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  • Herculano

A COVID DA CÂMARA DE GASPAR



A Câmara de Gaspar, mais uma vez, lançou mão e impôs restrições presenciais diante da contaminação pela Covid-19 de um funcionário e do vereador Giovano Borges, PSD. Ele aliás, participou da última sessão normalmente, via on-line. Fez bem.


Duas observações, todavia.


Deixa qualquer um nervoso, assistir as sessões da Câmara com uma funcionária que dá suporte à mesa diretora. A máscara dela não consegue cobrir o nariz, como manda o protocolo. Está sempre tentando cobrir a boca com ela.


E na última sessão, surpreendida, estava com a máscara no queixo quando o presidente da Casa, Francisco Solano Anhaia, MDB, virou-se para solicitar uma orientação. Então a contaminação é resultado de uma prática insana e persistente contra as regras de proteção de quem está obrigado ao exemplo público.


A outra observação é para a incapacidade da Câmara em trabalhar remotamente num mundo integrado virtualmente. Um desastre. Um atraso. Um retrato de como os políticos subvertem os avanços e a incapacidade dos gestores públicos de se adaptarem às novas realidades e tecnologias.


Gasta-se uma dinheirama nesse ambiente e só se passa vergonha. Acorda, Gaspar!