ministro André Mendonça, outra voz reconhecida no segmento, passou a ser atacado por expor o envolvimento do ministro Alexandre de Moraes com Vorcaro. E foi tudo perto do 7 de Setembro. Ali aqueceu a guerra do bem contra o mal e Flávio unificou o apoio nas igrejas.
(TRPCE)
Sugestões do Matuildo:
(*) https://www.amazon.com.br/Brasil-dos-evang%C3%A9licos-crescimento-pentecostal/dp/8542243196
(**) https://www.amazon.com.br/Povo-Deus-quem-evang%C3%A9licos-importam-ebook/dp/B08GM7RLBL
(***) https://www.amazon.com.br/Crentes-Pequeno-manual-grande-fen%C3%B4meno/dp/8501923303
Matutando sobre. . .
>> . . .e hoje, na mídia nacional,
só se fala no conflito entre os $ócio$
PilanTra, PilanTrinha & PilanTrão:
# Amiga de Lulinha afirma que quer fazer delação premiada e chama presidente de mentiroso
– Roberta Luchsinger afirma em entrevista que decide colaborar para não responder sozinha
– Declaração ocorre enquanto três apurações tramitam no STF; filho do presidente tem negado ter
cometido irregularidades
+em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/10/amiga-de-lulinha-afirma-que-quer-fazerdelacao-premiada-e-chama-presidente-de-mentiroso.shtml?
utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsfolha
## Lobista afirma que Lulinha se reunia ‘semanalmente’ com ministros e diz querer fazer delação
premiada
– Roberta Luchsinger atacou presidente, a quem se referiu como ‘mentiroso’, após ser chamada de
‘pilantra’; petista nega ter ‘qualquer interlocução’ com ela
+em: https://oglobo.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/10/17/lobista-afirma-quelulinha-se-reunia-semanalmente-com-ministros-e-diz-querer-fazer-delacao-premiada.ghtml?
li_source=LI&li_medium=news-page-widget
### Em entrevista, Luchsinger lança suspeita sobre acidente de carro da filha
– Se algo acontecer comigo ou com as minhas filhas, a culpa é do Lula”, diz Luchsinger em
entrevista à CNN
+em: https://www.metropoles.com/colunas/andreza-matais/em-entrevista-luchsinger-lancasuspeita-sobre-acidente-de-carro-da-filha
#### Roberta Luchsinger joga tudo no ventilador: ‘Não sou sócia do Lulinha, sou sócia do Lula’
– Lobista se manifestou em entrevista concedida a jornalistas da CNN Brasil.
+em: https://1news.correiobraziliense.com.br/noticia/897921/noticias/roberta-luchsinger-jogatudo-no-ventilador-nao-sou-socia-do-lulinha-sou-socia-do-lula-17102026#google_vignette
##### Sócia de Lulinha diz que Lula é mau-caráter e mentiroso e fará delação premiada: ‘não vou
poupar ninguém’
– “Ele mente em coisas grandes e em coisas pequenas, ele mente o tempo todo”, diz a sócia de
Lulinha sobre o presidente da República
+em: https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/ttc-brasil/socia-de-lulinha-diz-que-lula-ementiroso-e-mau-carater-e-fara-delacao-premiada-nao-vou-poupar-ninguem
###### Amiga de Lulinha quer fazer delação: “Não vou poupar ninguém”
– Roberta Luchsinger chama Lula de mentiroso e fala em incluir presidente e filho em eventual
delação; afirma ainda ter informações sobre ministros e contratos públicos
+em: https://oantagonista.com.br/brasil/amiga-de-lulinha-qur-fazer-delacao-nao-vou-pouparninguem/#google_vignette
####### Lula mente e não pode continuar na Presidência, diz Luchsinger
– Lobista afirma que foi uma das pessoas que mais ajudou o petista quando ele estava preso e que
recebeu em troca ser chamada de “Vorcaro feminino”…
+em: https://www.poder360.com.br/poder-eleicoes-2026/lula-mente-e-nao-pode-continuar-napresidencia-diz-luchsinger/
Pois é. . .
. . .e o hit do dia:
“Chora
Não vou ligar (não vou ligar)
Chegou a hora, vais me pagar
Pode chorar, pode chorar”
. . .
Beth Carvalho: https://www.youtube.com/watch?v=KmUe9VYxJYQ&t=4s
Se o republicano Donald Trump traiu os acordos com a OTAN e deixou a Europa desamparada, saqueou a Venezuela, colocou um vassalo na Colômbia e impôs uma coleira à Argentina, para completar seu plano geopolítico só falta um Bolsonaro na Presidência do Brasil.
Diante desse cenário, como explicar a eleição de Renan o “inimigo da sinapse” e Zanata? Qual é a justificativa?
QUAL FOI O GANHO DA COMUNIDADE GASPARENSE NOS ÚLTIMOS TRÊS MESES?
Vereadores, prefeitos e secretários continuaram recebendo seus salários, pagos com o dinheiro dos impostos da população, enquanto o período eleitoral concentrava suas atenções na busca por votos.
A pergunta é simples e direta: o que a comunidade gasparense ganhou nesse período?
Quais obras avançaram? Quais problemas foram resolvidos? Quais melhorias chegaram à população?
O dinheiro público deve servir ao interesse coletivo, e não ser instrumento de promoção eleitoral.
O cidadão trabalha, paga impostos e tem o direito de cobrar resultados de quem ocupa um cargo público.
Gaspar merece respostas. O povo merece respeito. E o dinheiro público exige responsabilidade.
Não há nada mais generoso do que um povo patrão que paga três meses de salário ao funcionário público para fazer campanha ao seu candidato.
E os problemas que já existiam antes? Esses nem precisam ser retomados. Afinal, o povo esqueceu.