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  • Herculano

SE KLEBER - O RELIGIOSO - ESTRANGULA E HUMILHA SEUS APOIADORES, O QUE SE RESERVARÁ AOS ADVERSÁRIOS?


O governo de Kleber Edson Wan Dall, MDB, Marcelo de Souza Brick, PSD, e seus "çábios", sempre me acusam de exagerar. Isso quando não me humilham, constrangem, perseguem e gastam dinheiro público para a propaganda enganosa, exatamente para indiretamente tentar me desmentir.


Contudo, o tempo é o senhor da razão, ou seja, nada como pacientemente esperar por um dia após o outro, para se ter a alma lavada. E os banhos na alma - não só minha, mas dos gasparenses - são constantes.


Eu poderia parar por aqui, depois que vocês escutaram - na reprodução acima - o que disse didaticamente e de forma calma o vereador Amauri Bornhausen, PDT, na sessão ordinária de terça-feira passada na Câmara de Vereadores onde é um neófito de primeiro mandato, mas não um tolo, um tapado, um ventríloquo governamental, como quer Kleber, o PDT e os que o rodeiam.


Qual o pecado de Amauri, um funcionário público municipal, cadeirante? Ser um intruso entre os donos do poder e, ingenuamente, acreditar naquilo que seja o verdadeiro papel do vereador: representar um segmento da população, propor e votar leis, expressar ideias, bem como fiscalizar o poder Executivo.


Amauri foi eleito, mas esta vaga, em tese, não era dele, e sim do dono do PDT de Gaspar, o ex-vereador Roberto Procópio de Souza, o primeiro suplente, e por conta disso, hoje gestor do Procon, e sua mulher, da Defesa Civil. Entenderam?


E olha que Procópio já foi o líder e mais articulado adversário de Kleber na Câmara de vereadores de Gaspar na legislatura passada quando era vereador.


Botou Kleber de joelhos. Criou um ativo e com ele, um dia, deixou a oposição falando sozinha. Procópio virou de uma hora para a outra, o maior defensor de Kleber. Resultado? Não se reelegeu, principalmente depois que ajudou a enterrar a CPI da drenagem da Rua Frei Solano, no Gasparinho, usando as artimanhas do Regimento Interno da Câmara.


Qual foi o pecado mortal de Amauri?


Não se ajoelhar num único momento à Bancada do Amém (MDB, PSD, PP, PDT e PSDB), ter ideia própria, defende-la e assinar uma moção de repúdio discordando das falas desconexas e irresponsáveis do secretário da Educação, um curioso na área, vindo de Blumenau, o jornalista Emerson Antunes, indicado pelo deputado estadual da bancada evangélica, Ismael dos Santos, de Blumenau, na vaga do PSD de Gaspar.


Amauri pediu a cabeça do secretário. E por causa da ação de bastidores para lhe humilhar, ele foi parar no Hospital com um infarto, num caso que poderia até ter passado despercebido, mas, pela ação vingativa de Kleber, o religioso, e seus "çabios" fizeram questão torná-lo um grande problema.


O governo ficou exposto, Amauri se tornou vítima e o PDT, um vilão.


Insatisfeito na rasteira de bastidores que aplicou em Amauri, Kleber, o evangélico, o que endossou a tese do perdão de Emerson para ele continuar incólume na função comissionada diante de tanto desgaste, resolveu perseguir e destituir de cargos na prefeitura gente simpática a Amauri, e vejam só, apenas por eles serem simpáticos a Amauri.


E não é gente do PDT só não, é gente do próprio MDB de Kleber, onde ainda está.


Encerrando.


Este é o retrato da atual administração de Gaspar: ou os onze dos 13 vereadores se ajoelham incondicionalmente e oram submissamente ao Executivo a quem tem a obriação constitucional de fiscalizar e até discordar, ou então estão avisados, serão expurgados e os que estão ao seu redor, perseguidos. Incrível.


Esta expressão de autoritarismo já custou uma vez a maioria na Câmara a Kleber e os seus, dando vantagens a Roberto Procópio de Souza. Acorda, Gaspar!