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  • Herculano

O QUE O HOSPITAL DE GASPAR GASTOU SÓ EM 2021 FOI O QUE O GOVERNO FEDERAL COLOCOU NA PONTE DO VALE


Herculano, você vai continuar hoje na mesma ladainha do Hospital de Gaspar? Cansou!


Cansou para você que não precisou de um postinho no seu bairro, ou aqui no Centro durante o ano e especialmente neste final de ano e começo de 2022, pois estavam fechados ou à meia boca, com horário de almoço como se a doença almoçasse. Cansou para você que quer se vacinar e não tem vacina. Veja o artigo abaixo


Cansou para você que não precisou da Policlínica, que não precisou esperar no Pronto Socorro do Hospital de Gaspar por horas seguidas e transformado que foi numa desorganizada Unidade de Pronto Atendimento UPA - e que em cinco anos o governo de Kleber Edson Wan Dall, MDB, não conseguiu sequer tê-la no papel e obter recursos federais, os quais não precisam retornar aos cofres da União.


Kleber e seu séquito, somando diárias, andou todos os meses nesses anos todos por Brasília e não conseguiu desentranhar verbas e projetos para a cidade. Faltou capacidade de relacionamento na burocracia, faltou política e padrinhos políticos no governo Federal, bem como e capacidade técnica para apresentar soluções e e capacidade de execução.


Talvez seja por isso, que a cidade nunca conheça antecipadamente a agenda do prefeito a Brasília para que se possa cobrar resultados. E isto vale também para as suas idas a Florianópolis.


Retomo


Vou continuar na mesma ladainha! E por quê? Porque os políticos, falsos - ou despreparados - gestores públicos, interesses religiosos de poder na mistura demoníaca com a política partidária e "çábios" que orientam o governo de Gaspar, estão envolvidos no desatino dos pífios resultados para a sociedade gasparense - e a mais vulnerável e a que elege essa gente - para, pasmem, se negarem à obrigatória solução que a situação caótica que se apresenta.


Diante de uma realidade cruel para a cidade - todos explicitados em artigos anteriores - e para os mais fracos, Kleber, resolveu dobrar a aposta e está assumindo os riscos. Está orientado, pressionado ou implementando suas ideias?


Por isso, resolveu adiar as medidas urgentes e necessárias que até ensaiou para se reverter este quadro caótico que se revelou em números e desatinos em 2021. Ao contrário, Kleber está disposto a defender a sua obra e está encontrando desculpas esfarrapadas que o livra da culpa, que claramente tem ou contribuiu pela ação, omissão e até mesmo incompetência.


E mais do que isto. Depois das duras criticas que recebeu, resolveu apostar no atual modelo e pessoas, os quais comprovadamente, como foi amplamente demonstrado até, trabalham contra a cidade, os cidadãos, as cidadãos Trata-se de mais uma provocação. Se provocam, eu continuo esclarecendo.


Primeiro o prefeito Kleber, acordou. Tarde, e zombando. Do limão, está querendo fazer uma limonada, marquetagem e com a dor alheia. Saiu por aí fazendo videozinhos promocionais em meio à desgraça e como ele não fosse o principal culpado de tudo isso.


Segundo. Kleber instado pela família, ressuscitou já a desaparecida, a irmã de fé, a que estava inconformada com a sua substituição, a secretária de Saúde, a curiosa na área, Silvania Jonoelo dos Santos. O que prova isto? De que não reconheceu à gravidade do caos e que é preciso mudar em função disso.


Não vai querer perder os anéis. Vai colocar mais anéis nos dedos de quem não possui visão estratégica, ou não tem liberdade para ações.


Terceiro. O presidente da comissão interventora do Hospital, Jorge Luiz Prucínio Pereira, secretário de Fazenda e Gestão Administrativa, seu ex-chefe-de-gabinete, seu irmão de fé e templo, e presidente do PSDB, continua amoitado; os vereadores, representantes do povo - exceção a de Amauri Bornhausen, PDT, que está na base de Kleber e do único opositor, Dionísio Luiz Bertoldi, PT, - estão quietinhos e por isso, implicitamente, a favor dessa engronha toda e contra a saúde do povo. Então... vamos orar a mesma ladainha.


Retomo pela segunda vez.


Vamos ao que interessa e que mostra o rombo das contas do Hospital usando "contas" de padeiro. compreensíveis, e da realidade contra a cidade, os cidadãos e cidadãs.


Contas para o leigo entender o tamanho do buraco. Contas para ficar claro o quanto os políticos, os donos da cidade, o tal Conselho da Cidade, os "çábios" do governo e o próprio Kleber e seu vice Marcelo de Souza Brick, PSD, bem como no novo prefeito de fato de Gaspar, o deputado Ismael dos Santos, PSD, de Blumenau, estão devendo em explicações e resultados aos gasparenses.


São contas que mostram o desastre administrativo, gerencial, estratégico, de comunicação e de resultados para a população do governo de Kleber orientado por "çábios", empresários, familiares, igreja e políticos, os mesmos que o querem candidato a deputado estadual - com o voto desse mesmo povo sofrido.


Um prêmio para quem alcançou resultados para a sua comunidade, principalmente à mais vulnerável e naquilo que é direito dela conforme está na Constituição. Gastou muito e retornou bem aquém do investido.


Uma dessas contas comparativas. Há outras.


O ex-prefeito por três mandatos, Pedro Celso Zuchi, PT, QUATRO ANOS E MEIO (junho de 2012 a dezembro de 2016) trouxe de recursos federais R$36,5 milhões para a construção da ponte do Vale, hoje a nossa principal ligação - em pista duplicada - com a BR-470.


Esses recursos nem precisaram ser devolvidos à União.


SÓ EM UM ANO, repito, só em um ano, o governo de Kleber e Marcelo botou no Hospital de Gaspar mais de R$35 milhões como mostrei em artigo anterior e como está documentado no balanço da prefeitura e do Fundo Municipal de Saúde


Para uma ponte de porte e seus acessos do lado do ginásio João dos Santos, essa dinheirama foi suficiente - com outros R$5,2 milhões da contrapartida de Gaspar - para deixá-la pronta.


Já semelhante dinheirama em NÃO SERVIU, repito, não serviu, para atender adequadamente o povo sofrido de Gaspar no seu Hospital, sob intervenção municipal marota feita pelos políticos, melhorar o atendimento, nem recuperá-lo financeira e administrativamente.


Ao contrário, Kleber e Marcelo estão sucateando-o, disfarçando com marquetagem, pois sendo de fato os donos dele, não estão comprometidos com o resultado para a cidade, o futuro dela e nem nos benefícios aos cidadãos e cidadãs.


Este é o perfeito retrato de um administrador público, de uma equipe que construiu à base de gente que não possui qualificação para desafios. Ambos atendem a interesses pessoais, políticos, religiosos e eleitorais para se perpetuar no poder e na produção de mazelas. Acorda, Gaspar!


TRAPICHE


Depois que não conseguiu mais esconder o que já estava público demais, o Hospital, atrasado, a administração confirmou, em nota, que estava sobrecarregado e por isso, constrangendo doentes à espera e sofrimentos prolongados.


A nota é falha, porque não diz que isto é um fato recorrente e de anos, que foi agravado neste, devido ao fechamento dos postinhos em tempo de férias. A nota só atribui o aumento do PS devido aos sintomas gripais e de Covid que reaparecem com mais força pelo descuido das pessoas neste final e início de ano.


"Estamos cientes de um vídeo que circula na Internet. A paciente em questão foi atendida pela nossa equipe médica, passou por exames e após medicada, foi liberada junto com seu acompanhante. O Hospital de Gaspar lamenta o uso das imagens, gravadas por terceiros, para desacreditar o esforço dos nossos profissionais de saúde no atendimento à população".


Cumoéqueé?


Lamenta o uso das imagens? São falsas por acaso? Sem elas não há melhorias. Quer o Hospital de Gaspar continuar a tampar o sol com a peneira e exibir uma imagem falsa à sociedade para salvar a pele dos políticos que se aboletaram dele e não resolveram problemas estruturais dele e nem da saúde pública em Gaspar? É isso?


O Hospital - que não é privado - não é nenhum santo neste assunto, como quer fazer crer pela nota. Para esconder o que se passa lá, além da falta de transparência, usa de todos os expedientes como intimidação, censura e até processos. E por isso, tudo cada vez piora mais.


Uma rapidíssima pesquisa na Justiça Federal, por cima, é possível se constatar que o Hospital de Gaspar está sendo cobrado em mais de R$2 milhões em impostos federais que deixou de recolher. E pensar que ele já teve a sua CND "limpa" via Refis, que pelo jeito, não os honrou.


E tudo se penhora para honrar dívidas e processos. Até doações de equipamentos.


O senador Jorginho Mello, PL, estava avisado e faz tempo, de que a sua relação com Jair Messias Bolsonaro, PL, para como sócio disputar o governo do estado é tóxica para ele e o PL catarinense. Mas, insistiu.


A penúltima do presidente Bolsonaro contra Jorginho, seu amigo, ressalte-se, foi o veto INTEGRAL ao Refis para os micros e pequenas empresas. Jorginho é autor da ideia. Jorginho está mudo. Aguarda desfecho e se movimenta nos bastidores para que o vexame de fraqueza não seja total contra ele.


Mais uma facada nas costas do governo a quem defende com "tanto ardor".


O senador Jorginho que já tinha levado uma bolada no estômago ao entrar erradamente no projeto de vingança de Bolsonaro contra o governador Calos Moisés da Silva, sem partido, para que não ele repassasse cerca de R$400 milhões dos pesados impostos dos catarinenses para se terminar à duplicação da BR 470 entre Navegantes e à divisa de Blumenau com Indaial, empacada exatamente por falta de recursos federais.


Agora, Bolsonaro promete consertar o caso do Refis dos micros e pequenas empresas diante da impactante repercussão nacional contra ele via Medida Provisória. Ou seja, de algoz quer virar salvador e escantear Jorginho.


Supondo que isso venha mesmo acontecer, a primeira impressão é a que fica para os eleitores e eleitoras pagadoras de pesados impostos.


Dinheiro para os políticos há aos bilhões para emendas secretas, fundo eleitoral, ou até para as grandes empregadoras por beneficiadas com subsídios e renúncia fiscal. O lobby venceu à ética, à moralidade e à inconstitucionalidade nestes casos.


Já para os 16 milhões de micros, pequenas e médias empresas arruinadas pela pandemia, Bolsonaro arrumou fundada inconstitucionalidade. Jorginho, Jorginho. Só pregos no seu caixão.