Há textos irretocáveis e inspiradores. Há imagens criativas, insanas, geniais e desesperadoras. Esta arte não precisa de qualquer texto, a não ser a pergunta permanentemente incômoda de como os Estados Unidos puderam reeleger um presidente como o Republicano Donald Trump. Ele não faz mal apenas ao seu povo, apesar das instituições fortes que protege o país, mas ao mundo democrático e livre, que Trump desmanchou, o qual foi criado sob a liderança formulada pelos próprios Estados Unidos. Impressionante. (by Herculano)
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ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CDXCIII
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Um espaço plural para debater as obscuridades e incoerências dos políticos, bem como à incompetência combinada com sacanagens dos gestores públicos com os nossos pesados impostos.
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12 comentários em “ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CDXCIII”
> Recuos de Flávio mostram erros na campanha
– Campanha de Flávio está sofrendo o mesmo mal que a do Lula no primeiro turno: achou que estava vencida a eleição
(Por Merval Pereira, O globo, 14/10/26)
As duas mudanças de Flávio Bolsonaro nesta semana refletem o acompanhamento dos trackings das campanhas e o resultado não deve estar tão bom como ele imaginava.
A primeira questão é a da escala 6 x1, que o deixou na situação de não poder votar contra. O PL tentou não colocar em votação, mas não conseguiu. E como o presidente do Senado, David Alcolumbre, está ajudando Lula, colocando a votação entre o primeiro e o segundo turno, Flávio ficou sem saída e teve que aderir. Neste caso, ele pode arranjar umas explicações e superar isso.
A questão do debate da Band é um sinal ruim para ele. Primeiro, afirmou que iria, depois que não iria e agora vai de novo. Se ele está seguro, mesmo que a diferença para Lula tenha sido reduzida, vai ao debate e enfrenta o adversário. Mas ter voltado atrás teve repercussão imediata e não foi bom.
Portanto, não sei se estará bem psicologicamente para enfrentar o debate. A campanha dele está sofrendo o mesmo mal que a do Lula no primeiro turno. Achou que estava vencida a eleição, ficou fazendo acordos, discutindo ministérios e conversando com os partidos.
Mas a eleição não está ganha; continua difícil para Lula, mas a última semana foi muito boa para o petista. Vamos ver o que acontece.
(Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/merval-pereira/post/2026/10/recuos-de-flavio-mostram-erros-na-campanha.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsdiariatarde)
> Recondo e os Onze
(Por Felipe Recondo, O Globo, 14/10/26)
Abre aspas
” A democracia não disciplinada pelo direito e pela justiça é apenas uma das expressões da força, e talvez da pior delas”
(Xavier de Albuquerque (*)
(*) FRANCISCO MANOEL XAVIER DE ALBUQUERQUE nasceu a 3 de janeiro de 1926, na cidade de Manaus, Estado do Amazonas, filho do Dr. Francisco Xavier Carneiro de Albuquerque, médico, e de D. Haydée Lemos Xavier de Albuquerque.
. . .
+em:
https://portal.stf.jus.br/ministro/presidente.asp?periodo=stf&id=6
e+:
> ‘Fora da Bolha’: Flávio está de salto alto? Militância de Lula vira voto? E o Rio, hein?
– Videocast do GLOBO aborda o favoritismo de Flávio Bolsonaro após o primeiro turno, a mobilização da esquerda na tentativa de virar o jogo e as incertezas que envolvem um possível governo do candidato do PL
+em: https://oglobo.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/10/09/fora-da-bolha-flavio-esta-de-salto-alto-militancia-de-lula-vira-voto-e-o-rio-hein.ghtml
>> Relatório da PF sobre ministros do STF citados por Vorcaro será encaminhado a Fachin em novembro
– Integrantes da Corte haviam manifestado preocupação com apresentação ainda no segundo turno da eleição
+em: https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/10/14/relatorio-da-pf-sobre-ministros-do-stf-citados-por-vorcaro-sera-encaminhado-a-fachin-em-novembro.ghtml
>>> Alcolumbre busca apoio de senadores eleitos para se manter no comando da Casa em meio à pressão por impeachment no STF
– Oposição quer eleger um nome mais alinhado à pauta de afastamento de ministros do Supremo
+em: https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/10/13/alcolumbre-busca-apoio-de-senadores-eleitos-para-se-manter-no-comando-da-casa-em-meio-a-pressao-por-impeachment-no-stf.ghtml
(TRPCE)
> Recondo e os Onze (I)
(Por Felipe Recondo, O Globo, 14/10/26)
O preço do foro
> Tirar do Supremo a competência criminal parece consenso, mas, sem reforçar quem investiga, a mudança pode deixar parlamentares fora do alcance da Justiça
A primeira mudança a ser proposta na reforma iminente do Supremo deve ser o fim da competência criminal do tribunal. Parece haver certo consenso em torno da ideia, com todos os problemas que uma unanimidade carrega: a percepção generalizada de que concentrar as investigações e os julgamentos de parlamentares no STF é um vício do sistema. Parece um bom negócio? Para quem?
A direita se elegeu também para impor limites e tirar poderes do Supremo (*). Candidatos ao Senado vocalizaram o discurso de que o STF estaria hipertrofiado e fora de controle. O próximo Senado quer outra correlação de forças entre os Poderes, com o Supremo como coadjuvante na Praça dos Três Poderes (**). A atribuição de julgar parlamentares seria a primeira arma a ser tirada do tribunal.
Parece positivo e soa razoável que o Supremo não tenha em seu acervo inquéritos e ações penais que sirvam de arma contra parlamentares. Seria bom até para o tribunal, dizem alguns defensores da ideia. Afinal, investigações sobre esquemas de corrupção correriam o risco de serem usados como moeda de troca ou instrumento de coação contra políticos.
Se esta é a premissa, a proposta convence. Mas o jogo nem sempre é tão miúdo ou direto quanto se costuma descrever. Foro por prerrogativa de função deveria servir de proteção ao mandato parlamentar contra eventual perseguição de grupos locais. A competência criminal do Supremo, adicionalmente, serve como limite necessário ao Congresso Nacional e aos parlamentares. Não para que deixem de atuar e votar as propostas com a liberdade que as urnas lhes conferem. Mas para que possam ser punidos se cometerem irregularidades.
Então, essencialmente por que os políticos querem tirar do Supremo esse poder (***)? Pelos momentos em que o tribunal exerceu bem sua função e condenou parlamentares envolvidos em crimes de corrupção ou em razão dos casos tormentosos em que o tribunal anulou investigações que atingiram políticos poderosos?
+em:
(*) https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/10/05/superbancada-do-pl-no-senado-e-vista-no-stf-com-preocupacao-e-cautela-sobre-possibilidade-de-impeachment-de-ministros.ghtml
(**) https://oglobo.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/10/06/apos-nova-onda-direita-larga-proxima-de-numero-suficiente-para-aprovar-mudancas-na-constituicao-no-congresso.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsstf
(***) https://oglobo.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/10/07/maioridade-penal-fim-da-reeleicao-e-limites-ao-stf-as-mudancas-na-constituicao-defendidas-por-flavio-bolsonaro.ghtml?utm_source=edg_newsletter_geral&utm_medium=newsletter&utm_campaign=newsstf
(TRPCE)
> Recondo e os Onze (II)
(Por Felipe Recondo, O Globo, 14/10/26)
Poder ou combate à corrupção?
A resposta precisa e sincera a essas perguntas ajudaria a compreender a razão da mudança e a pensar também reformas posteriores. Tirar do Supremo a competência criminal pode até resolver algo quando se olha para o STF, mas é uma boa saída para o combate à criminalidade política?
Olhando de outra forma: o que se pretende é diminuir o poder do Supremo ou melhorar o combate à corrupção política? São questões diferentes, mas que podem ter uma mesma resposta. Vejamos.
Quem acha que tirar o foro do Supremo vai melhorar o combate à corrupção está certo. A corrupção tende a sumir das estatísticas. Sem investigação, não há corruptos. Sem condenação, não há punição.
Quem acha que é preciso tirar poder do Supremo num aspecto muito mais amplo para que Congresso e Executivo deem as cartas, e a maioria governe sem contenção, também está certo. Nos dois casos, o resultado pode ser o mesmo: menos investigação. Mas vamos enfrentar os dois pontos separadamente.
Comecemos pelo poder.
Sem competência criminal, o Supremo vira um tribunal com baixa capacidade de coerção. O Judiciário não dispõe do tesouro nem das armas. A efetividade das suas decisões se baseia na legitimidade do tribunal. Se alguém contestá-la, como fez Jair Bolsonaro durante seu governo, o STF tem poucos poderes de reação. Um deles advém da competência criminal.
Para pensar de outra forma, podemos sacar o argumento de quem hoje defende a abertura de impeachment de ministros (*): se o Senado abrir um processo contra um integrante do STF, o tribunal pensará duas vezes antes de extrapolar os seus limites. Na vida real, é essa disputa que se trava – por capacidade de limitar o poder do outro.
O STF viveu boa parte da sua história com a competência criminal travada. Da Constituição de 1988 até 2001, o Supremo só podia processar um parlamentar se a Casa dele autorizasse. A licença não vinha. Nenhum político era processado. A percepção era de que não havia corrupção no Brasil, ou ao menos não no Parlamento.
A regra mudou depois do caso Hildebrando Pascoal, deputado acusado de comandar um grupo de extermínio no Acre. A Câmara não autorizou o Supremo a processá-lo. Cassou o mandato de Hildebrando para não ter de conceder a licença. Sem mandato, ele foi julgado na primeira instância. Para não enfrentar de novo esse desgaste, o Congresso aprovou a Emenda Constitucional 35, de 2001, e acabou com a exigência de licença prévia. O próprio Congresso admitiu que o escudo da licença era insustentável. O fim do foro no Supremo pode produzir, por outro caminho, o efeito que a licença produzia.
A ideia do fim do foro no Supremo, é preciso reconhecer, começou a ser delineada no próprio Supremo. Ministros avaliavam que a competência criminal dividia o tribunal em grupos e provocava conflitos internos que corroíam sua imagem. Foi com esse diagnóstico que o plenário do STF restringiu, por um período, a extensão do foro por prerrogativa de função. Políticos só seriam julgados pelo Supremo se tivessem cometido os crimes no exercício do mandato e enquanto permanecessem no Congresso.
O STF pensou que reduzir esse poder seria uma boa engenharia. Até se deparar com um Congresso Nacional e um Executivo que ameaçavam a própria existência do Supremo. O tribunal então mudou seu entendimento — sem boas explicações para isso. O pragmatismo falou mais alto. Mas, nessa ida e volta, o tribunal revelou que a competência criminal era uma arma importante demais para ser relegada às instâncias inferiores.
O segundo ponto, o combate à corrupção e à criminalidade política em geral, é o mais problemático. O consenso em torno do fim do foro esconde riscos que talvez não estejam sendo considerados. A reforma não será pontual. Virá em pacote para produzir um resultado.
+em:
(*) https://oglobo.globo.com/blogs/malu-gaspar/post/2026/10/bancada-do-impeachment-de-ministros-do-stf-chega-a-49-integrantes-apos-eleicao-saiba-quem-sao.ghtml
(TRPCE)
> Recondo e os Onze (III)
(Por Felipe Recondo, O Globo, 14/10/26)
Instituições fragilizadas
Há sugestões que correm em paralelo — para se encontrarem adiante — de ampliar a composição do Conselho Nacional do Ministério Público, com maior participação de integrantes da sociedade. O discurso, novamente, parece bom, mas é preciso lembrar que esses novos integrantes do CNMP seriam submetidos ao processo político do Congresso. Seriam indicados pela Câmara e pelo Senado e sabatinados pelos senadores. Por trás da alegada democratização, há uma agenda de controle e pressão sobre os membros do Ministério Público.
A pressão também pode vir de dentro. Um procurador-geral da República cuja agenda de gestão seja conter a própria carreira pode usar as corregedorias e o CNMP como torniquete para estrangular a liberdade de procuradores.
Não é só o fim do foro. Não é só o CNMP. Na outra ponta da investigação, soma-se a crise institucional da Polícia Federal: conflitos internos, suspeitas de politização de grupos e tentativas recentes de governos de interferir nas investigações. Acrescente-se o reduzido controle sobre as decisões do procurador-geral da República — especialmente quando decide não investigar algo. Nada será pensado para enfrentar esses problemas adicionais?
Por que, então, acreditar que o combate à corrupção seguirá adiante? A reforma atinge parte das condições para investigar. E as instituições que investigam já chegam a ela fragilizadas.
Sem a competência criminal do STF, o caminho natural seria remeter os processos para a primeira instância. Outras propostas foram aventadas, como uma vara especializada em Brasília para julgar políticos. Um juiz, uma única vara, concentraria todo esse poder? Quem escolheria esse juiz? O Supremo?
A primeira instância traz seus próprios riscos. Nos seus currais eleitorais, políticos teriam instrumentos para exercer pressão muito mais forte do que a que alcançam nos tribunais superiores e no STF. Vale perguntar se quem defende a mudança, sob o argumento de que seria melhor para o combate à corrupção, conhece a realidade da primeira instância e o volume de processos com que lidam os juízes federais e estaduais. Se conhece também a realidade dos tribunais regionais federais e seus defeitos. E se considera nessa equação o risco de politização da instância que daria a palavra final sobre o mérito desses processos na nova arquitetura: o Superior Tribunal de Justiça.
O debate trata o Supremo como o obstáculo a se remover. O tribunal passa por momento de crise, e a direita, especialmente, se vale dela para debilitar o STF. No discurso sobre a reforma, o argumento central não é melhorar o combate à criminalidade política e à corrupção. O que se pretende (voltando ao texto da semana passada) é vingança ou melhoria?
Se a intenção for consertar o problema, há muitas outras perguntas a fazer e estratégias para enfrentar os problemas. Se realmente se considerar melhor remover essa atribuição criminal do Supremo, que outras melhorias no sistema devem ser feitas para garantir que os processos transcorram normalmente, sem interferências ou pressões indevidas?
Poderíamos também procurar explicações sistêmicas para entender: por que o caso Master nasce na primeira instância, a partir da investigação competente do Ministério Público Federal, e corre tantos riscos quando chega a Brasília? Por que os instrumentos de controle da Operação Lava Jato não funcionaram no momento certo? Como evitar que grandes operações sejam depois anuladas, comprometendo o resultado da investigação? Haveria instrumentos de controle que deveriam funcionar melhor?
O combate à criminalidade política no Brasil ainda é um edifício frágil. Reformar este prédio sem reforçar as bases pode produzir efeitos nefastos com parlamentares fora do alcance da Justiça.
(TRPCE)
Os pupilos do vorcaro!
‘Também são identificadas no vídeo (*) outras figuras como
– os ex-ministros de Jair Bolsonaro Fábio Faria (Comunicações) e Ciro Nogueira (Casa Civil, senador pelo PP-PI);
– o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB);
– o ministro do Superior Tribunal de Justiça Benedito Gonçalves (autor da frase “missão dada é missão cumprida” captada por câmeras de TV quando cumprimentava Lula);
– o presidente da Febraban, Isaac Sidney;
e
– Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes.”
> Novas imagens de Vorcaro desmentem Gonet, que disse tê-lo visto só uma vez
– Novo vídeo (*) do ex-controlador do Banco Master Daniel Vorcaro mostram Gonet e diversas autoridades da República em evento e festinha em Londres
(Redação DP, 14/10/26)
Vídeo de recepção oferecida pelo Banco Master em Londres, em abril de 2024, registra a presença de altas autoridades brasileiras de diferentes governos e poderes, incluindo o procurador-geral da República, Paulo Gonet – o que desmente suas afirmações de que o contato com Vorcaro tomando uísque e fumando charuto, registrada em foto, teria sido único e de que o PGR desconhecia o patrocínio do Master ao evento realizado na capital britânica.
As cenas ilustram a circulação conjunta de representantes ligados a governos de Dilma Rousseff, Jair Bolsonaro e Lula, além de integrantes do Judiciário e do Legislativo, em um evento patrocinado por instituição financeira que posteriormente enfrentou intervenção do Banco Central e investigações. O registro reforça o alcance das relações do banqueiro com a cúpula de diferentes poderes no período.
Gonet chegou a dizer que teria sido seu único encontro com Vorcaro.
As imagens, que o então controlador do banco, Daniel Vorcaro, vetou a divulgação pelo setor de marketing, foram encontradas pela Polícia Federal no seu celular .
O material mostra a chegada ao local do jantar do então ministro da Justiça de Lula (PT), Ricardo Lewandowski; do ex-presidente Michel Temer; do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues; e do procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Também são identificadas no vídeo outras figuras como os ex-ministros de Jair Bolsonaro Fábio Faria (Comunicações) e Ciro Nogueira (Casa Civil, senador pelo PP-PI); o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB); o ministro do Superior Tribunal de Justiça Benedito Gonçalves (autor da frase “missão dada é missão cumprida” captada por câmeras de TV quando cumprimentava Lula); o presidente da Febraban, Isaac Sidney; e Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes.
O encontro ocorreu durante o I Fórum Jurídico Brasil de Ideias, realizado na capital britânica entre 24 e 26 de abril de 2024, com o Banco Master como um dos principais patrocinadores. Durante esse evento ocorreu a célebre farra no George Club, em Londres, à base de uísque Macallan, que custou a Vorcaro o equivalente a R$3,24 milhões.
A recepção contou com ambiente de luxo, apresentações artísticas (músicos de cordas e bailarinas) e autoridades circulando, algumas com taças de champanhe. Nas imagens, Vorcaro aparece interagindo com convidados, incluindo Lewandowski e Temer, enquanto outras rodas de conversa reúnem dirigentes da PF (Andrei Rodrigues e o diretor-executivo William Murad) com o assessor internacional do STF Roberto Doring, além de parlamentares e magistrados.
O vídeo institucional, enviado à equipe de marketing do Master, foi descartado após reação de Vorcaro, que em mensagens reclamou da exposição do local, de autoridades “tomando champanhe” e do caráter festivo. A divulgação ocorre em meio a investigações da PF sobre as relações de Vorcaro e do Banco Master com agentes públicos, incluindo mensagens extraídas do aparelho do banqueiro que apontam articulações em torno do evento.
(Fonte: https://diariodopoder.com.br/exteriores/ttc-internacional/novas-imagens-de-vorcaro-desmentem-gonet-que-disse-te-lo-visto-so-uma-vez)
(*) https://x.com/JornalOGlobo/status/2110357444232642983/video/1
Depois de receber o apoio
do megaPaTife arruda (*), o
> Candidato de Lula no DF abandona o vermelho e a estrela do PT no 2º turno
– Aliados do candidato de Lula ao governo do DF dizem que mudança na identidade visual da campanha visa atrair eleitores para além da esquerda
(Por Igor Gadelha, Metrópoles, 14/10/26)
Candidato de Lula ao governo do Distrito Federal (DF) em 2026, o petista Leandro Grass mudou a identidade visual de seu material de campanha no segundo turno e deixou de lado o tradicional vermelho e a estrela do PT.
Nos vídeos de sua propaganda, Grass tem evitado usar a cor da bandeira petista. O nome do candidato e o número 13, que apareciam prioritariamente em vermelho no primeiro turno, agora são usados em tons de laranja.
O candidato também tem evitado a estrela do PT e até a imagem de Lula na propaganda. Nos cinco minutos do horário eleitoral na TV, na terça-feira (13/10), por exemplo, Grass não mostrou o presidente em nenhum momento.
“Agora a campanha não é só do PT, da federação e da coligação, é de todos os brasilienses, de toda a cidade”, justificou Grass à coluna.
(Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/igor-gadelha/candidato-de-lula-no-df-abandona-o-vermelho-e-a-estrela-do-pt-no-2o-turno)
(*) https://www.youtube.com/shorts/uYk-WSlVu9U
e+:
Vídeo do probo arruda recebendo propina:
https://www.youtube.com/watch?v=5fJfFFbJJCQ
> A insanidade do fim da escala 6×1 explicada por um fascista
– Hoje, o Senado deverá assinar o decreto de enforcamento dos donos de pequenos negócios: o fim da escala 6×1
(Por Mario Sabino, Metrópoles, 14/10/26)
Hoje, o Senado deverá assinar o decreto de enforcamento dos donos de pequenos negócios: a PEC do fim da escala 6×1 (1). Um favor do reto e vertical Davi Alcolumbre (2) ao aliado Lula.
O chefão petista (3) e a esquerda vendem a ideia eleitoreira de que o decreto de enforcamento é uma nova Lei Áurea: ao trabalhar um dia a menos na semana, ganhando o mesmo salário, o trabalhador, até então escravizado por capitalistas perversos, vai poder gozar a vida como um burguês.
Tempo livre a mais é uma grande conquista, ninguém é louco de dizer o contrário, mas o sonho vendido pelo discurso populista se choca com a realidade brasileira. Não somos a França (e nem a França é mais a França, para dizer a verdade).
O que a maioria dos trabalhadores “libertos” vai fazer é tentar arrumar um bico extra para pagar as dívidas que o salário não cobre já faz tempo.
O aspecto mais perverso, no entanto, é o brutal aumento de custo para os donos de bares, restaurantes, cabeleireiros, mercadinhos, lojinhas de bairro etc. — toda uma gama de negócios que dão emprego a milhões de brasileiros. O raciocínio vale também para os grandes negócios, como o de supermercados e lojas de departamentos.
Aprovado o fim da escala 6×1, a matemática básica é inflexível: para continuar funcionando da mesma forma, o empresário precisará contratar mais gente. Quem pagará o gasto adicional? Os consumidores.
Ou seja, o fim da escala 6×1 aumentará o custo de vida para todo mundo.
Há outro problema. Se o gasto com pessoal subir além da conta, como há um limite do que pode ser repassado ao preço do produto ou serviço finais, sob pena de não se ter quem os compre, o empresário poderá se ver na contingência de substituir funcionários com carteira assinada por informais.
O resultado é que aumentará o trabalho precário no Brasil, veja só que bacana. Mas tudo bem: o fim da escala 6×1 proporcionará muita mão de obra disponível, barata, e quem é contra essa insanidade só pode ser fascista.
Para Lula, o que importa é ser eleito a qualquer preço pago por qualquer um que não seja ele.
(Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/mario-sabino/a-insanidade-do-fim-da-escala-6×1-explicada-por-um-fascista)
(1) PEC do fim da 6×1 pode ser votada nesta quarta, após quinta sessão de discussão
+em: https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/10/13/pec-do-fim-da-6×1-pode-ser-votada-nesta-quarta-apos-quinta-sessao-de-discussao
(2) O bonde do tigrão Alcolumbre, (suposto) brother de Vorcaro
– Davi Alcolumbre é mais um que jurava não conhecer o larápio antes de o galo cantar três vezes, mas não é o que diz o celular de Vorcaro
+em: https://www.metropoles.com/colunas/mario-sabino/o-bonde-do-tigrao-alcolumbre-suposto-brother-de-vorcaro
(3) Bolsonaro Hipotético contra o Exército do Lula
– O Bolsonaro Hipotético é a coisa mais divertida desta campanha; o meme é mais efetivo do que o Exército do Lula, censurado por Nunes Marques
+em: https://www.metropoles.com/colunas/mario-sabino/bolsonaro-hipotetico-contra-o-exercito-do-lula
> Ditadura do Irã, apoiada por Lula, condena à morte garota de 23 anos que critica o regime
– Najmeh Amini é perseguida por publicar posts com críticas ao regime
(Redação DP, 14/10/26)
A ditadura do Irã condenou à pena de morte uma garota de 23 anos, Najmeh Amini, estudante de contabilidade, por “blasfêmia” devido a um post em redes sociais cujo teor é desconhecido. O “crime” consiste em “insultar” o profeta Maomé, mas na verdade Najmeh Amini é apenas uma jovem que corajosamente critica o autoritarismo no país dos aiatolás e se transformará em mais uma mulher assassinada pelo regime.
Organizações de direitos humanos alertam que, embora execuções por blasfêmia não sejam frequentes (as últimas conhecidas ocorreram em 2023), o caso sinaliza alargamento do uso da pena de morte contra expressões online pacíficas. Mahmood Amiry-Moghaddam, diretor da Iran Human Rights, classificou a condenação da jovem de 23 anos por um post como “extremamente alarmante” e pediu que a comunidade internacional exija a anulação da sentença e uma moratória nas execuções.
O caso ocorre em um contexto de intensificação da repressão no Irã, com direitos humanos apontando o uso crescente de condenações à morte para silenciar dissidência.
Segundo a organização de direitos humanos Iran Human Rights (sediada na Noruega), Najmeh foi presa em Mashhad, no nordeste do Irã, no final de janeiro ou início de fevereiro de 2026, após monitoramento da Polícia Cibernética (Fata), ramo da polícia política da ditadura, que é apoiada pelo governo Lula (PT).
A acusação inicial mencionava “insultos extremamente obscenos e ofensivos contra os imames infalíveis”. Ela foi consenada pela 6ª Vara do Tribunal Criminal de Primeira Instância da província de Khorasan Razavi. Em um áudio divulgado, a jovem afirmou que a sentença foi proferida em 16 de setembro e pediu ajuda à comunidade internacional e à ONU: “Sou uma jovem inocente com tantos sonhos e esperanças. Sejam a minha voz”.
Além da pena capital, Najmeh recebeu, em processo separado, a condenação de 12 anos, seis meses e um dia de prisão por acusações de atos contra a segurança nacional e disseminação de propaganda contra o regime. Ela permanece detida na penitenciária de Vakilabad (ou Central) em Mashhad. A sentença de morte ainda não é definitiva e está sujeita a recurso perante a Suprema Corte do Irã.
Na defesa, a estudante e seu advogado alegaram que as publicações ocorreram por um “lapso de linguagem” enquanto ela estava sob efeito de cogumelos alucinógenos consumidos com amigos. O juiz rejeitou a justificativa e questionou por que, no mesmo estado, ela não teria insultado adversários do regime, como Estados Unidos ou Israel.
(Fonte: https://diariodopoder.com.br/exteriores/ttc-internacional/ditadura-do-ira-apoiada-por-lula-condena-a-morte-garota-de-23-anos-que-critica-o-regime)
Matutando sobre. . .
A motivação de Trump é predominantemente eleitoral.
Gesto similar por aqui, para não perder a reeleição,
lulampião transformou o Tesouro Nacional
em caixa da sua campanha eleitoral!
Vivemos tempos difíceis…
O senhor das guerras não gosta de crianças 😰
Nem de parceiros, pelo jeito