Sob o ponto de vista do Republicano Donald Trump, ele está certo em defender o país dele como o centro mundial de império moderno. Errado, estão os que não perceberam que estavam dependentes deste império. Imprudentes não criaram proteções e agora, choramingam, acusam e há até os que se aproveitam para dar sobrevida política de poder que não conseguiram sustentar quando estavam no poder de plantão pelos votos livres da democracia brasileira (by Herculano).
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ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CCCLXXIX
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68 comentários em “ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CCCLXXIX”
“Delivery Wars”
(Luana Franzão, Mercado, FSP, 06/08/25)
De um lado, a 99Food retornando ao Brasil (1) com recompensas agressivas para lojas e entregadores. Do outro, a gigante chinesa Meituan querendo trazer entregas com drones (2) para o país. O iFood (3), atual líder do mercado de delivery brasileiro, percebeu que era hora de reagir (4).
A empresa da mochila vermelha anunciou ontem investimentos diretos de R$ 17 bilhões no país (5) entre abril deste ano e março de 2026, acima dos R$ 10,3 bilhões investidos pela plataforma em 2024 e dos R$ 13,6 bilhões no ano fiscal que ia até março de 2025.
Investimentos no quê?
Ações para impulsionar o tráfego na plataforma (6), aumentar a recorrência de compras no aplicativo e ampliar os segmentos de atuação da empresa.
Parte dos recursos ainda será voltada para a disponibilização de crédito a restaurantes parceiros e a clientes (7) para uso no aplicativo, segundo o executivo.
Dilema sem resposta.
A empresa não deu soluções aos impasses de regulamentação com seus principais colaboradores: os entregadores.
O CEO afirmou que as contribuições à Previdência Social (8), da forma como foram propostas no PLP 12 (projeto de lei complementar), são o grande impasse para a regulamentação da categoria.
O PLP 12 prevê ganho mínimo para os profissionais (9), contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) de 7,5%, transparência no algoritmo e cria a categoria de trabalhador autônomo por plataforma.
↳ A proposta, no entanto, não inclui o setor de duas rodas como o delivery de motos e bicicletas, abrangendo apenas os que trabalham com transporte de passageiros. O motivo foi justamente a falta de consenso da categoria sobre ganho mínimo e INSS (10).
↳ Motoboys protestaram contra o iFood (11) em frente ao evento que a plataforma organizou na capital paulista.
A manifestação quer a aprovação do chamado PL do Breque (12), o projeto de lei 2.479, do deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP), que tem apoio de outros partidos.
A proposta prevê um piso de remuneração para os entregadores —a categoria pede que ele seja de R$ 10 por delivery de até 4 km.
(1) “Conar diz que campanha da 99Food leva restaurantes a erro”
– Órgão diz que uso da expressão ‘taxa 0%’ não é honesto e recomenda alterações no anúncio publicitário.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2025/08/conar-diz-que-campanha-da-99food-leva-restaurantes-a-erro.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(2) “Chinesa Keeta avalia até drone para quebrar liderança de iFood”
– Com investimento de US$ 1 bilhão, executivo do maior delivery de comida do mundo diz que levará concorrência a mil cidades até 2030.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2025/07/chinesa-keeta-avalia-ate-drone-para-quebrar-lideranca-de-ifood.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(3) https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/ifood/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado
(4) “iFood projeta 1 bilhão de pedidos por ano e diz que Previdência é impasse com governo”
– Aplicativo anuncia investimentos de R$ 17 bilhões em 2026 e lança chatbot Cris, inteligência artificial para consumidores.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/ifood-projeta-1-bilhao-de-pedidos-por-ano-e-diz-que-previdencia-e-impasse-com-governo.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(5) “iFood anuncia investimentos diretos de R$ 17 bilhões no Brasil até março de 2026”
– Valor ficaria acima dos R$ 10,3 bilhões investidos pela plataforma em 2024 e dos R$ 13,6 bilhões em 2025.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/ifood-anuncia-investimentos-diretos-de-r-17-bilhoes-no-brasil-ate-marco-de-2026.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(6) “Fipe diz que peso econômico do iFood supera dez estados”
– Pesquisa mostra que plataforma de entregas movimentou o equivalente a 0,65% do PIB no ano passado.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2025/08/fipe-diz-que-receitas-do-ifood-superam-a-de-dez-estados.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(7) “iFood reforça operação de fintech e lança crédito para clientes”
– Plataforma, que já operava com financiamento para restaurantes, agora oferece linhas para quem pede comida em casa.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2025/08/ifood-reforca-operacao-de-fintech-e-lanca-credito-para-clientes.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado.
(8) “Lula aprova consignado para motoristas e entregadores de aplicativos, mas bancos aguardam regulação”
– Nova lei também prevê que, nos casos de portabilidade, juros da outra instituição deverão ser menores.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/07/lula-aprova-consignado-para-motoristas-e-entregadores-de-aplicativos-mas-bancos-aguardam-regulacao.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(9) “A proposta do governo que regulamenta o trabalho de motoristas de aplicativos é adequada? NÃO”
– Mais um pouco de caos; é ruim na perspectiva da transparência de dados, sindical e remuneratória.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/03/a-proposta-do-governo-que-regulamenta-o-trabalho-de-motoristas-de-aplicativos-e-adequada-nao.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(10) “Regras para motoristas de aplicativo e entregadores seguem inalteradas”
– Post engana ao afirmar que governo quer impor mudanças drásticas no modelo de trabalho de profissional ligado a apps.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/07/regras-para-motoristas-de-aplicativo-e-entregadores-seguem-inalteradas.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(11) https://aovivo.folha.uol.com.br/mercado/2025/07/01/6420-dolar-empresas-e-bolsas-acompanhe-ao-vivo-o-mercado.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado#post447603
(12) “Boulos apresenta projeto que estabelece remuneração mínima para entregadores”
– Projeto estabelece pagamento de R$ 10 por entregas de até 4 km.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2025/05/boulos-apresenta-projeto-que-estabelece-remuneracao-minima-para-entregadores.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(Texto recebido pelo correio eletrônico)
Bons tempos em que cantarolava o Ednardo. . .
“Olha o padeiro entregando o pão
De casa em casa entregando o pão
Menos naquela, aquela, aquela, aquela, aquela não
Pois quem se arrisca a cair no alçapão?
Pois quem se arrisca a cair no alçapão?”
. . .
https://www.youtube.com/watch?v=wnGLWiZTpwQ
Lavou as mãos o lulão.
E o que farão
os parasitas do congressão?
“Jabutis escondidos no quintal”
(Luana Franzão, Mercado, FSP, 06/08/25)
Você sabe o que é um jabuti? Nesse caso, não estamos falando do réptil. “Jabuti” é um jargão político usado para descrever benefícios escondidos em um projeto de lei sobre um assunto distinto, que acabam sendo aprovados sem que se dê muita atenção a eles.
Um levantamento da Folha encontrou jabutis em projetos de lei na área da energia, que, se aprovados, beneficiariam os grupos dos empresários Carlos Suarez e irmãos Batista (1).
Como assim?
Na prática, o texto em discussão obriga que o brasileiro pague mais na conta de luz para consumir eletricidade (2) gerada a partir de empresas das quais eles são acionistas. A proposta ainda deixa a matriz energética do país mais poluente, ao aumentar o uso de usinas termelétricas.
Os trechos foram vetados por Lula (PT) na sanção da lei das eólicas em alto-mar (3) (offshore), mas os parlamentares têm a palavra final e podem agora transformar em lei o conteúdo dos textos. Vamos aos detalhes.
[1] Suarez.
Em um trecho, os parlamentares propõem que o país seja obrigado a contratar energia de usinas a gás natural no Nordeste (4). São 1.250 MW (megawatts) de eletricidade –equivalente a quase uma hidrelétrica de Teles Pires, décima maior do país (5).
O texto afirma que a eletricidade nesse caso deve ser gerada em estados “que não possuam na sua capital ponto de suprimento de gás canalizado”.
Acontece que as duas únicas capitais nordestinas sem suprimento de gás são Teresina (no Piauí) e São Luís (no Maranhão). E adivinhe só, nos dois casos, as companhias estaduais com monopólio da distribuição do gás têm como sócio indireto Suarez (6).
[2] Irmãos Batista.
Em outro trecho que pode ser aprovado pelos parlamentares, é determinada a compra de energia de determinadas termelétricas (7) a carvão até 2050.
Entre elas, a de Candiota (no Rio Grande do Sul) –controlada pela Âmbar Energia (do grupo J&F, dono da empresa de carnes JBS e controlado pelos irmãos Joesley e Wesley Batista) (8). O grupo comprou o ativo da Eletrobras no segundo semestre de 2023.
(1) “Congresso esconde em ‘jabutis’ favorecimento a grupos de Suarez e irmãos Batista”
– Levantamento da Folha mostra que textos a serem votados por parlamentares beneficiam empresas de energia dos empresários.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/congresso-esconde-em-jabutis-favorecimento-a-grupos-de-suarez-e-irmaos-batista.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(2) “Embate entre Joesley e Suarez é pano de fundo na guerra pelo gás”
– Disputa por fatia de mercado no setor é travada não apenas no mundo dos negócios, mas também nos bastidores da política e envolvem outros grandes grupos.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/02/embate-entre-joesley-e-suarez-e-pano-de-fundo-na-guerra-pelo-gas.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(3) “Senado aprova marco regulatório das eólicas offshore, com jabutis que beneficiam carvão e gás”
– Texto agora vai para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que pode vetar trechos.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2024/12/senado-aprova-texto-base-das-eolicas-offshore-com-jabutis-que-beneficiam-carvao-e-gas.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(4) “PL das eólicas em alto-mar é aprovado com jabutis em comissão e vai ao plenário do Senado”
– Governo se posicionou por retirada de trechos que atendem às indústrias do gás fóssil e carvão, mas foi derrotado e proposta foi aprovada na íntegra.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2024/12/pl-das-eolicas-em-alto-mar-e-aprovado-em-comissao-e-vai-ao-plenario-do-senado.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(5) “Temer defende Suarez em disputa na área de energia e impõe derrota aos irmãos Batista”
– TRF-1 suspende mudança em contratos de energia das termelétricas compradas pela Âmbar e subordina decisão à aprovação da Cigás.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/01/trf-1-suspende-mudanca-em-contratos-de-termeletricas-compradas-pela-ambar-energia.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(6) “PL das eólicas em alto-mar é aprovado com jabutis em comissão e vai ao plenário do Senado”
– Governo se posicionou por retirada de trechos que atendem às indústrias do gás fóssil e carvão, mas foi derrotado e proposta foi aprovada na íntegra.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2024/12/pl-das-eolicas-em-alto-mar-e-aprovado-em-comissao-e-vai-ao-plenario-do-senado.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(7) “Relator mantém jabutis para favorecer indústria do carvão e gás em PL das eólicas”
– Senador Weverton Rocha (PDT-MA) ignora apelos e apresenta relatório que amplia benefícios para usinas a carvão e gás; pedido de vista adia votação para a próxima semana.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2024/12/relator-mantem-jabutis-para-favorecer-industria-do-carvao-e-gas-em-pl-das-eolicas.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(8) “A volta dos irmãos Batista”
– Os bastidores obscuros da disputa dos donos da JBS com a Paper Excellence.
(+em: https://piaui.folha.uol.com.br/volta-dos-irmaos-batista/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(Texto recebido pelo correio eletrônico)
“Sebrae prepara linha de crédito de até R$ 30 bi para micro e pequenas empresas afetadas por tarifaço de Trump”
– Instituição calcula que 3,6 mil empreendedores de pequeno porte exportam para os Estados Unidos.
(Por Geralda Doca — Brasília, O globo, 06/08/25)
. . .
O Sebrae anunciou uma linha de crédito de até R$ 30 bilhões para micro e pequenas empresas impactadas pelo tarifaço de 50% imposto por Donald Trump sobre produtos brasileiros. Com medidas como juros subsidiados e garantias, o plano visa proteger setores como mel, pescados e frutas. O Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe) e o Fundo de Garantia de Operações (FGO) serão utilizados para mitigar os efeitos econômicos. (Irineu)
. . .
(+em: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/08/06/sebrae-prepara-linha-de-credito-de-ate-r-30-bilhoes-para-micro-e-pequenas-empresas-afetadas-por-tarifaco-de-trump.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha)
Aguardem. . .
É o pulo dos gatunos!
Edu bananinha é o legítimo “atoirtap”! (*)
“Ou tenho 100% de vitória, ou 100% de derrota. Ou saio vitorioso e volto a ter uma atividade política no Brasil ou vou viver aqui décadas em exílio”, disse Eduardo Bolsonaro em entrevista à coluna.
(Bela Megale, O Glogo, 06/08/25)
(+em: https://oglobo.globo.com/blogs/bela-megale/post/2025/08/eduardo-bolsonaro-diz-que-trabalha-por-mais-sancoes-de-trump-e-que-pode-passar-decadas-exilado.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha)
(*) patriota invertido
“Dia D do tarifaço: pacote de socorro mira crédito ao agro e compra governamental de pescado, fruta e mel”
– Proposta em discussão inclui linha de financiamento via BNDES para pecuária e agricultura
(Por Geralda Doca, Thaís Barcellos, Eliane Oliveira, Ivan Martínez-Vargas, Sérgio Roxo e Jeniffer Gularte — Brasília, O Globo, 06/08/25)
. . .
O governo brasileiro enfrenta um novo desafio com a implementação de uma tarifa de 50% por Donald Trump sobre produtos do Brasil, afetando 35,9% das exportações, incluindo carne e café. Em resposta, o governo Lula planeja medidas de socorro, como financiamento via BNDES para o agronegócio e programas de compra governamental de perecíveis. A estratégia inclui também buscar novas negociações com os EUA. (Irineu)
. . .
(+em: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/08/06/dia-d-do-tarifaco-pacote-de-socorro-mira-credito-ao-agro-e-compra-governamental-de-pescado-fruta-e-mel.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha)
Aguardem. . .
É o pulo dos gatunos!
Não era o lula decaído! Mas que parece, parece!
“A guerra que não houve”
O general Eurico Gaspar Dutra era o presidente do Brasil, no pós-guerra, e enfrentava grandes dificuldades, quando, em conversa com assessores, lembrou que os Estados Unidos ajudavam a reconstruir países que ajudou a destruir, como o Japão e a Alemanha, mas não ajudavam os aliados.
Um aspone teve a ideia de o Brasil declarar guerra aos EUA.
Dutra a descartou com uma pergunta que entrou para o folclore político nacional:
– “E se a gente ganhar?…”
(Poder sem pudor, Coluna CH, DP, 06/08/25)
O rabo abanando o cachorro!
“O Brasil precisa tratar melhor seus ex-presidentes”
(Arthur Lira (PP-AL), ex-presidente da Câmara, sobre excessos contra Jair Bolsonaro, segundo a coluna CH, DP, hoje)
Bons tempos em que os presidentes deveriam tratar bem a “cousa pública” para serem respeitados após o mandato!
Que “barbalhidade”, hein helder?
“Não à exploração”
Se a Cop30 já sinalizava perda de relevância pela ausência de chefes de Estado e de Governo, agora a debandada se dá em razão dos custos de hospedagem em Belém. Até o residente da Áustria, um país rico, decidiu não submeter o dinheiro dos seus cidadãos à exploração.
(Coluna CH, DP, 06/08/25)
Ai, ai, ai, ai
Adeus, Belém de Pará
. . .
https://www.youtube.com/watch?v=Hu5I4hp2Trw
Só pra “barbalhizar”. . .
Pelo andar da carruagem, a COP30 mostrará ao mundo as mazelas da PeTezuela!
Enquanto isso. . .no parasitário alto, os “rabos presos” tremem de medo!
“Para enfrentar a má vontade de Davi Alcolumbre (União-AP) e colocar para andar a análise do pedido de impeachment do ministro do STF Alexandre de Moraes, parlamentares do PL e do Progressistas (PP) buscam votos para aplicar um pedala no presidente do Senado. A ideia que está sob análise é apresentar requerimento assinado pela maioria absoluta do Senado, o que totaliza 41 assinaturas dos 81 senadores.”
(Clúdio Humberto, Coluna CH, DP, 06/08/25)
(+em: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/pl-e-pp-querem-forcar-analise-de-impeachment)
Sabem quando o parasitário alto ousará “impichar” um supremo togadão?
– Quando o Coiote prender o Papa-Léguas!
https://www.youtube.com/watch?v=1kh99CymN4o
No parasitário baixo, felizmente, ainda há um ser pensante!
“Devemos fazer o contrário de paralisar o Congresso”, diz Kim Kataguiri”
– Deputado afirma que os parlamentares devem reagir a “abusos” do Supremo com trabalho, e não com obstrução
(Redação O Antagonista, 05/08/25)
O deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil) criticou nesta terça, 5, a estratégia de parlamentares da oposição de obstruir os trabalhos do Congresso Nacional como forma de protesto contra o Supremo Tribunal Federal (STF).
Para Kataguiri, a melhor resposta para os alegados “abusos” da Corte seria justamente “colocar a Câmara para trabalhar” para aprovar pautas que limitem os poderes da Suprema Corte, entre elas a PEC que acaba com decisões monocráticas, a instauração da CPI da Lava Toga e a PEC que institui mandato para ministros.
“A gente tem que fazer exatamente o oposto. Não é calar as nossas bocas, não é paralisar o trabalho da Câmara. É o contrário. É colocar a Câmara para trabalhar. É colocar a Câmara para aprovar a PEC que institui mandato para ministro do Supremo Tribunal Federal [STF]. É colocar a Câmara para votar a PEC que acaba com decisões monocráticas. É colocar o Senado para instaurar a CPI da Lava Toga e responsabilizar ministros do Supremo Tribunal Federal que abusam de sua autoridade, que abusam do seu poder. O Congresso Nacional não funcionar é justamente o que ministros do Supremo que cometem abusos querem que aconteça. É justamente o fechamento do Congresso.”
Kataguiri afirmou que os protestos simbólicos de silêncio feitos por alguns parlamentares, com esparadrapos na boca, são vistos com deboche por aliados do governo Lula.
“Nós não falarmos e colocarmos esparadrapos nas bocas, desculpa, isso é visto até como motivo de chacota, de piada entre os deputados petistas, esquerdistas da base do governo. Eu vou ser muito claro com vocês: nos bastidores eles estão rindo, estão achando bom. Mesmo porque, né, antes do recesso o governo estava sofrendo uma série de derrotas na Câmara dos Deputados.”
“Paralisar os trabalhos na Câmara dos Deputados e no Congresso é uma coisa que atende o governo Lula e atende o Supremo Tribunal Federal. A última coisa que o Supremo quer é ver o Congresso trabalhando”, acrescentou.
Obstrução
Como mostramos, a oposição no Congresso anunciou a obstrução nas Casas nesta terça, 5, em protesto contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) decretada pelo ministro Alexandre de Moraes.
Deputados apresentaram um “pacote da paz” com propostas que consideradas prioritárias e que poderiam melhorar a relação entre os Poderes.
Entre as medidas, estão o impeachment de Moraes, o projeto de lei que concede anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com o foro privilegiado de parlamentares.
A obstrução é um recurso utilizado pelos congressistas para impedir o prosseguimento dos trabalhos nas comissões ou no plenário e ganhar tempo dentro de uma ação política.
Entre os mecanismos utilizados, estão pronunciamentos, pedidos de adiamento da discussão e da votação e saída do plenário para evitar quórum.
(Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/devemos-fazer-o-contrario-de-paralisar-o-congresso-diz-kim-kataguiri/)
“Prisão domiciliar de Bolsonaro agrava confronto com STF e tensão com Trump”
– Liderado por Esperidião Amin (PP-SC), um grupo de senadores ameaça apresentar um pedido de impeachment contra o ministro do STF, com 35 assinaturas já confirmadas.
(Luiz Carlos Azedo, Nas entrelinhas, blog do Azedo, CB, 05/08/25)
A decisão do ministro Alexandre de Moraes de impor prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro representa um novo patamar na espiral ascendente do embate entre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a extrema-direita brasileira. Com justificativas firmadas na reiteração de condutas ilegais e no uso de terceiros — inclusive os filhos parlamentares, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o vereador carioca Carlos Bolsonaro (PL) — para driblar proibições judiciais, Moraes tomou medidas que já estavam previstas nas leis.
Entretanto, ao impor limites à mobilização de apoio ao ex- -presidente, adiciona combustível à disputa diplomática com os Estados Unidos, sob a presidência de Donald Trump, uma variável externa que ninguém controla. Não é um episódio judicial isolado. A prisão domiciliar de um ex-presidente da República, combinada com o uso obrigatório de tornozeleira eletrônica, bloqueio de comunicações e restrição de visitas, representa uma medida extrema, ainda que justificada pelo descumprimento de ordens judiciais, como a proibição de uso de redes sociais — burlada por meio da atuação ativa de seus filhos e aliados, que difundem mensagens com teor golpista e ataques abertos ao STF.
Ao mesmo tempo, o endurecimento das medidas contra o senador Marcos do Val — também sob investigação por tentativa de obstrução institucional e divulgação de dados sigilosos — leva a questão para o Senado. Determinado a enfrentar, com todo o rigor, as figuras públicas que representam ameaça à estabilidade democrática, o ministro Alexandre Moraes estará sob fogo cerrado da oposição no Congresso, que contesta as medidas adotadas contra o senador: tornozeleira, recolhimento domiciliar, bloqueio de bens, suspensão de verbas públicas e até o cancelamento do passaporte diplomático do parlamentar.
Não existe vácuo político nesta crise, que ocorre num momento de alta tensão entre o Brasil e os Estados Unidos. O presidente Donald Trump escolheu o STF como inimigo externo e assumiu publicamente a defesa de Bolsonaro, acusando o Judiciário brasileiro de perseguição política. Vinculou sua retórica a medidas concretas de retaliação econômica, como o tarifaço de 50% sobre produtos brasileiros, imposto sob o pretexto de “ameaça à segurança nacional”. Na verdade, trata-se de uma tentativa sem subterfúgios de pressionar a Justiça brasileira para inocentar o seu aliado investigado.
Existe uma empatia forte entre Trump e Bolsonaro, que alinhou a política externa brasileira aos interesses de Trump e de outros líderes de extrema-direita, como Benjamin Netanyahu, de Israel, e Victor Orban, da Hungria, quando era presidente da República. Agora, porém, essa simbiose entre o bolsonarismo e o trumpismo se torna mais pessoal porque Trump, que não foi julgado pela invasão do Capitólio, sede do Congresso dos Estados Unidos, para impedir a proclamação da eleição de Joe Biden, não quer que a condenação de Bolsonaro, responsabilizado pela tentativa de golpe de 2023, sirva de exemplo de como as democracias devem funcionar em relação aos golpistas.
Interferência externa
Estamos diante de um efetivo problema de soberania, por definição, o poder supremo e independente de um Estado sobre seu território e população, livre de qualquer interferência externa. A ingerência norte-americana nas decisões internas do Brasil, ainda que sob o manto de políticas comerciais, representa um ataque inaceitável à independência dos Poderes, em especial ao Judiciário. O próprio Alexandre de Moraes já afirmou que o STF não se vergará a ameaças estrangeiras. Essa posição é contestada pela oposição, com a narrativa de que Bolsonaro é vítima de perseguição e que o devido processo legal não é respeitado, o que corrobora a argumentação de Trump ao adotar o tarifaço como instrumento de intervenção política.
É a antessala de uma crise institucional grave. O governo Lula precisa defender a legalidade e o Estado Democrático de Direito, reforçando a autonomia do STF. De outro, deve evitar que a crise diplomática e comercial se desdobre em isolamento internacional ou em colapso das relações econômicas com um dos principais parceiros comerciais do país. A estratégia de contenção vem sendo negociar tecnicamente com os EUA as relações comerciais, evitar retaliações precipitadas e blindar o Judiciário da contaminação diplomática, mas o estresse aumenta, na medida em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não abre nem poderia abrir mão de enfrentar a Casa Branca.
Sejamos realistas: o tempo joga contra o Brasil. Trump não dá sinais de recuo e o julgamento dos envolvidos no 8 de janeiro avança, agora com Bolsonaro em regime de prisão domiciliar, que seria a pena mais branda que poderia cumprir. No Congresso, o efeito imediato da prisão domiciliar de Bolsonaro foi a intensificação das pressões contra Alexandre de Moraes. Liderado por Esperidião Amin (PP-SC), um grupo de senadores ameaça apresentar um pedido de impeachment contra o ministro, com 35 assinaturas já confirmadas. Se alcançarem os 41 nomes necessários e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União- -AP), aceitar colocar o pedido em pauta, o país pode mergulhar numa crise institucional: o afastamento de um ministro do STF seria inédito e disruptivo, com repercussões imprevisíveis para o equilíbrio dos Poderes.
(Fonte: https://blogs.correiobraziliense.com.br/azedo/prisao-domiciliar-de-bolsonaro-agrava-confronto-com-stf-e-tensao-com-trump/)
E o imortal Raul Seixas já preconizava:
. . .mas esse caos vigente
É o sinal de que algo está pra acontecer
https://www.youtube.com/watch?v=7VE6PNwmr9g
Teclando sobre o Maluco Beleza na GloBBBoplay tem uma minissérie sobre ele:
“Ru Sou”: https://globoplay.globo.com/raul-seixas-eu-sou/t/BDgyHRLrSw/
“Moraes não tinha escolha”
– Não cabe ao juiz cotejar as injunções políticas na aplicação de sanções à infração das regras legais.
(Dora Kramer, FSP, 05/08/25)
Jair Bolsonaro (PL) poderia ter escolhido cumprir a ordem do juiz para evitar a prisão domiciliar; já o magistrado não tinha escolha: ou executava o que ele mesmo determinara ou teria, aí sim, feito um juízo político da condição do réu.
Se Alexandre de Moraes tivesse ignorado a infração à medida cautelar de não usar redes sociais, seria sinal de que teria calculado o risco de fazer do ex-presidente um mártir e se intimidado ante a possibilidade de sua decisão provocar novas sanções por parte do governo dos Estados Unidos.
O cotejo das circunstâncias políticas não é papel dele. No caso, quem deveria ter medido as consequências da desobediência à legalidade era a parte submetida aos claros ditames da ordem judicial, cujo alcance era igualmente nítido.
Dessa forma, não há que se falar em abuso de autoridade ou perseguição, mas apenas em estrito cumprimento do que está escrito. Do contrário teria havido leniência, passível de ser vista como prevaricação.
Bolsonaro & filhos optaram pela via do confronto. Estando o pai aparentemente perdido no curso de um processo prestes a ser concluído, a prole resolveu ampliar as razões para a Justiça reagir com o devido rigor e, assim, tentar trocar o lugar do acusado pelo de acusador.
Não vai dar certo. Entre outros motivos porque aqui prisões de ex-presidentes já não causam maior espanto. Apesar de serem fatos relevantes, perderam boa parte do impacto, dado ser esta a quarta vez que se repete o ato em menos de dez anos.
De inédito, o que temos agora é a entrada em cena do fator americano, a ingerência do governo de outro país numa decisão da Justiça em ação criminal por tentativa de quebra da institucionalidade.
A lei americana deixou Donald Trump livre para se eleger e o deixaria ser presidente ainda que condenado. Nada a questionar, são as regras deles. Entre nós é diferente.
O ponto em questão, portanto, não é a condução interna do processo, mas a interferência externa, que está fora de quaisquer hipóteses de negociação.
(Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/dora-kramer/2025/08/moraes-nao-tinha-escolha.shtml)
Inimaginavelmente, inimaginável!
“Entre outros motivos porque aqui prisões de ex-presidentes já não causam maior espanto. Apesar de serem fatos relevantes, perderam boa parte do impacto, dado ser esta a quarta vez que se repete o ato em menos de dez anos.”
Assim, não tem perigo dessa geringonça dar certo!
Não tem perigo, não
Não tem perigo, não
Xiii. . .aPerTem os cintos, o PiloTo assumiu!
“Cada vez vou ficar mais esquerdista, mais socialista”, diz Lula”
– Petista afirmou que, caso seja derrotado na próxima eleição, “tem que decapitar o presidente” que deixar o povo “passando fome”.
(Redação O Antagonista, 05/08/25)
O presidente Lula (PT) afirmou nesta terça, 5, que o seu governo tem dado certo e que continuará se alinhando cada vez mais às ideologias de esquerda.
“Cada vez vou ficar mais esquerdista, mais socialista, achando que a gente pode mais. Porque a gente vai acreditando que as coisas podem acontecer. Sou um homem de muita sorte”, disse o petista na reunião do Conselhão.
O alinhamento de Lula com os governos de esquerda nunca deixou de existir. Ele reuniu-se no domingo, 3, com o Fidel Antonio Castro Smirnov, neto do ex-líder cubano Fidel Castro.
Segundo Lula, caso seja derrotado na próxima eleição, “tem que decapitar o presidente” que deixar o povo “passando fome”: “Se deixar o governo e entrar uma coisa qualquer nesse país, fome volta. Num governo que tiver alguém passando fome, tem que decapitar o presidente.”
Trump na COP30?
Lula disse que ligará para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para convidá-lo para a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas 30 (COP30), que será realizada em Belém, no Pará, em novembro.
“Não vou ligar para o Trump para comercializar, porque ele não quer falar. Mas pode ficar certa, Marina [Silva, ministra do Meio Ambiente], que vou ligar para convidá-lo para vir pra COP, porque quero saber o que ele pensa da questão climática, vou ligar para ele, para Xi Jinping [presidente da China[, para o Narendra Modi [primeiro-ministro da Índia]”, afirmou.
A presença do presidente dos EUA na COP30 é pouco provável.
Nos primeiros dias de seu segundo mandato, Trump assinou uma ordem executiva retirando os EUA do Acordo de Paris. A decisão, segundo André Corrêa do Lago, presidente da conferência, representou “impacto significativo” nos preparativos do evento.
‘Tarifaço’
O governo dos Estados Unidos anunciou na quarta-feira, 30, a imposição de uma tarifa adicional de 40% sobre produtos brasileiros, elevando para 50% a alíquota total aplicada ao país.
A medida foi oficializada por meio de uma ordem executiva assinada pelo presidente Donald Trump e classificada pela Casa Branca como resposta a ações do governo brasileiro que, segundo Washington, representam uma “ameaça incomum e extraordinária” à segurança nacional, à política externa e à economia dos EUA.
(Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/cada-vez-vou-ficar-mais-esquerdista-mais-socialista-diz-lula/)
“O Conselhão dos puxa-sacos cada vez aumenta mais”
– Órgão é integrado por pessoas escolhidas a dedo pelo governo, mesmo sem qualquer representatividade, com o intuito de bajular Lula.
(Duda Teixeira, Crusoé, 05/08/25)
O presidente Lula inventou, no início de seu terceiro mandato, o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, apelidado de Conselhão.
A justificativa para a sua criação é fazer uma ponte com a sociedade civil para auxiliar a Presidência na formulação de políticas públicas para o desenvolvimento econômico, social e sustentável.
Na prática, o Conselhão é integrado por pessoas escolhidas a dedo pelo governo Lula, mesmo sem qualquer representatividade, com o intuito de bajular o presidente e chancelar suas decisões.
Em troca, os membros desse conselho ganham o carimbo de autoridade do governo federal.
Empresários e artistas tornam-se, assim, os ungidos do presidente, que naturalmente nunca farão qualquer crítica a ele.
De quebra, eles ainda ganham um canal para exercer influência junto aos tomadores de decisão, escanteando o resto da sociedade.
Incrível vitalidade
Nada que sai do Conselhão tem qualquer utilidade para a sociedade.
O encontro realizado nesta terça, 5, foi uma coleção de frases bajuladoras ao presidente e ao governo Lula.
A atriz Dira Paes (foto) fez um discurso nacionalista, digna de uma ministra: “O Brasil, sabemos, é um país soberano que defende a paz, não só do nosso país, mas a paz mundial. O multilateralismo e o combate à fome, à miséria. O Brasil é um país que respeita a autodeterminação dos povos. Mas, sobretudo, quer também ser respeitado”.
A conselheira Rosa Negra, coordenadora nacional do Movimento Negro Unificado, elogiou a “incrível vitalidade” do presidente.
“Saudamos com alegria e esperança o presidente Lula e a companheira Janja. O companheiro Lula com incrível vitalidade lidera um governo que enfrenta os super ricos com uma ousada reforma tributária alcança recorde de emprego e salário diminuindo desigualdades afirma nossa soberania frente ao imperialismo fortalecendo no Brics e mais uma vez retirou o Brasil do mapa da fome. Tudo isso ao mesmo tempo e agora a população negra sente diretamente esses impactos”, afirmou Rosa Negra.
O ministro da Fazenda Fernando Haddad disse que Lula é “um presidente apaixonado por esse país e que sabe que o seu destino é um destino grande grandioso”.
Pelo bem da sociedade civil, o Conselhão deveria ser fechado o quanto antes.
(Fonte: https://crusoe.com.br/diario/o-conselhao-dos-puxa-sacos-cada-vez-aumenta-mais/)
Parlamentares esparadrapados!
Adorei ver membros do parasitário baixo com a boca coberta por esparadrapos, em protesto pela prisão do capitão zero zero.
Como a vovó já dizia: em boca fechada não entra mosquitos. . .
Mas, gostaria mesmo é de vê-los aprisionados, juntamente com o seu mito!
Então, na PeTezuela está assim:
a justiça, cega!
Os parlamentares, de boca esparadrapada!
E o executivo?
– Preparando o pulo dos gatunos! (quem assistiu a reunião do tal conselhão hoje, sabe muito bem disso)
Alô, descondenado zédirceu!
‘Não vamos permitir que sejam explorados como no passado’, diz Lula, após Haddad incluir minerais raros em negociações”
– Presidente afirmou que conselho que cuidará do tema ficará ligado ao seu umbigo.
(Por Jeniffer Gularte e Sérgio Roxo — Brasília, O Globo, 05/08/25)
“Durante o Conselhão, o presidente Lula afirmou que os minerais raros do Brasil não serão explorados como no passado. Um acordo sobre minerais críticos pode ser firmado com os EUA, segundo Haddad. Lula enfatizou que o conselho mineral ficará sob sua supervisão direta, garantindo que a exploração traga benefícios ao povo, evitando práticas destrutivas anteriores.” (Irineu)
. . .
(+em: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/08/05/nao-vamos-permitir-que-sejam-explorados-como-no-passado-diz-lula-apos-haddad-incluir-minerais-raros-em-negociacoes.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde)
Que mêda!!!!
Esse governico não consegue nem brecar o garimpo ilegal na Amazônia, agora vem esse falastrão prometendo rigor com as terras raras. . .
Portanto, “se-acordem-se” parasitas!”
“Datafolha: para 78% dos entrevistados, Congresso Nacional atua em defesa dos próprios interesses”
– Reprovação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal está em alta.
(Por O Globo, 05/08/25)
“Pesquisa do Datafolha revela que 78% dos entrevistados acreditam que o Congresso Nacional atua em defesa dos próprios interesses, enquanto 35% classificam a atuação como ruim ou péssima. A Justiça e a Presidência também são vistas como atuando em benefício próprio por 68% e 59%, respectivamente. O levantamento, realizado com 2.004 pessoas em 130 municípios, mostra aumento na reprovação parlamentar em comparação a março.” (Irineu)
. . .
(+em: https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2025/08/05/datafolha-para-78percent-dos-entrevistados-congresso-nacional-atua-em-defesa-dos-proprios-interesses.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde)
O parasitário baixo também é sede da casa da mãe joana!
“Eduardo Bolsonaro volta a receber salário mesmo fora do Brasil e mantém gabinete com 8 funcionários ao custo de R$ 123 mil”
– Próximos pagamentos não serão depositados, por ordem de Moraes.
(Por Gabriel Sabóia — Brasília, O Globo, 05/08/25)
Eduardo Bolsonaro, deputado federal, voltou a receber salário da Câmara enquanto está nos EUA desde fevereiro. Sua licença terminou em julho, resultando em um pagamento bruto de R$ 17 mil. No entanto, suas contas estão bloqueadas por ordem do STF, impedindo transações. O gabinete mantém 8 funcionários com custo de R$ 123 mil mensais. Jair Bolsonaro afirmou ter transferido US$ 350 mil para o filho se manter no exterior. (Irineu)
. . .
(+em: https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2025/08/05/eduardo-bolsonaro-volta-a-receber-salario-mesmo-fora-do-brasil-e-mantem-gabinete-ao-custo-de-r-123-mil.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde)
Cretinamente, cretino!
“Não é fácil” viver com salário de R$ 46 mil, diz Lula”
– O petista reclamou do modelo tributário brasileiro ao defender o ajuste na tabela de correção do Imposto de Renda (IR).
(Redação O antagonista, 05/08/25)
. . .
“Não pode a pessoa que vai comprar as coisas de comer pagar o mesmo Imposto de Renda que paga o Lula. Meu salário não é muito não, viu? Salário de presidente acho que é 46 mil reais. Paga 27 [mil] de Imposto de Renda, o PT me cobra 4 [mil] na fonte. Me sobra 21 mil. Não é fácil a vida. Ninguém me dá aumento. Eu tenho que pedir para mim mesmo. Eu me olho no espelho e falo: ‘Oh, Lula, eu quero aumento’. Aí eu falo: ‘Você não vai ter’”, disse.
. . .
(+em: https://oantagonista.com.br/brasil/lula-afirma-que-nao-e-facil-viver-com-salario-de-r-46-mil/?utm_source=site&utm_medium=single&utm_campaign=mais_lidas&utm_term=crusoe-o-conselhao-dos-puxa-sacos-cada-vez-aumenta-mais&utm_content=artigo#google_vignette)
Está reclamando? Ele prova que apenas é um super rico no conceito torto do PT, Lula e esquerda do atraso. Então tem que ser taxado
A frase do dia!
“Por que o presidente insiste nessa ideia de jerico?”
(Governador mineiro Romeu Zema (Novo), após Lula defender “desdolarizar” o País, segundo a coluna CH, hoje)
Uai, sô! Cêéfidiquem?
Subordinado? Sei não. . .
Povavelmente, está nadando em dólares!
“O Real sou eu”
Lula voltou a defender a “desdolarização” no domingo, mesmo diante da crise com os EUA, que já impôs 50% de tarifas ao Brasil, e reiterou a bobagem: “eu (sic) não preciso ficar subordinado ao dólar”.
(Coluna CH, DP, 05/08/25)
A interminável e contraproducente “batalha das quadrilhas”!
. . .”A Vaza-Toga 2 (*) é uma investigação de David Ágape, Eli Vieira e Alex Gutentag e divulgada pelo jornalista americano Michael Shellenberger.”. . .
“Prisão é cortina de fumaça para tentar esconder ‘Vaza-toga 2’, diz Nikolas”
(Cláudio Humberto, Coluna CH, DP, 05/08/25)
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou na noite desta segunda-feira (4) que a decretação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tem o objetivo de “cortina de fumaça” para reduzir os impactos da divulgação da parte 2 do relatório da Vaza-Toga, com revelações inéditas sobre os métodos do ministro do STF Alexandre de Moraes contra a oposição ao governo Lula (PT), como a criação de uma força-tarefa secreta para incriminar bolsonaristas.
‘Certidões produzidas’
O relatório “Arquivos do 8 de Janeiro” aponta que um grupo secreto no WhatsApp produziu “certidões de inteligência” para incriminar pessoas.
Pedido de prisão
O deputado mineiro, que ligou para Bolsonaro enquanto discursava na Avenida Paulista, voltou a pedir ontem a prisão de Moraes.
Cobrança pública
Nikolas cobrou atitude dos presidentes da Câmara e do Senado e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB): “cadê vocês?”
Jornalismo investigativo
A Vaza-Toga 2 é uma investigação de David Ágape, Eli Vieira e Alex Gutentag e divulgada pelo jornalista americano Michael Shellenberger.
(Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/prisao-de-bolsonaro-e-cortina-de-fumaca-para-esconder-vaza-toga-2-afirma-nikolas)
Só pra intisicar. . .
Perguntei ao Google:
– O que é vaza toga 2?
E a resposta:
– Parece que os resultados estão mudando com rapidez!
Será que é o efeito da cortina de fumaça?
É a PeTezuela no ponto de ebulição. . .
Se comprovadas, por muito menos, os tais prerrogativas e o STF anulou a Lava Jato, por julgar Sérgio Moro, além de imparcial e o foro de Curitiba, impróprio, o suposto concluio entre o MPF e o julgador, foram fundamentais para anular tudo, quando quase tudo poderia ser saneado.
“E aquele plano? Saiu?”
(Luana Franzão, Mercado, FSP, 05/08/25)
Todo mundo tem aquela tarefa que adia por dias, semanas, meses… até que a entrega é cobrada e fica chato dizer que você ainda não a concluiu, ainda que tenha tido muito tempo para isso.
É mais ou menos essa a relação entre o Planalto e os minerais críticos: a gestão Lula ensaia a criação de um documento (1) que regularize a exploração das commodities — um plano que, se estivesse pronto, poderia ajudar o Brasil nas negociações com os EUA (2).
↳ Os minerais críticos recebem esse nome por serem essenciais para a fabricação de equipamentos de alta tecnologia, como aqueles usados na geração de energia limpa, carros elétricos, celulares e chips.
↳ Entre os elementos do grupo estão nióbio, grafite (grafeno), níquel e terras raras. A falta deles pode causar graves impactos econômicos.
Aí vai um mapa para entender onde estão os minérios no país:
(https://f.i.uol.com.br/fotografia/2025/08/04/1754349776689140d067170_1754349776_2x5_th.jpg
Moeda de troca.
O governo Trump já sinalizou que o acesso a esses itens será um componente central de sua política externa (3) e tem demonstrado isso na relação com diferentes países, como Ucrânia, China e o próprio Brasil (4).
O tema voltou a ganhar destaque depois que o encarregado de negócios da Embaixada dos EUA afirmou que os EUA têm interesse nos minerais críticos em solo brasileiro (5), em meio à sobretaxa de 50% que os americanos impuseram às exportações daqui.
Interesse repentino?
Nem tanto. Os americanos querem fugir da dependência da China (6) para o fornecimento desses materiais — hoje o país asiático é líder mundial em extração e refino dos minérios.
Um estudo da consultoria Deloitte apontou que, dos 50 elementos considerados críticos para a economia e a segurança nacional dos EUA, 12 vêm totalmente do exterior. No caso de outros 29 minerais, a dependência externa é de mais de 50% (7).
E o Brasil com isso?
A intenção do governo de apresentar um plano voltado a minerais estratégicos (8) já é anunciada desde o primeiro ano do atual mandato de Lula.
Apesar das sucessivas promessas de uma proposta que atacasse os gargalos do setor e elevasse a produção, o documento nunca foi concluído e apresentado.
A ideia é finalizar o plano até o fim deste ano (9)
(1) “Plano do governo para minérios críticos se arrasta em meio a interesse de Trump”
– Gestão Lula ensaia documento desde 2023, mas agora promete publicação até fim do ano.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/plano-do-governo-para-minerios-criticos-se-arrasta-em-meio-a-interesse-de-trump.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercadoI)
(2) “Projeto de lei que fomenta minerais críticos no Brasil não indica compensação de renúncia fiscal”
– Tamanho do incentivo ainda não foi calculado, diz autor do projeto; ministérios de Minas e da Fazenda não comentaram.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/projeto-de-lei-que-fomenta-minerais-criticos-no-brasil-nao-indica-compensacao-de-renuncia-fiscal.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(3) “Lula diz que minerais críticos pertencem ao povo brasileiro; ‘por que vou dar para outro pegar?'”
– Presidente volta a criticar guerra comercial de Trump e diz que Brasil quer negociar.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/07/lula-diz-que-minerais-criticos-pertencem-ao-povo-brasileiro-por-que-vou-dar-para-outro-pegar.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(4) “Única mineradora de terras raras no Brasil é dos EUA e exporta sobretudo para China”
– Serra Verde opera no norte de Goiás, mas teve de suspender produção temporariamente; minerais são usados para fabricar ímãs que vão em carros elétricos e painéis solares.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/07/unica-mineradora-de-terras-raras-no-brasil-e-dos-eua-e-exporta-sobretudo-para-china.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(5) “Encarregado dos EUA expressa interesse americano em minerais estratégicos do Brasil”
– Alckmin confirma que conversou com secretário do Comércio dos EUA e diz que governo brasileiro ‘não saiu da mesa de negociação’; Lula diz que ‘ninguém põe a mão’ em recursos do país.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/07/encarregado-dos-eua-expressa-interesse-americano-em-minerais-estrategicos-do-brasil.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(6) “Dependência dos EUA de minerais críticos e de terras raras da China vira arma na guerra comercial”
– Domínio dos chineses no setor é problema para Washington e carta na manga para Pequim.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/04/dependencia-dos-eua-de-minerais-criticos-e-de-terras-raras-da-china-vira-arma-na-guerra-comercial.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(7) “Por que os metais de terras raras são importantes para Donald Trump e o Ocidente”
– China domina o mercado de metais usados em uma variedade de produtos, incluindo os cruciais para a segurança nacional.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/03/por-que-os-metais-de-terras-raras-sao-importantes-para-donald-trump-e-o-ocidente.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(8) “Trump e Xi discutem exportações de terras raras em meio a tensões comerciais”
– Ligação telefônica ocorre em meio à guerra comercial e marcou o 1º contato formal entre os líderes desde que o americano reassumiu o cargo.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/06/trump-e-xi-jinping-conversaram-por-telefone-diz-agencia-chinesa.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(9) “Haddad diz ver possibilidade de acordo sobre mineração entre Brasil e EUA”
– Ministro defende avançar na pauta bilateral, por meio de comércio e investimentos estratégicos.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/haddad-diz-ver-possibilidade-de-acordo-sobre-mineracao-entre-brasil-e-eua.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsmercado)
(Texto recebido pelo correio eletrônico)
E irá piorar muito antes de chegar o pior!
“Datafolha: Pessimismo cresce, e 45% dos brasileiros dizem que situação econômica do país vai piorar”
– Percentual apurado na semana da confirmação do tarifaço é o maior desde março de 2021, durante a pandemia.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/datafolha-pessimismo-cresce-e-45-dos-brasileiros-dizem-que-situacao-economica-do-pais-vai-piorar.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsfolha)
Esperar o quê de uma Nação que está refém de uma batalha de quadrilhas?
Para salvar filhão,
da cadeia tirou lulão.
Bobalhão,
seu futuro é a prisão!
“Bolsonaro estica a corda”
– Tudo faz crer que Bolsonaro queria que sua prisão fosse decretada, embalado pela suposição de que, vitimizado, ganhará força na disputa com o relator dos processos contra ele, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
(Por Merval Pereira, O Globo, 05/08/25)
No atual momento político do país, é lícito desconfiar, pelo menos, de que os bolsonaristas jogam no tumulto generalizado para resolver o caso do ex-presidente Jair Bolsonaro. Todas as manobras levam à conclusão de que não se preparam para disputar uma eleição presidencial em poucos meses, mas pretendem desestabilizar as instituições democráticas acreditando que o apoio do presidente dos Estados Unidos bastará para levá-los de volta ao poder.
Tudo faz crer que Bolsonaro queria que sua prisão fosse decretada, embalado pela suposição de que, vitimizado, ganhará força na disputa com o relator dos processos contra ele, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. É pouco provável que ele ou os filhos não soubessem que, divulgando os pronunciamentos de Bolsonaro durante as manifestações contra Moraes e a favor de Trump e suas sanções contra o Brasil, quebravam as limitações impostas pela Justiça depois da decisão obrigando-o a usar tornozeleira eletrônica.
Mais inacreditável ainda é que não tenham feito o cálculo político de que apoiar a taxação de Trump é atuar contra o próprio país, mesmo que muitos de seus seguidores tenham ostentado a bandeira dos Estados Unidos nas manifestações de domingo. Transferem assim o nacionalismo, um dos temas predominantes dos bolsonaristas, ao governo, devolvendo ao presidente Lula o verde e amarelo que havia sido substituído pelo vermelho do PT.
Embora as pesquisas de opinião mostrem que, num primeiro momento, Lula não se beneficiou desse movimento, ou se beneficiou pouco, será difícil manter tal postura quando a inflação se apresentar como consequência da taxação exorbitante dos americanos, e a economia brasileira sofrer um baque. O cálculo de que, até a eleição, o impacto será absorvido é temerário, a não ser que, nesse intervalo, aguardem que as consequências das sanções estimuladas por Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo (*) levem a rupturas democráticas.
Pode parecer maluquice, mas quem planejou matar toda a linha de sucessão presidencial como solução para o golpe pode fazer qualquer coisa. As manifestações em vários estados são parte da pressão sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), mas também sobre o Congresso, que, embora de centro-direita, não se inclina, pelo menos no momento, a assumir a aprovação de uma anistia que permita a Bolsonaro concorrer na eleição do ano que vem.
Está muito claro que toda movimentação dos bolsonaristas visa a desmoralizar o sistema de Justiça brasileiro, com truques banais para contornar as medidas cautelares determinadas. O mesmo acontece com o senador Marcos do Val. Embora seus passaportes tenham sido confiscados por determinação do Supremo, ele viajou para a Disney, em Orlando, e de lá postou um vídeo ridicularizando Moraes. A alegação de seu advogado de que não havia uma proibição expressa de viajar chega a ser engraçada.
São atitudes que objetivam desmoralizar o Supremo dentro de um esquema maior, para tirar a força das decisões judiciais e confrontá-las com uma realidade que julgam poder controlar. É como se dissessem às autoridades que elas não têm mais o controle da situação, obrigando-as a apertar cada vez mais o cerco na expectativa de que, internamente ou do exterior, receberão o apoio necessário para enfrentar a Justiça brasileira. Resta-nos apenas aguardar como se comportará Donald Trump diante do fato consumado. Bolsonaro está em prisão domiciliar, cada vez mais cerceado pelas medidas cautelares que ele mesmo provocou, e não há nenhum sinal de que essas reações conseguirão alterar o rumo do julgamento que começará em breve.
(Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/merval-pereira/coluna/2025/08/bolsonaro-estica-a-corda.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariamanha)
(*) “Quem é Paulo Figueiredo, apontado por Trump como um dos perseguidos por Moraes”
– Influenciador já foi comentarista e é neto do último presidente da ditadura militar.
(+em: https://valor.globo.com/brasil/noticia/2025/07/30/quem-e-paulo-figueiredo-apontado-por-trump-como-um-dos-perseguidos-por-moraes.ghtml)
“Longe do insensato mundo”
– O erro de cálculo dos extremistas oferece a chance de a política se livrar da armadilha do populismo.
(Dora Kramer, FSP, 04/08/25)
Aquilo que o bom senso não conseguiu, a insensatez dos operadores brasileiros de Donald Trump pode alcançar, proporcionando um respiro na divisão política local lastreada na radicalização e no personalismo, irmão gêmeo do populismo que nos torna refém do atraso.
Antagonistas sempre haverá, embates entre governo e oposição são da essência da democracia. Sem eles o que se tem é a ausência do contraditório, fator imprescindível ao exercício do espírito crítico numa sociedade plural e vigilante na cobrança ao atendimento de suas demandas por parte das lideranças.
Isso é uma coisa. Outra bem diferente é o aprisionamento a dicotomias orquestradas por dois polos divergentes que se retroalimentam.
Tal processo leva a escolhas referidas na rejeição acrítica do oponente, dispensando-se a prática do discernimento. O eleitorado fica, assim, posto eternamente na condição de seguidor, quando deveria ser ele o condutor.
Não se trata, portanto, de defender a ideia do atual governo de aproveitar o ensejo da ofensiva de Trump contra o Brasil para promover um ambiente de união nacional em torno do presidente Luiz Inácio da Silva (PT), sob a bandeira da soberania.
A oportunidade que se tem agora —registrada na pesquisa do Datafolha de que há convicção quase unânime sobre o prejuízo das sanções e repúdio da maioria à tentativa de interferência no julgamento de Jair Bolsonaro (PL)— é a de não nos atermos apenas à oferta de dois pratos na balança.
Pode haver vida inteligente fora deles. Certamente há, mas é preciso que isso se apresente à nação de maneira convincente, consistente e independente das forças que se atraem por gravidade e com isso interditam a circulação de boas ideias e projetos inovadores para o país.
Tarefa que pode ser assumida pelo centro, seja ele mais próximo da direita ou da esquerda, tanto faz. Desde que seja democrático, civilizado e, sobretudo, capaz de se livrar de performances retrógradas e imprimir nova dinâmica ao modo de fazer política no Brasil.
(Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/dora-kramer/2025/08/longe-do-insensato-mundo.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newscolunista)
“Preso em casa”
(Julianna Sofia, Secretária de Redação da Sucursal de Brasília, FSP, brasília Hoje, 04/08/25)
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a prisão domiciliar (1) do ex-presidente Jair Bolsonaro. No entendimento do ministro, ele descumpriu medidas cautelares que o impediam de utilizar redes sociais por conta própria ou por meio de terceiros.
Bolsonaro apareceu em vídeo, tanto por meio de gravações quanto por chamadas simultâneas, nos atos de rua organizados pela direita (2) neste domingo (3). Manifestantes em vinte capitais protestaram contra eventual prisão de Bolsonaro, a favor do presidente americano Donald Trump e contra o ministro Moraes.
Em sua decisão, o ministro do STF proibiu que Bolsonaro use celular ou receba visitas em casa, com exceção de seus advogados e familiares próximos. O descumprimento das medidas resultará em prisão preventiva.
“A Justiça não permitirá que um réu a faça de tola, achando que ficará impune por ter poder político e econômico. A Justiça é igual para todos. O réu que descumpre deliberadamente as medidas cautelares —pela segunda vez— deve sofrer as consequências legais”, escreveu na decisão.
Aliados do ex-presidente classificaram a prisão domiciliar como revanche, vingança e sinal de que o país vive um estado de exceção (3).
(1) “Alexandre de Moraes decreta prisão domiciliar de Bolsonaro”
– Em atos por anistia, apoiadores exibiram vídeos com ex-presidente; uso de redes sociais havia sido proibido por decisão do ministro.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/08/alexandre-de-moraes-decreta-prisao-de-bolsonaro.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)
(2) “Atos bolsonaristas contra Moraes pelo país reforçam cobrança a cotados de 2026”
– Aliados de Bolsonaro afastam temor de esvaziamento em manifestação sem ex-presidente, Tarcísio e governadores.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/08/atos-bolsonaristas-contra-moraes-reforcam-cobranca-a-cotados-de-2026.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)
(3) “Prisão domiciliar de Bolsonaro é revanchismo e fim da democracia, dizem aliados no Congresso”
– Decisão de Moraes foi vista como vingança e relacionada aos protestos pela anistia deste domingo (3).
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/08/prisao-domiciliar-de-bolsonaro-e-revanchismo-e-fim-da-democracia-dizem-aliados-no-congresso.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)
Mapa do poder
O que acontece nos poderes em Brasília e você precisa saber
1 – Policiais federais abordaram o senador Marcos do Val (Podemos) numa ponte de embarque do aeroporto de Brasília às 6h30 para avisá-lo de que havia ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF, obrigando-o a usar uma tornozeleira eletrônica. Contrariado e reclamando de perseguição, o senador acompanhou os policiais ao Centro Integrado de Monitoração Eletrônica para colocar o aparelho.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/08/do-val-foi-abordado-pela-pf-na-saida-de-aviao-e-reclamou-de-perseguicao-de-moraes.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)
2 – Apesar de anúncios desde o primeiro ano de governo e da demanda estrangeira por esses materiais, um plano estratégico para o setor de minerais críticos se arrasta no Executivo. Nióbio, grafite, níquel e terras raras, entre outros, são essenciais para a transição energética e para a fabricação de equipamentos de alta tecnologia.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/plano-do-governo-para-minerios-criticos-se-arrasta-em-meio-a-interesse-de-trump.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)
Na Esplanada…
O presidente da EBC (Empresa Brasil de Comunicação), Jean Lima, pediu demissão nesta segunda-feira. Ele diz que entregou o pedido ao ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Sidônio Palmeira, e que está está à disposição dele para a transição do cargo. Segundo relatos, Lima informou funcionários da empresa na manhã dest
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/08/presidente-da-ebc-entrega-pedido-de-demissao-no-governo-lula.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)
(Texto recebido pelo correio eletrônico)
Qualquer semelhança com os PeTralhas na oposição é mera coincidência?
“Manifestações bolsonaristas: os traços totalitários da suposta oposição”
– A pressão popular, através das manifestações, é justa e legítima, desde que respeitadas as leis do país.
(Ricardo Kertzman, O Antagonista, 04/08/25)
Assim como a oposição de esquerda contra a ditadura militar jamais lutou por democracia, mas apenas por uma ditadura própria, o bolsonarismo – fica cada vez mais claro isso! – não luta por liberdade de expressão, justiça, democracia e até mesmo pela pátria, mas, tão somente, pelos interesses particulares e pela ambição de poder de seus “líderes”, se é que se pode chamar assim quem usa apoiadores como “bucha de canhão”.
O bolsonarismo não se insurge contra as mazelas do Supremo Tribunal Federal (STF). Insurge-se contra ministros e decisões que o atingem. Até outro dia, Jair Bolsonaro e Flávio Bolsonaro andavam de abraços e sorrisos com Dias Toffoli e Gilmar Mendes, e a turba, ao menos atualmente, poupa Luiz Fux (o que não fazia há até pouco tempo).
E nem vou falar de André Mendonça e Kássio Nunes Marques, pois estes, até o dia em que ousarem não aderir em 200% às pautas dos reacionários, são da “tchurma”. Mas que não se enganem. Ao menor sinal de discordância serão tratados a socos e pontapés. Estamos falando de uma horda majoritariamente cega, fanática, ignorante, violenta, virulenta.
Haters de quase tudo e de todos
Vejam os casos dos governadores Tarcisio de Freitas, Romeu Zema e Ratinho Junior, que já são tratados como inimigos e traidores pela reação ao tarifaço e pela ausência na manifestação de domingo, 3. Nikolas Ferreira tem experimentado a fúria dos totalitários, mas vai buscando contornar as cobranças de Eduardo Bolsonaro com slogans de “Fora, Lula e Moraes” e aparições em carros de som. Outros já foram largados: Gustavo Bebianno, General Santos Cruz, Alexandre Frota, Joice Hasselmann, Carla Zambelli, Sergio Moro.
No totalitarismo, para além do aspecto de controle absoluto exercido pelo Estado sobre todos os aspectos da vida pública e privada dos cidadãos, uma ideologia específica é imposta como verdade oficial, e qualquer desvio é considerado traição. A propaganda é usada para moldar a opinião pública e justificar as ações do regime. O bolsonarismo, como qualquer seita fascista, não admite o menor ponto de vista contrário. Muito menos se houver coerência.
Essa gente não tolera a divergência democrática, nem aceita o percurso trabalhoso das vias institucionais. Exige, apenas, mudanças drásticas e repentinas que favoreçam seu lado. Observem o que pedem nas manifestações: “Fora, Lula”. “Fora, PT”. “Fora, Moraes”. “Fora, Alcolumbre”. “Fora, Motta”. “Fora, Globolixo”. Antes, era: “Fora, Maia” e “Fora, Pacheco”. Eles querem um mundo só deles e para eles. São contra, ou melhor, não aceitam o Congresso, o Supremo, a imprensa, as pesquisas, as universidades, os artistas, o centrão… os “isentões”! Qualquer coisa que não seja reacionarismo aloprado, ou extremismo, é tratada com um sonoro e raivoso “Fora”.
Bolsolândia, sim. Instituições, não
São tão obcecados e furiosos, que até Donald Trump – outro reacionário aloprado – agora é tratado como um deus. O cara está aumentando o imposto de importação nos Estados Unidos, via seu “tarifaço global”, e virou herói. O mesmo Trump persegue a imprensa, os estrangeiros, os americanos opositores, o presidente do FED, a ex-chefe do equivalente ao IBGE dos EUA e ainda assim é tido como “o defensor das liberdades”. Isso é surreal.
Em 2022, ouvíamos: “Não queremos golpe, apenas intervenção militar”. Oi? Como assim? Ou então: “Queremos novas eleições, só isso”. Ah, entendi. E se Lula vencesse outra vez? São completamente descolados da realidade. Apontam, acertadamente, a corrupção lulopetista, mas aplaudem Valdemar Costa Neto (mensaleiro e ex-presidiário).
O presidente Lula tem, se a maioria dos eleitores desejar, de ser deposto em 2026, nas urnas. Ministros do STF, se infringirem a Constituição, têm de ser depostos, via impeachment, no Senado. A pressão popular, através das manifestações, é justa e legítima, desde que respeitadas as leis. A do país. E não a de um bando de “líderes” autocráticos, trepados em carros de som, estimulando a virulência de uma horda de adesistas hipnotizados e moralmente anestesiados, em sua ampla maioria.
(Fonte: https://oantagonista.com.br/analise/manifestacoes-bolsonaristas-os-tracos-totalitarios-da-suposta-oposicao/)
E o Revisitildo. . .
“Dois deputados federais – Ivan Valente (SP) e Orlando Fantazzini (SP) – e quatro estaduais, além de militantes históricos como Plínio de Arruda Sampaio e Hélio Bicudo, anunciaram ontem sua saída do PT. À exceção de Bicudo, eles se filiarão ao PSOL, legenda criada por petistas que foram expulsos do partido por votar, em 2003, contra projetos do governo.”
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2709200512.htm
Ói, ói, ó! Num ti falei, “moquiridu”?
“Haddad cita crédito subsidiado para atenuar tarifaço dos EUA”
– Ministro da Fazenda também menciona compras pelo governo para socorrer setores afetados pela taxação…
(Poder360, 04/08/25)
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, mencionou nesta 2ª feira (4.ago.2025) a abertura de linhas de crédito subsidiadas para ajudar setores afetados pelo tarifaço de 40% dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Parte do setor produtivo defende a medida.
O ministro também citou compras de itens (*) que seriam vendidos ao país norte-americano. “Os governadores que quiserem firmar parcerias conosco podem nos trazer, dentro desse quadro apresentado ao presidente Lula, quais setores mais sensíveis. Nós podemos fazer parceria. Temos uma capacidade de financiamento que já é de conhecimento do presidente”, declarou em entrevista à BandNews.
. . .
(+em: https://www.poder360.com.br/poder-economia/haddad-cita-credito-subsidiado-para-atenuar-tarifaco-dos-eua/)
Só pra PenTelhar. . .
(*) Aquelas compras hiperfaturadas cujo produto ninguém sabe onde foi entregue!
Mas. . .seguramente, já esta preparando “o pulo dos gatunos!”
“Frustrante”, diz associação de pesca sobre reunião com Alckmin”
– Presidente da Abipesca, Eduardo Lobo declara que o governo não apresenta soluções rápidas para o tarifaço…
(Gabriel Benevides, Poder360, 04/08/25)
Presidente da Abipesca (Associação Brasileira das Indústrias de Pescados), Eduardo Lobo, definiu como “frustrante” a reunião sobre o tarifaço dos EUA com representantes do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta 2ª feira (4.ago.2025).
O encontro foi conduzido pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin. Contou com a presença de outros integrantes da Esplanada, como Rui Costa (Casa Civil), Carlos Fávaro (Agricultura) e André de Paula (Pesca e Aquicultura).
“Muito frustrante, momentaneamente. A gente reconhece que existe uma preocupação. Mas uma medida efetiva não chegou ainda”, disse Eduardo Lobo a jornalistas depois de sair do encontro.
. . .
(+em: https://www.poder360.com.br/poder-economia/frustrante-diz-associacao-de-pesca-sobre-reuniao-com-alckmin/)
“Moraes decreta prisão domiciliar de Jair Bolsonaro”
– Na decisão, Moraes também proibiu o ex-presidente da República de receber visitas.
(Wilson Lima, O Antagonista, 04/08/25)
O ministro do STF Alexandre de Moraes decretou, na noite desta segunda-feira, 4, a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro. Na decisão, Moraes também proibiu o ex-presidente da República de receber visitas, salvo seus advogados ou com autorização da Corte.
Além disso, o integrante da Suprema Corte também proíbe Bolsonaro de usar aparelhos celulares. Pessoas eventualmente autorizadas a visitar o ex-presidente estão proibidas de tirar fotos ou fazer imagens de Bolsonaro.
Segundo a decisão de Moraes, o ex-presidente usou as redes sociais – e de seus aliados – para publicizar mensagens com o intuito de atacar o Supremo Tribunal Federal (STF) e apoiar atos de “intervenção estrangeira no Poder Judiciário brasileiro”. Na visão de Alexandre de Moraes, ao apoiar as manifestações do último domingo, Bolsonaro teria descumprido medidas cautelares determinadas pelo magistrado.
“Não há dúvidas de que houve o descumprimento da medida cautelar imposta a Jair Messias Bolsonaro”, escreveu Moraes.
Para Alexandre de Moraes, Bolsonaro burlou medida cautelar ao atender ligações tanto de Flávio Bolsoanro quanto do deputado federal Nikolas Ferreira, realizadas durante as manifestações ocorridas no Rio de Janeiro e São Paulo, respectivamente.
“Agindo ilicitamente, o réu Jair Bolsonaro se dirigiu a manifestantes reunidos em Copacabana, no Rio de Janeiro, produzindo dolosa e conscientemente material pré-fabricado para seus partidários continuarem tentando coagir o Supremo Tribunal Federal, e obstruir a Justiça”, declarou o magistrado.
“Não bastasse isso, as falas de Eduardo Nantes Bolsonaro direcionadas aos manifestantes, na data de ontem, também corroboram a atuação coordenada dos filhos de Jair Messias Bolsonaro a partir de mensagens de ataques ao Supremo Tribunal Federal com o evidente intuito de interferir no julgamento da AP 2.668”, declarou Moraes.
Bolsonaro é investigado no âmbito do inquérito que apura a organização criminosa suspeita de atuar para tentar um golpe de Estado, por meio da disseminação de informações falsas sobre o sistema eleitoral, da construção de uma minuta de decreto golpista e da tentativa de envolver as Forças Armadas em um movimento de ruptura institucional.
(Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/moraes-decreta-prisao-domiciliar-de-jair-bolsonaro/)
Matutando bem. . .
Na PeTezuela, molecagem virou sinônimo de política!
Valha-nos, Deus!
Mas bah, tchê! Judiado como filhote de passarinho em mão de piá!
“Próprio veneno”
Marcel van Hattem (Novo-RS) não tem um pingo de dó de Alexandre de Moraes, sancionado pelos Estados Unidos, “É exatamente o que ele impôs ilegalmente a muitos brasileiros”, afirma o deputado.
(Coluna CH, DP, 04/08/25)
¡Lo será, MeuBomJe!
“Milei dá um baile em Lula e, na economia, passa rodo no Brasil”
(Cláudio Humberto, Coluna CH, DP, 04/08/25)
Se no Brasil a economia é chefiada por um ministro da Fazenda que já confessou ser ignorante no assunto, na Argentina, o economista Javier Milei lidera uma transformação quase impossível em tempo recorde. Ele derrubou a inflação, diminuiu o peso do estado, privatizou estatais beberronas, derrubou a inflação, fez crescer o PIB etc. Milei dá um baile no governo Lula, e passa o rodo no Brasil, capturando ao menos US$1 bilhão do fabuloso comércio de carne bovina com os EUA.
No lado certo
Milei ficou no lado certo, os interesses nacionais, e saiu da crise do tarifaço com tarifa zero nos EUA para 80% do que a Argentina exporta.
Argentina em 1º lugar
Enquanto Lula chamava Trump de “nazista”, Milei estabelecia relação de simpatia que rendeu frutos ao futuro da economia argentina.
Rosário eufórica
Em contraste com a atormentada bolsa brasileira, a Bolsa de Comércio de Rosário vive a euforia das boas notícias para os argentinos.
Brasil para trás
O tarifaço dos EUA sobre a carne brasileira anima ainda mais o país de Javier Milei, mas os mais beneficiados serão Austrália e Nova Zelândia.
(Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/milei-da-um-baile-em-lula-e-passa-rodo-no-brasil)
Mientras tanto. . . en PeTezuela. . .
. . . la pandilla está preparando el salto de los ladrones!
“Issu significa qui dá prá isbanJANJA aLULAdu, né benhêêê!!!”
“BP (*) anuncia maior descoberta de petróleo no Brasil em 25 anos”
– Campo Bumerangue, na Bacia de Santos, tem mais de 300 km² e mistura de gás e petróleo…
(Poder360, 04/08/25)
A petroleira britânica BP (*) identificou o campo de Bumerangue na Bacia de Santos, representando sua maior descoberta de petróleo e gás em 25 anos. A empresa anunciou a descoberta na 2ª feira (04.ago.2025), informando que o campo se estende por mais de 300 km² em águas profundas, aproximadamente 400 quilômetros da costa do Rio de Janeiro.
“Estamos empolgados em anunciar esta descoberta significativa (…) a maior realizada pela BP em 25 anos”, afirmou Gordon Birrell, vice-presidente executivo da BP, em um comunicado divulgado pela empresa.
. . .
(+em: https://www.poder360.com.br/poder-energia/bp-anuncia-maior-descoberta-de-petroleo-no-brasil-em-25-anos/)
(*) https://www.bp.com/
EsbanJANJAndo aLULAdo!
“União gasta R$ 1,7 bi com diárias e passagens no 1º semestre de 2025”
– A alta é de 8,5% em relação ao mesmo período em 2024, em valores corrigidos pela inflação; é o maior valor desde o governo Dilma, em 2014…
(Houldine Nascimento, Poder360, 04/08/25)
Os gastos da União com diárias e passagens somaram R$ 1,7 bilhão no 1º semestre de 2025, sob a Presidência de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Trata-se de uma alta de 8,5% na comparação com o mesmo período em 2024 (R$ 1,5 bilhão), em valores corrigidos pela inflação a preços de junho.
É o maior valor real para um 1º semestre desde 2014, no governo de Dilma Rousseff (PT): R$ 2,0 bilhões. A série histórica teve início em 2011.
Os dados são do Tesouro Nacional e estão disponíveis no relatório do resultado primário de junho de 2025.
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(+em: https://www.poder360.com.br/poder-economia/uniao-gasta-r-17-bi-com-diarias-e-passagens-no-1o-semestre-de-2025/)
Só pra PenTelhar. . .
Em governo passado, tinhamos o “Plante que o Governo Garante!”
No governico de lula decaído, janja calamidade & a$$ociado$ vemos o “torre que os burros de cargas são mansos”!
“O espelho partido na histórica relação do Brasil com os EUA”
– A resposta brasileira ao tarifaço não pode ser restringir ao patriotismo popular e à resiliência das instituições, exige um projeto de desenvolvimento.
((Luiz Carlos Azedo, Nas entrelinas, em seu blog no CB, 03/08/25)
A atual crise diplomática e comercial entre o Brasil e os Estados Unidos, deflagrada pelo tarifaço de 50% imposto pelo governo Trump sobre produtos brasileiros, não pode ser compreendida apenas no contexto de uma disputa conjuntural. Ela reativa dilemas históricos da formação nacional: a tensão entre um Brasil que busca a modernização autônoma e outro que permaneceu subordinado a modelos externos, seja pelo agrarismo conservador, seja pela industrialização tardia.
Estamos diante de uma inédita ofensiva tarifária do governo Trump, cujos objetivos não são apenas comerciais, porque adquirem um caráter político e simbólico ao tentar constranger e intimidar instituições brasileiras, principalmente o Supremo Tribunal Federal, diante do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. Esse ataque encontra, porém, certa base de apoio político e social interno, que não deve ser subestimado.
O apoio aberto do ex-presidente Jair Bolsonaro, de alguns governadores e setores da opinião pública às chantagens da Casa Branca ecoa o passado do regime militar e tem por lastro um “americanismo autoritário”, um dos traços do processo de modernização conservadora no Brasil. Como diria o falecido sociólogo Luiz Werneck Vianna, na história republicana, assimilamos superficialmente o liberalismo norte-americano, sem sua alma democrática, transformando-o em instrumento conservador e até mesmo reacionário de dominação interna.
Essa ambiguidade diante dos EUA — ora como farol de progresso, ora como ameaça à soberania — remonta aos anos 1930, quando pensadores como Oliveira Viana propunham uma modernização autoritária, centrada na ordem agrária e no Estado forte. Como muitos ainda imaginam, o campo era visto como o sustentáculo da identidade nacional e da disciplina social. Não por acaso, setores conservadores do agronegócio hoje ainda operam com essa lógica.
Mas o conflito político que fratura nossa coesão social e provoca fissuras na unidade nacional não diz respeito apenas ao agronegócio, que hoje exporta sobretudo para a China. Ele atinge em cheio setores industrializados, como o café processado, o suco de laranja e os produtos químicos exportados para os Estados Unidos. Isso nos remete à divisão histórica entre os projetos de industrialização autônoma, como o de Celso Furtado, e a industrialização dependente dos anos do “milagre econômico”, sob a batuta de João Paulo dos Reis Velloso.
Furtado advertia que sem reforma agrária, desenvolvimento regional e soberania tecnológica, o Brasil seria permanentemente vulnerável às pressões externas. A questão agrária é leite derramado, porém o desenvolvimento regional e avanço tecnológico ainda são agendas da hora.
Projeto nacional
O tarifaço de Trump revela essa vulnerabilidade. O Brasil de 2025 ainda exporta majoritariamente commodities de baixo valor agregado e importa produtos de alta complexidade, sem falar na dependência a insumos básicos para a nossa agricultura e a nossa indústria, como fertilizantes e chips, respectivamente. Essa estrutura regressiva nos deixa à mercê de chantagens geopolíticas como a atual. A integração competitiva do Brasil à economia global, no qual a Embraer e a JBS são os melhores exemplos, está apenas engatinhando. Entretanto, a reestruturação das cadeias globais de valor, da qual o tarifaço é um ponto crítico — no âmbito da guerra comercial dos Estados Unidos com a China, porque não dizer, com o mundo –, pode ser também uma oportunidade.
A resposta brasileira ao tarifaço não pode ser restringir ao patriotismo popular e à resiliência das instituições, exige um projeto de desenvolvimento que articule soberania política, justiça social e inserção internacional estratégica. O americanismo no Brasil nunca foi uma simples importação de valores democráticos, mas uma disputa interna sobre os caminhos da modernização. Nas últimas décadas, elites políticas e econômicas oscilaram entre a dependência passiva dos EUA e tentativas de construção de uma democracia plural e soberana.
Como disse o ex-presidente José Sarney, “não podemos correr atrás de um doido”. Qualquer que seja o desfecho das atuais negociações do governo Lula com a Casa Branca, estará sujeito à imprevisibilidade e ao comportamento errático de Trump. A crise atual mostra uma encruzilhada histórica. A reação brasileira precisa ir além do tecnicismo no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC) ou da negociação de tarifas pontuais. É preciso construir um novo projeto nacional que articule o campo e a cidade, a produção e o conhecimento, os interesses internos e os vínculos externos em bases democráticas, como propõe a Constituição de 1988.
A resposta não está no retorno ao agrarismo conservador nem na rendição ao americanismo subalterno. Como dizia Celso Furtado, o subdesenvolvimento não é uma etapa, é uma armadilha. Escapar dela exige mais do que crescimento: requer imaginação política, projeto histórico e vontade coletiva. Ou seja, nossa elite política, empresarial e intelectual carece de um projeto nacional mobilizador da sociedade, como já houve em outros momentos de nossa história. O espelho norte-americano está rachado; como um país em desenvolvimento, com a 10ª economia do mundo, o Brasil precisa enxergar a si mesmo com mais lucidez e menos ilusões.
(Fonte: https://blogs.correiobraziliense.com.br/azedo/o-espelho-partido-na-historica-relacao-do-brasil-com-os-eua/)
O piNçador Matutildo, piNçou:
“A resposta brasileira ao tarifaço não pode ser restringir ao patriotismo popular e à resiliência das instituições, exige um projeto de desenvolvimento que articule soberania política, justiça social e inserção internacional estratégica.”
E o Revisitildo. . .
Como matutado em postagem abaixo, se tivéssemos “otoridades públicas” dotadas de senso republicano, seria o momento do “pulo do gato”.
Mas, como, lamentavelmente e comprovadamente, não as temos, assistiremos, seguramente ao pulo dos gatunos!
. . .”O que temos em mãos é que a IA, como toda grande revolução tecnológica da história, é ambivalente. Pode ser instrumento de dominação ou de libertação, dependendo de como a humanidade escolher usá-la.”. . .
“Inteligência Artificial e o futuro”
(Circe Cunha e Mamfil – Manoel de Andrade, Coluna Visto, lido e ouvido, Blog do Ari Cunha, CB, 03/08/25)
Ainda não temos a exata medida da revolução trazida pela Inteligência Artificial (IA). O que se sabe até agora vem de previsões, a maioria repletas de interrogações e de sinais de mau agouro sobre essa nova tecnologia. De fato, o século XXI parece que será moldado pela IA em múltiplos aspectos. Cientistas respeitados como o físico britânico Stephen Hawking alertam para o perigo que a humanidade enfrentará caso a IA venha a adquirir vontade própria aliada a uma competência extrema e sobre humana, capaz, segundo ele, de representar uma ameaça à própria existência humana sobre o planeta.
Em sua obra póstuma “Brief Answers to the Big Questions”, Hawking previu que a aprimoração da IA pode levar a humanidade a ser simplesmente ignorada e mesmo colocada em segunda plano, sendo então descartada como uma espécie superada. O fato é que a IA colocou o homem numa espécie de encruzilhada decisiva entre a salvação e a destruição. A questão aqui é como estabelecer uma espécie de regulação ética e desenvolvimento responsável para a IA, quando se sabe que a espécie humana é guiada por desejos, sendo um deles o desejo pelo poder e pela dominação.
Deste modo, estaríamos numa encruzilhada do tipo dialética, alimentando uma tecnologia que, no futuro, irá simplesmente nos destruir sem remorsos, sem choro nem velas. Talvez estejamos inventando um novo tipo de pólvora ou bomba atômica, que, mais cedo ou mais tarde, irá explodir a todos. Nas últimas quatro décadas, Peter Diamandis, empresário, médico e engenheiro, fundador da X Prize Foudation e da Singularity University, vem tentando entender que tecnologias irão moldar este século em que estamos. Para tanto, fundou a Singularity University orientada para pesquisar e responder a essa questão. Segundo ele, em pouco mais de uma década, o mundo, tal qual o conhecemos hoje, será totalmente irreconhecível. A principal ferramenta responsável por essa mudança será justamente a IA.
Nesse mês de agosto, Peter Diamandis estará presente no Rio Innovation Week (RIW), falando sobre esse tema. Ao contrário de Hawking, Diamandis é um ortimista em relação ao futuro com a ajuda da IA. O que temos em mãos é que a IA, como toda grande revolução tecnológica da história, é ambivalente. Pode ser instrumento de dominação ou de libertação, dependendo de como a humanidade escolher usá-la.
Vejamos algumas das possibilidades concretas e positivas que a IA já começou a trazer e que, bem reguladas e dirigidas por princípios éticos sólidos, podem moldar um futuro promissor: a medicina personalizada e cura de doenças até hoje incuráveis é uma dessas esperanças. A IA já está revolucionando a medicina com diagnósticos precoces mais precisos do que os realizados por médicos humanos, detectando câncer, doenças neurodegenerativas e patologias raras com maior exatidão. Com o avanço de tecnologias como o machine learning, será possível desenvolver terapias personalizadas, criadas para o perfil genético de cada paciente, e prever surtos epidêmicos antes mesmo de se alastrarem. Na educação, em vez de um modelo de ensino industrial, que trata todos os alunos como iguais, a IA permitirá a criação de ambientes educacionais altamente personalizados, que se adaptam ao ritmo, estilo de aprendizagem e interesses de cada estudante. Isso pode levar à inclusão de populações tradicionalmente marginalizadas pela educação formal, como adultos analfabetos, pessoas com deficiência e comunidades remotas. Também, na redução drástica da pobreza, há esperanças. Com a automação de tarefas repetitivas e a otimização de processos, a IA poderá aumentar exponencialmente a produtividade em diversos setores. Se associada a políticas públicas inteligentes, isso pode significar maior acesso a bens, serviços e oportunidades e uma redistribuição mais justa da riqueza produzida, abrindo caminho para a redução da pobreza extrema em muitas regiões do mundo.
Na proteção ao meio ambiente, a IA pode ser utilizada para prever desastres naturais com mais antecedência, otimizar o uso de recursos naturais, monitorar ecossistemas ameaçados e desenvolver novas formas de energia limpa. Algoritmos já estão sendo usados para combater o desmatamento na Amazônia e para analisar os impactos das mudanças climáticas em tempo real. Na governança inteligente a IA poderá tornar a gestão pública mais eficiente, transparente e orientada por dados reais.
A corrupção poderá ser reduzida com sistemas de auditoria automatizados, e o planejamento urbano, saúde pública e segurança poderão ser otimizados com base em análises profundas e imparciais. No entanto, nada disso será alcançado por nossa espécie caso a IA venha a cair em mãos erradas. Para tanto, o alerta de Hawking não deve ser desprezado.
O poder da IA é tão imenso que, em mãos erradas ou sem controle, pode sim representar uma ameaça real. Algoritmos enviesados podem reforçar injustiças; sistemas autônomos de armas já estão sendo testados em zonas de conflito; e há o risco de concentração de poder nas mãos de poucas corporações ou Estados que dominem a IA. Por isso, mais do que discutir se devemos parar ou avançar, o centro da questão está no “como avançar”.
Ética, regulação internacional, educação pública sobre tecnologia e a formação de uma consciência coletiva global são elementos indispensáveis para garantir que a IA seja uma ferramenta de emancipação, e não de escravidão digital. Assim como aconteceu com as conquistas do fogo, da eletricidade e da energia nuclear, a IA é uma ferramenta. Não é boa nem má em si mesma. Tudo dependerá daquilo que faremos com ela. A presença de nomes como Peter Diamandis no Rio Innovation Week é um sinal de que o debate precisa ser ampliado, democratizado e, sobretudo, ancorado na busca por soluções que tenham o ser humano e o planeta como prioridade. A pergunta que fica é: seremos capazes de guiar essa revolução com sabedoria, ou seremos guiados por ela rumo à obsolescência? A resposta, por ora, ainda está em nossas mãos.
A frase que foi pronunciada:
“Estude o passado se quiser adivinhar o futuro.”
(Confúcio)
(Fonte: https://blogs.correiobraziliense.com.br/aricunha/inteligencia-artificial-e-o-futuro/)
“Anistia a Bolsonaro afasta eleitores, aponta Datafolha”
– Pesquisa aponta que maioria rejeita candidato que promete anistiar o ex-presidente.
(Redação O Antagonista, 03/08/25)
Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo, 3, aponta que a maioria dos brasileiros rejeita a ideia de anistiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e os envolvidos nos atos de 8/1.
Segundo o levantamento, 61% dos eleitores dizem que não votariam em um candidato que prometesse livrar Bolsonaro e seus aliados de qualquer punição relacionada aos ataques.
Outros 19% afirmaram que votariam com certeza em um político com essa proposta, enquanto 14% disseram que talvez votassem. Apenas 6% não souberam responder.
A pesquisa foi realizada nos dias 29 e 30 de julho, com 2.004 pessoas em 130 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
A posição da maioria do eleitorado contraria o discurso de governadores que são potenciais candidatos à presidência em 2026. Entre os nomes que já declararam apoio à medida estão Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Romeu Zema (Novo-MG), Ronaldo Caiado (União-GO) e Ratinho Jr. (PSD-PR). Todos estiveram ausentes na manifestação bolsonarista deste domingo, 3, na Avenida Paulista, marcada por apelos à medida.
Maioria acha que Bolsonaro deveria desistir
A pesquisa Datafolha mostra ainda que a maioria dos brasileiros acredita que Bolsonaro (PL) deveria desistir de disputar novamente a Presidência da República.
Segundo o levantamento, 67% dos entrevistados acham que o ex-presidente deve abrir mão de uma candidatura e apoiar outro nome em 2026. Apenas 30% defendem que ele mantenha a intenção de concorrer, mesmo estando inelegível até 2030 por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Bolsonaro foi condenado por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação em ações relacionadas às eleições de 2022. Além da inelegibilidade, o ex-presidente é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento em uma suposta tentativa de golpe de Estado e atualmente cumpre medidas restritivas impostas pela Corte.
Os dados mostram estabilidade em relação à pesquisa anterior, feita em junho, quando também 67% defendiam que Bolsonaro abrisse mão da candidatura.
(Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/anistia-a-bolsonaro-afasta-eleitores-aponta-datafolha/)
Tudo para eleger um PeTralha para o parasitário alto!
“Cotado ao Senado, Carlos Bolsonaro participa de 2 atos em SC”
– Filho do ex-presidente foi a Criciúma e Florianópolis; PL articula candidatura do vereador ao lado de Caroline de Toni…
(Poder360, 03/08/25)
O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), participou neste domingo (3.ago.2025) de 2 atos em apoio ao pai em Santa Catarina. Ele é cotado como possível candidato ao Senado pelo Estado nas eleições de 2026.
. . .
(+em: https://www.poder360.com.br/brasil/cotado-ao-senado-carlos-bolsonaro-participa-de-2-atos-em-sc/)
Acordem, eleitores catarinenses!
Já estamos desprovidos de senadores há muito tempo!
L’alerte est donnée !
“Magnitsky: banco francês pagou multa de US$ 8,9 bi por descumprir lei”
– Banco sofreu multa por violar sanção imposta a Cuba, Sudão e Irã via Lei Magnitsky, medida agora imposta pelos EUA a Alexandre de Moraes.
(Paulo Cappelli e Petrônio Viana, Metrópoles, 03/08/25)
O maior banco da França, BNP Paribas, teve de pagar uma multa de US$ 8,9 bilhões de dólares, em 2014, por descumprir medidas impostas pela Lei Magnitsky, agora usada pelos Estados Unidos para sancionar o ministro Alexandre de Moraes (STF).
A punição ao banco francês foi estabelecida por violações cometidas contra o embargo dos EUA a Cuba, Irã e Sudão, países incluídos em listas de sanções internacionais. As transações consideradas ilegais ocorreram entre 2004 e 2012, totalizando US$ 30 bilhões.
O BNP Paribas concordou em pagar a multa para evitar julgamento em tribunal norte-americano. A instituição também foi proibida de realizar determinadas operações em dólar e obrigada a demitir 13 funcionários envolvidos nas irregularidades.
Bancos brasileiros
No caso de Alexandre de Moraes, o STF e as instituições financeiras brasileiras ainda buscam entender quais transações são permitidas ou proibidas ao ministro.
Líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias ingressou com uma ação no Supremo para que os bancos não imponham restrições ao magistrado. A representação foi sorteada para o gabinete de Cristiano Zanin.
(Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/paulo-cappelli/magnitsky-banco-frances-pagou-multa-de-us-89-bi-por-descumprir-lei)
Ora, se a Lei Magnitsky, foi criada para essencialmente punir corruptos de todos os tipos (e narcotraficantes), ela está sendo muito mal usada por Donald Trump, no Brasil. Ela devia mirar os implicados na Lava Jato, inclusive por destruí-la no âmbito da Jusstiça, em alguns casos, de forma monocrática e sem qualquer perspectivas de decisão colegiada
Novamente, você está certo!
“O uso da lei Magnitsky pela administração de Trump é uma violação grosseira. Está sendo feita por motivos políticos óbvios, não há nenhuma alegação que eu saiba de que o ministro esteja envolvido em tortura ou corrupção em grande escala. Pelo que li, parece muito claro que Donald Trump e outros estão bravos com ele [Moraes] por ele estar processando o ex-presidente brasileiro [Jair Bolsonaro, réu por tentativa de golpe de Estado].”
“Essa lei não foi feita para resolver disputas políticas. Foi feita para ajudar as vítimas de grandes violações de direitos humanos. […] Não vi nenhum outro caso em que a lei foi mal utilizada assim.”
“Sou especialista é na Lei Magnitsky. Não sou especialista no Brasil ou nesse juiz em particular. E o que posso dizer é que não é preciso ser especialista, as alegações que adversários [de Moraes] fizeram contra ele não estão no nível de sanção pela Lei Magnitsky. Se você pegar a acusação mais séria, a de que ele derrubou [contas do] Twitter, de que não acredita em liberdade de expressão… essas coisas não são sancionáveis pela Lei Magnitsky.”
(William Browder, britânico que fez campanha global pela criação dessa lei e hoje se dedica integralmente à defesa dela nos EUA e em outros países na entrevista ao UOL)
(+em: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2025/08/03/entrevista-william-browder-lei-magnitsky-alexandre-de-moraes.htm)
“Os novos polos de poder”
– Um dos fenômenos mais significativos da contemporaneidade é a transferência de poder.
(Gaudêncio Torquato (*), Blog do Noblat, Metrópoles, 03/08/25)
Um dos fenômenos mais significativos da contemporaneidade é a transferência de poder, dos centros tradicionais (Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário) para diferentes atores e regiões, propiciando o surgimento de novos polos de poder, que passam a atuar como agentes de mudança e influência, desafiando as instituições de Estado. Governos continuam sendo importantes, mas estão longe de serem os únicos ou principais condutores do destino coletivo.
Entre os novos centros de poder, sobressaem as Organizações Não Governamentais (ONGs), onde vão se abrigar parcelas da população, que mostram desinteresse em relação às instituições políticas e seus representantes. Prova do desinteresse é a baixa participação eleitoral, o aumento do voto nulo e branco e a crescente insatisfação com o desempenho dos governantes.
No Brasil, as ONGs atuam em diversas áreas, acolhendo os grupos organizados da sociedade, fazendo pressão sobre os congressistas e levando ao Executivo as demandas sociais. Outros protagonistas entram no processo de redistribuição do poder, entre os quais, grandes corporações como Apple, Google, Amazon, Shell, cujos orçamentos são superiores ao PIB de muitos países globais, influenciam legislações e pautas ambientais, tecnológicas e tributárias; movimentos como Greenpeace, Médicos Sem Fronteiras, Anistia Internacional; conglomerados de informação, como redes de TV, plataformas digitais, agências de notícias e algoritmos, que operam como filtros do real, influenciando narrativas.
Por último, estão organismos internacionais, como FMI, Banco Mundial, OMS, OMC, União Europeia, com seu poder de definir normas que se sobrepõem às decisões dos Estados. E ainda as redes digitais, que criam formas de organização e influência.
Roger-Gérard Schwartzenberg, cientista social e político francês, foi um dos primeiros a diagnosticar a fragmentação da autoridade estatal e o surgimento de novos centros de poder. Sua análise, ainda atual, descreve um mundo onde o Estado-Nação já não detém o monopólio da decisão política, sendo desafiado por atores não estatais.
Ele parte da ideia de que o Estado moderno, como concebido desde o absolutismo, entra em colapso simbólico e funcional, não conseguindo mais responder de maneira eficaz aos desafios da economia transnacional e da revolução digital. Alerta para o risco de uma erosão da soberania popular, uma vez que muitos desses novos polos de poder não são escolhidos nem controláveis pelos cidadãos.
Schwartzenberg antecipa uma realidade que hoje se consolida: a política fragmentada, descentralizada, onde o poder circula de forma opaca. Governos continuam sendo importantes, mas estão longe de serem os únicos ou principais condutores do destino coletivo. Para os estudiosos da comunicação, isso implica revisitar a noção de esfera pública e da accountability (transparência nos atos, na entrega de resultados e na definição de responsabilidades).
E como vão as ONGs no Brasil? A primeira observação diz respeito ao seu avanço. A Constituição de 88 foi o marco inicial para a expansão das ONGs. Etnia, religião, gênero, orientação sexual, deficiência, idade, entre outros setores, passaram a se abrigar sob sua sombra, abrindo um leque em defesa do direito das minorias (população LGBTQIA, povos indígenas, população negra, pessoas com deficiência, mulheres, pessoas em situação de rua, migrantes e refugiados).
Trabalham em diversas frentes, entre as quais, a frente do desenvolvimento e defesa de direitos, ação da Conectas Direitos Humanos e Artigo 19, que trabalham na promoção e proteção dos direitos humanos, combatendo a discriminação e a violência; na frente da assistência social; na frente do meio ambiente, onde se faz a defesa do meio ambiente, promovendo a sustentabilidade e a conservação da biodiversidade; na área saúde, onde se oferecem serviços de prevenção, tratamento e apoio a pacientes; na frente da educação, onde se promovem projetos de alfabetização, inclusão e desenvolvimento de crianças e jovens. O CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola), por exemplo, a maior ONG de inclusão de jovens e estudantes no mundo do trabalho, já inseriu no mercado, ao longo de mais de 60 anos de atuação em todo o Brasil, mais de 7 milhões de jovens, entre alunos do Programa de Estágio e jovens do Programa Jovem Aprendiz.
Por fim, resta aduzir que os novos polos de poder refletem a crescente importância das regiões, formando um maior equilíbrio de forças; desafiam a hegemonia do poder tradicional, o que pode ser visto como um estímulo à competição saudável e à busca por soluções mais justas; impulso à inovação e ao desenvolvimento em áreas como tecnologia, economia e cultura.
Há algum risco? Sim. A disputa entre diferentes polos pode levar a uma maior polarização e fragmentação da sociedade, dificultando o diálogo e a busca por soluções conjuntas e incentivando a competição entre diferentes polos.
Em suma: a relação entre novos polos de poder e democracia é ambivalente. Se, por um lado, a emergência de novos centros de poder pode trazer benefícios como maior diversidade e inovação, por outro, pode gerar riscos como conflitos polarizados. A chave para garantir que os novos polos de poder contribuam para o fortalecimento da democracia reside na promoção do diálogo, da cooperação e do respeito aos direitos humanos.
(Fonte: https://www.metropoles.com/blog-do-noblat/artigos/os-novos-polos-de-poder-por-gaudencio-torquato)
(*) é escritor, jornalista, professor-emérito da ECA-USP e consultor.
Assim sendo. . .
e como temos “visto, lido e ouvido” que a maioria das ONGs estão atreladas à corja vermelha,
então. . .
na PeTezuela, a alternância do poder sai do atoleiro e entra no lamaçal com o polo duplo: corrupção & retrocesso!
À conferir. . .
“Leia a lista dos senadores a favor do impeachment de Moraes”
– Há 34 votos favoráveis e 19 contrários; líder do PP, Ciro Nogueira, aparece ao lado de outros 27 “indefinidos”…
(Poder360, 03/08/25)
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) compartilhou em seu perfil no X na 6ª feira (1º.ago.2025) o “placar atualizado” de votos no Senado favoráveis e contrários ao pedido de impeachment do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, alvo de sanções do governo dos Estados Unidos.
Os dados, do site “votossenadores.com.br”, mostram que 34 senadores são a favor do impeachment e 19 são contra. Há ainda outros 28 indefinidos. Cabe ao presidente do Senado decidir se dá seguimento ou não a um pedido de impeachment de um ministro do Supremo. São necessários 54 votos, ou 2/3 do plenário, para confirmar a destituição.
. . .
(+em: https://www.poder360.com.br/poder-congresso/leia-a-lista-dos-senadores-a-favor-do-impeachment-de-moraes/)
Só pra parasitar. . .
Dos 3 altos parasitas eleitos pelos catarinenses, Dão e o carioca são à favor. Já a brusquense, está indecisa.
A questão é: quem segura a guia e quem está encoleirado?
“Além do constrangimento de apenas seis membros do Supremo Tribunal Federal no jantar de Lula (PT), quinta (31), em desagravo a Alexandre de Moraes, ministros preocupados com a instituição avaliam em off que o regabofe reforçou a imagem no exterior de que governo e STF dividem a “governança” que persegue opositores. Ministros faltosos não teriam se esforçado para ir ou optaram pela ausência. Eles Criticam também a demora de Luis Roberto Barroso para reagir. (Coluna CH, DP, 03/08/25)
(+em: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/sede-da-cop30-para-tem-apagao-na-seguranca-situacao-alarmante)
Só pra SuTriFar. . .
Penso que maduro sabe a resposta!
Só pra PenTelhar. . .
Periga ser o maduro quem está segurando a guia com todos na coleira!
Mas que “barbalhidade”, hein helder?
“Policiais Civis do Pará, que vai sediar a COP30 este ano, enviaram ao governador Helder Barbalho (MDB) relatório que adverte para a “situação alarmante” no interior. A coluna teve acesso ao material deixando claro que nada é novidade e que o ex-delegado-geral Walter Resende, que deixou o posto em abril passado, recebeu ao menos quatro ofícios do sindicato da categoria (Sindpol-PA), desde 2023, com alertas que envolvem até violação dos direitos humanos. Pouco mudou.” (Cláudio Humberto, Coluna CH, DP, 03/08/25)
(+em: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/sede-da-cop30-para-tem-apagao-na-seguranca-situacao-alarmante)
Só pra “barbalhizar”. . .
Tudo indica que a COP30 revelará ao mundo o retrato fiel da PeTezuela que “nossas otoridades” tentam escondê-lo!
“A primeira a cantar em brasileiro”
– Carmen Miranda abriu o caminho para Dircinha, Emilinha, Marlene, Elza, Elis, Gal, Rita, Ivete e Anitta.
(Ruy Castro, FSP, 02/08/25)
Quando Carmen Miranda (1), no dia 27 de janeiro de 1930 —a dias de fazer 21 anos—, gravou a marchinha “Pra Você Gostar de Mim” (“Taí”), de Joubert de Carvalho, não havia nenhuma cantora como ela no Brasil. As poucas então no mercado, como Elisa Coelho, Zaira Cavalcanti e Aracy Côrtes, eram boas, mas tinham voz clássica, de opereta, típica da Europa. Por nunca ter tido uma aula de canto, Carmen (2) cantou com naturalidade, quase como falava. Intuitivamente, foi a primeira a cantar “em brasileiro”.
As lojas de eletrodomésticos instalavam gramofones na porta, com as cornetas para a rua. Quem passasse pela calçada não tinha como não escutar. É inevitável que, ao ouvir Carmen (3), as pessoas pensassem: “É assim que nós cantamos. É assim que nós somos”. Pelos anos seguintes até 1940, Carmen enfatizou mais ainda o jeito coloquial e moleque de cantar, “de bossa” (não confundir com a bossa nova). Basta conferir em “Querido Adão”, Fon-Fon”, “Eu Dei…”, “…E o Mundo Não se Acabou”, “Paris”, “Uva de Caminhão”, “Recenseamento” e tantos outros sambas e marchinhas. Estão todos na internet.
Se os cantores eram românticos ou “de bossa”, Carmen foi a pioneira dessa última categoria. Foi ela quem abriu o caminho para as irmãs Dircinha e Linda Baptista, Isaurinha Garcia, Emilinha Borba, Marlene, Elizeth Cardoso, Elza Soares (4), Elis Regina (5), Gal Costa (6), Beth Carvalho (7), Rita Lee (8), Ivete Sangalo (9) e, claro, Anitta (10).
Por causa de Carmen, recordista de vendas de discos da Victor e da Odeon, as pessoas compravam vitrolas. Para ouvi-la na Rádio Mayrink Veiga (11), de que ela era a maior estrela, compravam aparelhos de rádio (12). Foi Carmen quem levou os cassinos brasileiros, da Urca (13) e do Copacabana Palace (14), a contratar cantoras nacionais –até então só queriam saber de argentinas e francesas de segunda. Foi Carmen quem levou o samba (15) para fora do Brasil, com suas nove temporadas em Buenos Aires (16) nos anos 1930 e, depois, para os EUA.
Aos 70 anos de sua morte nesta terça-feira (5), nunca pagamos o que lhe devemos.
(Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2025/08/a-primeira-a-cantar-em-brasileiro.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newscolunista)
(1) “Quem foi Carmen Miranda”
+em: https://www1.folha.uol.com.br/webstories/cultura/2020/08/quem-foi-carmen-miranda/
(2) A Carmen que o Brasil não conhece
+em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0802200908.htm
(3) https://fotografia.folha.uol.com.br/carmen-miranda/
(4) “A trajetória de Elza soares”
+em: https://www1.folha.uol.com.br/webstories/cultura/2021/02/a-trajetoria-de-elza-soares/
(5) “Elis Regina canta, lê poesia e o horóscopo em programa de rádio inédito de 1967; ouça”
– ‘O Canto da Elis’, que contou com a produção de Carlos Leite Guerra, nunca foi lançado por desentendimentos nos bastidores.
+em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/04/elis-regina-canta-le-poesia-e-o-horoscopo-em-programa-de-radio-inedito-de-1967-ouca.shtml
(6) https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/gal-costa/
(7) “Biografia mostra como Beth Carvalho encarou o samba como uma profissão de fé”
– Livro de Rodrigo Faour traz depoimento inédito da filha única da cantora, Luana, sobre os bastidores da morte da sambista.
+em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/05/biografia-mostra-como-beth-carvalho-encarou-o-samba-como-uma-profissao-de-fe.shtml
(8) https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/rita-lee/
(9) https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/ivete-sangalo/
(10) https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/anitta/
(11) “Por uma história da Mayrink”
+em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/1165808-por-uma-historia-da-mayrink.shtml
(12) “Rádios fora do ar”
+em: https://feeds.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/157931-radios-fora-do-ar.shtml
(13) “Cassino da Urca está infestado de ratos e insetos”
+em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0301200143.htm
(14) “Copacabana Palace chega aos cem anos com história que se mistura à do Brasil”
– Com fofocas e histórias de alcova, hotel reúne causos de famosos que vão de Lady Di a rei destronado.
+em: https://www1.folha.uol.com.br/turismo/2023/08/copacabana-palace-chega-aos-cem-anos-com-historia-que-se-mistura-a-do-brasil.shtml
(15) https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/samba/
(16) https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/buenos-aires/
E o Revisitildo. . .
Saudades dos bons tempos do Bar & Snooker Urca, do Seu Rafael, nos primórdios da Beira Rio, e que depois foi para a Nereu Ramos, próximo à antiga Varig.
Pergunta na corruPTa CêBêéFe. . .
Será que os gaúchos estão em campanha para encaixar o Renato Portaluppi na seleção?
Nesta semana, o Fluminense, sob seu comando, derrotou o Colorado e os Imortais!
– Mas bah, tchê! Você está mais informado do que gerente de funerária!
. . .e a PeTezuela é aqui!
. . .”O discurso da igualdade, quando instrumentalizado por elites políticas e econômicas globalizadas, acaba servindo como véu para manter seus privilégios intactos, enquanto impõe ao povo uma “igualdade na miséria”. Não se trata aqui do socialismo clássico, mas de uma versão tecnocrática, centralizadora, niilista — sem valores transcendentes, sem verdade, sem limites éticos, em que tudo é relativo, exceto o poder de quem já o detém. O que está posto aqui projeta para um futuro próximo o que é hoje, no presente, a realidade de países como a Venezuela.”. . .
“1984 é bem ali”
(Circe Cunha e Mamfil – Manoel de Andrade, Coluna Visto, lido e ouvido, Blog do Ari Cunha, CB, 02/08/25)
Observadores da cena internacional acreditam que o mundo caminha, nesta primeira metade do século XXI, para uma espécie de “socialismo de castas”, onde as elites cada vez mais empoderadas vão se eternizando no topo, com toda a espécie de direitos e privilégios, enquanto ao povo, essa histórica porção de ninguém, é dado como herança e destino um novo tipo de miséria, mais perniciosa e não menos desumana. Tanto a Europa como, no nosso caso, o Brasil assistem essa realidade advinda de um globalismo niilista, que vai, aos poucos, destruindo a democracia clássica em nome de uma falsa igualdade.
Trata-se aqui de reconhecermos uma realidade poderosa que sintetiza um sentimento crescente de que os valores democráticos clássicos, como liberdade, mérito, mobilidade social, estão sendo lentamente substituídos por um sistema autoritário disfarçado de justiça social. O que vemos aqui é um novo tipo de socialismo, mais adaptado ao nosso século e a um mundo superpopuloso e inquieto. A ideia de socialismo de castas expõe também uma contradição: em vez de eliminar desigualdades, o sistema as congela como deseja o globalismo.
O discurso da igualdade, quando instrumentalizado por elites políticas e econômicas globalizadas, acaba servindo como véu para manter seus privilégios intactos, enquanto impõe ao povo uma “igualdade na miséria”. Não se trata aqui do socialismo clássico, mas de uma versão tecnocrática, centralizadora, niilista — sem valores transcendentes, sem verdade, sem limites éticos, em que tudo é relativo, exceto o poder de quem já o detém. O que está posto aqui projeta para um futuro próximo o que é hoje, no presente, a realidade de países como a Venezuela.
Essa nova elite transnacional, formada por grandes corporações, organismos multilaterais e lideranças políticas, supostamente progressistas, defende uma ordem mundial onde o indivíduo é reduzido á estatística, o Estado nacional é esvaziado, e a cultura local é vista como obstáculo à padronização social e econômica. Isso constitui um niilismo poderoso que vai rompendo paulatinamente com qualquer base moral objetiva: tudo é permitido em nome de uma suposta e ilusória inclusão e progresso. É o progresso não para a melhoria na qualidade de vida da sociedade, mas que a arrasta literalmente para um mundo distópico e já sem esperanças.
Na Europa, o discurso igualitário avançou ao ponto de se tornar um instrumento de controle ideológico. Países como França, Alemanha e Suécia vivem crises internas com o multiculturalismo imposto, a erosão da cultura nacional e a criminalização do pensamento divergente. A promessa de igualdade e integração se transformou em zonas de exclusão social, guetos e insegurança. Além disso, a burocracia da União Europeia, distante da realidade dos povos, impõe regras ambientais, econômicas e culturais que favorecem grandes conglomerados e limitam a autonomia dos cidadãos comuns. Assim, a mobilidade social é engessada e a elite política permanece girando entre os mesmos nomes, partidos e interesses, numa pantomima ensaiada que vai, aos poucos, solapando a vida social, econômica e política como a conhecemos.
No Brasil, essa lógica se manifesta também de forma ainda mais perversa. Políticas públicas mal planejadas, sob o pretexto de “inclusão”, criam dependência estatal em vez de emancipação cidadã. O bolsa família é hoje um verdadeiro labirinto sem saída e que vai aprisionando o cidadão ao Estado. A elite política brasileira, muitas vezes aliada a ONGs internacionais e à grande mídia, perpetua sua influência sob o discurso de “representatividade” e “diversidade”, enquanto entrega a população a um sistema educacional falido, violência urbana crônica e oportunidades restritas. Tristes tempos esses em que o mundo e o homem vão perdendo sua identidade em nome de projetos que não são os seus.
Com essa nova realidade que vai se impondo, a meritocracia passa a ser demonizada como “elitista”, enquanto privilégios de castas burocráticas, como no caso de magistrados, políticos, altos funcionários seguem intocados. Cria-se, assim, um abismo intransponível: de um lado, uma elite protegida e globalizada; de outro, um povo sufocado, rotulado e manipulado. A destruição da democracia clássica, como a conhecemos, vai sendo posta de lado, como coisa do passado. A democracia clássica se baseava na alternância de poder, na liberdade de expressão, na igualdade perante a lei e no Estado de Direito. Tudo isso está sendo minado por esse globalismo niilista, que substitui o debate aberto por narrativas únicas, a autonomia nacional por tratados internacionais e o cidadão por uma massa homogênea de “clientes do Estado”.
Essa nova ordem se legitima por meio do medo, das pandemias, do clima e do discurso “de ódio” para justificar o controle crescente. O objetivo não é eliminar desigualdades, mas redistribuí-las de forma a manter a elite onde sempre esteve, blindada contra o povo e acima da lei. O mundo não caminha para uma igualdade verdadeira, mas para uma hierarquização disfarçada, onde a elite se apresenta como salvadora enquanto cristaliza seus próprios privilégios. A democracia só sobreviverá onde há liberdade real, e esta depende de pluralismo, responsabilidade individual e soberania. O desafio está lançado: ou resgatamos os fundamentos da civilização ocidental, com suas liberdades e limites, ou assistiremos à consolidação de um novo tipo de despotismo, tecnocrático, globalizado e sorridente, mais parecido com o mundo previsto por George Orwell em “1984”.
A frase que foi pronunciada:
“Você não pode escapar da responsabilidade do amanhã, fugindo dele hoje.”
(Abraham Lincoln)
(Fonte: https://blogs.correiobraziliense.com.br/aricunha/1984-e-bem-ali/)
É óbvio! Vaccari inventou o PIXuleco!
“João Vaccari é exaltado em evento do PT: “Justiça sendo feita””
– “O PT me apoiou quando fui preso e quando saí da cadeia”, diz ex-tesoureiro do partido.
(Redação O Antagonista, 02/08/25)
(+em: https://oantagonista.com.br/brasil/joao-vaccari-e-exaltado-em-evento-do-pt-justica-sendo-feita/)
Mas, a quadrilha oPTou pelo PIXar!
“PT usa estética Pixar em post com Lula para defender Pix”
– Imagem compartilhada pelo partido tem presidente e, no lugar do “i” em “Pix”, a luminária símbolo do estúdio de animação…
(Poder360, 02/08/25)
(+em: https://www.poder360.com.br/poder-flash/pt-usa-estetica-pixar-em-post-com-lula-para-defender-pix/)
Suspende o “bananinha com amor”!
“Datafolha: Trump não impulsiona avaliação de Lula”
– Pesquisa aponta estabilidade na aprovação do presidente, mesmo com tensões entre Brasil e EUA.
(Redação O Antagonista, 02/08/25)
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 2, mostra que a avaliação do governo Lula (PT) permanece estável, mesmo após a escalada de tensões com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O levantamento, feito entre 29 e 30 de julho, aponta que 40% dos entrevistados reprovam o governo petista, enquanto 29% aprovam. Outros 29% consideram a gestão regular.
Em relação à última pesquisa de junho, os índices praticamente não mudaram: a aprovação passou de 28% para 29%, e a reprovação se manteve em 40%. A parcela que avalia o governo como regular caiu de 31% para 29%.
Foram ouvidos 2.004 eleitores em 130 cidades brasileiras, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O Lulômetro com tarifaço e Magnitsky
O Lulômetro, levantamento diário realizado por O Antagonista e Real Time Big Data, apontou uma pequena queda na reprovação do governo Lula nos últimos dias.
Enquanto na segunda-feira 42% dos entrevistados consideravam o governo “ruim” ou “péssimo”, o índice caiu para 40% na sexta-feira, 1º.
Embora a diferença esteja dentro da margem de erro, a análise das últimas semanas indica uma tendência de redução da reprovação. No dia 21 de julho, 46% avaliavam o governo negativamente, seis pontos percentuais a mais que no levantamento mais recente.
O que é o Lulômetro?
Com gráficos e dados estruturados, resultantes de pesquisas de opinião diárias realizadas pela Real Time Big Data, o Lulômetro fica exposto na página principal de O Antagonista, onde é atualizado a cada 24h para a sua consulta frequente sobre os índices de “ótimo/bom”, “regular”, “ruim/péssimo” e “não sabe/não respondeu”.
Esse termômetro do desempenho de Lula, aberto para o público, é apenas uma das ferramentas incluídas no projeto Oráculo, uma plataforma premium exclusiva que apresenta levantamentos completos de dados, notícias e análises do cenário político nacional e internacional com abordagens e recortes sócio-econômico-culturais.
(Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/datafolha-trump-nao-impulsiona-avaliacao-de-lula/)
(*) “Datafolha: Lula não decola com Trump e mantém reprovação de 40% e aprovação de 29%”
– Expectativa de ganho imediato do governo com embate nacionalista após agressão americana é frustrada.
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/08/datafolha-lula-nao-decola-com-trump-e-mantem-reprovacao-de-40-e-aprovacao-de-29.shtml)
Com a palavra os especialistas. Parece que já se conhece o teto de ambas as narrativas. O brasileiro parece estar cansado delas e seus populistas queridos
E nós, burros de cargas/eleitores, teremos nosso candidato?
“O Brasil no jogo de Trump: ele terá candidato em 2026. A China também”
– Donald Trump está fazendo um experimento, e o Brasil é a sua cobaia na América Latina, para ele um quintal ameaçado pela China
(Mario Sabino, Metrópoles, 01/08/25)
Donald Trump é um imperialista do século XIX que comanda os Estados Unidos do século XXI. Ambiciona que os americanos tenham uma hegemonia incontrastável, e o seu grande porrete é a economia da qual o mundo inteiro depende, além do poderio militar sem rivais.
Fazer os Estados Unidos grandes de novo é desenhar o mapa da geopolítica por meio da geoeconomia, um conceito que está longe de ser novidade. As sanções impostas pelo Ocidente à Rússia e ao Irã, por exemplo, são geoeconomia.
O aspecto surpreendente é Donald Trump usar a extraordinária força econômica americana como instrumento de coação de países aliados, penalizados com tarifas exorbitantes e a exigência de investimentos vultosos nos Estados Unidos para reverter a desindustrialização das últimas décadas, fruto amargo da globalização, na visão do presidente americano.
Todos terão de pagar um pedágio alto para usufruir do mais rico mercado do mundo. Todos terão de ajudar a cobrir o imenso déficit das contas governamentais americanas — não basta mais comprar títulos da dívida dos Estados Unidos, como já o fazem.
O resultado geopolítico da geoeconomia de Donald Trump é que o sistema de alianças construído a partir do final da Segunda Guerra foi abalado, e é improvável que volte a ser tão robusto como parecia ser até oito meses atrás.
O presidente americano também está fazendo um experimento, e o Brasil é a sua cobaia. Ao lado do tarifaço, ele decidiu lançar mão de um instrumento legal dos Estados Unidos, a Lei Magnitsky, para interferir na política do maior país da América Latina, região que julga ser o seu quintal e que a China deseja que passe à sua esfera de influência.
Na visão do presidente americano, o Brasil tem dois problemas: um presidente de esquerda e um presidente de esquerda que resolveu brincar de ser grande potência e que faz o jogo da China, por intermédio do Brics.
A hegemonia incontrastável pretendida por Donald Trump não admite governos de esquerda, seja no seu próprio país, seja além das fronteiras americanas, em quaisquer latitudes. Para moldar ao mundo à sua imagem e semelhança, o presidente conta com um movimento com tentáculos internacionais, o Maga.
Ele tenta, assim, influenciar diretamente a política interna de nações europeias para colocar a direita dura no poder, mas lá o jogo é muito mais complicado. A velha Europa conta com democracias consolidadas, nas quais os atores são partidos fortes, de variados matizes ideológicos, e eleitores politizados. Já na América Latina, onde a esquerda viceja, a história é diferente: as democracias são frágeis e os eleitores são apenas massa de manobra.
No subcontinente, o Brasil pode servir não só de case forte, ótimo para ser replicado nos seus vizinhos, como oferece condições ideais para o experimento de Donald Trump.
O país espelha em ondas tropicais o quadro institucional dos Estados Unidos que Donald Trump pintava antes de ser eleito, e que ele quer pendurar na história oficial: o Brasil tem um ex-presidente de direita, que afirma ter sido derrotado em razão de fraude eleitoral e que, acusado de tentar um golpe, é perseguido por uma Justiça que transbordou do seu leito institucional, em conluio com um presidente de esquerda.
Não importa se o quadro é falso ou se é verdadeiro até certo ponto. Nada mudará a visão que Donald Trump tem da situação brasileira.
Nas condições existentes hoje, mesmo com todo o seu poder, é impossível que o presidente americano consiga que Jair Bolsonaro se livre dos seus processos e se torne elegível em 2026. Não estamos mais no século XIX. Mas o presidente americano terá um candidato em 2026. E a China também.
(Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/mario-sabino/o-brasil-no-jogo-de-trump-ele-tera-candidato-em-2026-a-china-tambem)
Se fôssemos mesmo uma Nação Soberana, como tem coaxado o velho sapo barbudo, teríamos “nosso candidato” e não precisaríamos optar entre o candidato do “eles” ou do “nós”.
“O mal está feito”
Donald Trump resolveu jogar no lixo 201 anos de boas relações diplomáticas
(André Gustavo Stumpf, jornalista, no Blog do Noblat, Metrópoles, 02/08/25)
O dia seguinte foi adiado. O país ganhou mais uma semana para olhar para Washington e se perguntar porque o presidente Donald Trump resolveu jogar no lixo 201 anos de boas relações diplomáticas, comerciais e financeiras entre Brasil e Estados Unidos. Os ataques ao Supremo Tribunal Federal e agora especificamente contra o ministro Alexandre de Moraes vão além de qualquer medida imaginada ou concebida para atingir outro país em tempos de paz. É uma declaração de guerra. Uma invasão das atribuições constitucionais brasileiras por determinação de governo estrangeiro. Não há precedente para intromissão de tal magnitude na vida jurídica de um país organizado. É sempre bom lembrar Ulysses Guimarães, grande político e melhor frasista: “o Brasil não é uma Uganda qualquer”.
O prejuízo está precificado. O Brasil vai perder, o comércio entre os dois países deve se reduzir e as relações diplomáticas ficarão seriamente estremecidas. Brasil e Estados Unidos sempre se reconheceram como países independentes. Um respeitou o outro, mesmo nos momentos mais difíceis. Jamais houve algo parecido com intromissão deste quilate promovida por Trump. As consequências virão depois. Prejuízos financeiros nos dois lados. Resultados políticos ainda não mensuráveis. Os bolsonaros estão liquidados. Pediram ao governo norte-americano para adotar medidas contra a economia brasileira na tentativa de paralisar processo judicial movido contra o papai. Eles colocaram a política pessoal acima dos interesses do país. Ninguém tolera traidores.
Houve concessões do norte-americano. Ele olhou para o interesse do consumidor e o das grandes empresas norte-americanas. Liberou o suco de laranja, obrigatório no café da manhã norte-americano, e também aliviou os aviões produzidos pela Embraer que fazem sucesso no mercado interno daquele país. Recentemente, uma única empresa encomendou 74 aviões da empresa paulista. Outros itens foram aliviados. Mas o grosso das exportações brasileiras vai passar pelo funil das tarifas de 50%, impostas sem qualquer critério. Acordou de mau humor e atacou com sua caneta de tinta preta. Não satisfeito, mandou mais 25% contra a Índia e 35% contra o Canadá. Ele é o Imperador do Mundo.
Os europeus estão em polvorosa. A presidente da Comissão Europeia, Úrsula von der Leyen, assinou acordo com Trump considerado lesivo aos interesses da comunidade. Os principais líderes estão decepcionados, revoltados e indignados. A revolta não vai parar por aí. Os Estados Unidos possuem a maior máquina de guerra do mundo. Mas neste caso os tiros e as bombas não modificam o cenário. A negociação será feita nos grandes salões por diplomatas espertos e inteligentes. A maneira grosseira dos xerifes norte-americanos não vai prosperar por muito tempo. De vez em quando aquele país é assolado por uma onda de direitistas radicais. O senador Joseph McCarthy agiu assim nos anos quarenta e cinquenta do século passado. Procurou comunistas até debaixo da mesa.
Trump é uma nova versão desta herança que o americano médio tem do caipira, dono de terras, que conquistou o Oeste com a força de trabalho de brancos que tinham ideia de criar um país para suas liberdades. Mas admitiam a escravidão de negros e a matança de índios. O macarthismo causou muitos problemas, porém se afundou na história. O namoro com o fascismo alemão também não foi longe. Mas os resíduos deste radicalismo, misturados ao desemprego causado pela globalização, produziu personagens estranhos. Um deles é Donald Trump, que não tem a menor vergonha de misturar o público com o privado. Ele foi a Escócia, semana passada, inaugurar mais um resort de sua propriedade.
O mal já está feito. Não há espaço para recuos, nem pedidos de desculpas. A questão de agora é administrar as perdas. A audácia do presidente Trump demonstrou que ele será capaz de promover profunda intervenção na eleição de 2026, no Brasil, mesmo que os bolsonaros estejam inelegíveis. Há, sempre, a possibilidade de golpe de estado, ação que o governo dos Estados Unidos recorre quando decide impor pela força seus interesses. Não esquecer que Trump tentou o golpe para não reconhecer sua derrota para Joe Biden.
É o momento de ligar todos os alarmes na defesa da democracia brasileira, que está sob severo ataque. Acabaram as ilusões e as possibilidades de palavras bonitas para recolocar o bom senso no centro do debate. Não haverá paz na política brasileira nos próximos meses, até realização das eleições de 2026, que ganharam um surpreendente contorno dramático. Os dois grupos da extrema direita, no Brasil e nos Estados Unidos, são veteranos de golpes de estado. Nada impede que tentem de novo. Eles não têm mais nada a perder. Já perderam tudo. Até a vergonha.
(Fonte: https://www.metropoles.com/blog-do-noblat/artigos/o-mal-esta-feito-por-andre-gustavo-stumpf)
Só para embananar. . .
“Os bolsonaros estão liquidados. Pediram ao governo norte-americano para adotar medidas contra a economia brasileira na tentativa de paralisar processo judicial movido contra o papai. Eles colocaram a política pessoal acima dos interesses do país. Ninguém tolera traidores.”
De volta ao jogo. . .
“STF aciona Rodrigo Maia para contornar sanção de Trump a Moraes”
– Ministros do STF acionaram Rodrigo Maia para tentar contornar sanção imposta pelo governo Trump a Alexandre de Moraes por meio da Magnitsky.
Paulo Cappelli e Felipe Salgado, Metrópoles, 01/08/25)
Ministros do STF acionaram Rodrigo Maia para tentar contornar a sanção imposta pelo governo de Donald Trump a Alexandre de Moraes por meio da Lei Magnitsky. Ex-presidente da Câmara dos Deputados, Maia atualmente preside a Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF).
A coluna apurou que o Supremo Tribunal Federal busca fazer com que bancos que atuam no Brasil não imponham restrições a Moraes, mas sem que seja necessário que a própria Corte profira decisão judicial nesse sentido.
A atuação no bastidor é a primeira opção de magistrados do STF, de modo a evitar os holofotes que um julgamento sobre o caso atrairia, o que poderia desdobrar em sanções dos Estados Unidos a mais integrantes do Supremo.
Isso porque a Casa Branca pretende aplicar punições a ministros da Corte que atuem para reduzir os efeitos da Lei Magnitsky sobre Moraes.
Nesta sexta-feira (1/8), o líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias, protocolou uma ação cautelar no STF para impedir que bancos que operam no Brasil apliquem, direta ou indiretamente, as sanções impostas a Moraes.
A expectativa, agora, é que a representação só seja julgada caso as articulações com Rodrigo Maia não surtam o efeito desejado pelos magistrados.
Com sede em Brasília, a Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF) reúne 16 associações que representam grandes bancos, cooperativas de crédito, administradoras de cartões, gestoras de recursos, seguradoras, financeiras e administradoras de consórcios.
Fundada em 1985, a entidade atua mantém interlocução direta com autoridades públicas, participa de discussões regulatórias e defende os interesses institucionais do sistema financeiro.
A confederação também mantém diálogo constante com o Banco Central, o Congresso Nacional e órgãos de fiscalização e controle, funcionando como elo entre o setor e o Poder Público.
(Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/paulo-cappelli/stf-aciona-rodrigo-maia-para-contornar-sancao-de-trump-a-moraes)
. . .antes porém, deram-lhe uma “boquinha”!
O bando reunido: polícia não entra!
“O 17º Encontro Nacional do PT, realizado em Brasília neste fim de semana, já começou na Capital com uma espécie de feira livre para ativistas, com quiosques de comida, estandes de panfletagem e até uma feirinha com produtos do universo lulopetista. Entre eles, canecas e até mesmo uma bandeira palestina. Oficialmente, o encontro “discute diretrizes” do partido nos próximos quatro anos, mas na verdade o assunto são as alianças cada vez mais difíceis do PT para 2026.”
(Coluna CH, DP, 02/08/25)
+ 1 odiado!
“O governo americano não confirmou a suposta reunião entre os ministros do Brasil e Estados Unidos, divulgada por Mauro Vieira (Relações Exteriores). Esta coluna pediu confirmação ao gabinete do secretário de Estado Marco Rubio, que apenas encaminhou resposta do porta-voz Thomas Pigott, que ignora encontros do tipo no dia 30: “Não tenho nenhuma informação para lhe fornecer sobre uma reunião”. O dia 30 não está clicável, na agenda de Vieira, tampouco foram divulgadas imagens do encontro. É como se nada tivesse ocorrido.”
(Coluna CH, DP, 02/08/25)
“Não pergunte ao ChatGPT”
– E vamos parar de chamar algoritmos estatísticos de inteligência artificial.
(Suzana Herculano-Houzel, Bióloga e neurocientista da Universidade Vanderbilt (EUA), FSP, 31/07 e 01/08/25)
A notícia mais assustadora que eu li neste mês que acabou não tinha nada a ver com Trump nem Bolsonaro, nem mesmo com a fome em Gaza, que apenas atesta que é possível ser desumano mesmo tendo a capacidade biológica de 16 bilhões de neurônios corticais para tomar boas decisões que levam o bem alheio em consideração. A notícia que mais me assustou foi outra: nossos jovens estão recorrendo a algoritmos estatísticos para buscar conselhos, obter apoio emocional e tomar decisões –além, é claro, de fazer o dever de casa.
Segundo a pesquisa em questão (1), metade dos adolescentes nos EUA usa regularmente plataformas e aplicativos de “inteligência artificial” (2) como “amiguinhos digitais”. Como se não bastasse usar, um terço dos jovens consultados já recorreu a algoritmos estatísticos para discutir assuntos importantes, e 31% dos jovens consideram que conversar com esses algoritmos é tão bom quanto falar com amigos de verdade. A filha adolescente do meu hóspede confirma: ela usa ChatGPT (3) para pedir conselhos, recomendações e ideias.
Isso é assustador em um nível completamente diferente dos temores de obsolescência de habilidades humanas causada por tecnologia que remontam a Platão, do tipo “os livros vão acabar com a memória oral”, “o rádio vai acabar com a leitura”, “a internet vai acabar com os jornais”. Livros, rádio, jornais e mesmo o corpo de dados acumulado, documentado, catalogado e disponibilizado via internet têm se mantido fiéis à intenção dos humanos que observaram, pensaram e geraram o conhecimento comunicado por esses meios. O mais importante, contudo, é que o uso das informações e conhecimento veiculados depende de pessoas que pensam e que, com suas vontades e valores humanos, oferecem compreensão, amizade e conselhos com intenção, empatia, e preocupação com o futuro.
Algoritmos, não. A tal da “inteligência artificial” que os jovens consultam, que de inteligência não tem nada, pois não tem nem oferece flexibilidade, é apenas um algoritmo estatístico. Empoderados pela vasta capacidade computacional que a cognição humana desenvolveu em silício, e às custas de muita energia, esses algoritmos mapeiam a probabilidade de sequências cada vez longas de palavras. Dado um prompt na forma de pergunta ou pedido, as “respostas” que os algoritmos estatísticos cospem são apenas novas sequências de palavras relacionadas ao prompt que refletem sua probabilidade de incidência no corpo de dados que treinou o algoritmo.
Ou seja: algoritmos estatísticos treinados por comentários de redes sociais, que contêm o pior que a humanidade é capaz de produzir, vão cuspir de volta conselhos odiosos, incitação ao crime e ao suicídio simplesmente porque isso está representado nos dados cujas probabilidades foram mapeadas pelos algoritmos.
Algoritmo não sente, não sofre, não pensa. Algoritmo não é amigo de ninguém. Mas algoritmo vendido como “inteligência artificial”, com apelido bonitinho –ChatGPT, Claude – e que fala com a gente através de uma tela, como a gente já se acostumou que os poucos amigos de verdade também falam, dá às BigTechs um exército cada vez maior de jovens prontos a oferecer seus cérebros, e pior, suas vidas, a serviço dos seus bolsos.
É preciso explicar aos jovens que não há inteligência alguma em usar algoritmos estatísticos como substituto a outros humanos. Já os adultos podem fazer duas coisas imediatamente: só chamar algoritmo estatístico pelo que é, e escolher não usar algoritmo estatístico. Em seu lugar, sugiro a Wikipedia, que continua bem documentada por indivíduos pensantes e fazendo a gente pensar.
Referência
Emily M. Bender, Alex Hanna (2025). The AI Con: How to fight Big Tech’s hype and create the future we want. Harper Collins, Nova Iorque (4).
(Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/suzanaherculanohouzel/2025/07/nao-pergunte-ao-chatgpt.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newscolunista)
(1) “Mais adolescentes dizem que estão usando IA para fazer amizades. Eis a preocupação dos pesquisadores”
(+em: https://www.cbsnews.com/news/ai-digital-friendship-with-teens-common-sense-media-study/)
(2) https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/inteligencia-artificial/
(3) https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/chatgpt/
(4) https://www.harpercollins.com/products/the-ai-con-emily-m-benderalex-hanna?variant=43065101189154
“COP30 pressionada”
(Julianna Sofia, Secretária de Redação da Sucursal de Brasília, Brasília Hoje, FSP, 01/08/25)
Um grupo de 25 negociadores da COP30 (conferência da ONU sobre clima) (1) sugere que, se os preços exorbitantes de hospedagem no Pará não forem resolvidos, o evento deveria ser transferido para outro local —ao menos em parte, como a cúpula de chefes de Estado.
Os repórteres João Gabriel e Ricardo Della Coletta tiveram acesso ao documento. A insatisfação dos países é principalmente com as opções de hotéis, mas também alcança a logística em geral, segurança e transporte, segundo pessoas a par das discussões.
O texto reconhece o trabalho do governo Lula (PT) e da organização para viabilizar o evento e celebra a escolha de Belém como sede —uma cidade que vive as realidades das mudanças climáticas—, mas deixa as preocupações explícitas.
Nesta sexta (1º), o embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30, reagiu ao documento e disse que não há “nenhum plano B” e o encontro de chefes de Estado ocorrerá em Belém. A CEO da conferência, Ana Toni, acrescentou que o governo não estuda no momento nenhuma alternativa e “acredita que há solução” para o preço alto das hospedagens.
Saiba mais sobre o tema em três links:
A ausência dos EUA
https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2025/07/tarifas-de-trump-guerras-e-eleicoes-pressionam-cop30-diz-presidente-da-conferencia.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb
A crise dos hotéis
https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2025/07/hoteis-criaram-uma-crise-e-paises-querem-cop30-fora-de-bel?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb
O déficit de leitos
https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2025/07/governo-fecha-cruzeiros-para-cop30-e-lanca-site-de-hospedagem-mas-ainda-restrito-a-paises.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb
Mapa do poder
O que acontece nos poderes em Brasília e você precisa saber
1 – Antonio Rueda, presidente do União Brasil, chamou políticos e familiares para comemorar seus 50 anos em uma festa de quatro dias na ilha grega de Mykonos—onde Gusttavo Lima também celebrou aniversário com autoridades brasileiras. Na sequência, eles participam de uma conferência ambiental na Suécia, com gastos bancados em parte pelo partido.
+em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/08/uniao-brasil-banca-ida-de-politicos-a-europa-com-fundo-publico-em-semana-de-festa-de-rueda-na-grecia.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb
2 – Alexandre de Moraes, do STF, classificou como “covardes e traiçoeiras” as ações que levaram à aplicação de sanções pelo governo dos EUA contra ele. Foi a primeira manifestação pública do magistrado depois do anúncio da punição. O ministro falou haver “traição à pátria” e direcionou sua reação principalmente ao deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
+em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/08/moraes-reage-apos-sancoes-de-trump-fala-em-acao-covarde-e-traicao-a-patria-e-diz-que-ha-provas-de-crimes.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb
3 – A divulgação de uma lista de exceções que poupou setores estratégicos do tarifaço de Donald Trump fortaleceu a ala do governo do presidente Lula contrária a retaliar os americanos, ao menos neste momento. Para diferentes auxiliares ouvidos pela Folha, há grande preocupação em evitar uma escalada ainda maior da crise e a ampliação de danos econômicos.
+em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/lista-de-excecoes-do-tarifaco-fortalece-ala-contra-retaliacao-no-governo-lula.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb
(1) https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2025/08/representantes-de-25-paises-pressionam-governo-lula-para-tirar-cop30-de-belem.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb
(2) https://www1.folha.uol.com.br/autores/ricardo-della-coletta.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb
(Texto recebido pelo correio eletrônico)
“Brasil ganha plataforma para mapear talentos do futebol de base”
– E-Scout (*) inicia operações com 6.500 atletas cadastrados e visando jogadores sub-14 a sub-20…
(Poder360, 01/08/25)
A E-Scout (*), plataforma especializada em scouting de futebol de base, iniciou operações no Brasil nesta 6ª feira (1º.ago.2025), em Belo Horizonte, com cerca de 6.500 atletas cadastrados.
Segundo a empresa, o sistema usa métricas reconhecidas por clubes e acompanha competições das categorias sub-14 a sub-20 em diversas regiões do país. O serviço busca solucionar a falta de dados estruturados nessas categorias.
Para o mercado internacional, a plataforma atua como vitrine de jovens brasileiros das categorias sub-15, sub-17 e sub-20. A meta é dobrar o banco de dados até o fim de 2025 e monitorar mais de 30 campeonatos de base.
“A E-Scout veio para revolucionar o processo de scouting e formação de atletas no Brasil, trazendo mais visibilidade, inteligência e oportunidades reais”, disse Diego Vieira, CEO da companhia.
. . .
(+em: https://www.poder360.com.br/poder-sportsmkt/brasil-ganha-plataforma-para-mapear-talentos-do-futebol-de-base/)
(*) https://escout.com.br/
“O bolsonarismo como ele é”
– Ideologia mutante, que pode se apresentar como bem queira, mesmo que diferente de si ou oposta à sua própria natureza.
(Gustavo Nogy (*), Crusoé, 01/08/25)
Com a derrota nas urnas, a frustrada tentativa de golpe, a condenação à inelegibilidade e a provável prisão de Jair Bolsonaro, sabe Deus (ou Moraes) até quando, o bolsonarismo começa a dar sinais de se esgotar como possibilidade eleitoral, embora ainda tenha força como uma espécie de “movimento”.
Que os atos a favor do ex-presidente estejam cada vez mais esvaziados – de eleitores e, agora, de aliados – parece indicar que, finalmente, os candidatos da direita ao Planalto em 2026 estão se deslocando para o centro e se descolando da extremidade.
O tudo-ou-nada de Eduardo Bolsonaro – contra os brasileiros e a favor de seu pai – pegou mal. Lula tem aproveitado a herança incidental apontada nos indicadores de aprovação e já se acredita capaz de rivalizar com Tarcísio, Zema ou Caiado.
Entretanto, o espólio ideológico do bolsonarismo será recolhido por alguém (Nikolas Ferreira?). Porque, mais do que uma agenda política, é uma cosmovisão – abrangente o bastante para dar conta de fenômenos, demandas e preconceitos sociais diversos, mas simplista o suficiente para caber num vocabulário exíguo, feito de jargões e palavras-de-ordem.
O bolsonarismo é uma ideologia mutante que pode se apresentar como bem queira, mesmo que diferente de si ou oposta à sua própria versão para ingênuos. Nem por isso será acusada de estelionato, pois a instrumentalização dos princípios sempre foi essência, nunca acidente.
Se o conservadorismo não é bem o que Bolsonaro pensava que é, pior para o conservadorismo; se o liberalismo econômico colidia com o oportunismo eleitoral, a culpa é do liberalismo econômico; se o combate à corrupção resvalava num dos filhos ou na esposa do presidente, Sérgio Moro que se vire com suas minúcias jurídicas.
As recorrentes manifestações antidemocráticas, autoritárias e entreguistas – como, no exemplo mais recente, mobilizar uma potência estrangeira contra a economia e o Judiciário do próprio país – servem para reaproximar criador de criaturas e distinguir aliados de cúmplices.
Mas, aquém ou além de uma visão de mundo, a seu modo coesa e lógica, o bolsonarismo é também uma espécie de falha de caráter, de insistência no erro, de delito intelectual continuado. Para isso, não há remédio nem retórica que dê jeito.
(Fonte: https://oantagonista.com.br/analise/o-bolsonarismo-como-ele-e/)
(*) Escritor, nasceu em Jacareí (SP) em 1980. Publicou crônicas e ensaios em jornais, revistas e blogs. Foi colunista da Gazeta do Povo e roteirista e editor de texto do canal Flow News, do Grupo Flow. Em 2017, pela editora Record, lançou “Saudades dos cigarros que nunca fumarei”.
Matutando sobre a charge. . .
Se “nossas otoridades” fossem dotadas de senso republicano, seria o momento do famoso “pulo do gato”.
Mas, periga vermos o pulo dos gatunos!