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  • Herculano

A IRRITANTE COTIDIANA CENA GASPARENSE. E NENHUM POLÍTICO APARECEU PARA FAZER SELFIES E SE GABAR



A passarela de pedestre da ponte sobre o ribeirão Gasparinho nas confluências das ruas Coronel Aristiliano Ramos, Itajaí e Industrial José Beduschi deu xabu faz meses. E por culpa da própria prefeitura que mal contratou. E para completar, a secretaria de Obras e Serviços Urbanos, tocada pelo agente de trânsito, ex-vereador e ex-vice-prefeito, Luiz Carlos Spengler Filho, PP, que mal fiscalizou o empreiteiro da empreitada.


Então...


Sem a passarela, cujo "novo" guarda corpo novo foi retirado devido estar ele em desacordo ao contratado. Como ela está inutilizada para o uso, automaticamente, ela se "transferiu" e "comeu" parte da já estreita pista de rolamento da própria ponte. Acertado, como emergência e respeito a pedestre e ciclistas.


A nova área criada e a sinalização dela comeu uma pista da ponte. E o jeito foi trabalhar no siga e pare, contando com o bom senso e a educação dos que passam por lá, incluindo os apressadinhos, forasteiros, espertos e valente de todos os matizes. Não iria dar certo. Estava escrito. Mas, soluções há. O que não existe é cérebro e iniciativa na gestão pública e entre os políticos no poder de plantão.


É sempre assim! Mas, retomo.


Lá não há nenhum semáfaro automático emergencial - pode-se alugar um.


Eles são tão comuns e necessários para casos como estes - e Gaspar, no passado já o experimentou e com sucesso-, ou então, é preciso para os horários de rusching algum agente de trânsito da falida Ditran - Diretoria de Trânsito de Gaspar - por falta de agentes nas ruas -, tocada por curiosos e de outras cidades, no preenchimento do loteamento político dos cargos comissionados por aqui.


Ontem, nas redes sociais, por exemplo, o assunto virou hit outra vez. O caso se tornou tão dramático e prolongado, que um motorista teve que sair do seu próprio carro e fazer as vezes de um agente de trânsito. É que o siga e pare, virou só siga para um lado e não havia jeito de mudar a direção.


E esta situação - devido a falta de fluidez mínimas para ambos os lados da ponte - cria problemas de congestionamento não apenas naquela região, mas em toda a cidade.


O estranho de tudo isso é que nem o prefeito eleito Kleber Edson Wan Dall, MDB, bem como o prefeito de fato, presidente do MDB, o da poderosa secretaria de Fazenda e Gestão Administrativa, Carlos Roberto Pereira, onde está pendurada a Ditran, estavam lá para fazer as costumeiras selfies e com elas para entupir as suas redes sociais.


Nem mesmo para prometer que estavam construindo uma solução de mobilidade aos gasparenses naquela ponte enquanto durar a meia-pista, como por exemplo, um semáfaro pare-siga. Acorda, Gaspar!