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ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CDXCII

O melhor cabo eleitoral de Flávio Bolsonaro, PL, neste momento é o ministro Alexandre de Moraes e a banda que despreza códigos, leis e jurisprudências, bem como o devido processo legal no STF, montado pelo PT, com aval quase unânime do Senado quando seus nomes foram submetidos ao escrutínio secreto.

Para Moraes e esta banda até um simples, mas desnecessário por serem os homens da aplicação da lei, código de ética, virou blasfêmia entre eles que colocaram os também podres do Executivo e o Legislativo em chantagem permanente para minar qualquer possibilidade de independência dos poderes República. Todos de cócoras às decisões anômalas das peças podres do STF e STE.

Negociar com este ativo tóxico chamado Moraes, como as vezes ensaia Flávio, mas principalmente, Valdemar da Costa Neto, o dono do PL, é flertar e atrair à derrota de Flávio. É o que mais querem PT, Lula e os seus bando de influencers que aos poucos vai se conhecendo a alma de cada um. Moraes não está contido. Neste semana, ao decretar a condenação e prisão de Eduardo Bolsonaro, PL, sinalizou que está aumentando o estoque de bambus. E enquanto houver bambus, haverá flechas. E Edson Fachin, ao negar o acesso de Luiz Fux ao inquérito do interminável do fim do mundo, o da Fake News, mostrou que se não é um dos podres está dominada por pelos donos da Corte Então… (by Herculano).

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8 comentários em “ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CDXCII”

  1. Miguel Jose Teixeira

    “Se-enroscaram-se”
    na fita do fiteiro!

    > Luchsinger cita captação de dinheiro para filme de Lula em governos do PT
    – Em mensagem, lobista Roberta Luchsinger que empresário procurou governos do PT para pedir dinheiro para filme de Oliver Stone sobre Lula
    (Andre Shalders e Andreza Matais, Metrópoles, 10/10/26)

    Em mensagem enviada em abril de 2024, a lobista Roberta Luchsinger disse que um empresário, Marcelo Bittencourt, e um homem chamado Zé estavam tentando captar recursos para o documentário de Oliver Stone em governos estaduais do PT. Na mesma mensagem, Luchsinger diz que “estão captando muito dinheiro usando o nome do presidente. Ele odeia isso”.

    A mensagem de Luchsinger foi enviada ao ex-assessor do senador Weverton Rocha (PDT-MA), Gustavo Gaspar. Os dois tinham um relacionamento amoroso à época.

    “Amor, seguinte … o Fábio (Luís Lula da Silva, o Lulinha) tava agora falando comigo q o Marcelo (Bittencourt, empresário amigo de Roberta) junto do Zé tá indo em todos os estados onde o PT governa pra captar dinheiro pro filme do Oliver Stone …”, diz ela na mensagem.

    “O pai do Fábio (o presidente Lula) achou o filme uma bosta, falou pra eu assistir e depois ir lá falar com ele. Mas q estão captando mto dinheiro usando o nome do presidente. Ele odeia isso. Bom, coisas de Zé .::”, diz o texto.

    Marcelo Bittencourt é um empresário com interesses na área de infraestrutura e amigo de Luchsinger. Ele é casado com Ana Alencar, uma designer de joias amiga de Roberta Luchsinger.

    Nesta sexta-feira, uma reportagem da revista Veja revelou um áudio atribuído ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, em que fala sobre financiamento para o documentário de Oliver Stone sobre Lula. Segundo a reportagem de Veja, o pagamento foi operado por meio do Instituto Lula, a ONG dedicada a preservar o legado do presidente.

    A lobista costumava comprar peças dela para presentear mulheres de autoridades do governo, como a jornalista Nicole Briones, esposa do ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro Marcola.

    Em março de 2024, numa conversa com o próprio Marcelo Bittencourt, Roberta Luchsinger pede que ele envie “alguma coisa de material” para que ela possa dar “uma sondada” com o Governo do Maranhão sobre um possível apoio ao filme. Em resposta, Marcelo diz: “Claro”. “Vou te mandar o que enviei para os outros parceiros”.

    Marcelo, então, envia a Roberta Luchsinger um texto explicativo “sobre a cota do filme”. Segundo a mensagem, um investimento de US$ 300 mi dá direito a “dois ingressos para a estreia que terão 250 pessoas com a presença do presidente (Lula) e do Oliver Stone”.

    Por US$ 500 mil, o patrocinador obtém quatro convites para o mesmo evento no Brasil e mais dois ingressos para o Festival de Cannes, na França, “com a possibilidade de colocar o logo no filme como apoiador”.

    Por US$ 1 milhão, o apoiador conseguiria dois convites para o lançamento em Cannes, em maio daquele ano, e mais quatro ingressos para eventos no Brasil. Também “poderá usar o espaço do lançamento para se colocar como apoiador do projeto”.

    Em julho de 2024, numa conversa com o então embaixador do Brasil na Espanha, Orlando Leite Ribeiro (1), Roberta Luchsinger fala sobre Marcelo Bittencourt para o diplomata.

    “O marido dela é também uma pessoa muito interessante que o senhor irá conhecer. Ele foi o financiador do filme do Olivier (sic) Stone sobre o presidente Lula. São ótimas pessoas”, diz a lobista.

    As mensagens mostram, ainda, que o filho mais velho do presidente Lula, o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, se envolveu na organização do filme. Em março de 2024, ele enviou uma mensagem sobre o assunto no grupo de WhatsApp Musaranhos, mantido por ele, Roberta Luchsinger e Kalil Bittar.

    “É o documentário do Oliver Stone”, diz ele. “Quem ficava trocando cartinha do Oliver e meu pai preso era eu toda quinta feira”, diz Lulinha. “Fazia a ponte com Fernando Morais”, diz ele. O filho do presidente provavelmente se refere ao escritor Fernando Morais, biógrafo de Lula e que atuou como consultor no documentário de Oliver Stone.

    As apurações em torno de Roberta Luchsinger tiveram início em meados do ano passado, com a investigação da chamada “Farra do INSS” — um esquema de descontos ilegais de parcelas das aposentadorias de segurados do INSS. Luchsinger atuou em conjunto com um dos principais investigados, o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS.

    (Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/andreza-matais/filme-de-lula-pediu-dinheiro-a-governos-do-pt-diz-luchsinger-em-mensagem#goog_rewarded)

    (1) Itamaraty mobilizou embaixada para ajudar Lulinha na mudança para Madri. Ouça áudio
    – Mensagens de Luchsinger mostram ex-embaixador Orlando Leite Ribeiro mobilizando aparato do Itamaraty para ajudar filho do presidente Lula
    +em: https://www.metropoles.com/colunas/andreza-matais/itamaraty-mobilizou-embaixada-para-ajudar-lulinha-na-mudanca-para-madri

    e+:

    > Mensagem de Roberta Luchsinger sobre filme de Lula (1)
    em: https://images.metroimg.com/2026/10/1-edit-luchsinger-filme-oliver-stone.png

    >> Mensagem de Roberta Luchsinger sobre filme de Lula (2)
    em: https://images.metroimg.com/2026/10/print-1-jpg.jpeg

    >>> Mensagem de Roberta Luchsinger sobre filme de Lula (3)
    em: https://images.metroimg.com/2026/10/2-edit.png

    >>>> Mensagem de Roberta Luchsinger sobre filme de Lula (4)
    em: https://images.metroimg.com/2026/10/print-2-jpg.jpeg

    “Nunca se vence uma guerra lutando sozinho
    Cê sabe que a gente precisa entrar em contato
    Com toda essa força contida e que vive guardada
    O eco de suas palavras não repercutem em nada”
    . . .
    Raul e “Por quem os sinos dobram”:
    https://www.youtube.com/watch?v=tmsGW2-p6OQ&t=2s

  2. Miguel Jose Teixeira

    > Flávio não será eleito para fazer um novo governo Bolsonaro
    – Presidentes brasileiros têm lido errado o recado das urnas desde pelo menos 2010, e pagaram o preço por isso ao longo dos mandatos
    (Por Rodolfo Borges, OA, 10/10/26)

    Os presidentes eleitos no Brasil têm lido errado o recado das urnas desde pelo menos 2010. Dilma Rousseff pensou que tinha sido eleita naquele ano (na verdade foi Lula), a ponto de partir para a reeleição em 2014, que culminou em seu impeachment dois anos depois.

    Desde a eleição de Jair Bolsonaro, em 2018, os presidentes passaram a ser eleitos no Brasil pela rejeição da outra alternativa. Bolsonaro foi eleito porque Lula estava preso, e o petista se elegeu em 2022 pela ojeriza à condução da pandemia pelo adversário.

    Mas ambos, Lula e Bolsonaro, se comportaram como se tivessem sido aclamados apoteoticamente pelas urnas, e acabaram pagando o preço por isso ao longo de seus mandatos.

    Os bolsonaristas dão alguns sinais, após a expressiva votação do primeiro turno, de que podem enveredar por esse mesmo caminho, e a eleição ainda nem acabou.

    Tirar Bolsonaro da cadeia já será incômodo o bastante para boa parte do eleitorado independente que optou por Flávio Bolsonaro (PL-RJ, ao centro na foto) no primeiro turno, mas o senador e seus aliados nunca esconderam, ao longo da campanha, que o fariam caso fossem escolhidos — e a anulação das condenações de Lula por corrupção amortece o impacto de uma anistia a Bolsonaro.

    Jair 2.0?
    Daí a tentar repetir o governo do ex-presidente condenado por tentativa de golpe de Estado há uma distância muito grande. O governo de Jair foi rejeitado em 2022, contra esse mesmo Lula que agora é rejeitado junto com seus aliados do Supremo Tribunal Federal (STF).

    As especulações sobre o possível Ministério do filho 01 de Bolsonaro, publicadas por O Antagonista (1), incluem o deputado federal cassado Alexandre Ramagem no comando da Polícia Federal, o que nem Bolsonaro conseguiu fazer, por proibição (2) do ministro do STF Alexandre de Moraes, e o deputado federal Mario Frias (PL-SP) na Cultura, o que já não deu muito certo no governo passado, quando ele nem tinha produzido Dark Horse.

    É compreensível que os bolsonaristas queiram prestigiar e até recompensar aliados de trincheira caso retornem ao poder, mas isso terá de ser sopesado, porque evidentemente vai impor custos políticos em um governo que terá problemas o bastante para lidar com as contas públicas destroçadas.

    Uma coisa é o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro ser indicado como embaixador dos Estados Unidos, com menos protagonismo, outra é empossá-lo como chanceler do Brasil.

    Além do mais, hoje o bolsonarismo já reúne muito mais quadros do que tinha em 2019, quando o ex-presidente precisou recorrer aos militares para compor o governo — e o desfecho dessa história fala por si, por mais que os bolsonaristas possam reclamar do julgamento da trama golpista.

    “Conselheiro”
    Flávio tem tomado o cuidado de indicar que seu pai não terá função em um possível novo governo Bolsonaro, e mesmo que não poderá ser candidato em 2030, caso seja aprovado o fim da reeleição, como ele diz que pretende fazer, porque a lei impede candidatura de parentes até terceiro grau.

    “O presidente Bolsonaro nunca me pediu, nunca discutiu o espaço no governo, participar ou não. Eu sempre disse que ele vai ser eternamente o meu professor, é o meu conselheiro, para quem eu sempre vou perguntar alguma coisa”, disse o senador ao contrapor o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, que se referiu a Bolsonaro como “forte candidato” para 2030.

    Coordenador da campanha de Flávio e potencial presidente do Senado ou ministro da Casa Civil num futuro governo, o senador Rogério Marinho (PL-RN) também demonstra que tem noção do desafio, ao indicar veto a radicais na composição do governo.

    Esse discurso é o mínimo para manter a perspectiva de poder conquistada pela família Bolsonaro no primeiro turno. Mas, caso a vitória se confirme, essa moderação terá de se refletir na condução do Palácio do Planalto, sob o risco de o rejeitado pelas urnas em 2030 ser, de novo, o bolsonarismo.

    (Fonte: https://oantagonista.com.br/analise/flavio-nao-sera-eleito-para-fazer-um-novo-governo-bolsonaro/?utm_medium=email&utm_campaign=resumo_da_manha_1010&utm_source=RD+Station)

    (1) Os favoritos para o possível Ministério de Flávio Bolsonaro
    – Roberto Campos Neto é apontado para a Economia, Mário Frias é citado para Cultura; Tereza Cristina para Casa Civil
    +em: https://oantagonista.com.br/brasil/os-favoritos-para-o-possivel-ministerio-de-flavio-bolsonaro/#google_vignette

    (2) URGENTE: Alexandre de Moraes suspende nomeação de Ramagem na PF
    – O ministro Alexandre de Moraes, do STF, acaba de suspender a nomeação de Alexandre Ramagem como diretor-geral da Polícia Federal…
    +em: https://oantagonista.com.br/brasil/urgente-alexandre-de-moraes-suspende-nomeacao-de-ramagem-na-pf/#google_vignette

    e+:

    > Impeachment inegociável
    Vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=osx7WpcDQhs

  3. Miguel Jose Teixeira

    E só porque hoje é sábado. . .
    (Bordão da Blu, nos bons tempos da Radiodifusão Blumenauense)

    > Receita para eleger um Bolsonaro
    – Prometa mais do mesmo, aposte na politização do STF e siga a linha dos identitários
    – Deu no que deu? Culpe a ‘elite de 500 anos’, a ‘classe média fascista’ e a ‘imprensa entreguista’
    (Por Demétrio Magnoli, FSP, 09/10/26)

    1. . Faça como Biden e Kamala: prometa mais do mesmo, a continuidade de um governo mal avaliado. Exiba-se como candidato da ordem, do status quo, forjando alianças com o Centrão de Alcolumbre e Motta. Na véspera do voto, despeje bondades, tratando os cidadãos como néscios: reajuste o Bolsa Família congelado há anos, isente as blusinhas taxadas em nome do equilíbrio concorrencial e proíba as bets acolhidas como fonte de arrecadação tributária.

    2. “Gasto é vida”. Governe sob o dístico de Dilma, insistindo no manual de política econômica lulista: gasto público, crédito e consumo. Amplie a dívida pública em dez pontos percentuais sobre o PIB. Diante do efeito previsível, culpe o BC pela Selic estratosférica. Frente à explosão hemorrágica do endividamento familiar, aplique esparadrapos: expansão do consignado, infinitos programas Desenrola. Empurre o caos para o futuro.

    3. Aposte na politização do STF. Indique atores políticos: agentes do Executivo disfarçados por togas. Firme um pacto com o bloco de juízes alinhado a Alexandre de Moraes. Decida governar sob a proteção deles, renunciando de antemão a alianças destinadas a eleger uma maioria parlamentar democrática. Na hora da crise, quando um holofote ilumina as teias que prendem o juiz redentor a Vorcaro, embarque na manobra de Gilmar e Dino: clame pela investigação de tudo e todos a fim de não investigar ninguém.

    4. Encare Trump como ativo eleitoral, não como líder de uma superpotência que opera para converter a América Latina em esfera de influência. Fale sem parar em soberania nacional e, corretamente, qualifique seu rival como um estafeta da Casa Branca. Mas rejeite qualquer ação retaliatória contra as tarifas arbitrárias impostas pela Casa Branca. Muita retórica, nenhum gesto prático: evite contrariar os interesses dos Joesleys.

    5. Facções? Simule que carecemos de penas mais duras. Envie projetos de lei ao Congresso, imaginando que se combate um poder armado com palavras em documentos oficiais. Não crie uma agência federal de combate às facções, coordenando ações financeiras, policiais, militares e judiciais destinadas a asfixiar o crime organizado. Diante do fracasso, alegue que a segurança pública é atribuição dos estados. No fim, justificadamente, acuse a direita de promover a violência policial arbitrária e inútil – mas, aí, nunca use a palavra Bahia.

    6. Siga a linha dos “progressistas” identitários. Fragmente a sociedade em raças. Frente a deslizamentos de terra que arrastam casas de pobres, denuncie o “racismo ambiental”, não loteamentos irregulares implantados com a anuência de prefeitos e vereadores. Na escola, faça guerra cultural, contrapondo suas bíblias identitárias aos manuais obscurantistas deles. Prometa que, num dia ensolarado, indicará uma mulher-negra para o STF, não um jurista íntegro, de notório saber, de qualquer gênero ou cor. Patrocine cotas para negros, mulheres, trans e etc.: o Centrão jamais votará contra.

    7. Na “guerrilha digital”, incentive o sectarismo da militância. Se alguém não orbita ao seu redor, marque-o com o rótulo “bolsonarista” – e corra para o abraço.

    Ah, já fez isso tudo? Deu no que deu? Culpe a “elite de 500 anos”, a “classe média fascista”, o “pobre de direita”, a “imprensa entreguista”. Esqueça que seu partido governou durante 18 dos últimos 24 anos.

    (Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/demetriomagnoli/2026/10/receita-para-eleger-um-bolsonaro.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newscolunista)

  4. Miguel Jose Teixeira

    . . .e dá-lhe títulos de “dotô onoris causis” (*)
    ao, orgulhosamente, semianalfabeto lulampião!

    > Sem dinheiro para manutenção, federais sofrem para conservar prédios e equipamentos de pesquisa
    – Ministério da Educação diz fazer esforço para recuperar o orçamento das federais desde 2023
    – Reitores e especialistas afirmam que falta orçamento básico para laboratórios e prevenção de incêndios, como o que ocorreu na UFPE
    . . .
    +em:
    https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2026/10/sem-dinheiro-para-manutencao-federais-sofrem-para-conservar-predios-e-equipamentos-de-pesquisa.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsfolha

    e+:

    (*) . . .Universidades Federais:

    Entre as instituições brasileiras que já outorgaram ou entregaram a honraria a ele estão diversas universidades federais — como a Universidade Federal de Viçosa (UFV), a Universidade Federal do ABC (UFABC), a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a Universidade Federal da Bahia (UFBA), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), a Universidade Federal de Sergipe (UFS) e a Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), somando cerca de 9 a 10 federais em levantamentos históricos de veículos de imprensa, embora a contagem exata e atualizada por categoria exata de rede federal varie conforme novos diplomas são entregues.
    . . .
    +em: https://share.google/aimode/lrvKXgipbKZOwtoPf

  5. Miguel Jose Teixeira

    Assim como eu,
    o nobre eleitor gasparense
    é, decididamente, anti corja vermelha!

    Em 2022, lulampíão recebeu m Gaspar 24,7% dos votos válidos.
    Em 2026, 1º turno, apenas 20,7%

    Já o bolsonaro pai,
    em 2022, 68,1% do votos válidos
    O bolsonaro filho,
    em 2026, 1º turno, 71,2%

    Fonte:
    https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/10/flavio-bolsonaro-conquista-714-cidades-que-tiveram-maioria-de-lula-em-2022.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsfolha

  6. Miguel Jose Teixeira

    Das efemérides do dia 10 de outubro
    publicadas no Poder360, extraí:

    > Tritão
    – astrônomo britânico William Lassell (*) (1799-1880) descobre Tritão, maior satélite natural do planeta Netuno.

    e+:

    (*) William Lassell (Bolton, 18 de junho de 1799 — Maidenhead, 5 de outubro de 1880) foi um comerciante e astrônomo inglês. Ele é lembrado por suas melhorias no telescópio refletor e suas descobertas subsequentes de quatro satélites planetários.
    . . .
    +em: https://pt.wikipedia.org/wiki/William_Lassell

    (**) Tritão foi descoberto em 10 de outubro de 1846 pelo astrônomo britânico William Lassell, apenas 17 dias após a descoberta do próprio Netuno.
    Visão geral
    Tritão é a maior das 13 luas de Netuno. Ela é incomum porque é a única lua grande em nosso sistema solar que orbita na direção oposta à rotação de seu planeta — uma órbita retrógrada.

    Os cientistas acreditam que Tritão seja um objeto do Cinturão de Kuiper capturado pela gravidade de Netuno milhões de anos atrás. Ele compartilha muitas semelhanças com Plutão, o mundo mais conhecido do Cinturão de Kuiper.

    Assim como a nossa Lua, Tritão está em rotação síncrona com Netuno — um lado está sempre voltado para o planeta. Mas, devido à sua inclinação orbital incomum, ambas as regiões polares se revezam em relação ao Sol.
    . . .
    +em: https://science.nasa.gov/neptune/moons/triton/

    (***) Netuno (português brasileiro) ou Neptuno (português europeu) é o oitavo planeta do Sistema Solar, o último a partir do Sol desde a reclassificação de Plutão para a categoria de planeta anão em 2006. Pertencente ao grupo dos gigantes gasosos, possui um tamanho ligeiramente menor que o de Urano, mas maior massa, equivalente a 17 massas terrestres. Netuno orbita o Sol a uma distância média de 30,1 unidades astronômicas.
    . . .
    +em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Netuno

    . . .e só pra PenTelhar. . .

    Por razões ideológicas (?) tenho ojeriza à grafia nePTuno!!!

  7. Miguel Jose Teixeira

    ‘Começamos a semana com o Xandão dando semiaberto para a Débora do Batom, arquivando inquéritos de blogueiros bolsonaristas. Parecia que o supremo xerife sucumbia ao resultado do primeiro turno. Estaria Xandão com medo de impeachment? Mas eis que ele fez uma reunião com a cúpula da Polícia Federal no meio da semana. E terminamos a semana com o Xandão mandando que Dudu Bolsonaro e uma condenada pelo 8 de janeiro comecem imediatamente a cumprir penas.”

    > Xandão, xandão
    “éNoiteNaCidade”, 09 out 2026, TixaNews, SET 09)
    (https://www.tixanews.com.br/newsletter/?utm_source=substack&utm_medium=email)

    A treta é a seguinte. Xandão recebeu o diretor-geral da Polícia Federal, além dos diretores de crime organizado e da divisão de inteligência. A Malu Gaspar contou que, depois do encontro, Xandão inclusive foi falar diretamente com o supremo Fachin. Só o que sabemos publicamente é que o encontro levou o supremo Fux a pedir acesso aos inquéritos das fakes. Mas hoje o supremo Fachin negou o acesso e disse que as partes sigilosas seguem sigilosas até que se cumpram etapas processuais necessárias. Como vocês lembram, depois da treta suprema do ano entre Xandão e André Mendonça, o Fachin pegou o inquérito das fakes pra ele.

    O que será que vai rolar, hein, BRASEW?????

    Mas o Fux, que queria ver tudo em 48 horas, vai ter que esperar mais um pouco. E a gente também.

    E eu perguntei se vocês estavam com saudades da gente falar do Master e a revista Veja providenciou assunto. A publicação conseguiu uns áudios em que Vorcaro teria dito para a polícia que pagou 30 milhões de reais em espécie para o Instituto Lula para ter acesso ao dinheiro de fundos de pensão controlados pelo governo. O dinheiro seria usado para fazer um filme sobre Lula, dirigido por Oliver Stone (o documentário foi mesmo produzido e lançado em 2024). Vorcaro teria feito encontros com Padilha e outras pessoas ligadas ao Planalto. Além do áudio, a revista afirma que documentos teriam sido levados à PGR e que ela não teria aceito a delação. E toda a treta tinha sido num esquema com o Vaccari Neto, o ex-tesoureiro do PT (Vaccari, você por aqui?). Detalhe, os áudios não eram do celular do Vorcaro. Não se sabe ao certo de onde surgiram. A própria revista informa, no entanto, que nenhum fundo de pensão ligado ao governo federal investiu no Banco Master. Algumas mensagens de celular, inclusive, davam conta de que Vorcaro cobrava porque as coisas não andavam. Enfim…

    Era de se esperar que toda a imprensa repercutisse o assunto incansavelmente, certo? Mas não foi bem assim que aconteceu. E pelo modus operandi de hoje da imprensa, isso revela que outros repórteres não conseguiram confirmar a história. Agora, no fim do dia, as matérias diziam que a Polícia Federal, a Procuradoria-Geral da República e a própria defesa de Daniel Vorcaro negavam que ele tenha dito essas coisas em proposta de delação. Uma reportagem do UOL, da Natália Portinari, diz que nas conversas de celular do Dani não aparece nenhuma menção a pagamento ou patrocínio do documentário.

    Nada como ser governo
    O Dario, que Dario?, anunciou hoje o corte de impostos sobre os combustíveis e diz que não tem nada a ver com a eleição e que os cortes estão sendo feitos por conta da guerra no Oriente Médio. Dário é o Durigan, ministro da Fazenda. Pode até ser, mas esse corte tem o objetivo de impedir que o aumento dos preços chegue às bombas nos postos de combustíveis. Mal não vai fazer para a campanha, né?

    Preditor
    Gostei dessa história de Preditor que li na coluna da Bela Megale, no O Globo. O estatístico Paulo Guimarães explicou a ela que existem preditores nas campanhas que mudam voto. Por exemplo, ele diz que um preditor que poderia ter mudado a história da campanha de Aécio Neves lá em 2014 era dizer que se a Dilma se reelegesse o Brasil iria virar a Venezuela. Eles acharam que era a corrupção. Aécio perdeu a eleição. Agora ele diz que o preditor para a campanha de Lula não é soberania, não é falar de golpe. O preditor para mudar voto seria dizer que o Brasil pode virar uma Argentina. Flavitcho adora se gabar do apoio de Javier Milei, sua porta-voz para assuntos econômicos, Daniella Marques, anda dizendo na Faria Lima que o objetivo é usar o plano de Milei aqui no Brasil. O problema é que a pobreza voltou a crescer na Argentina. O índice chegou a 32%. Aparentemente, Guimarães vai propor isso para a campanha do Lula. Ele não disse qual o preditor a favor de Flavitcho.

    O KN
    O supremo Kassio Nunes, que também é presidente do Tribunal Superior Eleitoral, mandou, junto com o vice André Mendonça, derrubar publicações de Lula, Janja e sei lá mais quem por estarem publicando inverdades.

    “Entendo que a publicação, ao atribuir ao representante, como fatos certos e sem lastro mínimo, a intenção de impor ao trabalhador jornada de sete dias por semana, o propósito de extinguir o Programa Farmácia Popular e a entrega do país ao domínio do crime organizado, inseridos em encadeamento que lhe imputa, ainda, a repetição das mortes da pandemia, transborda da crítica política para divulgar fatos sabidamente inverídicos e gravemente descontextualizados em desfavor de candidato.”

    E essa semana foi ritmo de escala 7 por 7 por aqui, BRASEW. Então bora para o feriadão, mas não sem antes mandar um Lóve you, com acento, para a Catarina, de Barbalha, no Ceará. O Ceará invadiu o Pix da Tixa. E o povo de Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul, quer que Tixa comece a voar. Voa, lagartixa!!!!!
    Vem pra Tixa, BRASEW. E os recadinhos seguem sendo recebidos no Pix. Vem deixar o seu também!
    PIX: 49875575000147
    E se preferir, você também pode contribuir ao se tornar um assinante pago da nossa newsletter!
    A propósito, nunca esqueça, se banirem a Tixa das redes, bloquearem nosso zap ou o que for, vocês nos encontram no http://www.tixanews.com.br

    Acorda, BRASEW.

    (TRPCE)

  8. Miguel Jose Teixeira

    Matutando sobre. . .

    A expressão “A Tonga da Mironga do Kabuletê” é o título de uma famosa música de protesto de Vinícius de Moraes e Toquinho, lançada no início dos anos 1970.

    Significado e Contexto

    • Xingamento disfarçado: Na gíria ou dialeto de origem africana (nagô/angolana), a expressão funciona como um xingamento velado — popularmente traduzido como uma ofensa pesada (como “o pelo do ânus da mãe”).

    • Crítica à Ditadura Militar: Vinícius de Moraes e Toquinho usaram a frase para burlar a censura do AI-5. Eles sabiam que os censores e os militares não entenderiam o sentido real da expressão no idioma africano, permitindo que a música fosse cantada publicamente como um deboche ao regime.

    • Significado isolado dos termos:
    • Tonga: Pode significar “terra a ser lavrada” ou “lavoura”.
    • Mironga: Termo ligado a “feitiço”, “mistério” ou “sortilégio” no candomblé.
    • Cabuletê: Define um indivíduo “reles, desprezível ou vagabundo”.

    (Fonte: https://share.google/aimode/B7bWLHqJwEd4b3vMr)

    Suprimindo o “n”, temos a toga.
    E pelo que temos “visto, lido e ouvido” vivemos na “toga da mironga do kabuletê”
    . . .
    “Você que ouve e não fala
    Você que olha e não vê”
    “Você que lê e não sabe
    Você que reza e não crê”
    . . .
    https://www.youtube.com/watch?v=I-1cP9wip9U&t=1s

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