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  • Herculano

ILHOTA 63 ANOS


Nasceu como uma comunidade Belga. E há 63 anos Ilhota, que pertence a Associação de Municípios da Foz do Rio Itajaí, se viu liberta administrativamente de Itajaí. Há tímida programação em função das precauções obrigatórias devido à Covid e por ser início do segundo mandato.


O governador Carlos Moisés da Silva, PSL, prometeu dar uma passadinha por lá. Na agenda, não ainda constava esta visita. O prefeito de Ilhota, Érico de Oliveira, MDB, ao contrário do prefeito de Gaspar, Kleber Edson Wan Dall, MDB, tem trânsito livre no Centro Administrativo, em Florianópolis. É ajudado pelo deputado Jerry Comper. O vice, Joel Soares, está no PSL. Outra porta aberta.


Aliás, se Carlos Moisés vier a Ilhota, bem que Kleber poderia ir lá e explicar a razão pela qual não assinou o documento de prefeitos do MDB, que pedia durante o julgamento do segundo impeachment, a volta de Carlos Moisés ao governo pela normalidade e estabilidade institucional e de resultados para o estado.


O presidente do MDB daqui, Carlos Roberto Pereira, que é o prefeito de fato e secretário de Fazenda e Gestão Administrativa de Kleber, tão logo se definiu a admissibilidade do segundo impeachment com o voto divergente do deputado Laércio Schuster, PSB, de Timbó, gravou um vídeo favorável ao afastamento definitivo de Carlos Moisés, alegando razões técnico-jurídicas.


Se forem prevalentes os argumentos do secretário, elas vão tirar muitos prefeitos que jogam a culpa nos seus assessores de coisas que dizem não terem sido pessoalmente autorizados por ele. Interessante. Acorda, Gaspar!