O olhar exato na criatividade e traços de Gilmar Fraga, para o jornal Zero Hora. O protetor é inimigo que está dentro de casa. Lula – o homem que propõe paz às guerras guerras e conflitos, e diz que com conversas olho no olho se resolvem tudo, no fundo, não quer cortar gastos. Quer taxar com a desculpa de que está esfolando os ricos. E quanto mais confuso, melhor. Pois quem paga a conta são todos, inclusive os pobres. O malabarista Fernando Haddad está sem rede abaixo da corda bamba (by Herculano)
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ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CCCLXII
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Um espaço plural para debater as obscuridades e incoerências dos políticos, bem como à incompetência combinada com sacanagens dos gestores públicos com os nossos pesados impostos.
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58 comentários em “ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CCCLXII”
E o “convidado” lá fora desancando o convidante!
“Governo Lula Enfrenta Desafios no Congresso com CPI e Oposição Crescentes”
(Irineu, O globo, 17/06/25)
A base governista de Lula enfrenta dificuldades no Congresso, com líderes afastados e o avanço da oposição. A iminente CPI do INSS e a aprovação de urgência para derrubar o aumento do IOF evidenciam a fragilidade política. Marina Silva, hostilizada no Senado, não recebeu apoio dos líderes, e a derrota na CCJ sobre terras indígenas reflete a falta de coesão. A sessão de hoje pode agravar a situação com a votação de vetos e a leitura do requerimento da CPI.
(+em: https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2025/06/17/lideres-do-governo-deixam-base-desprotegida-no-congresso-que-pode-instaurar-cpi-do-inss-nesta-terca.ghtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsdiaria)
E o atabalhoado ministrin taxxad?
– Curtindo merecidas férias.
Matutando bem. . .
Enquanto taxxad curte férias não está criando mais impostos para nós, burros de cargas!
À toga o que é da toga! Mas. . .
“Custo de R$ 41 milhões anuais com juízes aposentados por infrações gera debate sobre impunidade e garantias”
(Irineu, O Globo, 17/06/25)
Juízes aposentados compulsoriamente por infrações como nepotismo e venda de sentenças custam R$ 41 milhões anuais aos cofres públicos, mantendo remuneração proporcional ao tempo de serviço. Desde 2008, 119 magistrados foram punidos, recebendo em média R$ 28,5 mil mensais. A sanção máxima levanta debates sobre impunidade e proteção de garantias constitucionais.
(+em: https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2025/06/17/juizes-aposentados-compulsoriamente-custam-r-41-milhoes-por-ano-aos-cofres-publicos.ghtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsdiaria)
Enquanto isso. . .no parasitário alto. . .
“Toque de caixa”
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, corre para votar nesta quarta (18) o indecoroso projeto que aumenta de 513 para 531 o número de deputados. Diz o senador que não há aumento de gastos. Arrãm…
(Coluna CH, P, 17/06/25)
Pensando bem…
(Coluna CH, DP, 17/06/25)
…brigar com a Câmara não rende final feliz para presidente algum.
Matutando bem…
(Matutildo, aqui e agora)
Parasitas eles são! Bobos, não!
Porém, nosso CEP será desvalorizado!
“Carlos no Senado”
Em meio a rumores de que lançará candidatura a senador em Santa Catarina, o vereador carioca Carlos Bolsonaro (PL) confirmou que considera a mudança e informou: “valores não mudam com o CEP”.
(Coluna CH, DP, 17/06/25)
Santa Catarina sem representação da sua identidade e reafirmando a falsa percepção que é um ninho para aloprados que usam o seu nome para compor interesses familiares na República. Vergonha.
Ave Maria!!!
“Lula faz 10ª viagem com o Brasil rebaixado no G7”
(Coluna CH, DP, 17/06/25)
Após tocarem fogo no parquinho, com medidas vingativas de aumento da carga tributária de setores e classe sociais onde são mais rejeitados, Lula (PT) e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, simplesmente vazaram. O primeiro para a 10ª viagem ao exterior este ano, e o outro… em “férias”. Lula nem sequer foi convidado entre países “observadores” da reunião do G7, no Canadá. O convite foi apenas para a “reunião ampliada”. Mas ele jamais perderia a chance de viajar outra vez.
Vaga na plateia
“Reunião ampliada” tem no máximo o significado de garantir lugar na fila do gargarejo da plateia do G7, grupo de países mais ricos do mundo
Brasil rebaixado
O Brasil foi barrado no grupo de observadores, composto apenas pela África do Sul, Austrália, Coréia do Sul, Emirados Árabes, Índia e México.
Aqui, não, violão
O convite é feito pelo país anfitrião, que também chamou organismos internacionais como ONU, Banco Mundial e Comissão Europeia.
(Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/lula-torra-r23-milhoes-alugando-carros-em-7-dias)
A marca do lula 0,3: esbanJANjar aLULAdo!
“Lula torra R$2,3 milhões alugando carros em 7 dias”
(Cláudio Humberto, Coluna CH, DP, 17/06/25)
Uma semana após Lula desembarcar de luxuoso tour por Paris (França), onde só a hospedagem da enorme comitiva custou mais de R$1,2 milhão, conforme revelou a coluna, a nova viagem internacional do petista já custou aos pagadores de impostos mais R$1,3 milhão só com aluguel de limosines e carrões de luxo para assessores. Somada a fatura de R$974,4 mil pelo mesmo serviço na capital francesa, o gasto com carrões para transportar Lula bate na casa dos R$2,3 milhões.
É muito para pouco
A gastança é para atender a agenda de Lula como coadjuvante do G7 no Canadá, cuja duração nem chega a 24 horas.
Para todo gosto
A AMPM Limousines, empresa contratada pelo staff de Lula, oferece belas e luxuosas limusines que podem transportar até 20 passageiros.
Na espera
O governo ainda não confirmou gastança com hotel para Lula, sempre elevada. O cerimonial está no Days Inn by Wyndham Calgary South.
Chefe é exemplo
O cerimonial já deu uma prévia do que vem por aí: os cinco quartos alugados pela turma custaram R$60,7 mil ao pagador de impostos.
(Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/lula-torra-r23-milhoes-alugando-carros-em-7-dias)
“Leonardo da Vinci e o desmatamento”
– A conclusão dessa história é simples: o processo civilizatório exigiu a supressão da vegetação original…
(Xico Graziano, engenheiro agrônomo e doutor em administração, Poder360, 17/06/25)
Em 1481, Leonardo da Vinci recebeu uma porção de gravetos e troncos em pagamento pela decoração do relógio do mosteiro de San Donato, na Toscana. O gênio do Renascentismo garantia, assim, o aquecimento de seu ateliê no rigoroso inverno italiano.
Lembrei-me dessa história, contada por Walter Isaacson (1) na magnífica biografia “Leonardo da Vinci” (2017) (2), ao visitar no último final de semana uma exposição imersiva sobre o artista e inventor, instalada no Visualfarm Gymnasium (3), em São Paulo. Nunca é demais curtir a inteligência humana.
Durante cerca de 5.000 anos, desde a Idade do Bronze até o final da época medieval, o lenho das árvores cumpriu papel fundamental na história da civilização. Florestas imensas cederam seu cerne para o aquecimento dos lares e demais espaços de convivência humanos.
Mais que fonte de energia, a madeira era essencial na construção das moradias, dos palácios, das embarcações, nos utensílios utilizados na forja do bronze e, depois, do ferro e do vidro; na cerâmica, na carpintaria, em fortificações e pontes, em tudo era necessária.
Conforme Jared Diamond escreve em “Colapso” (2005) (4), nos idos de 1570 só os 3 maiores castelos construídos pelo xogum Ieyasu, que veio a ser o sucessor de Hideyoshi, exigiram a derrubada de 26 km² de florestas, ou seja, cada castelo devastou uma área de quase 870 hectares. Por volta de 1700, o território japonês já estava bastante desflorestado.
Desde o Crescente Fértil (5), passando pela civilização grega e o Império Romano, até a Revolução Industrial no século 18, árvores cederam lugar aos homens. É um fato histórico: o processo civilizatório exigiu a supressão de vegetação original.
Hoje em dia se associa o desmatamento à produção agrícola. Mas no Oriente Médio, no Egito, na Europa ou no Japão, a supressão das florestas naturais foi causada, originalmente, pelo uso da madeira. E, se ela tinha valor capaz de remunerar Leonardo da Vinci, indicava estar escassa naquela época em Florença.
Matt Ridley (6), em seu magnífico livro “O Otimista Racional” (2010) (7), diz que na Inglaterra as reservas de madeira já se mostravam exauridas por volta de 1800, ameaçando o suprimento das forjas de ferro, matéria-prima demandada pela nascente industrialização. Foi quando, nas palavras dele, o “rei carvão” chegou para suprir a energia necessária ao desenvolvimento econômico.
Entrou o carvão mineral, saiu a madeira. Começava então, há cerca de 200 anos, a era dos combustíveis fósseis. É paradoxal: a utilização do carvão mineral operou em favor da recuperação de áreas naturais devastadas. Em contrapartida, a queima do carvão entupiu a atmosfera de CO², iniciando as terríveis mudanças climáticas que nos afligem atualmente.
Tal resenha histórica favorece entender a relação da agricultura com o desmatamento. Só na virada dos anos 1800, quando se iniciou a explosão demográfica que apavorava Thomas Malthus, a demanda por alimentos nas cidades exigiu forte expansão agrícola.
Éramos 1 bilhão de habitantes na Terra quando se processou a 2ª revolução agrícola na Europa (a 1ª foi a passagem do Paleolítico para o Neolítico). No século 19, a pressão do desmatamento para fins alimentares ocupou 100% das terras aráveis. Os pântanos foram dragados. Restaram apenas as áreas montanhosas.
Foram necessários quase 130 anos para que, em 1927, a população humana dobrasse para 2 bilhões de almas, atingindo 3 bilhões em 1960. Foi quando o Brasil entrou no difícil jogo alimentar mundial.
Era o tempo do êxodo rural, que começou a entupir de gente as grandes cidades brasileiras, trazendo à tona, aqui, o drama da alimentação que atormentou as capitais europeias há 1 século e meio. Ninguém falava em meio ambiente, nem lá nem cá: a palavra de ordem se chamava abastecimento popular.
A demanda interna por comida provocou o desmatamento da Mata Atlântica. Mais tarde, puxada pela demanda externa, chegou a vez da ocupação do Cerrado, elevando também a pressão sobre a baixa Amazônia.
A conclusão dessa história é simples, embora fundamental: não é o agricultor que decide o que, nem como, nem quando, plantar ou criar. Ele toma decisões que vêm das cidades. Quem desmata é a civilização, não o agricultor.
Passado meio século, vivemos agora uma espécie de renascimento na agropecuária tropical, causado pelo avanço científico e tecnológico. É possível antever que, graças às novas formas, intensivas, de produção alimentar, começará a ocorrer uma liberação de áreas naturais. Será a virada de página no desmatamento.
Nem Leonardo da Vinci imaginaria esse fenômeno.
(Fonte: https://www.poder360.com.br/opiniao/leonardo-da-vinci-e-o-desmatamento/)
(1) https://x.com/WalterIsaacson
(2) https://www.amazon.com.br/Leonardo-Vinci-Walter-Isaacson/dp/8551002570
(3) https://visualfarm.com.br/gymnasium/
(4) https://www.amazon.com.br/COLAPSO-Jared-Diamond/dp/8501065943
(5) https://www.britannica.com/place/Fertile-Crescent
(6) https://x.com/mattwridley
(7) https://www.amazon.com.br/otimista-racional-Matt-Ridley/dp/8501093092
Isso sim que é um “convidado”! O resto, são apenas PeneTras!
“Acho que o G7, no fundo, no fundo, não há nem necessidade de existir o G7. O G20 é mais representante. O G20 eu acho que tem mais importância, tem mais densidade humana, tem mais densidade econômica”.
(declaração de lula decaído ao chegar a Calgary, no Canadá, para participar como convidado do próprio G7)
(+em: https://www.poder360.com.br/poder-governo/lula-defende-extincao-do-g7-para-que-exista-apenas-o-g20/)
Sou à favor! Porém, não com gente do naipe dele!
“Governador de SC sugere separar Sul do Brasil: “Passamos a trena””
– Fala foi feita em tom descontraído na presença dos outros dois governadores da região.
(João Pedro Lima, Último Segundo, iG, 16/06/25)
O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), sugeriu, em tom de “brincadeira”, a criação de um “país do Sul”, durante um discurso no evento “Construa Sul 2025”.
A fala foi feita durante uma apresentação do evento, ao lado do governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), e do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD). Mello elogiou os dois, os chamando de “presidenciáveis”.
Durante a fala, o governador catarinense disse rindo que “o Sul é nosso país”, provocando risos e aplausos da plateia e dos outros chefes do Executivo.
“Temos dois candidatos à Presidência da República aqui. Daqui a pouco, se o negócio não funcionar muito bem lá para cima, nós passamos uma trena para o lado de cá e fazemos ‘o Sul é nosso país’, né?”, comentou Jorginho Mello.
Veja o momento da fala:
https://twitter.com/i/status/1934375337229435114
Construa Sul
O discurso no evento, promovido pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) e entidades da Região Sul do Brasil, aconteceu na última quinta-feira (12).
O Construa Sul foi um evento exclusivo para 500 pessoas, entre empresários, autoridades públicas de todas as esferas de governo e formadores de opinião em Curitiba.
A fala foi feita após o debate sobre uma união dos estados do Sul e do Mato Grosso do Sul, em que Jorginho comentou que “têm sul, está conosco” — em referência ao nome do estado da região Centro-Oeste.
Repercussão
O vídeo com o trecho circulou rapidamente em perfis políticos e páginas de notícias. Enquanto alguns internautas trataram a fala como uma piada inofensiva, outros a consideraram ousada diante da atual polarização política no país.
Apesar do tom descontraído, a declaração reforça um discurso regionalista que vem ganhando força no Sul do Brasil, impulsionado por críticas à atuação do governo federal em áreas como infraestrutura, segurança e repasses de verbas.
Durante o encontro, os três governadores do Sul destacaram a parceria entre os estados, com foco em ações conjuntas nas áreas de defesa civil e infraestrutura regional.
(Fonte: https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2025-06-16/governador-de-sc-sugere-separar-sul-do-brasil-passamos-a-trena.html)
. . .
“Você pagou com traição
A quem sempre lhe deu a mão”
. . .
“Ministra de Lula é vaiada em sua cidade, Três Lagoas”
– Simone Tebet percebeu em Três Lagoas a rejeição ao governo petista. . .
(Redação Diário do Poder, 16/06/25)
A ministra do Planejamento, Simone Tebet foi vaiada neste final de semana em sua cidade natal, Três Lagoas, cidade a 327 Km de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, durante evento de comemoração aos 110 anos do município. A presença da ministra foi mal recebida pelo público que acompanhava o desfile cívico de aniversário.
Assim que ela começou a falar, os burburinhos começaram e chegaram ao ponto de a ministra dar uma pausa. Simone ainda estava no cumprimento das autoridades quando interrompeu discurso até que as vaias parassem, segundo informa o site MSemBrasília, parceiro do Diário do Poder.
Mesmo em Mato Grosso do Sul, seu estado, Simone Tebet tem ido somente a eventos que tenham a participação do governador Eduardo Riedel (PSDB). Para justificar o uso de jatinhos da FAB, a ministra sempre “cria” agendas para viajar ao Estado. Assim como outros ministros do governo Lula, Tebet evita viajar em voos comerciais, justamente para evitar as vaias dos outros passageiros.
Depois que as vaias diminuíram, Simone Tebet continuou seu discurso, dizendo ser filha do município e responsável pelo atual destaque da cidade em relação ao reconhecimento nacional e internacional como polo da celulose. A pedra fundamental da primeira fábrica foi lançada quando ela era a prefeita.
(Fonte: https://diariodopoder.com.br/politica/ttc-politica/ministra-de-lula-e-vaiada-em-sua-cidade-natal-tres-lagoas)
Vou festejar (Beth Carvalho): https://youtu.be/LJLvxms4_AE
“Em novo livro, Ruy Castro é o mesmo, mas diferente”
– ‘Trincheira Tropical’ dá mais espaço para a política, sem esquecer a cultura e a vida privada no Rio.
(Alvaro Costa e Silva, Jornalista, atuou como repórter e editor. É autor de “Dicionário Amoroso do Rio de Janeiro”, FSP, 16/06/25)
Prodígio de informação, montagem narrativa e estilo, tendo, é claro, o Rio como cenário. “Trincheira Tropical” exibe o toque de qualidade a que os leitores de Ruy Castro estão acostumados, mas é um livro diferente. Pela primeira vez a política ganha peso maior que a cultura. Fascistas, comunistas e democratas deixam em segundo plano cantoras, compositores e escritores. Nada mais natural, pois se trata de reconstituir a história da Segunda Guerra Mundial na então capital do país.
Mergulho nos salões e porões do poder, a obra é uma barafunda organizada em detalhes, e aí se destaca o trabalho de investigação. As páginas dedicadas a Vargas mostram um Getulio que, apesar de mil vezes biografado, ainda não conhecíamos. O mesmo com o diabólico Lourival Fontes, homem da propaganda no Estado Novo. Vinicius de Moraes em sua metamorfose intelectual: o ex-integralista que, no início dos anos 1940, dá uma guinada para a esquerda, numa viagem pelo Brasil profundo ao lado do jornalista americano Waldo Frank.
Ao biografar Nelson Rodrigues, Garrincha e Carmen Miranda, o autor teve de se debruçar sobre outros personagens que entram e saem de cena o tempo inteiro. A estrutura de perfis interligados é a base de suas obras de reconstituição histórica, como “Chega de Saudade”, “A Noite do Meu Bem”, “Metrópole à Beira-Mar” e o recente “Trincheira Tropical”.
Os fãs se perguntam: como ele consegue? Uma resposta possível está no livro de Heloísa Seixas, “O Oitavo Selo”, que volta às livrarias. Nele, conta-se a vida de um contador de vidas que se deparou várias vezes com a morte, driblando-a. É a “quase biografia” de Ruy Castro, escrita com a liberdade de uma ficcionista que mistura realidade e imaginação. Um relato que fascina ao tratar com franqueza a dependência em álcool e cocaína e a luta contra doenças graves.
Para tornar-se um grande biógrafo, talvez seja necessário experimentar na própria pele dramas, aventuras e loucuras, apaixonar-se pelo biografado e descobrir o prazer de viver —e de escrever.
(Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/alvaro-costa-e-silva/2025/06/em-novo-livro-ruy-castro-e-o-mesmo-mas-diferente.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newscolunista)
Finalmente, uma suprema Toga com T maiúsculo!
“Fachin defende contenção do Judiciário e respeito à ‘seara do legislador'”
– Ministro completa nesta segunda (16) dez anos de STF; ele assume a presidência do tribunal em setembro.
(Cézar Feitoza e Ana Pompeu, FSP, 16/05/25)
O ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou nesta segunda-feira (16) que o Judiciário precisa de contenção para proteger os direitos fundamentais e preservar a democracia brasileira.
“Não nos é legítimo invadir a seara do legislador. O respeito ao dissenso e à convivência democrática são lições também para todos os Poderes e todas as instituições. Nosso compromisso é com uma sociedade aberta, plural, genuinamente democrática, na qual renunciamos qualquer recurso à força para impor aos outros a nossa visão de bem”, disse.
As declarações foram dadas por Fachin durante evento no Supremo em comemoração aos dez anos da posse do ministro no tribunal. Assessores do ministro lançaram um livro em sua homenagem, com destaque para os casos e votos mais importantes em sua década na corte.
Fachin será o próximo presidente do STF. O mandato de dois anos começa em setembro, quando se encerra a gestão de Luís Roberto Barroso.
O ministro disse que os tempos mudaram radicalmente nos dez anos em que se manteve no tribunal. “Uma época em que as fronteiras entre a civilização e a barbárie parecem tênues, a única fonte legítima de nossa autoridade é e deve ser o Estado de Direito Democrático”, afirmou.
“Nós, juízas e juízes, servidoras e servidores, não podemos agir fora da razão jurídica objetiva, nem sermos vistos como satélite da polarização que hoje assola o mundo.”
Ele ainda deu indícios de como será sua gestão à frente do Supremo. O evento não contou com extravagâncias, como bebidas caras e comidas, como é costume no Judiciário. Foram servidos somente água e café.
No discurso, disse que o compromisso dos juízes deve ser com a “justiça silenciosa e efetiva, com autonomia e independência da magistratura”.
“É o dever de cumprir como magistrado a defesa da justiça, do direito à liberdade, à igualdade, à dignidade, à família, à segurança e à propriedade, ao pluralismo, aos indígenas, aos quilombolas, ao meio ambiente, à ordem social e econômica. Tudo como está e nos termos em que está na Constituição. Nada mais, nada menos”, concluiu o ministro.
(Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/brasilia-hoje/2025/06/fachin-defende-contencao-do-judiciario-e-respeito-a-seara-do-legislador.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)
Aguardemos pois, de onde virá o “calaboca”!
A marca já foi carimbada: “esbanJANJAr aLULAdo”. . .
“Sidônio Palmeira completa cinco meses à frente da comunicação do governo sem ter conseguido até agora uma marca para o terceiro mandato de Lula, além da retomada da popularidade presidencial.”
(+em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/06/sidonio-completa-5-meses-no-cargo-sem-avanco-em-plano-para-recuperar-popularidade-de-lula.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsbsb)
. . .a causa perdida por são sidônio foi não conseguir apagá-la!
Depois que gigi meme descobriu Portugal. . .os mares nunca mais foram navegados como dantes!
“Os convocados para o próximo ‘Gilmarpalooza’”
– Evento em Lisboa contará com seis ministros do STF e representantes de empresas com processos em tramitação na Corte.
A edição deste ano do ‘Gilmarpalooza’, ou Fórum de Lisboa, contará com a participação de seis ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e três executivos do banco BTG Pactual, em Portugal, segundo o Estadão.
O encontro organizado pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), do qual o ministro Gilmar Mendes é sócio-fundador, reunirá os ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes, André Mendonça, Dias Toffoli, Flávio Dino e o próprio Gilmar Mendes.
Além dos magistrados, também foram anunciados representantes de empresas privadas com processos em tramitação no STF, entre as quais o BTG, Eletrobras, Grupo Yquds e Light.
Um dos representantes enviados pelo BTG será o charmain André Esteves, que já foi preso por determinação do Supremo e, posteriormente, teve o processo arquivado pela própria Corte por ausência de provas.
A organização do ‘Gilmarpalooza’ afirma que a escolha dos nomes dos participantes segue critérios de relevância “acadêmica e técnica”.
“(…) a participação de executivos de empresas se dá exclusivamente na condição de palestrantes convidados para contribuir com discussões temáticas de interesse público e sem quaisquer contrapartidas”, diz trecho.
O BTG é parte em dois processos que tramitam no STF.
Em nota, o banco afirmou que é “frequentemente convidado a participar de eventos diversos que abordam temas relevantes para o Brasil e o mundo, como qualquer empresa referência em seu mercado de atuação.”
Leia mais: ‘Gilmarpalooza’ é festa da casta longe do povo
(+em: https://oantagonista.com.br/brasil/gilmarpalooza-e-festa-da-casta-longe-do-povo/)
Críticas em Portugal
No ano passado, o colunista João Paulo Batalha, consultor de políticas anticorrupção, licenciado em História, publicou no portal da revista Sábado, editada na capital portuguesa, em de julho do ano passado, o artigo “O festival do arranjinho” (*), no qual aponta a “orgia de promiscuidade” (**) na última edição do vento
“Todos os anos, Lisboa acolhe um encontro de que nunca ouviu falar, mas que é uma autêntica parada de poderes promíscuos.
Que diria de um juiz que andasse em almoços, jantares e eventos de charme com empresários que têm processos pendentes junto desse mesmo juiz?
Diria provavelmente que é corrupto ou que, no mínimo, estava a violar o seu mais elementar dever de reserva e recato, expondo-se a um conflito de interesses que põe em causa o seu julgamento.
E se esse encontro de confraternização e palmadinhas nas costas acontecesse às claras, com datas marcadas e site na Internet, disfarçado apenas pelo véu (aliás, muito transparente) de um evento académico?
(…) Bem-vindo ao ‘Fórum de Lisboa’.”
(*) https://www.sabado.pt/opiniao/convidados/joao-paulo-batalha/detalhe/o-festival-do-arranjinho
(**) https://oantagonista.com.br/mundo/gilmarpalooza-e-criticado-em-revista-de-portugal-como-orgia-de-promiscuidade/
(Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/os-convocados-para-o-proximo-gilmarpalooza/)
É a BCT – BurrosdeCargasTur em seu esplendor (III)
Veja lista de políticos brasileiros que deixaram Israel e estão na Jordânia
01. Álvaro Damião (União) – prefeito de Belo Horizonte
02. Cícero de Lucena (PP) – prefeito de João Pessoa
03. Welberth Porto (Cidadania) – prefeito de Macaé (RJ)
04. Johnny Maycon (PL) – prefeito de Nova Friburgo (RJ)
05. Claudia da Silva (Avante) – vice-prefeita de Goiânia
06. Janete Aparecida (Avante) – vice-prefeita de Divinópolis (MG)
07. Flávio Guimarães (PSD) – vereador do Rio de Janeiro
08. Márcio Lobato – secretário municipal de Segurança Pública de Belo Horizonte
09. Gilson Chagas – secretário de Segurança Pública de Niterói (RJ)
10. Francisco Vagner – secretário de Planejamento de Natal (RN)
11. Davi de Matos – chefe executivo do Civitas (Centro de Inteligência, Vigilância e Tecnologia de Segurança Pública do Rio de Janeiro)
12. Francisco Nélio – tesoureiro da CNM (Confederação Nacional de Municípios)
Fora os outros. . .
E não foi por falta da aviso:
“Itamaraty afirmou que grupo viajou “a despeito” de orientação dada pela Embaixada do Brasil em Tel Aviv. Em nota, o ministério informou que mantém alerta desde outubro de 2023, que “desaconselha toda viagem não essencial àquele país”. A recomendação, desde então, diz o comunicado, é para que os brasileiros que já estavam em Israel “considerassem deixar o país”. Ainda segundo a nota, 1.413 brasileiros foram retirados do país em aeronaves da FAB (Força Aérea Brasileira) desde outubro de 2023.
(+em: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2025/06/16/autoridades-brasileiras-em-israel-estao-a-caminho-da-jordania.htm)
O Pinçador Matutildo, piNçou a recomendação do Itamaraty:
“desaconselha toda viagem não essencial àquele país”
O Bedelhildo, mandou ver:
O Itamaraty está mesmo desacreditado!
E o Chatildo. . .
Até os “imersivos” parasitinhas municipais o ignora. . .
Desaconselha porque o Brasil já não tem nem representação diplomática e muito menos relações minimamente sustentável com Israel
Resumindo:os brasileiros lá estão duplamente desassistidos e desprotegidos
E essa gente insiste em ir para lá, com dinheiro público!
Enquanto lula decaído não descobre quem foi o “ladrão que tirou o direito do povo de comer ovo”. . .
Poleiro 1:
“Exportadores brasileiros embarcaram 5,36 mil toneladas de ovos em maio de 2025, estabelecendo o maior volume mensal desde o início da série histórica em 1997. A Secex (Secretaria de Comércio Exterior) divulgou na 6ª feira (13.jun.2025) os dados que mostram crescimento de 23% em relação a abril e 296% na comparação anual.”
(Poder360, 15/06/25)
Poleiro 2:
“É um desastre contratar no Brasil pois as pessoas estão viciadas no Bolsa Família, diz Ricardo Faria, o ‘rei do ovo'”
(FSP, 16/06/25)
Poleiro 3:
Cada ovo comido, é um pinto perdido!
Imersão no exterior em busca de novos modelos para esfolar os burros de cargas?
“Haddad tira férias nesta 2ª feira em impasse sobre o IOF”
– Ministro da Fazenda retorna em 22 de junho e será substituído pelo secretário-executivo Dario Durigan…
(Poder360, 16/06/25)
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, entra em férias nesta 2ª feira (16.jun.2025) –mesmo dia em que a Câmara vota o requerimento de urgência do projeto de decreto legislativo que derruba o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Haddad retorna ao trabalho em 22 de junho.
O secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan, assume interinamente o comando do ministério.
Inicialmente, as férias estavam marcadas para 11 a 20 de julho. A mudança nas datas foi publicada no Diário Oficial da União em 5 de junho.
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(+em: https://www.poder360.com.br/poder-economia/haddad-tira-ferias-nesta-2a-feira-em-impasse-sobre-o-iof/)
Ou será que irá lá fora ensinar outros governantes à fazê-lo?
Hum. Há no ar, penso, mais aviões de carreira da Pan Air
“Tarcísio já virou o candidato a presidente do PSD?”
– Partido lança campanha para reforçar parceria com governador de São Paulo.
(Redação O Antagonista, 16/06/25)
O PSD (Partido Social Democrático) lança nesta segunda-feira, 16 de junho, uma campanha com cinco vídeos de 30 segundos, que serão veiculados na TV aberta de São Paulo até o dia 27, para reforçar a aliança com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos, foto).
Enquanto as imagens mostram Tarcísio participando de eventos públicos, bem como de inaugurações e vistorias de obras, a narração exalta a parceria entre o partido e o governador.
“São Paulo vai em frente com trabalho, inovação, ousadia e a força do PSD. O governador Tarcísio pôs em ação centenas de programas e obras que vão trazer um futuro de ainda maior desenvolvimento, oportunidades e prosperidade para todos os paulistas. Porque o governo que arregaça as mangas trabalha e faz acontecer. Governo de São Paulo e PSD, uma parceria que leva São Paulo adiante. Venha para o PSD”, diz um dos vídeos.
Parceria
Outras mensagens aparecem na tela, como, por exemplo, “mais de 1000 km de estradas rurais recuperadas”, “600 milhões em crédito para o agro” e “2 bilhões para impulsionar o turismo”.
O cronograma da campanha prevê seis dias de veiculação: 16, 18, 20, 23, 25 e 27 de junho, sendo 10 inserções nos dias 20 e 25, e cinco nos demais.
Além dos vídeos focados na figura de Tarcísio, o PSD também lança outros dois, voltados para as mulheres. Ainda assim, a parceria com o governador é exaltada.
“Junto ao governo de São Paulo, apoiamos a criação de mais salas de delegacia da Mulher, 7 milhões de exames preventivos e o auxílio-aluguel para vítimas de violência”, diz a senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) em um desses vídeos.
Campanha presidencial
O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, atual secretário de Governo e Relações Institucionais de São Paulo, tem reiterado que Tarcísio é candidato à reeleição, mas que o partido apoiará o governador caso ele dispute a presidência da República.
“Se ele for candidato, a centro-direita não lança nenhum outro nome. [Ronaldo] Caiado não sai, Ratinho [Jr.] não sai, [Romeu] Zema não sai, Tereza Cristina não sai”, disse Kassab em 29 de abril.
O PSD integra a base do presidente Lula (PT) com o comando de três ministérios:
Pesca, com André de Paula;
Minas e Energia, com Alexandre Silveira; e
Agricultura, com Carlos Fávaro.
Pesquisa Datafolha divulgada no sábado, 14, porém, mostrou Tarcísio, pela primeira vez, numericamente à frente de Lula em cenário de segundo turno da eleição de 2026: 43% dos cotos a 42%. No levantamento de abril, o petista vencia com 48% contra 39%.
(Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/tarcisio-ja-virou-o-candidato-a-presidente-do-psd/)
Devagar com o andor. . .
Tanto Tarcísio quanto Kassab são Engenheiros. Portanto, eles sabem muito bem que os catetos opostos são primos-irmãos da hipotenusa!
Uai, sô! Atentem para a pujança do Estado de São Paulo!
“O poder paulista”
Inconformadas com o crescente poder paulista na cena brasileira, políticos, empresários e banqueiros de Minas Gerais se reuniram no final dos anos 1970 para discutir formas de enfrentar São Paulo.
Em meio a discursos tão coléricos quanto inúteis, pediu a palavra o sábio José Aparecido Oliveira, que representava o Banco Nacional, do mineiro Magalhães Pinto. E sepultou a reunião com uma ironia:
– “Amigos, só o fato de não precisarmos trocar moeda, usar passaporte, nem falar outra língua para entrar em São Paulo, já está bão demais.”
(Poder sem pudor, Coluna CH, DP, 16/06/25)
Pensando bem…
(Coluna CH, DP, 16/06/25)
…além de pipoqueiro e baleiro, pré-candidato ao Senado também é profissão de risco.
Matutando bem…
(Matutildo, aqui e agora)
Com a palavra, o eleitor catarinense sobre a pré candidatura ao senado do filho zero 2 imposta pelo pai, capitão zero zero!
Ói, ói, ó. . .
“Cartas censuradas?”
Leitor da coluna quer saber se a regra de culpar big techs por publicações de usuários de redes sociais também vai valer para condenar os Correios por cartas “ofensivas” que entrega.
(Coluna CH, DP, 16/06/25)
E a chatice do telemarketing?
E a chatice das pesquisas de satisfação?
É a BCT – BurrosdeCargasTur em seu esplendor! (II)
“Governo torra R$44 milhões em viagens em 7 dias”
O governo Lula (PT) conseguiu torrar mais de R$44 milhões com viagens somente na primeira semana de junho. No total do ano, até agora, gastou mais de R$560,4 milhões com passagens e – especialmente – diárias a seus funcionários. A fortuna não inclui os gastos do presidente, Janja e outras autoridades que se utilizam dos jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB), como ministros de Estado, presidentes dos Poderes e ministros do Supremo Tribunal Federal.
Ponta do lápis
Até o momento, foram pagos R$341,2 milhões em diárias e R$216,2 milhões com passagens. “Outros” gastos representam R$3,1 milhões.
Gastão nº1
O ministro André Fufuca (Esportes) é quem mais consumiu dinheiro público com viagens até agora, este ano: mais de R$170 mil.
Prata na pesca
André de Paula (Pesca e Aquicultura) conseguiu gastar R$144 mil pagadores de impostos com viagens este ano; R$17,5 mil em diárias.
(Coluna CH, DP, 26/06/25)
Parasitário baixo unido contra taxxad?
– $e-lembrem-$e” da liberação da$ emenda$! 2026 tem campanha eleitoral. . .
“Oposição aposta em derrota de ‘maquiagem fiscal’ criada por Haddad”
(Cláudio Humberto, Coluna CH, dp, 16/06/25)
Parlamentares evitam um placar, mas dão como certa a derrota do pacote de perversidades do Ministério da Fazenda impondo aumento de impostos para cobrir o rombo bilionário do governo Lula. O deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) acha que o Congresso rejeitará. “Esse governo continua inventando formas de arrancar mais do bolso do brasileiro”, disse o senador Jorge Seif (PL-SC). Para ele, o governo petista “não sabe cortar privilégios, só sabe aumentar imposto”.
Proposta equivocada
O deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) afirma que é equívoco taxar LCI e LCA, que financiam o agro e o setor imobiliário.
Não é ajuste
“Preferem aumentar a carga tributária de forma disfarçada (…) Isso não é ajuste fiscal, é maquiagem”, avalia Luiz Philippe.
Pacote não passa
“Não há qualquer possibilidade de aceitarmos novos aumentos de impostos”, disse à coluna o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS).
Passando a mão
A indignação contra o pacote de Malddad é geral entre deputados e senadores também por roubar mais uma prerrogativa do Legislativo.
(Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/oposicao-aposta-em-derrota-de-maquiagem-fiscal-criada-por-haddad)
. . .”Vivemos a era da amnésia seletiva. O desprezo pelas experiências do passado nos tornou reféns de nós mesmos, entregues a um estado de letargia permanente.”. . .
“Por onde anda a consciência”
(Circe Cunha e Mamfil – Manoel de Andrade, Coluna Visto, lido e ouvido, Blog do Ari Cunha, CB, 13/06/25)
Entre as várias facetas que possibilitaram a ascensão do ser humano ao patamar civilizatório — juntamente com o domínio da agricultura, do fogo, está o culto aos antepassados. Tal prática, longe de ser mero resquício de um passado obscuro e supersticioso, constitui uma das expressões mais profundas da consciência histórica e da projeção do ser humano no tempo.
Comum a todas as civilizações antigas, o ritual de celebração e rememoração dos entes falecidos constituiu-se em um dos pilares que resultaria, posteriormente, na formação embrionária da religião. Os monumentos megalíticos, os túmulos monumentais e as cerimônias fúnebres complexas. Todos esses elementos apontam para uma tentativa de dialogar com o invisível e de eternizar na memória coletiva aqueles que vieram antes e cujas ações moldaram o presente de seus descendentes.
O culto aos mortos, em seu sentido ontológico, permitiu à humanidade estender para o pretérito o significado de sua existência, ligando-a até o presente e, por consequência, expandindo o sentimento de continuidade para o futuro. Em outras palavras, a reverência aos antepassados consolidou a noção de que o tempo não é uma sucessão de instantes isolados, mas uma corrente contínua, em que o ontem toca no hoje e projeta-se no amanhã. As experiências trazidas pelos entes do passado possibilitaram à existência presente maior conforto, sabedoria e resiliência. Foram as cicatrizes dos que vieram antes que abriram os caminhos pelos quais hoje trilhamos.
A percepção da finitude despertou a necessidade de permanência simbólica, fosse por meio da memória, da herança ou da transcendência espiritual. O humano, ao reconhecer sua impermanência biológica, inventou a eternidade cultural.
Muito mais do que simples rituais metafísicos, a meditação sobre a personalidade e os acontecimentos passados desencadeou na espécie humana o desejo pelas possibilidades. Dessa forma, a construção do futuro está, indissociavelmente, ligada aos fatos passados, constituindo-se no alicerce do presente e na base do que ainda virá.
Esse elo com o tempo, no entanto, parece cada vez mais tênue na contemporaneidade. Deixados de lado este e outros aspectos próprios da antropologia cultural e dando um salto até os dias atuais — particularmente no contexto da sociedade brasileira —, o que se percebe, à primeira vista, é que o encurtamento de nossa memória, seja pela insuficiência de informação, seja pelo excesso dela, o que tem transformado cada um de nós em seres inertes, entorpecidos pela velocidade dos acontecimentos, pela espuma das narrativas efêmeras e pela desinformação crônica.
Vivemos a era da amnésia seletiva. O desprezo pelas experiências do passado nos tornou reféns de nós mesmos, entregues a um estado de letargia permanente. Já não nos indignamos com o absurdo cotidiano, aceitando de bom grado o prato frio que nos servem — por vezes requentado com promessas quebradas e discursos desgastados. É a anestesia das consciências, o colapso da responsabilidade histórica.
É justamente essa sociedade, dita moderna, que encara a morte com assepsia total — limpa, distante, institucionalizada — a mesma que vai apodrecendo a céu aberto, moralmente putrefata, condenada, como Prometeu, a ter o fígado (a índole) devorado, diariamente, pelos abutres do poder, do marketing ideológico, da manipulação semântica.
O afastamento simbólico da morte, aliado ao desprezo pelas lições dos mortos, resultou numa geração que não sabe de onde veio, nem para onde vai. Uma sociedade que ri de sua própria decadência, que chama de progresso aquilo que é corrosão de seus pilares mais profundos, que celebra o presente como se o passado fosse lixo e o futuro, irrelevante. Assim, abandonamos nossos mortos e, com eles, enterramos nossa própria consciência.
A frase que foi pronunciada:
“Não é a consciência do homem que lhe determina o ser, mas, ao contrário, o seu ser social que lhe determina a consciência.”
(Karl Marx)
(Fonte: https://blogs.correiobraziliense.com.br/aricunha/por-onde-anda-a-consciencia/)
Pizzaria Nacional!
“CPI revela estrago das bets na sociedade, mas tem um triste fim”
(Carlos Alexandre de Souza e Eduarda Esposito, Coluna Brasília-DF, Blog da Denise, CB, 15/06/25)
Sete meses de trabalho, 150 convocações, apenas 19 pessoas ouvidas, nenhum relatório aprovado.
Esse é o saldo da CPI das Bets, que encerrou suas atividades na semana passada. Para frustração da relatora, a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), a investigação parlamentar provocou bastante barulho e jogou mais luz a um problema social sério. Mas morreu na praia.
Há 10 anos, uma Comissão Parlamentar de Inquérito termina sem a aprovação de um documento.
Os apontamentos do colegiado, entre os quais o indiciamento de 16 pessoas, terão efeito prático praticamente nulo, pois não serão encaminhados oficialmente ao Ministério Público Federal. Ainda assim, a relatora Soraya Thronicke pretende alertar diversas autoridades para reforçar o cenário da indústria das apostas.
Os motivos para se preocupar são concretos.
As bets sugam R$ 30 bilhões das famílias por mês, alertou o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. E se tornou um problema grave particularmente para os brasileiros de baixa renda, já penalizados pela inflação alta e pela insegurança alimentar. Ao enterrar a CPI das Bets, o Senado contribuiu para perpetuar essa ameaça.
(Fonte: https://blogs.correiobraziliense.com.br/denise/cpi-revela-estrago-das-bets-na-sociedade-mas-tem-um-triste-fim/)
Matutando bem. . .
Já perceberam como tem “otoridades” PeTezuelanas fazendo “imersão” em Israel?
Só bancadas pelo governo do Distrito Federal, além da esposa do governador, tem mais 4 secretários!
É a BCT – BurrosdeCargasTur em seu explendor!
“Banco de assuntos”
– Por que algumas pessoas vão acumulando sem querer coisas como bengalas, boinas e tipoias?
(Ruy Castro, FSP, 15/06/25)
Há tempos, ao ver-me de posse de um centenário cilindro de cobre, resolvi preenchê-lo com uma pequena coleção de bengalas, daquelas antigas, ideal para ocupar um canto de parede. Ao passar por um antiquário em Copacabana, vi em oferta uma bonita bengala de cabo trabalhado, com toda a pinta de ter um passado —quem sabe protagonizado uma troca de bengaladas na porta da Colombo entre dois poetas por causa de um soneto, na Belle Époque carioca. Comprei-a e voltei para casa. Na porta do prédio, ao descer do táxi, pisei em falso e torci feio o pé. Por sorte, eu tinha a bengala e, com ela, pude chegar ao elevador.
Amigos souberam da história e, num excesso de solidariedade, começaram a me presentear com bengalas. Com isso, sou hoje possuidor de um banco de bengalas. Nunca mais precisei de uma, mas quem sabe o que o futuro nos reserva?
O mesmo aconteceu quando, em certa viagem pela Europa no inverno, tive de comprar uma boina para proteger a incipiente calva. De volta ao Rio, não precisei mais dela e destinei-a ao fundo de uma gaveta. Numa viagem seguinte, repetiu-se a emergência e voltei com mais uma boina para casa. E, como nunca me ocorreu botar uma boina na mala ao viajar, o fato é que elas se multiplicaram e agora disponho de um banco de boinas —com ou sem aba, lisas e xadrezes, uma delas um barrete frígio, todas inúteis no Rio. Decidi que, se voltar a viajar para países frios, vou levá-las todas, revezá-las e esquecer uma por uma em cada país.
Duas ou três intervenções cirúrgicas nos braços renderam-me também um banco de tipoias, fornecidas pelos hospitais por que passei. Nem todos têm em casa um banco de tipoias, mas não sou o único a acumular certos objetos sem querer. Um amigo meu tem um banco de elásticos, clipes e grampos, embora há anos já não use papel para escrever. Outro tem um banco de martelos.
Um banco útil para um colunista é o de assuntos que podem render uma crônica. Esta que você acabou de ler, por exemplo, saiu do meu banco de assuntos.
(Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2025/06/banco-de-assuntos.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newscolunista)
“Se nada como censura e grasna como censura, então é censura”
– Ao derrubar artigo que protege liberdade de expressão online, STF definirá que conteúdos serão removidos sem ordem judicial e órgão fiscalizador.
(Lygia Maria, Mestre em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina e doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, FSP, 15/06/25)
O STF formou maioria para tornar inconstitucional o artigo 19 do Marco Civil da Internet.
Os membros da Corte ainda definirão quais conteúdos precisam ser retirados do ar pelas plataformas após notificação de usuários (sem necessidade de ordem judicial) —atualmente, isso se dá com violação direitos autorais e imagens de nudez não consentidas. Se não removerem, as empresas correm risco de punição.
Tais conteúdos podem incluir crimes contra a honra e o vago ataque ao Estado democrático de Direito. São condutas subjetivas, que exigem julgamento criterioso, com apresentação de provas e direito ao contraditório.
Essa invasão do Supremo na seara do Legislativo promove insegurança jurídica e incita censura generalizada por parte das plataformas, que tentarão evitar a responsabilização a todo custo. Basta ver como o Judiciário lida com a liberdade de expressão.
Neste mês, o STJ condenou jornalistas e a revista IstoÉ a pagarem R$ 150 mil por danos morais ao ministro Gilmar Mendes, do STF, devido a uma reportagem de 2017. Segundo a decisão estapafúrdia, o texto era muito irônico.
Outro ponto de preocupação no julgamento do artigo 19 é a escolha do órgão que fiscalizará a remoção de conteúdo. Sobre o tema, Gilmar se referiu a uma frase do ditador chinês Deng Xiaoping: “a cor do gato não importa, o importante é que ele cace o rato”.
Mas, no caso, a cor do gato é crucial. Uma entidade do Executivo federal, sem formato colegiado, seria temerária e é típica de ditaduras. O ministro já sugeriu antes que a tarefa poderia ficar a cargo da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, uma autarquia ligada ao Ministério da Justiça que fiscaliza o cumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados —manipulada nos últimos anos para minar a Lei de Acesso à Informação, que garante a transparência de dados públicos.
Assim, o provérbio mais adequado para a bagunça criada pelo STF seria “se parece com um pato, nada como um pato e grasna como um pato, então é um pato”. Ou seja, se parece com censura, nada como censura e grasna como censura, então é censura.
(Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/lygia-maria/2025/06/se-nada-como-censura-e-grasna-como-censura-entao-e-censura.shtml)
Como sempre, Lygia lúcida e coerente
“A lei de ação e reação”
– Em momentos como esse, o mundo se reorganiza e cada país mostra de que lado está.
(Nuno Vasconcellos, empresário luso-brasileiro, Último Segundo, portal iG, 15/06/25)
No ambiente que, mesmo antes dos ataques da semana passada já vinha se mostrando cada vez mais tenso e conturbado no Oriente Médio, estranho seria se o governo de Israel ficasse inerte diante das ameaças crescentes do Irã.
Ainda mais depois que essas ameaças deixaram o campo da retórica e se transformaram na possibilidade de um ataque nuclear. Nos últimos dias, na medida em que ficava claro que o governo de Teerã já tinha acumulado material radioativo suficiente para produzir pelo menos quinze bombas nucleares, o governo dos aiatolás vinha elevando o tom habitual de suas ameaças recorrentes a Israel.
“Definitivamente, o regime sionista é a fonte de corrupção, guerra e discórdias”, disse poucos dias atrás o aiatolá Ali Khamenei, chefe supremo da ditadura iraniana. “O regime sionista, que é um tumor letal, perigoso e cancerígeno, deve certamente ser erradicado — e será” .
Não foi a primeira ameaça do gênero. “A promessa divina de eliminar a entidade sionista será cumprida e veremos o dia em que a Palestina se levantará do rio ao mar” , disse Khamenei ao chefe dos terroristas do Hamas, Ismail Haniyeh, que foi a Teerã participar do funeral do presidente Iraniano, Ebrahim Raisi em maio do ano passado.
Se acreditou ou não nas palavras de Khamenei, é um segredo que Haniyeh levou para o túmulo. Um ou dois dias depois de ouvir as ameaças, o terrorista foi eliminado em um ataque preciso de Israel contra o edifício em que ele estava hospedado, no coração de Teerã. Foi uma ação surpreendente, que serviu para demonstrar a capacidade do serviço secreto de promover ações cada vez mais precisas para combater os inimigos de Israel. O problema é que, quanto mais essa capacidade era demonstrada, mais o Irã avançava em sua intenção de destruir o inimigo.
Para piorar um clima que já não era bom, o governo iraniano já há algum tempo deixou de fornecer à Agência Internacional de Energia Atômica(IAEA, na sigla em inglês) informações sobre o andamento de seu programa nuclear. De acordo com os levantamentos dos cientistas, o país teria avançado com o programa de enriquecimento de urânio e estocado até 40 vezes mais material do que necessita para abastecer suas usinas de geração de energia elétrica.
Como a estocagem de material radiativo é uma operação arriscada e onerosa, a conclusão óbvia era a de que o excedente estaria sendo usado para fins militares. E que o Irã já tinha urânio suficiente para produzir bombas nucleares em quantidade suficiente para aniquilar Israel e espalhar o terror pelo mundo inteiro.
Diante da recusa recorrente do Irã em compartilhar os dados de seu programa nuclear, o mundo resolveu agir. Na quinta-feira passada, a IAEA aprovou uma resolução que acusava o país persa de descumprir o Acordo de Não Proliferação de Armas Nucleares. Entre os 35 votos possíveis, houve 19 a favor da resolução, que tinha sido apresentada em conjunto pelos Estados Unidos, pela Grã-Bretanha e pela Alemanha. Houve três votos contrários e onze abstenções — entre as quais a do Brasil. A omissão significou, para bom entendedor, apoio ao Irã. Mas o governo de Teerã não mostrou a mínima preocupação com a censura que recebeu. Tanto isso é verdade que não apenas desconsiderou a advertência como ainda informou que, ao invés de recuar, ampliaria sua capacidade de enriquecimento do material radioativo.
Informações de inteligência que circularam no sábado davam conta de que o Irã, com ou sem o aparato atômico, vinha preparando um ataque em massa a Israel — usando como escudo as negociações que vinha mantendo com os Estados Unidos em relação a seu programa nuclear. O que os espertalhões não contavam era que Israel já estava com tudo pronto e lançaria uma ofensiva em larga escala antes de receber o primeiro disparo.
Apoio em terra
Horas depois da resposta indiferente do Irã à censura da IAEA, na madrugada de sexta-feira passada, noite de quinta-feira no Brasil, mais de 200 aviões, conduzidos por pilotos altamente treinados e equipados com armamentos de altíssimo poder destrutivo, decolaram de suas bases em Israel em direção a pontos estrategicamente escolhidos no Irã. Eles foram orientados por informações colhidas pela inteligência israelense, que há meses vinha mapeando os alvos estratégicos do sistema de defesa do Irã.
Enquanto os pilotos se dirigiam aos alvos, agentes infiltrados em território iraniano deram início a uma operação planejada em detalhes milimétricos e suportada por recursos de alta tecnologia. No primeiro momento, mísseis de precisão, ocultos em solo, foram lançados contra as defesas antiaéreas iranianas. Quase ao mesmo tempo, sistemas de ataque camuflados em veículos civis entraram em ação e ajudaram a neutralizar as ameaças aos caças israelenses. Finalmente, drones com alto poder destrutivo, previamente infiltrados, atacaram os sistemas de lançamento de mísseis na base de Esfajabad, nos arredores de Teerã.
O apoio em terra foi essencial para uma considerável redução do risco para que os pilotos cumprissem as missões. Os alvos prioritários foram a usina nuclear de Natanz, cérebro e coração do programa atômico dos aiatolás, instalações militares e a sede da chamada Guarda Revolucionária — um grupo militar típico das ditaduras mais sanguinárias. Assim como as SS, de Adolf Hitler, e a Guarda Bolivariana, de Nicolás Maduro, a Guarda Revolucionária do Irã é uma força militar paralela ao exército regular. Integrada por fanáticos, de lealdade comprovada ao regime e a seus chefes, ela é a principal força de sustentação da ditadura e age contra a própria população, sob ordens diretas dos clérigos que dominam o país com mão de ferro.
Entre as vítimas do ataque certeiro estão o comandante da Guarda Revolucionária, Hossein Salami, o comandante das Forças Armadas, Mohamad Bagheri, e o comandante das Forças Aeroespaciais do país, Amir Ali Hajizadeh. Também estão seis cientistas que conduziam o programa nuclear e outros militares importantes.
Dezenas de aviões militares iranianos foram destruídos ainda em solo, sem conseguir decolar e reagir. O sistema de defesa antiaérea e o sistema ofensivo de mísseis do país entraram em colapso no primeiro momento, provavelmente por ação de sabotadores do Mossad, o serviço secreto israelense. De acordo com o gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, o que houve não foi uma operação isolada — como o ataque à embaixada do Irã em Damasco, capital da Síria, em abril do ano passado.
O objetivo naquele momento era eliminar Mohammad Reza Zahedi, cabeça das chamadas Forças Quds, o elo de ligação entre a ditadura e os grupos terroristas financiados, treinados e orientados pelo Irã em sua luta contra Israel. Inclusive pelo Hamas, que responsável pelos atentados terroristas de 7 de outubro de 2023.
O que houve em Damasco foi uma operação isolada, que terminou com o retorno dos aviões F-35 a suas bases. O que se vê neste momento é completamente diferente. O ataque de sexta-feira foi a deflagração de uma guerra que só terminará quando o programa nuclear iraniano estiver comprovadamente aniquilado.
Conta e risco
A reação do governo iraniano, claro, não demorou. Logo no primeiro momento, foram lançados mais de cem drones contra o território israelense —interceptados com facilidade pelo sofisticado sistema de defesa. Horas depois, com o sistema de lançamentos restabelecido, alguns mísseis mais modernos, com maior poder destrutivo e mais precisão foram lançados pelo Irã contra Jerusalém e Tel-Aviv. Os ataques deixaram, de acordo com os números divulgados até o meio de sábado, três mortos e cerca de oitenta feridos. A maioria dos projéteis, porém, foi contida pelo sistema de defesa.
Ainda é cedo para saber qual será o peso e a intensidade da reação israelense ao contra-ataque iraniano. O que se sabe é que o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu está não apenas preparado como também disposto a agir para impedir que o Irã se transforme numa ameaça nuclear.
Horas antes do contra-ataque, as autoridades de Defesa de Israel já tinham emitido um comunicado que não poderia ser mais claro. “Agora que os céus do Irã estão completamente abertos e indefesos, seus líderes precisam tomar uma decisão: se nos atacarem, atacaremos suas refinarias e destruiremos sua economia. Se nos permitirem destruir suas instalações nucleares sem uma resposta dura, deixaremos suas refinarias intactas”.
Se a ameaça de agir contra as refinarias iranianas se cumprirá ou não são outros quinhentos. Como era de se esperar, o aiatolá Ali Khamenei não se mostra disposto a ceder — e continuou lançando as ameaças habituais a Israel e aos Estados Unidos. A propósito, nos últimos dias o presidente dos Estados Unidos vinha insistindo na solução negociada, que os iranianos usaram como cortina de fumaça para concluir seus planos de ataque. Diante da impossibilidade de um entendimento que levasse a ditadura a conter suas ambições nucleares, a Casa Branca deu a carta branca que permitiu a Israel para agir por sua conta e risco.
Depois do ataque preciso, Khamenei retomou o palavreado hostil para reiterar as ameaças que faz a Israel mesmo antes de, em 1989, substituir o aiatolá Ruhollah Khomeini como “líder supremo” da ditadura que fez do Irã em um inimigo declarado dos Estados Unidos e de todo o Ocidente. “O regime sionista revelou sua natureza vil e lançou nesta manhã sua mão perversa e sangrenta em um crime contra o Irã” , disse Khamenei. “Com esse ataque, o regime sionista preparou um destino amargo e doloroso para si mesmo, que certamente receberá.”
O que acontecerá daqui por diante ainda é incerto e dependerá, é claro, de saber até onde vai a força e capacidade do Irã de se defender dos ataques e, ao mesmo tempo, lançar uma contraofensiva que, de acordo com as ameaças mais recentes, pode se estender às bases militares que os Estados Unidos, a Grã-Bretanha e a França mantêm no Oriente Médio.
Pode, também, dificultar o trânsito de navios pelo estreito de Ormuz, por onde passa atualmente mais de 20% do petróleo consumido no mundo.
Esse é, por sinal, um ponto importante nessa questão. Além das questões geopolíticas e das inimizades milenares que estimulam esse conflito, o petróleo continua sendo um pêndulo vital nessa balança. Embora já não seja tão determinante como era em 1973 e 1978 — quando decidiram promover altas exageradas no preço do barril e empurraram a economia mundial para crises profundas —, a produção do Irã e dos países árabes ainda são fundamentais para o equilíbrio da oferta mundial do combustível.
Na sexta-feira passada, depois dos ataques israelenses e sem o anúncio de qualquer medida que afetasse a produção e o comércio de petróleo na região, o preço do barril, que vinha caindo desde o início do ano, deu um salto. Depois de ter perdido 12,4% desde janeiro deste ano, a cotação deu uma reviravolta. No fechamento do mercado na sexta-feira passada, o barril foi negociado a US$ 71,52. Isso é 5,11% acima do fechamento do dia anterior e 13,5% acima da cotação de um mês atras.
Momento delicado
Seja como for, a possibilidade de uma ação militar com combates em terra, que coloque um exército frente a frente com o outro, é praticamente nula. Ainda que boa parte de seu sistema de defesa, sua Força Aérea e seu sistema de mísseis não tivessem sido seriamente danificados pelo ataque desta sexta-feira, os líderes iranianos dificilmente ousariam partir para uma ofensiva mais ampla — mesmo porque, isso poderia atrair o Exército dos Estados Unidos para o conflito.
Sendo assim, os analistas e o próprio Mossad acreditam que ações terroristas isoladas são a única possibilidade de reação ao alcance do Irã — mas, mesmo na capacidade de espalhar o medo sobre Israel e seus aliados, a ditadura iraniana sofreu baques importantes desde que o chefão Mohammad Reza Zahedi e outros comandantes dos Quds foram postos fora de combate no ano passado.
Seja como for, o momento é delicado e a tensão não se resume ao Oriente Médio. Situações como a atual desencadeiam movimentos de realinhamento das forças globais e apontam para situações em que a neutralidade se mostra praticamente impossível. No momento seguinte ao ataque, líderes do mundo inteiro deram as declarações sobre as hostilidades. A maioria, claro, condenou a ação de Israel e pediu que, a partir de agora, os dois países ajam com moderação.
É preciso cuidado para avaliar essa condenação. As diplomacias dos países europeus e dos governos totalitários do Oriente Médio, embora não admitam com clareza, deixam transparecer um certo alívio diante da ação israelense. Por menos que manifestem apoio à operação, eles vinham acompanhando com preocupação o avanço de um programa que daria poderio nuclear a um país que demonstra em relação a eles mais divergências do que afinidades. E, mais do que isso, um país que nunca esconde sua intenção de combater qualquer resquício de valor ocidental.
E o Brasil? Bem… O Brasil, como era de se esperar, ficou do lado do Irã. Depois de se omitir na votação em que a IAEA censurou o Irã por esconder os dados de seu programa nuclear, o Itamaraty, como era praticamente certo que faria, condenou os ataques e a ação preventiva israelense. “O governo brasileiro expressa firme condenação e acompanha com forte preocupação a ofensiva aérea israelense lançada na última madrugada contra o Irã, em clara violação à soberania desse país e ao direito internacional” , diz o governo brasileiro.
Tudo bem. Desde a posse do atual governo, o Itamaraty não tem medido esforços para servir de ponte entre a ditadura iraniana e o restante do mundo. Por ação do Brasil, o Irã foi admitido no Brics, o organismo multilateral criado como aliança econômica e que vem cada vez mais agindo como um bloco de ação geopolítica entre o tal de “Sul Global” e as grandes democracias ocidentais. A delegação iraniana, por sinal, já havia confirmado presença na cúpula do Brics, que acontecerá nos dias 6 e 7 de julho, no Rio de Janeiro. Será que ela virá?
As consequências dessa nova guerra sobre o Brasil, claro, dependerão da habilidade que tem faltado à diplomacia brasileira para conduzir a questão com equilíbrio e isenção e impedir que o evento não perca seu rumo. Infelizmente, porém, o Itamaraty, que já foi uma das instituições mais respeitadas da diplomacia mundial, vem perdendo influência desde que passou a se orientar mais pelas afinidades ideológicas de sua cúpula do que pelos interesses estratégicos do país.
O encontro deveria servir para o Brasil se posicionar como uma potência energética global e capaz de liderar a corrida pela transição energética e pela economia verde. O risco, porém, é dele se transformar em palco de defesa da ditadura iraniana — o que pode afastar o Brasil ainda mais do bloco das potências ocidentais.
O certo é que uma semana que, no ponto de vista do Oriente Médio, começou com a ação que impediu o grupo liderado pela militante Greta Thunberg, do qual fazia parte o candidato derrotado do PSOL à Câmara Federal, Thiago Ávila, de entrar na faixa de Gaza, numa ação de apoio aos terroristas do Hamas, terminou com a região mergulhada em mais uma guerra. Uma guerra que, pelo andar da carruagem, pode terminar com uma mudança profunda no cenário da região e talvez até com a queda da ditadura iraniana. Disposição para chegar a esse ponto, Netanyahu já demonstrou que tem. Resta saber se terá forças.
(Fonte: https://ultimosegundo.ig.com.br/colunas/nuno-vasconcellos/2025-06-15/a-lei-de-acao-e-reacao.html)
EsbanJANJAndo aLULADO!
“Governo mantém 188 residências diplomáticas a R$ 174,8 mi por ano”
– Levantamento mostra gastos elevados em países com baixa relevância comercial para o Brasil…
(Poder360, 15/06/25)
O governo brasileiro desembolsa anualmente R$ 174,8 milhões para manter residências oficiais em 188 postos diplomáticos no exterior. Segundo levantamento do jornal O Globo, obtido via LAI (Lei de Acesso à Informação), R$ 87,8 milhões desse total são destinados ao pagamento de aluguéis e taxas de condomínio. Em 60 desses postos, os imóveis pertencem ao Brasil.
O MRE (Ministério das Relações Exteriores) afirma que a escolha dos imóveis segue critérios como localização, área e padrão de representação, considerando que as residências funcionam como extensões das embaixadas e são utilizadas para eventos oficiais.
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A Suécia, por exemplo, ocupa a 53ª posição entre os destinos das exportações brasileiras, mas abriga uma das 10 residências mais caras do corpo diplomático. . .
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Além dos custos com aluguel, o governo brasileiro gasta R$ 77 milhões por ano com 544 funcionários responsáveis pela manutenção das residências oficiais, entre empregados e outras prestações de serviço.
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A residência em Buenos Aires é a 2ª mais cara, apesar de ser de propriedade do governo brasileiro.
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(+em: https://www.poder360.com.br/poder-brasil/governo-mantem-188-residencias-diplomaticas-a-r-1748-mi-por-ano/)
Só pra PenTelhar. . .
Com tudo isso à disposição, as delegações internacionais comandas por lula decaído, janja calamidade & a$$ociado$, ainda ficam em caríssimos hotéis!
+ 1 arapuca vermelha à vista!
“O pedido de Lula sobre o crédito para entregadores trocarem motos”
– Presidente Lula fez um pedido para ministros que estão à frente do programa de crédito mais barato para entregadores de aplicativo.
(Igor Gadelha, Metrópoles, 15/06/25)
O presidente Lula fez um pedido a seus ministros e demais auxiliares que estão à frente do programa de crédito mais barato para entregadores de aplicativo trocarem motocicletas.
Segundo relatos feitos à coluna, Lula pediu que o projeto esteja pronto para ser lançado no início do segundo semestre de 2025. A previsão hoje é de que o programa na rua a partir de agosto.
A articulação tem envolvido ministros do Palácio do Planalto e da equipe econômica, o Ministério do Trabalho e Emprego e a Caixa Econômica, um dos bancos públicos que disponibilizará o crédito.
(Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/igor-gadelha/o-pedido-de-lula-sobre-o-credito-para-entregadores-trocarem-motos)
“A caixinha de surpresas” (*)
– O povo quer um país onde não existam muitos pobres e poucos ricos?
(Gustavo Krause, foi Ministo da Fazenda, Blog do Noblat, Metrópoles, 15/06/25)
É o título do livro de autoria do jornalista Luiz Fernando Bindi (*), falecido em 2008, vítima de um enfarte fulminante. Apaixonado pelo futebol, criativo e com apurado senso de humor, ele nos legou a obra “O Futebol é uma caixinha de surpresas”, usando a linguagem figurada para reforçar o aleatório e a emoção que encantam o esporte das multidões.
Na verdade, o que é previsível nas nossas vidas?
A rigor, o inesperado é nosso companheiro de viagem. Daí, o fascínio do humano em desvendar o futuro utilizando os mais diversificados fatores desde a superstição, crenças que nos asseguram a eternidade e, até mesmo, a futurologia que não advinha, busca, com o auxílio de múltiplos saberes, as tendências, os cenários, de modo a indicar prováveis caminhos e ações estratégicas.
No caso da tomada de decisões, quanto mais amplo são seus efeitos mais valiosos se tornam a capacidade de antevisão e as possibilidades de acerto. São indispensáveis como suporte da ação planejada no caso de decisões políticas. A tarefa de governar, na essência uma responsabilidade pública, é cada dia mais complexa o que torna necessário obedecer ao jargão “prever para prover”.
Esta breve reflexão tem por objetivo registrar que, a previsão dos governantes e governados, as autoridades e os especialistas têm frequentemente se deparado com “surpresas”. A propósito, o primeiro trimestre do corrente ano é um caso exemplar. Com a força da safra recorde no setor agropecuário (12%), a economia acelerou o ritmo de crescimento para 1,4% (dados do IBGE) no primeiro trimestre do corrente ano o que coloca o PIB no maior patamar da série histórica, iniciada em 1996.
Segundo a lista elaborada pela empresa de classificação de risco, a Austin Rate, entre 61 países que divulgaram seus resultados dos trimestres, o Brasil ficou na quinta posição, 0,5% acima da média dos países avaliados. Outro dado surpreendente, entrando pelo mês de abril é a queda na taxa de desemprego para 6,1%, enquanto uma taxa de formalização atingiu o recorde de 62%. Por sua vez, a recente decisão do COPOM de reduzir o ritmo do corte de juros sinalizou para um cenário externo afetado por elevada incerteza e os riscos da redução do desempenho das economias.
Importante não sair do radar o expansionismo fiscal acelerado com a realização das eleições de 2026 e uma firme posição de política monetária convergindo com o rumo estratégico compatível com as políticas públicas.
E por falar em eleições, está dada a oportunidade histórica para o debate de um projeto nacional que reúna forças capazes de aliviar o cansaço da sociedade exaurida pelas promessas vãs da retórica populista; reafirme a disputa eleitoral como o momento propício para assumir o compromisso de atender as prioridades do cotidiano da população; enfrente os desafios estruturais de modo que o Brasil se transforme, pelo diálogo e pelo entendimento, numa nação capaz de encarar o futuro, liberta da sensação de insegurança e vulnerabilidades.
Sempre que se fala em eleições, há um certo desânimo em expressões “faltam lideranças”, “falta um projeto de nação”. Lideranças somente se formam enfrentando a peleja democrática, processo que será guiado pelas mãos do eleitor. Projeto de nação pode até ser encomendado pelos sábios de plantão. Mas não vai funcionar. Pergunte ao povo o que ele quer: qualquer Instituto de pesquisa com credibilidade e um entrevistado sincero vão citar, prioritariamente, quatro problemas que afetam o cotidiano de suas famílias: saúde, segurança pública, educação e custo de vida. Os candidatos chegarão com programas, propostas e soluções devidamente arrumadas. Desde que seja honesto e convença que se preocupa com os mais pobres, pode ganhar eleição. Fazer acontecer são outros quinhentos.
E o povo tem uma visão estratégica de pais? Tem. É só perguntar corretamente. Você prefere viver numa democracia ou numa ditadura? O povo adora a liberdade, de barriga cheia. Quer ser um cidadão trabalhador. Quer ser igual a todos prante a lei. E quer polícia para proteger. Logo, a democracia, assegurada pelo Estado Democrático de Direito, é um pilar estratégico.
O povo quer ir à feira escolher o que vai comprar a quem vende mais barato? Claro! O povo quer uma economia de mercado. Quer ser empresário, empreendedor e ficar rico? Quer. No Brasil, basta dar oportunidade e preparo. Começa de baixo e pode chegar a ser o dono do negócio. Quer oportunidade e que se respeite a lei. Sem burocracia. Este é o outro pilar da sociedade desejada.
O povo quer um país onde não existam muitos pobres e poucos ricos? O povo quer um país mais justo. Onde todos ganhem conforme seu merecimento profissional. E tenham o suficiente para viver com dignidade. Outro pilar do país: a equidade social.
O povo quer um país em que não se roube o dinheiro do contribuinte? Atualmente, a primeira virtude exigida dos candidatos, segundo dados de pesquisas, é ser honesto. Ética pública. O bom exemplo da ética pública.
O povo quer um país, que já é “bonito pela própria natureza” e que tem “palmeiras onde canta o sabiá”, cuide da natureza? O povo e a natureza são uma coisa só. O Brasil é uma Pátria Ambiental, com vocação para o protagonismo global.
Mas falta uma coisa que não foi perguntada: e a Educação?
Educação é tudo porque sem ela não somos nação. Não existe vida para ser vivida em sua plenitude.
Enfim, o Brasil não é uma “caixinha de surpresas” (*): é uma gigantesca arca repleta de possibilidades e oportunidades.
(Fonte: https://www.metropoles.com/blog-do-noblat/artigos/a-caixinha-de-surpresas-por-gustavo-krause)
(*) +em: https://www.amazon.com.br/Futebol-Caixinha-Surpresas-Fernando-Bindi/dp/8588948478
O piNçador Matutildo, piNçou:
“. . .o Brasil não é uma “caixinha de surpresas”: é uma gigantesca arca repleta de possibilidades e oportunidades.
E o Revisildo, emendou:
Pena que essa ” gigantesca arca repleta de possibilidades e oportunidades” está à deriva desde o fim do governo de FHC, exceto no rápido período sob o comando do Temer!
Esta estória com “e” mesmo, da esquerda do atraso, ou seja, de supostamente tirar dos ricos e dar aos pobres, é algo que esconde uma outra verdade: precisamos de todos os cidadãos brasileiros sejam elite diretiva.
Como já disse
o que me apavora
não é a velhice.
É a tolice
entogada na
malandrice!
“Barroso defende regulação das redes e da inteligência artificial”
“O STF não está legislando, mas resolvendo casos concretos”, diz presidente da Corte
(Redação O Antagonista, 15/06/25)
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso (foto), voltou a defender a regulação das plataformas digitais e da inteligência artificial. Durante o Brazil Forum UK 2025, realizado neste sábado, 14, na Universidade de Oxford, Barroso alertou para os efeitos do que chamou de “abismo de incivilidade nas redes sociais”.
“Agora o mundo inteiro discute a regulação de conteúdo, e isso é muito delicado, porque é preciso proteger a liberdade de expressão. Mas o mundo ficou tão polarizado que nem o senso comum consegue, hoje em dia, alcançar consenso. Não importa se é liberal, conservador ou progressista: não pode haver pornografia infantil, terrorismo, venda de armas ou instigação ao suicídio nas redes”, afirmou o ministro.
“A internet revolucionou o acesso ao conhecimento e à informação. Com ela vieram as redes sociais que facilitou a comunicação no mundo, mas da mesma maneira abriu as avenidas para a desinformação, para discurso de ódio e para as teorias conspiratórias”, acrescentou.
Em seu discurso, o ministro também criticou as propostas de retorno ao voto impresso.
“A verdade não tem ideologia e a democracia tem lugar para liberal, conservador, progressista. Mas a mentira deliberada é uma coisa muito ruim que passou a dominar o mundo como estratégia política. Portanto é muito importante fazer com que mentir volte a ser errado.”
Julgamento do Marco Civil
Barroso voltou a defender a atuação do STF no julgamento sobre o Marco Civil da Internet, que será retomado em 25 de junho.
“Esperamos um bom tempo para ver se o Congresso legislava, não veio a legislação”, disse o ministro, ao comentar os processos que tratam da responsabilidade de plataformas por conteúdos de terceiros.
Hoje, o Marco Civil prevê que empresas só sejam responsabilizadas se não removerem conteúdos após ordem judicial, com exceções para casos de nudez não consentida e violação de propriedade intelectual. Barroso e outros ministros defendem o “dever de cuidado”, inspirados na legislação europeia, que prevê responsabilização mesmo após denúncia extrajudicial.
“O STF não está legislando, mas resolvendo casos concretos”, disse o presidente da Corte, ao lado do diretor jurídico do Google Brasil, Daniel Arbix, e da cientista de dados Kizzy Terra.
O executivo do Google afirmou que a regulação da IA deve proteger direitos fundamentais, mas sem impedir o avanço tecnológico. “A regulação tem que capitalizar, fomentar, e não tolher a inovação em várias áreas.”
Barroso também abordou os riscos da inteligência artificial.
“É preciso regular a inteligência artificial para proteger direitos fundamentais, como a privacidade, como a própria liberdade de expressão e como a liberdade e a autonomia cognitiva.”
(Fonte: https://oantagonista.com.br/brasil/barroso-defende-regulacao-das-redes-e-da-inteligencia-artificial/)
Matutando bem. . .
E para que servem as duas (três) casas legislativas?
– Apenas para os parasitas que delas se apossaram, “$e-locupletarem-$e!
Será que nem a aliança PT/PP (*) resolveu?
“As fichas da PTpol”
Em 1995, Esperidião Amin era o novo presidente do então PPB quando contou ao então presidente do PT, José Dirceu, a história de Joca da Penha, prefeito catarinense nos anos 1960.
Ele tinha problemas nas contas da prefeitura quando alguém foi à sua casa dizer que um incêndio consumia a prefeitura.
– “Deixa queimar”, respondeu Joca, aliviado, “ano novo, vida nova…”
Depois de contar a história, Amin pediu:
“Faça um favor, Zé: agora que presido o PPB, como ex-chefe da “PTpol” mande queimar as fichas falando mal de mim. Afinal, cargo novo, vida nova.”
José Dirceu apenas sorriu.
As fichas nunca foram destruídas pela “PTpol”, a policia política petista.
(Poder sem pudor, coluna CH, DP, 15/06/25)
(*) “PT e PP selam aliança em Santa Catarina”
Uma aliança entre o PP e o PT foi selada nesta sexta-feira em encontro em Florianópolis. Apesar de Esperidião Amin, candidato ao governo do estado, não ter comparecido, Ângela Amin marcou presença acompanhada do vice do partido, Hugo Biehl. Estiveram presentes ainda o ministro Tarso Genro, José Fritsch, candidato do PT ao governo no primeiro turno, e a senadora Ideli Salvatti, entre outros.
(+em: https://oglobo.globo.com/politica/eleicoes-2006/pt-pp-selam-alianca-em-santa-catarina-5009817)
Essa música, alguém do PT oferece para outrém do PP:
. . .
“O anel que tu me deste
Era vidro e se quebrou
O amor que tu me tinhas
Era pouco e se acabou”
. . .
https://www.youtube.com/watch?v=rqP4L80mfPQ
Pensando bem…
(Coluna CH, DP, 15/06/25)
…aumento de impostos só é bom para quem arrecada.
Matutando bem…
(Matutildo, aqui e agora)
E para os ParasiTas que orbitam o arrecadador.
Mas bah, tchê! Mais fedorento que arroto de corvo!
“Após atacar Brasília, Rui Costa ofende os gaúchos”
Figura detestada do governo Lula, em razão do tratamento ríspido até a colegas de ministério, o chefe da Casa Civil, Rui Costa, vem sendo chamado de “Janja de calças”, dado seu talento de “queimar o filme” do Planalto. Em 2023, logo após a posse de Lula, recorreu a preconceitos surrados e atacou Brasília, que democraticamente o hospeda e tolera. Chegou a vez de abrir fogo contra os gaúchos. Brasília e o Rio Grande do Sul têm algo em comum: seus eleitores reprovam a gestão petista.
Hipopótamo na loja
Durante visita a Porto Alegre, terça (10), Rui Costa fez pouco da tragédia que matou mais de duzentos gaúchos e destruiu sua economia.
Isso é fake news
O ministro ofendeu os produtores gaúchos, sugerindo que eles querem os brasileiros pagando a conta da tragédia, “inclusive os mais pobres”.
Aqui, não, ministro
O presidente da federação de agricultores (Farsul), Gedeão Pereira, reagiu: o Rio Grande do Sul não quer ninguém pagando suas contas.
(Coluna CH, DP, 15/06/25)
Na nona,
no Canadá,
lula decaído
arrombará!
“Em 8 idas ao G7, Lula reclamou do grupo e teve sugestões ignoradas”
– Presidente embarca na 2ª feira (16.jun) para a 9ª ida à cúpula; em reuniões anteriores, vocalizou propostas que não foram para frente…
(Ighor Nóbrega, Poder360, 15/06/25)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa a partir de 2ª feira (16.jun.2025) da 51ª Cúpula do G7, grupo que reúne os 7 países mais industrializados do mundo. Essa será a 9ª participação em encontros do grupo nos 11 anos à frente do Palácio do Planalto.
Lula exalta os convites por entender ser um reconhecimento internacional de seu governo e da importância do Brasil no cenário global. Apesar disso, o presidente costuma vocalizar em reuniões do G7 propostas que nem sempre vão para frente. O Poder360 fez uma pesquisa sobre o tom dos discursos do petista e o que aconteceu na sequência.
Em 8 participações, Lula não fechou acordos bilaterais, o que não é foco da cúpula. O petista manteve reuniões com líderes dos 7 países do grupo –Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, mas falhou em conseguir incluir sugestões nas declarações finais da cúpula.
. . .
(+em: https://www.poder360.com.br/poder-governo/em-8-idas-ao-g7-lula-reclamou-do-grupo-e-teve-sugestoes-ignoradas/)
Portanto, noves fora. . .
Após dois anos, 5 meses e 14 dias PraTicando toda sorte de PaTifarias. . .
“Estamos arrumando sua bagunça, Bolsonaro”
(+em: https://oantagonista.com.br/brasil/haddad-estamos-arrumando-sua-bagunca-bolsonaro/)
. . .taxxad conclui sua tese de mestrado!
E agora, eleitor catarinense? Vão eleger mais um carioca?
“Bolsonaro avisa deputada de que lançará Carlos ao Senado por SC”
– Ex-presidente Jair Bolsonaro ligou para deputada de Santa Catarina e avisou que lançará o filho Carlos ao Senado pelo estado em 2026.
(Igor Gadelha, Metrópoles, 14/06/25)
O ex-presidente Jair Bolsonaro ligou para a deputada federal Julia Zanatta (PL-SC) e a avisou de que lançará o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) como candidato ao Senado por Santa Catarina em 2026.
Na ligação, ocorrida no início de junho, Bolsonaro comunicou a Julia que seu filho Carlos será candidato a senador pelo estado catarinense, em chapa com a deputada federal bolsonarista Caroline de Toni (PL-SC).
O ex-presidente informou ainda a Julia que, nesse cenário, a deputada deveria ser candidata à reeleição na Câmara. A parlamentar, até então, vinha se articulando para se lançar ao Senado por Santa Catarina nas eleições de 2026.
Após a ligação de Bolsonaro, Julia Zanatta abriu conversas com outros partidos para uma possível filiação. Segundo apurou a coluna, ela conversou com lideranças do PP e do União Brasil recentemente, mas não tomou nenhuma decisão.
Procurados pela coluna, Julia Zanatta e Bolsonaro não responderam. O espaço segue aberto para eventuais manifestações da deputada e do ex-presidente da República.
Carlos candidato
Carlos, inicialmente, seria candidato a deputado federal pelo Rio de Janeiro. Bolsonaro, porém, mudou de ideia e decidiu lançar o filho a senador, como parte da estratégia de ter tentar maioria no Senado a partir de 2027.
No Rio, porém, não haveria vaga para Carlos. Em 2026, outro filho do ex-presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), disputará reeleição. Já em São Paulo, a vaga de senador será destinada a Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
(Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/igor-gadelha/bolsonaro-avisa-deputada-que-lancara-carlos-ao-senado-por-sc)
E agora, lula?
. . .
“O Irã ameaçou atacar bases e navios dos Estados Unidos, do Reino Unido e da França caso esses países interferiram nas operações militares iranianas contra Israel. De acordo com a agência Reuters, o alerta foi divulgado pela mídia estatal iraniana neste sábado (14.jun.2025).”
. . .
(+em: https://www.poder360.com.br/poder-internacional/ira-ameaca-atacar-bases-dos-eua-franca-e-reino-unido/)
Alô, Gilberto & outros pescadores!
“Manejo sustentável: pescador captura pirarucu gigante”
Em uma cena que mistura força, tradição e conservação, o pescador Seu Luiz Ferreira viralizou nas redes sociais ao carregar um imponente pirarucu de 150 quilos para sua canoa. O vídeo (*), gravado em uma comunidade ribeirinha, mostra não apenas a grandiosidade do maior peixe de água doce escamado do mundo, mas também a eficácia do manejo sustentável, técnica que equilibra preservação e subsistência na região.
. . .
(*) https://www.instagram.com/reel/DKwtM07MBxk/?utm_source=ig_embed&ig_rid=7354abc2-7cbf-499a-a1cc-0e60036cf027
(+em: https://agroemcampo.ig.com.br/2025/manejo-sustentavel-pescador-captura-pirarucu-gigante/)
Huuummm. . .uma garrafa de Moendão, uma cesta de caju e um tiragosto de pirarucu. . .
https://www.youtube.com/watch?v=lgdKdKQgFkI
Nada que a multifuncional janja calamidade não possa resolver!
“Passando vergonha”
O governo Lula (PT) continua passando vergonha lá fora. Silenciou no ataque terrorista a Israel que matou mais de 1200, incluindo cinco brasileiros, mas ontem fez a defesa do Irã, que financia os terroristas.
(Coluna CH, DP, 14/06/25)
O ministrim fake pego em flagrante!
“Acusações do ministro da Fazenda na Câmara são consideradas fake news”
(Cláudio Humberto, Coluna CH, DP, 14/06/25)
O colérico ministro Fernando Haddad (Fazenda) disse na Câmara tantas barbaridades, há dias, que economistas e educadores financeiros tão populares quanto respeitados, nas redes sociais, como Fernando Ulrich, gravaram vídeos demolindo cada uma delas. Haddad, desinformado, chegou a chamar de “calote nos governadores” o corte de impostos e no preço dos combustíveis por Bolsonaro, em 2022, mitigando impactos da guerra da Ucrânia. O ministro de memória curta disse outros desatinos.
Clique aqui e veja o economista Fernando Ulrich demolindo as lorotas de Haddad: https://www.youtube.com/watch?v=5IVmCfdrpVo
Decisão do STF
Haddad diz que Bolsonaro aplicou “calote nos precatórios”. Fake news. O pagamento de R$95 bilhões foi adiado em 2022 por decisão do STF.
Aí tinha coisa
O STF atendeu pedido do governo Lula (com Haddad), em 2023, para pagar precatórios de R$100 bilhões, mas fora do limite de gastos.
Viva a Eletrobras
Outra lorota é que a Eletrobrás “foi vendida na bacia das almas”. Livre dos roubos petistas, a empresa hoje vale muito mais. E agora dá lucro.
Dividendo é direito
Haddad diz que a Petrobras foi “depenada” por pagar dividendos. Fake. Essa remuneração é devida aos acionistas. Mas só quando dá lucro.
(Fonte: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/acusacoes-do-ministro-da-fazenda-na-camara-sao-consideradas-fake-news)
Quem estão demolidos nas teses que não se sustentam é Haddad, Lula, Janja, Gleisi, PT e a esquerda do atraso. Exagero nosso? As sucessivas pesquisas de qualquer instituto sério não deixam dúvidas sobre dúvidas.
“Em ano de “colheita”, Lula acumula sequência de derrotas”
– Só em 2025, o petista já teve de lidar com Pixgate, fraudes do INSS e a impopularidade do aumento do IOF…
(Evellyn Paola, Poder360, 14/06/25)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já acumula uma série de derrotas no 3º ano deste mandato. Segundo o petista, 2025 seria o “ano da colheita” das boas ações de sua gestão, mas em 6 meses o que colheu foram impasses que afetaram negativamente sua popularidade, como o Pixgate, as fraudes no INSS e o decreto do aumento do IOF.
A aprovação da gestão está em queda livre. Segundo a pesquisa PoderData, realizada de 31 de maio a 2 de junho, o governo Lula é desaprovado por 56% dos eleitores. A taxa avançou 3 pontos percentuais em 2 meses. No mesmo período, a aprovação recuou de 41% para 39%.
. . .
Advogado tributarista e analista político sob a perspectiva institucional, Arcênio Rodrigues diz que a impopularidade do petista vai além do atual momento.
“O que se observa é um esvaziamento de liderança, um Lula que já não mobiliza, não empolga e não dita mais o ritmo do debate nacional. O carisma que o levou à presidência 3 vezes parece ter dado lugar a um governo sem rumo claro, marcado por alianças desgastadas, pragmatismo excessivo e falta de entregas reais”, afirma.
. . .
(+em: https://www.poder360.com.br/poder-governo/em-ano-de-colheita-lula-acumula-sequencia-de-derrotas/)
A dúvida atroz:
Se, quem semeia vento colhe tempestade, então, quem semeia janja colhe calamidade?
“O melhor é não ter importância e estar vivo”
(Julián Fuks, Colunista de Ecoa/UOL, 14/06/25)
Quem o disse foi Carlos Drummond de Andrade, no ocaso de sua vida, quando sua importância para a cultura brasileira já era inquestionável: “O melhor é não ter importância e estar vivo”. Foi o mais perfeito comentário que podia fazer sobre o desejo de fama que tomava os seus dias e ainda toma os nossos, sobre o vício do sucesso, sobre o sonho da glória em qualquer área. A fama é mais infame do que parece, e tantas vezes se funda em banalidades, em detalhes supérfluos, como nossa época bem tem sabido demonstrar. Como confiar na própria relevância se é o irrelevante afinal que a suporta?
O comentário aparece numa longa entrevista de Drummond que se fez livro (1), em que o poeta se revela quase amargurado com seu prestígio excessivo no cenário literário. Não gosta de ver o modernismo de seus versos “reconhecido oficialmente, adotado nas escolas, sacralizado”. Diz que preferia sua condição anterior de pária, de marginal da literatura. “É a glória! (*) E a glória, você sabe muito bem, cheira a mofo e até a defunto. Era tão gostoso brincar de modernismo.” No tom de suas palavras percebemos que a fama o incomoda, a fama o envelhece, a ponto de ele até temer se ver nela embalsamado.
É também com alguma amargura que ele relembra a origem de toda a notoriedade, bem mais dúbia do que seria de se imaginar. Tinha 21 anos quando escreveu seu poema execrado, e depois celebrado, poema antológico que de um verso o leitor saberá completar: “No meio do caminho tinha uma pedra” (2). Pacífico, o poeta lançou sua pedra no mundo e passou a ouvir inumeráveis insultos, afrontas, achaques, num “sucesso absoluto de galhofa”. Sentiu a dor de ter transformado o modernismo numa piada, e então, ainda ferido por tanta agressão, passou a notar como o discurso ganhava matizes contraditórios, como o poema era agora “um símbolo!”, “uma besteira!”, “genial!”, “idiota!”. E logo a pedra já não era sua pedra, assumia nuances filosóficas que não teriam lhe ocorrido jamais.
Parece haver algo de insustentável, algo de incongruente, numa escrita que se produz com o objetivo imediato da notoriedade. Talvez seja assim para todo engenho humano: bem mais digno é o propósito subterrâneo, não o desejo comezinho de provocar alarde. Eu pensava algo assim meses atrás enquanto lia as respostas de Drummond, mas também por estes dias enquanto ouvia sobre a vida de Franz Kafka. Um autor grandioso que nunca chegou a ter notícia conclusiva de sua própria grandiosidade, da admiração absoluta que viria a suscitar em seus pares, mas que talvez não sentisse falta nenhuma dessa informação menor.
Kafka publicou pouco em vida, quase sempre consumido por uma autocrítica feroz. Quando se permitiu mostrar ao mundo “A Metamorfose” (3), chegou a ouvir em privado de um escritor alemão que, “só por ser o autor dessa história magnífica, ele já passaria à glória dos imortais”. Mas o juízo superlativo não pareceu ter nele grande impacto. A carta que Kafka conservou por longos anos foi a de um homem que comprou seu livro para dar a uma prima, que foi tomada pela história mas não entendeu seu sentido, e o passou à mãe que também não entendeu seu sentido, e a uma outra prima que também não entendeu seu sentido. O homem escreve a Kafka desesperado, não pode perder seu prestígio com as primas: quer que ele explique, afinal, qual o sentido daquela história estranha e terrível sobre o homem convertido num inseto?
O sentido dessa anedota também não é simples de determinar. Talvez que a literatura – e, insisto, toda arte, toda criação humana – não seja talhada para a glória, a claque, a aclamação, a láurea, para todas essas efusões antiquadas. Que o que há de essencial na literatura, como aponta Drummond, “é a aproximação, a comunhão que ela estabelece entre seres humanos, mesmo à distância, mesmo entre mortos e vivos”. Que a literatura alcança o seu propósito inconfesso numa troca bem mais lenta, mais discreta, entre as palavras que o autor inscreve na página e a atenção com que o leitor as contempla, num silêncio denso. Nada tem menos importância do que isso, nada é mais vivo.
(1) https://www.martinsfontespaulista.com.br/tempo-vida-poesia-924810/p?
(2) https://www.letras.mus.br/carlos-drummond-de-andrade/807509/
(3) https://www.amazon.com.br/metamorfose-Franz-Kafka/dp/8571646856
(Fonte: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/julian-fuks/2025/06/14/o-melhor-e-nao-ter-importancia-e-estar-vivo.htm)
(*) Laura Branigan e sua magnifica interpretação de Glória:
https://www.youtube.com/watch?v=ADLPROQqdz4
“Como entender os progressistas que apoiam o regime dos aiatolás no Irã?”
– Apoiar um regime que mata mulheres por não se cobrirem o suficiente não exige complexidade para ser condenado.
(Madeleine Lacsko, O Antagonista, 13/06/25)
Não existe justificativa possível para uma pessoa que se diz democrata apoiar o regime iraniano. Nenhuma. O que se vê por aí é uma mistura de ignorância e irresponsabilidade. No debate público, opiniões sobre conflitos armados, alianças geopolíticas e regimes autoritários estão sendo tratadas como se fossem brigas de torcida. E isso diz muito sobre o nível a que chegamos.
As pessoas que mais opinam são, em geral, as que menos entendem. Nunca viveram uma guerra, nunca estiveram em áreas de conflito, nunca estudaram geopolítica ou sequer buscaram entender as forças em jogo.
No Brasil, o horror à guerra é compreensível. Nossa experiência com ela é distante. Quando vemos uma imagem de bombardeio, de criança ferida, entramos automaticamente no modo emocional. Mas isso, por si só, não dá a ninguém autoridade para tomar partido sem compreender as implicações.
Quem se dispõe a discutir esse tipo de tema precisa, no mínimo, saber reconhecer seus próprios limites. O problema é que o senso de limite desapareceu. Tem gente desmentindo voluntário de ajuda humanitária no campo de Gaza, como se quem lê manchete soubesse mais do que quem está na linha de frente. É uma idiotização coletiva. E uma que silencia os que realmente sabem porque os ignorantes são barulhentos.
A questão central é simples: o Irã é uma ditadura brutal. Apoiá-lo não é ter posição política. É renunciar à noção mais básica de direitos humanos. O regime iraniano persegue mulheres, homossexuais e opositores. Impõe um apartheid de gênero. Promove linchamentos morais e físicos em nome da religião. A população iraniana vive sob um terror cotidiano. São pessoas comuns, como nós, que até os anos 70 viviam em cidades abertas. Hoje, qualquer coisa considerada deslize de costumes pode ser punida com prisão ou morte.
É esse regime que parte da esquerda ocidental resolveu apoiar, por puro antiamericanismo. Como são contra os Estados Unidos, são contra Israel. E, como são contra Israel, são a favor de tudo que combate Israel, mesmo que seja um governo teocrático que assassina mulheres por causa de um véu mal colocado. Isso não é política. Isso é moralmente indefensável.
O debate sobre guerra, armamentos e geopolítica é complexo. Mas há questões que não são. Apoiar um regime que mata mulheres por não se cobrirem o suficiente não exige complexidade para ser condenado. Exige apenas caráter. E o que falta, nesse caso, não é informação. É decência.
(Fonte: https://oantagonista.com.br/videos/narrativas-antagonista/como-entender-os-progressistas-que-apoiam-o-regime-dos-aiatolas-no-ira/)
Da série “como entender”, não precisamos ir até os Aiatolás para se espantar sobre o debate da coerência, humanidade e pluralidade. Esta esbórnia está explícita também no Brasil com o radicalismo retorico e ativismo judicial daqueles que se rotulam ser de uma suposta esquerda ou direita, mas todos, jurando serem democráticos e sob o amparo da constituição e leis regulatórias em vigor?
“Papa anuncia canonização do “padroeiro da internet” em setembro”
– Carlo Acutis morreu de leucemia em 2006, aos 15 anos; será o 1º da geração millennial a ser declarado santo pela Igreja Católica…
(Poder360, 13/06/25)
O Papa Leão 14 anunciou nesta 6ª feira (13.jun.2025) que canonizará Carlo Acutis, conhecido como o “padroeiro da internet”, em 7 de setembro. O jovem italiano, que morreu de leucemia em 2006 aos 15 anos, será o 1º millennial declarado santo pela Igreja Católica.
A data da canonização foi divulgada pelo pontífice durante uma reunião com cardeais para discutir causas de santidade. O evento estava originalmente programado para 27 de abril, mas precisou ser adiado por causa da morte do papa Francisco, em 21 de abril.
Acutis ficou conhecido por usar suas habilidades de computação para promover a fé católica, por isso o apelido de “padroeiro da internet”. A canonização, um processo que costuma levar décadas na Igreja Católica, foi aprovada por Francisco durante uma reunião do Colégio de Cardeais no Vaticano em julho de 2024.
A canonização indica a crença de que o novo santo está no Céu com Deus, segundo a doutrina católica. Normalmente, o processo exige que os candidatos tenham 2 milagres atribuídos, cada um passando por rigorosa investigação.
Em 2020, foi reconhecido o 1º milagre de Acutis, envolvendo a cura de uma criança brasileira. No caso, em outubro de 2013, na igreja de São Sebastião, em Campo Grande (MS), um menino de 6 anos chamado Matheus, que sofria de uma grave anomalia no pâncreas, teria sido “completamente curado” depois de tocar uma relíquia do jovem.
Em maio de 2024, o 2º milagre foi reconhecido com a cura de uma jovem da Costa Rica. A estudante entrou em coma em julho de 2022 depois de cair de bicicleta e ser diagnosticada com traumatismo craniano. Sua mãe, Liliana, teria passado um dia inteiro ajoelhada diante do túmulo de Acutis. À noite, recebeu um telefonema do hospital informando sobre a melhora “repentina e inexplicável” de sua filha.
O Papa não especificou o local exato da cerimônia. Tradicionalmente, esses eventos se dão na praça de São Pedro, no Vaticano, e atraem multidões de fiéis.
Na mesma cerimônia de 7 de setembro, Leão 14 também canonizará Pier Giorgio Frassati, um jovem italiano conhecido por ajudar necessitados, que morreu de poliomielite na década de 1920.
CARLO ACUTIS
Em maio de 2025, a produção brasileira nomeada “A Santidade é Possível – A Vida de Carlo Acutis”, lançada pela Minha Biblioteca Católica e disponível gratuitamente no YouTube, destaca a espiritualidade simples e profunda do jovem beato italiano.
Gravado em Milão e Assis, o documentário reúne depoimentos inéditos de pessoas próximas a Carlo, reforçando que a santidade pode ser vivida no dia a dia e que a fé do jovem é acessível e transformadora.
(Fonte: https://www.poder360.com.br/poder-internacional/papa-anuncia-canonizacao-do-padroeiro-da-internet-em-setembro/)
Matutando sobre a charge. . .
Parafraseando Aldir Blanc e João Bosco:
“A esperança dança
Na corda bamba sem sombrinha
E em cada passo dessa linha
manipulando tesourinha
Pode nos machucar”
O Genial João Bosco: https://www.youtube.com/watch?v=xkuxX0w2bFM
Lavanderia interestadual?
“Dinheiro público de emendas parlamentares bancam ONG de petista drag queen”
(Cláudio Humberto, coluna CH, DP, 15/06/25)
O “coletivo” Distrito Drag recebeu quase R$1,4 milhão em emendas parlamentares, todas de petistas. A ONG atua no Distrito Federal, mas recebeu recursos de parlamentares de São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco e do DF. A cota no DF é de autoria da deputada Erika Kokay (PT), que mandou mais dinheiro público, R$550 mil. Um dos dirigentes da Distrito Drag é Erivan Hilário dos Santos, conhecido como Ruth Venceremos, drag queen que tentou ser deputada em 2022.
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(+em: https://diariodopoder.com.br/coluna-claudio-humberto/dinheiro-publico-de-emendas-parlamentares-bancam-ong-de-petista-drag-queen)