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  • Herculano

O "INVENTADO" MARKETING DE KLEBER QUE INUNDA AS REDES HÁ ANOS COM "NOVIDADES" QUE NUNCA SE CUMPREM


Hoje estou com preguiça, tanto que estou portando este texto agora a tarde.

Os quase quatro minutos deste vídeo acima, retira de mim a possibilidade de que qualquer comentário a mais sobre o estado de levitação dos políticos e do prefeito Kleber Edson Wan Dall, MDB, em Brasília, sob diárias, vendendo fantasias, sonhos aos daqui, ou mostrando o que é mais correto, à incapacidade de realizar por seu povo e sua cidade


O tempo se encarregar de diminui-los naquilo que a marquetagem diz que são salvadores.


E mesmo depois da alma lavada, ainda dizem que e é que sou eu o exagerado, o desmancha prazer, o que retira a lona do circo e o que esculhamba o picadeiro.


Também com espetáculo tão deprimente e pasmem, com a cobertura fake da imprensa por um punhado de trocado, da falta de oposição e com instituições tão frágeis, naturalmente, seria eu o culpado daquilo que querem esconder para não serem desnudados? Impressionante!


Ontem foi 11 de maio de 2022.


Pois é, este vídeo acima foi feito no dia 11 de maio de 2017 e oferecido a mim por um político experiente que me pediu para não ser citado. Os dois deputados federais um, metido a esperto, presidente do então MDB catarinense, Mauro Mariani, que fez passa perna no PSDB para ter Napoleão Bernardes como vice e não como concorrente, nem chegou no segundo turno.


Melhor sorte teve o outro deputado Federal Rogério Peninha Mendonça, MDB, que se reelegeu, e que agora está guardando a vaga para um poste - aliás ele passou a elogiar o prefeito de Gaspar como se isso fosse importante para se ter votos por aqui. É bom o poste saber de toda a história antes.


O que os três políticos fazem neste vídeo? Juram que estavam liberando a verba de R$36 milhões para a implantação do sistema de coleta e tratamento de esgoto do Santa Terezinha, Centro, Coloninha e Sete de Setembro, em Gaspar. Repito: em 11 de maio de 2017.


E isto porque tudo já estava sob obrigação e um TAC - Termo de Ajustamento de Conduta - com o Ministério Público e que veio desde a gestão de Pedro Celso Zuchi, PT.


Estes R$36 milhões nunca existiram de verdade. E os R$36 milhões de 2017 deveriam ser hoje no mínimo R$100 milhões. Recentemente, Kleber confirmou em uma entrevista que esses R$36 milhões não estavam rubricados. Fizeram uma gambiarra no Orçamento num tal de restos a pagar só para continuar com a rubrica sem verdadeiramente, ter o dinheiro carimbado para Gaspar.


E Kleber sabe disso melhor do que outros, mas esconde, a imprensa não investiga, a tonta e rara oposição come mosca, tanto que esta semana, Kleber - está na sua rede social, a madrasta dos políticos - esteve em Florianópolis atrás de dinheiro para o saneamento no tal Plano 1000 do governador Carlos Moisés da Silva, Republicanos, a quem Kleber sempre quis dar um passa perna político até dias atrás.


Cinco anos depois deste vídeo, nem a gambiarra, nem o dinheiro, nem o saneamento. Só este vídeo para provar que estou certo mais uma vez, e de alma lavada. Mesmo assim, ainda recentemente, Kleber foi a Brasília, segundo anunciou em suas redes sociais e só quando já estava lá, de que estava atrás deste assunto. "Tratava", mas como escrevi acima, tudo já estava ensacado.


E por quê?


Já havia o marco do saneamento. Ele facilita a concessão, a permissão, ou a privatização desse tipo de serviço aos entes públicos nas cidades e estados.


Os cofres do governo foram corroídos. A Covid raspou o tacho e colocou o Brasil como um devedor de si próprio. A economia patinou. Em cinco anos, pouco se avançou neste assunto em Gaspar e Brasília onde Kleber está mensalmente. Nem emendas parlamentares, nem as secretas para Gaspar. Só Kleber não viu, ou também foi ensacado por quem ele diz serem suas pontes em Brasília.


Está em curso algo semelhante por aqui. E mais uma vez sem transparência. E quem ganhou a tal licitação para fazer o esgotamento e tratamento sanitário do velho projeto, com recursos públicos que nem existem ainda, não tem experiência em nada disso. Aliás, já provou isso nas obras básicas urbanização que já fez na região em Gaspar.


Se nem dinheiro há ainda, como alguém vai começar uma obra desse porte e nem especialização possui para nesta especialidade? Uma porta aberta para passar boi e boiadas.


E depois sou em quem exagero? Acorda, Gaspar!


TRAPICHE

Agenda. A Missa de Sétimo Dia do empresário e ex-prefeito Osvaldo Schneider, MDB, será neste sábado, às 19h, na Igreja Matriz de São Pedro Apóstolo. "A oração nos conforta e aproxima de Deus", diz o convite!


As viúvas - não no sentido literal da palavra - do líder político Paca estão desorientadas e já se assanham pelo espólio, inclusive aquelas que o consideravam gagá para dar palpites na chamada renovação do MDB. Não é à toa que o MDB está de ré na cidade. É só ver o que ocupada na prefeitura de Kleber Edson Wan Dall.


A ex-secretária de Educação de Gaspar e responsável pela queda do Ideb - Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - contra o futuro de crianças e adolescentes - e bem antes da pandemia -, Zilma Mônica Sansão Benevenutti, MDB, está toda orgulhosa do Projeto que conseguiu aprovar na Câmara, o "Dia da Vitória". E para gente que quase não vota mais.


O que nós temos, depois de tanto tempo, com a "vitória" de uma aliança democrática, contra o nazismo, senão o continuado esclarecimento de que não podemos ser conduzidos como boiada mansa por gente esperta, obscura, sem escrúpulos e até, sem sanidade, seja ela de qualquer matiz ideológica?


A educação, o conhecimento - inclusive do passado - e a controvérsia são os que nos liberta. E antes disso, como sinalizador, vem, sem dúvida alguma, um bom Ideb. Simples assim! Por enquanto, temos por aqui, o Dia da Derrota.


O Senado aprovou aquilo que já estava aprovado na Câmara Federal: oficialmente Gaspar é a Capital Nacional da Moda Infantil. Há meses eu espero alguém me dizer o que isto representa para a cidade? O que agrega e melhora este tipo de condecoração no negócio Moda Infantil? Pior mesmo, é ver político sem discurso usando isso para se promover e fazer campanha atrás de votos. É esculhambação, ou coisa armada entre os mesmos de sempre.


Ou o presidente Jair Messias Bolsonaro, PL, está em dívida indesculpável com o estado de Santa Catarina, que proporcionalmente mais lhe deu votos para a sua eleição em 2018, ou está caçoando dos seus fiéis eleitores e eleitoras.


Segundo o analista político, Upiara Boschi, nas rodovias federais que cruzam Santa Catarina e onde há obras - que deviam ser feitas com recursos federais e sempre estão atrasadas pela escassez deles - e o jogo foi virado só porque o governo de Carlos Moisés da Silva, Republicanos, está aportando dinheiro grosso dos impostos estaduais dos catarinenses nessas obras.


Impressionante como somos maltratados pelos governantes de Brasília, seja qual for o partido, ou ideologia, de ontem e de hoje, no poder de plantão. Isto também mostra como somos mal representados, não apenas no ambiente político, mas também no institucional.


Somos um dos estados que mais arrecadam impostos federais e incrivelmente, um dos que menos recebem à mínima contrapartida deles para obras vitais ao nosso desenvolvimento e sustentabilidade na infraestrutura que nos traz competitividade, inovação, empregos, cidadania e pasmem, em decorrência disso, mais impostos para a própria União.


Segundo Upiara, no seu esclarecedor artigo, dos R$465 milhões comprometidos pelo governador Carlos Moisés - e que o próprio turrão Bolsonaro e só porque brigou por motivos políticos com Carlos Moisés -, Jorginho Mello, PL - o dono do Dnit em Santa Catarina desde o tempo do PT - e outros bolsonaristas, não queriam dinheiro de Santa Catarina para as BRs 470, 280, 163 e 285, já foram R$165,8 milhões (35,6%) dos impostos dos catarinenses que deveriam estar em outras necessidades, se não fosse esse histórico e continuado relaxo de Brasília.


Desse total, R$107,3 milhões estão aqui na BR-470 para o trecho que vai de Navegantes a Blumenau. Existe maior prova dessa necessidade e decisão para nós que moramos aqui?


Aliás tem mais uma treta aí: sabe quanto Bolsonaro, Brasília e DNIT colocaram este ano na duplicação da BR-470? Apenas e tão somente R$8 milhões. E para desapropriações.


Agora, compare com os R$107,8 milhões de Carlos Moisés. É ou não um deboche de Brasília contra Santa Catarina e os catarinenses? Onde estaríamos metidos se não fosse a iniciativa do governador?


E a treta não para aí. Depois da retirada do pau mandado de Jorginho Mello da superintendência do DNIT, Ronaldo Carioni Barbosa, veio uma comitiva do DNIT - Brasília e Florianópolis - para "inspecionar" as obras de duplicação da BR-470.


Onde a comitiva foi dar? Naquilo que já estava ficando, ou ficou pronto com recursos estaduais liberados por Carlos Moisés. Naquilo onde está parado, complicado e precisa de ação emergencial e dinheiro do governo Bolsonaro, a comitiva ignorou solenemente.


Pior. Naquilo que NÃO está duplicado, recheado de buraqueira por toda a extensão e pontos nevrálgicos como Ibirama e agora, Pouso Redondo, nada! As entidades empresariais, que representam os estão perdendo dinheiro, tempo, investimento e perspectivas, com esta lastimável situação, também perderam a paciência, a compreensão e subiram o tom.


É a linguagem que o político entende, quando não arruma vinganças pelo caminho para complicar aquilo que está complicado.


Como funcionou, neste caso, a cabeça de Carlos Moisés - com ajuda de instituições como as Associações Empresariais, Câmaras Municipais, Fiesc, Federação dos Transportes entre muitas outras neste caso - contra o atraso de Jorginho e dos bolsonaristas que só enxergavam uma vantagem política do governador, mesmo que o resultado beneficiasse o estado, a população e seu futuro, indistintamente de ideologia e partidos?


Se há duplicações e melhorias, haverá menos tempo gasto na mobilidade de matérias-primas e produtos, haverá menores custos, haverá melhor acesso a portos, haverá mais competitividade dos produtos daqui com os centros consumidores no Brasil e principalmente no exterior, haverá mais geração de impostos estaduais. Isto sem contar a segurança e a preservação de vidas.


Então, qual é mesmo a razão racional para combater a ideia e a iniciativa? Incrível! Aliás, foi dessa forma que, majoritariamente, a Assembleia Legislativa entendeu a ideia e a aprovou, até porque esses deputados, tinham o bafo da sociedade, da mídia, das redes sociais e das instituições no seu cangote. Mas, que se ensaiou resistências, ensaiou-se


Teoricamente, com essas duplicações e melhorias, haverá mais riqueza circulante e ela sendo distribuída, haverá mais tributos sendo gerados e cobrados em todas as cadeias e esferas, mais empregos, ampliação da cadeia de agregação de valor, mais inovação, mais competitividade, mais atração de novos negócios, mais dignidade e oportunidades.


Então qual a razão para que isso seja difícil de ser entendida pelos políticos que representam o Santa Catarina, em Brasília? Há um lampejo de mudanças.


Incompreensível que isto passe pela cabeça de um senador da República catarinense - que representa exatamente o estado - e que quer ser governador, como Jorginho Mello que chegou até a fazer reuniões para desmoralizar à iniciativa de Carlos Moisés. E foi corrido. Recuou.

Ele achava e acha que esta solução dada por Carlos Moisés - e a maioria dos deputados estaduais catarinenses - é um problema eleitoral para ele, mesmo que a não materialização da ideia significasse a pobreza do seu povo? Imponderável!


Qual é mesmo a razão que os políticos nos querem sempre de joelhos, com o pires da esmola na mão e naquilo que lhes damos, para que, vejam só, distribuem secretamente para outros estados e interesses mal explicados até agora? Escárnio!


Wake up, Brazil! O que o governador Carlos Moisés fez neste - e outros casos - foi simplesmente o mínimo e o óbvio, mesmo precisando para este mínimo e óbvio precisasse de uma robusta e desgastante articulação para que o objetivo comum fosse alcançado.


Antes precisou apanhar e escapar de dois impeachments armados - e uma CPI adormecida - pelos mesmos que nos querem reféns da Brasília que nos vê como um mendigo.


A elevação do tom contra a comitiva do DNIT que veio aqui passear, ou constatar que Carlos Moisés tinha razão, só foi possível, porque estamos em ano de eleições. E neles os políticos vestem suas peles de cordeiros. E nós não enxergamos exatamente isso.


O que Carlos Moisés fez, não foi nada excepcional lhes garanto. Você faz isso sem precisar de muito tutano. Foi emergencial, mas absurdamente ao mesmo tempo de alto risco. Esta solução estaria na cara de qualquer pessoa minimamente preocupada em gestão voltada para resultados econômicos e sociais para o seu povo... e políticos para si, inclusive. É o jogo jogado.


Se Brasília - e alguns daqui - pensassem assim...


Se Kleber - um dos maiores salários de prefeito de Santa Catarina - fosse menos a Brasília e pensasse como Moisés, se fosse menos artista da marquetagem do nada, como a do vídeo, ele estaria candidato a deputado estadual e não teria corrido do páreo porque sabe o que não fez para merecer a mínima chance de se eleger. Acorda, Gaspar!