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ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CDLXXXVIII

Esta singela e antiga charge resume o Brasil e que não vai mudar, seja quem for eleito neste quatro de outubro, dia de São Francisco de Assis, o que deixou a riqueza e viveu despojado servido a humanidade. A charge retrata uma casta multipartidária e empresarial de interesses comuns. Ela tomou (vem tomando e vai piorar) o Brasil sob o amparo das instituições, inclusive do STF e PGR que tinha a obrigação na aplicação em último grau de recurso da Lei e principalmente da Constituição Federal em vigor.

Num escárnio sem precedentes, os privilegiados e protegidos pelo aparelho estatal e de poderes se banqueteiam diante de nós. O povo que o sustenta, nem pode assistir como testemunha indignado. E se piar, corre o sério risco de constrangimento, processos, prisão e mofo eterno pela máquina do grupo de moer reputações, cidadãos e cidadãs que usam para o voto referendo deles e das patifarias.

É uma bolha que se reveza entre eles próprios. De vez enquanto, um ou uma parte dela, é expulsa, temporariamente, por mau comportamento ao código mafioso ajustado de proteção ente eles próprios. E cada vez mais, insaciáveis, protegidos e organizados a partir de seus palácios e clubes de charutos, vinhos, uísques, aeronaves, iates, restaurantes, caras reuniões disfarçadas de encontros de debates de temas nacionais e internacionais, além dos encontros de putarias e orgias – pois ninguém é de ferro -, estão mais fortes e gulosos, tomando os nossos cada vez mais altos impostos on-line que é do povo para si, sob a chancela dos nossos votos livres como os de domingo que vem (by Herculano)

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8 comentários em “ANOTAÇÕES DE MIGUEL TEIXEIRA CDLXXXVIII”

  1. A eleição sob a toga
    – Campanhas de vários níveis focam na crise institucional no STF para mobilizar eleitores
    (Por Guilherme Resck, Crusoé, 25/09/26)

    A crise institucional no Supremo Tribunal Federal (STF), detonada após a revelação das mensagens entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, levou candidatos a deputado estadual, federal, senador, governador e presidente a falar do assunto.

    Para os dois principais candidatos a presidente, a estratégia é tentar jogar o escândalo para o seu oponente, embora ambos tenham tido algum envolvimento com Vorcaro.

    Nesta semana, circularam notícias de que Lula teria recebido um uísque do ex-banqueiro e que Flávio voou em um de seus jatinhos.

    Para os senadores, que têm o poder de pedir impeachment de ministro do STF, toda novidade pode virar um comentário nas redes sociais ou uma iniciativa legislativa.

    Senadores que tentam novo mandato na Casa, como Alessandro Vieira, do MDB, e Carlos Viana, do PSD, pediram uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) contra Moraes, denunciaram o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, no Conselho de Ética, e solicitaram o impeachment de Kassio Nunes Marques.

    Nada escapa aos seus olhos atentos.

    Candidatos que tentam entrar no Senado foram obrigados a tocar no assunto, independentemente de seu lado no espectro ideológico.

    Foi o caso das ex-ministras Simone Tebet e Marina Silva, candidatas por São Paulo, que passaram a defender a investigação de Moraes.

    Entre os candidatos a governador, o que mais fala do assunto é o senador Sergio Moro, candidato a governador do Paraná pelo PL.

    Moro se aproveita da sua fama como ex-juiz da operação Lava Jato para reclamar decoro e pedir investigação na Corte suprema.

    Mas o curioso é que mesmo candidatos que não teriam condições de fazer algo se forem eleitos, como deputados estaduais e federais, também abordaram o assunto.

    Mobilização
    A primeira explicação para esse domínio do tema na campanha é que o eleitor tem demandado um posicionamento dos seus candidatos sobre o STF, mesmo quando eles não teriam o que fazer após tomarem posse.

    A crise teve um alcance público bastante expressivo. Em pesquisa Quaest divulgada na segunda, 21, 74% dos entrevistados disseram ter sabido sobre a sessão do STF de 15 de setembro, que deveria versar sobre o início de uma investigação sobre Moraes.

    “O tema ‘saiu da bolha’ e ultrapassou o debate entre especialistas, jornalistas e políticos”, afirma o cientista político Magno Karl, diretor-executivo do Livres.

    Os candidatos, assim, acabam se manifestando sobre o Judiciário. Em contrapartida, conseguem uma disposição maior entre seus eleitores.

    Não é uma questão de conseguir novos eleitores, portanto, mas de reforçar o vínculo com aqueles que os candidatos já possuem.

    Na mesma pesquisa Quaest, 62% disseram que a crise não influencia o voto, enquanto 26% afirmam que ela reforça a atual escolha. Apenas 7% admitem considerar mudar o voto.

    “Nós enfrentamos uma crise significativa, no meio de uma eleição importante, mas o eleitor já parece ter feito a sua escolha. A polarização dos últimos anos parece ter cristalizado as identidades políticas a tal ponto que o percentual de eleitores dizendo que a crise do Supremo reforçou suas convicções de voto é quase quatro vezes o daqueles que dizem considerar mudar de ideia por causa dela”, afirma Magno Karl.

    Onipresença
    Outro motivo para que candidatos dos mais diferentes níveis abordem o STF em suas campanhas é que os ministros da Corte, em sua sanha por poder, acabaram se imiscuindo em todos os assuntos do país.

    Assim, mesmo que um deputado federal não tenha como pedir um impeachment de um magistrado, ele pode legislar sobre temas que, de alguma maneira, são influenciados pelo STF.

    “O STF entra em todas as pautas. Passa por cima do Congresso. O Lula, em 2025, aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras, o IOF, e o Congresso derrubou. Depois, o Lula foi lá, bateu na porta do Alexandre de Moraes, e o ministro derrubou a derrubada do Congresso. Passou por cima completamente”, disse o vereador de Curitiba e candidato a deputado federal Guilherme Kilter (Novo), ao Papo Antagonista.

    “Na segurança pública, o Supremo restringiu operações nas favelas do Rio de Janeiro com helicóptero. O Alexandre de Moraes e o Supremo proibiram que todas as prefeituras do país internem pessoas em situação de rua, retirem seus bens ali da calçada quando não aceitarem um tratamento. Ou seja, eles interferem em todas as áreas”, afirmou o vereador.

    (Fonte: https://crusoe.com.br/noticias/a-eleicao-sob-a-toga/)

  2. Matutando sobre. . .

    Definitivamente, a OrCrim oficial “se-apoderou-se” da Nação!
    Os “freios” foram engraxados e os “contrapesos” surrupiados. . .
    Nós, burros de cargas, estamos à mercê das “otoridades”, que, pelo que temos “visto, lido e ouvido”, estão cada vez mais enfronhadas em saquear legalmente os cofres públicos.
    Só nos resta orar!

  3. Tá circulando na internet um caso referente ao atendimento no hospital de Gaspar.

    Fez uma semana ontem que uma criança de 11 anos quebrou a perna durante atividade esportiva na escola.

    Até ontem, segundo o depoimento do pai da criança, primeiro deram dipirona e mandaram embora.

    Depois ele teve a cirurgia marcada e desmarcada DUAS vezes no hospital daqui.

    Diante da FALTA DE SOCORRO, fizeram transferência pro hospital Santo Antônio de Blumenau.

    Lá a história se REPETIU.

    Até ontem às 11:30, UMA SEMANA DEPOIS DO OCORRIDO,o menino seguia com as FRATURAS criando calo ósseo no LUGAR ERRADO,
    por NEGLIGÊNCIA, DESCASO E MALDADE.

    Lembrando que de julho pra cá já JOGARAM QUARENTA MILHÕES DO NOSSO SUADO DINHEIRINHO NO HOSPITAL DAQUI, mas segue FALTANDO ESPARADRAPO PRA SOCORRER A SUA GENTE…

    1. Trata-se de um depoimento de um pai que não tem mais a quem apelar. Se fosse um dos poderosos de Gaspar, que não precisa do Hospital agora sob a proteção de Santo Antônio, os ossos já estariam se calcificando para deixar o acidente no passado… Agora, tem contornos de negligência…

      Não é uma denúncia anônima, nem de rede social de fofoca atrás de likes ou de blog que não são lidos, como sempre alegam o policial investigador de fama bem informado Paulo Norberto Koerich, PL, e sua líder de governo na Câmara, a também policial Alyne Karla Serafim Nicoletti, PL.

      Até agora, nem um pio deste caso grave de polícia (deveria ser lavrado um Boletim de Ocorrência, para se apurar responsabilizações e indenizações) seja do Hospital, seja da prefeitura de Gaspar (secretaria de Saúde, Assistência Social), seja dos políticos que estão amocosando este caso, sejam das entidades empresariais avais desta transação do Hospital, o tal Observatório Social que nada observa, as instituições secretas, seja do próprio Ministério Público por começar a exigir um relatório do Conselho Tutelar, afinal tem um menor envolvido, num Hospital que está recebendo montanhas de dinheiro público e não está prestando contas à sociedade como prometeu. E pelo jeito, mais cedo que se pensava – e avisei – já está mandando bananas para a cidade. E em plena semana decisiva da campanha eleitoral.

      E por falar nela, os candidatos de Gaspar e que não são poucos para este quatro de outubro, junto com os cabos eleitorais dos paraquedistas, estão todos quietinhos . Por isso, são cúmplices. Não merecem os votos dos gasparenses.É um mau sinal de que está ruim, encenou-se como melhoria, vai continuar tão pior quanto antes. Então neste dia quatro, diante do fingimento e falta de fiscalização desses políticos, o normal seria lhes faltar votos nas urnas daqui dos gasparenses que precisam de soluções que nunca chegam, mesmo mudando o governo

      E se faltarem votos, os candidatos estarão, mais uma vez, culpando os eleitores e eleitores, não a má sorte que se lançaram ao ignorarem as queixas dos gasparenses.

      Muda, Gaspar!

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